Lucifer fica pelado para promover estreia da série na Netflix
A Netflix divulgou um vídeo para lembrar que “Lucifer” virou uma série exclusiva da plataforma. Nele, três integrantes do elenco surgem para agradecer aos fãs pelas campanhas que ajudarem a salvar a série, cancelada pela Fox após três temporadas e resgatada pelo serviço de streaming para seu quarto ano de produção. A peça também destaca as novidades surgidas nesta transição. Primeiro, Lauren German, a Chloe da série, apresenta uma nova personagem: Eva, interpretada pela israelense Inbar Lavi (de “Prison Break” e “The Last Ship”). Sim, é a Eva que viu Adão com a cobra na mão. E, por fim, Tom Ellis aparece bem à vontade, num roupão com logo da Netflix, tomando chá numa caneca da Netflix, para dizer o que muda na nova casa. “Sempre me perguntam: ‘Na Netflix, a série vai mudar?’. A resposta é não. Não muito. Mas talvez vocês vejam um pouco mais de mim”, diz, antes de tirar o roupão para gravar uma cena pelado. Portanto, esperem um “Lucifer” realmente à vontade na nova casa. Detalhe: o vídeo lembra que a série vai estrear na Netflix, mas esquece de dizer quando.
Netflix vai lançar nova série animada gay de astro de Will & Grace
A Netflix encomendou a produção de mais uma série animada gay. Após os super-heróis brasileiros de “Super Drags”, a plataforma apresentará os espiões americanos de “Q-Force”, onde a letra Q se refere à palavra queer, que compõe a sigla LGBTQ. Produzida por dois nomes de peso da TV americana, Sean Hayes (ator de “Will & Grace” e produtor de “Grimm”) e Mike Schur (criador de “The Good Place”, “Parks & Recreation” e “Brooklyn Nine-Nine”), a série contará com 10 episódios de meia hora, acompanhando um agente secreto e sua equipe de super-espiões LGBTQ, que precisam se provar constantemente em suas extraordinárias aventuras. “Q-Force” é a primeira atração produzida por Schur após ele fechar um contrato milionário de exclusividade com a Universal. Mas o criador da animação é Gabe Liedman, roteirista de “Brooklyn Nine-Nine”. Já Hayes, além de produzir, também participará como dublador de um dos personagens. Ele explicou para o site Deadline que, originalmente, a série seria uma comédia live-action, mas virou animação “porque uma série de espiões é muito difícil e cara de ser feita”. Além disso, “provavelmente não haveria quem comprasse uma série com protagonistas e coadjuvantes gays. Espero que um dia isso aconteça, mas não parece ser o caso agora”. Ainda não há previsão de estreia para “Q-Force”.
Ator de Star Trek vai estrelar série baseada no anime Cowboy Bebop
A Netflix anunciou os primeiros nomes do elenco da série live-action baseada no anime (desenho animado japonês) clássico e cultuadíssimo “Cowboy Bebop”, inclusive quem viverá o protagonista Spike Spiegel. O papel principal ficou com John Cho (“Buscando…”). Será a segunda vez que o ator, que é sul-coreano, é escalado para viver um “japonês” por Hollywood. Ele também é o intérprete do Sr. Sulu na franquia cinematográfica “Star Trek”. Mas há uma ironia na nova escalação. Apesar de nascido em Marte, Spike tem um sobrenome alemão, adotado por muitas famílias judias. Mesmo assim, será vivido por um ator asiático na série. A contratação de Cho pode ser decorrência das várias reclamações de fãs contra o embranquecimento de personagens de animes nas adaptações americanas. Em compensação, outra personagem importante deixou de ser asiática na série. Nascida em Singapura na animação, Faye Valentine será interpretada por Daniella Pineda (a bruxa Sophie Deveraux de “The Originals”), que não se parece nada com a icônica femme fatale. Os demais atores anunciados foram Mustafa Shakir (o vilão John “Bushmaster” McIver em “Luke Cage”) como Jet, braço direito mortal de Spike, e Alex Hassell (“Suburbicon”) como Vicious, o assassino mais notório da galáxia. O ator de Radical Ed, protagonista que falta, ainda está em seleção. “Cowboy Bebop” inspirou um verdadeiro culto desde que estreou no Japão em 1998. A série animada acompanhava um grupo de caçadores de recompensa que viajava na espaçonave Bebop em 2071, atrás de criminosos perigosos. Após o fim da série, os personagens ainda apareceram num longa de animação, “Cowboy Bebop: O Filme”, em 2001. A versão americana ia originalmente ser um filme, que entrou em desenvolvimento na década passada, quando os direitos da adaptação foram adquiridos pela Fox. Mas o roteiro assustou o estúdio. Em 2009, Keanu Reeves, que iria estrelar o longa como o icônico Spike Spiegel, contou que a produção foi abandonada pelo orçamento beirar os US$ 500 milhões. A nova encarnação começou a ganhar vida em 2017 num estúdio televisivo, o Tomorrow Studios, responsável pelas séries “Aquarius” e “Good Behavior”, numa parceria com o estúdio japonês Sunrise, proprietário da franquia, e a produtora Midnight Radio, de Josh Appelbaum, Andre Nemec, Jeff Pinkner e Scott Rosenberg, criadores da série “Zoo”. A adaptação foi desenvolvida pelo roteirista Christopher Yost (de “Thor: Ragnarok”), o que deve garantir a manutenção do humor irônico do desenho original. Além disso, o diretor do anime Shinichiro Watanabe será um consultor da produção. A 1ª temporada terá dez episódios, mas ainda não há previsão para sua estreia.
Ator de Moonlight vai estrelar a primeira série do diretor de La La Land
O ator Andre Holland (de “Moonlight” e da série “Castle Rock”) vai estrelar “The Eddy”, a primeira série do diretor Damien Chazelle (“La La Land”, “O Primeiro Homem”). Ironicamente, “La La Land”, de Chazelle, perdeu para “Moonlight”, estrelado por Holland, numa das premiações de Melhor Filme mais conturbadas da história do Oscar. O cineasta desenvolveu a produção em parceria com o escritor britânico Jack Thorne, criador da série “The Last Panthers” (2015) e roteirista de “Extraordinário” (2017), que recentemente também trabalhou ao lado de J.K. Rowling na peça de teatro de “Harry Potter e a Criança Amaldiçoada”. A Netflix venceu uma concorrência com outras plataformas e canais pelos direitos de exibição da atração, que vai girar em torno de um clube de jazz de Paris. A série irá explorar a relação entre os donos da casa noturna, sendo um americano e o outro um francês descendente de árabes. O personagem de Holland é o sócio americano, chamado Elliot Udo, que foi um célebre pianista de jazz em Nova York, mas agora está em Paris, escondendo-se de todos num clube de jazz falido, até sua filha de 15 anos reaparecer em sua vida e obrigá-lo a enfrentar seus problemas. As gravações serão realizadas na França, com diálogos em francês, inglês e árabe. Além de produzir, Chazelle irá dirigir dois dos oito episódios da 1ª temporada. Já as músicas serão compostas por Glen Ballard, seis vezes premiado com o Grammy, e produtor dos discos “Jagged Little Pill”, de Alanis Morissette, e “Bad”, de Michael Jackson. “The Eddy” também contará com Alan Poul, produtor das séries “The Newsroom” (2012) e “Westworld” (2006), como showrunner.
Neflix renova After Life, de Ricky Gervais, para a 2ª temporada
A Netflix renovou “After Life”, série de comédia estrelada por Ricky Gervais (criador e astro da versão original de “The Office”), para sua 2ª temporada. “After Life” foi lançada em 8 de março e deve ter feito sucesso (com a Netflix, quase tudo é suposição), tendo em vista o tom entusiasmado do ator em comunicado. “Eu nunca recebi esse tipo de reação antes. Tem sido insano e muito caloroso. Mas agora eu preciso ter certeza de que a 2ª temporada seja melhor ainda, ou seja, vou ter que trabalhar mais duro ainda”, disse o britânico. Com seis episódios com meia hora de duração, típico das produções britânicas do gênero, a 1ª temporada acompanhou Tony (Gervais), um homem que tinha uma vida perfeita. Mas quando sua esposa morre, tudo muda. Depois de pensar em tirar a própria vida, ele decide acertar as contas com o universo de outro modo, dizendo e fazendo o que quiser a qualquer hora. Ele acredita que isso o torna poderoso, mas a situação se complica quando todos seus amigos resolvem salvar o cara legal que eles costumavam conhecer. Essa não é a primeira parceria do comediante com o serviço de streaming, que produziu seu filme “Correspondentes Especiais” e foi coprodutor da série “Derek”, junto do Channel 4 britânico. A nova temporada de “After Life” deve ser disponibilizada em 2020.
Governo americano adverte Academia contra mudanças no Oscar para prejudicar a Netflix
O Departamento de Justiça dos Estados Unidos advertiu a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas sobre eventuais mudanças nas regras do Oscar que limitem a elegibilidade da Netflix e outros serviços de streaming. De acordo com um documento obtido pela revista Variety, o chefe da divisão antitruste, Maka Delrahim, escreveu à diretora executiva da Academia para expressar sua preocupação de que as novas regras estariam sendo escritas “de maneira que tende a suprimir a concorrência”, o que seria violação da lei de antitruste. “No caso de a Academia, uma associação que inclui vários concorrentes, estabelecer certos requisitos de elegibilidade para o Oscar que eliminam a concorrência sem justificativa pró-competitiva, pode levantar preocupações antitruste”, escreveu Delrahim. “Acordo entre concorrentes para excluir novos competidores podem violar as leis antitruste quando seu objetivo ou efeito é impedir a concorrência que ameaçam os lucros das empresas estabelecidas”, explicou o representante federal. O documento foi redigido após relatos de que Steven Spielberg, membro da diretoria da Academia, estaria planejando mudanças de regras para impedir a concorrência de filmes que estreiam em streaming e tem apenas distribuição limitada nos cinemas. Spielberg defende que filmes lançados por empresas de streaming deveriam concorrer ao Emmy, não ao Oscar, porque seriam filmes feitos para a TV. Entretanto, a Netflix tem exibido seus títulos de maior prestígio nos cinemas em circuito limitado, alguns dias antes de disponibilizá-los em sua plataforma. Atualmente, as regras estabelecem que essa distribuição limitada é suficiente para qualificar uma produção a disputar o Oscar, tanto que vários lançamentos acontecem em circuito bastante restrito (meia dúzia de salas em Nova York e Los Angeles) para se tornarem elegíveis, ampliando sua distribuição apenas após o prazo qualificatório – geralmente, a partir de janeiro do ano seguinte. “Lincoln”, dirigido pelo próprio Spielberg e indicado ao Oscar de 2013, foi originalmente lançado em 11 salas antes de ampliar seu circuito. “Roma” foi distribuído em 17 cinemas norte-americanos durante duas semanas, antes de ser disponibilizado em streaming. E não teve maior distribuição porque as grandes redes se recusaram a distribuí-lo. A produção da Netflix venceu três Oscars: Melhor Filme Estrangeiro, Direção e Fotografia, todos recebidos pelo cineasta mexicano Alfonso Cuarón.
The Umbrella Academy é renovada para a 2ª temporada
A Netflix oficializou a renovação da série “The Umbrella Academy” para sua 2ª temporada, por meio de posts nas redes sociais (veja abaixo). A data de gravação dos novos capítulos – marcada para maio – já tinha vindo à tona no fim de semana, durante a Wondercon na Califórnia. O anúncio foi feito após um mês e meio – mais que o costume na plataforma – da disponibilização dos primeiros episódios. Lançada pela Netflix Brasil sem tradução, a série que adapta os quadrinhos do cantor Gerard Way (ex-My Chemical Romance), ilustrados pelo brasileiro Gabriel Bá e publicados no país como “A Academia Umbrella”, vai continuar a história do ponto em que parou, com os personagens viajando no tempo para impedir o fim do mundo. A Academia Umbrella é um grupo de jovens desajustados, que foram adotados por um milionário excêntrico ainda crianças após nascerem misteriosamente com poderes especiais. Várias décadas depois de se separarem, eles se reúnem do funeral de seu mentor e descobrem que precisam impedir o fim do mundo, previsto para daqui a oito dias. Pior que isso: os episódios revelam que um deles é o responsável pelo apocalipse. Os quadrinhos foram adaptados por Jeremy Slater (criador da série “The Exorcist”), e seu elenco de heróis inclui Ellen Page (a Kitty Pryde de “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), Tom Hopper (Dickon Tarly em “Game of Thrones”), Robert Sheehan (o Nathan de “Misfits”), Emmy Raver-Lampman (do sucesso da Broadway “Hamilton”), David Castañeda (“Guerra dos Monstros”) e o adolescente Aidan Gallagher (o Nicky de “Nicky, Ricky, Dicky & Dawn”). A cantora Mary J. Blige (indicada ao Oscar 2018 por “Mudbound”), Kate Walsh (das séries “Private Practice” e “13 Reasons Why”) e Cameron Britton (“Stitchers”) também fazem parte da produção. Entendedores entenderão. #TheUmbrellaAcademy pic.twitter.com/jmVWBLsmfM — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) April 2, 2019 Hello. Season 2. Goodbye. pic.twitter.com/0P5VRQlP1j — Umbrella Academy (@UmbrellaAcad) April 2, 2019
Christina Applegate volta às séries no trailer de Disque Amiga para Matar
A Netflix revelou o trailer e a data de estreia da série de comédia “Dead to Me”, que ganhou o título nacional (nada a ver) de “Disque Amiga para Matar”. A atração marca a volta da atriz Christina Applegate para as sitcoms. Lançada nos anos 1980 como adolescente na cultuadíssima “Um Amor de Família” (1987-1997), ela não protagonizava uma série desde “Up All Night” (2011-2012). Além disso, “Disque Amiga para Matar” (quem traduziu isto está “dead to me”) volta a reuni-la com o comediante Will Ferrell e o cineasta Adam McKay, que foram, respectivamente, seu coprotagonista e diretor na comédia de cinema “O Âncora” (2004). Os dois produzem a comédia, que foi criada por Liz Feldman, criadora de “One Big Happy” e roteirista de “2 Broke Girls”. Na trama, Applegate vive Jen, uma viúva certinha com um senso de humor negro e alguns problemas de gerenciamento de raiva. Depois que seu marido morre em um acidente, Jen cria uma amizade com Judy (papel de Linda Cardellini, de “Pai em Dose Dupla”), uma mulher de espírito livre que guarda um segredo chocante. O elenco também inclui James Marsden (“Westworld”), Max Jenkins (“Os Mistérios de Laura”) e o veterano Ed Asner (o eterno Lou Grant de “Mary Tyler Moore”). A estreia acontece em 3 de maio.
Parte 3 de La Casa de Papel ganha primeiro teaser, fotos e data de estreia
A Netflix divulgou fotos e um teaser da Parte 3 (ou 2ª temporada) de “La Casa de Papel”. Tenso, o vídeo anuncia a data de estreia dos novos episódios, avisando que o clima de férias dos criminosos bem-sucedidos acaba em julho. E evidencia isso com uma invasão armada à ilha paradisíaca que serve de cenário para a suposta fuga perfeita de alguns dos protagonistas. A Parte 3 estreia em 19 de julho em streaming.
O Príncipe Dragão é renovada para a 3ª temporada
A Netflix anunciou que a série animada “O Príncipe Dragão” (The Dragon Prince) foi renovada para uma 3ª temporada, que será composta de 9 episódios. “O Príncipe Dragão” é a nova série animada de Aaron Ehasz, roteirista de “Avatar: A Lenda de Aang”, e Justin Richmond, co-diretor do game “Uncharted 3: Drake’s Deception”. A série acompanha a história de dois príncipes que formam uma aliança improvável com uma elfa assassina, enviada para matá-los. Juntos, os três buscam a paz para seus reinos em guerra. A 2ª temporada foi disponibilizada em 15 de fevereiro em streaming.
Melissa McCarthy e Octavia Spencer vão virar super-heroínas na Netflix
A Netflix está desenvolvendo um novo filme de super-heróis chamado de “Thunder Force”, e o elenco contará com heroínas pouco prováveis, vividas por Melissa McCarthy (“Poderia me Perdoar?”) e Octavia Spencer (“A Forma da Água”). Poucos detalhes foram revelados, mas a trama envolverá as protagonistas ganhando superpoderes, numa abordagem cômica. Resta saber se realmente será engraçado, já que o filme é uma nova parceria de McCarthy com seu marido, o ator Ben Falcone, que resolveu virar diretor e roteirista após se casar. Os filmes que ele escreveu e dirigiu são os piores da filmografia de McCarthy: “Tammy” (2014), “A Chefa” (2016) e “Alma da Festa” (2018). Antes de “Thunder Force”, McCarthy e Falcone ainda lançarão “Superintelligence”, previsto para dezembro.
Netflix renova A Ordem para a 2ª temporada
A Netflix renovou a série A Ordem (The Order) para sua 2ª temporada. A produção, que mistura fantasia e horror, terá 10 novos episódios com previsão de estreia em 2020. A trama gira em torno de um calouro, escolhido para entrar numa ordem secreta de sua universidade e se tornar um mágico. Mas algo sombrio ronda a escola, determinado a matar seus alunos. Empurrado para um mundo de magia, monstros e intrigas, ele descobre segredos de família e uma batalha clandestina entre lobisomens e praticantes de magia negra. A série é uma produção canadense da Nomadic Pictures (produtora de “Van Helsing”), criada pelo roteirista Dennis Heaton (“Ghost Wars”), e seu elenco inclui Jake Manley (o Fisher de “iZombie”), Sarah Grey (a Stargirl de “Legends of Tomorrow”), Matt Frewer (o Dr. Leekie em “Orphan Black”), Sam Trammell (o Sam de “True Blood”) e Max Martini (do filme “Círculo de Fogo”). A 1ª temporada com 10 episódios estreou em 7 de março em streaming.
She-Ra enfrenta Felina no trailer da 2ª temporada
A DreamWorks Animation divulgou o trailer da 2ª temporada de “She-Ra e as Princesas do Poder”, reboot da série clássica dos anos 1980. A prévia destaca o confronto da heroína do título com sua antiga amiga da Horda, Felina. A nova versão da personagem, desenvolvida por Noelle Stevenson (roteirista de “Enrolados Outra Vez” e “Lego Star Wars”), chamou atenção por compartilhar o protagonismo entre várias “Princesas do Poder” e por incluir personagens LGBTs entre as heroínas. A série também mudou o visual da heroína, que ganhou aparência de anime, deixando She-Ra menos sexualizada e mais adolescente. Exibida na Netflix, a 2ª temporada da série estreia no dia 26 de abril.








