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  • Filme

    Sci-fi sensação de Sundance ganha trailer legendado para estreia na Netflix

    9 de maio de 2019 /

    A Netflix divulgou o pôster, oito fotos e o trailer legendado de “I Am Mother”. Sim, aleatoriamente a plataforma traduz alguns títulos e outros não. Neste caso, de tradução fácil, optou por manter o nome do filme em inglês. Produção indie australiana, “I Am Mother” teve première mundial em janeiro, no Festival de Sundance, quando arrancou muitos elogios da crítica norte-americana e, após atingir 86% de aprovação no site Rotten Tomatoes, acabou adquirida pela Netflix. Um aviso: a prévia conta a reviravolta e boa parte da história. Ela mostra como um robô (dublado por Rose Byrne, de “X-Men: Apocalipse”) cria uma menina, do feto à adolescência (ou até virar Clara Rugaard, a Julieta de “Still Star-Crossed”), num bunker subterrâneo após a superfície se tornar desabitada por uma catástrofe. Ambos desenvolvem laços afetivos, a ponto de se referirem como mãe e filha. Até que uma mulher adulta (vivida por Hilary Swank, a “Menina de Ouro”) aparece à porta do abrigo e insiste que o robô é uma ameaça e tudo o que a menina aprendeu é mentira. Robôs exterminaram a humanidade. A disputa em torno da verdade, com direito a violência, acompanha o resto da trama, mas o vídeo também revela cenas passadas no mundo exterior, que provavelmente contém o desfecho da história. Não precisava ter tanta informação, mas, por outro lado, por ser um projeto de cineastas iniciantes, o trailer tem capacidade de instigar o espectador, sugerindo uma experiência comparável, no mínimo, a um bom episódio de “Black Mirror”. “I Am Mother” é o primeiro longa do roteirista Michael Lloyd Green e do diretor Grant Sputore. A estreia em streaming está marcada para 7 de junho.

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  • Filme

    Alto Mar: Série espanhola de mistério ganha trailer legendado

    8 de maio de 2019 /

    A Netflix divulgou seis fotos, dois pôsteres e o trailer legendado de sua nova série espanhola, o suspense marítimo “Alto Mar”. Curiosamente, o marketing da plataforma comparou a atração à “Titanic” (num post nas redes sociais), mas o único desastre evidente na prévia são os valores da produção – cenografia, figurino, efeitos – , mais televisivos que cinematográficos. Na verdade, a comparação óbvia é com “Morte no Nilo”, o romance de mistério de Agatha Christie sobre um assassinato num navio de luxo – que vai ganhar nova versão no cinema em 2020. A trama é justamente esta: uma morte misteriosa durante uma viagem de navio luxuoso. Todos a bordo são suspeitos e a apresentação dos personagens no vídeo reforça os arquétipos do gênero, resumindo cada um à sua função – há, inclusive, “a escritora”. Para completar, a produção é de época. Por sinal, da mesma época do livro de Agatha Christie, publicado em 1937. Criada por Ramón Campos e Gema R. Neira, dupla de criadores de “As Telefonistas” (Las Chicas del Cable), um dos primeiros sucessos espanhóis da Netflix, a série tem oito episódios dirigido por Carlos Sedes (também de “As Telefonistas”). O elenco eclético conta com Ivana Baquero (“The Shannara Chronicles”), José Sacristán (“A Garota de Fogo”), Alejandra Onieva (“Novatos”), Eloy Azorín (“Los Borgia”), Luis Bermejo (“Kiki: Os Segredos do Desejo”), Eduardo Blanco (“Clube da Lua”), Felix Gomez (“Ibiza: Tudo pelo DJ”), Jon Kortajarena (“Quantico”), Daniel Lundh (“Meia-Noite em Paris”), Ángela Molina (“Abraços Partidos”) e Tamar Novas (também de “Abraços Partidos”) “Alto Mar” estreia no dia 24 de maio em streaming. E já tem uma 2ª temporada gravada.

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  • Série

    Tom Ellis faz “o pão que o diabo amassou” em vídeo de Lúcifer para o Brasil

    8 de maio de 2019 /

    A Netflix divulgou um vídeo em que o ator Tom Ellis, protagonista da série “Lucifer”, faz da expressão “o pão que o diabo amassou” uma tarefa literal, amassando uma massa de pão. A expressão é brasileira e o vídeo foi feito exclusivamente para a Netflix Brasil. Ele vem acompanhado por uma receita de como fazer o tal pão (na página oficial do vídeo no YouTube), que Ellis promete ser capaz de estragar a metáfora. Segundo ele, o pão é tão fofo que ninguém jamais poderá dizer que “o pão que o diabo amassou” é algo ruim. A 4ª temporada de “Lucifer” foi disponibilizada nesta quarta (8/5) em streaming. Ela também é a primeira feita com exclusividade para a Netflix, após a plataforma resgatar a série, que foi cancelada no ano passado pela rede americana Fox.

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  • Série

    Hilary Swank vai ao espaço em nova série da Netflix

    8 de maio de 2019 /

    A atriz Hilary Swank, vencedora de dois Oscars (por “Meninos Não Choram” e “Menina de Ouro”), vai estrelar “Away”, nova série inspirada na exploração espacial. Criada pelo roteirista Andrew Hinderaker (“Penny Dreadful”), a série é inspirada numa reportagem da revista Esquire sobre o cotidiano na Estação Espacial Internacional que orbita a Terra, mas tem tratamento de obra de ficção, com personagens sem correspondentes na vida real. Na trama, Swank interpreta uma astronauta (fictícia) americana que deixa seu marido e sua filha adolescente para comandar uma tripulação internacional numa missão arriscada. A Netflix define a produção como “uma série sobre esperança, humanidade e como precisamos uns dos outros se quisermos conquistar coisas impossíveis”. A produção é do cineasta Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), do produtor Jason Katims (“Parenthood”), e da roteirista Jessica Goldberg (criadora de “The Path”), que vai servir como showrunner. Ainda sem previsão de estreia, “Away” será a segunda série recente de Hilary Swank, que no ano passado estrelou “Trust” no canal pago FX. Embora tenha se consagrado no cinema, ela começou a carreira como atriz de TV e chegou até a participar das séries clássicas “Barrados no Baile” e “Buffy – A Caça-Vampiros”, nos anos 1990.

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  • Série

    Última temporada de Jessica Jones ganha pôster da Netflix

    8 de maio de 2019 /

    A Netflix divulgou o pôster da 3ª e última temporada de “Jessica Jones”. Além de encerrar a série, os novos episódios vão marcar a estreia da atriz Krysten Ritter, intérprete da personagem-título, como diretora. Ainda não há previsão de estreia para os capítulos finais, que devem explorar os superpoderes desenvolvidos por Trish Walker (Rachael Taylor). “Jessica Jones” é a última série da Marvel na Netflix. Seu final também marca o fim da parceria, que desandou com o anúncio da plataforma Disney+ (Disney Plus). Todas as séries da parceria (“Demolidor”, “Jessica Jones”, “Luke Cage”, “Punho de Ferro” e “Justiceiro”) foram canceladas como retaliação. Mas há rumores de resgate na Disney+ (Disney Plus). "Everything changes, and nothing really changes. People die, new people are born, and we exist in between." The final season of Marvel's Jessica Jones is coming soon to Netflix. pic.twitter.com/NHHthvv1sP — Jessica Jones (@JessicaJones) May 6, 2019

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  • Filme

    Ator de Game of Thrones vai estrelar “Eternos”, próximo filme da Marvel

    7 de maio de 2019 /

    O ator Richard Madden, que interpretou Robb Stark em “Game of Thrones” e atualmente estrela a série britânica “Bodyguard” (“Segurança em Jogo” na Netflix), está acertando os últimos detalhes contratuais para protagonizar a adaptação dos quadrinhos de “Eternos” (The Eternals), próximo filme da Marvel. Madden vai viver Ikaris, o líder dos Eternos, que são seres imortais criados por uma raça poderosa de alienígenas (os Celestiais) para proteger a humanidade. O detalhe é que o personagem também vive uma história de amor com Sersi, uma eterna que adora se misturar entre os humanos, e que será vivida por Angelina Jolie (“Malévola”) na produção. Além do casal, Kumail Nanjiani (da série “Silicon Valley”) e o sul-coreano Ma Dong-seok (“Invasão Zumbi”) fazem parte do elenco, em papéis não especificados. “Eternos” são personagens clássicos de Jack Kirby, seres superpoderosos, surgidos como um desdobramento da evolução que criou a vida inteligente na Terra. Concebidos pelos alienígenas Celestiais, eram destinados a ser defensores da Terra. Mas algo deu errado, a ponto de a experiência gerar ninguém menos que Thanos, descendente dos Eternos originais. O filme será dirigido pela chinesa Chloé Zhao, que nasceu em Pequim, passou sua adolescência em Londres e estudou cinema nos Estados Unidos, onde mora atualmente. Sua filmografia consiste de dois filmes indies muito elogiados pela crítica, os dramas “Songs My Brothers Taught Me” (2015) e “Domando o Destino” (The Rider, 2017), ambos exibidos no Festival de Cannes e premiados no circuito internacional. Ela é a terceira mulher contratada para comandar um filme da Marvel, após Anna Boden compartilhar a direção de “Capitã Marvel” com o marido, Ryan Fleck, e Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”) ser selecionada para “Viúva Negra”. E, curiosamente, será a segunda chinesa a dirigir um filme de super-heróis, após a Warner anunciar Cathy Yan (“Dead Pigs”) à frente de “Aves de Rapina”, o filme que mistura super-heroínas e Arlequina, atualmente em produção.

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  • Série

    Netflix vai produzir série sobre os crimes do apresentador de TV Wallace Souza

    7 de maio de 2019 /

    A Netflix anunciou a produção de uma série documental sobre Wallace Souza, ex-apresentador de TV e deputado, que foi preso por orquestrar mortes e produzir cenas de crime para passar em seu programa na televisão. Apesar do tema, o projeto não é brasileiro, mas das produtoras britânicas Caravan e Quicksilver. O título original também é em inglês, “Killer Ratings”, uma expressão de duplo sentido que se refere a números “matadores” (altos) de audiência, mas também um trocadilho com assassinatos. Wallace Souza chamou atenção com o programa “Canal Livre”, que apresentava em Manaus. A atração ganhou fama por encontrar cenas de crime e exibi-las antes de a polícia ter chegado ao local – como no filme “O Abutre”. Após investigação, Souza passou a ser acusado de encomendar mortes e criar cenas de crime, com o intuito exclusivo de mostrá-las no programa. Um ex-segurança do apresentador o acusou de ser chefe de uma organização criminosa. O apresentador também foi deputado, mas acabou cassado no final de 2009 e expulso do PP depois de ser acusado pela Polícia Civil de mandar matar traficantes de drogas para aumentar a audiência de seu programa de TV. Acabou preso por suspeita de ligações com crimes, incluindo formação de quadrilha, tráfico de drogas e homicídio. Durante sua defesa, alegou inocência. Souza morreu em 2010, vítima de parada cardíaca e infecção generalizada. A produção de “Killer Ratings” entrevistou pessoas ligadas ao programa de Souza, amigos, parentes e fontes policiais, e promete mostrar cenas inéditas do “Canal Livre”. A direção é de Daniel Bogado, que já ganhou diversos prêmios por seus documentários para o Channel 4 britânico, especializando-se na cobertura de conflitos africanos. “O que eu achava que sabia sobre Wallace Souza se mostrou ser só o ponto de partida de uma história extraordinária. Quando procuramos a fundo, vimos que os eventos eram de deixar queixos caídos, dignos de um roteiro de Hollywood”, afirmou Bogado. A série documental terá sete episódios e ainda não possuiu previsão de estreia.

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  • Série

    Atriz de Jogos Vorazes vai estrelar série musical do diretor de La La Land

    6 de maio de 2019 /

    A atriz Amandla Stenberg, conhecida pelo primeiro “Jogos Vorazes” (2012) e o drama “O Ódio que Você Semeia” (2018), será a protagonista feminina da série “The Eddy”, criada pelo cineasta Damien Chazelle (“La La Land”) para a Netflix. Ela se junta ao ator Andre Holland (de “Moonlight” e da série “Castle Rock”) no elenco da atração, desenvolvida por Chazelle em parceria com o escritor britânico Jack Thorne (criador da série “The Last Panthers” e roteirista de “Extraordinário”). A Netflix venceu uma concorrência com outras plataformas e canais pelos direitos da produção, que vai girar em torno de um clube de jazz de Paris. A série irá explorar a relação entre os donos da casa noturna, sendo um americano e o outro um francês descendente de árabes. O personagem de Holland é o sócio americano, chamado Elliot Udo, que foi um célebre pianista de jazz em Nova York, mas agora está em Paris, escondendo-se de todos num clube de jazz falido, até sua filha adolescente reaparecer em sua vida e obrigá-lo a enfrentar seus problemas. Amandla Stenberg viverá a filha, chamada Julie. A produção também confirmou Tahar Rahim (“O Profeta”, “O Passado”) como o sócio francês do clube e a atriz polonesa Joanna Kulig – que voltará a demonstrar os dotes vocais vistos em “Guerra Fria” (2018) – no papel de Maja, um cantora num relacionamento instável com Elliot. As gravações serão realizadas na França, com diálogos em francês, inglês e árabe. Além de produzir, Chazelle irá dirigir dois dos oito episódios da 1ª temporada. Já as músicas serão compostas por Glen Ballard, seis vezes premiado com o Grammy, e produtor dos discos “Jagged Little Pill”, de Alanis Morissette, e “Bad”, de Michael Jackson. “The Eddy” também contará com Alan Poul, produtor das séries “The Newsroom” (2012) e “Westworld” (2006), como showrunner. Ainda não há previsão para a estreia.

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  • Etc,  Série

    Cineasta desiste de processo de plágio contra criadores de Stranger Things

    6 de maio de 2019 /

    O autor do processo contra os irmãos Matt e Ross Duffer, por plágio na criação da série “Stranger Things”, desistiu da ação. O cineasta Charlie Kessler alegava que os dois roubaram uma ideia dele para produzir a série da Netflix. O julgamento começaria nesta terça-feira (7/5), mas Kessler voltou atrás no domingo. Em um comunicado, ele disse que reconhece que os Duffer “criaram a série de forma independente”. A mudança de tom foi tão grande que a imprensa americana passou a especular se ele recebeu algum dinheiro nos bastidores para desistir do processo. Na ação, Kessler afirmava ter ficado perplexo após o lançamento de “Stranger Things”, em 2016, afirmando que os criadores não só se apropriaram da premissa de seu curta “Montauk” (2011), como usaram o título de “The Montauk Project” para se referir à série, quando a apresentaram para o mercado. Segundo a acusação, a trama sobre um caso de desaparecimento de um menino, envolvendo acontecimentos sobrenaturais em uma pequena cidade com uma base militar misteriosa – tal como Hawkins, cenário da série da Netflix – foi plagiada após uma conversa entre Kessler e os irmãos Duffer no Festival de Cinema de Tribeca em 2014, na qual o roteirista apresentou sua ideia de ampliar o universo do curta para uma série de televisão. A obra teria até mesmo um monstro similar ao Demogorgon, inspirado em um boneco de jogos de tabuleiro. Leia abaixo a declaração integral de Kessler, justificando sua desistência. “Depois de ouvir esta semana o testemunho do especialista legal que contratei, ficou evidente para mim que, apesar do que eu acreditei no passado, meu trabalho não teve nada a ver com a criação de ‘Stranger Things’. Documentos de 2010 e 2013 provam que os Duffers criaram sua série de forma independente. Como resultado, retirei a minha queixa e não farei mais comentários sobre este assunto.”

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  • Série

    Série de comédia It’s Bruno! ganha divertido primeiro trailer da Netflix

    5 de maio de 2019 /

    A Netflix divulgou o primeiro trailer de sua nova série de comédia “It’s Bruno!”, centrada num homem que só gosta de seu cachorro, o Bruno do título. A prévia é bastante divertida, graças ao jovem misantropo e seu cachorro sem treino algum. A série foi criada e é estrelada pelo rapper, escritor e diretor nova-iorquino Solvan “Slick” Naim (que já dirigiu episódios de “Blacklist” e “Power”). Na trama, ele vive Malcolm, cuja rotina consiste em levar seu cão Bruno para passear na região do Brooklyn, em Nova York. Em cada passeio, ele encontra conhecidos que odeia e potenciais novos inimigos, graças a seu mau-humor constante. Até que uma beldade latina (Shakira Barrera, da série “GLOW”) cruza seu caminho e ele muda completamente de tom. “It’s Bruno!” estreia no dia 17 de maio na plataforma de streaming.

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  • Série

    Kiefer Sutherland enfrenta eleições no trailer de Designated Survivor

    3 de maio de 2019 /

    A Netflix divulgou o trailer da 3ª temporada de “Designated Survivor”, a primeira que será lançada direto em streaming, após a plataforma salvar a atração cancelada pela TV americana. A prévia mostra que o presidente Kirkman, vivido por Kiefer Sutherland, vai disputar sua primeira eleição, já que não foi eleito para o cargo, mas começa fazendo tudo errado para permanecer na Casa Branca. Ao mesmo tempo, ele terá que enfrentar a ameaça de um ataque biológico iminente no país. A série dramática vai voltar com menos episódios (10), com um novo showrunner (Neal Baer, de “Under the Dome”) e sem a participação do ABC Studios. Ou seja, será uma produção original da Netflix, em parceria com o estúdio canadense Entertainment One. O título da série, “Designated Survivor”, é um termo técnico utilizado para se referir a um integrante do governo norte-americano que é levado a um local isolado e seguro, durante reuniões conjuntas do Presidente e outros líderes do país. O objetivo é que, em caso de algum acidente fatal, este “sobrevivente designado” possa assumir o comando do país. Pois, na trama, um atentado terrorista elimina todos os representantes eleitos do pais, cabendo ao sobrevivente, o secretário de desenvolvimento urbano Tom Kirkman (papel de Sutherland), assumir o governo durante o momento de crise. A série foi criada por David Guggenheim, roteirista do ótimo filme de ação “Protegendo o Inimigo” (2011), que divide a produção com Sutherland, Mark Gordon (produtor de “Criminal Minds”, “Grey’s Anatomy” e inúmeros filmes) e Simon Kinberg (produtor-roteirista da franquia “X-Men”). A estreia dos novos episódios está marcada para 7 de junho.

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  • Série

    Showrunner de Punho de Ferro desenvolve projeto “excitante” para a Disney+ (Disney Plus)

    2 de maio de 2019 /

    O showrunner da 2ª temporada de “Punho de Ferro”, M. Raven Metzner, assinou um contrato de dois anos com a produtora ABC Studios para desenvolver novos projetos para os canais e plataformas de séries da Disney – que atualmente compreendem ABC, FX, Freeform, Disney Channel, Hulu e Disney+ (Disney Plus). O detalhe é que não há notícia de nenhum projeto novo do produtor. O que faz lembrar que a Marvel prometeu trazer de volta Punho de Ferro, após o cancelamento da série na Netflix. Raven Metzner ficou em alta com a Marvel Television após transformar completamente “Punho de Ferro”, muito criticada de forma negativa em sua 1ª temporada. Sob seu comando, a série passou a ser elogiada pelas cenas de ação, ritmo intenso, desenvolvimento de personagens e evolução geral. Em seu Twitter, ele foi mais direto, ao afirmar que está trabalhando num projeto para o Disney+ (Disney Plus), onde muitos acreditam que os heróis cancelados da Netflix podem reaparecer. “Não poderia estar mais animado para trabalhar no ABC Studios e Disney+ (Disney Plus) – material excitante em desenvolvimento!”, escreveu. Por contrato, a Marvel não pode relançar as séries por dois anos. Mas, no caso de Punho de Ferro, que foi o primeiro herói a ter sua produção cancelada, o prazo já vence em 2020. A Disney ainda não fez nenhum anúncio formal sobre o destino de Punho de Ferro, Demolidor, Luke Cage, Justiceiro e Jessica Jones. A última personagem ainda tem uma temporada inédita de episódios para ser exibida na Netflix. Antes de comandar “Punho de Ferro”, Metzner produziu “Sleepy Hollow”, “Heroes: Reborn” e “Falling Skies”. Ele co-criou a série dramática “Six Degrees” na ABC em 2006 e também trabalhou em “Daybreak” e “What About Brian”, após estrear como roteirista no filme “Elektra” (2005), outra adaptação de quadrinhos da Marvel.

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  • Série

    Veja o trailer do final da série Shadowhunters

    1 de maio de 2019 /

    A Freeform divulgou o trailer do episódio final de “Shadowhunters”, que será exibido em duas partes em 7 de maio nos Estados Unidos. A chefe de programação do canal, Karey Burke, veio a público garantir que a decisão de cancelar “Shadowhunters” não foi criativa, mas “puramente econômica”. Segundo ela, os executivos estavam “muito felizes criativamente” com o programa, que inaugurou o canal em 2016, marcando a transformação do antigo ABC Family no atual Freeform. A culpa teria sido da Netflix, que vem boicotando programas da Disney – Freeform é um canal da Disney. A plataforma decidiu não renovou seu contrato de exibição. Assim, o estúdio alemão Constantin Film, que produz “Shadowhunters”, pediu à Freeform para aumentar seu investimento na produção, que seria o único modo de equilibrar as finanças para continuar a série. “Nós negociamos com eles, mas no final não conseguimos fazer a parte financeira funcionar”, disse Burke, lembrando que a atração era uma das mais caras de sua programação. O cancelamento foi anunciado logo após a exibição da primeira metade da 3ª temporada, encerrada em maio do ano passado, e chegou a surpreender a equipe de produção e especialmente ao público, que premiou “Shadowhunters” como série favorita no Teen Choice e no People’s Choice Awards de 2018. A atração vai acabar após os dois capítulos, que foram produzidos como “bônus”, encomendados especificamente para encerrar a trama. O Freeform, inclusive, adiou a exibição da midseason para 2019, visando incluir os “bônus” como uma extensão natural da trama, fazendo com que os 12 capítulos remanescentes fossem apresentados em sequência. Desta forma, não haverá uma 4ª temporada da série, que encerrará sua história com a exibição do 22º episódio da 3ª temporada. Vale observar que os 10 episódios originais da midseason adaptaram o quinto volume da coleção literária de “Os Instrumentos Mortais”, enquanto os 2 capítulos extras resumirão o sexto e último romance. Assim, a série completará a transposição de toda a história da escritora Cassanda Clare, que originalmente deveria ter virado uma franquia cinematográfica, mas ficou incompleta após o fracasso do primeiro longa, “Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos”, de 2013.

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