Amy Poehler vai dirigir comédia feminista juvenil para a Netflix
A atriz Amy Poehler pretende se dedicar à carreira de diretora e já definiu seu próximo projeto nesse sentido. Ela vai comandar “Moxie”, comédia feminista juvenil que adapta o livro de mesmo nome, escrito por Jennifer Mathieu, para a Netflix. “Moxie” acompanha uma jovem que descobre que sua mãe fez parte do movimento punk feminista Riot Grrrl. Inspirada pela rebeldia da mãe nos anos 1990, a garota decide começar uma revolução feminista em sua escola. Uma frase elogiosa de Poehler já ilustra a capa do lançamento de “Moxie” nas livrarias. Veja a reprodução abaixo. A estreante Tamara Chestna assinou o roteiro da adaptação e ainda não há uma data de estreia definida para o filme. O lançamento será o segundo longa dirigido por Poehler, que é mais conhecida como atriz da série “Parks & Recreation”. O primeiro, “Wine Country”, será distribuído ainda este ano, também pela Netflix.
Marta vira a número 10 da família de super-heróis da Umbrella Academy
A Netflix divulgou um comercial criativo de “The Umbrella Academy”, que inclui a jogadora de futebol Marta entre cenas da série. Ela aparece na mansão da família Hargreeves como, claro, a número 10. E seus poderes incluem chute perigosíssimo. O vídeo segue ao ”anúncio” de que a jogadora iria se dedicar à família neste ano. Os fãs da melhor jogadora de futebol do mundo chegaram a especular que ela iria se aposentar, mas tudo não passou de ação promocional da Netflix, que colocou a jogadora na família de super-heróis da série, identificados desde a infância por números ao invés de nomes. Recebida de forma fria pelos “irmãos” ao chegar em casa, Marta logo se vê em meio a um tiroteio promovido pelos assassinos Hazel (Cameron Britton) e Cha-Cha (Mary J. Blige) na mansão onde todos moram. Ao final do vídeo, ela ainda faz uma dancinha com a número 7 (Ellen Page). A Netflix tem se especializado em usar celebridades brasileiras para promover suas séries, como a apresentadora Xuxa em “Stranger Things” e Valesca Popozuda em “Orange Is the New Black”. “The Umbrella Academy” é uma das séries recentes que mais tem sido promovida pela Netflix. Baseada nos quadrinhos do cantor Gerard Way (My Chemical Romance) ilustrados pelo brasileiro Gabriel Bá, a série acompanha uma família disfuncional superpoderosa que tem que impedir o fim do mundo em poucos dias, sem saber que um deles próprios será o responsável pelo apocalipse.
Novos – e provavelmente últimos – episódios de Arrested Development ganham pôster e fotos
A Netflix divulgou seis fotos e o pôster dos últimos episódios de “Arrested Development”. As imagens pertencem à segunda metade da 5ª temporada da série, que será exibida dez meses após o lançamento da primeira parte. O grande espaçamento reflete uma tentativa de se distanciar dos problemas envolvendo Jeffrey Tambor, intérprete do trambiqueiro patriarca da família Bluth. O ator não só foi demitido de “Transparent”, na Amazon, como ainda foi acusado de tumultuar as gravações da série da Netflix. A atriz Jessica Walker, que interpreta sua esposa na série, acusou-o de assédio verbal e intimidação psicológica nos bastidores da nova temporada da atração. Originalmente exibida de 2003 a 2006 na rede americana Fox, “Arrested Development” consagrou-se como uma das séries de comédia mais elogiadas pela crítica na década passada. Mesmo assim – e com um elenco de primeira – nunca conquistou grande audiência. Na verdade, a Fox ensaiou cancelá-la desde o final da 1ª temporada, mas os prêmios do Emmy e Globo de Ouro a mantiveram no ar por três anos. Fora do ar, virou cult. E acabou resgatada pela Netflix para uma 4ª temporada em 2013, seis anos após a exibição de seu último episódio na TV aberta americana. O começo da 5ª temporada, por sua vez, chegou ao streaming após novo hiato de cinco anos. E o final levou mais um ano de “desenvolvimento arrastado”. Os novos episódios continuarão a história de Michael Bluth (Jason Bateman), seu filho George Michael (Michael Cera), dos pais George Bluth Sr. (Jeffrey Tambor) e Lucille (Jessica Walter), dos irmãos George Oscar Bluth II (Will Arnett), Buster Bluth (Tony Hale) e Lindsay Funke (Portia de Rossi), do cunhado Tobias (David Cross) e da sobrinha Maeby (Alia Shawkat). Eles chegam ao streaming em 15 de março.
Netflix divulga teaser de série animada inspirada em clássico infantil de Dr. Seuss
A Netflix divulgou o teaser legendado de “Ovos Verdes e Presunto”. E, se à primeira vista o vídeo parece totalmente aleatório, na verdade ele introduz o universo de Dr. Seuss na plataforma de streaming, por meio de uma série de animação. “Ovos Verdes e Presunto” é um dos livros para “iniciantes” do escritor infantil. O vocabulário do texto consiste de apenas 50 palavras e foi o resultado de uma aposta entre Seuss e seu editor, que duvidou que ele conseguiria escrever um livro com tanta restrição. A história original tem dois personagens e uma enorme obsessão. “Será que gostas de ovos verdes e presunto?”, é esta a pergunta que Sam – ou Sam-Eu-Sou – faz insistentemente ao amigo Guy, procurando levá-lo a provar algo novo que ele recusa por parecer uma combinação muito estranha. Até o ponto que se cansa de ouvir sempre a mesma pergunta, acompanhada por versos rimados, e topa provar o prato para calar o amigo. E é só isso. E também tudo isso: o quarto livro de capa dura mais vendido em inglês de todos os tempos. Na animação, o ator Adam Devine (“A Escolha Perfeita”) faz a voz de Sam e Michael Douglas (“Homem-Formiga e a Vespa”) dubla Guy. Mas eles aparecerão acompanhados por coadjuvantes – Ilana Glazer (“A Noite É Delas”), Diane Keaton (“Do Jeito que Elas Querem”) e Keegan-Michael Key (“Predador”), entre outros – numa história que cresceu para virar série, envolvendo o resgate de um animal de zoológico e um encontro fortuito. A série foi criada pelo roteirista Jared Stern (de “The Lego Batman Movie”) e tem produção da apresentadora Ellen DeGeneres para a Warner Bros. Animation. Ainda não há previsão para sua estreia.
The Dirt: Trailer recria a inacreditável trajetória da banda Mötley Crüe entre sexo, drogas e rock’n’roll
A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “The Dirt”, filme que conta a história da banda Mötley Crüe. E a prévia capricha no rastro de destruição e auto-destruição que marcou a trajetória dos músicos, incluindo toda as sujeiras (the dirt), até as letais. O filme é baseado na biografia “The Dirt: Confessions of the World’s Most Notorious Rock Band”, escrita pelo célebre jornalista de rock Neil Strauss em parceria com os próprios membros do Mötley Crüe. O elenco traz o ator Iwan Rheon (que viveu Ramsey Bolton em “Game of Thrones”) no papel do guitarrista Mick Mars, Douglas Booth (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”) como o baixista Nikki Sixx, Machine Gun Kelly (série “Roadies”) como o baterista Tommy Lee e Daniel Webber (série “The Punisher/O Justiceiro”) como o vocalista Vince Neil. A trama relata a ascensão da lendária banda dos anos 1980, que vendeu mais de 100 milhões de discos enquanto seus integrantes levavam ao extremo o modo de vida roqueiro, ao ponto de ficarem mais conhecidos por seus excessos do que por sua música, o que eventualmente causou a implosão do grupo. Depois de lotar estádios, incendiar quartos de hotéis e protagonizar clipes escandalosos com mulheres seminuas, a situação começou a sair de controle em 1984, quando Vince Neil destruiu seu carro numa colisão frontal e foi acusado de dirigir sob influência de drogas e de homicídio – seu passageiro, o baterista da banda Hanoi Rocks, Nicholas “Razzle” Dingley, morreu no acidente. Três anos depois, Nikki Sixx sofreu uma overdose de heroína e foi declarado legalmente morto por dois minutos. O paramédico, um fã de Motley Crue, o reanimou, gerando inspiração para o sucesso de 1989 “Kickstart My Heart”. Já Tommy Lee casou com duas das atrizes mais cobiçadas da época. A primeira foi Heather Locklear (de “Melrose”). A segunda foi sua parceira na inauguração do mercado de sex tapes vazadas de celebridades, a atriz Pamela Anderson (de “SOS Malibu”). E isto é só uma pequena mostra das confusões que os integrantes da banda aprontaram, antes e após a separação da banda, que ainda experimentou um retorno em 2005. O roteiro de “Dirt” foi escrito por Rich Wilkes (“Triplo X”) e Tom Kapinos (criador das séries “Californication” e “Lucifer”) e a direção está a cargo de Jeff Tremaine (dos filmes da franquia “Jackass”). A estreia está marcada para 22 de março na plataforma de streaming.
Coisa Mais Linda: Série “bossa nova” da Netflix ganha seu primeiro trailer
A Netflix divulgou o primeiro trailer da nova série brasileira “Coisa Mais Linda”, que se passa num clube carioca de Bossa Nova em 1959. A prévia localiza a época por meio de figurinos, também destaca o cenário central que batiza a trama, mas, curiosamente, não mostra um número musical sequer. Em vez disso, oferece uma dramaturgia de novela das 11h da Globo, com feminismo e liberação sexual anacrônicos – embora o período retratado seja o mesmo em que Nelson Rodrigues concebeu a reprimida “Engraçadinha” e equiparou sexualidade feminina a prostituição em “Os Sete Gatinhos”. Na trama, Maria Casadevall (novela “Os Dias Eram Assim”) interpreta a protagonista da atração, Maria Luiza (Malu), que, após o marido desaparecer com seu dinheiro, resolve se mudar de São Paulo para o Rio, onde ele ia abrir um restaurante, e decide transformar aquela propriedade numa casa noturna dedicada à Bossa Nova. Nesta transformação impulsionada pela paixão, ela será inspirada por novas amigas liberais e feministas, interpretadas por Pathy Dejesus (série “Rua Augusta”), Fernanda Vasconcellos (série “3%”) e Mel Lisboa (“Os Dez Mandamentos – O Filme”). A trama também destaca Leandro Lima (novela “Belaventura”) como Chico, um talentoso músico carioca que compartilha a paixão de Malu pelos sons e estilo de vida de um Rio de Janeiro efervescente. O elenco da atração também conta com Thaila Ayala (“Pica-Pau: O Filme”) e Ícaro Silva (“Sob Pressão”) em papéis de destaque. Criada por Heather Roth e Giuliano Cedroni (roteirista de “Estação Liberdade” e produtor da série “(fdp)”), a série tem sete episódios e estreia em 22 de março.
Friends from College é cancelada na 2ª temporada
O cineasta Nicolas Stoller anunciou nas redes sociais que a Netflix cancelou a série “Friends from College”, após o lançamento da 2ª temporada. Num post sucinto, o diretor de “Vizinhos” escreveu que a série não voltaria para uma 3ª temporada e agradeceu a quem assistiu. Veja abaixo. Criada por Stoller e sua mulher Francesca Delbanco, “Friends from College” era considerada uma das piores séries do serviço de streaming, tanto que obteve apenas 24% de aprovação em seu primeiro ano e foi quase que totalmente ignorada pela crítica em seu retorno, durante janeiro. Vale registrar que metade das quatro resenhas compiladas pelo site Rotten Tomatoes considerou que os novos episódios representaram um grande avanço positivo em relação ao desastre inicial. A produção acompanhava um grupo de amigos que estudaram juntos na Universidade de Harvard e, anos depois, reencontram-se para compartilhar seus sucessos e fracassos na vida – tudo isso regado a álcool, drogas, infidelidade e situações bizarras. O destaque da produção era seu elenco, que incluía Cobie Smulders (série “How I Met Your Mother”), Fred Savage (“Era uma Vez um Deadpool”), Nat Faxon (“O Verão da Minha Vida”), Jae Suh Park (“A Grande Aposta”), Keegan-Michael Key (“Predador”), Billy Eichner (“Vizinhos 2”) e Annie Parisse (“The Following”). Friends from College will not be returning for a third season. Thanks to everyone who watched it. Happy Presidents’ Day! — nicholasstoller ?? (@nicholasstoller) February 19, 2019
Krysten Ritter se despede de Jessica Jones e revela que a temporada final só estreia no final do ano
A atriz Krysten Ritter usou o Instagram para se despedir da série “Jessica Jones”, que ela protagoniza, após o cancelamento anunciado de forma antecipada pela Netflix na segunda-feira (18/1). “A última temporada de ‘Jessica Jones’ será lançada no fim do ano e estou orgulhosa de como terminamos a jornada”, ela escreveu, ao lado de uma galeria de fotos com o elenco da produção. Ela contou que as imagens foram feitas durante a leitura coletiva do último roteiro da temporada – e, agora, da série. “Foi um sonho interpretar a Jessica junto com esse elenco incrível e com a melhor equipe de todas nos últimos cinco anos. Eu sou muito grata por cada segundo. Nós temos os melhores fãs. Vocês significam o mundo para mim e eu gosto de vocês mais do que as palavras conseguem explicar”, acrescentou a atriz. Além da série de “Jessica Jones”, a Netflix cancelou “O Justiceiro”, encerrando completamente sua parceria com a Marvel, inaugurada em 2015 com o lançamento de “Demolidor”. Embora nada seja oficialmente assumido, a decisão de interromper a produção das séries da Marvel coincide com os planos da Disney de lançar seu próprio serviço de streaming, que irá competir com a Netflix. Os cancelamentos sugerem retaliação. Após o anúncio da Netflix, a Marvel emitiu um comunicado afirmando que as séries canceladas “vão continuar”, sem dar maiores explicações. Embora seja difícil imaginar esses “heróis de rua” violentos no Disney+ (Disney Plus), que se apresenta como um serviço de streaming para a família, um dos chefes da plataforma Hulu já demonstrou interesse em resgatar os personagens. “A Marvel tem muitos títulos nos quais estaríamos interessados”, disse o vice-presidente de conteúdo Craig Erwich. “Tudo depende de quando eles estarão disponíveis, e quem estaria por trás dessas séries”. Visualizar esta foto no Instagram. Taken a few weeks back at the table read for our SERIES FINALE. I love these people to the moon and back. It has been a dream to play Jessica alongside my amazing cast and the best crew in the business for these past 5 years. I am so grateful for every second of it. We have THE BEST fans. You guys mean the world to me and I appreciate you beyond words. The final season of #JessicaJones is coming later this year and I am proud of how we complete JJ’s journey. I can’t wait for you all to see it. Stay tuned and more to come. ??? (Also my creator/ showrunner/ partner/ bff @melissa.rosenberg is totally wearing a #krystenknitter original ☺️☺️) @rachaelmaytaylor @ekadarville @carrieannemoss @netflix @marvelsjessicajones @marvel Uma publicação compartilhada por Krysten Ritter (@therealkrystenritter) em 18 de Fev, 2019 às 12:28 PST
Marvel diz que séries canceladas pela Netflix “continuarão…”
A Marvel emitiu um comunicado sobre o cancelamento das séries “Justiceiro” e “Jessica Jones”. A notícia, vazada no começo da segunda (18/2) pelo site Deadline, foi oficialmente confirmado pela Netflix. O fim das duas produções também encerra a parceria entre o estúdio e a plataforma. Assinada pelo presidente da Marvel Television, Jeph Loeb, o texto celebra o que o estúdio de super-heróis realizou na Netflix, agradece aos fãs por seu apoio e, ao final, afirma que as séries do Justiceiro, Jessica Jones, Demolidor, Luke Cage e Punho de Ferro vão continuar. A expressão usada, “to be continued”, faz parte do jargão dos quadrinhos e se refere a algo que “continua no próximo capítulo”. Leia a íntegra do comunicado abaixo. “Isso nunca tinha sido feito antes. Quatro séries de televisão, cada uma com sua própria equipe criativa e elenco, sendo lançadas com poucos meses de diferença. E elas ainda se juntariam em um grande evento, que se passaria no coração de Nova York. Nós os chamamos de ‘Os Defensores’. E estávamos animados com as histórias do Demolidor, Jessica Jones, Luke Cage, Punho de Ferro, e até mesmo o Justiceiro, que se juntou a eles. Disseram que não tinha como isso ser feito, mas a Marvel reuniu um time incrível de roteiristas, diretores, editores e conseguiu fazer 13 temporadas e 148 horas de episódios. Tire um momento e procure a lista de atores, roteiristas, diretores e compositores que nós deu o melhor de seus trabalhos. Nós amamos cada minuto. E nós fizemos tudo por vocês – os fãs –, que torceram por nós em todo o mundo e nos fizeram trabalhar duro para tudo valer a pena. Então, obrigado a todos vocês! Em nome de todos na Marvel TV, não poderíamos estar mais agradecidos a nossa audiência. Nosso parceiro pode ter decidido não mais contar essas histórias com esses personagens incríveis… mas vocês conhecem a Marvel melhor que isso. Como o pai de Matthew Murdock disse uma vez, ‘A medida do homem não é como ele é derrubado na lona, mas sim como ele se levanta’. Continuará…!”
Banda Mötley Crüe divulga teaser de sua cinebiografia na Netflix
O Twitter da banda Mötley Crüe divulgou o teaser de “The Dirt”, filme da Netflix que conta a história da banda. O vídeo também revela a data de estreia da produção e adianta que um trailer completo será disponibilizado na terça (19/2). O filme é baseado na biografia “The Dirt: Confessions of the World’s Most Notorious Rock Band”, escrita pelo célebre jornalista de rock Neil Strauss em parceria com os próprios membros do Mötley Crüe. O elenco traz o ator Iwan Rheon (que viveu Ramsey Bolton em “Game of Thrones”) no papel do guitarrista Mick Mars, Douglas Booth (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”) como o baixista Nikki Sixx, Machine Gun Kelly (série “Roadies”) como o baterista Tommy Lee e Daniel Webber (série “The Punisher/O Justiceiro”) como o vocalista Vince Neil. “The Dirt” relata a ascensão da lendária banda dos anos 1980, que vendeu mais de 100 milhões de discos enquanto seus integrantes levavam ao extremo o modo de vida roqueiro, ao ponto de ficarem mais conhecidos por seus excessos do que por sua música, o que eventualmente causou a implosão do grupo. Depois de lotar estádios e protagonizar vídeos escandalosos com mulheres seminuas, a situação começou a sair de controle em 1984, quando Vince Neil destruiu seu carro numa colisão frontal e foi acusado de dirigir sob influência de drogas e de homicídio – seu passageiro, o baterista da banda Hanoi Rocks, Nicholas “Razzle” Dingley, morreu no acidente. Três anos depois, Nikki Sixx sofreu uma overdose de heroína e foi declarado legalmente morto por dois minutos. O paramédico, um fã de Motley Crue, o reanimou, gerando inspiração para o sucesso de 1989 “Kickstart My Heart”. Já Tommy Lee inaugurou o mercado de sex tapes de celebridades com o vazamento do vídeo de sexo que ele gravou com sua mulher, a atriz Pamela Anderson (de “SOS Malibu”), em 1998. E isto é só uma pequena mostra das confusões que os integrantes da banda aprontaram, antes e após a separação da banda, que ainda experimentou um retorno em 2005. O roteiro de “Dirt” foi escrito por Rich Wilkes (“Triplo X”) e Tom Kapinos (criador das séries “Californication” e “Lucifer”) e a direção está a cargo de Jeff Tremaine (dos filmes da franquia “Jackass”). A estreia está marcada para 22 de março na plataforma de streaming. Based on a Crüe story #TheDirt pic.twitter.com/1uv1OCFTmB — Mötley Crüe (@MotleyCrue) February 18, 2019
Jon Bernthal se despede do Justiceiro com post de agradecimentos nas redes sociais
O ator Jon Bernthal, protagonista de “O Justiceiro”, escreveu um post de despedida para a série em seu Instagram, refletindo o cancelamento da produção pela Netflix. Ao lado de um desenho do Justiceiro, ele escreveu: “Para todos que serviram. Para todos que perderam. Todos que amaram e entenderam Frank e sua dor. Foi uma honra calçar suas botas. Sou eternamente grato aos fãs de quadrinhos e a todos os homens e mulheres das Forças Armadas e das comunidades policiais, para quem Frank significa tanto. Obrigado aos fuzileiros navais dos Estados Unidos e aos maravilhosos soldados que me treinaram. Vão com força. Fiquem seguros”. O post foi seguido de diversos comentários agradecendo ao ator pelo papel e também protestando contra a decisão da plataforma. No Twitter, onde foi reproduzido, o ator recebeu juras de amor, com centenas de seguidores declarando-o o melhor Justiceiro das telas. E também inspirou algumas juras de vingança contra a Netflix dignas de Frank Castle. “Amo o que você fez como Frank! Não se preocupe, você vai voltar. O Justiceiro é imortal”, disse uma fã mais amistosa. Além da série do Justiceiro, a Netflix cancelou “Jessica Jones”, que ainda exibirá os episódios produzidos para sua 3ª temporada, em data ainda não revelada. Com isso, encerrou a parceria com a Marvel, inaugurada em 2015 com o lançamento da série “Demolidor”. Embora nada seja oficialmente assumido, a decisão de interromper a produção das séries da Marvel coincide com os planos da Disney de lançar seu próprio serviço de streaming, que irá competir com a Netflix. Os cancelamentos sugerem retaliação. Além disso, a Netflix imobilizou contratualmente a Disney, ao incluir uma cláusula no negócio que impede o relançamento imediato das séries por outra plataforma ou canal, incluindo uma período de latência após seus cancelamentos. Este prazo seria de dois anos. Embora seja difícil imaginar esses “heróis de rua”, mais violentos, no Disney+ (Disney Plus), que se apresenta como um serviço de streaming para a família, um dos chefes da plataforma Hulu já demonstrou interesse em resgatar os personagens. “A Marvel tem muitos títulos nos quais estaríamos interessados”, disse o vice-presidente de conteúdo Craig Erwich. “Tudo depende de quando eles estarão disponíveis, e quem estaria por trás dessas séries”. Visualizar esta foto no Instagram. To all who have served. All who know loss. All who love and understand Frank and his pain. It has been an honor to walk in his boots. I’m endlessly grateful to the comic fans and the men and women of the Armed Services and law enforcement community who Frank means so much to. Thank you to the USMC and all the wonderful soldiers who trained me. Go Hard. Be safe. Uma publicação compartilhada por Jon Bernthal (@jonnybernthal) em 18 de Fev, 2019 às 7:49 PST <
Netflix cancela O Justiceiro e Jessica Jones, suas últimas séries da Marvel
A Netflix cancelou as séries “O Justiceiro” e “Jessica Jones”. Segundo o site Deadline, que apurou a informação, o serviço de streaming pretende encerrar a parceria com a Marvel após exibir a 3ª temporada de “Jessica Jones”, ainda sem previsão de estreia. Já “O Justiceiro” teve sua 2ª e agora última temporada lançada no mês passado. O cancelamento dos dois títulos marca o fim da parceria da Netflix com a Marvel, que originou cinco séries originais e uma minissérie, todas já descartadas pela plataforma. O primeiro fruto do contrato que levou o universo Marvel ao streaming foi “Demolidor”, que estreou em 2015, com Charlie Cox no papel-título. A série foi seguida por “Jessica Jones” (com Krysten Ritter), “Luke Cage” (com Mike Colter) e “Punho de Ferro” (com Finn Jones), e o quarteto original ainda se juntou na minissérie “Os Defensores”, lançada em 2017. Além destas atrações, a parceria também rendeu “O Justiceiro” (com Jon Bernthal), originada como um spin-off de “Demolidor”. Apesar de nada ser oficialmente assumido, a decisão de interromper a produção das séries da Marvel coincide com os planos da Disney de lançar seu próprio serviço de streaming, que irá competir com a Netflix. Os cancelamentos sugerem retaliação. Além disso, a Netflix imobilizou contratualmente a Disney, ao incluir uma cláusula no negócio que impede o relançamento imediato das séries por outra plataforma ou canal, incluindo uma período de latência após seus cancelamentos. Este prazo seria de dois anos. Embora seja difícil imaginar esses “heróis de rua”, mais violentos, no Disney+ (Disney Plus), que se apresenta como um serviço de streaming para a família, um dos chefes da plataforma Hulu já demonstrou interesse em resgatar os personagens. “A Marvel tem muitos títulos nos quais estaríamos interessados”, disse o vice-presidente de conteúdo Craig Erwich. “Tudo depende de quando eles estarão disponíveis, e quem estaria por trás dessas séries”.
Transformers vai ganhar nova série animada na Netflix
A Netflix anunciou a produção de uma nova série animada de “Transformers”, que pretende contar, pela primeira vez, o que levou Autobots e Decepticons a entrarem em guerra. Com o subtítulo de “War for Cybertron”, a série vai retratar o conflito entre as duas facções dos robôs transformistas em seu planeta natal, ao ponto de destruí-lo quase inteiramente. Por curiosidade, o nome é o mesmo de um antigo game da franquia, lançado pela Activision em 2010. O projeto está a cargo do produtor-roteirista FJ DeSanto, responsável por séries animadas recentes dos Transformers, que foram produzidas em parceria com o canal de web Machinima – extinto neste ano pela AT&T. “Transformers” também deve ganhar um longa animado para o cinema, mas os projetos da fábrica de brinquedos Hasbro em parceria com a Paramount estão sendo reavaliados, após “Bumblebee” decepcionar nas bilheterias – arrecadou US$ 458 milhões mundiais, com um custo de produção de US$ 135 milhões.












