Showrunner de Punho de Ferro desenvolve projeto “excitante” para a Disney+ (Disney Plus)
O showrunner da 2ª temporada de “Punho de Ferro”, M. Raven Metzner, assinou um contrato de dois anos com a produtora ABC Studios para desenvolver novos projetos para os canais e plataformas de séries da Disney – que atualmente compreendem ABC, FX, Freeform, Disney Channel, Hulu e Disney+ (Disney Plus). O detalhe é que não há notícia de nenhum projeto novo do produtor. O que faz lembrar que a Marvel prometeu trazer de volta Punho de Ferro, após o cancelamento da série na Netflix. Raven Metzner ficou em alta com a Marvel Television após transformar completamente “Punho de Ferro”, muito criticada de forma negativa em sua 1ª temporada. Sob seu comando, a série passou a ser elogiada pelas cenas de ação, ritmo intenso, desenvolvimento de personagens e evolução geral. Em seu Twitter, ele foi mais direto, ao afirmar que está trabalhando num projeto para o Disney+ (Disney Plus), onde muitos acreditam que os heróis cancelados da Netflix podem reaparecer. “Não poderia estar mais animado para trabalhar no ABC Studios e Disney+ (Disney Plus) – material excitante em desenvolvimento!”, escreveu. Por contrato, a Marvel não pode relançar as séries por dois anos. Mas, no caso de Punho de Ferro, que foi o primeiro herói a ter sua produção cancelada, o prazo já vence em 2020. A Disney ainda não fez nenhum anúncio formal sobre o destino de Punho de Ferro, Demolidor, Luke Cage, Justiceiro e Jessica Jones. A última personagem ainda tem uma temporada inédita de episódios para ser exibida na Netflix. Antes de comandar “Punho de Ferro”, Metzner produziu “Sleepy Hollow”, “Heroes: Reborn” e “Falling Skies”. Ele co-criou a série dramática “Six Degrees” na ABC em 2006 e também trabalhou em “Daybreak” e “What About Brian”, após estrear como roteirista no filme “Elektra” (2005), outra adaptação de quadrinhos da Marvel.
Veja o trailer do final da série Shadowhunters
A Freeform divulgou o trailer do episódio final de “Shadowhunters”, que será exibido em duas partes em 7 de maio nos Estados Unidos. A chefe de programação do canal, Karey Burke, veio a público garantir que a decisão de cancelar “Shadowhunters” não foi criativa, mas “puramente econômica”. Segundo ela, os executivos estavam “muito felizes criativamente” com o programa, que inaugurou o canal em 2016, marcando a transformação do antigo ABC Family no atual Freeform. A culpa teria sido da Netflix, que vem boicotando programas da Disney – Freeform é um canal da Disney. A plataforma decidiu não renovou seu contrato de exibição. Assim, o estúdio alemão Constantin Film, que produz “Shadowhunters”, pediu à Freeform para aumentar seu investimento na produção, que seria o único modo de equilibrar as finanças para continuar a série. “Nós negociamos com eles, mas no final não conseguimos fazer a parte financeira funcionar”, disse Burke, lembrando que a atração era uma das mais caras de sua programação. O cancelamento foi anunciado logo após a exibição da primeira metade da 3ª temporada, encerrada em maio do ano passado, e chegou a surpreender a equipe de produção e especialmente ao público, que premiou “Shadowhunters” como série favorita no Teen Choice e no People’s Choice Awards de 2018. A atração vai acabar após os dois capítulos, que foram produzidos como “bônus”, encomendados especificamente para encerrar a trama. O Freeform, inclusive, adiou a exibição da midseason para 2019, visando incluir os “bônus” como uma extensão natural da trama, fazendo com que os 12 capítulos remanescentes fossem apresentados em sequência. Desta forma, não haverá uma 4ª temporada da série, que encerrará sua história com a exibição do 22º episódio da 3ª temporada. Vale observar que os 10 episódios originais da midseason adaptaram o quinto volume da coleção literária de “Os Instrumentos Mortais”, enquanto os 2 capítulos extras resumirão o sexto e último romance. Assim, a série completará a transposição de toda a história da escritora Cassanda Clare, que originalmente deveria ter virado uma franquia cinematográfica, mas ficou incompleta após o fracasso do primeiro longa, “Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos”, de 2013.
Os Oito Odiados vira minissérie com 45 minutos a mais na Netflix
O filme mais longo de Quentin Tarantino ficou ainda maior – para ser maratonado como uma série. A Netflix relançou “Os Oito Odiados” como uma minissérie de quatro episódios, com 45 minutos de cenas extras. A nova versão já se encontra disponível – sem maior alarde – na plataforma. “A Netflix veio até nós e disse, ‘Olha, se você tiver interesse… Se tiver mais material, se você estiver interessado em juntar tudo de forma que possa ser exibida em 3 ou 4 episódios, dependendo do material extra, poderíamos fazer isso'”, explicou Tarantino sobre o projeto, em entrevista ao site Slash Film. “Eu pensei, nossa isso parece intrigante. Quer dizer, o filme existe como filme, mas se fôssemos usar todo o material que filmamos e colocar em forma episódica… Eu quis tentar isso”, completou o diretor. “Algumas sequências são mais parecidas do que outras em comparação com o filme, mas tem uma sensação diferente. Tem uma sensação diferente que eu gosto bastante, na verdade. Há muitas cenas que se desenrolam diferentemente”, comparou. O filme original chegou aos cinemas com 168 minutos (2h48) em 2016 e até chegou a ganhar uma versão estendida, exibida em circuito limitado nos Estados Unidos, com 187 minutos (3h07). Já a versão da minissérie tem 213 minutos (3h33). A minissérie é 45 minutos mais longa que a edição comercial do filme, e tem 26 minutos a mais que a versão estendida – ou seja, com muitas cenas que nunca foram vistas anteriormente. A prática lembra as parcerias da Globo com alguns filmes brasileiros, que rodam cenas extras – e são remontados – para virar minissérie do canal. O oitavo filme de Quentin Tarantino se passa no Velho Oeste e acompanha um pequeno grupo de pistoleiros que se vê isolado numa cabana durante uma tempestade. O elenco inclui Samuel L. Jackson (“Os Vingadores”), Kurt Russell (“Velozes & Furiosos 7”), Jennifer Jason Leigh (“Mulher Solteira Procura”), Walton Goggins (“Homem-Formiga e a Vespa”), Demian Bichir (série “The Bridge”), Tim Roth (“O Incrível Hulk”), Michael Madsen (“Kill Bill”) e Bruce Dern (“Nebraska”).
Produtora de Barack e Michelle Obama anuncia primeiros projetos para a Neflix
A Higher Ground Productions, produtora de entretenimento criada pelo ex-presidente dos Estados Unidos Barack Obama e sua esposa Michelle Obama, anunciou nesta terça (30/4) seus primeiros projetos em parceria com a Netflix. São sete filmes, séries e documentários, que devem chegar à plataforma de streaming nos próximos anos. Entre os projetos, destaca-se “Frederick Douglass: Prophet of Freedom”, adaptação em longa-metragem do livro de David W. Blight, que venceu o prêmio Pulitzer, sobre a vida e o trabalho de um dos ativistas negros mais importantes dos EUA. Ex-escravo, Douglass lutou pela abolição, liberação do voto feminino e chegou a ser candidato à vice-presidência do país. Há também duas séries dramática. “Bloom” vai abordar o mundo da moda na Nova York pós-2ª Guerra Mundial e foi criada por Callie Khouri (roteirista indicada ao Oscar por “Thelma & Louise”), Clement Virgo (“The Wire”) e Juliana Maio (“City of the Sun”). E “Overlooked” se baseia na coluna de mesmo nome do jornal The New York Times. Em formato de antologia episódica, como “Black Mirror”, a série adaptará os obituários de pessoas comuns, cujas mortes não mereceram destaque da imprensa. Por sua vez, a lista de documentários inclui “American Factory”, “Fifth Risk” e “Crip Camp”, que abordam temas como os direitos de deficientes e a decadência industrial de cidades interioranas. Completa a relação uma série documental infantil. “Listen to Your Vegetables & Eat Your Parents” vai levar famílias ao redor do mundo para uma viagem que esclarece de onde vem a comida que consumimos todos os dias.
On My Block é renovada para a 3ª temporada pela Netflix
A Netflix anunciou a renovação de “On My Block” para sua 3ª temporada. A novidade foi compartilhada nas redes sociais da plataforma. Veja abaixo a versão em português do anúncio. A confirmação da continuidade veio um mês após a estreia da 2ª temporada, disponibilizada em 29 de março. Embora o serviço de streaming não compartilhe dados de audiência, a série sobre adolescentes latinos que frequentam a mesma high school de Los Angeles aumentou sua aprovação entre a crítica com os episódios mais recentes, atingindo 100% no Rotten Tomatoes – após uma estreia com 95% de aprovação. A série é uma co-criação de Lauren Iungerich (criadora de “Awkward”), Eddie Gonzalez e Jeremy Haft (roteiristas de “All Eyez on Me”, cinebiografia de Tupac Shakur), e acompanha quatro amigos inteligentes e descolados, que enfrentam as dores, os sucessos e os desafios do Ensino Médio em um bairro latino da pesada. O elenco inclui Diego Tinoco (série “Teen Wolf”), Jason Genao (“The Get Down”), Jessica Marie Garcia (“Liv e Maddie”), Brett Gray (“Ardmore Junction”) e a estreante Sierra Capri. A série é a segunda produção de comédia latina da Netflix, após “One Day at a Time” (já cancelada), reforçando um segmento sub-representado no universo das séries americanas. Eu tô só o Jamal com essa notícia \o/ \o/ \o/ pic.twitter.com/zrvOXci3Nu — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) April 29, 2019
Trailer da 2ª temporada de O Mecanismo foca impeachment de Dilma
A Netflix divulgou o pôster e o trailer da 2ª temporada de “O Mecanismo”, série baseada na Operação Lava-Jato. A trama mostra a prisão de empreiteiros importantes e a traição política que levou ao impeachment de Dilma (chamada de Janete Ruscov na série), tirada da presidência numa tentativa de impedir os avanços da investigação de corrupção no governo federal. Mas, como no castelo de cartas montado pelo personagem de Selton Mello, quando um cai, caem todos os demais. A série estreou no ano passado e dividiu opiniões por conta da forma como optou por retratar os fatos da vida real. Grande parte da polêmica foi dedicada à decisão de atribuir ao personagem inspirado no ex-presidente Lula a frase “estancar a sangria”, dita por Romero Jucá em um áudio divulgado ao público em 2016. Ele se referia a esforços para deter os trabalhos da Operação Lava Jato. A ex-presidente Dilma Rousseff, inclusive, divulgou nota criticando a Netflix e, principalmente, o diretor José Padilha, produtor da série. Ela disse que, apesar de “O Mecanismo” se dizer “baseada em fatos reais”, o cineasta distorcia a realidade, propagava mentiras e praticava o “assassinato de reputações”. A estreia dos novos episódios foi marcada para 10 de maio. Data em que também devem ser emitidas novas notas de políticos bem conhecidos pelos brasileiros.
Netflix salvou terceira série de menor audiência dos Estados Unidos
A Netflix ajudou a salvar a série “All American” do cancelamento. A atração foi muito mal de audiência em sua 1ª temporada e sua renovação foi considerada uma surpresa, já que, com apenas 670 mil telespectadores por episódio, era a terceira série menos vista na TV aberta dos Estados Unidos. O motivo para sua continuação agora veio à tona. A rede The CW tem um acordo com a Netflix para disponibilizar suas séries na plataforma, após a finalização das temporadas. E “All American” bombou em streaming. O produtor Greg Berlanti confirmou para o site Deadline que o drama esportivo virou um sucesso enorme na plataforma. “A Netflix nos informou que ‘All American’ chegou a ser a terceira série mais vista em toda a plataforma durante uma semana inteira. Entre os adolescentes, foi a segunda colocada”, revelou. Berlanti comparou o alcance de “All American” com “Riverdale”, outra série que ele também produz e que virou hit ao entrar na Netflix, dobrando sua audiência no retorno à TV aberta. Mas nem sempre esse fenômeno acontece. Apesar de ser exibida na Netflix, “Dynasty” não rendeu público extra para a rede CW. De fato, a série novelesca tem menos audiência que “All American”. É a segunda série menos vista na TV aberta americana – a atração que lidera o ranking negativo, “Crazy Ex-Girlfriend”, também da CW, foi cancelada nesta temporada. A 1ª temporada de “All American” foi exibida no Brasil pelo canal pago Warner. A série é inspirada pela vida real de Spencer Paysinger, jogador profissional da NFL – e chegou a ser chamada de “Spencer”, durante seu desenvolvimento. Spencer é vivido por Daniel Ezra (da série “The Missing”). Ele é introduzido na trama como um jogador de futebol americano colegial do bairro pobre, negro e violento de Crenshaw, que chama atenção de um olheiro (Taye Diggs, de “Private Practice”) e é recrutado para jogar no colégio dos filhos de milionários da cidade, Beverly Hills High. Seu chegada gera inveja nos riquinhos de Los Angeles, mas inspira sua família a buscar o melhor para seu futuro. Paralelamente, seu destino também tem impacto na família do homem que o escolheu para trazer vitórias para o time, numa colisão de perspectivas de diferentes mundos. Não é difícil entender a razão do sucesso na Netflix, já que a premissa sugere um remix de três atrações da década passada, juntando o futebol americano colegial de “Friday Night Lights”, o novato rejeitado pelos mimados de “The O.C.” e a locação privilegiada de “90210”. O elenco também inclui o vilãozinho Cody Christian (série “Teen Wolf”), Samantha Logan (série “13 Reasons Why”), Monet Mazur (série “Castle”), Bre-z (série “Empire”), Michael Evans Behling (visto em “Empire”), Karimah Westbrook (“Suburbicon”) e Danielle Campbell (série “The Originals”).
Mauricio de Sousa cria arte para a série Stranger Things
A Netflix divulgou em suas redes sociais uma nova arte especial de “Stranger Things”, dessa vez assinada por Mauricio de Sousa. A imagem presta homenagem à personagem Max, introduzida na 2ª temporada da série. Veja abaixo. A 3ª temporada de “Stranger Things” tem previsão de estreia para 4 de julho. Visualizar esta foto no Instagram. Quando a gente achava que Stranger Things já tinha batido todos os recordes de nostalgia, vem o Mauricio de Sousa e me faz um pôster da série. ? Uma publicação compartilhada por Netflix Brasil (@netflixbrasil) em 26 de Abr, 2019 às 5:03 PDT
Santa Clarita Diet é cancelada após três temporadas
A Netflix cancelou “Santa Clarita Diet”, a série de comédia em que Drew Barrymore era uma mãe suburbana zumbi, um mês depois da estreia de sua 3ª temporada. O cancelamento confirma uma padrão adotado pela plataforma, que faz com que a duração de suas séries seja de três temporadas. São raras as produções que conseguem renovação para o quarto ano de produção no serviço de streaming. Criada por Victor Fresco (série “Better Off Ted”), “Santa Clarita Diet” acompanhava um casal de corretores imobiliários que tem sua vida suburbana perfeita colocada em cheque por um vírus zumbi. Quando a mulher começa a manifestar desejos carnais, em mais de um sentido, o marido se esforça para manter as aparências. O elenco incluía Timothy Olyphant (série “Justified”) como o marido de Barrymore, Liv Hewson (série “Dramaworld”) como a filha do casal e Skyler Gisondo (“Férias Frustradas”) como o nerd adolescente que quer fazer parte da família. O cancelamento foi confirmado em um comunicado. “Tal como o nosso público, apostamos tudo em Sheila e Joel. O relacionamento deles, diante de uma incrível adversidade, foi inspirador de se criar e de assistir. E, na maior parte do tempo, eles eram engraçados, o que é importante em uma comédia”, escreveram Victor Fresco e a produtora Tracy Katsky na despedida. “Sentiremos falta da série, mas estamos orgulhosos do trabalho que fizemos e sempre apreciaremos o amor e o entusiasmo que sentimos em nosso público. Se dependesse deles, Sheila e Joel continuariam por mais 10 mil anos”, finalizaram. A Netflix também divulgou um comunicado oficial de cancelamento da série em que agradeceu aos criadores e exaltou a criatividade da série.
2ª temporada de Dark ganha trailer legendado e data de estreia na Netflix
Um dos primeiros sucessos internacionais da Netflix, a série alemã “Dark”, ganhou um trailer legendado com a data de estreia de sua 2ª temporada. A prévia avisa que “o apocalipse precisa vir”. O vídeo abre com Jonas Kahnwald (Louis Hofmann) sendo recebido com um “bem-vindo ao futuro” e uma coronhada. “Tudo está conectado. Algumas coisas não estão claras para você. Mas elas ganharão luz”, acrescenta o trailer, com imagens do passado, presente e futuro da trama, que engloba três gerações. “Dark” foi a primeira produção original alemã da Netflix. Na trama, o desaparecimento de duas crianças expõe as vidas duplas, os pecados e os segredos de uma pequena comunidade, enquanto uma reviravolta conduz a investigação a outro caso acontecido na mesma cidade em 1986. A criação do cineasta suiço Baran bo Odar e da roteirista alemã Jantje Friese (ambos de “Invasores: Nenhum Sistema Está Salvo”) foi renovada 19 dias após sua estreia na plataforma de streaming, mas vai demorar um ano e meio para retornar. A 2ª temporada estreia dia 21 de junho, num longo hiato desde seu lançamento em dezembro de 2017.
Adam Sandler e Jennifer Aniston são suspeitos de assassinato em trailer de comédia
A Netflix divulgou o trailer legendado de “Mistério no Mediterrâneo” (“Murder Mistery), comédia que volta a juntar Adam Sandler e Jennifer Aniston após o sucesso da dupla em “Esposa de Mentirinha” (2011). No elenco estão também Luke Evans (“Velozes e Furiosos 6”), Gemma Arterton (“Aposta Máxima”) e o veterano Terence Stamp (“O Lar das Crianças Peculiares”). Com roteiro de James Vanderbit (“O Espetacular Homem-Aranha”) e direção de Kyle Newacheck (“Perda Total”), o filme segue um policial de Nova York (Sandler) e sua mulher (Anniston), que, durante uma viagem de férias pela Europa, são convidados a embarcar no iate de um milionário e acabam virando suspeitos de um assassinato. A partir daí, eles tentam descobrir o verdadeiro assassino. A estreia está prevista para 14 de junho na Netflix.
Lucifer tem reencontro bíblico com Eva no primeiro trailer da 4ª temporada
A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado da 4ª temporada de “Lucifer”, que repercute a revelação do diabo para a detetive Chloe Decker (Lauren German), mas principalmente introduz uma nova personagem importante na mitologia da série. Trata-se de Eva, a primeira mulher – e o primeiro amor de Lucifer – interpretada pela israelense Inbar Lavi (de “Prison Break” e “The Last Ship”). O reencontro tem direito à famosa representação da Eva bíblica, vestida com folhas de parreira, e a sugestão de que ela se torna rapidamente a nova namorada do protagonista, vivido por Tom Ellis. A 4ª temporada vai chegar ao streaming em 8 de maio.
Sabrina Sato vai enfrentar zumbis em série brasileira da Netflix
A Netflix anunciou a produção de “Reality Z”, sua primeira série brasileira sobre zumbis. O anúncio foi feito em um vídeo com a presença da apresentadora Sabrina Sato (“O Concurso”) e Ted Sarandos, o diretor de conteúdo da plataforma. No vídeo, Sabrina se entusiasma ao dizer que vai estrelar uma série sobre um reality show fictício. Com a experiência de quem participou do Big Brother Brasil, ela vai viver a apresentadora do programa da ficção. Mas no meio da conversa ameaça desistir, porque descobre que a série terá zumbis e ela tem medo. “O nome da série é ‘Reality Z’, o que você acha que o Z significa”?, pergunta o executivo. Veja abaixo. A ideia não é nova. A premissa é um remake de “Dead Set”, minissérie britânica de 2008 concebida por ninguém menos que Charlie Brooker, o criador de “Black Mirror”. A diferença é que a produção original usava os cenários, o nome, a apresentadora (Davina McCall), o narrador oficial (Marcus Bentley) e até concorrentes do Big Brother inglês real, levando a metalinguagem ao limite. Na trama, os integrantes da casa de estúdio ignoravam completamente que um surto zumbi estava causando o fim do mundo do lado de fora de seu isolamento. Até ser tarde demais. A Netflix não pode usar o nome do “Big Brother Brasil”, que está licenciado para a Globo, mas a participação de Sabrina permite uma ligação com o reality. Serão cinco episódios, que vão acompanhar os bastidores um programa chamado “Olimpo, A Casa dos Deuses”, durante uma noite de paredão. Em plena gravação, o estúdio se torna um abrigo para quem busca salvação do caos que tomou conta do Rio de Janeiro, após a proliferação de zumbis. O elenco inclui Guilherme Weber (“O Negócio”), Jesus Luz (“Aquele Beijo”), Ana Hartmann (“Me Chama de Bruna”), Emilio de Mello (“Psi”), Carla Ribas (“Casa de Alice”), Luellem de Castro (“Malhação”) e Ravel Andrade (“Sessão de Terapia”). A adaptação está a cargo de Cláudio Torres (“A Mulher Invisível”, “O Homem do Futuro”), que além de assinar os roteiros com João Costa, vai compartilhar a direção com Rodrigo Monte (“Magnífica 70”). A produção é da Conspiração Filmes. “Reality Z” ainda não previsão de estreia.











