Toni Collette e Bella Heathcote vão estrelar minissérie baseada no best-seller Ninguém Pode Saber
As atrizes australianas Toni Collette (“Hereditário”) e Bella Heathcote (“Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas”) vão estrelar, como mãe e filha, uma nova minissérie de suspense da Netflix. Trata-se de “Pieces of Her”, adaptação em oito episódios do best-seller homônimo de Karin Slaughter, que foi lançado no Brasil com o título de “Ninguém Pode Saber”. Veja a capa abaixo. A história se passa no interior da Geórgia, EUA, onde um ato de violência durante um passeio inocente desencadeia eventos inesperados para Andy Oliver (Heathcote) e sua mãe, Laura (Collette). Em busca de respostas, Andy embarca numa jornada perigosa que muda para sempre a imagem que ela tem da própria mãe, conhecida como uma mulher perfeita. A adaptação foi escrita por Charlotte Stoudt, roteirista de “Homeland” e da minissérie “Fosse/Verdon”. Ainda não há previsão para a estreia.
The Eddy: Série jazzista do diretor de La La Land ganha primeiras imagens e teaser
A Netflix divulgou uma coleção de pôsteres, 25 fotos e o primeiro teaser de “The Eddy”, aguardada série sobre um clube de jazz criada pelo cineasta Damien Chazelle, premiado com o Oscar por “La La Land” (2016). A prévia mostra o protagonista, Andre Holland (de “Moonlight” e da série “Castle Rock”), andando pelas ruas de Paris até encontrar Amandla Stenberg (“O Ódio que Você Semeia”) e entrar em seu clube, que tem o nome da série. A série irá explorar a relação entre os donos da casa noturna, sendo um americano e o outro um francês descendente de árabes. O personagem de Holland é o sócio americano, Elliot Udo, que foi um célebre pianista de jazz em Nova York, mas agora está em Paris, escondendo-se de todos num clube de jazz falido, até sua filha adolescente reaparecer em sua vida e obrigá-lo a enfrentar seus problemas. Amandla Stenberg vive a filha, chamada Julie, Tahar Rahim (“O Profeta”, “O Passado”) é o sócio francês, que namora Leïla Bekhti (“Sem Palavras”) e a atriz polonesa Joanna Kulig (que demonstrou dotes vocais em “Guerra Fria”) tem o papel de Maja, um cantora num relacionamento instável com Elliot/Holland. As gravações aconteceram na França, com diálogos em francês, inglês e árabe, muitas vezes misturando os três idiomas. Além de produzir, Chazelle dirige os dois primeiros (de um total de oito) episódios da 1ª temporada. Curiosamente, o diretor entrou no projeto antes do roteirista dos episódios, Jack Thorne (criador da série “The Last Panthers” e roteirista de “Extraordinário”). Mas quem deu o pontapé inicial no conceito foi o músico Glen Ballard, seis vezes premiado com o Grammy, e produtor dos discos “Jagged Little Pill”, de Alanis Morissette, e “Bad”, de Michael Jackson. Ele compôs a trilha sonora da produção. A Netflix exibiu os dois episódios dirigidos por Chazelle na quinta-feira (27/2) no Festival de Berlim, mas o lançamento completo em streaming só vai acontecer em 8 de maio.
On My Block: Trailer da 3ª temporada revela ameaça aos adolescentes
A Netflix divulgou o trailer legendado da 3ª temporada de “On My Block”, que mostra uma guinada sombria na trama. A 2ª temporada terminou com um gancho, que é rapidamente resolvido na prévia, ao revelar quem raptou os jovens protagonistas e qual seu objetivo. Longe de deixá-los à vontade, a revelação apenas confirma que suas vidas correm perigo. Perseguições, pneus furados, reuniões sigilosas na hora da merenda escolar e escavações de túmulos dão uma mostra do que eles irão enfrentar nos novos episódios. A série é uma co-criação de Lauren Iungerich (criadora de “Awkward”), Eddie Gonzalez e Jeremy Haft (roteiristas de “All Eyez on Me”, cinebiografia de Tupac Shakur), e acompanha amigos inteligentes e descolados, que enfrentam as dores, os sucessos e os desafios do Ensino Médio em um bairro latino da pesada. O elenco inclui Diego Tinoco (série “Teen Wolf”), Jason Genao (“The Get Down”), Jessica Marie Garcia (“Liv e Maddie”), Brett Gray (“Ardmore Junction”) e a estreante Sierra Capri. Embora o serviço de streaming não compartilhe dados de audiência, a série atingiu 100% de aprovação em 2ª temporada no Rotten Tomatoes – após uma estreia com 95%. A 3ª temporada terá 8 episódios com estreia marcada para 11 de março em streaming.
Camila María Concepción (1992 – 2020)
Camila María Concepción, ativista da causa trans que estava inciando a carreira como roteirista nas séries “Daybreak” e “Gentefied”, da Netflix, morreu aos 28 anos. A morte de Camila foi confirmada por amigos e colegas nas redes sociais, e aconteceu logo após o lançamento de “Gentefied”, que chegou na plataforma na sexta passada (21/2). A hipótese principal é de suicídio. Além de ser assistente na confecção dos roteiros de “Gentefied”, ela roteirizou um episódio da 1ª temporada da série, sobre três primos latinos que tentam manter a lanchonete de tacos da família num bairro cada vez mais embranquecido, e trabalhou com Jill Soloway, criadora da série “Transparent”, em campanhas de igualdade de gêneros em filmes, televisão e artes. Em mensagem nas redes sociais, Marvin Lemus, roteirista de “Gentefied”, lamentou a morte do “mais especial e cru talento” que ele já conheceu. “Tenho tentado anestesiar esta dor e focar no show e em todo o amor que temos recebido. Camila, estou tão bravo com você agora. Porque eu sou um dos seus milhões de fãs. Eu ia fazer de tudo para que o mundo conhecesse seu nome”, postou.
Modo Avião vira o filme de língua não inglesa mais visto da Netflix
“Modo Avião”, estrelado por Larissa Manoela, virou o filme em língua não inglesa mais popular na história da Netflix. A plataforma anunciou o sucesso da produção em suas redes sociais, revelando números. De acordo com a postagem (veja abaixo), o longa foi assistido em quase 28 milhões de lares desde o lançamento, em 23 de janeiro. E não foram apenas brasileiros que se interessaram: dois terços da audiência vieram do exterior, de países como Estados Unidos, México, França e Alemanha. Apesar desse sucesso de público, “Modo Avião” não agradou à crítica internacional. Apenas dois críticos citados no Rotten Tomatoes optaram por assistir ao filme e ambos consideram a historinha muito clichê e desaprovaram. O veredito do site Decider, inclusive, era para o público pular a produção – não no sentido em que Sandy & Júnior cantam, mas para evitar mesmo. “Modo Avião” é baseado num conceito do mexicano Alberto Bremmer (“Ya Veremos”). A versão brasileira foi escrita por Renato Fagundes (“Vai que Cola – O Começo”) e Alice Name-Bomtempo (“Vai que Cola” – a série), e a direção ficou a cargo de César Rodrigues (“Vai que Cola – O Filme”). Na trama, Larissa Manoela vive uma “influencer” adolescente das redes sociais que não larga o celular, até que um série de acidentes faz sua família tomar uma atitude drástica e mandá-la para “Jupiter” – lugar também conhecido como a fazenda de seu avô (Erasmo Carlos) sem cobertura de celular – , onde aprende uma lição sobre a importância da família e de amizades reais – a tal moral da história. 🚨✈️ Alerta de hit ✈️🚨 Modo Avião é o filme de língua não inglesa mais popular na Netflix até hoje! Quase 28 milhões de lares assistiram ao filme desde o lançamento, há quatro semanas – dois terços deles fora do Brasil, em países como Estados Unidos, México, França e Alemanha. pic.twitter.com/HhqkYkGQ4k — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) February 27, 2020
Ultras: Trailer legendado de drama italiano foca violência das torcidas organizadas
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “Ultras”, primeiro filme do diretor italiano de clipes Francesco Lettieri. Ultras são como os torcedores fanáticos são conhecidos na Itália, com comportamento muito próximo do vandalismo dos hooligans britânicos. Passado em Nápoles, cidade natal do diretor, o longa aborda a paixão futebolista pelo Napoli e a violência da torcida organizada, com trilha musical de Liberato, artista napolitano de música eletrônica que já teve clipe dirigido por Lettieri. A trama gira em torno de um ultra veterano, Sandro. Líder do Apache, um grupo de ultras com quem passou a vida inteira no estádio – uma vida de violência, confrontos, paixões e valores inabaláveis – Sandro começa a colocar em cheque esses valores. Com 50 anos, ele sente pela primeira vez a necessidade de uma vida normal, um relacionamento, talvez até uma família. Mas sua cautela é confrontada pelo entusiasmo de Angelo, um jovem de 16 anos que considera o Apache sua família e cujo irmão morreu anos antes durante os confrontos de uma viagem. O filme mostra o encontro inevitável de ambos com seus destinos, nas últimas semanas de um campeonato de futebol. A estreia está marcada para 20 de março.
Self Made: Octavia Spencer vira primeira milionária negra dos EUA em trailer de minissérie
A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “Self Made: Inspired by the Life of Madam C.J. Walker”, minissérie estrelada por Octavia Spencer (“A Forma da Água”), que será lançada no Brasil com o título de “A Vida e a História de Madam C.J. Walker”. A produção vai contar a história real da personagem vivida por Spencer. Sarah Breedlove, que ficou conhecida como Madame C.J. Walker, foi a primeira milionária afro-americana, que enriqueceu ao lançar uma linha de produtos de beleza focada no cabelo e na pele das mulheres negras, até então ignoradas pela indústria de cosméticos. Walker construiu seu império durante a virada do século 19 para o século 20, em meio ao clima hostil da segregação racional que se seguiu à abolição da escravatura nos EUA, e enfrentando, além do racismo, o machismo dos comerciantes americanos. Seu pioneirismo foi muito além do nicho de mercado. Com o sucesso de seus produtos, Walker se tornou a primeira mulher (de qualquer cor) na história dos Estados Unidos a faturar US 1 milhão com um negócio próprio e sem contar com qualquer dinheiro de herança. A série foi criada pela roteirista Nicole Asher (da telebiografia da cantora Toni Braxton e do musical “Love Beats Rhymes”), e tem produção de Spencer, do jogador de basquete LeBron James e da cineasta Kasi Lemmons (“Harriet”), que vai dirigir pelo menos três capítulos. Com oito episódios, a minissérie também inclui em seu elenco Blair Underwood (“Agents of SHIELD”), Kevin Carroll (“The Leftovers”), Carmen Ejogo (“Alien: Covenant”), Tiffany Haddish (“A Viagem das Garotas”), Keeya King (“Van Helsing”), Garrett Morris (“2 Broke Girls”) e Sydney Morton (“Ela Quer Tudo”). A estreia está marcada para 20 de março em streaming.
Nova série animada de Transformers ganha primeiro trailer
A Netflix divulgou o trailer de sua série animada de “Transformers”, que pretende contar, pela primeira vez, o que levou Autobots e Decepticons a entrarem em guerra. A prévia tem estilo de anime (animação japonesa) e chega sem legendas – porque a Netflix brasileira está travada em “Para Todos os Garotos: P.S. Ainda Amo Você” e só libera vídeos desse filme. Com o subtítulo de “War for Cybertron”, a série vai retratar o conflito entre as duas facções dos robôs transformistas em seu planeta natal, ao ponto de destruí-lo quase inteiramente. Por curiosidade, o nome é o mesmo de um antigo game da franquia, lançado pela Activision em 2010. O projeto está a cargo do produtor-roteirista FJ DeSanto, responsável por séries animadas recentes dos Transformers, que foram produzidas em parceria com o canal de web Machinima – extinto no ano passado pela AT&T, após comprar a Time Warner. Mas ainda não há previsão de estreia. “Transformers” também deveria ganhar um longa animado para o cinema, mas os projetos da fábrica de brinquedos Hasbro em parceria com a Paramount estão sendo reavaliados, após “Bumblebee” decepcionar nas bilheterias – arrecadou US$ 458 milhões mundiais, com um custo de produção de US$ 135 milhões.
Netflix vai passar a divulgar Top 10 de séries e filmes mais vistos no Brasil
A Netflix anunciou nesta segunda (24/2) que está estendendo ao Brasil – e ao resto do mundo – a divulgação de seu Top 10 de programas mais populares, que permitirá aos assinantes descobrirem quais conteúdos estão sendo mais vistos na plataforma de streaming. A iniciativa foi testada com sucesso no Reino Unido e no México, onde a plataforma publica um ranking semanal há cerca de seis meses. Na verdade, a proposta foi tão bem-sucedida que a imprensa americana passou a repercutir o Top 10 britânico. A ideia é agora oferecer um Top 10 diário. Além de um listão completo com todos os programas, o serviço também oferecerá um Top 10 de séries e outro de filmes. As listas vão aparecer nas abas respectivas de filmes e séries. E os títulos que estiverem bombando também terão uma indicação ao ranking, onde quer apareçam na Netflix. O objetivo é permitir que o usuário possa facilmente ver o que está fazendo sucesso no momento, seja navegando por gênero, por sua lista pessoal ou ao pesquisar por séries ou filmes específicos. Um detalhe curioso é que a Netflix não está chamando seu Top 10 de ranking, mas de “fileira”, provavelmente porque o exemplo apresentado para a imprensa traz os resultados enfileirados horizontalmente. Confira abaixo.
Atypical é renovada para 4ª e última temporada
A Netflix anunciou a renovação/cancelamento de “Atypical”, que vai acabar em sua 4ª temporada. A notícia foi compartilhada nas redes sociais da plataforma. Veja abaixo. “Estou emocionada por estarmos fazendo a 4ª temporada de Atypical. E, embora eu esteja triste por estar chegando ao final desta série, estou extremamente agradecida por ter sido capaz de contar essa história”, disse a criadora e showrunner Robia Rashid em comunicado, que acompanhou a divulgação. “Nossos fãs têm sido tão belos e vibrantes apoiadores desta série. Obrigada por serem tão abertos à voz e às histórias de Sam e às de toda a família Gardner. É minha esperança que o legado de ‘Atypical’ seja que mais vozes continuem sendo ouvidas e que, mesmo após o término desta série, continuemos contando histórias engraçadas e emocionais de pontos de vista sub-representados”, acrescentou. A trama gira em torno de um jovem autista de 18 anos, que decide se tornar mais independente da mãe superprotetora e começar a namorar. Diante do crescimento do garoto, a família inteira precisa se adaptar às mudanças, enquanto questiona o que significa ser “normal”, especialmente quando a irmã assume uma namorada. Estrelada por Jennifer Jason Leigh (“Os Oito Odiados”) e Keir Gilchrist (“Corrente do Mal”), respectivamente como mãe e filho, “Atypical” ainda inclui Michael Rapaport (série “Justifed”) como pai do garoto, Brigette Lundy-Paine (“O Homem Irracional”) como sua irmã caçula andrógina e Amy Okuda (série “How to Get Away with Murder”) como a terapeuta. Os últimos 10 episódios da série criada pela roteirista Robia Rashid (que escrevia “How I Met Your Mother”) e o cineasta Seth Gordon (“Baywatch”) irão ao ar em 2021. A quarta e última temporada de @Atypical logo logo chega. Eu tô tentando não ficar ansiosa pra saber desse final 🐧🐧🐧 pic.twitter.com/uL1Dg1rKzn — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) February 24, 2020 Join Sam on one last expedition. Atypical will return for a fourth and final season. 🐧 pic.twitter.com/0IfN0fEIUG — Netflix US (@netflix) February 24, 2020
Hollywood: Pôster da nova série de Ryan Murphy revela data de estreia na Netflix
A Netflix divulgou o primeiro pôster de “Hollywood”, nova série do produtor Ryan Murphy, criador de “American Horror Story”, “American Crime Story” e “Pose” no FX. A prévia revela uma frase sobre a atração e sua data de estreia. A frase questiona: “E se você pudesse reescrever a História?”. Já a estreia foi marcada para 1 de maio. “Hollywood” teve poucos detalhes revelados até o momento. Desenvolvida em parceria com Ian Brennan, que trabalhou com Murphy como co-criador de “Glee” e “Scream Queens”, a série é descrita como “uma carta de amor à era de ouro da terra do cinema”. Mas a frase que acompanha o cartaz, que traz pessoas no topo do famoso letreiro de Hollywood Hills, sugere uma trama de “História alternativa”, como “The Man of the High Castle”, da Amazon, e o filme “Era uma Vez em Hollywood”, de Quentin Tarantino. O elenco da segunda série de Murphy na Netflix (a primeira foi “The Politician”) vai reunir alguns veteranos de suas produções, como Dylan McDermott (“American Horror Story”), Joe Mantello (também de “The Normal Heart”), Patti LuPone (“Pose”), Darren Criss (“Glee” e “American Crime Story”), David Corenswet (“The Politician”) e até Jim Parsons – o eterno Sheldon de “The Big Bang Theory” já tinha trabalhado com o produtor no telefilme “The Normal Heart” (2014), sobre a epidemia da Aids. Mas há novos parceiros na lista: Maude Apatow (“Euphoria”), Samara Weaving (“Ready or Not”), Laura Harrier (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Holland Taylor (“Two and a Half Men”), Jake Picking (“Sicário: Dia do Soldado”) e a estrela da Broadway Jeremy Pope. Vale lembrar que a era clássica de Hollywood já rendeu uma série famosa de Murphy, “Feud”, que, em sua única temporada, mostrou a rivalidade entre as atrizes Bette Davis (vivida por Susan Sarandon) e Joan Crawford (Jessica Lange).
Freud: Pai da psicanálise caça serial killer em trailer de série austríaca de suspense
A Netflix divulgou fotos, pôster e o primeiro trailer de “Freud”, série de suspense austríaca que acompanha Sigmund Freud, o pai da psicanálise, caçando um serial killer. A prévia tem legendas em inglês – porque a Netflix brasileira travou em “Para Todos os Garotos: P.S. Ainda Amo Você”. O que não impede a admiração pelo climão sinistro e a recriação de época, que evocam “Penny Dreadful” e mais precisamente “Vienna Blood” (sobre um aluno de Freud que investiga os crimes de um serial killer). Passada em Viena no fim do século 19, a trama encontra Freud ainda jovem, vivido por Robert Finster (de “Stefan Zweig: Adeus, Europa”), aprimorando suas técnicas inovadoras de investigação do subconsciente, quando cruza com um psicopata assassino. A série foi criada pelo cineasta Marvin Kren e o roteirista Benjamin Hessler, que trabalharam juntos nos filmes de terror “Rammbock – Berlin Undead” (2010) e “Geleira Sangrenta” (2013). A première vai acontecer na segunda (24/2) com exibição no Festival de Berlim, e a estreia em streaming está marcada para 23 de março.
Sandra Oh vai estrelar nova série produzida pelos criadores de Game of Thrones
Os criadores de “Game of Thrones”, D.B. Weiss e David Benioff, começaram a trabalhar em sua primeira série na Netflix. Intitulada “The Chair”, a atração é uma comédia dramática, que será estrelada por Sandra Oh (de “Killing Eve”). Weiss e Benioff fecharam um contrato milionário com a Netflix para desenvolver novas atrações para a plataforma. Mas “The Chair” parece completamente diferente da produção épica que os consagrou e rendeu a negociação. A série, na verdade, foi criada pela atriz Amanda Peet (“As Viagens de Gulliver”), esposa de Weiss, e acompanhará as intrigas e burocracias que cercam o departamento do curso de Inglês de uma grande universidade. Além de Sandra Oh como protagonista, “The Chair” também terá participação de Jay Duplass – que criou e trabalhou com Amanda Peet em “Togetherness”. Outro detalhe é que “The Chair” não é um projeto novo. A série foi oferecida à HBO anos atrás, quando Weiss e Benioff ainda trabalhavam com “Game of Thrones”, mas a emissora americana não teve interesse na produção. A Netflix não revelou o cronograma de produção de “The Chair” nem a previsão de estreia.












