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  • Filme

    Bruised: Estreia de Halle Berry na direção deve ser lançada pela Netflix

    11 de setembro de 2020 /

    A Netflix está finalizando uma negociação para distribuir “Bruised”, filme que marca a estreia de Halle Berry na direção. Segundo os sites The Hollywood Reporter e Deadline, a plataforma de streaming pode pagar até US$ 20 milhões pelos direitos do filme, no recém-aberto mercado de negócios do Festival de Toronto. Em “Bruised”, Berry dá vida a Jackie “Justice”, uma lutadora de MMA fracassada, que abandonou o filho recém-nascido seis anos atrás. Quando o pequeno Manny inesperadamente retorna para a mãe, ela precisa sair da aposentadoria e enfrentar no ringue uma jovem estrela do esporte. Para as filmagens, a atriz de 53 anos treinou com brasileira Cris Cyborg, lutadora profissional e campeã de MMA, e encerrou a preparação para o papel com uma barriga tanquinho – “não há melhor sensação”, chegou a postar no Instagram. O roteiro foi escrito pela estreante Michelle Rosenfarb e o projeto tem produção da equipe de “John Wick 3” – que Berry também estrelou. A première vai acontecer no sábado (12/9) no Festival de Toronto, e por conta disso a primeira imagem oficial do filme foi divulgada (acima).

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  • Série

    Estreias online: High Fidelity e mais 5 séries para ver no fim de semana

    11 de setembro de 2020 /

    “High Fidelity” finalmente estreia no Brasil. Demorou tanto que chega após ser cancelada nos EUA. Ainda assim, oferece a melhor maratona adulta do fim de semana, que ainda traz uma série com ator de “Game of Thrones”, o remake americano de “Julie e os Fantasmas” e o episódio de estreia de “Amor e Sorte”, entre outras opções. A programação de lançamentos pode ser conferida com trailers e maiores informações logo abaixo. High Fidelity | EUA | 1 Temporada Baseada no livro de Nick Hornby e no filme de Stephen Frears de 2000, lançados no Brasil como “Alta Fidelidade”, a série acompanha uma fã geek de música, que tem uma loja de discos de vinil no Brooklyn, em Nova York, faz bicos de DJ e costuma criar rankings de Top 5 para tudo, desde seus hits favoritos até seus relacionamentos. A versão de streaming trocou sexo, raça e cidade da protagonista, mas superou qualquer comparação ao escalar Zoë Kravitz como a protagonista Rob (papel de John Cusack no cinema). Perfeita como enciclopédia ambulante, sexy e empoderada do rock, não bastasse a atriz ter uma banda (LolaWolf) na vida real, também é filha do músico Lenny Kravitz e da atriz Lisa Bonnet (uma ex-namorada de Cusack no filme de 2000!). Totalmente adorável, a comédia romântica roqueira agradou em cheio a crítica, com 86% de aprovação no site Rotten Tomatoes, mas não emplacou na plataforma americana Hulu, sendo cancelada após a 1ª temporada. Como resultado, a série se resumiu a 10 episódios – o lado positivo é que são vários capítulos a mais que o livro original (e o filme). Disponível na StarzPlay Gêmeos | Noruega | 1ª Temporada Kristofer Hivju (o Tormund de “Game of Thrones”) vive dois irmãos gêmeos idênticos com vidas completamente diferentes. Erik é um surfista sem dinheiro, enquanto Adam é um homem de família e de negócios. Mas esta história não é uma comédia. Quando os dois se reencontram após 15 anos, acabam brigando e, ao interferir, a esposa de Adam acaba matando acidentalmente seu marido. Para evitar que a polícia descubra o que houve, Erik é convencido pela cunhada a assumir a identidade de Adam Mas logo descobre que o maior desafio não é evitar ser pego, mas fingir ser alguém que não é. Disponível na Globoplay Amor e Sorte | Brasil | 1 Temporada A Globo está disponibilizando a minissérie em sua plataforma de streaming, um capítulo por semana. Estrelado por duplas que passam a quarentena juntas, o programa criado por Jorge Furtado estourou em audiência na TV aberta, graças ao show de interpretação em que Fernanda Montenegro e Fernanda Torres ficcionalizam seu relacionamento de mãe e filha. Há muitos anos distantes, a pandemia permite que elas se reconectem, isoladas em um sítio. Entretanto, a chegada da vacina pode colocar um fim a esse bom momento, e uma delas decide tomar uma atitude. Os próximos três episódios terão duplas formadas por Taís Araújo e Lázaro Ramos, Luisa Arraes e Caio Blat, e Fabiula Nascimento e Emilio Dantas, em histórias completas passadas em suas próprias casas. Mas dificilmente terão a mesma qualidade artística, já que os próprios atores são responsáveis pela captação das imagens. A estreia, porém, contou com direção do cineasta Andrucha Waddington, que é casado com Fernanda Torres e compartilha a quarentena com a família. A gravação, com um profissional atrás das câmeras, resultou absolutamente profissional. Disponível na Globoplay Julie and The Phantoms | EUA | 1ª Temporada Remake da série juvenil brasileira “Julie e os Fantasmas” com produção de Kenny Ortega, o mentor da franquia “High School Musical”. A trama gira em torno da Julie do título, uma jovem apaixonada por música que perde a vontade de tocar quando a mãe morre. Até que conhece três fantasmas de uma banda dos anos 1990. Eles ajudam Julie a superar seus traumas e virar uma cantora pop adolescente do Disney Channel, ops, da Netflix. O elenco destaca Madison Reyes, que antes só tinha figurado num curta-metragem, no papel de Julie (interpretada por Mariana Lessa no Brasil), além de Charlie Gillespie (visto em “Charmed”, “Degrassi: Next Class” e no filme “Runt”), Jeremy Shada (dublador de Finn em “A Hora da Aventura”) e Owen Patrick Joyner (de “100 Coisas para Fazer Antes do High School” e “Esquadrão de Cavaleiros”) como os fantasmas. A premissa original foi desenvolvida pelo estúdio Mixer numa coprodução da rede Band e o canal pago Nickelodeon, e venceu o Emmy Internacional como Melhor Série Infantil do mundo em 2013. Disponível na Netflix A Duquesa | Reino Unido | 1ª Temporada A comediante britânica Katherine Ryan (“Badults”) criou, estrela e produz a comédia, em que vive uma mãe solteira que adora sua filha pequena Olive, mas ninguém mais. Percebendo que a menina é melhor coisa que já fez, ela resolve ter outro filho. O problema são os voluntários. Diante das dificuldades do “mercado”, decide convencer seu maior inimigo a conceber a criança com ela: o pai “perdedor” de Olive. Co-produzido pela Clerkenwell Films (de “The End Of The F *** ing World”), a série tem seis episódios e também inclui em seu elenco Rory Keenan (“O Guarda”), Steen Raskopoulos (“Feel Good”) e a menina Kate Byrne. Disponível na Netflix Memórias de Idhún | Espanha | 1ª Temporada Desenho animado espanhol em estilo anime, a série é baseada na trilogia de livros da autora Laura Gallego. Os cinco episódios inaugurais adaptam o primeiro livro da coleção, “La Resistencia”. A trama envolve profecias e luta contra a tirania. A primeira batalha pela libertação de Idhún acontece na Terra, onde Jack e Victoria lutam para salvar os idhunitas que escaparam do reinado sombrio de Ashran, o necromante. Disponível na Netflix

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  • Série

    Amazon vai exibir série de Joe Exotic estrelada por Nicolas Cage

    10 de setembro de 2020 /

    A Amazon fechou com a CBS Television Studios os direitos de exibição da minissérie baseada na vida de Joe Exotic, que será estrelada por Nicolas Cage. A ironia do negócio é que a Amazon vai disponibilizar uma atração inspirada por sua maior rival na guerra dos streamings. A história de Joe Exotic se tornou mundialmente conhecida após ser transformada na série documental “A Máfia dos Tigres” (Tiger King), da Netflix. De todo modo, a trama não é uma adaptação do programa, visto por 34,3 milhões de assinantes americanos em seus dez primeiros dias, segundo informações não auditadas da Netflix, mas em reportagens da revista Texas Monthly sobre como Exotic ganhou seu apelido, construiu um zoológico particular em Oklahoma e alimentou sua rivalidade mortal com Carole Baskin, ativista de direitos de animais. Criada pelo roteirista Dan Lagana (“American Vandal”), a atração terá sete episódios e vai marcar a estreia de Nicolas Cage numa série. Além deste projeto, a NBCUniversal prepara sua própria minissérie sobre Joe Exotic, que será o primeiro programa exibido simultaneamente na TV aberta (rede NBC), TV paga (USA Network) e numa plataforma de streaming (Peacock). Esta produção já definiu Kate McKinnon como Carole Baskin.

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  • Filme

    Estreia de Jennifer Lawrence na Netflix define coprotagonistas

    10 de setembro de 2020 /

    A estreia de Jennifer Lawrence na Netflix definiu dois coprotagonistas. Rob Morgan (“A Fotografia”) e Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”) entraram no elenco de “Don’t Look Up”. Na produção, Lawrence vai viver uma astrônoma que descobre a aproximação de um cometa que poderá destruir o planeta Terra. Mas ao sair alertando o mundo pela imprensa, ela e um colega são recebidos com desdém e descrença. Esta história já foi filmada várias vezes (quem não lembra “Armageddon”?), mas agora será contada como comédia, com roteiro e direção de Adam McKay (“Vice”) “Don’t Look Up” é um dos muitos projetos de Lawrence atualmente em desenvolvimento, após a atriz encerrar um hiato programado para reavaliar sua carreira. Ela se afastou em 2018, ao encerrar a produção de “Operação Red Sparrow” (“X-Men: Fênix Negra” foi lançado depois, mas filmado muito antes), e atualmente tem três outras produções encaminhadas, inclusive outro projeto com McCay, “Bad Blood”, sobre a vida de Elizabeth Holmes, uma jovem que virou bilionária na indústria médica, antes de perder (quase) tudo. Nenhum dos novos projetos da atriz tem data de estreia.

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  • Filme

    O Halloween de Hubie: Nova comédia de Adam Sandler ganha trailer legendado

    10 de setembro de 2020 /

    A Netflix divulgou pôster, fotos e o trailer legendado de “O Halloween de Hubie”, nova comédia estrelada e produzida por Adam Sandler para o serviço de streaming. A prévia é quase um desenho animado com atores reais. Na trama, Sandler vive um homem obcecado pelo Halloween, que é a piada da cidade, até que fatos estranhos começam a acontecer no feriado das bruxas e ele se torna o mais capacitado para desvendar o mistério. Com um pouco de “Scooby Doo” e muito de Abbott e Costello (a dupla que popularizou as comédias de terror nos anos 1940), o filme tem premissa mais interessante que a maioria das produções de Sandler, apesar de o ator transformar seu personagem numa caricatura de voz empostada. O mais curioso é que, desta vez, Sandler ampliou seu círculo tradicional de coadjuvantes, com Julie Bowen (“Modern Family”), Maya Rudolph (“Missão Madrinha de Casamento”), Ray Liotta (“Os Bons Companheiros”), Noah Schnapp (“Stranger Things”), June Squibb (“Nebraska”), Kenan Thompson (“Kenan e Kel”), Tim Meadows (“Schooled”), Michael Chiklis (“The Shield”), China Anne McClain (“Black Lightning”) Paris Berelc (“Crush à Altura”) e Peyton List (“Light as Feather”), que se juntam aos amiguinhos Rob Schneider, Kevin James e Steve Buscemi no elenco. Já o roteiro e a direção são de velhos parceiros. Sandler escreveu a comédia com Tim Herlihy (“O Rei da Água” e “O Paizão”) e foi dirigido por Steven Brill (“Um Diabo Diferente”, “Sandy Wexler”). A estreia está marcada para 7 de outubro.

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  • Série

    The Chi é renovada para 4ª temporada

    8 de setembro de 2020 /

    O canal pago americano Showtime anunciou a renovação de “The Chi”, série dramática estrelada pelo ator-mirim Alex R. Hibbert, revelação de “Moonlight”, para sua 4ª temporada. O terceiro ano foi encerrado em agosto, com 399 mil telespectadores ao vivo. A audiência reflete a estabilidade do programa, com números praticamente iguais ao do segundo ano, visto por 398 mil. “A cada temporada, a autêntica narrativa de ‘The Chi’ ressoa mais profundamente com seu público crescente e dedicado”, disse Gary Levine, presidente de entretenimento da Showtime Networks Inc., por meio de comunicado. “[A criadora da série] Lena Waithe, junto com [o showrunner] Justin Hillian, exploram as alegrias e a tristeza da vida no South Side [bairro de Chicago] de uma forma que é única na televisão, e nós apreciamos a perspectiva de continuar essa exploração com eles.” Em uma declaração separada, Waithe disse: “Esta série definitivamente me levou a uma jornada. Um aprendizado, cura e crescimento. Eu não sabia como essa temporada seria recebida, mas o nível de engajamento e entusiasmo dos fãs tem sido fantástico.” O tom de incerteza se refere à polêmica de bastidores que levou à demissão de Jason Mitchell (“Straight Outta Compton”) ao final da 2ª temporada. Seu personagem, um dos protagonistas das primeiras temporadas, sumiu da trama após denúncias contra o comportamento do ator nos sets em relação às mulheres. Ele foi acusado de ser desrespeitoso com as colegas e até com as chefes. Criada por Lena Waithe, vencedora do Emmy 2017 de Melhor Roteiro de Comédia por “Master of None”, “The Chi” também tem produção do rapper Common (“Selma”), de Elwood Reid (criador de “The Bridge”) e do cineasta Rick Famuyiwa (“Dope – Um Deslize Perigoso”). A serie estreou em janeiro de 2018 nos Estados Unidos, com 87% de aprovação da crítica. O título é uma abreviatura de Chicago e a série se passa na região mais pobre daquela cidade, acompanhando um grupo de residentes que se vê ligados por acaso. Além do menino de “Moonlight”, o elenco ainda inclui Jacob Latimore (“Sleight”), Ntare Guma Mbaho Mwine (“Rainha de Katwe”), Yolonda Ross (série “The Get Down”), Armando Riesco (série “Bull”) e Tiffany Boone (série “The Following”).

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  • Série

    Star Trek: Discovery ganha trailer, pôster e painel virtual com novidades da 3ª temporada

    8 de setembro de 2020 /

    A franquia “Star Trek” realizou uma – pouquíssima divulgada – convenção virtual nesta terça (8/9), em que apresentou várias novidades. Batizado de “Star Trek Day”, o evento teve participação de atores e equipes de produção das séries clássicas e das novas atrações exibidas no serviço de streaming CBS All Access. Entre os painéis divulgados no canal da plataforma no YouTube, o maior destaque ficou por conta da revelação do pôster e do trailer da 3ª temporada de “Star Trek: Discovery”, que acompanha a comandante Burnham (Sonequa Martin-Green) numa viagem ao futuro, dando sequência aos eventos do final da 2ª temporada. Os novos episódios encontrarão a tripulação da USS Discovery em um período desconhecido, devastado e cheio de incertezas, em que a tripulação se vê como símbolos de uma utopia destruída e assume a missão de restaurar os ideias de fraternidade da agora extinta Federação dos Planetas Unidos. Além do trailer, o painel destacou a introdução de novos personagens na série, com destaque para Cleveland Booker, papel de David Ajala (“Supergirl”), ator presente na discussão, sem esquecer dos novos representantes da comunidade LGBTQIA+: Blu Del Barrio, em seu primeiro papel como um personagem não binário, e Ian Alexander (“The OA”), que viverá um transexual hospedeiro da raça trill. Com 13 episódios, a 3ª temporada estreará no CBS All Access em 15 de outubro, com a exibição de episódios semanais às quintas. No Brasil, a série é distribuída pela Netflix, que costuma disponibilizar os capítulos um dia após a transmissão nos EUA. Veja abaixo a íntegra do painel, o trailer e o pôster de “Star Trek: Discovery”.

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  • Série

    Ratched: Sarah Paulson vive a enfermeira de Um Estranho no Ninho em novo trailer

    8 de setembro de 2020 /

    A Netflix divulgou um novo pôster e o segundo trailer de “Ratched”, série de Ryan Murphy (“American Horror Story”) que vai contar a origem de uma conhecida personagem do cinema. Com clima hitchockiano, enfatizado pela época em que a trama se passa, a prévia apresenta os terrores de um hospício controlado pela enfermeira psicopata do título, vivida por Sarah Paulson (“Bird Box”). A história começa em 1947 e acompanha a jornada que transformou a enfermeira Mildred Ratched num “verdadeiro monstro”. A série pretende revelar a progressão de assassinatos da enfermeira, cometidos impunemente no sistema público de saúde mental, ao longo de décadas e serve de prólogo para o livro “Um Estranho no Ninho” (1962), de Ken Kesey, mais lembrado por sua famosa adaptação cinematográfica de 1975, vencedora de cinco Oscars: Melhor Filme, Diretor (Milos Forman), Roteiro Adaptado, Ator (Jack Nicholson) e Atriz Coadjuvante (Louise Fletcher, justamente no papel de Ratched). . O elenco inclui Sharon Stone (“Instinto Selvagem”), Cynthia Nixon (“Sex and the City”), Judy Davis (“Feud”), Corey Stoll (“Homem-Formiga”), Sophie Okonedo (“Hotel Ruanda”), Amanda Plummer (“Pulp Fiction”), Rosanna Arquette (“Ray Donovan”), Vincent D’Onofrio (“Demolidor”), Charlie Carver (“Teen Wolf”), Harriet Sansom Harris (“Trama Fantasma”), Hunter Parrish (“Weeds”), Alice Englert (“Dezesseis Luas”) e Finn Wittrock (“American Horror Story”). O ator Michael Douglas (“Homem-Formiga”), que foi um dos produtores originais de “Um Estranho no Ninho”, também participa como produtor executivo da série, ao lado de Ryan Murphy e Evan Romansky. Foi este último que delineou o roteiro do piloto. Ele ofereceu o projeto no mercado, chamando atenção de Murphy, que revisou a história, concebeu a temporada, organizou um “pacote de talentos” e materializou a série. “Ratched” é a terceira série de Murphy após o produtor assinar um contrato milionário de exclusividade na Netflix. Ele também criou “The Politician” e “Hollywood” para a plataforma e tem vários outros projetos em desenvolvimento. A estreia está marcada para 18 de setembro, com a 2ª temporada já confirmada.

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  • Filme

    Remake de Rebecca, a Mulher Inesquecível ganha trailer legendado

    8 de setembro de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado do remake de “Rebecca, a Mulher Inesquecível”, estrelado por Lily James (“Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”) e Armie Hammer (“Me Chame pelo seu Nome”). Eles dão vida aos papéis originados por Joan Fontaine e Laurence Olivier na obra clássica de Alfred Hitchcock, que venceu o Oscar de Melhor Filme em 1941. A produção tem diante de si o desafio de superar uma espécie de maldição cinéfila. Até hoje, nenhum remake de filme dirigido por Hitchcock jamais igualou o sucesso da filmagem original. Entre eles, encontram-se “Psicose” (1998), de Gus Van Sant, “Os 39 Degraus” (2008), de James Hawes, “O Inquilino” (2009), de David Ondaatje, e até mesmo a própria “Rebecca” (2008), já refilmada por Riccardo Milani. Em sua versão mais recente, o romance da escritora Daphne du Maurier, que combina história de amor, crime e mistério gótico, foi adaptado pela roteirista Jane Goldman (“Kingsman: O Círculo Dourado”) e dirigido por Ben Wheatley (“No Topo do Poder”). A trama conhecidíssima acompanha uma jovem que se apaixona e casa inesperadamente com um aristocrata e, ao chegar à imponente propriedade de seu marido na costa inglesa, descobre que terá que disputar atenção com um fantasma – ou melhor, a sombra de sua primeira esposa falecida, Rebecca, cuja lembrança opressiva continua a assombrar a mansão. Lily James vive a jovem Sra. de Winter, papel que rendeu indicação ao Oscar para Joan Fontaine, enquanto Armie Hammer dá vida a Maxim de Winter, o víuvo alegre, mas que esconde um segredo terrível, imortalizado pelo lendário Laurence Olivier no cinema. Além do casal central, Kristin Scott Thomas (“O Destino de uma Nação”) e Sam Riley (“Malévola”) têm papéis importantes na trama, respectivamente como a governanta opressora e o primo aproveitador da falecida. A nova “Rebecca” estreia em 21 de outubro em streaming.

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  • Filme

    Crítica internacional aprova Millie Bobby Brown como irmã de Sherlock Holmes

    7 de setembro de 2020 /

    Críticos dos EUA e do Reino Unido começaram a publicar suas resenhas sobre “Enola Holmes”, um dos principais lançamentos de setembro da Netflix. E o consenso é bom para a atriz Millie Bobby Brown, a Eleven de “Stranger Things”, que pode ter emplacado uma nova franquia de streaming. Mas se for produzida, a continuação precisará melhorar muito o roteiro, segundo estes mesmos críticos. As primeiras críticas elogiam muito a jovem atriz de 16 anos e o tom juvenil do longa. Há elogios também para a forma como o diretor Harry Bradbeer, em seu primeiro longa-metragem após se destacar à frente de “Fleabag”, utiliza a estrutura metalinguista daquela série (com a personagem falando diretamente para a câmera) para engajar o público jovem na trama vitoriana. O problema estaria no aspecto, digamos, “educativo” da obra. Segundo a maioria dos críticos, o roteiro de Jack Thorne (“Extraordinário”) abusa das lições de moral, enfatizando o tempo inteiro a premissa da personagem, uma garota anacronicamente feminista no século 19. Ele teria errado na dose, como se quisesse mostrar um ovo, legendar que o ovo é um ovo e narrar em voz alta a legenda que diz “ovo”. Além de Millie Bobby Brown como a personagem-título – e irmã adolescente do mais famoso detetive da ficção – , o elenco destaca Helena Bonham Carter (a Princesa Margaret de “The Crown”) como sua mãe e a dupla Henry Cavill (“Liga da Justiça”) e Sam Claflin (“As Panteras”) como seus irmãos Sherlock e Mycroft Holmes. Na trama, Enola busca a ajuda dos irmãos mais velhos para investigar o desaparecimento de sua mãe em seu aniversário de 16 anos, mas logo percebe que nenhum dos dois está muito interessado no mistério. Em vez disso, preferem colocá-la num internato para aprender etiqueta. Rebelde, ela decide viajar sozinha para Londres, iniciando sua própria carreira de detetive, sempre um passo à frente de Sherlock. Além de estrelar no papel-título, Millie Bobby Brown também é produtora do filme, que pode iniciar uma franquia cinematográfica, baseada na coleção literária “Os Mistérios de Enola Holmes”, da escritora Nancy Springer – já foram lançados seis livros da personagem. Atualmente, “Enola Holmes” está com 82% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A estreia está marcada para 23 de setembro em streaming. Veja abaixo alguns dos comentários sobre a produção. The Hollywood Reporter “Adaptação do primeiro dos livros de Nancy Springer como ponto de partida do que certamente pretende ser uma série de filmes da Netflix, ‘Enola Holmes’ é uma excelente vitrine para a estrela de ‘Stranger Things’ Millie Bobby Brown, que consegue derrubar as camadas de ansiedade e trauma que tornam sua El naquela série uma personagem tão atraente. Embora ninguém jamais vá acusar o filme de superestimar a inteligência de seus espectadores – o roteiro de Jack Thorne raramente perde a chance de martelar pregos morais – , ele consegue imaginar um lugar para sua heroína no mundo de Holmes, e então convence os jovens espectadores de que o Enola não precisa ser limitado pelas fronteiras desse mundo”. IndieWire “O filme não esquece que é inspirado em uma série juvenil, mas conforme o roteiro intensifica o drama, ele se revela genuinamente atraente para um público mais amplo.” Variety “Com sua narrativa enérgica, é mais cool e elegante do que o recente ‘Sherlock Holmes’ de Guy Ritchie e consideravelmente mais divertido do que o reboot de ‘Nancy Drew’ do ano passado.” Daily Mirror “Uma nova aventura familiar que confirma ainda mais o estrelato de Millie Bobby Brown. No entanto, não é muito memorável e não utiliza seu elenco de forma eficaz.’ Digital Spy “Millie Bobby Brown é impressionante como Enola, carismática e adorável em um papel que poderia facilmente ter sido irritante. Uma pena que a história e o mistério em si não são tão interessantes.” Empire “Às vezes, o roteiro fraco de Jack Thorne busca um apelo mais ensolarado, mas então joga essa alegria embrulhada num moralismo que te atinge na cabeça como uma tonelada de tijolos.”

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  • Filme

    Diretora de Lindinhas diz ter recebido ameaças de morte por causa do pôster da Netflix

    6 de setembro de 2020 /

    A diretora de “Lindinhas” (Cuties), a francesa Maïmouna Doucouré, diz que recebeu ameaças de morte depois que a Netflix divulgou um pôster americano, que sexualizou as meninas do filme. Em entrevista ao site Deadline, ela contou que só soube do pôster quando ele começou a circular nas redes sociais, acompanhado de mensagens de ódio. “Recebi inúmeros ataques de pessoas que não tinham visto o filme, que pensavam que eu estava realmente fazendo um filme que promovia a hiper-sexualização de crianças”, disse ela. “Tivemos várias discussões depois que isso aconteceu. A Netflix pediu desculpas publicamente e também pessoalmente a mim.” A Netflix realmente divulgou um comunicado em que se desculpou pelo marketing inadequado, mas Doucouré disse que também recebeu uma ligação de Ted Sarandos, o chefão de conteúdo da empresa, pedindo desculpas pessoalmente a ela. Tudo o que aconteceu acabou causando um impacto na cineasta, que não tinha como prever a situação. Quando estreou no Festival de Sundance no início deste ano, “Lindinhas” só recebeu amor e mensagens positivas da crítica, pela forma como abordava temas complexos de forma emotiva e delicada. E Maïmouna Doucouré saiu do festival americano com o troféu de Melhor Direção. “As coisas aconteceram muito rápido porque, após os atrasos, eu estava totalmente concentrada no lançamento do filme na França. Eu descobri o pôster ao mesmo tempo que o público americano”, disse Doucouré ao Deadline. “Foi uma experiência estranha. Eu não tinha visto o pôster até começar a receber todas essas reações nas redes sociais, mensagens diretas de pessoas, ataques a mim. Eu não entendia o que estava acontecendo. Foi quando fui atrás e vi como era o pôster.” No cartaz americano, as quatro garotas principais da produção apareciam em poses sugestivas, em trajes de dança reveladores. A imagem incômoda, chamada de “nojenta” na internet, também era um grande contraste com o pôster francês, que trazia as meninas brincando, enquanto correm pelas ruas. O contraste é gritante e se deve à forma como o marketing americano aderiu justamente àquilo que o filme critica. A produção francesa retrata o esforço de uma pré-adolescente para se integrar com a turma de garotas legais da sua escola para disputar um concurso de dança. O que diferencia a trama das produções similares americanas é que a protagonista é uma menina negra muçulmana de 11 anos, criada numa família de imigrantes senegaleses no bairro mais pobre de Paris, que se encanta com uma vizinha moderna da sua idade. O grupo de meninas a que ela se junta contrasta fortemente com os valores tradicionais de sua mãe, e ela logo se dá conta de sua própria sensualidade através da dança. Com isso, o filme também aborda a hiper-sexualização das garotas pré-adolescentes nos dias de hoje, mas não da forma como o pôster sugeria. Doucouré afirma que “Lindinhas” aborda as pressões das redes sociais sobre as mulheres jovens e que todos poderão perceber sua verdadeira intenção ao assisti-lo. “O amor e a autoestima são construídos por meio de curtidas e seguidores. O que acontece é que as meninas veem imagens de mulheres sendo objetificadas, e quanto mais a mulher se torna um objeto, mais seguidores e likes ela tem – elas veem isso como um modelo e tentam imitar essas mulheres, mas não têm idade suficiente para sabem o que estão fazendo”, comentou. A cineasta mencionou que, após o desastre, nem todas as manifestações em torno do filme desejavam sua morte. Ela recebeu mensagens positivas de quem já tinha visto a produção, que foi exibida também no Festival de Berlim, além de apoio do governo francês. Ela contou que “Lindinhas” impressionou o governo de seu país e será usado como uma ferramenta educacional na França. Tessa Thompson, que interpreta a heroína Valquíria nos filmes da Marvel, foi uma das estrelas que se posicionou ao lado da cineasta, dizendo-se “decepcionada ao ver como o marketing posicionou” o filme. “Eu entendo a reação de todos, mas não tem relação com o filme que vi”, escreveu a atriz nas redes sociais. “‘Lindinhas’ é um filme lindo, que me destruiu no Festival de Sundance. Ele representa uma nova voz na direção. Ela é uma mulher negra senegalesa-francesa extraindo suas próprias experiências”, completou. “Eu realmente coloquei meu coração neste filme. Na verdade, é a minha história pessoal e também a história de muitas crianças que precisam navegar entre uma cultura ocidental liberal e uma cultura conservadora em seus lares”, concordou Doucouré, que de fato é descendente de senegaleses. “Esperamos que entendam que estamos realmente do mesmo lado desta batalha. Se juntarmos forças, poderemos fazer uma grande mudança neste mundo que hiper-sexualiza as crianças”, a cineasta concluiu. O filme estreia na quarta-feira (9/9) em streaming. Compare os cartazes franceses e americanos abaixo.

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    Mank: Filme sobre bastidores de Cidadão Kane ganha primeiras fotos

    5 de setembro de 2020 /

    A Netflix divulgou as primeiras fotos de “Mank”, primeiro filme dirigido por David Fincher desde “Garota Exemplar”, há seis anos. Filmado em preto e branco, “Mank” é uma cinebiografia do roteirista Herman J. Mankiewicz e abordará os bastidores das filmagens de “Cidadão Kane”, lançado em 1941. As imagens destacam Gary Oldman, vencedor do Oscar por “O Destino de uma Nação” (2017) no papel principal, Tom Burke (“Strike”) como o diretor Orson Welles, Arliss Howard (“True Blood”) como o produtor Louis B. Mayer (o segundo M da MGM), Lily Collins (“Simplesmente Acontece”) como a secretária Rita Alexander e Amanda Seyfried (“Mamma Mia!”) como a atriz Marion Davis. O mais curioso sobre as imagens reveladas é que Marion Davis não participou de “Cidadão Kane”. Além disso, a presença de Louis B. Mayer deve explorar a história sobre como o poderoso produtor ofereceu uma fortuna para que a RKO Pictures queimasse os negativos e nunca lançasse o filme do jovem Wells. As histórias sobre os bastidores da produção são lendárias, porque o personagem título de “Cidadão Kane” era baseado na figura real do magnata da imprensa William Randolph Hearst, um verdadeiro tirano, que tentou de tudo para impedir o lançamento do filme e não parou até sabotar a carreira do diretor, publicando calúnias e espalhando rumores de que ele era comunista, ao mesmo tempo em que manteve Hollywood acuada com ataques contra o excesso de imigrantes (judeus) que empregava. Charles Dance (“Game of Thrones”) vai viver Hearst na produção, que também inclui em seu elenco Tuppence Middleton (“Sense8”) como Sara Mankiewicz, a jovem esposa (com 21 anos na época de “Cidadão Kane”) de Mank, além de Toby Leonard Moore (“Billions”) e Ferdinand Kinsley (“Vitória: A Vida de uma Rainha”) como os famosos produtores David O. Selznick e Irving Thalberg, respectivamente. “Mank” é um projeto pessoal de Fincher. O roteiro foi escrito por seu pai, o jornalista Jack Fincher, que faleceu em 2002. Foi para fazer justiça ao projeto original que o diretor fechou com a Netflix, porque nenhum estúdio tradicional aceitou bancar as filmagens caras do longa com uma fotografia em preto e branco. Por sua vez, a Netflix já tinha investido “Roma”, drama em preto e branco – e ainda por cima falado em espanhol – de Alfonso Cuarón, que acabou se provando um sucesso no streaming e ainda ganhou três Oscars. O filme também fortalece os laços do cineasta com a Netflix, onde todas as suas parcerias foram bem-sucedidas, como as séries “House of Cards”, “Mindhunter” e “Love, Death + Robots”.

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    Responsável pelo atentado contra Porta dos Fundos é preso na Rússia

    4 de setembro de 2020 /

    Eduardo Fauzi Richard Cerquise, o homem identificado como um dos responsáveis pelo atentado à bomba contra a sede da produtora Porta dos Fundos em dezembro do ano passado, foi preso pela Interpol em Moscou, na Rússia. Segundo o jornal O Globo, o Ministério da Justiça já foi avisado e começou os trâmites para sua extradição para o Brasil. Após ser identificado pela Polícia Civil do Rio de Janeiro como um dos cinco homens que jogaram coquetéis molotov na seda da produtora, na véspera de Natal, o próprio suspeito assumiu a autoria do crime em postagens nas redes sociais. O motivo do ataque foi uma reação ao especial de fim de ano produzido pelo Porta dos Fundos para a Netflix, em que Jesus foi retratado como gay. Segundo a investigação, o integrante do movimento integralista, da extrema direita brasileira, embarcou para a Rússia, onde moram sua namorada e seu filho, no dia 29 de dezembro. Seu mandado de prisão foi expedido no dia seguinte, o que o fez pedir asilo político. Não conseguiu e agora poderá revelar os nomes de seus cúmplices no ataque, inclusive quem o avisou para fugir. “Achavam que fui muito estúpido pra não cobrir o rosto e não alterar a voz, mas fui conectado o suficiente pra ser avisado do mandado [de prisão] a tempo de viajar pra fora do país”, afirmou Fauzi em sua primeira entrevista após chegar na Rússia, quando também, ao vangloriar-se de sua esperteza, confessou o crime.

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