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  • Série

    Série clássica Good Times vai voltar em versão animada na Netflix

    15 de setembro de 2020 /

    A Netflix encomendou uma versão animada do sitcom clássico “Good Times”. A atração lançada pelo famoso produtor Norman Lear em 1974 vai reencarnar com uma ajuda do criador de “Uma Família da Pesada” (Family Guy), Seth MacFarlane, e do produtor das séries animadas “The Boondocks” e “Black Dynamite”, Carl Jones. O projeto foi desenvolvido por Jones, que vai dividir a produção com Lear e MacFarlane. Estrelada por Esther Rolle, John Amos e Jimmie Walker, a atração original marcou época por se tornar a primeira série centrada numa família afro-americana de classe baixa, que precisava lidar com problemas bem reais, como o desemprego e a falta de dinheiro para sobreviver no ambiente urbano de Chicago. Embora a TV americana já tivesse mostrado famílias negras antes, elas costumavam pertencer à classe média. Já a família de “Good Times” refletia a forma como a maioria dos negros viviam nos EUA durante a década de 1970. No começo, o humor vinha basicamente da forma como o casal formado por Rolle e Amos lidava com seus problemas, mas aos poucos as tramas foram monopolizadas por seu filho (Walker), que se portava de forma caricada, refletindo o comportamento malandro e as gírias da juventude da época – ele ficou conhecido como “Kid Dy-no-mite!”. O casal acabou ofuscado não apenas na trama, mas na própria série, com Amos despachado do elenco após as três primeiras temporadas. A versão animada vai atualizar a trama, que se passará nos dias de hoje, seguindo a família Evans enquanto eles navegam pelas questões sociais contemporâneas. “Não podemos pensar em nada melhor, neste momento em nossa cultura, do que uma reimaginação de ‘Good Times’”, disse Lear em um comunicado para anunciar a atração. “Em um ano cheio de escuridão, esta é uma luz brilhante que não esqueceremos tão cedo.” MacFarlane acrescentou: “É uma emoção fazer parceria com Norman Lear e ajudar a trazer nova vida a sua inovadora ‘Good Times’… A animação é o meio ideal para reimaginar essa série original, e através das lentes do humor agudo e cortante de Carl, o público vai voltar a amar esses personagens clássicos. ” Na verdade, a série animada será o segundo revival recente de “Good Times”. Em dezembro passado, um episódio clássico da série de Lear foi encenado ao vivo, como parte do programa “Live in Front of a Studio Audience” da rede ABC. O elenco estrelado incluiu Andre Braugher (“Brooklyn Nine-Nine”), Viola Davis (“How to Get Away with Murder”), Jay Pharoah (“O Bola Fora”), Asante Blackk (“Olhos que Condenam”) e Tiffany Haddish (“Operação Supletivo: Agora Vai!”).

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  • Série

    La Révolution: Trailer revela versão de terror da Revolução Francesa

    15 de setembro de 2020 /

    A Netflix divulgou o novo pôster e o trailer de “La Révolution”, série que se passa na época da Revolução Francesa, mas não é exatamente um drama histórico. A prévia mostra a escala épica da atração, com locações famosas, como o palácio de Versalhes, os castelos de Fontainebleau e Vaux-le-Vicomte e a Abadia de Chaalis, figurino de época e elenco numeroso, mas subverte as expectativas ao introduzir elementos de terror na trama. Trata-se, na verdade, de uma série francesa ao estilo da sul-coreana “Kingdom” sobre epidemia mortal – em vez de zumbis, os contaminados sofrem um surto de raiva com efeitos similares. O protagonista é uma figura histórica, o médico Joseph-Ignace Guillotin, cujo nome é associado à invenção da guilhotina, mas que na série é responsável por descobrir um vírus estranho infectando a aristocracia. Os infectados ficam com o sangue azul e se tornarem violentos, levando-os a atacar os mais fracos. Diante dos ataques da elite nobre, os burgueses se unem dando início a uma revolução. A série foi criada por Aurélien Molas (“Trauma”), que também é o showrunner da produção, e a equipe ainda conta com a roteirista Gaia Guasti (“A Sala”). Já o elenco destaca Amir El Kacem (“Comboio Furioso”), um ator de origem árabe no papel de Guillotin, além de Marilou Aussilloux (“De Gaulle”), Julien Frison (“Amante por um Dia”), Coline Beal (“A Viagem de Meu Pai”), Lionel Erdogan (“Marseille”), Laurent Lucas (“Raw”), Dimitri Storoge (“Os Caminhos do Terror”) e Gaia Weiss (“Vikings”). A estreia está marcada para 16 de outubro.

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  • Filme

    Os 7 de Chicago: Aposta da Netflix para o Oscar ganha trailer legendado

    15 de setembro de 2020 /

    A Netflix divulgou a versão legendada do trailer de “Os 7 de Chicago” (The Trial of the Chicago 7), novo filme de Aaron Sorkin (“A Grande Jogada”), que tem produção de Steven Spielberg. A prévia recria a história verídica do confronto entre manifestantes pacíficos e a polícia durante a Convenção Nacional Democrata de 1968, cujas imagens, que ganharam manchetes na época, continuam tão atuais hoje quanto foram há meio século. Os organizadores do protesto – incluindo Abbie Hoffman, Jerry Rubin, Tom Hayden e Bobby Seale – foram acusados ​​de conspiração e incitação ao tumulto e o julgamento que se seguiu foi um dos mais notórios da história dos EUA. Os sete líderes se tornaram o centro de um debate na sociedade americana sobre os limites do direito de protesto e do uso da força policial para conter manifestações pacíficas. O caso também atraiu a atenção da mídia por refletir a repressão dos movimentos que se opunham à Guerra do Vietnã e assumiam posturas pacifistas. Alguns dos ativistas acabaram condenados, enquanto outros foram inocentados – eventualmente, no entanto, todas as sentenças foram suspensas. Vale observar que essa história já foi filmada antes em “The Chicago 8” (2011), uma produção indie de pouca repercussão. A diferença no número de ativistas daquele filme é que ele contou Bobby Seale, fundador dos Panteras Negras e “oitavo acusado”, que acabou não indo a julgamento junto com os demais por ter sido condenado rapidamente por desacato e enviado à prisão pelo juiz do caso. Ele era o único negro do grupo. Em desenvolvimento há mais de uma década, o filme foi escrito por Aaron Sorkin em 2008 para Spielberg dirigir, mas, como o cineasta não encontrou tempo em sua agenda, o próprio Sorkin, que se lançou como diretor com “A Grande Jogada” (2017), acabou assumindo a direção do projeto. O elenco é bastante estrelado, destacando Sacha Baron Cohen (“Alice Através do Espelho”) como Abbie Hoffman; Eddie Redmayne (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”) como Tom Hayden; Yahya Abdul-Mateen II (“Watchmen”) como Bobby Seale; Kelvin Harrison Jr. (“Ondas”) como Fred Hampton; Jeremy Strong (“Succession”) no papel de Jerry Rubin; Alex Sharp (“As Trapaceiras”) como Rennie Davis; Joseph Gordon-Levitt (“Power”) como o promotor Richard Schultz; Frank Langella (“Kidding”) como o juiz Julius Hoffman; Mark Rylance (“Ponte dos Espiões”) como o advogado William Kuntsler; e Michael Keaton (“Homem-Aranha: De Volta para Casa”) como o advogado Ramsey Clark. Considerado um forte candidato a prêmios na temporada, o longa será lançado em 16 de outubro.

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  • Filme

    Os 7 de Chicago: Aposta da Netflix para o Oscar ganha fotos e primeiro trailer

    13 de setembro de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster, as fotos e o primeiro trailer de “Os 7 de Chicago” (The Trial of the Chicago 7), novo filme de Aaron Sorkin (“A Grande Jogada”), que tem produção de Steven Spielberg. A prévia recria a história verídica do confronto entre manifestantes pacíficos e a polícia durante a Convenção Nacional Democrata de 1968, cujas imagens, que ganharam manchetes na época, continuam tão atuais hoje quanto foram há meio século. Os organizadores do protesto – incluindo Abbie Hoffman, Jerry Rubin, Tom Hayden e Bobby Seale – foram acusados ​​de conspiração e incitação ao tumulto e o julgamento que se seguiu foi um dos mais notórios da história dos EUA. Os sete líderes se tornaram o centro de um debate na sociedade americana sobre os limites do direito de protesto e do uso da força policial para conter manifestações pacíficas. O caso também atraiu a atenção da mídia por refletir a repressão dos movimentos que se opunham à Guerra do Vietnã e assumiam posturas pacifistas. Alguns dos ativistas acabaram condenados, enquanto outros foram inocentados – eventualmente, no entanto, todas as sentenças foram suspensas. Vale observar que essa história já foi filmada antes em “The Chicago 8” (2011), uma produção indie de pouca repercussão. A diferença no número de ativistas daquele filme é que ele contou Bobby Seale, fundador dos Panteras Negras e “oitavo acusado”, que acabou não indo a julgamento junto com os demais por ter sido condenado rapidamente por desacato e enviado à prisão pelo juiz do caso. Ele era o único negro do grupo. Em desenvolvimento há mais de uma década, o filme foi escrito por Aaron Sorkin em 2008 para Spielberg dirigir, mas, como o cineasta não encontrou tempo em sua agenda, o próprio Sorkin, que se lançou como diretor com “A Grande Jogada” (2017), acabou assumindo a direção do projeto. O elenco é bastante estrelado, destacando Sacha Baron Cohen (“Alice Através do Espelho”) como Abbie Hoffman; Eddie Redmayne (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”) como Tom Hayden; Yahya Abdul-Mateen II (“Watchmen”) como Bobby Seale; Kelvin Harrison Jr. (“Ondas”) como Fred Hampton; Jeremy Strong (“Succession”) no papel de Jerry Rubin; Alex Sharp (“As Trapaceiras”) como Rennie Davis; Joseph Gordon-Levitt (“Power”) como o promotor Richard Schultz; Frank Langella (“Kidding”) como o juiz Julius Hoffman; Mark Rylance (“Ponte dos Espiões”) como o advogado William Kuntsler; e Michael Keaton (“Homem-Aranha: De Volta para Casa”) como o advogado Ramsey Clark. Considerado um forte candidato a prêmios na temporada, o longa será lançado em 16 de outubro.

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  • Filme

    Netflix teria oferecido US$ 30 milhões por filme barato em preto e branco de Zendaya

    13 de setembro de 2020 /

    A Netflix adquiriu os direitos de “Malcolm & Marie”, drama romântico dirigido por Sam Levinson (criador de “Euphoria”) durante a quarentena, com Zendaya (estrela de “Euphoria”) e John David Washington (“Tenet”). Segundo o site Deadline, a plataforma teria oferecido US$ 30 milhões pelos direitos mundiais da obra, rodada de forma íntima e em preto e branco, durante apenas duas semanas, com um orçamento baixíssimo, no momento em que os envolvidos estavam sem outros projetos. “Malcolm & Marie” foi o primeiro filme a completar sua produção durante a pandemia, e seus direitos teriam sido disputados por outras plataformas e até estúdios de cinema. O Deadline lista HBO, Amazon, Searchlight, MGM, Apple, A24 e Focus Features entre os interessados, o que teria feito o preço da produção disparar durante o mercado de negócios que acontece em paralelo ao Festival de Toronto. O longa foi escrito, dirigido e produzido por Levison, que ainda financiou as despesas de filmagem em conjunto com seus atores. Mas vale considerar que o projeto só existiu por causa de Zendaya. Durante a paralisação das gravações de “Euphoria”, a atriz ligou para Levinson perguntando se ele não teria algo fácil e rápido para filmar durante a quarentena, aproveitando que estavam todos parados. Em seis dias, Levinson escreveu “Malcolm e Marie”. A trama traz Washington e Zendaya como um cineasta e sua namorada, que voltam para casa após a estreia de um filme e esperando comemorar o sucesso. Em vez disso, o clima da noite muda quando revelações sobre seus relacionamentos começam a vir à tona, o que testa a força de seu amor. De acordo com a revista The Hollywood Reporter, parte da verba da negociação com a Netflix será doada à entidade beneficente Feeding America, que ajuda a alimentar necessitados nos EUA.

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  • Filme

    Musical com Meryl Streep e Nicole Kidman ganha data de estreia na Netflix

    13 de setembro de 2020 /

    O produtor e diretor Ryan Murphy revelou a data de estreia de sua nova atração na Netflix, “The Prom”, adaptação de um musical da Broadway, com Meryl Streep, Nicole Kidman e grande elenco. “Em 11 de dezembro, deixe a Netflix levá-lo ao baile (Prom) que você não teve neste ano”, escreveu Murphy no Instagram, ao lado de um cartaz que nomeia o elenco estrelado. Para o filme, Murphy juntou Meryl Streep, que já provou seu talento em musicais como “Mamma Mia!” e “Caminhos da Floresta”, Nicole Kidman, que retorna ao gênero após sua incursão em “Moulin Rouge!”, James Corden, outro cantor de “Caminhos da Floresta”, além de Keegan-Michael Key (“Predador”), Andrew Rannells (“Girls”), Kerry Washington (“Scandal”), Ariana DeBose (“Hamilton”) e outros. A trama dirigida pelo criador de “American Horror Story” tem um começo curioso na Broadway, antes de chegar no baile do título, no interior homofóbico dos Estados Unidos. Streep interpreta Dee Dee Allen, uma atriz de teatro duas vezes vencedora do Tony, que estrelou com Barry Glickman (Corden) num musical fracassado sobre a ex-primeira dama Eleanor Roosevelt. Após críticas terríveis que podem acabar com suas carreiras, eles decidem se juntar aos personagens de Kidman e Rannells, novatos na Broadway, em busca de uma causa capaz de despertar interesse público e mostrar que eles ainda são relevantes. Acabam descobrindo o caso de uma garota do Ensino Médio de Indiana que é proibida de levar a namorada no baile de formatura da escola, e resolvem se engajar em sua defesa. O papel da garota, chamada Emma, será desempenhado pela novata Jo Ellen Pellman (vista na série “Deuce”). A data de estreia no fim do ano sugere uma intenção de qualificar o filme para o Oscar. Ver essa foto no Instagram On DECEMBER 11, let Netflix take you to THE PROM you didn't get this year. Uma publicação compartilhada por Ryan Murphy (@mrrpmurphy) em 13 de Set, 2020 às 8:00 PDT

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  • Filme

    Após continuação, diretor quer transformar A Babá em trilogia

    13 de setembro de 2020 /

    Lançado na quinta (10/9), “A Babá: Rainha da Morte” pode não ser o final da história iniciada pelo filme “A Babá” em 2017. A continuação tem uma cena pós-créditos que alude à possibilidade de um terceiro longa e, numa entrevista deste fim de semana, o diretor McG confirmou que a cena é mais que uma sugestão. “Nós temos uma história, e eu coloco firmemente nas mãos do público”, disse McG ao site CBR. “Se eles quiserem, eles verão, se eles falarem ‘não, não queremos isso’, então não faremos. Eu adoraria fazer, porque adoraria terminar o arco do personagem de Cole”, revelou, referindo-se ao personagem de Juda Lewis. McG também comentou as reviravoltas que “Rainha da Morte” trouxe para a franquia, afirmando que guardou novidades para o possível desfecho da trilogia. “Eu amo as surpresas deste filme, e há algumas surpresas a mais para o terceiro filme”, afirmou. Na trama de “A Babá: Rainha da Morte”, Cole (Judah Lewis), o sobrevivente do massacre original, é convencido a deixar o estresse para trás e aproveitar um fim de semana distante de tudo. Só que os serial killers mortos no primeiro filme têm outros planos e retornam do além para nova tentativa de assassinar o adolescente. Assim, a continuação resgata todo o elenco original, inclusive intérpretes de personagens mortos. A lista inclui Robbie Amell, Bella Thorne, Emily Alyn Lind, Andrew Bachelor, Ken Marino, Hana Mae Lee, Leslie Bibb, Carl McDowell e Chris Wylde. A principal novidade fica por conta de Jenna Ortega, que viveu a jovem Jane na série “Jane the Virgin”. Já Samara Weaving, que virou estrela após interpretar a Babá original – desde então, fez “Casamento Sangrento” (Ready or Not) e “Bill & Ted: Encare a Música” – , retorna só numa pequena participação especial. Veja o trailer da sequência abaixo.

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  • Filme

    Ryan Reynolds revela ter voltado às filmagens de Red Notice

    13 de setembro de 2020 /

    O ator Ryan Reynolds (o Deadpool) revelou no seu Instagram que as filmagens da nova comédia da Netflix “Red Notice” já foram retomadas. A informação foi acompanhada por uma imagem em que ele aparece fazendo teste de covid-19 nos bastidores da produção, garantindo que todas as medidas sanitárias foram tomadas para garantir a segurança de todos. “De volta ao trabalho em ‘Red Notice’. O teste de covid é rápido e fácil. O médico coloca o cotonete em seu nariz, fundo o suficiente para despertar suas memórias de infância e então acaba. Não importa o que você diga a ele, ele não vai pagar um jantar antes”, brincou o ator. A aventura de assalto internacional também destaca em seu elenco Gal Gadot (a Mulher-Maravilha) e Dwayne Johnson (the Rock), e suas filmagens tinham sido suspensas em março, devido à pandemia de coronavírus. O filme é escrito e dirigido por Rawson Marshall Thurber (“Família do Bagulho”) e deve ser lançado em 2021 em streaming. Ver essa foto no Instagram Back to work on #RedNotice. The Covid Test is quick and easy. The doctor places the swab up your nose, just deep enough to tickle your childhood memories and then it’s over. No matter what you say to him, he won’t buy you dinner first. 📷: @blakelively Uma publicação compartilhada por Ryan Reynolds (@vancityreynolds) em 12 de Set, 2020 às 9:08 PDT

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  • Série

    Donna Troy vai reaparecer na 3ª temporada de Titãs

    13 de setembro de 2020 /

    O produtor de “Titãs”, Greg Walker, confirmou que Donna Troy, a Moça-Maravilha, vai voltar a aparecer na 3ª temporada. A presença de sua intérprete, Conor Leslie, no painel da DC Fandome após a morte da personagem na série foi a deixa para a confirmação. “Há maneiras de contornar as regras normais de vida ou morte, para aqueles de nós que são mais parecidos com humanos. Temos algumas oportunidades e histórias animadoras pela frente para Donna Troy e Rachel e, talvez, para todo o submundo. Vamos poder ver como é uma fase de transição”. A resposta sugere que a personagem pode reaparecer na dimensão infernal de onde saiu Trigun, o pai Ravena (a Rachel citada). Na 2ª temporada, Donna morreu eletrocutada, um ponto da trama que Walker disse que será revisitado. Quando questionado se a maneira como Donna morreu “afetaria como ela poderia viver”, Walker disse: “absolutamente”. Vale lembrar que Donna Troy morreu nos quadrinhos também, durante a minissérie crossover “Titans/Young Justice: Graduation Day” de 2003. Neste arco, ela não sobreviveu a uma luta feroz com a versão robô de Superman. Mas aquele não foi o fim da heroína, que voltou em 2005 numa edição especial – batizada justamente de “The Return of Donna Troy”, onde descobre ser a única pessoa do multiverso com lembrança de todas as suas existências nas diferentes Terras paralelas – e não apenas da existência “oficial” – , após a fusão de “Crise nas Infinitas Terras”. A 3ª temporada de “Titãs” também introduzirá Barbara Gordon e a versão vilã de Jason Todd – Robin vai virar o Capuz Vermelho (saiba mais). Ainda não há previsão para a estreia dos novos episódios, que não tem nem mesmo plataforma garantida, devido à política de implosão da DC Universe levada adiante pela WarnerMedia, mas no Brasil a série vai continuar a ser exibida pela Netflix.

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  • Série

    Ator sai de Cara Gente Branca alegando discriminação racial

    12 de setembro de 2020 /

    O ator Jeremy Tardy saiu da série “Cara Gente Branca”, que foi renovada para sua 4ª e última temporada na Netflix. E saiu atirando, alegando racismo da produtora Lionsgate. Trata-se de uma grande ironia, considerando o tema da série. O intérprete de Rashid Bakr divulgou um comunicado em suas redes sociais em que afirma ter sofrido discriminação racial na hora de renegociar seu contrato. Segundo ele, a produtora se recusou a negociar seu salário após receber uma contra-proposta de sua equipe, mas não teve dificuldades para acomodar um colega de elenco branco que conseguiu negociar um valor maior. Leia abaixo a íntegra do comunicado do ator. “Infelizmente não voltarei para a 4ª e última temporada de ‘Cara Gente Branca’ da Netflix por conta da minha experiência com a Lionsgate e suas práticas de discriminação racial. Após receber a oferta para retornar para alguns episódios, minha equipe foi notificada que nossa contra-oferta não seria considerada e que a oferta inicial seria ‘a mais alta e final’. Essa notícia foi perturbadora porque um dos meus colegas brancos – sendo um verdadeiro aliado – revelou que eles fizeram a mesma oferta inicial e negociaram uma contra-oferta de forma satisfatória. Minha equipe revelou essa questão para a Lionsgate e os produtores mantiveram sua posição de que o ator branco estava disponível para negociações enquanto eu não estava – independente dos meus créditos e experiência. Com essa informação, seis membros do elenco recorrente, incluindo eu mesmo, nos organizamos para negar as ofertas iniciais da Lionsgate na segunda-feira 31 de agosto. Nossa intenção foi fazer um movimento poderoso como unidade no processo de negociação e, mais importante, nos posicionarmos no princípio básico de que essa não é simplesmente uma questão monetária. Estávamos todos cientes da notória disparidade salarial entre pessoas negras e nossos colegas brancos nas séries da Netflix e da Lionsgate; então isso deixou o buraco flagrantemente óbvio. Entretanto, nosso poder de barganha coletivo foi minado por ofertas paralelas e falta de transparência. Essas táticas levaram alguns indivíduos a assinar contratos antes de o grupo coletivo receber um processo de negociação justo e igualitário. Essas empresas recentemente lançaram comunicados e até fizeram doações em apoio ao movimento Black Lives Matter (Vidas Negras Importam). Estou denunciando suas práticas vergonhosas de discriminação e desigualdade racial tendo em mente como eles sempre desvalorizaram e rebaixaram pessoas negras. Ser politicamente correto da boca pra fora com gestos simbólicos não te absolvem da responsabilidade diária de fazer negócios de uma maneira igualitária e justa. O fato de que isso ocorreu nos bastidores de um programa cujo propósito é abordar problemas sistêmicos do racismo e da discriminação só mostra a grande auge da hipocrisia. Lionsgate. Netflix. Eu estou te vendo. Nós estamos te vendo.” Em resposta, a Lionsgate negou as acusações de discriminação. Em seu próprio comunicado, a produtora afirma que a questão foi “uma negociação puramente financeira ligada a termos de contrato. A Lionsgate está comprometida a tratar de forma igualitária todos os seus talentos, independente de raça, gênero, idade ou orientação sexual. Estamos muito orgulhosos de ‘Cara Gente Branca’ e seu espaço na conversa nacional sobre igualdade racial e justiça social, e estamos ansiosos para iniciar a produção da 4ª temporada”. Baseada no aclamado filme independente de mesmo nome, a série satiriza a “América pós-racial” ao retratar a vida de estudantes negros em uma conceituada universidade predominantemente branca. A atração faz um questionamento extensivo do racismo no mundo moderno, sem poupar sequer o pensamento politicamente correto e condescendente a respeito da diversidade racial. A série foi criada pelo diretor e roteirista Justin Simien, responsável pelo longa original, premiado no Festival de Sundance de 2014, e além de explorar questões de raça, também discute classes sociais e sexualidade. Assim como as três temporadas anteriores, a season finale terá 10 episódios. A data de estreia dos capítulos finais ainda não foi divulgada. Unfortunately I will not be joining NETFLIX’s Dear White People for its fourth and final season due to my experience… Publicado por Jeremy Tardy em Sexta-feira, 11 de setembro de 2020

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  • Filme

    Netflix adquire filme premiado no Festival de Veneza

    12 de setembro de 2020 /

    A Netflix anunciou a compra dos direitos de “Pieces of a Woman”, poucas horas após o filme ser premiado no Festival de Veneza. O drama do húngaro Kornél Mundruczó (de “White Dog”) rendeu o troféu de Melhor Atriz para a inglesa Vanessa Kirby (a princesa Margaret de “The Crown”) e será exibido pela primeira vez na América do Norte neste domingo (12/9), no Festival de Toronto. A trama gira em torno de uma jovem mãe (Kirby), que após perder o filho natimorto inicia uma odisseia de um ano de luto que atinge seu marido (Shia LaBeouf), sua mãe (Ellen Burstyn) e sua parteira (Molly Parker). No filme, Martha é uma executiva muito rígida e Shawn um operário da construção civil com um passado volátil. Eles encontraram o amor apesar da diferença de classe e estão esperando ansiosamente seu primeiro filho. Mas complicações com a parteira interrompem o planejado parto em casa, enviando o casal à tragédia numa sequência devastadora. Em comunicado, o diretor Mundruczó afirmou: “Como cineasta europeu, não poderia estar mais animado e agradecido por encontrar uma casa para este filme na Netflix. Seu gosto pelo cinema independente parece a da United Artists dos anos 1970. A verdadeira campeã dos cineastas e vozes originais de hoje.” O filme inclui entre seus fãs o cineasta Martin Scorsese, que se tornou produtor do longa no mês passado, justamente para facilitar as negociações para sua distribuição internacional. Na ocasião, ele disse ao site Deadline “É uma sorte ver um filme que te pega de surpresa. É um privilégio ajudá-lo a encontrar o amplo público que merece. ‘Pieces of a Woman’ para mim foi uma experiência profunda e comovente. Eu fiquei emocionalmente investido nele desde a primeira cena, e a experiência só se intensificou enquanto eu assistia, fascinado pela realização do filme e pelo trabalho de um elenco esplêndido, que inclui minha velha colega Ellen Burstyn. Você se sente como se tivesse caído no vórtice de uma crise familiar e conflito moral com todas as suas nuances, puxado com cuidado e compaixão, mas sem julgamento. Kornél Mundruczó tem um estilo fluido e imersivo com a câmera que torna difícil desviar o olhar e impossível não se importar”.

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  • Filme

    Netflix incentiva detratores a verem Lindinhas

    11 de setembro de 2020 /

    A Netflix divulgou um vídeo com bastidores e depoimento da diretora de “Lindinhas” (Cuties/Mignonnes), filme que a própria Netflix polemizou por vacilo de seu marketing. No vídeo, Maïmouna Doucouré, que também escreveu o filme, explica sua intenção com a obra e como se inspirou em sua própria história, em meio ao fogo-cruzado que vem se abatendo sobre ela na internet. Maïmouna Doucouré foi uma das primeiras mulheres negras a vencer o prêmio de Melhor Direção no Festival de Sundance e recebeu elogios rasgados da crítica internacional por seu trabalho – 88% de aprovação no Rotten Tomatoes – , mas por um equívoco calamitoso da Netflix acabou virando alvo de uma guerra cultural. Um cartaz da plataforma sensualizou as personagens pré-adolescentes da produção e deu outro sentido à obra. A Netflix assumiu o erro e pediu desculpas. Mas isso não arrefeceu campanhas ativas contra a produção na internet, que incentivam quem não o viu a dar “dislikes” e notas baixas em sites como o Rotten Tomatoes, IMDb e Metacritic, além de difundir hashtags pedindo boicotes. A diretora contou que tem recebido até ameaças de morte. Além do vídeo com a diretora, a Netflix também emitiu um novo comunicado junto com o lançamento, que aconteceu nesta sexta (11/9), incentivando os detratores a perceberem que o filme se preocupa com as mesmas coisas que os escandalizam. “‘Cuties’ é uma crítica social à sexualização de crianças. É um filme premiado, com uma história poderosa sobre a pressão que jovens meninas sofrem das redes sociais e da sociedade em geral enquanto crescem – e encorajamos qualquer pessoa que se importa com este tema fundamental a assistir ao filme”, diz o texto oficial. Por curiosidade, o filme acabou sendo lançado no Brasil com o título original, “Mignonnes” em francês, após toda a confusão. Mas durante a divulgação inicial, ele ficou conhecido como “Lindinhas” no país. Mudar o título não muda o filme, só mostra que o marketing da Netflix não funciona mesmo como deveria.

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    Western afro-americano de Jay-Z vai reunir Idris Elba, Regina King e grande elenco

    11 de setembro de 2020 /

    A Netflix revelou o elenco de “The Harder They Fall”, western produzido pelo rapper Jay-Z. E é uma reunião impressionante de astros afro-americanos. Regina King (“Watchmen”), Zazie Beetz (“Coringa”), Lakeith Stanfield (“Entre Facas e Segredos”), Delroy Lindo (“Destacamento Blood”), Edi Gathegi (“Briarpatch”), Danielle Deadwyler (“P-Valley) e RJ Cyler (“Scream: The TV Series”) juntaram-se a Idris Elba (“Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”) e Jonathan Majors (“Lovecraft Country”) na produção. Elba e Majors estavam escalados desde o ano passado nos papéis principais. A trama acompanha Nat Love (Majors), bandido que descobre que seu inimigo, Rufus Buck (Idris Elba), está para sair da prisão. Assim, Love reúne sua gangue para caçar Buck e se vingar. O filme tem roteiro de Boaz Yakin (de “Fresh” e “Truque de Mestre”) e será o segundo western afro-americano do diretor Jeymes Samuel, que estreou com “They Die By Dawn” – juntando Michael Kenneth Williams, Giancarlo Esposito, Rosario Dawson e Jesse Williams em 2013 – , antes de assinar o clipe de “Legacy”, de Jay-Z. As filmagens devem começar ainda este ano para um lançamento em 2021 na plataforma de streaming. Okay, the anticipation for “The Harder They Fall” just got SUPER real!! The amazing Zazie Beetz, Regina King, Delroy Lindo, LaKeith Stanfield, Danielle Deadwyler, Edi Gathegi and RJ Cyler join Jonathan Majors and Idris Elba in the Western – coming soon to @netflix!! pic.twitter.com/MHvhOdIUNH — Strong Black Lead (@strongblacklead) September 11, 2020

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