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  • Série

    Top 10 das séries online destaca volta de Star Trek: Discovery

    16 de outubro de 2020 /

    Num fim de semana com muitas estreias da Netflix, a série mais esperada é uma continuação, a 3ª temporada de “Star Trek: Discovery”, que basicamente reinventa a atração. A lista ainda inclui dramas adolescentes, comédias, um terror francês de época e animações, incluindo um anime clássico japonês. Confira abaixo as 10 séries que movimentam o streaming neste fim de semana. Star Trek: Discovery | EUA | 3ª Temporada A produção que revitalizou a franquia “Star Trek” avança no tempo em seus novos episódios, mais exatamente 930 anos no futuro, para levar a nave Discovery a uma época em que a Federação dos Planetas Unidos – e tudo que a tripulação conhece e acredita – não existe mais. Seu desafio passa a ser resgatar os antigos valores de paz, fraternidade e prosperidade de sua origem histórica num tempo de distopias e desilusão – que serve de analogia para o mundo atual. A viagem no tempo também muda a perspectiva da série, que começou como prólogo da primeira “Star Trek” de 1966, fazendo sua cronologia avançar para além até de “Star Trek: Pìcard”. Este recurso narrativo abre uma infinidade de possibilidades para os roteiristas, livrando-os das amarras canônicas ao colocar os personagens num período histórico nunca antes abordado na saga intergaláctica. Com capítulos disponibilizados semanalmente às sextas, um dia após a exibição nos EUA, a temporada chega ao streaming com as críticas mais positivas já recebidas pela atração (100% no Rotten Tomatoes), trazendo ainda a bordo os primeiros personagens trans e não-binário do universo trekker. Disponível na Netflix Grand Army | EUA | 1ª Temporada Criada por Katie Cappiello e inspirada em sua peça “Slut”, a nova série dramática adolescente da Netflix acompanha alunos da maior escola pública de ensino médio do Brooklyn, em Nova York, enquanto lutam para ter sucesso, sobreviver, se aventurar e conquistar um lugar no futuro. Entre eles está a adolescente Joey Del Marco (Odessa A’zion, da série “Fam” e filha da comediante Pamela Adlon), que sofre uma agressão sexual e ao buscar justiça ocasiona rupturas na escola. O realismo da abordagem de vários temas polêmicos, como violência sexual, racismo e bullying, recebeu muitos elogios da crítica americana. Com 83% de aprovação, a série é uma rara e bem-vinda exceção na programação da plataforma, repleta de produções sobre adolescentes de mentirinha vivendo crises superficiais e romances de Sessão da Tarde. Além disso, seu elenco de jovens estreantes está cheio de revelações. Disponível na Netflix La Révolution | França | 1ª Temporada Terror de época, a série reconfigura a Revolução Francesa como uma trama de pseudos vampiros-zumbis. O protagonista é uma figura real, o médico Joseph-Ignace Guillotin (Amir El Kacem, de “Comboio Furioso”), cujo nome é associado à invenção da guilhotina, mas que na trama é responsável por descobrir o vírus estranho que infecta a aristocracia, transformando os nobres em canibais de sangue literalmente azul, após o rei Louis XVI realizar rituais profanos em busca da perpetuação eterna do Ancien Régime. A série foi criada por Aurélien Molas (“Trauma”) e tem escala épica, locações históricas, figurino caprichado e elenco numeroso, mas nenhuma intenção educativa. Disponível na Netflix Alguém Tem que Morrer | México | Temporada Única Estrelada por Carmen Maura (“Volver”), atriz espanhola de vários filmes de Pedro Almodóvar, a minissérie é ambientada nos anos 1950 e acompanha uma família tradicional e conservadora, que vive de falsas aparências. A trama envolve a volta do filho Alejandro à casa dos pais, que planejam apresentar-lhe à noiva num casamento arranjado. Entretanto, eles são surpreendidos quando o rapaz chega acompanhado por um misterioso bailarino, que causa tumulto no cotidiano da família. Carmen Maura é a matriarca da família e o elenco também destaca Alejandro Speitzer (de “Desejo Sombrio”) como o protagonista e Ester Expósito (de “Elite”) como sua noiva. Por curiosidade, os dois são um casal na vida real. Criada por Manolo Caro (o criador de “A Casa das Flores”), a atração tem apenas três episódios. Disponível na Netflix Distanciamento Social | EUA | Temporada Única Produzida pela produtora-roteirista Jenji Kohan (criadora da série “Orange is the New Black”), a comédia realizada no auge da pandemia conta histórias passadas durante a quarentena, registrando a interação do elenco com companheiros de isolamento e também por meio de videoconferências. A ideia é similar a antologia “Amor e Sorte”, da Globo, inclusive no detalhe dos casais reais (Becky Ann Baker e Dylan Baker, por exemplo), mas com mais Zoom. São oito episódios independentes com narrativas que enfatizam conversas por celular e webcam sobre temas como isolamento, solidão, tédio, amor e até o movimento Black Lives Matter (vidas negras importam). No elenco, estão alguns atores conhecidos dos fãs de séries, como Mike Colter (o “Luke Cage”), Danielle Brooks (“Orange Is the New Black”), Asante Blackk (“This Is Us”), Peter Scanavino (“Law & Order: SVU”), Guillermo Diaz (“Scandal”) e Oscar Nunez (“The Office”). Disponível na Netflix Athena | Reino Unido | 1 Temporada A série teen britânica de 2018 projetou Ella Balinska e traz a estrela do recente “As Panteras” como uma modelo que, após acabar a carreira com comentários impulsivos, decide entrar numa escola de artes visuais para virar estilista de moda e criar seus próprios vestidos. A trama acompanha sua trajetória na prestigiosa escola que batiza a atração, enquanto faz amizades com os mais diferentes estudantes. Criada por Holly Philips (“Nearly Famous”), a atração tem 26 episódios, uma vibe de “jovens artistas iniciantes” que antecipou “Katy Keene” (disponível na HBO Go) e ainda não foi renovada. Disponível na Globoplay Dando um Tempo com Bert Kreischer | EUA | 1ª Temporada O comediante Bert Kreischer convida amigos para o acompanharem em seu isolamento numa cabana no meio da floresta para cuidar da mente, do corpo e da alma. Disponível na Globoplay 4 Contra o Apocalipse | EUA | 3ª Temporada A adaptação animada dos livros de Max Brallier acompanha os quatro últimos adolescentes da Terra, que vivem numa casa de árvore enfeitada, jogam videogame, empanturram-se de doces e lutam contra zumbis, dragões e monstros variados após o apocalipse. O elenco de dubladores é liderado por Nick Wolfhard, o irmão mais velho de Finn Wolfhard (da série “Stranger Things”) e a lista de convidados inclui vozes monstruosas de Mark Hamill (o Luke Skywalker de “Star Wars”), Catherine O’Hara (a mãe de “Esqueceram de Mim”), Bruce Campbell (o Ash de “Evil Dead”) e Rosario Dawson (a Claire Temple de “Luke Cage”). Na nova temporada, um breve contato de rádio revela que os protagonistas não são realmente os sobreviventes finais da humanidade. Disponível na Netflix Kipo e os Animonstros | EUA | 3ª Temporada A última temporada da série pós-apocalíptica conclui a trama com 10 episódios, em que a protagonista enfrenta seu inimigo mais assustador: Dra. Emilia, que planeja eliminar as criaturas mutantes para tornar a superfície “segura” para os humanos. Mas Kipo tem uma visão otimista de que todos podem conviver. Para realizar esse sonho, ela deve se apoiar em seus amigos e assumir um papel para o qual pode não estar pronta. Produzida pela Dreamworks Animation, a série é uma criação de Radford Sechrist (desenhista de “Kung Fu Panda 2” e “Como Treinar o seu Dragão 2”) e Bill Wolkoff (roteirista de “Star Wars: Rebels” e “Once Upon a Time”) e destaca em seu elenco de vozes a atriz Karen Fukuhara (“The Boys” e “Esquadrão Suicida”) como Kipo. Disponível na Netflix One Piece | Japão | 1ª Temporada Um dos animes mais famosos de todos os tempos, a produção de 1999 baseada no mangá de Eiichiro Oda chega na Netflix remasterizada e redublada. Só a 1ª temporada tem 130 episódios, que seguem um grupo de piratas liderado por Monkey D. Luffy. O garoto pretende se tornar o Rei dos Piratas e para isso deve encontrar o lendário One Piece, um tesouro escondido capaz de torná-lo imbatível, segundo as lendas. O problema é que ele não é o único atrás da fortuna. O sucesso da série se deve à sua capacidade de alternar ação e melodrama, com temas como família, perda e perseguição de sonhos. Atualmente, já são mais de 900 episódios lançados – sem contar os longas animados – , o que faz de “One Piece” um dos animes mais longos já produzidos. Disponível na Netflix

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  • Filme

    Os 7 de Chicago é a principal estreia do Top 10 online da semana

    16 de outubro de 2020 /

    A programação de estreias digitais da semana tem como grande destaque o primeiro dos quatro dramas que a Netflix vai tentar emplacar no Oscar 2021. E “Os 7 de Chicago” começou bem sua trajetória, com 94% de aprovação no Rotten Tomatoes e menções especialmente elogiosas ao roteiro de Aaron Sorkin, que já tem um Oscar por “A Rede Social” (2010). Ele também dirige o filme, após Steven Spielberg abrir mão da vaga devido a excesso de projetos. Em desenvolvimento há mais de uma década, o longa foi escrito por Sorkin em 2008 para Spielberg dirigir, mas, como o cineasta não encontrou tempo em sua agenda, o próprio Sorkin, que se lançou como diretor com “A Grande Jogada” (2017), acabou assumindo seu comando. O Top 10 ainda inclui mais dois novos volumes do projeto de terror da Amazon “Welcome to the Blumhouse”, dedicado a novos cineastas e produzido pelo estúdio que lançou “Atividade Paranormal”, “Corra” e “O Homem Invisível”. Além disso, um terrir infantil também ajuda os fãs do gênero a entrar no clima do vindouro Halloween. A lista abaixo ainda traz sugestões de dramas premiados no circuito dos festivais, mas já não é tão forte, refletindo uma semana com menos lançamentos online que as anteriores, após a reabertura dos cinemas em São Paulo e Rio. Para completar, filmes como “Alice Junior” e “Dunkirk”, que chegaram na Netflix, não estão na lista pelo fato de não serem realmente lançamentos. São novidades apenas para os assinantes da plataforma, pois já podem ser vistos em VOD há algum tempo. De todo modo, fica a dica dos dois títulos para quem só usa esse serviço. Os 7 de Chicago | EUA | 2020 O novo filme de Aaron Sorkin, que tem produção de Steven Spielberg e é uma aposta da Netflix para o Oscar 2021, recria a história verídica do confronto entre manifestantes pacíficos e a polícia durante a Convenção Nacional Democrata de 1968 na cidade americana de Chicago, cujas imagens, que ganharam manchetes na época, continuam tão atuais hoje quanto foram há meio século. Os organizadores do protesto – incluindo Abbie Hoffman, Jerry Rubin, Tom Hayden e Bobby Seale – foram acusados ​​de conspiração e incitação ao tumulto e o julgamento que se seguiu foi um dos mais notórios da história dos EUA. Os oito líderes se tornaram o centro de um debate na sociedade americana sobre os limites do direito de protesto e do uso da força policial para conter manifestações pacíficas. O caso também atraiu a atenção da mídia por refletir a repressão dos movimentos que se opunham à Guerra do Vietnã e assumiam posturas pacifistas. Alguns dos ativistas acabaram condenados, enquanto outros foram inocentados – eventualmente, no entanto, todas as sentenças foram suspensas. Vale observar que essa história já foi filmada antes em “The Chicago 8” (2011), uma produção indie de pouca repercussão. A diferença no número de ativistas daquele filme é que ele contou Bobby Seale, fundador dos Panteras Negras e “oitavo acusado”, que acabou não indo a julgamento junto com os demais por ter sido condenado rapidamente por desacato e enviado à prisão pelo juiz do caso. Ele era o único negro do grupo. O elenco é bastante estrelado, a começar pelos oito de Chicago: Sacha Baron Cohen (“Alice Através do Espelho”), Eddie Redmayne (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”), Jeremy Strong (“Succession”), Alex Sharp (“As Trapaceiras”), John Carroll Lynch (“Fome de Poder”), Danny Flaherty (“The Americans”), Noah Robbins (“Evil”) e Yahya Abdul-Mateen II (“Watchmen”) como Bobby Seale. Além deles, o elenco destaca Joseph Gordon-Levitt (“Power”), Frank Langella (“Kidding”), Mark Rylance (“Ponte dos Espiões”), Michael Keaton (“Homem-Aranha: De Volta para Casa”) e Kelvin Harrison Jr. (“Ondas”). Disponível na Netflix. Manual de Caça a Monstros | EUA | 2020 A comédia de terror infantil conta a história de uma babá que tenta resgatar crianças raptadas por monstros. Para isso, ela recebe ajuda de outras babás de uma sociedade secreta, encarregadas de enfrentar ameaças sobrenaturais e manter as crianças seguras até a volta de seus pais. Baseado nos livros de Joe Ballarini (“My Little Pony: O Filme”), o filme dirigido Rachel Talalay (“Tank Girl”) tem como ponto alto a participação de Tom Felton (o Draco Malfoy de “Harry Potter”), irreconhecível como o deformado Grand Guignol, líder dos monstros. Ele é o motivo para ver esse programa de Halloween para crianças, pois não rouba só as crianças da trama, mas todas as cenas do elenco, formado ainda por Tamara Smart (“A Pior das Bruxas”), Oona Laurence (“Perfeita é a Mãe!”), Ian Ho (“Elinor Wonders Why”) e Indya Moore (“Pose”). Disponível na Netflix. Verdade e Justiça | Estônia | 2019 O candidato estoniano ao Oscar 2020 reflete a luta de um agricultor do século 19, que pretende criar sua família num território difícil, mas é confrontado pela natureza e por um vizinho mesquinho, que se vangloria de já ter feito dois antigos proprietários desistirem daquelas terras. Aos poucos, sonho e obsessão se confundem e encaminham a história para um confronto. Elogiadíssimo longa de estreia do premiado curta-metragista Tanel Toom, “Verdade e Justiça” é baseado numa volumosa saga de Anton Hansen Tammsaare (1878-1940), considerada uma das obras essenciais da literatura estoniana. Disponível na Apple TV/iTunes, Now e Vivo Play. O Conto das Três Irmãs | Turquia | 2019 Consagrado nos festivais de Sofia, Saravejo e Istambul, o terceiro longa de Emin Alper combina conto de fadas com drama fatalista, ao acompanhar três garotas de um vilarejo pobre no centro da Península de Anatólia, que são enviadas pelo pai a uma família rica da cidade grande para trabalharem como babás e empregadas domésticas. Entretanto, são devolvidas por desagradarem aos patrões. Enquanto o pai tenta resolver a situação, as irmãs sonham com um futuro longe dali. Disponível no Vivo Play. Até que Você Me Ame | EUA | 2018 Muito falado, este suspense psicológico de baixíssimo orçamento antecipou a acusação de misoginia feita contra “365 Dias” (2020), ao transformar a premissa do sucesso “romântico” da Netflix numa verdadeira “Louca Obsessão” (1990). A trama acompanha uma mulher mantida cativa para se apaixonar por seu sequestrador. A obsessão é tão doentia que ela tem as pernas feridas – e tratadas, de forma fetichista – para não ter sequer a capacidade de escapar. Mas a mulher não se dá por vencida e encontra formas de se exercitar e recuperar a mobilidade. Uma curiosidade da produção é que a norueguesa Ingvild Deila foi dublê de corpo de Carrie Fisher, aparecendo como a versão jovem da Princesa Leia em “Rogue One” (2016). Disponível na Apple TV/iTunes, Looke, Sky Play e Vivo Play. Noturno | EUA | 2020 Terceiro volume da coleção “Welcome to the Blumhouse”, produzida pela produtora de terror Blumhouse (“Atividade Paranormal”, “Corra”, “O Homem Invisível”) e dedicada a novos talentos, a produção marca a estreia da curtametragista Zu Quirke (“Ghosting”) em longas. “Nocturne” (título original) se passa numa academia de artes, onde uma estudante de música tímida começa a ofuscar sua irmã gêmea mais talentosa e extrovertida após descobrir um caderno misterioso, pertencente a um colega de classe recém-falecido. O elenco é encabeçado pelas jovens Sydney Sweeney (“Euphoria”) e Madison Iseman (“Jumanji: Próxima Fase”). Disponível na Amazon Prime Video. Mau-Olhado | EUA | 2020 O quarto título da antologia “Welcome to the Blumhouse”, produzida pela produtora Blumhouse para lançar novos talentos, destaca Elan Dassani e Rajeev Dassani, profissionais de efeitos visuais de séries como “Scandal” e “How to Get Away with Murder”, que assinam seu primeiro trabalho de direção: um romance de terror. A trama de “Evil Eye” (título original) acompanha um relacionamento aparentemente perfeito, que se transforma em pesadelo quando uma mãe (Sarita Choudhury, de “Homeland”) se convence de que o novo namorado de sua filha (Sunita Mani, de “GLOW”) tem uma ligação sombria com seu próprio passado. É o exemplar mais fraco da coleção, que ainda inclui “Caixa Preta” (o melhor) e “Mentira Incondicional”, disponibilizados no fim de semana passado. Disponível na Amazon Prime Video. BLACKPINK: Light Up the Sky | Coreia do Sul | 2020 Documentário sobre o fenômeno do K-Pop BLACKPINK. A produção conta a história do grupo, que foi reunido pela agência de talentos/produtora/gravadora YG Entertainment quando suas integrantes ainda eram pré-adolescentes, mostrando a amizade que se formou entre as meninas (nem todas sul-coreanas), que passaram a morar juntas, a pressão pelo sucesso e a conquista do público americano após a aparição no Festival de Coachella. O filme chega poucos dias após o lançamento do “The Album”, que por incrível que pareça é apenas o primeiro álbum oficial do grupo. Disponível na Netflix. A Parte do Mundo que me Pertence | Brasil | 2017 Premiado no Festival do Rio, o documentário examina sonhos e desejos das pessoas comuns. A vida cotidiana de personagens anônimos, que o cineasta mineiro Marcos Pimentel encontra pelas ruas de Belo Horizonte. Entre uma menina com síndrome de down que deseja se tornar bailarina e um trabalhador que quer reformar a própria casa, o diretor revela o quanto um sonho é importante para a vida das pessoas. Disponível na Apple TV/iTunes, Google Play, Sky Play, Vivo Play e YouTube Filmes. Batman: Morte em Família | EUA | 2020 A nova animação da DC Comics adapta a famosa história homônima dos quadrinhos, publicada em 1988, que narra a trágica morte do segundo Robin, Jason Todd, nas mãos do Coringa. Assim como o destino do personagem foi escolhido pelos fãs, em votação telefônica, a produção também chega com opções interativas, em que o espectador deverá escolher o rumo da trama. Vale observar que a morte de Robin acabou desfeita anos depois, após vir à tona que a votação que resultou na tragédia foi manipulada por hackers amadores. O personagem foi reincorporado como o vilão Capuz Vermelho. O lançamento cobre esse arco e também funciona como um prólogo de “Batman contra o Capuz Vermelho”, animação lançada em 2010. Disponível na Apple TV/iTunes e Google Play.

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  • Etc

    Netflix anuncia novo festival Tudum com apresentação de Maisa

    15 de outubro de 2020 /

    A Netflix anunciou a segunda edição do Tudum, sua “Comic Con” brasileira, após o sucesso do evento de janeiro passado. A diferença é que, em vez de trazer artistas, como Lana Condor e Noah Centineo, casal de “Para Todos os Garotos que já Amei” que desembarcou em São Paulo para o evento original, a nova versão do Tudum será virtual, após sofrer uma mutação completa devido ao coronavírus. Dividida em partes, a programação inclui revista de papel, convenção virtual e um esboço de programa de entrevistas da Maisa. Já explicamos. Para começar, Tudum 2 (a missão) será um “almanaque”. Como o público da Netflix pode não saber o que é um almanaque, já que isso é da época de seus (bis)avós, trata-se de uma revista especial de entretenimento com muitas páginas. No caso da versão da plataforma, serão 100 páginas reunidas numa publicação impressa e digital, trazendo histórias, jogos e atividades interativas sobre as séries e filmes da Netflix. Com 100 mil exemplares impressos, o almanaque trará entrevistas, curiosidades e quizzes (também conhecidos, na época dos almanaques, como testes de conhecimentos) com os personagens das produções do serviço. Haverá, ainda, destaque para temas importantes ligados à representatividade e diversidade presentes nos conteúdos da Netflix, além de itens colecionáveis como adesivos, paper toys e pôsteres. Quem quiser receber a revista impressa em casa precisa se inscrever pelo site: tudumnetflix.com.br. As inscrições abrem nesta sexta (16/10) e são limitadas à quantidade de exemplares disponíveis. Mas o almanaque também poderá ser acessado em sua versão digital, a partir do dia 26 de outubro no mesmo site. Depois disso, começa a segunda parte da brincadeira. Entre os dias 3 e 5 de novembro, o Tudum inicia seu “festival digital”, que na verdade será uma variação do conceito de “convenção virtual”, com participação de convidados por videoconferência. A lista de artistas confirmados inclui Joel Courtney (“A Barraca do Beijo”), Ashley Park e Lucas Bravo (“Emily em Paris”), Ana Becerril e Yankel Stevan (“Control Z”), Bruna Mascarenhas, Jottapê e Christian Malheiros (“Sintonia”), Felipe Castanhari (“Mundo Mistério”) e o rapper Emicida (que terá um documentário exibido na plataforma). A diferença em relação aos eventos virtuais já realizados neste ano, como a Comic-Con Internacional, a Comic Con de Nova York e a DC Fandome, é que haverá uma única apresentadora para todas as atrações. Maisa Silva inicia sua nova relação com a Netflix mediando o Tudum e fazendo perguntas para os convidados, como se fosse seu “Programa da Maisa”. Para completar, os fãs ainda terão a oportunidade de participar diariamente de encontros individuais, cara a cara com seus ídolos — via inscrições (vai ter fila e tempo limite). A forma como isso vai funcionar será explicada ao vivo, durante o festival.

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  • Filme

    Leonardo DiCaprio e Meryl Streep se juntam a Jennifer Lawrence em comédia da Netflix

    14 de outubro de 2020 /

    O diretor Adam McKay (“Vice”) juntou um elenco de peso para sua estreia na Netflix, com muitos oscarizados que também nunca tinham trabalhado antes numa produção da plataforma de streaming. Depois de definir Jennifer Lawrence (“Mãe!”) no papel principal da comédia “Don’t Look Up”, ele acrescentou Rob Morgan (“A Fotografia”) e Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”), e agora chutou as expectativas para o infinito, com o anúncio dos nomes de – ninguém menos que – Leonardo DiCaprio (“Era uma Vez em Hollywood”), Meryl Streep (“A Dama de Ferro”), Jonah Hill (“O Lobo de Wall Street”), Himesh Patel (“Yesterday”), Timothée Chalamet (“Me Chame pelo seu Nome”), Matthew Perry (“Friends”), Tomer Sisley (“Messiah”), o rapper Kid Cudi (“We Are Who We Are”) e até a cantora Ariana Grande (“Sam & Cat”). Na produção, Lawrence vai viver uma astrônoma que descobre a aproximação de um cometa que poderá destruir o planeta Terra. Mas ao sair alertando o mundo pela imprensa, ela e um colega são recebidos com desdém e descrença. DiCaprio foi confirmado como o outro cientista. Esta premissa já foi filmada várias vezes (quem não lembra “Armageddon”?) e uma versão alternativa (a lua em vez de meteoro/cometa) servirá de base para o próximo filme apocalíptico de Roland Emmerich (“2012”), batizado de “Moonfall”. A diferença é que McKay pretende contar a história como comédia. Além de dirigir o filme, ele também assina o roteiro. As filmagens estão marcadas para começar no dia 19 de novembro, mas ainda não há uma previsão para a estreia.

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  • Filme

    Era uma Vez um Sonho: Glenn Close e Amy Adams são mãe e filha em trailer dramático

    14 de outubro de 2020 /

    A Netflix divulgou cinco fotos, o pôster e o trailer legendado de “Era uma Vez um Sonho” (Hillbilly Elegy), novo filme do diretor Ron Howard (“Han Solo: Uma História Star Wars”). A prévia dramática destaca as interpretações de Glenn Close (“A Esposa”) e Amy Adams (“Objetos Cortantes”) como mãe e filha. O drama é baseado no livro “Hillbilly Elegy: A Memoir of a Family and Culture in Crisis”, do escritor JD Vance, lançado no Brasil com o título de “Hillbilly: Era Uma Vez Um Sonho” (veja abaixo). A “elegia caipira” é a história de um estudante de direito que se vê de volta em sua cidade natal, onde se confronta com a crise de várias gerações de sua família, marcada pela pobreza, alcoolismo e trauma. A história foi inspirada na vida do próprio autor. O livro foi adaptado por Vanessa Taylor, co-roteirista de “A Forma da Água” e é uma das principais apostas da Netflix para o Oscar 2021, junto com “Mank”, de David Fincher, e “Os 7 de Chicago”, de Aaron Sorkin. O elenco também inclui Gabriel Basso (“Escola de Espiões”), Haley Bennett (“O Diabo de Cada Dia”), Freida Pinto (“Mogli: Entre Dois Mundos”), Bo Hopkins (“A Espera da Felicidade”) e Owen Asztalos (“Diário de um Banana: Caindo na Estrada”). A estreia está marcada para 24 de novembro em streaming e em “cinemas selecionados”.

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  • Série

    Bárbaros: Trailer de nova série épica mostra maior derrota do Império Romano

    14 de outubro de 2020 /

    A Netflix divulgou mais de 30 fotos, os pôsteres e o trailer de “Bárbaros” (Barbaren), nova série alemã que se passa na época do Império Romano. No estilo das batalhas épicas de “Vikings”, a atração vai contar como tribos guerreiras germânicas rivais formaram uma aliança estratégica para lutar contra três legiões do Exército Romano na Batalha da Floresta de Teutoburgo em 9 DC, considerada a maior derrota do exército de Roma. A série é estrelada pelo austríaco Laurence Rupp (“Os Sonhados”), no papel histórico de Arminius, um bárbaro criado pelos romanos que, apesar de ter sido treinado como oficial romano, acabou se tornando um lendário chefe germânico. Ele foi capaz de unir as tribos rivais para a batalha sangrenta, que forçou Roma a fugir da Germânia. O resultado da batalha estabeleceu o rio Reno como fronteira do Império Romano pelos séculos seguintes, fato que distanciou as culturas romana e germânica e causou o declínio da influência romana na região que viraria a Alemanha. A série tem produção executiva de Andreas Heckmann (“Out of Control”) em parceria com Arne Nolting e Jan Martin Scharf, os produtores-roteiristas da versão alemã da série hospitalar adolescente “The Red Band Society”, e direção de Steve Saint Leger, que comandou a sci-fi “Sequestro no Espaço” e vários episódios de “Vikings”. O elenco ainda inclui Jeanne Goursaud (“Der Lehrer”), David Schutter (“As Panteras”), Ronald Zehrfeld (“Babylon Berlin”), Nicki von Tempelhoff (“Bad Cop: Kriminell Gut”), Gaetano Aronica (“Baarìa – A Porta do Vento”), Bernhard Schütz (“Sense8”) e Sergej Onopko (“Operação Red Sparrow”). A estreia está marcada para a próxima semana, em 23 de outubro, na plataforma de streaming.

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  • Série

    The Liberator: Trailer de série animada impressiona com o realismo da guerra

    14 de outubro de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “The Liberator”, minissérie animada adulta e realista, baseada no aclamado livro de não-ficção de Alex Kershaw sobre a 2ª Guerra Mundial. A prévia destaca o realismo da animação, criada com auxílio de uma técnica avançada de rotoscópio, que transforma a performance dos intérpretes dos personagens em desenho, ao mesmo tempo em que demonstra uma evolução nesse estilo visual, aplicado em “O Homem Duplo” (2006) de Richard Linklater e na recente série “Undone”, da Amazon. O astro britânico Bradley James (o Arthur da série “Merlin”) estrela a produção como Felix Sparks, um oficial do Exército dos EUA que na vida real liderou um dos primeiros batalhões aliados a desembarcar na Itália e marchar em direção à Alemanha, onde libertou o campo de concentração de Dachau. A marcha de Sparks e seus homens durou mais de 500 dias, em meio a tiroteios traiçoeiros e explosões, e a minissérie de quatro episódios vai recriar sua árdua missão. A adaptação do livro de Krashaw foi escrita pelo veterano roteirista Jeb Stuart (“Duro de Matar”) e dirigida pelo aclamado artista de efeitos visuais Grzegorz Jonkajtys (da equipe de “Star Wars: O Despertar da Força” e “Vingadores: Guerra Infinita”). Co-estrelada por Jose Miguel Vasquez (“The Walking Dead”), Bryan Hibbard (“Cobra Kai”), Martin Sensmeier (“Westworld”) e Ross Anderson (“Predadores Assassinos”), “The Liberator” vai estrear em 11 de novembro, data em que se comemora o Dia dos Veteranos nos EUA.

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  • Filme,  Música

    Netflix anuncia documentário de Emicida

    13 de outubro de 2020 /

    A Netflix anunciou nesta terça (13/10) a produção do documentário “AmarElo – É Tudo Pra Ontem”, que contará com músicas, animações, entrevistas e cenas de bastidores do show do rapper Emicida no Theatro Municipal, de São Paulo, no ano passado. Duas imagens das gravações do espetáculo foram divulgadas juntos do anúncio. Veja abaixo. O filme tem direção de Fred Ouro Preto (sobrinho de Dinho, do Capital Inicial), que assinou vários clipes de Emicida, e sua proposta é ambiciosa. Além de apresentar o show, a produção pretende estabelecer um elo entre a apresentação de Emicida e dois momentos importantes da história e da cultura brasileira nos últimos 100 anos: a Semana de Arte Moderna de 1922 e a fundação do Movimento Negro Unificado (MNU) em 1978. O que esses fatos tem em comum é o fato de terem acontecido no mesmo local. “São quatro décadas que separam a nossa ascensão ao palco do Theatro Municipal do encontro das pessoas do MNU naquelas escadarias. Então, subir ali e gritar ‘obrigado, MNU’ pro mundo é para que eles saibam que é da luta deles que nasce um sonhador como o Emicida”, diz o rapper, no comunicado do projeto. “Quando eu cheguei aqui, tudo era impossível, qualquer coisa que falávamos era tida como problemática e improvável de se realizar. Hoje, não é mais. E é dessa forma que quero que lembrem do meu nome no futuro, como alguém que sabia que o impossível era grande, mas não maior que si. O palco do Municipal abrigou alguns dos mais importantes movimentos da arte do planeta e acho que caminhamos para ser isso”, completa Emicida. Com 90 minutos, o documentário tem lançamento confirmado para o dia 8 de dezembro. Além disso, a Netflix e a produtora Laboratório Fantasma (criada por Emicida e seu irmão Fióti), tem um segundo projeto em desenvolvimento, que será lançado em 2021.

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  • Série

    Tainá Müller vai estrelar mais duas séries criminais em 2021

    13 de outubro de 2020 /

    Tainá Müller está em alta. Depois da boa recepção de “Bom Dia, Verônica”, na Netflix, a atriz vai aparecer em mais duas séries policiais em 2021. A primeira já estava agendada. “Mal Secreto” só não foi gravada ainda, porque sua produção foi suspensa pela pandemia quando estavam prestes a começar. Criada por Braúlio Mantovani (roteirista de “Tropa de Elite”), a série é inspirada no trabalho do psiquiatra forense especialista em psicopatas Guido Palomba e traz Sergio Guizé (“O Homem Perfeito”) como o protagonista, que tem de investigar as motivações de um assassino em série. Na trama, Tainá viverá uma advogada criminalista. A direção é de Mauro Mendonça Filho (“Vade Retro”) e o elenco ainda inclui Viviane Araújo (“Rock Story”), Carol Duarte (“Segunda Chamada”), Maeve Jinjings (“Aquarius”) e Lee Taylor (“Paraíso Perdido”). Depois desse projeto, a atriz deverá viver outra advogada em “Atenuantes”, série de oito episódios escrita por Claudia Lage (da novela “Lado a Lado”) e dirigida por Arthur Fontes (“A Família Braz”) para o canal pago Universal. Esta produção ainda não teve maiores detalhes revelados e seu elenco está em fase de escalação. Além desses trabalhos, ela também pode estrelar a 2ª temporada de “Bom Dia, Verônica”, que a Netflix tende a encomendar.

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  • Série

    The Crown: Trailer destaca o casamento de Charles e Diana

    13 de outubro de 2020 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado da 4ª temporada de “The Crown”, que destaca o casamento de Charles e Diana com imagens belíssimas. Além da chegada de Emma Corrin (“Pennyworth”) ao elenco, no papel da princesa Diana, a principal novidade dos novos episódios, passados nos anos 1980, é o governo da primeira-ministra Margaret Thatcher, interpretada na série por Gillian Anderson (“Arquivo X”). A 4ª temporada será a última com o elenco atual, que também destaca Olivia Colman (“A Favorita”) como a rainha Elizabeth IIª, Helena Bonham Carter (“Oito Mulheres e um Segredo”) no papel da Princesa Margaret, Tobias Menzies (“Outlander”) como o príncipe Philip e Josh O’Connor como o príncipe Charles. A estreia dos novos episódios está marcada para o dia 15 de novembro.

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  • Série

    Suburra: Temporada final ganha trailer legendado

    12 de outubro de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado da 3ª e última temporada de “Suburra: Sangue em Roma”. No desfecho da primeira série italiana da plataforma, a batalha pelo reino do crime em Roma se torna ainda mais implacável com a promessa de uma nova fonte de tráfico, dinheiro e poder. A série é baseada no livro de Giancarlo De Cataldo e Carlo Bonini que já rendeu um filme de mesmo nome, produzido pela própria Netflix e dirigido por Stefano Sollima em 2015. Sollima também comandou a série “Gomorrah” e dirigiu “Sicario: Dia do Soldado”, sua estreia em Hollywood. A trama se passa vários anos antes dos eventos vistos no filme homônimo, funcionando como um prólogo, ao revelar a formação de uma aliança no submundo mafioso entre três jovens de diferentes grupos, que resolvem se juntar contra os demais, visando realizar seus sonhos de enriquecimento e poder num território disputado por empresas imobiliárias, a máfia, a Igreja e políticos corruptos. Se a temporada inaugural girou em torno do Vaticano e da aquisição de terras em Ostia para a construção de um porto e a 2ª foi centrada na competição pelo poder político com a eleição de um novo prefeito, o ato final terá as ruas de Roma como o palco de uma batalha cheia de reviravoltas e alianças inesperadas, completando a história iniciada em 2017 e concebida, desde o início, para representar uma trindade profana – Igreja, Estado, Crime. A estreia dos capítulos finais está marcada para 30 de outubro.

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  • Série

    Elenco de GLOW lança campanha para encerrar a série com filme

    11 de outubro de 2020 /

    O elenco completo de “GLOW” se reuniu num evento virtual no sábado (10/11) para relembrar os melhores momentos da série. O encontro, que deveria ser festivo, acabou tendo clima de velório, porque a série foi cancelada pela Netflix na semana passada, após ter sido renovada para sua 4ª temporada. A plataforma justificou a decisão pelas dificuldades criadas para gravar cenas de lutas em meio à pandemia de coronavírus. Ao introduzir a reunião, a atriz Betty Gilpin ressaltou que ela foi programada antes do cancelamento ser anunciado. “A gente ainda achava que teríamos uma 4ª temporada, então parece que a gente convidou vocês para o nosso casamento e daí o noivo fez sexo com uma garçonete e agora só estamos bêbadas no salão de festa gritando ‘aproveitem os quiches porque acabou!'” Durante a conversa, o ator Marc Maron defendeu que a Netflix fizesse um filme para concluir a história de “GLOW” e dar um encerramento mais respeitoso à série. “Seria uma coisa muito divertida, e me parece algo que a Netflix poderia fazer. Seria simples e resolveria o problema. Mas quem sabe o que eles vão fazer? Eu acho uma ótima ideia e eu espero que as pessoas apoiem o suficiente para levantar o interesse dos executivos lá”. Com o cancelamento, a trama da atração ficará sem o final planejado por seus produtores. O fim da série passa a ser o último capítulo da 3ª temporada, exibido há mais de um ano, em agosto de 2019. Detalhe: esse final passa longe de ser definitivo, pois preparava a história para um novo recomeço. No fundo, porém, a decisão da plataforma apenas apressou o cancelamento, já que os planos previam encerrar a série no quarto ano da produção. Inspirado em fatos reais, a atração acompanhava as aventuras de um grupo de mulheres reunido pelo produtor Sam Sylvia (Marc Maron) para estrelar um pioneiro programa de TV de luta livre feminina nos anos 1980. No final do terceiro ano, a estrela das lutas, Debbie (Betty Gilpin), resolveu criar sua própria produtora e profissionalizar o negócio, causando um racha. O elenco também incluía Alison Brie (“Community”), Sunita Mani (“Mr. Robot”), Ellen Wong (“The Carrie Diaries”), Sydelle Noel (“De Repente um Bebê”), Britt Baron (“Criminal Minds: Beyond Borders”), Jackie Tohn (“CHiPS”), Chris Lowell (“Veronica Mars”) e a cantora irlandesa Kate Nash, entre outros. “GLOW” foi indicada a 15 Emmys e venceu três estatuetas da Academia da Televisão.

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  • Série

    Série animada de Jurassic World é renovada para 2ª temporada. Veja o teaser

    9 de outubro de 2020 /

    A Netflix divulgou um novo vídeo da série animada derivada da franquia “Jurassic Park” para anunciar sua renovação e o lançamento dos próximos episódios em 2021. A continuação foi confirmada após três semanas da estreia da 1ª temporada, disponibilizada em 18 de setembro. A trama de “Acampamento Jurássico” (Jurassic World: Camp Cretaceous) é basicamente a mesma de “Jurassic World” (2015), com crianças correndo perigo após ataques de animais pré-históricos, à solta no parque temático. De fato, a história acontece simultaneamente aos eventos do primeiro filme da nova trilogia, antes do parque da ilha Nublar, mais conhecida como ilha dos dinossauros, ser desativado, evacuado e destruído durante uma explosão vulcânica – em “Jurassic World: Reino Ameaçado” (2018). A animação foi desenvolvida por Scott Kreamer (“Kung Fu Panda: Lendas do Dragão Guerreiro”) e Lane Lueras (“Star vs. As Forças do Mal”) e conta com produção de Steven Spielberg e Colin Trevorrow, respectivamente diretores de “Jurassic Park” (1993) e “Jurassic World” (2015).

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