The Witcher revela novas fotos de Yennefer e Cirilla
Depois de apresentar o novo visual de Henry Cavill como Geralt de Rivia na 2ª temporada de “The Witcher”, a Netflix divulgou novas fotos de Anya Chalotra e Freya Allan, intérpretes de Yennefer e Cirilla. As imagens mostram a primeira prisioneira e a segunda de espada em punho. A série está atualmente em produção, tendo retomado os trabalhos no Reino Unido após a paralisação ocasionada pela pandemia de coronavírus em março. A produção do segundo ano também ganhou uma sinopse. Diz o texto: “Convencido de que a vida de Yennefer foi perdida na Batalha de Sodden, Geralt de Rivia leva a princesa Cirilla ao lugar mais seguro que ele conhece, sua casa de infância, Kaer Morhen. Enquanto os reis, elfos, humanos e demônios do continente lutam pela supremacia fora de seus muros, ele deve proteger a garota de algo muito mais perigoso: o misterioso poder que ela possui em seu interior.” Os novos episódios só devem ser exibidos após fevereiro de 2021.
Netflix prepara nova série animada de Godzilla
Godzilla vai ganhar uma nova série animada. A atração foi encomendada pela Netflix e vai se chamar “Godzilla: Singular Point”. Realizada em estilo de anime, a série contará com design de personagens de Kazue Kato (“Blue Exorcist”) e um novo Godzilla desenhado pelo lendário animador do estúdio Ghibli Eiji Yamamori (“Princesa Mononoke”, “A Viagem de Chihiro”, etc). O anúncio foi, inclusive, acompanhado pelas primeiras imagens do projeto. Veja abaixo. A série apresentará uma história original e não terá relação com os três longas animados do personagem, que foram lançados pela Netflix entre 2017 e 2018. Assim como todos conteúdos envolvendo Godzilla, a produção executiva está a cargo da Toho Company, que detém os direitos do monstro. A expectativa de estreia é para 2021. Next year, the king returns. Godzilla: Singular Point is an original anime series featuring character designs by Blue Exorcist’s Kazue Kato and a new Godzilla design from legendary Ghibli animator Eiji Yamamori. pic.twitter.com/7LLJVN2W8m — ⚰️😈 The NXorcist 👻🔪 (@NXOnNetflix) October 6, 2020
Cidade do interior do Texas processa Netflix por Lindinhas
A Netflix foi indiciada num processo criminal em uma cidadezinha de 86 mil habitantes do estado americano do Texas por causa do filme “Lindinhas” (Mignonnes). A ação, protocolada em 23 de setembro no condado de Tyler, acusa a plataforma de promover imagens obscenas de crianças no filme francês. A acusação foi parcialmente revelada pelo deputado conservador Matt Shaefer no Twitter nesta terça-feira (6/10). Ele destacou a parte do texto que acusa o filme de “retratar a exibição obscena da região púbica de uma criança vestida ou parcialmente vestida com menos de 18 anos de idade, que apela ao interesse lascivo por sexo”. Segundo a plataforma, o processo “não tem mérito”, porque “‘Lindinhas’ é um comentário social contra a sexualização de crianças pequenas”. “Essa acusação não tem mérito e nós apoiamos o filme”, manifestou-se a Netflix por comunicado. No Brasil, um templo evangélico também tentou processar a empresa por causa do filme. A ação, que pedia censura de “Lindinhas”, foi julgada improcedente. Ao rejeitar o pedido de liminar, o juiz Luiz Fernando Rodrigues Guerra disse que a Netflix não violou a legislação e que o pedido de exclusão do filme é inconstitucional. Premiado no Festival de Sundance e exibido sem polêmicas na França, “Lindinhas” acabou ganhando repercussão entre os conservadores dos EUA e, posteriormente, no Brasil pela ministra pastora Damares Alves, que disse que também tentaria censurá-lo. “É interesse de todos nós botarmos freio” e “vamos tomar todas as medidas judiciais cabíveis”, ela chegou a afirmar sobre a produção. Em contraste com a reação de Damares e outros conservadores, o filme foi acompanhado pelas autoridades de proteção infantil do governo francês durante toda a sua produção e elas aprovaram seu conteúdo integralmente. A reação negativa só começou após um pôster equivocado da própria Netflix, que apresentava as meninas em trajes colantes, tentando fazer poses sensuais. A imagem, por sinal, é exatamente o que o filme critica. No momento em que ela aparece no contexto do filme, as meninas são vaiadas por mães que se horrorizam com a performance sexualizada delas num concurso de danças. Isto serve de despertar para a protagonista, uma pré-adolescente que até então confundia sexualização com rebelião diante da cultura de submissão feminina de sua família religiosa. O governo francês também defendeu o filme ao considerar que as críticas se baseiam numa série de imagens descontextualizadas e reducionistas. Afirma que as críticas imputam à diretora uma intenção que ela não teve e que vai “em total contradição com o que a obra propõe”.
Atriz de The Walking Dead vira a cantora Selena em teaser de nova série
A Netflix divulgou o primeiro teaser de “Selena: The Series”, que destaca a atriz Christian Serratos, intérprete de Rosita em “The Walking Dead”. Ela aparece sobre um palco, no escuro e fotografada em preto e branco, mas já é possível ver sua transformação em Selena Quintanilla, lendária estrela da música Tejana. A atração tem roteiro e produção de Moisés Zamora (“American Crime Story”), com apoio da família da cantora, que morreu em 1995. Segundo a sinopse, a série será “uma história de amadurecimento, em que seguimos Selena enquanto os seus sonhos se realizam e ela se depara com escolhas de quebrar o coração”. Selena começou carreira no final dos anos 1980, destacando-se entre vários cantores “tejanos” (latinos que vivem no Texas, nos EUA) que tentavam sucesso na época. Com o disco “Amor Prohibido”, lançado em 1994, a cantora eternizou o seu maior hit, “Bidi Bidi Bom Bom”, venceu um Grammy e passou a ser chamada de “Madonna tejana”. Sua morte aconteceu logo em seguida, em 1995, assassinada a tiros aos 23 anos de idade por uma fã e parceira de negócios, Yolanda Saldívar, que segue presa até hoje pelo crime. Este desfecho foi tão inesperado e violento que alimentou um verdadeiro culto em torno da artista. A carreira curta de Selene já inspirou um filme, batizado apenas de “Selena” e lançado em 1997 com Jennifer Lopez no papel-título. Além disso, o canal Telemundo também produziu uma série recente sobre ela, “El Secreto de Selena”, lançada há dois anos. A nova atração de streaming também inclui em seu elenco Ricardo Chavira (“Desperate Housewives”), Gabriel Chavarria (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), Noemi Gonzalez (“East Los High”) e Carlos Alfredo Jr. (“Mutt and Chopps”). E ainda não tem previsão de estreia.
Elenco de GLOW reage com tristeza ao cancelamento da série
O elenco de “GLOW” lamentou nas redes sociais a forma como aconteceu o cancelamento inesperado da série, anunciado pela Netflix na segunda-feira (5/10). A plataforma considerou que a produção tinha ficado inviabilizada, após seguidos adiamentos de gravações da 4ª temporada, devido à pandemia de coronavírus, e deixou a trama sem o final prometido. Alison Brie, Marc Maron e outras estrelas declararam-se tristes e desapontados com a decisão. “Vou sentir falta disso… Mas serei sempre grata à minha família ‘GLOW’ por mudar minha vida para sempre”, escreveu Brie no Instagram, compartilhando uma foto com suas colegas de elenco no set da produção, fazendo caretas estúpidas em seus trajes de luta. Rebekka Johnson, por sua vez, reagiu à notícia pedindo aos seguidores do Twitter que usassem suas máscaras, já que a covid-19 continua impedindo gravações de diversos outros títulos. Veja as reações das estrelas abaixo. Ver essa foto no Instagram Going to miss this… Forever grateful to my GLOW family for changing my life forever. ❤️ #glownetflix Uma publicação compartilhada por Alison Brie (@alisonbrie) em 5 de Out, 2020 às 4:32 PDT WEAR A MASK! 😭😭😭😭 https://t.co/nqTE7Rcirz — rebekka johnson (@HelloRebekka) October 5, 2020 devastated. #saveglow https://t.co/4eOhFlmTrG — Kimmy Gatewood (@kimmygatewood) October 6, 2020 No more GLOW. Sorry. Stinks. — marc maron (@marcmaron) October 5, 2020 My heart. pic.twitter.com/JCaQwTpfC3 — Britt Baron (@brittbaron) October 5, 2020 So glad to have been a tiny part of this show. I will play Betty Gilpin’s husband or ex-husband or mail carrier or anything, anytime anyone ever asks me to. She’s one of my favorite scene partners of all time, and I was beyond lucky to get to stand toe-to-toe with her. https://t.co/RgoPjZRJU0 — Rich Sommer (@richsommer) October 5, 2020 Thank you for changing my life Liz. https://t.co/ochd0m7LSw — Shakira Barrera (@Shakirax3) October 5, 2020
GLOW: Pandemia impede 4ª temporada e série é cancelada
A Netflix decidiu cancelar a série “GLOW” após vários adiamentos do começo das gravações de sua 4ª temporada. As restrições impostas pelos protocolos de higiene e segurança para a retomada dos trabalhos durante a pandemia tornaram muito difícil a continuidade da produção, graças ao contato físico constante exigido pelas cenas que retratam lutas livres femininas. “Tomamos a difícil decisão de não fazer uma 4ª temporada de ‘GLOW’ devido ao coronavírus, que tornou a gravação desta série fisicamente íntima com seu grande elenco especialmente desafiadora”, disse a Netflix em um comunicado. “Somos muito gratos aos criadores Liz Flahive e Carly Mensch, Jenji Kohan e todos os escritores, elenco e equipe por compartilhar esta história sobre as mulheres incríveis de ‘GLOW’ conosco e com o mundo.” A série tinha sido renovada no ano passado e a produção chegou a começar os trabalhos da 4ª temporada nos primeiros meses do ano, mas foi interrompida em seu início devido à pandemia. Segundo apurou a revista Variety, os atores foram pagos integralmente pela 4ª temporada. “O coronavírus matou seres humanos reais. É uma tragédia nacional e deve ser nosso foco. O coronavírus também aparentemente tirou nosso programa do ar”, disseram os criadores da série, Liz Flahive e Carly Mensch, em um comunicado. “A Netflix decidiu não terminar as gravações da última temporada de ‘GLOW’. Recebemos liberdade criativa para fazer uma comédia complicada sobre mulheres e contar suas histórias. E lutas. E agora isso se foi. Há um monte de coisas ruins acontecendo no mundo que são muito maiores do que isso agora. Mas ainda é uma pena que não possamos ver essas 15 mulheres juntas novamente. Sentiremos falta de nosso elenco de palhaços estranhos e de nossa equipe heroica. Foi o melhor trabalho”. Com o cancelamento, a trama da atração ficará sem o final planejado por seus produtores. O fim da série passa a ser o último capítulo da 3ª temporada, exibido há mais de um ano, em agosto de 2019. Detalhe: esse final passa longe de ser definitivo, pois preparava a história para um novo recomeço. No fundo, porém, a decisão da plataforma apenas apressou o cancelamento, já que os planos previam encerrar a série no quarto ano da produção. Inspirado em fatos reais, a atração acompanhava as aventuras de um grupo de mulheres reunido pelo produtor Sam Sylvia (Marc Maron) para estrelar um pioneiro programa de TV de luta livre feminina nos anos 1980. No final do terceiro ano, a estrela das lutas, Debbie (Betty Gilpin), resolveu criar sua própria produtora e profissionalizar o negócio, causando um racha. O elenco também incluía Alison Brie (“Community”), Sunita Mani (“Mr. Robot”), Ellen Wong (“The Carrie Diaries”), Sydelle Noel (“De Repente um Bebê”), Britt Baron (“Criminal Minds: Beyond Borders”), Jackie Tohn (“CHiPS”), Chris Lowell (“Veronica Mars”) e a cantora irlandesa Kate Nash, entre outros. “GLOW” foi indicada a 15 Emmys e venceu três estatuetas da Academia da Televisão. A notícia é especialmente ruim para a produtora Jenji Kohan, que, além de “GLOW”, ainda perdeu sua nova série, “Caçadora de Recompensas”, também cancelada pela Netflix nesta segunda (5/10).
Netflix cancela Caçadoras de Recompensas na 1ª temporada
A Netflix cancelou a série “Caçadoras de Recompensas”, que no Brasil eliminou parte de seu título original. A série era na verdade sobre caçadoras de recompensa adolescentes e a palavra eliminada do título original, “Teenage Bounty Hunters”, é que fazia a diferença – e dava o tom – da produção. O cancelamento foi confirmado cerca de dois meses após a estreia da produção, que disponibilizou seus 10 episódios no dia 14 de agosto. A série girava em torno de duas irmãs gêmeas que levam a rebeldia adolescente a outro nível, ao descobrir que são capazes de surpreender e prender criminosos, porque ninguém desconfia que adolescentes possam fazer isso, e decidem se juntar a um caçador de recompensas veterano para aprender os truques do negócio. Os episódios mostravam as duas equilibrando os riscos de sua profissão secreta com os problemas de sua vida no ensino médio, incluindo romance, sexo, aulas e, claro, as terríveis meninas populares da escola. O elenco era encabeçado por Maddie Phillips (“Ghost Wars”) e Anjelica Bette Fellini (“The Gifted”) como as irmãs caçadoras de recompensa, Kadeem Hardison (“Agente K.C.”) como seu mentor, Virginia Williams (“Charmed”) e Mackenzie Astin (“Homeland”) como os pais sem noção e Spencer House (“The Society”) como o bonitão da classe. Primeira série criada por Kathleen Jordan (roteirista de “American Princess”), “Caçadoras de Recompensas” contava com os experientes Jenji Kohan (criadora de “Weeds” e “Orange Is the New Black”) e Jesse Peretz (diretor de “Juliet, Nua e Crua”) entre os produtores. Peretz também dirigiu o primeiro episódio.
Sabrina Carpenter vai estrelar versão musical de Alice no País das Maravilhas
A estrela jovem do recente filme de dança da Netflix, “Dançarina Imperfeita” (Work It), vai voltar a protagonizar uma nova produção musical da plataforma de streaming. Sabrina Carpenter, que também é cantora, estrelará “Alice”, adaptação da fábula clássica “Alice no País das Maravilhas”. O filme será uma versão contemporânea da história de Lewis Carroll, que terá como pano de fundo um festival de música chamado “Wonderland” (o País das Maravilhas). Não maiores detalhes da trama, que está sendo escrita pelo compositor e músico Ross Evans (do também vindouro “Catch the Moon”). A produção é da Alloy Entertainment, empresa responsável por “Dançarina Imperfeita” e também pela série “Você” (You), outro sucesso da Netflix. Além deste projeto, Sabrina Carpenter vai aparecer em outro musical de streaming na semana que vem: “Clouds”, que será lançado na Disney+ (Disney Plus) em 16 de outubro nos EUA.
Sangue de Zeus: Trailer de anime mostra ataque dos Titãs na Grécia antiga
A Netflix divulgou o trailer legendado de “Sangue de Zeus” (Blood of Zeus), série que transforma a mitologia grega em trama de anime. A história é basicamente uma versão de “Ataque dos Titãs” passada na Grécia antiga, em que os Titãs mitológicos conjuram uma raça de demônios gigantes para destruir a civilização helênica. Entre os heróis da resistência destaca-se Heron, um bastardo que na verdade é filho do deus Zeus. Apesar do visual estilizado de anime, a produção não é japonesa, mas americana. A série foi criada pelos irmãos Charley e Vlas Parlapanides, de Nova Jersey, que já tinham usado sua descendência grega como inspiração para o roteiro do filme “Imortais” (2011), em que Henry Cavill (“The Witcher”) viveu o herói mitológico Teseu. O elenco de vozes originais destaca vários atores conhecidos dos EUA. Jason O’Mara (“Agents of SHIELD”) dubla Zeus, Claudia Christian (“Babylon 5”) faz Hera, Jessica Henwick (“Punho de Ferro”) vive a heroína Alexia, Chris Diamantopoulos (“Silicon Valley”) encarna Poseidon, Mamie Gummer (“True Detective”) dá voz à Elektra e Derek Phillip (“Longmire”) interpreta Heron. A estreia está marcada para 27 de outubro.
The Witcher: Fotos revelam a nova armadura de Henry Cavill na 2ª temporada
A Netflix divulgou o novo visual de Henry Cavill na 2ª temporada de “The Witcher”. As fotos revelam que seu personagem, Geralt de Rivia, aparecerá nos próximos episódios com uma nova armadura. “Nova armadura, mesmo bruxo”, escreveu a Netflix no texto que acompanhou as fotos no Twitter. A série está atualmente em produção, retomando os trabalhos no Reino Unido após a paralisação ocasionada pela pandemia de coronavírus em março. A produção do segundo ano também ganhou uma sinopse. Diz o texto: “Convencido de que a vida de Yennefer (Anya Chalotra) foi perdida na Batalha de Sodden, Geralt de Rivia leva a princesa Cirilla (Freya Allan) ao lugar mais seguro que ele conhece, sua casa de infância, Kaer Morhen. Enquanto os reis, elfos, humanos e demônios do continente lutam pela supremacia fora de seus muros, ele deve proteger a garota de algo muito mais perigoso: o misterioso poder que ela possui em seu interior.” Os novos episódios só devem ser exibidos após fevereiro de 2021.
Emily em Paris: Série é lamentada pela imprensa francesa por excesso de clichês
A série “Emily em Paris”, lançada no fim de semana pela Netflix, pode agradar fãs de comédias românticas, mas a imprensa francesa definitivamente odiou. Desenvolvida por Darren Star (criador de “Sex and the City”, “Barrados no Baile” e “Younger”), a história acompanha a Emily do título, vivida por Lily Collins (“Simplesmente Acontece”), recém chegada em Paris, descobrindo o cotidiano da capital francesa. Mas o olhar americano teria dado vida a todos os clichês possíveis sobre a cidade. “Aprendemos que os franceses são ‘todos maus’ (sim, sim), que são preguiçosos e nunca chegam ao escritório antes do final da manhã, que são paqueradores incorrigíveis, que não estão realmente apegados ao conceito de lealdade, que são sexistas e retrógrados e, claro, que têm uma relação duvidosa com o chuveiro. Sim, nenhum clichê é poupado, nem mesmo os mais fracos”, apontou a revista Première. Com sarcasmo, o site Sens Critique acrescentou que “os roteiristas devem ter cogitado por dois ou três minutos enfiar uma baguete debaixo [do braço] de cada francês, ou mesmo uma boina para distingui-los claramente, por outro lado, todos fumam cigarros e paqueram até a morte”. O texto ainda diz que Paris é retratada na série como “uma espécie de cidade-testemunho onde cada rua se torna pitoresca sem o menor lixo, com figurantes vestidos de alta costura e só chove se Lily Collins está triste”. A rádio RTL, por sua vez, lamenta que a série, em vez de retratar a verdadeira Paris, tenha gravado um compêndio de como Hollywood vê a cidade. “Raramente tínhamos visto tantos clichês sobre a capital francesa desde os episódios parisienses de ‘Gossip Girl’ [série americana lançada em 2007] ou do final de ‘O Diabo Veste Prada’ [filme de 2006]”. Como a 1ª temporada de “Emily em Paris” terminada num cliffhanger romântico, o produtor Darren Star tem planos de explorar novos clichês nos próximos capítulos, caso a audiência seja boa o suficiente para a Netflix encomendar o segundo ano da produção. “Ela fará parte do tecido do mundo em que está vivendo. Ela será mais uma residente da cidade”, contou Star à Oprah Magazine.
Conheça a abertura da série A Maldição da Mansão Bly
A Netflix adiantou nas redes sociais o vídeo da abertura de “A Maldição da Mansão Bly”, série dos mesmos responsáveis por “A Maldição da Residência Hill”. Veja abaixo. O sucesso da minissérie original do cineasta Mike Flanagan (“Doutor Sono”) transformou o projeto numa antologia, que a cada temporada irá abordar uma história diferente de fantasmas. Assim como “Residência Hill” adaptou um clássico de terror da escritora Shirley Jackson (“A Assombração da Casa da Colina”), a “Mansão Bly” também leva às telas uma obra famosa: “A Volta do Parafuso”, de Henry James. Este livro já teve muitas adaptações cinematográficas – a mais recente é deste ano, “Os Órfãos”, com Mackenzie Davis, Finn Wolfhard e Brooklynn Prince – , mas a adaptação não será literal. Trata-se de uma extrapolação, da mesma forma como ocorreu a adaptação da obra de Shirley Jackson, praticamente irreconhecível na série da Netflix. Os episódios vão incluir tramas de outras histórias de fantasmas de Henry James, autor que é um dos grandes pioneiros do gênero, e tudo será alinhado numa mesma narrativa pela Mansão Bly do título, local que abrigará os personagens. M Mike Flanagan continua comandando a produção e ainda escalou “A Maldição da Mansão Bly” com alguns atores da “Residência Hill”, como Henry Thomas, Kate Siegel, Katie Parker, Oliver Jackson-Cohen e Victoria Pedretti, que terá o papel principal na nova trama. Outros integrantes do elenco incluem T’Nia Miller (“Years and Years”), Tahirah Sharif (“O Príncipe de Natal”), Rahul Kohli (“iZombie”), Alex Essoe (“Doutor Sono”) e as crianças Benjamin Evan Ainsworth (“Flora and Ulysses”) e Amelie Bea Smith (“EastEnders”). A estreia vai acontecer na próxima sexta (9/10) em streaming. One week to go. Until then, enjoy our perfectly splendid opening titles. pic.twitter.com/2wxdka3ZmU — The Haunting of Bly Manor (@haunting) October 2, 2020
O que Ficou para Trás: Terror da Netflix ganha primeiro trailer
A Netflix divulgou o pôster, 12 fotos e o trailer de “O que Ficou para Trás” (His House), novo terror que a plataforma vai lançar neste mês de outubro, aproveitando o Halloween. A prévia mostra um casal de refugiados, que tenta construir uma nova vida na Inglaterra, mas precisa lidar com uma presença maligna na casa onde o governo britânico os acomodou. O ator inglês Sope Dirisu (“O Caçador e a Rainha do Gelo”) e a atriz nigeriana Wunmi Mosaku (“Lovecraft Country”) interpretam o casal protagonista, que, após uma fuga angustiante do Sudão do Sul, devastado pela guerra, luta para se ajustar à nova vida em uma pequena cidade inglesa, onde precisam conviver com outro tipo de perigo, desta vez sobrenatural. O elenco também destaca Matt Smith (“The Crown”) como representante do governo. Direção e roteiro são do estreante Remi Weekes, que venceu o prêmio NHZ de cineasta emergente no Festival de Sundance, em janeiro deste ano. O curioso é que a Netflix adquiriu os direitos do filme antes desta consagração – ou mesmo da materialização de 100% de aprovação do filme no Rotten Tomatoes. Bastou a premissa para despertar o interesse da plataforma. Em entrevista para a revista Entertainment Weekly, na época do festival, o diretor deu detalhes de como seu terror foi inspirado pelo mundo real. “É uma história de casa mal-assombrada sobre dois imigrantes que tentam construir uma nova vida em um país estrangeiro”, disse Weekes. “Ao contrário das histórias tradicionais de casas mal-assombradas em que o protagonista pode conseguir escapar, os nossos protagonistas — duas pessoas pedindo asilo em outro país — não têm o privilégio de simplesmente sair. Em vez disso, eles têm de sobreviver dentro de casa. É comum isso acontecer no Reino Unido, onde os requerentes de asilo têm que seguir regras pesadas quando recebem acomodação. Este também é frequentemente um caso que gira frequentes traumas — você está preso, tendo que encontrar maneiras de sobreviver ao seu luto e encontrar maneiras de se curar nessa prisão”. “O que Ficou para Trás” estreia no dia 30 de outubro em streaming.












