Séries online: The Mandalorian é o grande destaque para maratonar na semana
A chegada da Disney+ (Disney Plus) finalmente traz ao Brasil a primeira série live-action do universo “Star Wars”, que se tornou uma das mais premiadas do ano e também uma fonte ilimitada de memes. De fato, até quem não sabe o que é Disney+ (Disney Plus) já viu imagens do “Baby Yoda”, apelido dado a um personagem central de “The Mandalorian”, que consegue ser mais fofo que todos os ewoks e porg juntos, culminando décadas de evolução do lado comercial da Força. Mas “The Mandalorian” é mais que uma fábrica de memes e Yodas de pelúcia. É também uma série revolucionária para a indústria do entretenimento. Para começar, a Industrial Light & Magic, empresa de tecnologia visual da Lucasfilm, simplesmente eliminou o uso de tela azul em seu set de gravação. Herança da era do chroma key, a tela azul é usada nos estúdios para servir de pano de fundo para projeção de efeitos na pós-produção. Graças a esta técnica, nos lugares onde os atores contracenam com o vazio, o público posteriormente encontra cidades futuristas ou monstros terríveis. O set de “The Mandalorian” tornou esta técnica ultrapassada, ao incluir uma parede de vídeo gigante de LED semicircular, que projeta as cidades futuristas e os monstros terríveis em tempo real diante dos atores, que assim sabem exatamente onde estão e o que enfrentam. Desta forma, os efeitos acontecem desde a pré-produção. E o realismo obtido por essa técnica, que combina os fundos digitais com acessórios físicos do cenário, é tão impressionante que cenas feitas em estúdio parecem realmente acontecer em grandes espaços abertos de outros planetas. Esta inovação terá impacto profundo em Hollywood nos próximos anos, porque também gera economia em cenografia e locações. E já foi reconhecida pela Academia de Televisão com o Emmy de Melhores Efeitos Visuais deste ano, um dos 7 prêmios Emmy que a série conquistou. Outro motivo de os episódios de “The Mandalorian” parecerem filmes são os nomes por trás das câmeras. A série foi criada por Jon Favreau, diretor dos blockbusters “Homem de Ferro”, “Mogli, o Menino Lobo” e “O Rei Leão”, e os capítulos são comandados por uma seleção de cineastas famosos, entre eles Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”), Peyton Reed (“Homem-Formiga”), Robert Rodriguez (“Alita: Anjo de Combate”), Sam Hargrave (“Resgate”), Rick Famuyiwa (“Dope: Um Deslize Perigoso”), a atriz Bryce Dallas Howard (de “Jurassic World” e filha de Ron Howard, que comandou o recente “Han Solo: Uma História Star Wars”) e Dave Filoni (responsável pelas séries de animação “The Clone Wars” e “Star Wars Rebels”). Filoni também assina os roteiros, o que tem servido, especialmente na 2ª temporada, para integrar a trama na saga “The Clone Wars”, com a materialização live-action de personagens icônicos como Bo-Katan, interpretada por sua dubladora original, Katee Sackhoff (“Battlestar Galactica”), e Ahsoka Tano, que nos próximos capítulos será encarnada por Rosario Dawson (“Luke Cage”). Para completar, a série explora a pouco conhecida mitologia dos mandalorianos no universo “Star Wars”. Mas se a 1ª temporada apresenta os dogmas que norteiam o personagem-título, vivido (na verdade, dublado) por Pedro Pascal (“Narcos”), a 2ª vira suas crenças do avesso ao apresentar um quadro mais amplo e complexo de facções, com a introdução da mandaloriana Bo-Katan e seus aliados – cuja missão merece seu próprio spin-off ou pelo menos um filme completo. E este é outro detalhe interessante da série. Como o protagonista é um errante solitário, cruzando planetas como Clint Eastwood adentrava cidadezinhas em westerns dos anos 1960, “The Mandalorian” permite encontros com uma profusão de personagens que parecem ter muitas outras histórias para viver. E alguns vivem, como a rebelde Clara Dune (Gina Carano, de “Deadpool”) e o gerenciador de caçadores de recompensa Greef Karga (Carl Weathers, de “Rocky”), presentes em diversos episódios da produção. Eis porque “The Mandalorian” não é só o “Baby Yoda”. É o melhor western espacial já feito – incluindo nesta lista o sensacional filme “Outland: Comando Titânio” (1981), com o “xerife” Sean Connery – , uma das melhores criações do universo “Star Wars” e nada menos que 8 filmes excelentes por temporada. A Disney+ (Disney Plus) também traz outras opções originais em seu lançamento, inclusive a inédita temporada final de “Star Wars: The Clone Wars”. A lista tem até uma nova série animada do Mickey Mouse, o antigo garoto-propaganda da empresa, que foi suplantado por Baby Yoda na era Disney do streaming. Além dos títulos da nova plataforma, a semana ainda destaca o lançamento em streaming de duas séries completas pela Globoplay, a adulta “UnReal”, sobre os bastidores de um reality show fictício, cujo humor ácido, cínico e cruel é capaz de fazer o público nunca mais olhar da mesma forma as produções do gênero, e a sci-fi juvenil “Garotos de Lugar Nenhum” (Nowhere Boys), produção australiana que pode consolar os órfãos de “The Society” e outras séries canceladas sem cerimônia pela Netflix. Veja abaixo os trailers destes e de outros títulos que completam o Top 10 das séries online da semana. The Mandalorian | EUA | 2 Temporadas Disponível na Disney+ (Disney Plus) em episódios semanais Star Wars: The Clone Wars | EUA | 7ª Temporada Disponível na Disney+ (Disney Plus) O Mundo Maravilhoso de Mickey Mouse | EUA | 1ª Temporada Disponível na Disney+ (Disney Plus) em episódios semanais Garfinho Pergunta | EUA | 1ª Temporada Disponível na Disney+ (Disney Plus) High School Musical: A Série: O Musical | EUA | 1ª Temporada Disponível na Disney+ (Disney Plus) em episódios semanais His Dark Materials | EUA | 2ª Temporada Disponível na HBO Go em episódios semanais No Man’s Land | EUA | 1ª Temporada Disponível na Starzplay em episódios semanais O Sabor das Margaridas | Espanha | 2ª Temporada Disponível na Netflix UnReal – Nos Bastidores de um Reality | EUA | 4 Temporadas Disponível na Globoplay Garotos de Lugar Nenhum | Austrália | 4 Temporadas Disponível na Globoplay
Shawn Mendes comenta o trailer de seu documentário
A Netflix divulgou um vídeo “de reação” de Shawn Mendes ao trailer de “Shawn Mendes: In Wonder”, documentário sobre ele mesmo. O momento “meta” materializa comentários do cantor sobre imagens que mostram desde sua nudez no chuveiro até a adoração dos fãs em um estádio, ponto alto de sua recente turnê, que aconteceu em Toronto, próximo do local em que cresceu no Canadá. O resultado é um tanto gélido e, de forma curiosa, mostra que o cantor sabe de cor algumas frases do documentário, que são narradas no trailer como se fossem seus “pensamentos”. Ele confessa que o tom edificante foi derivado do fato de ter visto “muitos filmes de Matthew McConaughey”. O artista também assume a ambição por trás das filmagens, dizendo que não queria que o filme fosse apenas “sobre como é incrível ser um popstar”. “Tem uma profundidade genuína”, ele defende. Mendes, de 22 anos, estourou aos 17, quando lançou o seu álbum de estreia e se tornou um fenômeno mundial com o hit “Stitches” – quando passou a ser considerado “o novo Justin Bieber”. O documentário pretende mostrar como ele lida com a fama precoce, com o próprio ego e até com a saúde vocal, ao mesmo tempo em que também apresenta seu relacionamento com outra grande estrela pop juvenil, a cantora Camila Cabello. O filme estreia na segunda (23/11) e faz parte da promoção do quarto álbum do cantor, batizado de “Wonder”, que chega às lojas digitais em 4 de dezembro. O título também é o mesmo do primeiro single, que embala todo o vídeo.
Pequenos Grandes Heróis: Sucessores de Sharkboy e Lavagirl ganham primeiro teaser
A Netflix divulgou o primeiro teaser legendado de “Pequenos Grandes Heróis” (We Can Be Heroes), filme de super-heróis mirins criado pelo cineasta Robert Rodriguez (“Alita: Anjo de Combate”). Na trama, alienígenas sequestraram os super-heróis da Terra, mas seus filhos poderosos se juntam pra salvar seus pais e o planeta. Se a premissa soa familiar, é porque se trata de uma variação de trabalhos anteriores de Rodriguez, como a franquia “Pequenos Espiões” (Spy Kids, 2001). Além disso, o longa se passa no mesmo universo de “As Aventuras de Sharkboy e Lavagirl em 3-D” (2005), primeiro filme estrelado por Taylor Lautner (da franquia “Crepúsculo”). Lautner não repete seu papel, mas sua colega Taylor Dooley vai reaparecer como Lavagirl. Os personagens de 2005 também são pais da menor protagonista da produção, vivida por Vivien Lyra Blair (“Bird Box”). Os demais intérpretes dos heróis mirins são Hala Finley (da série “O Chefe da Casa/Man with a Plan”), Akira Akbar (“Capitã Marvel”), YaYa Gosselin (“FBI: Most Wanted”), Dylan Henry Lau (“Here and Now”), Lotus Blossom (“Hotel Du Loone”) e Isaiah Russell-Bailey (“Family Reunion/Reunião de Família”), todos “veteranos” para a idade. Já o elenco adulto destaca Pedro Pascal (o “The Mandalorian”), Christian Slater (o “Mr. Robot”), Boyd Holbrook (“Logan”), a cantora Haley Reinhart (“F Is for Family”), Priyanka Chopra-Jonas (“Quantico”), Sung Kang (“Velozes e Furiosos 6”), Christopher McDonald (“Ballers”) e Adriana Barraza (“Penny Dreadful: City of Angels”). Com roteiro e direção de Robert Rodriguez, “Pequenos Grandes Heróis” tem estreia marcada para 1 de janeiro de 2021.
Família real britânica estaria horrorizada com The Crown
A estreia da 4ª temporada de “The Crown”, que aconteceu no último domingo (15/11) na Netflix, teria horrorizado a família real britânica, que viu retratada na tela a fase mais conturbada de sua história recente. Ambientados no começo dos anos 1980, os novos episódios apresentaram bastidores pouco lisonjeiros do casamento tumultuado do príncipe Charles e da princesa Diana. A forma como Charles é lembrado não podia ser mais terrível, mas até a abordagem de Diana, que tem uma representação benigna, causou polêmica por incluir cenas escatológicas de bulimia. O fato é que a Rainha Elizabeth II e seu marido, o Duque de Edimburgo, estão com raiva da série desde a estreia, o que piorou ainda mais na 2ª temporada, que mostrou Philip tendo um caso com uma bailarina. Nada aconteceu na ocasião, mas agora há o fato de o príncipe Harry ter fechado um contrato milionário com a Netflix, “a empresa que está por trás de tudo isso”. A família real também não estaria nada satisfeita com esse negócio. Embora a realeza não tenha se manifestado oficialmente, várias fontes supostamente próximas foram citadas para justificar uma coleção de manchetes bombásticas que lotaram as bancas do Reino Unido no começo da semana. Segundo o jornal Times, amigos do príncipe William disseram que o filho de Charles e Diana considerou a série “profundamente intrusiva” por criar uma “visão perversa e nojenta dos membros mais importantes da família real britânica”. “Eles estão explorando os meus pais para ganhar dinheiro”, teria dito William, acrescentando que Charles e Lady Diana Spencer foram “apresentados de uma forma falsa e simplista”. O jornal Daily Mail, por sua vez, citou amigos próximos de Charles para afirmar que a série “ressuscitou coisas que aconteceram durante tempos muito difíceis, 25 ou 30 anos atrás, sem pensar nos sentimentos de ninguém”. Um dos principais motivos de desconforto é a forma como a infidelidade de Charles, em seu relacionamento extraconjugal com Camilla Parker Bowles, foi mostrada. “Isso não é certo ou justo, especialmente quando muitas das coisas que estão sendo retratadas não representam a verdade. Isso é trollagem com orçamento de Hollywood”, acusou um dos amigos inomináveis. Uma das poucas pessoas a assumir seus comentários foi a biógrafa real Penny Junor, que disse ao jornal The Times que Charles ficaria “extremamente chateado” com uma cena em particular, quando seu tio-avô, o lorde Mountbatten, diz que a família real estava decepcionada com o relacionamento do príncipe com Camilla. “É o retrato mais cruel, injusto e horrível de quase todos eles. [O showrunner Peter] Morgan inventou coisas para fazer um drama caro”, acusou a escritora. Para ela, a rejeição escancarada da atual esposa do sobrinho-neto por Mountbatten “não é historicamente precisa”. Outras cenas não teriam acontecido na vida real, como o momento em que Charles grita com Diana e assume que sempre será apaixonado por Camilla e a sequência em que a “princesa do povo” confronta o futuro marido durante o ensaio para o casamento. O ex-assessor real Dickie Arbiter comentou para o Daily Mail que os monarcas estão “bastante acostumados a serem retratados” para fins de entretenimento. A questão que os preocupa é que nem todo espectador de “The Crown” perceberá que as cenas não são uma descrição precisa dos eventos. Mas será que não são mesmo? O antigo mordomo da princesa Diana, Paul Burrell, elogiou a produção para o mesmo jornal e disse que “é a melhor série já feita até agora, porque mostra a verdade em uma dramatização precisa do que realmente aconteceu”. “Esta é apenas uma espiada atrás das portas do Palácio de Buckingham, que o palácio talvez não queira que você veja”, acrescentou.
Zoe Saldana e Jennifer Garner se juntam a Ryan Reynolds em aventura da Netflix
As atrizes Zoe Saldana (“Guardiões da Galáxia”) e Jennifer Garner (“Clube de Compras Dallas”) entraram no elenco de “The Adam Project”, aventura de ficção científica da Netflix, que será estrelada por Ryan Reynolds (o “Deadpool”). A produção será o segundo filme seguido de Reynolds com direção de Shawn Levy (“Uma Noite no Museu”). Os dois também fizeram “Free Guy: Assumindo o Controle”, que deveria estrear em dezembro, mas saiu do calendário de lançamentos da Disney devido à pandemia de coronavírus. “The Adam Project” mostrará Reynolds viajando ao passado para ajudar uma versão adolescente dele mesmo. Garner viverá a mãe do jovem Adam (Reynolds), enquanto Saldana será sua esposa nos dias atuais. A premissa, que lembra “De Volta ao Futuro” (1985), é de um antigo projeto abandonado, chamado “Our Name Is Adam”, que foi escrito por T.S. Nowlin (roteirista da trilogia “Maze Runner”) e quase virou filme em 2012, com Tom Cruise no papel principal. O roteiro atual foi refeito por Jonathan Tropper (criador da violenta série “Banshee”). A produção está a cargo dos estúdios Skydance e Paramount, que reforçam suas parcerias com a Netflix após o sucesso de “The Old Guard”. Reynolds também vem de vários projetos com a Netflix, como “Esquadrão 6” e o vindouro “Red Notice”, assim como as duas atrizes. Garner acaba de rodar a comédia “Yes Day” e Saldana vai estrelar a minissérie “From Scratch” na plataforma.
Alice in Borderland: Série baseada em mangá ganha terceiro trailer legendado
A Netflix divulgou um novo trailer de “Alice in Borderland”. Já é o terceiro. Todos foram legendados e disponibilizados nas páginas internacionais da plataforma no YouTube, demonstrando uma aposta na produção japonesa que não se vê em outras séries do serviço de streaming. O que incentiva essa atenção é que se trata de uma adaptação de mangá popular do Japão. A obra de Haro Aso, inclusive, já rendeu uma minissérie de anime (Imawa no Kuni no Arisu) em 2014. Na trama, um grupo de jovens vai parar num universo paralelo, que é exatamente igual a Tóquio, só que deserto. A princípio, eles acreditam ser as únicas pessoas desse mundo, mas logo descobrem outros habitantes e as regras do lugar: para permanecerem vivos, terão que participar de um intenso jogo de sobrevivência. A série tem direção de Shinsuke Sato, responsável pela adaptação live-action de “GantZ”, mangá cultuadíssimo que pode ser considerado uma influência em “Alice in Borderland”. Ele também assinou “A Sociedade da Espada” (2001), o excelente terror de zumbis “I Am Hero” (2015), a continuação “Death Note: Iluminando um Novo Mundo” (2016) e o filme de “Bleach” (2018). Curiosamente, todas essas produções foram baseadas em mangás famosos. Já o elenco destaca Kento Yamazaki (da versão japonesa de “Good Doctor”) e Tao Tsuchiya (dos filmes de “Samurai X”). A 1ª temporada será lançada no dia 10 de dezembro.
Vanessa Kirby brilha em trailer da Netflix rumo ao Oscar de Melhor Atriz
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “Pieces of a Woman”, filme que já rendeu o troféu de Melhor Atriz para a inglesa Vanessa Kirby (a princesa Margaret de “The Crown”) no Festival de Veneza deste ano. A prévia é uma mostra de seu desempenho impactante, como uma mãe que precisa lidar com a perda do filho num parto que dá errado em sua casa. A plataforma adquiriu o filme logo após o anúncio da conquista em Veneza e antes da estreia do drama na América do Norte, que aconteceu poucos dias depois, durante o Festival de Toronto, com o objetivo de fazer campanha intensiva para Kirby levar o Oscar. O trailer também surge uma segunda aposta na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante para a veterana Ellen Burnstyn (“Interestelar”), que interpreta a mãe da protagonista. Curiosamente, os tradutores que barbarizam com títulos surreais nos lançamentos da plataforma no Brasil não foram convocados para trabalhar em “Pieces of a Woman”, que está sendo divulgado para os assinantes com a denominação original em inglês (a tradução literal seria “pedaços de uma mulher”). Na trama, após perder o filho no parto, a personagem de Kirby inicia uma odisseia de um ano de luto, que atinge seu marido (Shia LaBeouf, de “Ninfomaníaca”), sua mãe (Ellen Burstyn) e sua parteira (Molly Parker, de “Perdidos no Espaço”). Ela é uma executiva muito rígida, casada com um operário da construção civil de passado volátil, e os dois encontraram o amor apesar da diferença de classes e esperavam ansiosamente seu primeiro filho. Mas complicações com a parteira interrompem o planejado parto em casa, jogando o casal num drama devastador. O filme inclui entre seus fãs o cineasta Martin Scorsese, que se tornou produtor do longa após sua finalização, justamente para facilitar as negociações de sua distribuição internacional. O diretor de “O Irlandês” teria sido peça-chave para o acordo com a empresa de streaming. “Pieces of Woman” tem roteiro de Kata Wéber e direção de Kornél Mundruczó, dois cineastas húngaros que repetem as parcerias de “Deus Branco” (White God, 2014) e “Lua de Júpiter” (2017). O filme marca a estreia do casal em inglês e reflete a jornada de superação da perda do filho deles na vida real, enquanto as cenas de julgamento que finalizam a história foram inspiradas por um caso real de 2010, que levou uma parteira aos tribunais da Hungria. A estreia está marcada para 7 de janeiro “só na Netflix”.
Documentário do show de Emicida no Theatro Municipal ganha trailer
A Netflix divulgou o trailer do documentário “AmarElo – É Tudo Pra Ontem”, dedicado ao show do rapper Emicida no Theatro Municipal, de São Paulo, no ano passado. Além das cenas das gravações do espetáculo, que destacam a participação de Pabblo Bittar e Majur na apresentação ao vivo de “AmarElo”, a prévia também destaca os bastidores da produção e conta com cenas narradas por Emicida sobre o movimento negro e a importância de fazer o show num palco que é marco da cultura brasileira. O filme tem direção de Fred Ouro Preto (sobrinho de Dinho, do Capital Inicial), que assinou vários clipes de Emicida, e sua proposta pretende estabelecer um elo entre o show e dois momentos importantes da história e da cultura passados dentro e fora do Municipal: a Semana de Arte Moderna de 1922 e a fundação do Movimento Negro Unificado (MNU) em 1978. “São quatro décadas que separam a nossa ascensão ao palco do Theatro Municipal do encontro das pessoas do MNU naquelas escadarias. Então, subir ali e gritar ‘obrigado, MNU’ pro mundo é para que eles saibam que é da luta deles que nasce um sonhador como o Emicida”, diz o rapper, no comunicado do projeto. Com 90 minutos, o documentário tem lançamento marcado para o dia 8 de dezembro. Além disso, a Netflix e a produtora Laboratório Fantasma (criada por Emicida e seu irmão Fióti), tem um segundo projeto em desenvolvimento, que será lançado em 2021.
Grande demais, Dwayne Johnson não coube em Porsche para cena de ação
O tamanho descomunal de Dwayne Johnson – conhecido popularmente como “The Rock” – impressiona nas telas, mas também traz seus próprios desafios nas filmagens. O maior deles: entrar nos carros esportivos que os roteiristas incluem nas cenas. O problema ocorreu mais recentemente durante as filmagens do próximo longa do ator, a comédia de ação “Red Notice”. O próprio The Rock revelou o vexame em seu Instagram. De acordo com o ator, suas costas não entravam no Porsche Taycan, que foi importado exclusivamente para a produção. “Eeeeee adivinha quem é grande demais para caber em outro carro esportivo e agora teremos que mudar toda a sequência de tomadas em torno dele?”, falou. “Bem, depois de meses de preparação e custos, comprando e despachando este carro para os EUA, era hora de ensaiar a grande sequência de perseguição.” Após ser orientado pelo diretor, o ator simplesmente não coube no veículo para uma sessão de fotos. Após risos nervosos da produção, o diretor e o ator conseguiram contornar o momento difícil encontrando uma “maneira criativa” de fazer o trabalho, segundo disse Dwayne. Na foto seguinte em seu Instagram, Johnson aparece de pé, do lado de fora do carro. Não está claro se foi essa a “maneira criativa” encontrada pela produção para resolver o problema. Mas já é uma cena para se antecipar na estreia do filme, que ainda não foi marcada. Em Red Notice”, Johnson interpreta um detetive do FBI que caça o maior contrabandista de artes do mundo. A produção da Netflix também conta com Gal Gadot (“Mulher-Maravilha”) e Ryan Reynolds (“Deadpool”), e foi escrita e dirigida por Rawson Marshall Thurber (“Família do Bagulho”). Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por therock (@therock) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por therock (@therock)
Cancelamento de A Ordem gera grande revolta contra a Netflix
Os assinantes estão revoltados com a Netflix pelo cancelamento de “A Ordem” na 2ª temporada e num momento de grande aflição da trama. Talvez ciente do tamanho do fandom da atração, a empresa nem teve coragem de fazer o anúncio, deixando para o criador da série, Dennis Heaton, a missão inglória de publicar a notícia nas redes sociais no sábado (14/11). O fato é que o cancelamento repercutiu como poucos. As haghtags #TheOrder, #SaveTheOrder e #CancelNetflix entraram nos trending topics do Twitter neste domingo. De um lado, muita tristeza. De outro, tentativas idealistas, como uma petição para pedir a reversão da medida. Mas, pela primeira vez, o sentimento que predominou entre todos foi a raiva. O cancelamento de “A Ordem” teria sido a gota d’água, após um ano de muitas decepções com o serviço, a ponto de os assinantes questionarem acintosamente a política de cancelamentos para demonstrar que a prática começou a minar a credibilidade da plataforma. “Espera aí, ‘A Ordem’ foi cancelado no Netflix!?! É por isso que a Netflix não é confiável”, apontou um tuite, num tema ecoado por muitos nos EUA. O tom é completamente diferente de lamentos anteriores. A Netflix cancelou séries demais e agora precisa lidar com acusações de falta de consideração, feitas por seus próprios usuários. Para muitos, já não há mais confiabilidade no serviço. “Quem agora vai querer assistir uma série nova da Netflix, sabendo que ela pode acabar num cliffhanger e nunca ter final?”, repercutiu um usuário sobre a questão principal. Outra pessoa observou um detalhe importante, reparando numa tendência: a lista de cancelamentos da Netflix é formada majoritariamente por séries adolescentes sobrenaturais. É um nicho inteiro que a Netflix está eliminando, e que alimenta o fandom mais forte nas redes sociais. “‘The Society’, ‘A Ordem’, ‘Daybreak’, ‘I’m Not Ok with This’ e ‘O Mundo Sombrio de Sabrina’, a Netflix está cancelando todas as séries que eu gosto. Para que continuar assinando, então?” Para alguns, a empresa nem se esforçou para anunciar a 2ª temporada de “A Ordem”, como se já tivesse decidido cancelar antes da estreia dos novos episódios. “Em primeiro lugar, eu só assisto programas como este e não vi anúncios para este programa. Eles nem mesmo anunciaram essa série, enquanto apostaram alto em programas de baixa qualidade.” Outra pessoa comparou as críticas positivas de “The Order” com as negativas de “Emily in Paris” para descrever o que considera “séries de mer**” que a Netflix renova. “Com 100% no Rotten Tomatoes, ‘The Order’ é cancelada. Com 64%, a porcaria da série de mer** ‘Emily in Paris’ é renovada. Sabe o que mais vai ser cancelado? Minha assinatura”, reclamou uma fã passadíssima. E teve quem listasse as séries renovadas, incluindo “Space Force”, “Young Wallander” e “Elite” ao lado de “Emily in Paris” para demonstrar o que a Netflix estava virando. “Eu só queria dizer, do fundo do meu coração: F***-se Netflix por cancelar as melhores séries”, disse outro. “Seriamente, Netlix, pare de matar as melhores séries e deixar as de mer**. Não admira que todos que conheço estejam cancelando suas assinaturas”, acrescentou mais um. O povo está estressadíssimo. Veja uma rápida amostragem abaixo. dude canceling one of the best shows on @netflix is not the move. #TheOrder https://t.co/69Qw79tJQn — Emma Mitchell (@EmmaMit73362441) November 14, 2020 Hey @netflix Yet ANOTHER show that you have cancelled that I loved. I’m questioning why I am going to pay for your price increase when you make a show for ONE season, let people get hooked and then you cancel it for no apparent reason. #TheOrder #Netflix https://t.co/3ICxASoR1T — Howlin’ 4 Hoechlin (@rain20001) November 14, 2020 NETFLIX. STOP CANCELLING THE GOOD SHOWS AND CANCEL YOUR SHITTY SHOWS. Why did #TheOrder have to be cancelled!?!! And with that huge cliff hanger too?!? 🥺😭🥺@netflix needs help with making these decisions. This is soooo wrong. But they can renew a show with a crappy rating🤦🏻♀️ — Jen S (@BoyBands220) November 14, 2020 So Netflix canceled #TheOrder ???? Lmao why do I even keep my Netflix subscription at this point???? pic.twitter.com/9qIsH2MINY — (ノ◕ヮ◕)ノ*:・゚✧ (@myowndisasters) November 14, 2020 Netflix cancelling #TheOrder is truly one of their stupidest decisions yet. — krystal ✨ (@krysgold) November 15, 2020 Seriously @netflix stop axing the great shows and leaving the shit ones. No wonder everyone i know is cancelling their subscriptions.#TheOrder https://t.co/qptYoehZuz — TV & Movie Fanatic (@IAmWanheda307) November 14, 2020 I would just like to say, from the bottom of my heart…..Fuck Netflix for cancelling good shows#TheOrder — rim (@rimvanbougrine) November 15, 2020 Fuck you @netflix #TheOrder https://t.co/A7ASFrrXga — Admiral_Iblis (@Admiral_Iblis) November 14, 2020 @netflix @NetflixIT Thank you for interrupting yet another quality series without giving it a worthy ending #TheOrder #theordernetflix — Shadows (@o0Shadows0o) November 14, 2020 They did #TheOrder so wrong. First of all, I watch shows like this and I got no ads for this show. They didn't even advertise this show as much as they did the crappy shows. 1/? — Graceee🍓 (@BookwormPurple) November 14, 2020 yet ANOTHER show cancelled by the assholes at @netflix who seem to be allergic to finishing a story or something. #cancelnetflix #savetheorder #TheOrder — Amber Kelly (@AmberKe11y) November 15, 2020 How does elite have three seasons and #TheOrder gets cancelled after two??? One is pretty crappy and the other was amazing. Who makes these decisions @netflix ?! Are we really considering quantity over quality?? — Doménica Lara (@DomeLaraL) November 15, 2020 Netflix cancelled #THEORDER… 😭😭 There are so many crappy shows on there, but this show was seriously so good. It even has 100% on rotten tomatoes! pic.twitter.com/1qASn0O1Vg — Samm Fisher (@sammeden) November 14, 2020 @netflix WTF?! Why bother making new shows only to cancel them after 1 or 2 seasons even if they do well! #TheOrder is now cancelled. We should #cancelnetflix — FrankiesON (@FrankieCatDang) November 14, 2020 #TheOrder has been cancelled by Netflix after two seasons. #SpaceForce has been renewed. #EmilyInParis has been renewed. #YoungWallander is also renewed. #TVNews — Gareth Penrose (@garethpenrose) November 14, 2020 Wait #TheOrder got canceled on Netflix!?! This is why Netflix is untrustworthy 😭💔 pic.twitter.com/bI19mGL1i8 — Jared Cruz-Aedo (@jaredcruzaedo) November 14, 2020 #TheOrder MOOD: pic.twitter.com/JTeD3DuPJq — #SaveTheOrder (@yiselstark) November 14, 2020
Os 7 de Chicago demonstra que a intolerância do passado ainda é muito atual
Aaron Sorkin adora tribunais. Dentre as obras roteirizadas por ele, são comuns tramas passadas de tribunais (como em “Questão de Honra” e “A Grande Jogada”) ou em meio a discussões jurídicas (“A Rede Social” e a série “The Newsroom”). O motivo é simples: a ambientação serve ao objetivo de Sorkin de destilar seus diálogos ácidos, rítmicos, inteligentes e musicalmente compostos. E nesse sentido, “Os 7 de Chicago”, seu trabalho mais recente, mantém a tradição de narrativas desenvolvidas diante de um juiz, mas com uma diferença essencial. O filme narra a história real do julgamento de sete pessoas acusadas de conspiração pelo governo americano. Abbie Hoffman (Sacha Baron Cohen), Jerry Rubin (Jeremy Strong), David Dellinger (John Carroll Lynch), Tom Hayden (Eddie Redmayne), Rennie Davis (Alex Sharp), John Froines (Danny Flaherty) e Lee Weiner (Noah Robbins) estavam entre as milhares de pessoas envolvidas em protestos contraculturais e contra a Guerra do Vietnã ocorridos em Chicago, durante a Convenção Nacional Democrata em 1968. Os protestos culminaram em um conflito violento com a polícia e, como resultado, os sete foram presos, juntamente com Bobby Seale (Yahya Abdul-Mateen II), ativista político e co-fundador dos Panteras Negras, e usados como bodes expiatórios com o intuito de frear qualquer manifestação do tipo em território americano. Os interesses escusos do governo são expostos ao jovem promotor Richard Schultz (Joseph Gordon-Levitt) que aceita, a contragosto, a tarefa de tentar condená-los. Estabelecendo uma aproximação com a contemporaneidade, Sorkin mostra a década de 1960 – e mais especificamente, o ano de 1968 – como um período de constantes conflitos e pouco entendimento. Era uma época divisiva, na qual gerações distintas eram incapazes de estabelecer qualquer tipo de diálogo. Os principais articuladores do protesto, vindos do movimento estudantil e da cultura hippie, eram vistos como um oposto perigoso à cultura conservadora, aqui representada pela figura do juiz do caso (interpretado por Frank Langella), que distorce a lei para atender aos seus próprios preconceitos. Porém, a divisão também acontecia dentro das lideranças. E o diretor/roteirista é hábil ao estabelecer essas diferenças logo de início. Ao apresentar os personagens, Sorkin nos mostra as visões de mundo e o que cada um deles espera daquele protesto. São visões complementares, porém distintas. E nisso se destacam as atuações de Sacha Baron Cohen e Eddie Redmayne. Os dois atores encaram seus personagens como figuras inteligentes, mas opostas. Enquanto Hoffman usa a percepção negativa que as pessoas têm sobre ele a seu favor, Hayden é muito mais pragmático e politizado. Um deseja uma revolução sóciocultural, e o outro uma revolução política. Mais do que o julgamento si, o principal conflito de “Os 7 de Chicago” se dá no confronto entre esses dois. E para priorizar esse conflito, Sorkin manipula a temporalidade do filme, abusando de flashbacks e de uma narrativa fora de ordem. Amplamente utilizados ao longo da sua carreira, esses recursos são um pouco confusos em alguns momentos, mas funcionam ao apresentarem as informações ao público na mesma ordem que elas são introduzidas no tribunal. Além disso, diretor adota um estilo frenético, criando tensão ao misturar imagens reais dos protestos com aquelas captadas em tom igualmente realista. Mas a grande diferença deste filme em relação às demais obras do autor é o tom dos diálogos. Aqui, é visível como o roteirista diminuiu um pouco o seu ritmo, apostando muito mais na compreensão da sua mensagem do que na sonoridade das suas palavras. Os diálogos são mais lentos, pausados e, nem por isso, menos significativos. Embora seja menos objetivo do que Spike Lee (“Destacamento Blood” e “Infiltrado na Klan”) em sua abordagem, Sorkin tem o mesmo alvo: olhar para a década de 1960 como tentativa de compreender o presente. Em particular, os abusos racistas sofridos pelo único réu negro do caso, Bobby Seale, aproximam claramente os protestos de antes e os mais recentes – contra abusos similares que levaram aos assassinatos de George Floyd, Breonna Taylor e outros, fomentando o movimento “Black Lives Matter” (Vidas Negras Importam). Ao incluir neste quadro o abismo de visões de mundo que cercaram a recente eleição presidencial americana, fica bem demonstrado que o passado apresentado na tela ainda é muito atual.
Pequenos Grandes Heróis: Super-heróis mirins de Robert Rodriguez ganham primeiras fotos
A Netflix divulgou as primeiras fotos de “Pequenos Grandes Heróis” (We Can Be Heroes), filme de super-heróis mirins criado pelo cineasta Robert Rodriguez (“Alita: Anjo de Combate”). Na trama, alienígenas sequestraram os super-heróis da Terra, mas seus filhos poderosos se juntam pra salvar seus pais e o planeta. Se a premissa soa familiar, é porque se trata de uma variação de trabalhos anteriores de Rodriguez, como a franquia “Pequenos Espiões” (Spy Kids, 2001). Além disso, o longa se passa no mesmo universo de “As Aventuras de Sharkboy e Lavagirl em 3-D” (2005), primeiro filme estrelado por Taylor Lautner (da franquia “Crepúsculo”). O elenco da produção inclui Pedro Pascal (o “The Mandalorian”), Christian Slater (o “Mr. Robot”), Boyd Holbrook (“Logan”), a cantora Haley Reinhart (“F Is for Family”) e Priyanka Chopra-Jonas (“Quantico”) como pais dos pequenos super-heróis. Além deles, Taylor Dooley vai reaparecer como Lavagirl e a lista de adultos ainda inclui Sung Kang (“Velozes e Furiosos 6”), Christopher McDonald (“Ballers”) e Adriana Barraza (“Penny Dreadful: City of Angels”). Já o casting infantil selecionou atores experientes para a idade: Hala Finley (“O Chefe da Casa/Man with a Plan”), Akira Akbar (“Capitã Marvel”), YaYa Gosselin (“FBI: Most Wanted”), Vivien Lyra Blair (“Waco”), Dylan Henry Lau (“Here and Now”), Lotus Blossom (“Hotel Du Loone”) e Isaiah Russell-Bailey (“Family Reunion/Reunião de Família”) Com roteiro e direção de Robert Rodriguez, “Pequenos Grandes Heróis” tem estreia marcada para 1 de janeiro de 2021.
Netflix cancela A Ordem após duas temporadas
A Netflix cancelou a série de terror “A Ordem” (The Order) após duas temporadas, em que a atração formou fãs apaixonados. Por conta da reação previsível dos fãs, a plataforma nem sequer informou sua decisão. O responsável por dar a má notícia foi o criador, roteirista e produtor executivo Dennis Heaton, que revelou o cancelamento no Twitter. “Por duas temporadas, tive a honra de trabalhar com um elenco e equipe incríveis em ‘The Order’, na Netflix. Foi uma das melhores experiências da minha carreira. Infelizmente, não vamos voltar, mas sempre vou valorizar as memórias e os adereços que roubei. Obrigado a todos por assistir”, Heaton escreveu. Imediatamente, o Twitter foi tomado por protestos e lamentações. Um usuário resumiu o problema: “Cara, eu odeio que a Netflix pegou a mania de cancelar séries depois de duas temporadas. Faz com que eu não queira assistir a novos programas, porque sei que eles não vão durar mais do que duas temporadas”. Questionado por fãs sobre o que aconteceria na 3ª temporada, Heaton contou algumas das coisas que tinha planejado, principalmente em relação ao destino da protagonista Alyssa, morta no final da 2ª temporada. “Jack iria definitivamente ressuscitar Alyssa dos mortos, mas ela voltaria errado. Tipo, como em “Cemitério Maldito”. Provavelmente possuído por Zecchia. E um monte de outros cadáveres voltariam com ela”, ele contou. A série era uma produção canadense da Nomadic Pictures (produtora de “Van Helsing”) e sua trama totalmente original girava em torno de Jack, um calouro universitário que faz tudo para entrar numa ordem secreta e se tornar um mágico. Mas apesar de se destacar entre os candidatos, ele chega com um plano secreto de vingança e logo entra em contato com os rivais secretos da ordem mística. Empurrado para um mundo de magia, monstros e intrigas, ele descobre segredos de família e uma batalha clandestina entre lobisomens e praticantes de magia negra. O elenco de “A Ordem” destacava Jake Manley (o Fisher de “iZombie”) como Jack e Sarah Grey (a Stargirl de “Legends of Tomorrow”) como a bruxa Alyssa, que formam um casal improvável, além de Katharine Isabelle (a lobisomem Ginger de “A Possuída”), Adam DiMarco (o Todd de “The Magicians”), Thomas Elms (“Motherland: Fort Salem”), Devery Jacobs (“Cardinal”), Françoise Yip (“Caçadores das Sombras”), Louriza Tronco (“Make It Pop”) e participações de Matt Frewer (o Dr. Leekie de “Orphan Black”), Sam Trammell (o Sam de “True Blood”) e Max Martini (“Círculo de Fogo”). A 2ª e última temporada foi lançada em junho passado. For two seasons I was honored to work with an incredible cast and crew on The Order for @netflix. It is one of the best experiences of my career. Unfortunately, we aren't returning, but I will always cherish the memories and the props I stole. Thank you all for watching. — Dennis Heaton (@DennisHeaton2) November 14, 2020 PS – Jack was totally going to raise Alyssa from the dead, but she was going to come back wrong. Like, Pet Sematary wrong. Probably possessed by Zecchia. And a whole bunch of other corpses were coming back with her. — Dennis Heaton (@DennisHeaton2) November 14, 2020












