Netflix defende nova série dos autores de Game of Thrones de acusações de comunismo
A Netflix rebateu a pressão de cinco senadores americanos que lhe enviaram um pedido para que desistisse da produção da nova série dos criadores de “Game of Thrones”. A ação política reproduziu os mesmos argumentos da infame Lista Negra, que deixou centenas de roteiristas desempregados e proibidos de trabalhar em Hollywood há meio século atrás: histeria contra a ameaça comunista. Os senadores do Partido Republicano, o mesmo do presidente Trump, não gostaram de saber que a Netflix pretendia transformar a trilogia iniciada pelo best-seller sci-fi “O Problema Dos Três Corpos” em série, porque seu autor, Liou Cixin, é chinês e propaga a “perigosa propaganda” do Partido Comunista. O projeto de adaptação de “O Problema Dos Três Corpos” está sendo sendo desenvolvido por David Benioff e D.B. Weiss, criadores da série “Games of Thrones”, em parceria com Alexander Woo, showrunner de “The Terror”, o cineasta Rian Johnson, que dirigiu “Guerra nas Estrelas: O Último Jedi”, e com a empresa de entretenimento Plan B, de Brad Pitt. Embora os senadores não tenham acusado este quinteto, eles reclamam que o autor chinês é comunista e destacam, em seu pedido de censura, uma entrevista que ele concedeu à revista The New Yorker em junho. Liu rebateu a uma pergunta do New Yorker sobre o destino da minoria muçulmana uigur, alvo de detenções em massa em campos de concentração na China, questionando o repórter se “ele preferia que essas pessoas estivessem por aí matando os outros em ataques terroristas”. Em seu recente lançamento “Mulan”, a Disney também agradeceu as autoridades chinesas da região em que as detenções em massa ocorreram – e onde a adaptação da fábula chinesa foi filmada. Os senadores não acusaram a Disney de defender o comunismo chinês, mas enviaram uma carta ao chefe de conteúdo da Netflix, Ted Sarandos, denunciando Liu por “repetir como um mantra a perigosa propaganda” do Partido Comunista. “Na face de atrocidades como as que ocorrem nesses campos, companhias não podem mais tomar decisões de complacência, apenas de cumplicidade. A Netflix deveria reconsiderar seriamente as consequências de dar uma plataforma ao sr. Liu”, diz o texto dos senadores. Em resposta, a plataforma de streaming foi clara. Disse que não concorda com as opiniões de Liu sobre os campos de concentração e repetiu três vezes que ele não está envolvido na produção. “O Sr. Liu é autor dos livros, não criador da série. Os comentários do Sr. Liu não refletem as opiniões da Netflix, ou dos criadores da série, e não são parte da trama ou dos temas da história”, declarou a Netflix. A resposta da plataforma ainda destacou que a Netflix “julga cada projeto proposto por seu time criativo nos méritos próprios”. O comunicado foi assinado por Dean Garfield, vice-presidente de políticas públicas globais da empresa.
A Maldição da Mansão Bly: Vídeo de bastidores esclarece detalhes da série
A Netflix divulgou um vídeo de bastidores de “A Maldição da Mansão Bly” (The Haunting of Bly Manor), em que o cineasta Mike Flanagan (“Doutor Sono”) explica, de forma bastante esclarecedora, seu projeto para a série. Para começar, Flanagan chama “A Maldição da Mansão Bly” de nova parte da antologia “Haunting”. O comentário oficializa a transformação da minissérie “A Maldição da Residência Hill” (The Haunting of Hill House) numa série anual em formato de antologia, prometendo abordar uma história diferente de fantasmas a cada temporada. Assim como “Residência Hill” adaptou um clássico de terror da escritora Shirley Jackson (“A Assombração da Casa da Colina”), a nova história também leva às telas uma obra famosa: “A Volta do Parafuso”, de Henry James. Este livro já teve muitas adaptações cinematográficas. A mais famosa é de 1961, o filme “Os Inocentes”, estrelada por Deborah Kerr. Mas também há uma versão brasileira recente, “Através da Sombra” (2015), com direção de Walter Lima Jr., e até um filme deste ano, “Os Órfãos”, com Mackenzie Davis, Finn Wolfhard e Brooklynn Prince. Mas a adaptação não será literal. Trata-se de uma extrapolação, da mesma forma como ocorreu a adaptação da obra de Shirley Jackson, praticamente irreconhecível na série da Netflix. No vídeo, Flanagan explica que os episódios vão incluir tramas de outras histórias de fantasmas de Henry James, autor que é um dos principais pioneiros do gênero, inclusive de alguns contos nunca antes adaptados, e tudo será alinhado numa mesma narrativa. O que vai unir as pontas é a Mansão Bly do título, local que abrigará diferentes pessoas, além de um romance. Mas ele chama atenção para o fato de que se trata de um romance gótico, o que “significa uma coisa muito diferente, enraizado em mistério e desgraça”. O cineasta assina roteiros, dirige episódios e ainda escalou “A Maldição da Mansão Bly” com alguns atores da “Residência Hill”, como Henry Thomas, Kate Siegel, Katie Parker, Oliver Jackson-Cohen e Victoria Pedretti, que terá o papel principal na nova trama. Pedretti viverá Dani, que é contratada para cuidar de dois jovens órfãos numa velha e afastada mansão e, aos poucos, começa a notar acontecimentos estranhos ao seu redor. Outros integrantes do elenco incluem T’Nia Miller (“Years and Years”), Tahirah Sharif (“O Príncipe de Natal”), Rahul Kohli (“iZombie”), Alex Essoe (“Doutor Sono”) e as crianças Benjamin Evan Ainsworth (“Flora and Ulysses”) e Amelie Bea Smith (“EastEnders”). A estreia de “A Maldição da Mansão Bly” vai acontecer no dia 9 de outubro.
A Maldição da Mansão Bly: Personagens da série estampam coleção de pôsteres
A Netflix divulgou uma coleção de pôsteres com os personagens de “A Maldição da Mansão Bly” (The Haunting of Bly Manor), nova minissérie de terror dos responsáveis por “A Maldição da Residência Hill” (The Haunting of Hill House). Originalmente uma minissérie, a atração volta em formato de antologia, prometendo abordar uma casa mal-assombrada diferente a cada temporada. Assim como “Residência Hill” adaptou um clássico de terror da escritora Shirley Jackson (“A Assombração da Casa da Colina”), a nova história também leva às telas uma obra famosa: “A Volta do Parafuso”, de Henry James. Este livro já teve muitas adaptações cinematográficas. A mais famosa é de 1961, o filme “Os Inocentes”, estrelada por Deborah Kerr. Mas também há uma versão brasileira recente, “Através da Sombra” (2015), com direção de Walter Lima Jr., e até um filme deste ano, “Os Órfãos”, com Mackenzie Davis, Finn Wolfhard e Brooklynn Prince. Mas a adaptação não será literal. Trata-se de uma extrapolação, da mesma forma como ocorreu a adaptação da obra de Shirley Jackson, praticamente irreconhecível na série da Netflix. A concepção dos dois terrores é iniciativa do cineasta Mike Flanagan, especialista no gênero, que dirigiu os elogiados “O Espelho” (2013), “Ouija – A Origem do Mal” (2016) e “Doutor Sono” (2019). Ele assina roteiros, dirige episódios e ainda escalou “A Maldição da Mansão Bly” com alguns atores da “Residência Hill”, como Henry Thomas, Kate Siegel, Katie Parker, Oliver Jackson-Cohen e Victoria Pedretti, que terá o papel principal na nova trama. Pedretti viverá Dani, que é contratada para cuidar de dois jovens órfãos numa velha e afastada mansão e, aos poucos, começa a notar acontecimentos estranhos ao seu redor. Outros integrantes do elenco incluem T’Nia Miller (“Years and Years”), Tahirah Sharif (“O Príncipe de Natal”), Rahul Kohli (“iZombie”), Alex Essoe (“Doutor Sono”) e as crianças Benjamin Evan Ainsworth (“Flora and Ulysses”) e Amelie Bea Smith (“EastEnders”). A estreia de “A Maldição da Mansão Bly” vai acontecer no dia 9 de outubro.
Resident Evil: Netflix revela teaser da primeira série animada da franquia
A Netflix divulgou o teaser de “Resident Evil: No Escuro Absoluto” (Resident Evil: Infinite Darkness), primeira série animada da franquia de games da Capcom que veio à tona realmente “no escuro absoluto” – isto é, com pouquíssima informação. O vídeo revela que a trama terá aparições de Claire Redfield e Leon S. Kennedy, personagens clássicos dos jogos, apresentados em “Resident Evil 2” (de 1998). A outra informação conhecida é que a série será produzida e supervisionada por Hiroyuki Kobayashi, da Capcom, que é responsável pela produção de vários títulos da franquia, conhecida como “Biohazard” no Japão. Já o visual em computação gráfica está a cargo da Quebico, sob comando de Kei Miyamoto, o produtor de “Resident Evil: Vendetta”, último longa animado baseado no game, lançado em 2017. Além dessa produção, a Netflix anunciou uma série live-action desse universo, desenvolvida por Andrew Dabb, ex-showrunner de “Supernatural”. A estreia está sendo anunciada para 2021 sem mês definido. Mas vale lembrar que “Resident Evil” completa 25 anos de seu lançamento original em 22 de março.
Chris Hemsworth vai estrelar novo filme de ação na Netflix
Chris Hemsworth vai permanecer na Netflix após o sucesso do thriller “Resgate”. Ele foi confirmado num novo filme de ação da plataforma, intitulado “Spiderhead”, ao lado de Miles Teller (“Divergente”) e Jurnee Smollett (“Aves de Rapina”). O filme tem roteiro da dupla Rhett Reese e Paul Wernick (“Deadpool”) e será dirigido por Joseph Kosinski (“Tron: O Legado”). Baseado num conto de ficção científica de George Saunders, “Spiderhead” se passa em um futuro próximo, quando os condenados podem se voluntariar como pacientes de experiências médicas para encurtar suas sentenças. A trama vai acompanhar dois prisioneiros que se submetem a testes para drogas que alteram as emoções. Além de estrelar, Hemsworth será um dos produtores do longa. A produção deve começar após Kosinski terminar a pós-produção de “Top Gun: Maverick”, estrelado por Tom Cruise, que também inclui Miles Teller em seu elenco.
Nova temporada do desenho de Velozes e Furiosos se passa no Rio de Janeiro
A DreamWorksTV divulgou dois pôsteres e o trailer da 2ª temporada de “Velozes e Furiosos: Espiões do Asfalto”, série animada baseada nos filmes “Velozes e Ferozes”, que vai se passar no cenário do quinto longa da franquia, o Rio de Janeiro. O trailer mostra vários clichês de Hollywood sobre o Rio, com imagens inevitáveis do Corcovado, favelas, praias e os macacos que todo turista encontra na cidade, como os Simpsons não cansam de denunciar. A série gira em torno de Tony Toretto, primo adolescente de Dom Toretto (o personagem de Vin Diesel nos filmes). Na trama, ele e seus amigos são recrutados por uma agência federal para missões secretas. O ator Tyler Posey (de “Teen Wolf”) dubla Tony Toretto e o elenco de vozes originais ainda inclui Camille Ramsey (“American Vandal”), Luke Youngblood (da franquia “Harry Potter), Charlet Chung (“Overwatch”) e Jorge Diaz (“Jane the Virgin”). A produção executiva inclui o próprio Vin Diesel, além de Neal Mortiz e Chris Morgan, produtores da franquia cinematográfica. A nova temporada do desenho animado estreia em 9 de outubro na Netflix.
Senadores americanos não querem que Netflix produza nova série dos criadores de Game of Thrones
Cinco senadores do Partido Republicano dos Estados Unidos, o mesmo do presidente Trump, pediram à Netflix que reconsidere a decisão de transformar em série o best-seller sci-fi “O Problema Dos Três Corpos”. O motivo? O autor Liou Cixin é chinês e propaga a “perigosa propaganda” do Partido Comunista. O projeto de adaptação de “O Problema Dos Três Corpos” está sendo sendo desenvolvido por David Benioff e D.B. Weiss, criadores da série “Games of Thrones”, em parceria com o cineasta Rian Johnson, que dirigiu “Guerra nas Estrelas: O Último Jedi”, e com produção da empresa de entretenimento Plan B, de Brad Pitt. Embora os senadores não tenham acusado este quarteto, afirmam que o autor chinês é comunista, apontando uma entrevista que ele concedeu à revista The New Yorker em junho. Ao ser questionado sobre o destino da minoria muçulmana uigur, alvo de detenções em massa em campos de concentração na China, Liu Cixin defendeu as autoridades chinesas. “Você preferiria que [os uigures] estivessem mutilando corpos em estações de trem e escolas em ataques terroristas?”, respondeu Liu. “De qualquer maneira, o governo está ajudando sua economia e tentando tirá-los da pobreza”, completou o escritor ao The New Yorker. Em seu recente lançamento “Mulan”, a Disney também agradeceu as autoridades chinesas da região em que as detenções em massa ocorreram – e onde a adaptação da fábula chinesa foi filmada. Os senadores não acusaram a Disney de defender o comunismo chinês, mas enviaram uma carta ao chefe de conteúdo da Netflix, Ted Sarandos, denunciando Liu por “repetir como um mantra a perigosa propaganda” do Partido Comunista. Os políticos afirmam que a empresa americana está “proporcionando uma plataforma para Liu produzir este projeto”. “Pedimos à Netflix que reconsidere seriamente” a decisão, conclui o texto. “O Problema dos Três Corpos” é o primeiro livro de uma trilogia composta ainda por “A Floresta Sombria” e “O Fim da Morte”. Todos foram lançados no Brasil pela editora Suma. Ao anunciarem a adaptação, os criadores de “Game of Thrones” descreveram a obra de Liu Cixin como “a saga de ficção científica mais ambiciosa que já lemos, levando os leitores em uma jornada dos anos 1960 até o fim dos tempos, da vida em nosso ponto azul aos limites distantes do universo”. “Esperamos passar os próximos anos de nossas vidas trazendo isso à vida para o público em todo o mundo”, acrescentaram Benioff e Weiss. Os produtores e a Netflix não comentaram a politização da série pelos congressistas, cujo tom ressuscita a antiga Caça às Bruxas realizada por políticos americanos entre o final dos anos 1940 e todos os anos 1950. Durante um período atualmente considerado vergonhoso da História americana, congressistas atacaram Hollywood por fazer propaganda comunista e chegaram a ordenar a prisão de pessoas que se recusaram a denunciar colegas de profissão. A pressão política da extrema direita levou vários roteiristas a serem incluídos numa Lista Negra e proibidos de trabalhar na indústria cinematográfica. Esta perseguição só acabou em 1960, quando o ator e produtor Kirk Douglas desafiou os políticos e arriscou sua reputação ao contratar o “proibidão” Dalton Trumbo para assinar o roteiro de “Spartacus”. O filme não só se tornou um dos maiores sucessos de bilheteria do cinema americano como venceu quatro Oscars.
Justiça nega tentativa de censura evangélica de Lindinhas no Brasil
O juiz Luiz Fernando Rodrigues Guerra rejeitou pedido feito pela organização evangélica Templo Planeta do Senhor para censurar o filme francês “Lindinhas” (Mignonnes), lançado na Netflix. Premiado no Festival de Sundance, “Lindinhas” ganhou repercussão entre os evangélicos brasileiros após deixar a ministra pastora Damares Alves “brava, Brasil”. Ela também tenta a censura do filme. “É interesse de todos nós botarmos freio” e “vamos tomar todas as medidas judiciais cabíveis”, chegou a afirmar sobre a produção. O motivo do protesto são “meninas em posições eróticas e com roupas de dançarinas adultas”, segundo a pastora que integra o governo Bolsonaro. “Quero deixar claro que não faremos concessões a nada que erotize ou normalize a pedofilia!”, ainda ameaçou. Na ação em que pede censura ao filme da diretora Maïmouna Doucouré, a organização Templo Planeta do Senhor ecoa o ataque da ministra para dizer que as meninas do filme têm um comportamento inadequado para sua idade, com “vestimentas sensuais, blusas curtas e calças apertadas”, concluindo que a Netflix promove um “prato cheio para a pedofilia”. Ao rejeitar o pedido de liminar, o juiz diz que a Netflix não violou a legislação e que o pedido de exclusão do filme é inconstitucional. “É uma forma indefensável de censura, pois pretendia a supressão da liberdade de informação e, sobretudo, da liberdade de educação familiar”. De acordo com o magistrado, os pais e responsáveis têm o direito de decidir quais conteúdos seus filhos podem assistir, a despeito dos interesses religiosos da entidade. A Templo Planeta do Senhor é a mesma organização evangélica que queria lucrar R$ 1 bilhão num processo contra a Netflix e o Porta dos Fundos, devido ao especial de Natal do grupo de humoristas, mas acabou punida com um prejuízo financeiro considerável. A ação chegou ao fim sem que a Netflix e o Porta dos Fundos fossem sequer notificados oficialmente, porque a juíza do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Patrícia Conceição, não deu o direito da Justiça gratuita ao caso – ou seja, como o Templo Planeta do Senhor pedia R$ 1 bilhão, os custos do processo chegaram a R$ 82 mil. O templo tentou mudar o valor da indenização, mas foi impedido porque o caso já tinha avançado. Pensou em recorrer, mas aí o prejuízo seria em dobro, novamente em custos judiciais. Acabou desistindo do processo, mas ainda precisou pagar os custos. Assim como fez com “Lindinhas”, o processo anterior também pedia a retirada do programa do ar e tinha pouca chance de prosperar, pois em janeiro o Supremo Tribunal Federal já havia se manifestado de forma favorável à liberdade de expressão dos humoristas e contra qualquer tentativa de censura. Em contraste com a reação de Damares e outros evangélicos, o filme foi lançado sem provocar polêmicas na França em agosto. De fato, as autoridades de proteção infantil do governo francês acompanharam as filmagens durante a produção e aprovaram seu conteúdo integralmente. A reação negativa contra o filme só começou após um pôster equivocado da própria Netflix, que apresentava as meninas em trajes colantes, tentando fazer poses sensuais. A imagem, por sinal, é exatamente o que o filme critica. No momento em que ela aparece no contexto do filme, as meninas são vaiadas por mães que se horrorizam com a performance sexualizada delas num concurso de danças. Isto serve de despertar para a protagonista, uma pré-adolescente que até então confundia sexualização com rebelião diante da cultura de submissão feminina de sua família religiosa. O governo francês também defendeu o filme ao considerar que as críticas se baseiam numa série de imagens descontextualizadas e reducionistas. Afirma que as críticas imputam à diretora uma intenção que ela não teve e que vai “em total contradição com o que a obra propõe”. A Netflix também se pronunciou sobre as críticas conservadoras ao longa. “‘Lindinhas’ é uma crítica social à sexualização de crianças. É um filme premiado, com uma história poderosa sobre a pressão que jovens meninas sofrem das redes sociais e da sociedade em geral enquanto crescem — e encorajamos qualquer pessoa que se importa com este tema fundamental a assistir ao filme”, disse a plataforma.
O Céu da Meia-Noite: Sci-fi apocalíptica de George Clooney ganha primeiras fotos
A Netflix divulgou as primeiras fotos de “O Céu da Meia-Noite” (The Midnight Sky), primeira sci-fi dirigida por George Clooney (“Caçadores de Obras-Primas”). O astro aparece atrás e também diante das câmeras nas cinco fotografias reveladas, que ainda destacam outros atores da produção: Felicity Jones (“Rogue One”), Kyle Chandler (“O Primeiro Homem”), David Oyelowo (“Selma”) e Tiffany Boone (“Hunters”). Mais acostumado a se alternar entre dramas e comédias, Clooney comanda uma catástrofe apocalíptica, baseada no livro “Good Morning, Midnight”, de Lily Brooks-Dalton. Roteirizado por Mark L. Smith (de “O Regresso” e “Operação Overlord”), o filme se desdobra em duas tramas paralelas, acompanhando Augustine (Clooney), um cientista solitário no Ártico, que pode ser o último homem da Terra, enquanto ele tenta fazer contato com a tripulação da nave espacial Aether para impedir seu retorno, e a astronauta Sullivan (Jones), que comanda uma missão pioneira à Júpiter sem saber que a Terra já não é mais a mesma. O último filme dirigido por Clooney foi a comédia de humor negro “Suburbicon: Bem-vindos ao Paraíso”, de 2017, que não foi bem-recebida por público e crítica. Depois disso, ele estrelou, produziu e dirigiu a série “Catch 22” na plataforma de streaming Hulu. Atualmente em pós-produção, “O Céu da Meia-Noite” ainda não tem previsão de estreia.
Estreias Online: Enola Holmes e mais 10 filmes para o fim de semana
A programação de estreias online não é das mais empolgantes. A boa exceção fica por conta de “Enola Holmes”, provável início de uma nova franquia de aventuras estrelada por Millie Bobby Brown (a Eleven de “Stranger Things”). Além de estrelar como a irmã caçula e mais esperta de Sherlock Holmes, ela também é produtora do filme, que adapta o primeiro volume da coleção literária juvenil “Os Mistérios de Enola Holmes”, da escritora Nancy Springer. Repleto de ação e empoderamento, “Enola Holmes” ainda marca a estreia em longa-metragem do diretor Harry Bradbeer (vencedor do Emmy pela série “Fleabag”) e agradou em cheio aos críticos americanos, atingindo 92% de aprovação no Rotten Tomatoes. Confira abaixo mais detalhes deste e de mais 10 lançamentos digitais, a maioria apenas medianos, que as diversas plataformas de vídeo por demanda (locação) e serviços de streaming por assinatura disponibilizam para o fim de semana. Se faltar alguma estreia na lista abaixo é porque a curadoria não inclui clássicos e produções trash – como “A Gangue: Uma Noite de Terror” ou “eHero” – que em outros tempos seriam queima de estoque em DVD. Enola Holmes | EUA | 2020 Espécie de derivado juvenil do universo de Sherlock Holmes, “Enola Holmes” traz Millie Bobby Brown como a irmã adolescente do famoso detetive. Na trama, ela busca a ajuda de seus irmãos mais velhos, Mycroft e Sherlock, para investigar o desaparecimento de sua mãe em seu aniversário de 16 anos, mas logo percebe que nenhum dos dois está muito interessado no mistério. Em vez disso, decidem colocá-la num internato para aprender etiqueta. Assim, ela decide viajar sozinha para Londres, iniciando sua própria carreira de detetive, sempre um passo à frente de Sherlock. Além de Millie, o elenco também destaca Henry Cavill (“Liga da Justiça”) como Sherlock, Sam Claflin (“As Panteras”) como Mycroft Holmes, e Helena Bonham Carter (a Princesa Margaret de “The Crown”) como mãe de Enola. Disponível na Netflix Clemency | EUA | 2020 Vencedor do Festival de Sundance do ano passado, o drama de Chinonye Chukwu superou o badalado “A Despedida”, de Lulu Wang, e representa a renovação feminina em curso no cinema indie americano. No filme que tem 92% de aprovação no Rotten Tomatoes e deu muito o que falar na imprensa dos EUA, Alfre Woodard (“Luke Cage”) vive uma agente penitenciária que conduz execuções no corredor da morte. Mas ao se preparar para executar outro detento, ela tem que confrontar os demônios psicológicos e emocionais que seu trabalho cria, levando-a, por fim, a fazer vínculo com o homem que tem ordens para matar. Disponível na Apple TV/iTunes, Google Play, Looke, Now, Sky Play, Vivo Play e YouTube Filmes Aos Olhos de Ernesto | Brasil | 2020 Vencedor do prêmio da crítica na última Mostra de São Paulo, o segundo longa de ficção de Ana Luiza Azevedo (“Antes que o Mundo Acabe”) acompanha um velho fotógrafo uruguaio (Jorge Bolani) que está perdendo a visão, mas acha que consegue enganar a todos. Diante da pressão do filho para deixar de viver sozinho, ele acaba encontrando uma solução ao conhecer uma jovem cuidadora de cachorros (Gabriela Poester) que não tem onde morar. O roteiro sensível, que trata da solidão com humor, foi escrito em parceria com Jorge Furtado, responsável por “Sob Pressão”, e o astro daquela série, Julio Andrade, faz uma pequena participação como o filho. Disponível na Now e Vivo Play Gauguin – Viagem ao Taiti | França | 2017 Vincent Cassel da vida ao célebre pintor francês Paul Gauguin durante seu exílio no Taiti. Lá, durante o ano de 1891, ele espera reencontrar sua pintura livre, selvagem, longe dos códigos morais, políticos e estéticos da Europa civilizada. Em vez disso, encontra a solidão, a pobreza, a doença, mas também Tehura, que se tornará sua esposa e tema das suas telas mais importantes. Disponível na Amazon Retratos de uma Guerra | Lituânia | 2020 Baseado no livro “A Vida em Tons de Cinza”, da escritora americana Ruta Sepetys, o filme lembra que o Holocausto judeu perpetrado pelos nazistas não foi o único projeto de genocídio levado adiante na Europa entre os anos 1930 e 1940. Neste drama, a inglesa Bel Powley (“Diário de uma Adolescente”) vive uma jovem desenhista lituana arrancada de sua casa e deportada com a família, amigos e vizinhos para a Sibéria sob as ordens de Joseph Stalin. Condenados à morte por traição, por ocuparem um país cobiçado por Stalin à beira do Mar Báltico, são levados para trabalhar até morrer num campo de concentração gelado, numa brutalidade realizada sob o pretexto de estratégia geopolítica pelo regime comunista. Além do povo retratado no filme, Stalin também enviou porção significativa da população dos países vizinhos, Estônia, Letônia, para gulags siberianos, e exterminou pela fome a resistência ucraniana. Disponível na Apple TV/iTunes, Google Play, Looke, Now, Vivo Play e YouTube Filmes O Bastardo | Bélgica | 2020 Suspense dramático sobre uma mãe enlutada que, após perder um filho num acidente, adota um jovem sem-teto, despertando ciúmes, mas também preocupação no filho que sobreviveu à tragédia. Concorreu ao prêmio Margritte, na Bélgica, como Melhor Filme falado em flamengo. Disponível na Apple TV/iTunes, Google Play, Looke, Now, Vivo Play e YouTube Filmes Pornô para Principiantes | Uruguai | 2018 Passada nos anos 1980, a comédia acompanha um diretor frustrado que, em busca de dinheiro para se casar com sua namorada, acaba trocando os sonhos de fazer cinema de arte por um grande salário com um filme pornô. Seu plano para tornar sua primeira produção do gênero o mais decente possível acaba frustrado pelo fato de a estrela ser irresistível, o que o leva a uma encruzilhada. Apesar do título, do tema e de vários esterótipos e situações clichês, o filme de Carlos Ameglio (“Psiconautas”) é, na verdade, uma grande homenagem ao prazer cinéfilo e à produção cinematográfica, celebrando o cinema possível quando não há recursos para se filmar. Disponível na Looke Superman: O Homem do Amanhã | EUA | 2020 Mais um bom longa animado da DC, com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, que se destaca pelo visual caprichado e uma versão divertida do Ano 1 do Superman. Com participações de Lobo e Caçador de Marte, a produção apresenta a origem do Superman e explora o início do relacionamento entre Clark Kent e Lois Lane. Mas em vez de recriar quadrinhos clássicos, conta uma versão inédita dessa fase da vida do primeiro super-herói dos quadrinhos. A equipe de produção destaca o diretor Chris Palmer, que trabalhou na festejada animação da “Justiça Jovem” (Young Justice) e dirigiu a série “Voltron: O Defensor Lendário” na Netflix, além de diversos dubladores famosos (para quem optar por assistir em inglês): Darren Criss (“American Crime Story”) como Superman, Alexandra Daddario (“Baywatch”) como Lois Lane, Zachary Quinto (“NOS4A2”) como Lex Luthor, Ryan Hurst (“The Walking Dead”) como Lobo e Ike Amadi (“Caçadores de Trolls: Contos de Arcadia”) como Caçador de Marte. Disponível na Apple TV/iTunes, Google Play e YouTube Filmes Diga Meu Nome | Brasil | 2020 Com roteiro e direção de Juliana Chagas, o documentário conta a história dramática e real de duas mulheres trans (Selem Soares e Diana Conrado) que lutam pelo simples direito de serem chamadas por seus nomes. Para isso, precisam obter a mudança de nome e de gênero em seus documentos. Mas a burocracia enfrentada pelas personagens para realizar a troca das identidades se revela um calvário, registrado pela diretora ao longo de nada menos que dois anos. A documentarista estreou com “As Pastoras — Vozes Femininas do Samba” (2018), que conquistou menção honrosa no International Houston Black Film Festival 2019 e no Festival Visões Periféricas 2019. Seu novo filme foi selecionado, entre outros, pelo Philadelphia Latino Film Festival, nos EUA, e o Flying Broom International Women’s Film Festival, na Turquia. Disponível na Apple TV/iTunes, Google Play, Looke, Now, Vivo Play e YouTube Filmes Dos Quartos aos Bilhões: A Revolução PlayStation | EUA | 2020 O documentário sobre a criação e ascensão do PlayStation é o terceiro filme dos irmãos Anthony e Nicola Caulfield sobre os primórdios da indústria dos videogames. Depois de se debruçarem sobre o esquecido Amiga e pioneiros britânicos, eles traçam a impressionante evolução dos jogos eletrônicos dos anos 1990 até meados dos 2000. Repleto de entrevistas de executivos, engenheiros, desenvolvedores e chefes de desenvolvimento da Sony – e até mesmo da Sega – , o filme também apresenta alguns dos jogos que marcaram o período, como “Resident Evil”, “Metal Gear Solid” e “Gran Turismo”, para ilustrar o salto de qualidade mais importante e monumental da história dos games. Disponível na Apple TV/iTunes Ciência da Resistência | Brasil | 2020 O documentário de Larissa Karl mostra a luta de cientistas, médicos e pós-graduandos para realizar pesquisas em doenças infecciosas, enquanto o governo brasileiro corta suas verbas e negligencia seu trabalho. O filme, porém, foi iniciado no governo Dilma. E se a situação já era trágica na época, virou show de horrores com Bolsonaro, com cortes ainda maiores, interrupções de pesquisas e paralisação do setor… tudo isso na véspera da disseminação da pandemia de covid-19. Multiplique por 17 e faça arminha com a mão para entender como a mortalidade aumentou dramaticamente por conta do abandono da Ciência no Brasil atual. Disponível na Now e Vivo Play
Estreias online: Utopia e mais 5 séries para maratonar no fim de semana
Num fim de semana com seis séries novas em streaming, o destaque é uma produção que traz a grife da romancista Gillian Flynn. Mas desta vez a escritora dos livros que deram origem aos filmes “Garota Exemplar” (2014), “Lugares Escuros” (2015) e à minissérie “Objetos Cortantes” trabalha com o material de outro autor. Ela assina a adaptação americana da série homônima britânica, criada por Dennis Kelly em 2013. E um dos detalhes da trama torna a nova atração especialmente atual. A conspiração da história envolve uma pandemia que ataca o sistema respiratório, criada por laboratório para reduzir a população mundial. Com elenco grandioso, que destaca John Cusack na primeira série de sua carreira, “Utopia” levou anos para sair do papel. Originalmente desenvolvido para a HBO pelo cineasta David Fincher (“Clube da Luta”), o remake acabou recusado pela trama complexa, mas isso não foi encarado como problema na Amazon, que encomendou uma 1ª temporada com oito episódios para a produtora Jessica Rhoades, responsável pela adaptação de “Objetos Cortantes”. Os demais lançamentos pode ser conferidos com trailers e maiores informações logo abaixo. Utopia | EUA | 1ª Temporada O remake assinado pela romancista Gillian Flynn (“Garota Exemplar”) acompanha um grupo de fãs de quadrinhos que descobre uma conspiração para disseminar vírus pandêmicos, denunciada nas páginas de “Utopia”, sua graphic novel favorita. A constatação de que a história é real torna os fanboys alvos de uma organização sinistra, mas a única pessoa com alguma noção do complô é a jovem filha do falecido criador dos quadrinhos, que está desaparecida há anos, fugindo de assassinos. O ótimo elenco inclui John Cusack (“Alta Fidelidade”), Jessica Rothe (“A Morte Te Dá Parabéns”), Sasha Lane (“Hellboy”), Rainn Wilson (“The Office”), Dan Byrd (“Cougar Town”), Ashleigh LaThrop (“The Handmaid’s Tale”), Desmin Borges (“You’re the Worst”), Farrah Mackenzie (“Logan Lucky”), Christopher Denham (“Billions”) e Cory Michael Smith (o Charada de “Gotham”). Disponível na Amazon Teerã | Israel | 1ª Temporada Desenvolvida por integrantes da equipe de “Fauda”, a série é um thriller de espionagem e ação com elementos de intriga geopolítica. A atriz Niv Sultan (“The Stylist”) vive a protagonista, uma hacker nascida em Teerã, que se tornou agente do Mossad e volta ilegalmente no país para uma missão secreta. Mas tudo dá errado e ela vê perseguida na capital do Irã por agentes do governo, sob comando de Shaun Toub (de “Homeland”). O elenco também destaca Navid Negahban (“Aladdin”), Shervin Alenabi (“Gangs of London”) e Liraz Charhi (“Jogo de Poder”). Disponível na Apple TV+ Tell Me a Story | EUA | 2 Temporadas Inédita no Brasil, a produção da plataforma CBS All Access é baseada numa série espanhola (“Cuéntame un Cuento”) que transforma a premissa de contos de fadas em tramas de suspense, explorando temas como ganância, vingança e assassinato. Adaptada por Kevin Williamson, o criador de “The Vampire Diaries” e da franquia de terror “Pânico” (Scream), a versão americana conta com um elenco grandioso formado por Paul Wesley (Stefan Salvatore em “The Vampire Diaries”), James Wolk (Jackson Oz em “Zoo”), Danielle Campbell (a Davina de “The Originals”), Billy Magnussen (“A Noite do Jogo”), Kim Cattrall (a Samantha de “Sex and the City”), Austin Butler (o Wil de “The Shannara Chronicles”), Dania Ramirez (a Cinderela da temporada final de “Once Upon a Time”), o brasileiro Davi Santos (da série “Power Rangers Dino Charge”) e, na 2ª temporada, Carrie-Anne Moss (a Trinity de “Matrix”). A atração foi cancelada em maio, mas, como cada temporada conta uma história completa, não deixou pontas soltas. Disponível na Amazon Quarry | EUA | 1 Temporada Um dos cancelamentos mais doídos dos últimos tempos, a excelente série de Michael D. Fuller e Graham Gordy (ambos roteiristas da série dramática “Rectify”) foi vítima de “rebranding” do canal pago Cinemax, que trocou suas produções de qualidade por séries de lutas e explosões, enquanto a WarnerMedia não o tira do ar. Adaptação do livro de Max Allan Collins, “Quarry” se passa em 1972 e acompanha um ex-fuzileiro (Logan Marshall-Green, de “Prometheus”), que retorna do Vietnã e é evitado por aqueles que ama, virando alvo de comentários pejorativos por ter lutado numa guerra suja. Transformado em pária, o combatente duro e desiludido acaba recrutado por uma rede de assassinos de aluguel, que atua ao longo do rio Mississippi. O final da temporada serve perfeitamente como fim da série. Disponível na Amazon Sneakerheads | EUA | 1ª Temporada A comédia explora a subcultura de colecionadores de tênis, que não medem esforços para conseguir os modelos dos seus sonhos, quanto mais raros e caros melhor. Seu criador, o roteirista Jay Longino (de “Fora de Rumo”), é um legítimo apaixonado por tênis, que começou sua própria coleção quando Michael Jordan presenteou-o com um par de tênis após um jogo de basquete. Ele também teve a primeira grande decepção de sua vida quando sua mãe jogou os calçados fora. Mas essa lembrança da adolescência inspira a trama da série, que acompanha um grupo de amigos em busca de ofertas de tênis especiais. O protagonista é um pai solteiro que acaba se endividando ao procurar um dos tênis mais cobiçados de todos os tempos, e corra atrás de negócios lucrativos para recuperar o dinheiro antes que sua mulher descubra. O elenco inclui Allen Maldonado (“The Last O.G.”), Andrew Bachelor (“A Babá”), Jearnest Corchado (“Cucuy: O Bicho Papão”) e Matthew Josten (“Timeline”). Disponível na Netflix Enfermeira Exorcista | Coreia do Sul | 1ª Temporada Jung Yu-mi (de “Invasão Zumbi”) é uma enfermeira que vê o que ninguém mais vê: criaturas sobrenaturais e fantasmas. Quando ela começa um novo emprego numa escola, vários incidentes misteriosos passam a acontecer. Mas como só ela enxerga as criaturas, as pessoas desconfiam de sua sanidade. Isto não impede um jovem professor de chinês (Nam Joo-Hyuk) de se interessar pela louquinha, que empunha uma espada de plástico colorida pelos corredores da escola, dizendo que está salvando todo mundo. O visual dos monstrinhos, que parecem geleias, é um detalhe a mais na bizarria da comédia, baseada em best-seller da escritora Chung Serang. Disponível na Netflix
Anya Taylor-Joy é campeã de xadrez em trailer legendado de minissérie
A Netflix divulgou 12 novas fotos, o pôster e o primeiro trailer legendado de “O Gambito da Rainha” (The Queen’s Gambit), minissérie de época estrelada por Anya Taylor-Joy (“A Bruxa”, “Emma.”, “Os Novos Mutantes”). A prévia destaca o desempenho da atriz e a beleza dos figurinos e direção de arte, numa recriação fashionista dos anos 1960. Baseada no romance homônimo de Walter Tevis, a produção de seis episódios retrata a vida de uma órfã que se torna prodígio do xadrez durante a Guerra Fria. A trama segue Beth Harmon (Taylor-Joy) dos 8 aos 22 anos, enquanto luta contra o vício e tenta se tornar a maior enxadrista do mundo. O elenco também inclui Thomas Brodie-Sangster (“Maze Runner”), Bill Camp (“The Outsider”), Harry Melling (“Harry Potter”) e Chloe Pirrie (“Emma.”) A série foi desenvolvida por Scott Frank, roteirista do filme “Logan” e criador de “Godless”. Repetindo o trabalho realizado na minissérie “Godless”, ele assina como roteirista, diretor e produtor executivo da atração. A estreia está marcada para 23 de outubro.
Enola Holmes: Vídeo de bastidores destaca cenas de luta de Millie Bobby Brown
A Netflix divulgou um novo vídeo legendado de bastidores de “Enola Holmes” sobre as cenas de luta de Millie Bobby Brown (a Eleven de “Stranger Things”). O vídeo mostra cenas das filmagens, treinamento e depoimentos do elenco e equipe, destacando como Millie é “uma força da natureza”. Espécie de derivado juvenil do universo de Sherlock Holmes, “Enola Holmes” traz Millie Bobby Brown como a irmã adolescente do famoso detetive. O elenco também destaca Henry Cavill (“Liga da Justiça”) como Sherlock, Sam Claflin (“As Panteras”) como Mycroft Holmes, e Helena Bonham Carter (a Princesa Margaret de “The Crown”) como mãe de Enola. Além de estrelar, Brown também é produtora do filme, que pode iniciar uma franquia cinematográfica, baseada na coleção literária “Os Mistérios de Enola Holmes”, da escritora Nancy Springer – já foram lançados seis livros da personagem. Na trama, Enola busca a ajuda de seus irmãos mais velhos, Mycroft e Sherlock, para investigar o desaparecimento de sua mãe em seu aniversário de 16 anos, mas logo percebe que nenhum dos dois está muito interessado no mistério. Em vez disso, decidem colocá-la num internato para aprender etiqueta. Rebelde, ela decide viajar sozinha para Londres, iniciando sua própria carreira de detetive, sempre um passo à frente de Sherlock. A produção marca a estreia em longa-metragem do diretor Harry Bradbeer (das séries “Dickensian” e “Fleabag”). O roteiro é de Jack Thorne (“Extraordinário”). E o filme já está disponível, desde quarta (23/9), em streaming.











