STF proíbe censura do Especial de Natal do Porta dos Fundos
A Segunda Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) definiu nesta terça (3/11), por unanimidade, que o “Especial de Natal Porta dos Fundos: A Primeira Tentação de Cristo”, deve permanecer no ar na Netflix. A obra de ficção humorística, que retrata Jesus como homossexual, foi alvo de críticas de conservadores e religiosos, que consideraram ofensiva a associação do cristianismo com a comunidade LGBTQIA+. O julgamento atual ocorreu a pedido da própria Netflix, em protesto contra a censura de seu especial. Em dezembro de 2019, a exibição do programa foi suspensa pela Justiça do Rio de Janeiro. Mas o programa acabou liberado por uma liminar concedida pelo ministro Dias Toffoli, então presidente da Corte. A legalidade da veiculação foi contestada pela Associação Centro Dom Bosco de Fé e Cultura, responsável pelo processo que resultou na censura carioca. A entidade alegou que o especial ofendeu a fé cristã e promoveu discurso de ódio contra a religião. Em parecer enviado ao STF antes do julgamento, a PGR (Procuradoria-Geral da República) apontou que o que houve no Rio foi uma tentativa de censura e defendeu a permanência do especial de Natal do Porta dos Fundos no ar. Em seus votos, os ministros Gilmar Mendes, Edson Fachin, Cármen Lúcia e Ricardo Lewandowski consideraram procedente a reclamação da Netflix e concluíram que não deve haver censura. Ao anunciar sua decisão, o relator e ministro Gilmar Mendes afirmou: “Ao analisar os presentes autos, concluo que a obra não incita violência contra grupos religiosos, mas constitui mera crítica, realizada por meio de sátira, a elementos caros ao cristianismo. Por mais questionável que possa vir a ser a qualidade desta produção artística, não identifico em seu conteúdo fundamento que justifique qualquer tipo de ingerência estatal”. Tanto Gilmar Mendes quanto o ministro Edson Fachin ressaltaram durante o julgamento que a Netflix agiu corretamente ao disponibilizar classificação indicativa de idade para o especial do Porta dos Fundos, assim como uma descrição para o conteúdo. O ministro relator destacou que os ofendidos pelo material podem simplesmente não assistir ao vídeo, sem que seja necessário restringir o acesso a ele de toda a sociedade. Cármen Lúcia concordou e disse que o especial não está exposto aos que não querem vê-lo. Lembrando que a sede do Porta dos Fundos no Rio de Janeiro foi vítima de ataque com bombas após o lançamento do especial, também foram citados casos como o da revista “Charlie Hebdo”, da França, que sofreu atentado após publicar charge ironizando Maomé. O autor confesso do atentado violento contra o Porta dos Fundos chegou a comemorar a decisão do desembargador carioca que mandou censurar o especial.
Netflix oficializa contratação de Manu Gavassi
A Netflix finalmente confirmou que Manu Gavassi vai estrelar uma série na plataforma. A cantora e atriz ganhou vídeos, divulgados nas redes sociais, para ser apresentada como “nova estrela” do streaming. No anúncio, em vez de comemorar, Manu protesta contra o vazamento da notícia e diz que se irrita com o suposto nome da série que ela faria, “Condom Ladies”. Um dos vídeos disponibilizados no Instagram corrige o nome para “Condom Lady”. Mas a verdade é que nem sua irritação nem a divulgação oficial da Netflix anunciam o título oficial da atração. Muito menos dão detalhes do programa. De fato, os minutos gastos nos vídeos podem ser resumidos na constatação de que Manu Gavassi está oficialmente contratada pela Netflix e fará uma série. Uma série que não é teen, ela garante, porque é adulta, apesar de sua carreira ter sido toda voltada, até o momento, para o público adolescente. “Eu sou uma mulher, uma mulher bem resolvida, independente e que vai descobrir quem vazou as informações do meu trabalho todas erradas, destruindo meu sonho de ter um vídeo de contratação mais legal que o do Bruno Gagliasso”, disse a artista, no tom irônico que virou sua marca. Ver essa foto no Instagram Uma série teen sobre uma camisinha e várias mulheres… Ou quase isso! @netflixbrasil ❤️😎 Uma publicação compartilhada por Manu Gavassi (@manugavassi) em 3 de Nov, 2020 às 5:23 PST Ver essa foto no Instagram Condom Ladies… Condom Ladies… Seria eu então uma Condom Lady? 😳 #condomladies #condomladysensata Uma publicação compartilhada por Manu Gavassi (@manugavassi) em 2 de Nov, 2020 às 5:17 PST
Sem Seu Sangue: Terror brasileiro ganha trailer para estreia na Netflix
A Vitrine Filmes divulgou o trailer de “Sem Seu Sangue”, terror brasileiro que vai estrear na Netflix em 20 de novembro, mais de um ano depois de passar na seção Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes, na Mostra de São Paulo e no Festival do Rio. O filme conta uma história de amor adolescente, entre Silvia (Luiza Kosovski), uma jovem introspectiva, e Artur (Juan Paiva), um garoto que sofre de hemofilia, doença hereditária que impede o sangue de coagular corretamente. Os dois mergulham em uma convivência intensa, interrompida por um acidente. “Sem Seu Sangue” marca a estreia em longas de Alice Furtado, que antes lançou os curtas “Duelo Antes Da Noite” e “A Rã e Deus”, mas apesar do trailer destacar elogios da crítica, o filme não se tornou exatamente uma unanimidade internacional, com 49% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Alice in Borderland: Série baseada em mangá ganha trailer legendado
A Netflix divulgou dois pôsteres nacionais e um novo trailer legendado de “Alice in Borderland”, série japonesa baseada no mangá homônimo de Haro Aso, que já rendeu uma minissérie de anime (Imawa no Kuni no Arisu) em 2014. Na trama, um grupo de jovens vai parar num universo paralelo, que é exatamente igual a Tóquio, só que deserto, em que parecem ser as únicas pessoas vivas. Mas para permanecerem assim, terão que participar de um intenso jogo de sobrevivência. A série tem direção de Shinsuke Sato, responsável pela adaptação live-action de “GantZ”, mangá cultuadíssimo que pode ser considerado uma influência em “Alice in Borderland”. Ele também assinou “A Sociedade da Espada” (2001), o terror de zumbis “I Am Hero” (2015), a continuação “Death Note: Iluminando um Novo Mundo” (2016) e o filme de “Bleach” (2018), todas produções baseadas em mangás famosos. O elenco, por sua vez, destaca Kento Yamazaki (da versão japonesa de “Good Doctor”) e Tao Tsuchiya (dos filmes de “Samurai X”). A 1ª temporada será lançada no dia 10 de dezembro.
Ryan Reynolds revela final das filmagens de Red Notice
O ator Ryan Reynolds (o Deadpool) revelou no seu Instagram que encerrou sua participação nas filmagens de “Red Notice”, nova comédia de ação da Netflix. A informação foi acompanhada por várias fotos dos bastidores da produção, que ele estrela ao lado de Gal Gadot (a Mulher-Maravilha) e Dwayne Johnson (the Rock). “Não tem havido muitos filmes ultimamente. Eu sinto falta deles. Ontem foi meu último dia no ‘Red Notice’. Começamos esse filme há 10 meses. Paramos em março sem ideia de quando ou se voltaríamos. Com a ajuda de tantos profissionais de saúde e segurança inteligentes, a Netflix encontrou uma maneira de nos fazer voltar ao trabalho”, escreveu. Ele ainda elogiou os profissionais que trabalharam na produção. “Tiro meu chapéu para esta equipe. Não conseguiria enfatizar sua coragem o suficiente. Mais de 300 almas vivendo em uma bolha sequestrada para tornar isso uma realidade. Eles foram trabalhar nas circunstâncias mais intensas todos os dias. Esse sacrifício não é só deles, mas também de seus familiares, amigos e entes queridos que não os veem há meses. Nem todos os heróis usam capas. Alguns usam máscaras. E viseiras. E tem cotonetes enfiados em seus narizes todos os dias”, completou. Trama de perseguição de ladrão de arte internacional, “Red Notice” foi escrita e dirigida por Rawson Marshall Thurber (“Família do Bagulho”) e deve ser lançada em 2021 em streaming. Ver essa foto no Instagram There haven’t been a lot of movies lately. I miss them. Yesterday was my final day on #RedNotice. We started this film 10 months ago. We stopped in March with no idea when or if we’d go back. With the help of so many whip-smart health and safety workers, Netflix found a way to get us back to work. My hat is OFF to this crew. I can’t emphasize their grit enough. Over 300 souls living in a sequestered bubble to make this a reality. They went to work under the most intense circumstances every day. That sacrifice is not only theirs, but it also belongs to their family, friends and loved ones who haven’t seen them in months. Not all heroes wear capes. Some wear masks. And visors. And have cotton swabs shoved up their noses every day. #RedNotice @netflix 📷: @masistills @hhgarcia41 Uma publicação compartilhada por Ryan Reynolds (@vancityreynolds) em 30 de Out, 2020 às 9:01 PDT
Maisa Silva se despede oficialmente do SBT
A atriz e apresentadora Maisa Silva se despediu oficialmente do SBT com a última edição do “Programa da Maisa”, que apesar de ter sido gravado há algum tempo, foi ao ar neste sábado (31/10). Maisa antecipou a exibição nas redes sociais avisando que os fãs veriam “fortes emoções” e ela “toda remelenta, porém com mascara de cílios intacta”, porque fez a maquiagem já se preparando “pro choro”. Durante o programa, ela recebeu homenagens de Raul Gil, que a lançou aos três anos de idade na TV, e de Silvia Abravanel, apresentadora do “Bom Dia & Cia”, representando a família de seu patrão desde os cinco anos de idade, Sílvio Santos. Com os olhos cheios de lágrima, Maisa agradeceu ao SBT por ser a sua segunda casa. “Eu vim mais para cá do que para escola. É muito difícil ir embora, mas ir embora daqui feliz e saber que tenho apoio de tanta gente que entendeu o que é melhor para mim nesse momento, é uma felicidade”, contou. A estrelinha também recebeu a visita-surpresa do cantor Luan Santana, de quem é fã, e participou do quadro “Cadeira da Verdade” para responder perguntas de Celso Portiolli, Fê Paes Leme, Pabllo Vittar e Hugo Gloss. Perguntada o que aprendeu nesses anos todos à frente da televisão, ela respondeu: “Tudo o que eu sei sobre comunicação”. Em seu Instagram, Maisa completou: “O encerramento de um ciclo muito lindo e importante na minha vida. Estou realizada, é isso que posso dizer”. Ela ainda postou fotos dos bastidores do último programa, escrevendo ao lado: “Que sensação de missão cumprida, realização e gratidão”. Para completar, comentou o fim da relação com o SBT, que chamou de “experiência maravilhosa”. “Levo daqui as melhores coisas da vida, ensinamentos nobres e uma coisa que nenhum dinheiro pode comprar: uma família. Obrigada família SBT por esses 13 anos”. No SBT, ela também apresentou, ainda criança, os programas “Sábado Animado”, “Domingo Animado” e “Bom Dia & Cia”, além de ter dividido o quadro “Pergunte à Maisa” com Silvio Santos, no “Programa Silvio Santos”, onde chamou atenção pela espontaneidade. A transformação em atriz aconteceu em 2011, quando interpretou Valéria Ferreira no remake da novela “Carrossel”. Ela estreou no cinema no primeiro filme derivado da produção, “Carrossel: O Filme”, em 2015, e participou também da sequência, “Carrossel 2: O Sumiço de Maria Joaquina”. Em 2016 fez sua segunda novela, “Carinha de Anjo”, e no mesmo ano publicou seu primeiro livro, “Sinceramente Maisa”, que contava sua trajetória. Mas aos poucos sua carreira ficou maior que o SBT. Ela lançou mais dois livros e voltou ao cinema em “Tudo Por um Popstar” (2017), “Cinderela Pop” (2018) e “Ela Disse, Ele Disse” (2019). A partir de agora, Maisa vai desenvolver trabalhos na Netflix. E é agora mesmo, a partir de terça (3/11), quando ela começa a apresentar o “festival digital” Tudum, mediando a participação de estrelas da Netflix por videoconferência. Além disso, já filmou seu próximo filme, a comédia “Um Pai no Meio do Caminho”, que será seu primeiro longa realizado para a plataforma de streaming. Ver essa foto no Instagram OBRIGADA! Que sensação de missão cumprida, realização e gratidão. Foram 85 programas feitos com muita dedicação, amor e carinho. Não consigo colocar em palavras tudo o que vocês significam pra mim, mas espero que saibam que os levo comigo pra onde for. O programa da maisa veio num momento inesperado, quando eu nem sabia se estava preparada e ele me fez aprender muito e acreditar em mim. Doeu me despedir sem abraçar vocês, mas foi o que pudemos fazer diante dessa situação na qual nos arriscamos, mesmo com todo cuidado, pra colocar um sorriso no rosto de cada pessoa que ligava a TV aos sábados. Agradeço ao público que nos abraçou, aos convidados que pisaram nesse palco e a todos que fizeram esse programa acontecer. Que experiência maravilhosa, levo daqui as melhores coisas da vida, ensinamentos nobres e uma coisa que nenhum dinheiro pode comprar: uma família. Obrigada familia SBT por esses 13 anos, obrigada familia programadamaisa por esses 2 anos de muita loucura do bem. Amo vocês. Com amor, +A. Uma publicação compartilhada por +A (@maisa) em 31 de Out, 2020 às 3:49 PDT
Estreias online: Séries completas oferecem maratonas imperdíveis
O Top 10 de séries da semana compensa a falta de variedade inédita com produções completas, temporadas recuperadas em streaming e minisséries relevantes. Embora não seja novidade, fazer maratona com a coleção completa dos episódios de “The Americans” é um privilégio que não pode ser subestimado. Em seis temporadas (2013–2018), a série do canal pago FX subverteu o gênero da espionagem, levando o público americano a torcer por comunistas. E a Academia da Televisão ainda premiou os responsáveis por essa ousadia, um deles ex-agente da CIA, com o Emmy de Melhor Roteiro. Com começo, meio e fim perfeitos, a produção estrelada por Keri Russell e o vencedor do Emmy Matthew Rhys está de fato em outro Top 10: o das melhores séries dos anos 2010. A lista de “clássicos” também oferece opção para quem busca um programa gótico à rigor, com vampiros, bruxas, lobisomens, monstros de laboratório, perversões e possessão demoníaca, para maratonar no Halloween. Cinematográfica e assustadora, “Penny Dreadful” foi uma das séries de terror mais bem produzidas dos últimos anos. Suas três temporadas (2014–2016), disponibilizadas agora pela Starz Play, prestam uma belíssima homenagem à era de ouro do gênero – com referências tanto à literatura do século 19 quanto a suas adaptações da Hammer nos anos 1960. Criada por um dos principais roteiristas da franquia 007 e estrelada por um ex-James Bond, uma ex-Bond Girl e um colega atual do espião vivido por Daniel Craig, também pode ser considerada um alento para fãs dos filmes do agente secreto britânico, torturados pelos adiamentos consecutivos de “007 – Sem Tempo para Morrer”. Por falar em terror, as plataformas apostaram num clima de Halloween antecipado, disponibilizando séries do gênero ao longo de todo o mês de outubro, por isso o fim de semana das bruxas começa sem muitas alternativas do gênero. Mesmo assim, a melhor atração estreante desta sexta (30/10) é justamente uma série fantasmas e casas mal-assombradas, o terrir britânico “Truth Seekers”. Como comédia, não é tão engraçada quanto outras parcerias de seus criadores, a divertida dupla Simon Pegg e Nick Frost, mas quem criou “Todo Mundo Quase Morto” é incapaz de errar na fórmula que junta arrepios e risos, nem que sejam amarelos. Confira abaixo mais detalhes destes e dos demais destaques do streaming deste fim de semana. Truth Seekers | Reino Unido | 1ª Temporada Primeira série dos comediantes britânicos Simon Pegg e Nick Frost desde sua estreia em “Spaced”, em 1999, a atração também marca a volta da dupla ao terrir, 16 anos depois do cultuado “Todo Mundo Quase Morto” (2004). Para quem não lembra, Pegg e Frost viraram celebridades com a repercussão do filme de 2004, uma hilária comédia britânica de zumbis, que também catapultou a carreira do então diretor de séries, Edgar Wright. Os dois parceiros criaram “Truth Seekers”, que estreia com oito episódios de 30 minutos de duração, mas Pegg faz apenas uma pequena participação como ator. Ele vive o patrão de Frost numa empresa de serviços de banda larga. A premissa deslancha quando o personagem de Frost e seu novo colega de atendimento domiciliar, vivido por Samson Kayo (“Dolittle”), encontram fantasmas num serviço de rotina e passam a explorar o desconhecido em uma nova linha de trabalho. Eles investigam igrejas, bunkers subterrâneos e hospitais abandonados usando ferramentas caseiras de detecção de fantasmas e compartilham suas aventuras em um canal online. O elenco também inclui Emma D’Arcy (“Wanderlust”), Susan Wokoma (“Year of the Rabbit”) e o veterano Malcolm McDowell (“O Escândalo”). Disponível na Amazon A Voz Mais Forte – O Escândalo de Roger Ailes | EUA | 1 Temporada A minissérie que destaca a impressionante transformação do astro Russell Crowe (“Robin Hood”) no magnata Roger Ailes, fundador da Fox News, conta em detalhes como a emissora se tornou referência da direita americana por meio da manipulação e distorção de notícias, ao mesmo tempo em que relata os bastidores da cultura tóxica de abuso moral e sexual em seu ambiente de trabalho. Ailes morreu em maio de 2017, aos 77 anos, poucos meses após ser afastado da chefia do canal por denúncia de assédio encabeçada por Gretchen Carlson, uma ex-Miss norte-americana que virou apresentadora do canal de notícias. Esta denúncia também foi tema do filme “O Escândalo” (2019), centrado na queda do todo-poderoso. Desenvolvida por Tom McCarthy, que venceu o Oscar de Melhor Roteiro por “Spotlight” (outro trabalho em jornalismo), “The Loudest Voice” (título original) ainda destaca em seu ótimo elenco Naomi Watts (“A Série Divergente: Convergente”), Sienna Miller (“American Sniper”), Seth MacFarlane (“The Orville”), Simon McBurney (“Missão: Impossível – Nação Secreta”), Guy Boyd (“Sharp Objects”) e Annabelle Wallis (“A Múmia”). Disponível na Globoplay The Night Manager | Reino Unido | 1 Temporada A minissérie premiada de espionagem adapta o livro homônimo de John le Carré (autor de “O Espião que Sabia Demais”) e traz Tom Hiddleston (“Thor”) no papel-título, um ex-soldado britânico transformado em gerente de hotel. Ao receber documentos incriminadores sobre um empresário britânico (Hugh Laurie, de “House”), que fez fortuna no mercado negro vendendo armas, ele se vê envolvido numa disputa entre agências de inteligência e é arrastado para as sombras da espionagem. O resto do elenco grandioso inclui Elizabeth Debicki (“Tenet”), Olivia Colman (“A Favorita”), Tom Hollander (“Missão: Impossível – Nação Secreta”), Tobias Menzies (“The Crown”), David Harewood (“Supergirl”) e a portuguesa Aure Atika (“O Verão do Skylab”). Para completar, os roteiros foram escritos por David Farr (criador de “Hanna”) e a cineasta dinamarquesa Susanne Bier (“Bird Box”) venceu o Emmy por dirigir todos os seis episódios. Disponível na Starzplay Suburra: Sangue em Roma | Itália | 3ª Temporada No desfecho da primeira série italiana da Netflix, a batalha pelo império do crime em Roma se torna ainda mais implacável com a promessa de uma nova fonte de tráfico, dinheiro e poder. A produção é baseada no livro de Giancarlo De Cataldo e Carlo Bonini que já rendeu um filme de mesmo nome, produzido pela própria Netflix e dirigido por Stefano Sollima em 2015. Sollima também comandou a série “Gomorrah” e dirigiu “Sicario: Dia do Soldado”, sua estreia em Hollywood. A trama se passa vários anos antes dos eventos vistos no filme homônimo, funcionando como um prólogo, ao revelar a formação de uma aliança no submundo mafioso entre três jovens de diferentes grupos, que resolvem se juntar contra os demais, visando realizar seus sonhos de enriquecimento e poder num território disputado por empresas imobiliárias, a máfia, a Igreja e políticos corruptos. Se a temporada inaugural girou em torno do Vaticano e da aquisição de terras em Ostia para a construção de um porto e a 2ª foi centrada na competição pelo poder político com a eleição de um novo prefeito, o ato final terá as ruas de Roma como o palco de uma batalha cheia de reviravoltas e alianças inesperadas, completando a história iniciada em 2017 e concebida, desde o início, para representar uma trindade profana – Igreja, Estado, Crime. Disponível na Netflix Sangue de Zeus | EUA | 1ª Temporada A série que transforma a mitologia grega em trama de anime é basicamente uma versão de “Ataque dos Titãs” passada na Grécia antiga, em que os Titãs mitológicos conjuram uma raça de demônios gigantes para destruir a civilização helênica. Entre os heróis da resistência destaca-se Heron, um bastardo que na verdade é filho do deus Zeus. Curiosamente, apesar do visual estilizado de anime, a produção não é japonesa, mas americana. A série foi criada pelos irmãos Charley e Vlas Parlapanides, de Nova Jersey, que já tinham usado sua descendência grega como inspiração para o roteiro do filme “Imortais” (2011), em que Henry Cavill (“The Witcher”) viveu o herói mitológico Teseu. O elenco de vozes originais destaca vários atores conhecidos dos EUA. Jason O’Mara (“Agents of SHIELD”) dubla Zeus, Claudia Christian (“Babylon 5”) faz Hera, Jessica Henwick (“Punho de Ferro”) vive a heroína Alexia, Chris Diamantopoulos (“Silicon Valley”) encarna Poseidon, Mamie Gummer (“True Detective”) dá voz à Elektra e Derek Phillip (“Longmire”) interpreta Heron. Disponível na Netflix The Americans | EUA | 6 Temporadas A premiada produção do canal pago FX, criada pelo ex-agente da CIA Joseph Weisberg, chega completa à Amazon, permitindo uma maratona de descoberta para quem não acompanhou sua exibição entre 2013 e 2018, quando se tornou uma das melhores séries da década. Passada durante os anos 1980, em plena Guerra Fria, a trama acompanha dois agentes soviéticos, vividos por Keri Russell (“Planeta dos Macacos: O Confronto”) e Matthew Rhys (“Um Lindo Dia na Vizinhança”), que se passam por uma típica família americana para realizar missões secretas e sabotagens no território inimigo. Nem seus filhos sabem de sua missão, muito menos o vizinho (Noah Emmerich, de “Em Busca de Justiça”), um agente do FBI que investiga justamente espiões infiltrados no país. Com muitos disfarces, reviravoltas e tensão, a trama sofre reviravoltas atrás de reviravoltas, prendendo a atenção até seu desfecho. Disponível na Amazon Penny Dreadful | Reino Unido | 3 Temporadas A saga de terror gótico criada pelo roteirista John Logan (“007 Contra Spectre”) impressionou público e crítica com uma estética caprichada, visual cinematográfico (com direção de J.A. Bayona, de “Jurassic World: Reino Ameaçado”), elenco primoroso e também pelo final surpreendente – que foi exibido na TV sem aviso de que representava o desfecho da série, pegando os fãs de surpresa com seu impacto. Com uma trama repleta de personagens da literatura gótica do século 19, como Frankenstein, Dr. Jeckyll e Dorian Gray, a atração acabou destacando uma personagem original, graças ao desempenho sobrenatural de Eva Green (“007 Cassino Royale”) na pele de uma médium atormentada por demônios. O fato dela não ter sido indicada ao Emmy de Melhor Atriz só ressalta o preconceito existente contra produções de terror. O resto do elenco inclui Timothy Dalton (“Patrulha do Destino”), Josh Hartnett (“30 Dias de Noite”), Rory Kinnear (“Years and Years”), Harry Treadaway (“Mr. Mercedes”), Billie Piper (“Doctor Who”) e Reeve Carney (“Rocky Horror Picture Show”). Quem perdeu a exibição original na TV – feita no Brasil pela HBO – tem no fim de semana do Halloween a data perfeita para entrar no clima da série. Disponível na Starzplay Pessoa de Interesse | EUA | 5 Temporadas Primeira série criada por Jonathan Nolan, “Person of Interest” (título original) já incluía em seu enredo elementos que seriam aprofundados em “Westworld”. A premissa de 2011 girava em torno de uma inteligência artificial capaz de prever crimes com antecedência – um antecessor do Rehoboam, de “Westworld”, mas claramente influenciado pelo conceito de “Minority Report” (2002). De posse desse conhecimento, o programador foragido Harold Finch (Michael Emerson) busca uma aliança com o ex-agente secreto John Reese (Jim Caviezel), tirando-o da aposentadoria informal para impedir crimes que ainda não aconteceram. Mas esta atividade acaba chamando atenção da polícia. A trama evolui em ritmo lento, graças à estrutura procedimental típica de atrações da TV aberta, com foco num caso diferente por episódio. Disponível na Globoplay Arrow | EUA | 8ª Temporada O final da série que inaugurou o Arrowverso se materializa como a espinha dorsal do crossover “Crise nas Infinitas Terras”, mas supera expectativas com a grande carga emocional representada pelo reencontro/despedida de Oliver Queen (Stephen Amell) com vários personagens importantes da história da produção. Ao longo de seus episódios, a trama também planta o piloto de um spin-off centrado em Mia (Katherine McNamara), a filha de Oliver, que até agora não foi confirmado nem descartado, e desafia os fãs a segurar as lágrimas em seu desfecho impactante, durante o enterro do herói. Isto não é spoiler, porque o destino do Arqueiro Verde já tinha sido predito desde a temporada passada. Mas embora não consiga mudar seu futuro, Oliver não é completamente eliminado do Arrowverso, transformando-se em outro personagem da DC Comics, assim como, aparentemente, seu melhor amigo John Diggle (David Ramsey). Desde “Smallville”, uma série de super-heróis não tinha um final tão envolvente. Disponível na Netflix The Flash | EUA | 6ª Temporada Os episódios do sexto ano da série estrelada por Grant Gustin se conectam aos eventos do crossover “Crise nas Infinitas Terras”...
Filmes online: Estreias de terror marcam fim de semana do Halloween
No fim de semana do Halloween, metade das dicas são filmes de terror. Há outros lançamentos do gênero nas plataformas de streaming e VOD, mas os cinco selecionados são as melhores estreias do montão, indicados para ver quando a noite de sábado chegar, entre raios e trovões. A peneira levou em conta a criatividade e qualidade das produções, embora alguns títulos sejam mais bem-sucedidos que outros. Para não ter dúvidas, leia os comentários completos abaixo. O Top 10 reserva mais cinco opções para quem preferir um passatempo sem sustos, com destaque para “Meu Cachorro e Eu”, comédia francesa que, apesar do título enganoso, não é uma produção infantil. A relação ainda marca o começo da longa temporada natalina de 2020 na Netflix. Com jingle bells tocando já no Halloween, a plataforma claramente exagerou nos pedidos de Natal deste ano, mas parece ter deixado de fora da lista o bom e velho Papai Noel assassino que cairia melhor nesta data menos feliz. Confira abaixo 10 das doçuras e travessuras lançadas na semana. O que Ficou para Trás | Reino Unido | 2020 Um casal de refugiados, que tenta construir uma nova vida na Inglaterra, precisa lidar com uma presença maligna na casa onde o governo britânico os acomodou. O resultado é um filme de casa-assombrada com crítica social. Ao contrário das histórias tradicionais de assombração em que é possível escapar pela porta, os personagens vividos pelo inglês Sope Dirisu (“O Caçador e a Rainha do Gelo”) e a nigeriana Wunmi Mosaku (“Lovecraft Country”) não têm o privilégio de simplesmente sair. Após uma fuga angustiante do Sudão do Sul, devastado pela guerra, recusar a residência na pequena cidade inglesa os fará ser devolvidos ao lugar que lutaram tanto para deixar para trás. Primeiro filme do cineasta Remi Weekes, “His House” (título original) venceu o prêmio NHZ de melhor cineasta emergente no Festival de Sundance deste ano, arrancou elogios rasgados da crítica e conta com impressionantes 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. Disponível na Netflix Swallow | EUA, França | 2019 Haley Bennett (“O Diabo de Cada Dia”) venceu o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Tribeca pelo papel de uma dona de casa grávida, que sofre uma transformação alarmante ao desenvolver uma compulsão de comer objetos perigosos. Enquanto seu marido (Austin Stowell) e sua família passam a querer controlar sua vida, ela é forçada a confrontar um segredo obscuro por trás dessa obsessão incontrolável. Sucesso no circuito dos festivais internacionais, o terror psicológico do estreante Carlo Mirabella-Davis foi exibido na Mostra de São Paulo e consagrado no Fantasia Film Festival do Canadá com os troféus de Melhor Direção e Roteiro. Elogiadíssimo, tem 88% de aprovação no Rotten Tomatos. Disponível na MUBI a partir de sábado (31/10) Antebellum | EUA | 2020 A Paris Filmes chegou a batizar o filme de “A Escolhida” para seu lançamento nos cinemas, mas ele acabou saindo direto em VOD com o título original. Anunciado como o novo thriller racial dos produtores de “Corra!” e “Nós”, a produção estrelada pela cantora Janelle Monaé (“Estrelas Além do Tempo”) dividiu a crítica dos EUA. A maioria não aceitou a guinada da trama e as críticas em geral foram bem negativas. Mas quem embarcou no simbolismo, considerou brilhante. Na trama, a personagem de Janelle é uma escritora feminista, que se vê inesperada transportada para o que parece ser uma plantação do século 19, onde passa a sofrer os horrores da escravidão. Roteiro e direção são da dupla Gerard Bush e Christopher Renz, que estreiam em longa-metragem após assinar vários curtas e um clipe do rapper Jay-Z, e o elenco ainda destaca Jena Malone (“Jogos Vorazes: A Esperança”), Kiersey Clemons (“A Dama e o Vagabundo”), Gabourey Sidibe (“American Horror Story”), Jack Huston (“Ben-Hur”) e Eric Lange (“Narcos”). Disponível na Looke, Vivo Play e YouTube Filmes Sem Conexão | Polônia | 2020 Após causar impacto com o terror psicológico “Playground” (2016), o cineasta polonês Bartosz M. Kowalski resgata a tendência slasher dos massacres de acampamentos adolescentes, que rendeu muitos hits em VHS nos anos 1980. A trama atualiza a história para a era dos celulares, acompanhando um grupo de adolescentes viciados em tecnologia, que participa de um acampamento offline de reabilitação forçada, enquanto algo tenta desligá-los do mundo para sempre. Com muitas e esperadas mortes sangrentas, o filme segue direitinho o manual do gênero e assim não surpreende nem decepciona quem já sabe o que esperar. Disponível na Netflix Terra Assombrada | EUA | 2018 Terror passado numa fazenda afastada do Velho Oeste, ao estilo de “A Bruxa” (2015). Na trama, uma mulher simples (Caitlin Gerard, de “Sobrenatural: A Última Chave”) se muda com o marido para o meio do nada, e embora a chegada de outro casal de pioneiros encerre sua solidão, ela está convencida que o vento que castiga a região tem algo de sobrenatural. Aos poucos, a paranoia a convence que tem razão. Com 82% de aprovação, o filme de estreia da diretora Emma Tammi é bastante elogiado pela crítica, mas costuma desagradar quem busca sustos fáceis, devido ao ritmo lento e estrutura não linear – a história é contada fora de ordem. Disponível na Now e Vivo Play Meu Cachorro e Eu | França | 2019 Com título de filme infantil, a comédia é na verdade sobre um casal em crise, interpretado pelo israelense Yvan Attal (“Seberg Contra Todos”) e a francesa Charlotte Gainsbourg (“Ninfomaníaca”), que são casados na vida real. Este é o terceiro filme em que eles levam às telas reflexos de seu relacionamento real. Embora se trate de uma adaptação literária – um conto do célebre escritor John Fante (“Pergunte ao Pó”) -, o próprio Attal assina roteiro e direção, despindo a si mesmo e sua esposa de glamour cinematográfico para abordar um romance de hábitos cotidianos. Na trama, Attal vive um escritor famoso, que descobre que seu bloqueio criativo e falta de libido são culpa de seus quatro filhos. Um dia, um cachorro enorme invade seu quintal e resolve mudar-se para sua residência. Impondo-se por seu tamanho descomunal, o cão, batizado de Estúpido, acaba se tornando um grande incômodo para a família. Mas depois de ressaltar a impotência do patriarca, acaba catalisando uma grande mudança. Diferente do esperado até em sua resolução, o filme encantou os críticos da Variety, Hollywood Reporter e outras publicações profissionais dos EUA, atingindo 100% de aprovação entre os veículos tops no Rotten Tomatoes (e 78% entre blogueiros). Disponível na Looke, Now e Vivo Play Amor com Data Marcada | EUA | 2020 Abrindo em outubro a longa temporada de filmes do Natal de 2020 da Netflix, esta comédia romântica traz Emma Roberts (“American Horror Story”) cansada de ser empurrada para pretendentes em datas comemorativas. Um dia, ela conhece outro solteiro convicto (Luke Bracey, de “Até o Último Homem”) em uma festa de Natal e os dois fazem um pacto: por um ano, serão o acompanhante um do outro em ocasiões especiais para evitar que os parentes tentem lhes encontrar namorados. Com o mesmo desdém por comemorações e sem interesse em se apaixonar, eles se tornam o par perfeito um do outro. Já adivinhou o final? Este enredo tão tradicional quanto o próprio Natal foi escrito por Tiffany Paulsen, que já tinha assinado um filme de Emma Roberts anteriormente, “Nancy Drew e o Mistério de Hollywood” (2007). A direção é de John Whitesell (“Vovó… Zona 2”) e o elenco ainda conta com Frances Fisher (“Watchmen”), Kristin Chenoweth (“Final de Semana em Família”), Andrew Bachelor (“A Babá”) e Jessica Capshaw (“Grey’s Anatomy”). Disponível na Netflix Assassinato no Congo | Noruega | 2018 Baseado em fatos reais, o drama tenso de Marius Holst (“Inferno na Ilha”) acompanha uma viagem turística de dois noruegueses viciados em adrenalina que acaba em prisão e julgamento por espionagem e assassinato no Congo. O ator alemão Tobias Santelmann, conhecido pelos fãs da série “The Last Kingdom” como o jovem Ragnar, ganhou alguns prêmios europeus por sua interpretação convincente como um dos protagonistas. Disponível em iTunes/Apple TV, Looke, Vivo Play e YouTube Filmes Agente Infiltrada | França, Israel | 2019 A alemã Diane Kruger (“Em Pedaços”) vive uma mulher recrutada pela agência de espionagem de Israel para se infiltrar no programa nuclear iraniano. Mas enquanto ela é movida pela paranoia, o filme se diferencia por retratar os iranianos sem clichês e até com simpatia, o que surpreende especialmente por ser uma produção israelense, país que vive uma relação de conflito com o Irã real. Segundo filme de Yuval Adler, que venceu os prêmios de Melhor Direção e Roteiro da Academia de Israel pelo elogiado “Belém: Zona de Conflito” (2013), “The Operative” (título original) ainda traz Martin Freeman (“Pantera Negra”) e Cas Anvar (“The Expanse”) em seu elenco. Disponível em iTunes/Apple TV, Google Play, Looke, Vivo Play e YouTube Filmes Abraço | Brasil | 2020 Eleito Melhor Filme pelo júri popular no Festival Cine PE, o longa dirigido por DF Fiuza dramatiza o protesto de 30 mil professores sergipanos em 2008, que se mobilizaram para evitar a perda de direitos. A protagonista Ana Rosa, interpretada pela atriz Giuliana Maria (“Carcereiros”), ainda sofre com machismo ao viver o desafio de ser mãe, mulher e sindicalista em meio à intensa luta jurídica contra o governo estadual. Disponível na Looke e Now
Klara Castanho vai estrelar filme na Netflix
A atriz Klara Castanho vai estrear na Netflix num filme escrito por Thalita Rebouças. Será a terceira parceria entre a Klara e Thalita, após “É Fada!” (2016) e “Tudo por um Pop Star” (2018), que adaptaram livros infanto-juvenis famosos da escritora. Na produção, ela fará par com Lucca Picon, da última temporada de “Malhação”. Mas não há mais detalhes sobre a trama. Vale lembrar que, quando assinou contrato para desenvolver projetos para a Netflix, Thalita recebeu a missão de criar histórias inéditas. A primeira produção desse acordo será “Um Pai no Meio do Caminho”, estrelado por Maisa Silva, que originalmente deveria estrear em 2020, mas ainda não ganhou previsão de lançamento.
Sandra Oh e Awkwafina serão irmãs em comédia da Netflix
As atrizes Sandra Oh (“Killing Eve”) e Awkwafina (“A Despedida”) vão contracenar pela primeira vez numa nova comédia da Netflix. Elas vão viver irmãs completamente opostas na produção, que ainda não tem título oficial nem diretor definido, mas já tem roteiro de Jen D’Angelo, roteirista responsável pela sequência de “Abracadabra” (Hocus Pocus) em desenvolvimento para a Disney+ (Disney Plus). A trama que vai juntar as duas vencedores do Globo de Ouro trará Oh como uma reclusa solitária, que tem a vida virada do avesso quando sua irmã desastrosa (Awkwafina) decide consertar seu relacionamento fraternal, ajudando-a a realizar o sonho de sua vida: disputar seu game show favorito. Produção da empresa Gloria Sanchez, do comediante Will Ferrell (“Pai em Dose Dupla”), a comédia ainda não tem previsão de estreia.
The Crown: Novo trailer destaca Margaret Thatcher e Princesa Diana
A Netflix divulgou um novo trailer legendado de “The Crown”, bem mais dramático que os anteriores. A prévia destaca a soberba de Margaret Thatcher, que acredita salvar o Reino Unido enquanto quebra sua economia, e a frustração da princesa Diana ao perceber que seu conto de fadas não tem um “viveram felizes para sempre” – o que é realçado pela trilha sonora, um belíssimo cover dos Smiths. A 4ª temporada da série vai acompanhar a ascensão de Thatcher, que chegou ao poder como primeira-ministra do Reino Unido em 1979, em paralelo ao drama da Princesa do Povo, que encanta o país, mas não a família real britânica. Além de Gillian Anderson (“Arquivo X”) como Thatcher e Emma Corrin (“Pennyworth”) no papel de Diana, a 4ª temporada reúne pela última vez Olivia Colman (“A Favorita”) como a rainha Elizabeth IIª, Helena Bonham Carter (“Oito Mulheres e um Segredo”) no papel da Princesa Margaret, Tobias Menzies (“Outlander”) como o príncipe Philip, Josh O’Connor (“Emma.”) como o príncipe Charles e Emerald Fennell (“Call the Midwife”) na pele de Camilla Parker-Bowles, antes de uma terceira troca de elenco, prevista para encerrar a série em mais dois anos de produção. A estreia dos novos episódios está marcada para o dia 15 de novembro.
O Clube das Babás: Vídeo musical anuncia renovação da série
A Netflix anunciou a renovação da série “O Clube das Babás”, que adapta a coleção literária homônima de Ann M. Martin. A atração é a primeira série teen da plataforma sem crimes ou maldades, finalmente refletindo o sucesso de seus filmes de garotas apaixonadas. A encomenda da 2ª temporada foi acompanhada por um vídeo com o jovem elenco feminino da produção, que aparece numa videochamada cantando a música-tema original de “O Clube das Babás” de 1990, versão da franquia que teve só uma temporada, produzida pela HBO e reprisada pelo Disney Channel. A versão da Netflix tem um elenco muito mais jovem que as adaptações anteriores – incluindo um filme de 1995 – , com atrizes mais próximas da idade das personagens. Elas são Shay Rudolph (a Maya de “Máquina Mortífera”), Momona Tamada (a versão mirim de Laura Jean em “Para Todos os Garotos: P.S. Ainda Amo Você”), Malia Baker (“Flash”), Sophie Grace (“Terror in the Woods”) e Xochitl Gomez (“Gentefied”), Anais Lee (“O Sol Também é uma Estrela”) e a estreante Vivian Watson. Na trama, elas vivem melhores amigas adolescentes da cidade de Stoneybrook que começam a trabalhar como babás. Apesar de iniciarem o negócio visando retorno financeiro, elas logo descobrem que o clube tem outro tipo de impacto em suas vidas, refletindo em autoconfiança, namoros e evolução pessoal, graças à sororidade que a união promove entre todas as envolvidas. A adaptação é comandada por Rachel Shukert (roteirista de “Supergirl”), inclui a cineasta Lucia Aniello (“A Noite É Delas”) na direção dos episódios e também destaca os adultos Alice Silverstone (a eterna Cher de “Patricinhas de Beverly Hills”) e Mark Feuerstein (“Do que as Mulheres Gostam”) em seu elenco. Veja abaixo o vídeo musical com o anúncio da nova temporada.
Bruna Marquezine e Manu Gavassi vão estrelar série na Netflix
As melhores amigas Bruna Marquezine e Manu Gavassi vão estrelar uma série juntas na Netflix. A notícia foi publicada pela coluna de Ancelmo Goes no jornal O Globo. Depois de dividirem a apresentação do MTV Miaw, no mês passado, as duas entraram no elenco de “Condom Ladies”, que também inclui Enzo Romani (“Me Chama de Bruna”), Sheron Menezzes (“Novo Mundo”) e Guilherme Winter (“Os Dez Mandamentos”). Detalhes ainda estão sendo mantidos sob sigilo, mas o que circula é que o programa será uma espécie de comédia juvenil ambientada no Rio de Janeiro. A autoria do projeto é da comediante Natália Klein (“Zorra Total”, “Adorável Psicose”) e as gravações devem começar ainda neste ano, seguindo protocolos de segurança. Todos os atores da produção estavam sem contrato e soltos no mercado. Marquezine e Menezzes não renovaram o contrato de exclusividade com a Globo, Winter também teve o acordo encerrado na Record e boatos dão conta de que Gavassi teria recusado um papel no retorno da novela “Salve-se Quem Puder”, da Globo, para permanecer independente e estrear no serviço de streaming. A Netflix ainda não divulgou oficialmente a produção, que, portanto, não tem previsão de estreia.












