O Céu da Meia-Noite pode virar maior sucesso de todos os tempos da Netflix
A primeira ficção científica dirigida por George Clooney, “O Céu da Meia-Noite”, está a caminho de se tornar o maior sucesso de todos os tempos na Netflix. O site Deadline apurou que a plataforma projeta que cerca de 72 milhões de lares terão visto o filme em seu primeiro mês de distribuição. A Netflix confirmou essa informação, além de destacar que o sucesso é global. Lançado em 23 de dezembro, o filme teria se tornado o mais visto na primeira semana de sua exibição em 77 países. Clooney, que dirigiu, estrelou e produziu “O Céu da Meia-Noite” disse ao Deadline que “foi uma ótima experiência trabalhar com a Netflix”. Numa época em que ninguém consegue ir ao cinema, é uma honra poder ter um filme a que as pessoas responderam de uma forma tão forte e poder ter o reconhecimento disso.” O sucesso de “O Céu da Meia-Noite”, lançado no mesmo período em que a Disney+ (Disney Plus) lançou “Soul” e a HBO Max disponibilizou “Mulher-Maravilha 1984” em streaming nos EUA, é uma enorme validação do trabalho de Scott Stuber à frente do programa de filmes da Netflix. Em três anos comandando a divisão cinematográfica da empresa, ele atraiu inúmeros talentos com quem se relacionava quando era executivo e produtor de cinema, mudando completamente a expectativa do mercado para lançamentos de streaming. Nunca é demais lembrar que, há três anos, a maioria das grandes estrelas se recusava a fazer filmes para o streaming, mas essa resistência acabou caindo por terra com o reconhecimento e o sucesso atingidos pelos filmes da Netflix. Stuber também se pronunciou para o Deadline. “George fez um filme que captura a humanidade e que é muito perspicaz para os nossos tempos. Ele trouxe uma vida e uma alma para ‘O Céu da Meia-Noite’ – é por isso que este filme está ressoando com tantos. Que maneira incrível de terminar o ano e continuar meu relacionamento de longa data com George e Grant Heslov”, completou. Vale considerar que toda essa comemoração contrasta fortemente com a opinião da crítica sobre o filme. A média de “O Céu da Meia-Noite” no Rotten Tomatoes, site que agrega críticas públicas em inglês, é de apenas 52% de aprovação – medíocre.
George Clooney tenta ler tuítes em português
George Clooney foi o escalado da semana para pagar mico na Netflix. No que já virou uma tradição da plataforma, o ator e diretor foi convidado a ler tuítes em português e tentar adivinhar seus significados. O resultado não tem surpresas, além da própria surpresa do ator, que ficou lisonjeado com os elogios escritos pelos fãs brasileiros. Na semana passada, quem pagou o mico foi o elenco da série “Bridgerton”. A dicção indecifrável de Clooney entrou na conta da divulgação de “O Céu da Meia-Noite”, sci-fi estrelada e dirigida pelo ator, que estreou na quarta (23/12) passada. A grande ironia dessa “ideia genial” da Netflix é que todos os vídeos divulgados pela empresa para alardear o filme foram dublados em português. O único vídeo em que Clooney fala em inglês no marketing nacional de “O Céu da Meia-Noite” é justamente este, em que ele tenta falar em português.
Estreia de Klara Castanho na Netflix já começou a ser filmada
A atriz Klara Castanho contou que as filmagens de sua nova comédia adolescente, a adaptação do livro de Thalita Rebouças “Confissões de uma Garota Excluída Mal-Amada e (um Pouco) Dramática”, já começaram. E seguem protocolos rígidos contra a covid-19. “Tudo está sendo cumprido à risca. Só tiramos a máscara e os óculos no momento da filmagem. Por saber de toda essa cautela, eu topei participar”, ela contou, em entrevista à coluna de Patrícia Kogut, no jornal O Globo. Será a terceira parceria entre a Klara e Thalita, após “É Fada!” (2016) e “Tudo por um Pop Star” (2018), que também adaptaram livros infanto-juvenis famosos da escritora. Na produção, que será disponibilizada na Netflix (possivelmente no final de 2021), ela fará par com Lucca Picon, da última temporada de “Malhação”. “Minha personagem se apaixona pelo personagem do Lucca Picon na história, mas acontece uma reviravolta”, ela revelou. Os atores Fernanda Concon (“Carrossel”), Júlia Gomes (“Chiquititas”) e Kiria Malheiros (“Cinderela Pop”) também estão no elenco.
Produtor da nova série dos criadores de Game of Thrones morre envenenado
Lin Qi, presidente e CEO do Grupo Yoozoo, e um dos produtores da vindoura série “O Problema dos Três Corpos”, desenvolvida pelos criadores de “Game of Thrones” para a Netflix, morreu no dia de Natal, após ser hospitalizado com suspeita de envenenamento em 16 de dezembro. Ele tinha 39 anos. Na noite de quarta-feira (23/12) na China, o Bureau de Segurança Pública de Xangai anunciou que Lin estava recebendo tratamento após ser envenenado e que um colega de trabalho de Lin do Yoozoo, de sobrenome Xu, havia sido preso em meio a uma investigação. A declaração dizia: “Às 17h do dia 17 de dezembro de 2020, a polícia recebeu uma ligação de um hospital a respeito de um paciente de sobrenome Lin. Durante o tratamento do paciente, o hospital informou que determinou que o paciente havia sido envenenado. Após a ligação, a polícia iniciou uma investigação. De acordo com as investigações no local e outras entrevistas, a polícia constatou que um suspeito de sobrenome Xu, que é um colega de trabalho da vítima Lin, era o mais provável autor do crime. O suspeito Xu foi preso e as investigações continuam.” A mídia local disse que uma disputa entre os executivos da companhia chinesa de entretenimento precedeu o ataque a Lin, que teria sido feito supostamente por meio de uma xícara de chá envenenado. O crime aumenta mais a polêmica em torno da adaptação de “O Problema de Três Corpos”. Senadores americanos do Partido Republicano, o mesmo do presidente Trump, acusaram a série, que adapta uma célebre trilogia sci-fi do escritor chinês Liou Cixin, de propagar a “perigosa propaganda” do Partido Comunista. O livro original se tornou a primeira obra asiática a ganhar o prêmio Hugo, principal honraria da literatura de ficção científica, e o projeto da adaptação está sendo sendo desenvolvido por David Benioff e D.B. Weiss, criadores da série “Games of Thrones”, em parceria com Alexander Woo, showrunner de “The Terror”, o cineasta Rian Johnson, que dirigiu “Guerra nas Estrelas: O Último Jedi”, e as empresas de entretenimento Plan B, de Brad Pitt, e a Yoozoo, de Lin Qi. A Netflix adquiriu os direitos de produção da adaptação em inglês do Yoozoo Group e de sua subsidiária Three-Body Universe, que detinham os direitos da propriedade. Lin fundou o Yoozoo Group em 2009, especializando-se na produção de videogames, como “Game of Thrones: Winter Is Coming”.
Alice in Borderland é renovada para sua 2ª temporada
A Netflix anunciou a renovação de “Alice in Borderland” para sua 2ª temporada. Lançada em 10 de dezembro, a série japonesa foi uma das atrações mais divulgadas da plataforma neste fim de ano – teve direito a três trailers legendados. A renovação, por sinal, ainda incluiu aviso nas redes sociais. O que incentiva essa atenção é que se trata de uma adaptação de um mangá popular do Japão. A obra de Haro Aso, inclusive, já rendeu uma minissérie de anime (Imawa no Kuni no Arisu) em 2014. Na trama, um grupo de jovens vai parar num universo paralelo, que é exatamente igual a Tóquio, só que deserto. A princípio, eles acreditam ser as únicas pessoas desse mundo, mas logo descobrem outros habitantes e as regras do lugar: para permanecerem vivos, terão que participar de um intenso jogo de sobrevivência. A série tem direção de Shinsuke Sato, responsável pela adaptação live-action de “GantZ”, mangá cultuadíssimo que pode ser considerado uma influência em “Alice in Borderland”. Ele também assinou “A Sociedade da Espada” (2001), o excelente terror de zumbis “I Am Hero” (2015), a continuação “Death Note: Iluminando um Novo Mundo” (2016) e o filme de “Bleach” (2018). Curiosamente, todas essas produções foram baseadas em mangás famosos. Já o elenco destaca Kento Yamazaki (da versão japonesa de “Good Doctor”) e Tao Tsuchiya (dos filmes de “Samurai X”). Boa notícia pros jogadores: Alice in Borderland acaba de ser renovada pra uma segunda temporada. Se preparem e que os jogos comecem. 🎮 ♠️ pic.twitter.com/azuLQLEixw — netflixbrasil (@NetflixBrasil) December 24, 2020
Netflix fecha acordo com espólio de Arthur Conan Doyle em processo sobre Enola Holmes
A Netflix entrou em acordo com o espólio de Arthur Conan Doyle, o criador de Sherlock Holmes, pelo uso do personagem no filme “Enola Holmes”. Apesar dos direitos das histórias de Sherlock Holmes terem se tornado domínio público em 2014, as últimas dez histórias do personagem, publicadas entre 1923 e 1927, seguem protegidas com copyright. Na ação, os responsáveis pelos direitos de Sherlock Holmes afirmavam que os últimos textos de Doyle deram mais humanidade ao personagem, e a premissa de Enola Holmes estaria baseada nesta nova personalidade do detetive, interpretado nas telas por Henry Cavill. O texto do processo, movido pelos advogados do espólio, tenta demonstrar que os “traços emocionais do personagem” não se encontram em domínio público. “Depois das histórias de domínio público e antes das com direitos autorais, aconteceu a 1ª Guerra Mundial. Nela, Doyle perdeu seu filho e seu irmão. Quando ele volta a Holmes, nas histórias com direitos autorais de 1923 a 1927, já não era suficiente que o personagem fosse só brilhantemente racional e com uma mente analítica. Holmes precisava ser humano. O personagem precisou de um desenvolvimento humano de conexão e empatia”, diz o argumento que buscou cobrar dinheiro da Netflix. Segundo o site The Hollywood Reporter, as partes concordaram em encerrar o processo na última semana, após fecharem um acordo que não teve detalhes divulgados. A decisão da Netflix de buscar um acordo aponta sua intenção de produzir novos filmes da franquia, que adapta uma coleção literária de Nancy Springer. “Os Mistérios de Enola Holmes”, adaptado para as telas, é apenas o primeiro volume das aventuras de Enola, a irmã adolescente de Sherlock Holmes, criada pela escritora norte-americana. Na trama, Enola busca a ajuda de seus irmãos mais velhos, Mycroft (Sam Claflin) e Sherlock (Henry Cavill), para investigar o desaparecimento de sua mãe (Helena Bonham Carter) em seu aniversário de 16 anos, mas logo percebe que nenhum dos dois está muito interessado no mistério. Assim, ela decide viajar sozinha para Londres, iniciando sua própria carreira de detetive, sempre um passo à frente de Sherlock.
Estreias online: Bridgerton é a principal série da semana
A primeira produção de Shonda Rhimes para a Netflix é a principal série online da semana. “Bridgerton” pode ser definida como uma combinação de “Orgulho e Preconceito” com “Gossip Girl”, mas é, na verdade, baseada numa coleção literária da escritora Julia Quinn. Cada exemplar da obra original conta a história de amor de um dos oito irmãos da família Bridgerton e a série vai seguir esse padrão ao se concentrar, em sua 1ª temporada, na filha mais velha, Daphne (Phoebe Dynevor, da série “Younger”), que espera encontrar um amor verdadeiro para poder se casar o quanto antes. No entanto, diversas calúnias atrapalham seus planos, fazendo com que todos os pretendentes em potencial desapareçam. A solução é fingir um noivado com um pretende com fama de mulherengo. Descrito como um aristocrata de olhos azuis nos livros de Julia Quinn, o protagonista masculino, Simon Basset, Duque de Hastings, é interpretado por Regé-Jean Page. O ator já trabalhou numa produção da Shondaland, “For the People”, e é negro como a produtora. As produções de Shonda Rhimes geralmente destacam protagonistas negros, como Kerry Washington em “Scandal” e Viola Davis em “How to Get Away with Murder”, mas se essa propensão progressista funciona muito bem em tramas contemporâneas, levaram ao desastre em “Still Star-Crossed”, uma versão de “Romeu e Julieta” com intérpretes negros e trama descolorida. “Bridgerton” segue a tendência de neutralidade racial de “Still Star-Crossed”, povoando a trama com aristocratas negros, que são encarados com naturalidade anacrônica – como se racismo e intolerância não existissem na aristocracia britânica do início do século 19, época em que a escravidão ainda alimentava grandes fortunas, é bom lembrar… Este detalhe também reforça que a série é uma grande fantasia. As demais estreias incluem alguns especiais de fim de ano da Globo (disponibilizados na Globoplay), documentários da Disney+ (Disney Plus) e uma curiosa versão de “Betty, a Feia”, em que a Televisa refaz a série americana “Ugly Betty” – que é bem diferente da novela original. Vale destacar também “A Casa Animada”, por sua premissa de “Big Brother” do mundo da animação. Embora os críticos americanos não sejam muito fãs, o desenho exibido originalmente entre 2004 e 2007 ganhou status cult pela ideia de confinar diferentes personagens típicos de desenhos animados numa mesma casa. Chega à Paramount+ com suas três temporadas completas. Bridgerton | EUA | 1ª Temporada (Netflix) Betty em Nova York | EUA | 1ª Temporada (Globoplay) A Casa Animada | EUA | 3 Temporadas (Paramount+) Velozes & Furiosos – Espiões do Asfalto | EUA | 3ª Temporada (Netflix) Shaun the Sheep: The Farmer’s Llamas |EUA | Especial de Fim de Ano (Netflix) 220 Voltz | Brasil | Especial de Fim de Ano (Globoplay) Gilda, Lúcia e o Bode | Brasil | Especial de Fim de Ano (Globoplay) Escola de Balé Americano | EUA | 1ª Temporada (Disney+ (Disney Plus)) A Vida Secreta dos Chimpanzés | EUA | 1ª Temporada (Disney+ (Disney Plus)) Por Dentro da Pixar | EUA | 1ª Temporada (Disney+ (Disney Plus))
Produtor chinês da nova série dos criadores de Game of Thrones teria sido envenenado
O presidente e CEO da desenvolvedora de jogos chinesa Yoozoo, Lin Qi, atualmente ligado à vindoura adaptação da sci-fi “O Problema de Três Corpos”, da Netflix, foi hospitalizado após sofrer uma alegada tentativa de envenenamento. Uma autoridade do Governo Popular Municipal de Xangai descreveu que um “colega” de Qi foi detido e haveria uma investigação em andamento. A polícia recebeu um boletim de um hospital municipal no dia 17 de dezembro, afirmando que um paciente, “um homem de 39 anos, de sobrenome Lin, provavelmente foi envenenado”. O site do governo de Xangai acrescentou: “Após investigação, a polícia disse que as suspeitas recaíram sobre um homem de 39 anos de sobrenome Xu, um dos colegas de Lin. Xu foi detido e uma investigação está em andamento”. A Yoozoo divulgou um comunicado na quarta-feira (23/12), afirmando que Lin havia sido internado num hospital em 16 de dezembro e que sua condição é estável. A empresa não revelou o nome do suspeito, mas disse que o responsável pelo envenenamento trabalha em sua filial de cinema e TV. O crime aumenta mais a polêmica em torno da adaptação de “O Problema de Três Corpos”. Senadores dos EUA do Partido Republicano, o mesmo do presidente Trump, acusaram a série, que adapta uma célebre trilogia sci-fi do escritor chinês Liou Cixin, de propagar a “perigosa propaganda” do Partido Comunista. O livro original se tornou a primeira obra asiática a ganhar o prêmio Hugo, principal honraria da literatura de ficção científica, e o projeto da adaptação está sendo sendo desenvolvido por David Benioff e D.B. Weiss, criadores da série “Games of Thrones”, em parceria com Alexander Woo, showrunner de “The Terror”, o cineasta Rian Johnson, que dirigiu “Guerra nas Estrelas: O Último Jedi”, e as empresas de entretenimento Plan B, de Brad Pitt, e Yoozoo, de Lin Qi. A história conta o primeiro contato da humanidade com uma civilização alienígena e os responsáveis pela adaptação a consideram épica e “ambiciosa”.
Mike Flanagan revela não ter planos para continuação de A Maldição da Mansão Bly
2021 será um ano sem Maldições. O cineasta Mike Flanagan, responsável pelas minisséries “A Maldição da Residência Hill” (The Haunting of Hill House) e “A Maldição da Mansão Bly” (The Haunting of Bly Manor) na Netflix, revelou que não planos para uma 3ª temporada da série de antologia de terror. “No momento, não há planos para mais capítulos”, ele escreveu no Twitter, em resposta a um seguidor que queria saber sobre as chances de uma nova minissérie no futuro. “Nunca diga nunca, é claro, mas agora estamos focados em uma lista completa de outros projetos da [produtora] Intrepid para 2021 e além. Se as coisas mudarem, vamos absolutamente avisar a todos!”. “A Maldição da Residência Hill”, inspirado numa história clássica de terror da escritora Shirley Jackson, foi um grande sucesso para o serviço de streaming, quando estreou em outubro de 2018. Isto inspirou Flanagan a transformar o conceito numa antologia de terror, apresentando outra história de casal mal-assombrada dois anos depois, com “A Maldição da Mansão Bly”, uma adaptação das obras de Henry James. O produtor executivo está atualmente trabalhando com o produtor das duas séries, Trevor Macy, em outro projeto de terror da Netflix: “Midnight Mass”, que também será uma minissérie de terror. Desta vez, os eventos sobrenaturais não estarão restritos a uma casa mal-assombrada, mas à comunidade de uma ilha, que começa a vivenciar fenômenos estranhos após a chegada de um novo padre. “Midnight Mass” está atualmente em pós-produção, mas ainda não tem previsão de estreia. At the moment there are no plans for more chapters. Never say never, of course, but right now we are focused on a full slate of other @intrepid projects for 2021 and beyond. If things change we will absolutely let everyone know! https://t.co/WkkSwsnFlm — Mike Flanagan (@flanaganfilm) December 23, 2020
Prólogo de Army of the Dead, filme de zumbis de Zack Snyder, encerra filmagens
O diretor Zack Snyder (“Liga da Justiça”) anunciou o final das filmagens do prólogo de “Army of the Dead” com uma nova imagem do elenco. O prólogo foi aprovado antes do encerramento da produção do primeiro filme, que passou por refilmagens devido a problemas envolvendo um dos atores. A Netflix também está desenvolvendo um desenho animado passado no mesmo universo, apostando na transformação de “Army of the Dead” numa nova franquia. O prólogo não teve sua história divulgada, mas gira em torno do personagem do ator alemão Matthias Schweighöfer (“Kursk – A Última Missão”), que também assina a direção do projeto derivado. Schweighöfer faz parte do elenco do filme de de zumbis de Snyder e vai reprisar seu papel, ao lado de Nathalie Emmanuel (“Game of Thrones”), Ruby O. Fee (“Polar”), Stuart Martin (“Jamestown”) e Guztavo “Guz Khan” Khanage (“Se Joga, Charlie”). O roteiro é de Shay Hatten, um dos escritores de “Army of the Dead” – e da franquia “John Wick”. Ainda não há previsão de estreia nem para o prólogo nem para “Army of the Dead”. That’s a wrap on Army of the Dead: The Prequel. Thanks to all the cast & crew and Netflix #armyofthedead #aotd pic.twitter.com/GvwAKVyjse — Zack Snyder (@ZackSnyder) December 22, 2020
Um Brinde ao Natal vai ganhar continuação na Netflix
A comédia “Um Brinde ao Natal” (A California Christmas) virou um sucesso inesperado de streaming. Lançado em 14 de dezembro sem atores famosos ou orçamento dispendioso, o romance piegas e independente acabou batendo a superprodução musical de Ryan Murphy, “A Festa de Formatura”, para se tornar o filme mais visto da Netflix nos EUA durante a semana passada, segundo a revista Forbes. Como resultado, a Netflix aprovou uma continuação, que será intitulada em inglês “California Christmas: City Lights”. As filmagens devem começar no início de 2021 no norte da Califórnia. O filme original foi escrito e estrelado por Lauren Swickard (vista na série “Cara Gente Branca”), que contracena na trama com seu marido na vida real, Josh Swickard (da longeva novela “General Hospital”). Os dois se conheceram em 2017 no set do filme “Roped”, um drama romântico do mesmo produtor, Ali Afshar, que também faz participação no filme natalino como ator. “Um Brinde ao Natal” girava em torno da tentativa de golpe de um executivo de imóveis charmoso e rico, que finge ser um capataz de fazenda para convencer um agricultor trabalhador a vender as terras de sua família antes da véspera do Natal. Mas seus planos não incluíam se apaixonar. A sequência vai acompanhar a personagem de Lauren, Cassie, se aclimatando com a vida na alta sociedade ao lado de seu novo namorado, o personagem de Josh. Assim como no primeiro filme, a sequência será escrita por Lauren Swickard, que estreou nesta função justamente com “Um Brinde ao Natal”. Para completar, o diretor Shaun Piccinino também retornará para comandar “California Christmas: City Lights”. Ex-dublê, ele só fazia thrillers de ação baratos até o sucesso do romance natalino.
Programa de palavrões de Nicolas Cage ganha trailer da Netflix
A Netflix divulgou o trailer (sem legendas!) de “History of Swear Words”, programa em que o ator Nicolas Cage vai apresentar a história dos palavrões. Nem ele nem os convidados da produção economizam xingamentos na prévia, que começa com o ator gritando “f*ck” a plenos pulmões, parodiando um cena de seu filme “Engano Mortal” (Deadfall, 1993) A produção pretende abordar as origens, popularização e significados atrelados a vários palavrões da língua inglesa. Prepare-se, portanto, para ouvir palavras como “f*ck”, “sh*t”, “b*tch”, “c*nt”, “d*ck” e “p*ssy” sem qualquer censura, pois o lançamento vai acontecer em streaming. Serão seis episódios de vinte minutos, nos quais Cage contará com a ajuda de linguistas e historiadores, além de convidados como os comediantes Sarah Silverman (a voz de Vanellope em “WiFi Ralph”) e Nick Offerman (“Parks and Recreation”), para falar, explicar, testar e até gritar palavrões. A produção é da trupe do site Funny or Die e da B17 Entertainment. A estreia está marcada para 5 de janeiro.
O Tigre Branco: Drama indiano com Priyanka Chopra Jonas ganha trailer impactante
A Netflix divulgou o pôster, fotos e o trailer legendado de “O Tigre Branco”, drama indiano que conta com Priyanka Chopra Jonas (“Quantico”) no elenco. O filme é baseado no best-seller homônimo de Aravind Adiga (“Selection Day”) e conta a história impactante de um motorista, que após anos de submissão e abuso nas mãos dos mais ricos começa a usar sua inteligência e astúcia para mudar seu status. A ascensão de Balram de um aldeão pobre a empresário de sucesso na Índia moderna mostra como a fome e a falta de oportunidade podem construir e impulsionar o instinto animal de sobrevivência de um ser humano. O papel principal é de Adarsh Gourav, revelado em “Meu Nome é Khan” (2010) e astro da série “Leila”, disponibilizada pela Netflix. A adaptação foi feita pelo cineasta Ramin Bahrani, filho de imigrantes iranianos, que nasceu e cresceu nos EUA. Diretor de filmes indies como “A Qualquer Preço” (2012) e “99 Casas” (2014), ele filmou recentemente o remake de “Fahrenheit 451” (2018) para a HBO, além de ter produzido o filme brasileiro “Sócrates” (2018). A estreia está marcada para 22 de janeiro. Veja abaixo o novo trailer legendado e outro disponibilizado apenas em inglês.












