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  • Série

    Lily Collins anuncia final das gravações de “Emily em Paris 3”

    1 de outubro de 2022 /

    A atriz Lily Collins, protagonista da série “Emily em Paris”, anunciou o final das gravações da 3ª temporada em seu Instagram, publicando uma galeria de imagens inéditas dos bastidores com colegas do elenco, maquiadores e equipe de produção. Na publicação, ela escreveu que “não há palavras para descrever os sentimentos de terminar a gravação de cada temporada e este ano não é diferente”. “Nós realmente temos a melhor e mais dedicada equipe que existe e um elenco que posso chamar de família. Obrigado por apoiar, edificar e encorajar incansavelmente e trabalhar incansavelmente para fazer tudo acontecer. Mal posso esperar para compartilhar o que criamos. Orgulhoso nem sequer faz justiça. Je vous aime tous!…”, completou. As imagens também destacam o novo visual da personagem Emily com franjinha. “Emily em Paris” traz a filha do cantor Phil Collins no papel de uma jovem executiva de marketing que consegue o emprego de seus sonhos em Paris. Após a empresa americana em que trabalha comprar uma agência francesa, ela parte para a França com a tarefa de levar uma “visão americana” para os negócios, mas pensando mesmo em viver incríveis aventuras românticas. Entretanto, nem tudo acontece como o planejado, pois o choque cultural se prova muito maior que o esperado. A 3ª temporada vai estrear em dezembro, em dia ainda não divulgado. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Lily Collins (@lilyjcollins)

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  • Série

    2ª temporada de “Young Royals” ganha prévia inédita e data de estreia

    30 de setembro de 2022 /

    A Netflix divulgou a data de estreia, o pôster oficial e um vídeo com os primeiros minutos da 2ª temporada de “Young Royals” em suas redes sociais. O romance sueco adolescente conta a história do jovem príncipe Wilhelm (Edvin Ryding), que vai estudar em um internato da alta sociedade após se meter em confusões que prejudicaram a imagem da realeza. Ao chegar à escola de elite, ele é apresentado a Simon (Omar Rudberg), um dos integrantes do coral do colégio, e logo amizade entre os dois ganha profundidade romântica, mas diversas barreiras impedem que eles fiquem juntos. A 1ª temporada teve seis episódios de 40 minutos cada, escritos por Lisa Ambjörn, Sofie Forsman e Tove Forsman, e a história vai continuar com mais seis capítulos no dia 1 de novembro. O VIDEO VAZOU! A segunda temporada de Young Royals estreia dia 1 de novembro. 👑 pic.twitter.com/MtBDIRIR8x — netflixbrasil (@NetflixBrasil) September 30, 2022 FELIZ NATAL!!!!!!! A 2ª temporada de Young Royals estreia dia 1º de novembro. 👑❤️ E tá aqui mais um presentinho de Natal pra comemorar a volta às aulas em Hillerska: os primeiros 4 minutos da 2ª temporada. 🎁🎄 pic.twitter.com/626Eu3cuXM — netflixbrasil (@NetflixBrasil) September 30, 2022

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  • Série

    Série de terror de Guillermo Del Toro ganha trailer sombrio

    30 de setembro de 2022 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer sombrio de “O Gabinete de Curiosidades de Guillermo Del Toro”, nova série de terror em formato de antologia, concebida pelo diretor vencedor do Oscar por “A Forma da Água”. A prévia traz cenas e os títulos dos oito episódios que compõem a 1ª temporada, cada um com elenco e diretores distintos. “Bem a tempo do Halloween, cada um desses oito contos é uma espiada fantástica dentro do armário de delícias existente sob a realidade em que vivemos”, declarou del Toro, que assina o projeto como produtor. Como demonstra a prévia, as histórias seguem tendências diferentes do terror, do gótico clássico à fantasia mística, concebidas por um time especialmente selecionado pelo diretor. A lista dos encarregados a escrever e dirigir os episódios inclui alguns nomes conhecidos dos fãs do gênero, como Panos Cosmatos (“Mandy: Sede de Vingança”), Jennifer Kent (“O Babadook”), Vincenzo Natali (criador da franquia “Cubo”), Ana Lily Amirpour (“Garota Sombria Caminha pela Noite”), David Prior (“O Mensageiro dos Últimos Dias”), Keith Thomas (do remake de “Chamas da Vingança”) e até Catherine Hardwicke (“Crepúsculo”), além de Guillermo Navarro, diretor de fotografia dos filmes de Del Toro. Del Toro também ajudou a selecionar pessoalmente o elenco grandioso, formado por Rupert Grint (“Harry Potter” e “Servant”), Andrew Lincoln (“The Walking Dead”), Sofia Boutella (“A Múmia”), Essie Davis (“O Babadook”), Luke Roberts (“Black Sails”), F. Murray Abraham (“Homeland”), Glynn Turman (“Fargo”), Ben Barnes (“Sombra e Ossos”), Elpidia Carrillo (“Mayans M.C.”), Hannah Galway (“Sex/Life”), Crispin Glover (“Deuses Americanos/American Gods”), Demetrius Grosse (“Fear the Walking Dead”), David Hewlett (“A Forma da Água”), Tim Blake Nelson (“Watchmen”), Sebastian Roché (“The Originals”) e Peter Weller (o RoboCop original). A série ganhou data de estreia em 25 de outubro. Mas, ao contrário da maioria das produções da plataforma, não será lançada inteira de uma vez. A Netflix anunciou que vai liberar dois episódios por noite até 28 de outubro, num modelo diferenciado de distribuição.

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  • Filme

    Série “Community” vai virar filme após promessa virar piada

    30 de setembro de 2022 /

    A cultuada série de comédia “Community” finalmente vai cumprir a sua promessa de ter “seis temporadas e um filme”. O serviço de streaming Peacock encomentou a produção de “Community: The Movie”, que contará com o retorno de boa parte do elenco original. O roteiro será escrito por Dan Harmon (criador da série) em parceria com Andrew Guest (roteirista da série). E o elenco contará com Joel McHale (no papel de Jeff Winger), Danny Pudi (Abed), Alison Brie (Annie), Gillian Jacobs (Britta), Jim Rash (Craig Pelton) e Ken Jeong (Chang). Quem ficou de fora foram Donald Glover (Troy), cuja carreira explodiu depois da sua participação da série, Yvette Nicole Brown (Shirley), que já tinha se afastado na última temporada, e Chevy Chase (Pierce Hawthorne), cujas brigas com Harmon e com o restante do elenco eram notórias. Lançada em 2009 no canal americano NBC, “Community” acompanhava a rotina de uma universidade comunitária repleta de personagens bizarros e situações hilárias. A série ficou famosa por explorar diferentes estruturas narrativas (que variavam entre episódios de ação, falsos documentários e até animação), fazendo homenagens a filmes e séries clássicas. Embora nunca tenha sido um sucesso estrondoso, “Community” era muito elogiada pela crítica (atualmente, ela tem 88% de aprovação no Rotten Tomatoes) e tinha uma legião de fãs. E quando a série foi cancelada na 5ª temporada, foi esse fanatismo que levou o Yahoo a resgatar a atração, na tentativa alavancar o seu próprio serviço de streaming. “Community” só teve uma temporada no Yahoo – e o streaming do portal nunca foi adiante. Mas desde então os fãs vinham esperando pelo filme. A ideia de “seis temporadas e um filme” surgiu como uma piada durante a série, mas ganhou força por conta das constantes ameaças de cancelamento que ela recebia. “‘Seis temporadas e um filme’ começou como uma frase atrevida das primeiras temporadas de ‘Community’ e rapidamente acendeu um movimento de fãs apaixonados por essa comédia icônica, hilária e divertida da NBC”, disse Susan Rovner, presidente de conteúdo da NBCUniversal, em comunicado. “Estamos incrivelmente gratos que, depois de 15 anos, podemos entregar aos fãs este filme prometido e mal podemos esperar para trabalhar com Dan Harmon, Andrew Guest, Joel McHale, Sony e nossos parceiros da UTV para continuar essa comédia épica para o público Peacock.” No mês passado, Harmon havia sugerido que o filme de “Community” não era “uma questão de ‘se’, mas de ‘quando'”. Esse “quando” ainda não foi definido, mas agora é possível afirmar que o filme de “Community” sairá “em breve”. A notícia foi comemorada pelo elenco nas suas redes sociais. Ken Jeong postou um vídeo contendo a cena que deu início ao movimento “seis temporadas e um filme”. E Joel McHale fez um post marcando boa parte do elenco da série, inclusive Donald Glover. Ironicamente, como Gillian Jacobs não tem conta no Twitter, ele marcou a atriz Gillian Anderson (“Arquivo X”) no seu lugar. As seis temporadas de “Community” podem ser vistas – por enquanto – na Netflix. pic.twitter.com/L1EALuQtGB — Ken Jeong (@kenjeong) September 30, 2022 .@alisonbrie @kenjeong @dannypudi @YNB @donaldglover @GillianA @peacock @SonyTV @CommunityTV pic.twitter.com/ynVqgaPuQD — Joel McHale (@joelmchale) September 30, 2022

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  • Filme

    “Blonde” recebe enxurrada de críticas e acusações de misoginia

    30 de setembro de 2022 /

    “Blonde”, cinebiografia de Marilyn Monroe estrelada por Ana de Armas (“Entre Facas e Segredos”), está coletando críticas negativas e acusações de misoginia. Desde que estreou em 1ª lugar no ranking americano da Netflix na última quarta (28/9), o filme tem sido caracterizado como “sexista”, “cruel” e “não recomendável” pelos críticos e pelo público. Em sua análise publicada no jornal The New York Times, a crítica Manohla Dargis afirmou que “dadas todas as indignidades e horrores que Marilyn Monroe suportou durante seus 36 anos, é um alívio que ela não tenha que sofrer com as vulgaridades de ‘Blonde’, o mais recente entretenimento necrófilo a explorá-la.” Dirigido por Andrew Dominik (“O Assassino de Jesse James Pelo Covarde Robert Ford”), “Blonde” é uma adaptação do livro de mesmo nome, de Joyce Carol Oates, que mistura realidade com o uso da imaginação (isto é, suposições de fatos) para contar a história da lendária estrela de cinema. O filme recebeu a classificação indicativa “NC-17” nos EUA (equivalente à proibição para menores de 18 anos no Brasil), mais alta que qualquer outro conteúdo disponível no serviço de streaming, devido ao seu extenso conteúdo sexual (incluindo cenas de violência sexual) e também pela maneira como apresenta uma cena de aborto em close-up. Foi essa cena que levou Steph Herold, uma pesquisadora sobre aborto na Universidade da Califórnia, a se manifestar negativamente a respeito do filme nas suas redes sociais. “Tive a extrema infelicidade de assistir ‘Blonde’ na Netflix ontem à noite e deixe-me dizer que o filme é muito anti-aborto, muito sexista, muito explorador. Não posso recomendar MENOS. Não assista.” “As cenas de aborto em particular são terríveis, mas o filme inteiro também é”, continuou ela. “O filme retrata Marilyn sendo coagida a fazer seu primeiro aborto, gritando que mudou de ideia na mesa de operação, e então ela alucina ao encontrar um bebê chorando em sua casa de infância, que está envolta em chamas.” Embora a atuação de Ana de Armas no papel de Monroe seja um destaque em praticamente todas as análises, muitos apontam que o filme não trata da personagem em si. “O filme não é realmente sobre Marilyn Monroe. É sobre fazê-la sofrer”, disse o crítico Justin Chang, do jornal Los Angeles Times. O público também tem se manifestado a respeito do filme, definindo-o como “um dos filmes mais detestáveis ​​que já vi” ou afirmando que “talvez devêssemos parar de deixar homens misóginos tentar fazer filmes inovadores sobre mulheres das quais eles não sabem nada.” Andrew Dominik chegou a revelar anteriormente que a Netflix insistiu em contratar a montadora Jennifer Lame (“Tenet”) “para conter os excessos do filme”, mas se considera orgulhoso por ter mantido tudo o que quis. Ele também já esperava uma reação negativa do público. “É um filme exigente. Se o público não gostar, isso é problema do público. O filme não está concorrendo a nenhum cargo público”, disse o cineasta, em entrevista ao site Screen Daily. “É um filme ‘NC-17’ sobre Marilyn Monroe, e é meio que o que se quer, certo? Eu quero ver a versão ‘NC-17’ da história de Marilyn Monroe.” Além de Ana de Armas, o elenco destaca Adrien Brody (“A Crônica Francesa”) como o escritor Arthur Miller e Bobby Cannavale (“O Irlandês”) como o jogador de beisebol Joe DiMaggio, ex-maridos de Marilyn Monroe. Atualmente, “Blonde” está com apenas 44% de aprovação entre os críticos no Rotten Tomatoes. A nota entre o público é ainda menor: só 34%. Assista ao trailer.

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  • Série

    As 10 melhores estreias de séries da semana

    30 de setembro de 2022 /

    A semana de muitas estreias oferece opções de séries bem diferentes, do thriller hollywoodiano de ação “The Old Man” ao musical nacional “O Coro”, passando por produções grandiosas de época, suspenses, comédias, melodramas e até super-heróis. Mas o principal é que Star+, Globoplay e HBO Max se juntam à iniciativa da Netflix de aumentar a vitrine para produções da Europa, América Latina e África, com títulos que encantam e acumulam prêmios – incluindo “Reyka”, indicada ao Emmy Internacional. Confira abaixo 10 dicas para começar a acompanhar ou maratonar neste fim de semana.   | THE OLD MAN | STAR+   A primeira série da carreira de Jeff Bridges, vencedor do Oscar por “Coração Louco” (2009), é baseada no livro homônimo de Thomas Perry e traz Bridges como o velho do título, um ex-agente da CIA chamado Dan Chase, aposentado e em reclusão há décadas, que precisa desenferrujar suas habilidades quando um assassino de aluguel aparece para perturbar sua paz. Obrigado a encarar seu passado e seus erros, ele sai de seu esconderijo para ajustar contas contra aqueles que sabem o que ele fez e que tentam matá-lo. Elogiadíssima, a série estreou com 96% de aprovação da crítica nos EUA, na média do Rotten Tomatoes. A equipe fantástica da produção inclui o diretor Jon Watts (“Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”), os roteiristas Robert Levine e Jonathan E. Steinberg (cocriadores da ótima série de piratas “Black Sails”), e um elenco formado por feras como Bridges, John Lithgow (vencedor do Emmy por “The Crown” e “Dexter”), Amy Brenneman (indicada ao Emmy por “Judging Amy”), Faran Tahir (“Homem de Ferro”) e Alia Shawkat (“Search Party”). Vale lembrar que, antes das gravações, o ator enfrentou um tratamento contra o câncer e durante a produção ainda ficou mal ao pegar covid-19. Mas isso não o impediu de gravar seu trabalho com mais cenas de ação, repleto de tiroteios, colisões de carros e violência ao estilo dos thrillers tradicionais de Liam Neeson.   | O CORO: SUCESSO AQUI VOU EU | DISNEY+   A série brasileira criada por Miguel Falabella tem a premissa do musical “A Chorus Line”, misturada com “Smash” e melodrama de novela. A diferenciação é a trilha, composta de clássicos da MPB, que são cantados pelo elenco durante as encenações. A trama acompanha um grupo de jovens adultos de diferentes origens, que veem no anúncio de um teste para uma famosa companhia de teatro a chance de correr atrás de sonhos adormecidos e fazer uma carreira teatral. Os aspirantes a cantores-atores que são aprovados na primeira triagem passam a viver um misto de sentimentos: o deslumbramento com o mundo do teatro, a descoberta de novos amores, traições, assombramentos do passado e o medo da rejeição, pois não sabem se serão contratados no final das audições. Além de escrever, dirigir (com Cininha de Paula) e produzir, Falabella também atua na série, aparecendo como o produtor do projeto que será montado na trama. Mas seu papel é menor que a dos jovens aspirantes. O elenco inclui grandes estrelas dos musicais brasileiros, como Karin Hils, que fez os musicais “Mudança de Hábito” e “Donna Summer”, e Sara Sarres, do espetáculo “O Fantasma da Ópera”. Além delas, destacam-se Gabriella Di Grecco, protagonista da série argentina “Bia”, do Disney Channel, além de Daniel Rangel (“Três Verões”), Lilian Valeska (“Malhação”), Guilherme Magon (“Assédio”), Karin Hills (“Pé na Cova”), Jandir Ferrari (“A Vida Secreta dos Casais”), a novata Sara Sarres, Rhener Freitas e a argentina Micaela Diaz (os dois últimos também vem da série “Bia”), entre outros.   | REYKA | HBO MAX   O suspense policial sul-africano acompanha a personagem-título, que usa seu trauma da adolescência, como vítima de um estuprador sádico, para se tornar uma policial especializada na mente de psicopatas. Mas ao iniciar a caça de um serial killer, ela descobre que precisará encarar antigos demônios. Criada por Rohan Dickson (“Desert Rose”), a série venceu quatro prêmios SAFTAs (o Emmy sul-africano), incluindo o de Melhor Atriz para Kim Engelbrecht (“Raised by Wolves”), intérprete de Reyka, que também concorre ao Emmy Internacional. O elenco ainda inclui Iain Glen (de “Game of Thrones”).   | A IMPERATRIZ | NETFLIX   Esta é a segunda série do ano sobre Sissi, a adolescente que virou Imperatriz da Áustria e é adorada nos países de língua alemã – e na Hungria – tanto pela modernidade de seu reinado como pelo status de heroína romântica forjado numa trilogia cinematográfica de enorme sucesso nos anos 1950, que catapultou a atriz Romy Schneider ao estrelato mundial. Criada por Katharina Eyssen (“A Garota das Nove Perucas”), a nova série alemã é menos escandalosa que a lançada pela Globoplay e foca no início do romance avassalador da jovem Elisabeth von Wittelsbach, a Sissi (que tinha 16 anos na vida real), e Franz Joseph (então com 23 anos), Imperador da Áustria e Rei da Hungria, Croácia e Boêmia no final do século 19. A trama se foca nas dificuldades impostas para o casamento do Imperador, incluindo a desaprovação da corte e da rainha-mãe, que preferia ver o filho casado com a irmã mais velha da jovem, e seu irmão, que deseja o trono e também a sua futura cunhada. Apesar dessa história de amor ser lendária, o relacionamento conduz a uma sucessão de tragédias típicas de melodramas – e que aconteceram de verdade na vida de Sissi. O elenco traz Devrim Lingnau (“Carmilla”) e Philip Froissant (“Ilha de Segredos”) como o casal central.   | GERMINAL – A REVOLUÇÃO | GLOBOPLAY   A obra-prima do escritor Émile Zola virou uma minissérie épica de seis episódios, que venceu o prêmio do público do Festival Series Mania. A história se passa no norte da França durante uma greve provocada pela redução dos salários em 1860, e a adaptação manteve o realismo e a extrema politização da obra original, que descreve as condições árduas de vida nos agrupamentos dos mineiros e o princípio da organização política e sindical da classe operária. Zola viveu dois meses com mineiros para conceber a ambientação. Concebida por Julien Lilti (“Hippocrate”), a produção inclui em seu elenco Louis Peres (“Como Virei Super-Herói”), Guillaume Tonquédec (“Delicioso: Da Cozinha para o Mundo”), Alix Poisson (“Les Revenants”) e Thierry Godard (“Atentado em Paris”).   | EXPOSTA | HBO MAX   A produção norueguesa reflete como o vazamento de uma sex tape afeta a vida de duas adolescentes de uma escola de Ensino Médio. Bastante adulta, ao estilo de “Euphoria”, a produção foi premiada com dois troféus Gullruten (o Emmy norueguês) por sua Fotografia e Edição. Criada pela cineasta Marie Kristiansen (do filme “Exteriors”) tem as jovens Thea Sofie Loch Næss (a Skade de “O Último Reino”) e Amalia Holm (a Scylla de “Motherland: Fort Salem”) como protagonistas.   | LIMBO | STAR+   Criada pelos cineastas argentinos Mariano Cohn e Gastón Duprat (dos filmes premiados “Cidadão Ilustre” e “Concorrência Oficial”), a atração dramática acompanha Sofia (Clara Lago, de “O Passageiro”), uma jovem milionária que parece ter tudo: uma vida glamurosa, uma família que satisfaz todos os seus caprichos e grandes amigos que são seus cúmplices em um estilo de vida ousado. Mas tudo muda quando seu pai morre e ela retorna a Buenos Aires, cidade onde nasceu, para enfrentar um intenso legado que inclui o negócio da família, a rivalidade com seus dois irmãos (Mike Amigorena e Esteban Pérez) e a descoberta de um lado desconhecido de seu pai. Motivada a provar que pode ser mais que uma garota mimada, Sofía surpreende a todos ao decidir assumir sua parte nos negócios.   | ME CONTE MENTIRAS | STAR+   Produzida pela atriz Emma Roberts (“American Horror Story”) e pela roteirista Meaghan Oppenheimer (criadora de “Queen America”), a série melodramática acompanha um relacionamento tumultuado que se desenrola ao longo de 8 anos, desde que o casal central se conhece na faculdade, arrastando todos a seu redor em consequências devastadoras. Grace Van Patten (“Nove Desconhecidos”) e Jackson White (“Mrs. Fletcher”) são os protagonistas.   | VISITORS | HBO MAX   A comédia sci-fi francesa acompanha um incidente misterioso numa cidadezinha interiorana, que se tornou palco da colisão de dois discos voadores. E o responsável por investigar o local da queda é um policial sem nenhuma experiência, em seu primeiro dia de trabalho. Criada, dirigida, produzida e estrelada por Simon Astier (“Hero Corp”), a atração é uma homenagem divertida às séries clássicas de ficção científica, com direito inclusive à personagens inspirados em “Arquivo X” – os agentes Muller e Scolla.   | LEGENDS OF TOMORROW 7 | NETFLIX   A última temporada da série de super-heróis viajantes do tempo traz os personagens menos famosos – e mais divertidos – da DC Comics perdidos na era do jazz. Ao longo dos episódios, enquanto lutam para voltar ao presente, eles resolvem várias pendências dramáticas, trazendo conclusão a muitas histórias. No ar desde 2016, “Legends of Tomorrow” foi a única criação 100% original do Arrowverso, concebida por Greg Berlanti, Marc Guggenheim e Phil Klemmer a partir da junção de heróis de outras séries que nunca se reuniram num grupo similar nos quadrinhos. A premissa também era inédita. As chamadas “lendas de amanhã” eram coadjuvantes dos quais ninguém daria falta, que aceitavam a missão de realizar atos heroicos que ninguém conheceria, viajando no tempo para impedir manipulações na História e outras anomalias, de forma a preservar a linha temporal. Isto levou os personagens a conhecerem várias figuras históricas importantes, como Helena de Troia, Júlio César, Maria Antonieta, Albert Einstein, Al Capone, Bill Gates e David Bowie, além de participar de eventos históricos como o Festival de Woodstock, o desastre de Chernobyl, as duas guerras mundiais e dar inspiração para George Lucas filmar “Star Wars”. A longevidade da série e o fato de ser a única atração do Arrowverso focada num grupo de heróis também fez com que o elenco fosse bastante flexível. Apenas Caity Lotz, intérprete de Sara Lance (Canário Branco), manteve-se na atração do primeiro ao último episódios. Mas integrantes da tripulação original da nave temporal Waverider também apareceram na reta final, num episódio especial que celebrou a marca de 100 capítulos produzidos. Poderia ser uma despedida adequada, exceto pelo fato de que a temporada termina num cliffhanger e não terá continuação, porque a produção foi cancelada.

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  • Filme

    10 filmes novos pra ver em streaming no fim de semana

    30 de setembro de 2022 /

    O muito falado e controverso “Blonde”, biografia de Marilyn Monroe para maiores, é um dos destaques da semana no streaming. As locadoras digitais ainda recebem thrillers tensos como “A Fera” e “Trancada”. E a programação da internet também tem “Abracadabra 2” para as crianças, terrir divertido, animação adulta e filmes premiados para os cinéfilos. Confira abaixo 10 sugestões para aproveitar o fim de semana chuvoso em casa.   | BLONDE | NETFLIX   A cinebiografia não autorizada de Marilyn Monroe traz uma performance ousada da cubana Ana de Armas (“007 – Sem Tempo para Morrer”), aplaudidíssima no Festival de Veneza, que se despoja completamente no papel, aparecendo nua em grande parte da produção. O filme é voltado para o público adulto e tem a mais elevada classificação etária de qualquer outra produção disponível na Netflix, por situações fortes de sexo, violência e até de aborto. Mas também recria várias cenas icônicas da carreira da atriz, que se contrapõem a momentos de desespero para representar o conflito que a levou ao suicídio. A bad trip pesada dividiu a crítica nos EUA, que considerou o sofrimento retratado na tela como demasiado e algumas cenas como simplesmente misóginas. Muitos, inclusive, recomendam que não seja visto. O que é a melhor publicidade que o longa poderia receber, atiçando a curiosidade do público. As pessoas sentem que precisam fazer parte da discussão. E para falar mal, é preciso ver o filme. Produzido pela Plan B, produtora de Brad Pitt, “Blonde” é uma adaptação do livro de mesmo nome, de Joyce Carol Oates, que mistura fatos e suposições para contar a história da lendária estrela de cinema. Direção e roteiro são de Andrew Dominik (“O Assassino de Jesse James Pelo Covarde Robert Ford”) e o elenco também inclui Adrien Brody (“A Crônica Francesa”) como o escritor Arthur Miller e Bobby Cannavale (“O Irlandês”) como o jogador de beisebol Joe DiMaggio, ex-maridos de Marilyn.   | A FERA | VOD*   Idris Elba (“Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”) enfrenta um leão enfurecido nesta variação de “filme de monstro”. A trama mostra como férias em família pela savana africana viram um thriller de sobrevivência, quando o viúvo vivido por Elba precisa proteger suas filhas do ataque de um predador sanguinário. Com direção de Baltasar Kormákur (“Evereste”) e roteiro de Ryan Engle (“Rampage – Destruição Total”), “A Fera” leva Elba para um passeio pela África do Sul para reforçar sua conexão com as filhas Norah (Leah Jeffries, que estará em “Percy Jackson”) e Meredith (Iyana Halley, de “This Is Us”) após a morte da esposa, mãe das jovens. Durante uma excursão guiada (por Sharlto Copley, de “Distrito 9”), no entanto, a família se vê perseguida por um leão selvagem, cujos instintos de proteção foram atiçados por um ataque de caçadores poucos momentos antes.   | TRANCADA | VOD*   A volta do diretor DJ Caruso (“xXx: Reativado”) às produções de suspense gira em torno do desespero de uma jovem mãe, surpreendida em sua casa no campo por dois assaltantes – um deles, seu violento ex-namorado -, que é trancada numa dispensa e imagina o pior que pode acontecer com suas duas filhas pequenas nas mãos dos criminosos. O fato de se passar em cenário restrito evoca o melhor filme do diretor – “Paranoia”, de 2007. O papel principal é vivido por Rainey Qualley (“Love in the Time of Corona”), a irmã mais velha de Margaret Qualley (“Maid”), que estreou no cinema há 11 anos ao lado da mãe famosa, Andie MacDowell (“Quatro Casamentos e um Funeral”). Já os assaltantes são interpretados por Jake Horowitz (“A Vastidão da Noite”) e o veterano Vincent Gallo (“Matança Necessária”).   | UM HERÓI | VOD*   O novo drama de Asghar Farhadi, vencedor de dois Oscars de Melhor Filme Internacional por “A Separação” (2011) e “O Apartamento” (2016), conquistou 11 prêmios internacionais, entre eles o Grande Prêmio do Júri do Festival de Cannes do ano passado, e foi selecionado para representar o Irã no Oscar 2022. A trama acompanha um homem chamado Rahim que, após ser libertado da prisão por dívidas, devolve uma bolsa perdida cheia de moedas de ouro – um ato que parece torná-lo um bom samaritano. No entanto, a história acaba sendo mais complicada. A complicação também se estendeu para os bastidores. A jovem Azadeh Masihzadeh, que foi aluna de Farhadi, afirma que o roteiro de seu documentário “Todos Ganham, Todos Perdem”, sobre um homem que encontra uma sacola de ouro e decide devolvê-la ao dono, serviu de base para “Um Herói”. Pior: “Todos Ganham, Todos Perdem” foi desenvolvido como trabalho de classe num curso do diretor. A briga foi parar na Justiça – e no Irã isso pode render prisão e chibatadas para quem roubou a ideia ou quem denunciou falsamente.   | O EXORCISMO DA MINHA MELHOR AMIGA | AMAZON PRIME VIDEO   A nova comédia de terror produzida por Christopher Landon, que dirigiu “A Morte te Dá Parabéns” e “Freaky”, é uma história de amizade adolescente passada nos anos 1980. Quando Gretchen (Amiah Miller, de “Planeta dos Macacos: A Guerra”) é possuída por um demônio, cabe à sua melhor amiga Abby (Elsie Fisher, de “Oitava Série”) se juntar a um fã de filmes de terror (Chris Lowell, de “GLOW”) para exorcizá-la. O filme é baseado num livro de Grady Hendrix, roteirista de “Delivery Macabro”, e marca a estreia do diretor Damon Thomas (da série “Killing Eve”) em longa-metragem.   | ENTERGALACTIC | NETFLIX   A animação criada pelo rapper Kid Cudi (“Não Olhe para Cima”) em parceria com Kenya Barris (o criador de “Black-ish”) é voltada ao público adulto e conta uma história romântica, em que garoto encontra garota e desperta faíscas. Mas ele é capaz de estragar tudo por ser inconsequente. Com um visual que lembra o estilo de “Homem-Aranha no Aranhaverso”, mas com mais aquarelas, a animação também embute músicas de Cudi e uma homenagem a Nova York. A produção conta com um elenco estrelado de vozes, que inclui o próprio Kid Cudi (ou Scott Mescudi) no papel principal e Jessica Williams (“Fora de Série”) como seu par romântico, além de Timothée Chalamet (“Duna”), Laura Harrier (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Vanessa Hudgens (“Tick, Tick…Boom!”), Jaden Smith (“The Get Down”), Keith David (“Armageddon”), Macaulay Culkin (“American Horror Story”) e os rappers Ty Dolla $ign e 070 Shake, entre outros.   | ABRACADABRA 2 | DISNEY+   A continuação do popular filme infantil de bruxas dos anos 1990 traz de volta Winifred (Bette Midler), Sarah (Sarah Jessica Parker) e Mary (Kathy Najimy), três bruxas do século 17 que chegam ao presente após seus espíritos serem invocados no Dia das Bruxas. Em 1993, elas precisaram enfrentar três crianças e um gato falante, dispostos a atrapalhar seus planos de garantir sua imortalidade. A história mudou pouco, já que agora precisam derrotar três garotas e um vendedor de produtos mágicos muito falante (Sam Richardson, de “Veep”) para garantir sua imortalidade. A direção está a cargo da cineasta Anne Fletcher (“A Proposta”) e o elenco também inclui Doug Jones (“Star Trek: Discovery”), que interpretou Billy Butcherson na versão original e reprisa o papel na sequência.   | O DUQUE | VOD*   A simpática comédia britânica acompanha um taxista de 60 anos, que realiza o roubo ousado do retrato do Duque de Wellington, pintado por Goya, da National Gallery, em Londres. Enquanto a polícia procura um superladrão especializado em grandes roubos de arte, a esposa do criminoso amador e atrapalhado descobre o quadro no guarda-roupa e o plano do marido para doar o valor do quadro para obras de caridade. Quando a verdade vem à tona, muitos passam a considerá-lo um herói, mas a Justiça terá a palavra final. O último filme do diretor Roger Michell (“Um Lugar Chamado Notting Hill”), que morreu há um ano, é baseado na história real do roubo e destaca Jim Broadbent (“A Dama de Ferro”) como o ladrão e Helen Mirren (“A Rainha”) como sua esposa.   | DIÁRIOS DE OTSOGA | VOD*   A obra do casal português Miguel Gomes (“As Mil e Uma Noites”) e Maureen Fazendeiro é um drama metalinguístico para cinéfilos, um filme de confinamento pandêmico sobre um filme de confinamento pandêmico, que tem a peculiaridade de ser montado de trás para frente. É que a projeção começa pelo fim e avança em direção a seu começo, mostrando os bastidores de uma produção cinematográfica sob as mesmas circunstâncias do filme real, com baixo orçamento e protocolo pesado contra covid-19. Os atores interpretam atores, os diretores aparecem como (versões de) si mesmos e cada cena é motivada pela que vem depois dela (ou seja, antes dela). Confuso? Mas inteligente, com personagens que surgem do nada para só chegarem depois na projeção desordenada, criando um senso de caos que reflete a própria situação da pandemia. A propósito do tema, Otsoga é Agosto escrito ao contrário. O quebra-cabeças cinematográfico rendeu o prêmio de Melhor Direção no Festival de Mar del Plata e de Melhor Filme Estrangeiro do ano pela Associação dos Críticos Online dos EUA.   | VORTEX | MUBI   Em seu novo filme, o polêmico diretor Gaspar Noé (“Clímax”) troca sua obsessão por Eros pela pulsão de Tânatos. A trama acompanha a rotina de um casal idoso, até que a doença da mulher se agrava e o perigo da morte opõe-se à vontade da independência. O elenco destaca o também cineasta Dario Argento (“Suspiria”) e Françoise Lebrun (“O Escafandro e a Borboleta”).     * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente em plataformas como Apple TV, Claro TV+, Google Play, Loja Prime, Microsoft Store, Vivo Play e YouTube, entre outras, sem necessidade de assinatura mensal.

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    Letícia Colin, “O Caso Evandro” e “Nos Tempos do Imperador” estão no Emmy Internacional

    29 de setembro de 2022 /

    A organização do Emmy Internacional anunciou nesta quinta (29/9) os nomeados para sua edição de 2022. E, como tem sido a regra, há atrações e artistas brasileiros na lista: a série documental “O Caso Evandro”, a novela “Nos Tempos do Imperador” e a atriz Leticia Colin, indicada pela série “Onde Está Meu Coração”. “O Caso Evandro”, idealizado por Ivan Mizanzuk, é uma série documental de true crime inspirado no podcast de mesmo nome, que conta a história real de Evandro Ramos Caetano, um menino de 6 anos de idade que desapareceu em abril de 1992, no litoral do Paraná, e foi encontrado morto pouco tempo depois sem as mãos, cabelos e vísceras. A criança teria sido usada um ritual macabro e os suspeitos ficaram conhecidos como “As Bruxas de Guaratuba”. “Onde Está Meu Coração” acompanha uma jovem e brilhante médica (Letícia Collin) que sucumbe à pressão diária do trabalho dentro do hospital e acaba viciada em drogas. Já “Nos Tempos do Imperador”, escrita por Thereza Falcão e Alessandro Marson, dramatizava o Brasil na época de D. Pedro II (vivido por Selton Mello). As três produções foram desenvolvidas pelo Grupo Globo e estão disponíveis pela Globoplay. A multiplicação de plataformas de streaming permitiu que várias produções se tornassem acessíveis ao público brasileiro, que neste ano pôde assistir vários dos candidatos ao prêmio. Só da Netflix são oito produções: “Narcos: Mexico”, “Sex Education”, “Lupin”, “Love on the Spectrum”, “YeonMo” (The King’s Affection), “À Beira do Caos”, “Anonima” (Anonymously Yours) e “Shaun, o Carneiro: Aventura de Natal” Entre séries, documentários, obras jornalísticas e coproduções, a BBC emplacou cinco: “Vigil”, “Showtrial”, “Dreaming Whilst Black”, “Newsround Special – Let’s Talk About Periods” e “Freddie Mercury: The Final Act” A HBO Max aparece com três títulos: “Reyka”, “Búnker” e “On The Job”. A Amazon Prime Video é presentada pelo telefilme francês “O Baile das Loucas” e a Apple TV+ está na disputa com sua primeira série sul-coreana, “Dr. Brain”. Os vencedores do Emmy Internacional serão revelados em uma cerimônia em Nova York, em 21 de novembro. Confira abaixo lista completa de indicados ao Emmy Internacional 2022. Melhor Programa Artístico “BIOS: Calamaro” (Argentina) “Charlie Chaplin, Le Génie De La Liberté” (França) “Freddie Mercury: The Final Act” (Reino Unido) “Wonderful World: A New York Jazz Story” (Japão) Melhor Ator Sverrir Gudnason – “En Kunglig Affär” / “A Royal Secret” (Suécia) Scoot McNairy – “Narcos: Mexico” (México) Dougray Scott – “Irvine Welsh’s Crime” (Reino Unido) Lee Sun-Kyun – “Dr. Brain” (Coreia do Sul) Melhor Atriz Celine Buckens – “Showtrial” (Reino Unido) Letícia Colin – “Onde Está Meu Coração” (Brasil) Kim Engelbrecht – “Reyka” (África do Sul) Lou de Laâge – “O Baile das Loucas” (França) Melhor Comédia “Búnker” (México) “Dreaming Whilst Black” (Reino Unido) “À Beira do Caos” (França) “Sex Education” (Reino Unido) Melhor Documentário “Enfants De Daech, Les Damnés De La Guerre” / “Iraq’s Lost Generation” (França) “Myanmar Coup: Digital Resistance” (Japão) “O Caso Evandro” (Brasil) “The Return: Life After ISIS” (Reino Unido) Série de Drama “Lupin” (França) “Narcos: Mexico” (México) “Reyka” (África do Sul) “Vigil” (Reino Unido) Melhor Animação Infantil “Dapinty, Una Aventura Musicolor” (Colômbia) “Fumetsu No Anata E” / “To Your Eternity” (Japão) “Les Lapins Cretins – Invasion: Mission sur Mars” / “Rabbids Invasion Special – Mission to Mars” (França) “Shaun, o Carneiro: Aventura de Natal” (Reino Unido) Melhor Programa Infantil “Ikke Gjor Dette Mot Klimaet!” / “Don’t Do This To The Climate” (Noruega) “My Better World” (África do Sul) “Newsround Special – Let’s Talk About Periods” (Reino Unido) “Sueños Latinoamericanos” (Chile) Melhor Ficção Infantil “Anonima” (México) “Hardball – Season 2” (Austrália) “Kabam!” (Holanda) “Lightspeed” (Singapura) Melhor Programa Não-Anglófono do Horário Nobre dos EUA “2021 Latin American Music Awards” (Estados Unidos) “Buscando A Frida” (Estados Unidos) “La Suerte De Loli” (Estados Unidos) “Malverde, El Santo Patrón” (Estados Unidos) Melhor Programa de Entretenimento Não-Roteirizado “La Voz Argentina” / “The Voice – Season 3″ (Argentina) “LOL: Last One Laughing Germany” (Alemanha) “Love on the Spectrum – Season 2″ (Austrália) “Top Chef Middle East – Season 5″ (Emirados Árabes Unidos) Melhor Série de Curta Duração “Espíritu Pionero” (Argentina) “Fly on the Wall” (Catar) “Nissene i bingen” / “Santas in the Hay” (Noruega) “Rūrangi” (Nova Zelândia) Melhor Documentário Esportivo “Chivas” (México) “Kiyou No Kata” / “Kiyou’s Kata” (Japão) “Nadia” (França) “Queen Of Speed” (Reino Unido) Melhor Telenovela “Nos Tempos Do Imperador” (Brasil) “Two Lives” (Espanha) “YeonMo” / “The King’s Affection” (Coreia do Sul) “You Are My Hero” (China) Melhor Filme para TV ou Minissérie “Help” (Reino Unido) “Il est elle” / “(S)he” (França) “Isabel, La Historia Íntima De La Escritora Isabel Allende” (Chile) “On The Job” (Filipinas)

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    Kevin Bacon entra em “Um Tira da Pesada 4”

    29 de setembro de 2022 /

    O ator Kevin Bacon se juntou ao elenco de “Um Tira da Pesada 4”. O quarto filme vai se chamar “Um Tira da Pesada: Axel Foley” (Beverly Hills Cop: Alex Foley) e trará Eddie Murphy de volta ao papel de Alex Foley, o policial de Detroit que, até aqui, viajou três vezes a Los Angeles para resolver casos ao longo da franquia. Quatro atores dos filmes originais também voltarão na continuação: Judge Reinhold e John Ashton, que viveram os detetives Billy Rosewood e o Sargento Taggart, ajudantes atrapalhados de Foley em Los Angeles; Paul Reiser, o parceiro original de Foley em Detroit, chamado Jeffrey Friedman; e Bronson Pinchot, que viveu Serge, um funcionário atrevido de galeria de arte. Eles se juntarão a novos personagens interpretados por Joseph Gordon-Levitt (“Os 7 de Chicago”) e Taylour Paige (“Zola”), que, assim como Bacon, não tiveram seus papéis divulgados. “Um Tira da Pesada: Axel Foley” vai retomar uma franquia interrompida há 28 anos. Os três primeiros filmes foram lançados em 1984, 1987 e 1994, respectivamente, e faturaram um total de US$ 735,5 milhões em todo o mundo. A continuação foi escrita por Will Beall (“Aquaman”) e tem direção de Mark Molloy, que assina seu primeiro longa-metragem após ganhar vários prêmios por seu trabalho em publicidade. Já a produção continua a cargo de Jerry Bruckheimer, responsável pela trilogia original. O projeto foi acelerado após Eddie Murphy estrelar com sucesso outra sequência dos anos 1980, “Um Príncipe em Nova York 2”, que virou um dos filmes mais vistos da Amazon Prime Video. O lançamento vai acontecer na Netflix, mas ainda não há previsão de estreia.

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    Netflix revela elenco de spin-off de “La Casa de Papel”

    28 de setembro de 2022 /

    A Netflix revelou nas redes sociais as primeiras fotos do elenco de “Berlín”, spin-off da série “La Casa de Papel” que será focada no personagem interpretado pelo ator Pedro Alonso. Além de Pedro Alonso, que interpreta o ladrão de joias hedonista Andrés de Fonollosa, também conhecido como Berlim, o elenco inclui Michelle Jenner (“Isabel”) como Keila, especialista em eletrônica, Tristán Ulloa (“Fariña”) ​​como o confidente de Berlim e professor filantrópico Damián, Begoña Vargas (“Bem-vindos ao Éden”) como a instável Cameron, Julio Peña Fernández (“Através da Minha Janela”) como o dedicado Roi e o estreante Joel Sánchez como Bruce, um homem de ação implacável. A trama é um prólogo centrado numa gangue anterior de Andrés de Fonollosa, antes dele se tornar Berlim. A produção foi desenvolvida pelo criador de “La Casa de Papel”, Álex Pina, em parceria com Esther Martínez Lobato, roteirista-produtora da série original. As gravações vão começar em 3 de outubro em Paris, na França, mas ainda não há previsão para a estreia. O primeiro golpe do Berlin: roubar meu coração com esse elenco. A minha série spin-off de La Casa de Papel está acontecendo. pic.twitter.com/2H7LRPCYc5 — netflixbrasil (@NetflixBrasil) September 28, 2022

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    Bruno Gagliasso compartilha imagens de nova série da Netflix

    28 de setembro de 2022 /

    “Santo” mal estreou e Bruno Gagliasso já está no elenco de outra atração da Netflix. Nesta quarta (28/9), ele compartilhou duas imagens dos bastidores de “Candelária”, que terá quatro episódios e retrata a Chacina da Candelária, no Rio de Janeiro. As imagens incluem o roteiro do segundo episódio e um registro de mãos unidas, com colares de miçangas usadas por devotos do candomblé. “Eu seguro minha mão na sua para que juntos possamos fazer aquilo que eu não posso fazer sozinho. Orgulho de fazer parte desse projeto”, escreveu Gagliasso ao lado das imagens, adicionando o nome da produção. O crime conhecido como Chacina da Candelária aconteceu na noite de 23 de julho de 1993, pouco antes da meia-noite, quando um táxi e um Chevette com placas cobertas pararam em frente à Igreja da Candelária, no Rio de Janeiro, para seus ocupantes atirarem contra dezenas de pessoas, a maioria adolescentes, que estavam dormindo na região. Oito pessoas morreram, incluindo crianças, e as investigações descobriram que os autores dos disparos eram milicianos. A produção tem como showrunner o cineasta Luis Lomenha (“Luto como Mãe”), que também divide a direção dos episódios com Marcia Faria (“Me Chama de Bruna”), e vai acompanhar as 36 horas que antecedem a tragédia pelo ponto de vista de quatro crianças. Lomenha é uma das mãos retratadas na imagem divulgada por Gagliasso. As outras são da atriz e dançarina Valeria Monã e do ator Patrick Congo. O elenco da série ainda inclui o veterano Antônio Pitanga, o cantor Péricles, Leandro Firmino, Maria Bopp e Stepan Nercessian. “Candelária” ainda não tem previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Bruno Gagliasso (@brunogagliasso)

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    Saiba porque “Blonde” virou o filme mais proibido da Netflix

    28 de setembro de 2022 /

    O filme “Blonde”, cinebiografia da atriz Marilyn Monroe, chegou à Netflix nessa quarta (28/9) com a classificação indicativa “NC-17” nos EUA (equivalente à proibição para menores de 18 anos no Brasil), mais alta que qualquer outro conteúdo disponível no serviço de streaming. Para se ter ideia, “Blonde” foi considerado mais impróprio que o drama erótico “365 Dias” (2020), que recebeu “apenas” a classificação indicativa “R” (equivalente a 16 anos no Brasil), devido ao seu forte conteúdo sexual. Embora a Motion Picture Association (MPA), associação responsável pela classificação, não divulgue as cenas específicas que motivaram a censura etária, é possível supor que isso se deva à combinação de diferentes temáticas e imagens mostradas no filme. Um dos motivos considerados foi o excesso de cenas de nudez, incluindo nudez frontal masculina e feminina. Marilyn, interpretada pela atriz Ana de Armas (“Águas Profundas”), é vista nua durante boa parte do filme. “Blonde” também apresenta cenas de violência contra mulheres e até contra criança. E, se isso ainda não fosse suficiente, há ainda uma cena de aborto mostrada em close-up. Mas o diretor Andrew Dominik (“O Assassino de Jesse James Pelo Covarde Robert Ford”) acredita que uma cena em particular tenha impressionado mais os censores. Em determinado momento, a Marilyn de Ana de Armas aparece masturbando o presidente Kennedy (interpretado por Caspar Phillipson, de “Jackie”). Como não consegue atingir o clímax, o presidente então força a atriz a fazer sexo oral nele. A cena é filmada em close, mostrando o sofrimento e o desconforto da atriz. Em entrevista ao CinemaBlend, Dominik destacou que a cena “provavelmente” foi o fator determinante da classificação elevada. “Mas é difícil dizer, porque eles são um cofre. Eles não explicam, eles só dão dicas sobre o que pode ser problemático”, acrescentou. “Acho que tem muito a ver com quem está (na cena). Mas, por outro lado, as pessoas parecem estar chateadas com o filme ou sofrendo gatilhos com o filme. Então, talvez ele seja mais eficaz do que eu pensava.” “NC-17” foi uma classificação etária criada em 1990 para evitar que o lançamento de “Henry & June” recebesse a tarja “X”, mais elevada na época e usada para filmes pornográficos. Ela difere de “R” por proibir que menores vejam o filme mesmo se forem acompanhados dos pais e do hard “X” por ser mais que uma montagem de cenas explícitas. A partir de sua inclusão, o “NC-17” se tornou a censura máxima dos cinemas associados à MPA, entidade da indústria cinematográfica responsável pelo sistema de classificação dos EUA, empurrando o “X” para os vídeos adultos. Essa classificação é quase um certificado de óbito para um filme que precisa ser exibido nos cinemas, uma vez que limita demais o seu público. O filme “Showgirls” (1995) até tentou capitalizar em cima da curiosidade gerada por seu rótulo de “NC-17”, mas só arrecadou US$ 20 milhões nas bilheterias. Desde então, os realizadores normalmente optam por fazer cortes nas cenas polêmicas para conseguir uma classificação mais branda. Foi o que aconteceu com “Coração Valente” (1995), “Pânico” (1996), “American Pie — A Primeira Vez é Inesquecível” (1999), “Team America: Detonando o Mundo” (2004) e “King’s Man: A Origem” (2021), entre outros. Entre os filmes que receberam a classificação “NC-17” e ainda assim mantiveram a edição original, destacam-se “Crash – Estranhos Prazeres” (1996), de David Cronenberg, “Os Sonhadores” (2003), de Bernardo Bertolucci, e “Azul É a Cor Mais Quente” (2013), de Abdellatif Kechiche. Andrew Dominik chegou a revelar que a Netflix insistiu em contratar a montadora Jennifer Lame (“Tenet”) “para conter os excessos do filme”, mas se considera orgulhoso por manter tudo o que quis e por colocar seu filme na lista dos “proibidões”. “É um filme exigente. Se o público não gostar, isso é problema do público. O filme não está concorrendo a nenhum cargo público”, disse o cineasta, em entrevista ao site Screen Daily. “É um filme ‘NC-17’ sobre Marilyn Monroe, e é meio que o que se quer, certo? Eu quero ver a versão ‘NC-17’ da história de Marilyn Monroe.” Apesar disso, a atriz Ana de Armas não concordou com a classificação. “Eu posso listar várias séries ou filmes que são muito mais explícitos, com muito mais conteúdo sexual do que ‘Blonde’”, disse ela à revista francesa L’Officiel. “Mas para contar essa história era importante mostrar todos esses momentos da vida de Marilyn que a fizeram terminar daquele jeito. Precisava ser explicado. Todo mundo [no elenco] sabia que tínhamos que ir a lugares desconfortáveis. Eu não fui a única.” “Blonde” é uma adaptação do livro de mesmo nome, de Joyce Carol Oates, que mistura realidade com o uso da imaginação (isto é, suposições de fatos) para contar a história da lendária estrela de cinema. Mas apesar dos elogios à interpretação corajosa da atriz cubana, longamente aplaudida durante a première do filme no Festival de Veneza, o longa dividiu a crítica e chegou à Netflix com apenas 50% de aprovação da crítica, conforme a média calculada pelo portal americano Rotten Tomatoes. Além de Ana de Armas, o elenco destaca Adrien Brody (“A Crônica Francesa”) como o escritor Arthur Miller e Bobby Cannavale (“O Irlandês”) como o jogador de beisebol Joe DiMaggio, ex-maridos de Marilyn Monroe. Assista ao trailer.

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    Netflix desiste de produzir série baseada nos quadrinhos de “Grendel”

    28 de setembro de 2022 /

    A Netflix desistiu de produzir a série baseada em “Grendel”, quadrinhos cultuados da editora Dark Horse Comics. O projeto fazia parte de um contrato fechado há três anos com a editora, após o lançamento bem-sucedido da adaptação de “The Umbrella Academy”. A decisão foi tomada com a produção em andamento. “Grendel” chegou a gravar a maior parte de seus oito episódios iniciais sob comando de Andrew Dabb, que desenvolveu a recentemente cancelada “Resident Evil: A Série”. Mas não foi concluída. Com a decisão, os produtores vão levar o projeto para outros interessados. “Grendel” seria estrelada por Abubakr Ali (“Katy Keene”), o primeiro ator árabe muçulmano a interpretar um protagonista de uma série baseada em quadrinhos. O elenco também contava com Jaime Ray Newman (“Midnight, Texas”) como a paixão do protagonista, Jocasta Rose, e Julian Black Antelope (“Tribal”) como o antagonista Argent, um lobisomem nativo-americano que passa a caçar Grendel para impedir seus crimes brutais. Além deles, a menina Emma Ho (“Code 8: Renegados”) tem papel importante para o desfecho da trama, como a órfã Stacy Palumbo. Criado por Matt Wagner em 1982, o título reúne várias histórias sobre diferentes personagens que vivem Grendel, mas todas ligadas de uma forma ou outra a Hunter Rose, um escritor famoso, que se revela um habilidoso assassino após a morte da mulher que amava. Agindo à princípio como vigilante, ele logo muda de lado e se torna o chefão do crime de sua cidade. Mas sua história é curta. Outras pessoas assumem seu lugar e a trama prossegue até um futuro distópico, onde a história de Grendel se confunde com contos de terror sobre o diabo. Além de “The Umbrella Academy”, a Netflix tem apenas outra adaptação da Dark Horse em seu catálogo: uma série animada baseada em “Usagi Yojimbo”, o coelho samurai de Stan Sakai. Veja abaixo capas de diferentes fases da publicação de “Grendel”, inclusive da minissérie em que o vilão enfrenta Batman.

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