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    Valquíria vai se assumir como primeira heroína LGBTQIA+ da Marvel

    21 de julho de 2019 /

    “Thor: Love and Thunder”, título em inglês do quarto filme do poderoso Thor, vai ser um prato feito para os trolls do Twitter. Não só o super-herói será substituído por uma versão feminina, como a trama retratará a primeira heroína LGBTQIA+ da Marvel. Durante o painel do estúdio na Comic-Con Internacional, em San Diego, a atriz Tessa Thompson sugeriu que a homossexualidade de Valquíria seria explorada no novo longa. “Como novo rei [de Asgard], ela precisa encontrar sua rainha”, disse a atriz. “Esta será a primeira coisa”, reforçou. Vale lembrar que, ao final de “Vingadores: Ultimato”, Valquíria assumiu o papel de governante de Nova Asgard, uma cidade povoada por refugiados asgardianos, enquanto Thor foi para o espaço, juntando-se aos Guardiões da Galáxia. De todo modo, esta não é a primeira vez que a atriz fala abertamente sobre a sexualidade de sua personagem. Na época de “Thor: Ragnarok”, Thompson descreveu a personagem como bissexual, refletindo a forma como ela é retratada nos quadrinhos. No entanto, o filme em si não abordou sua sexualidade. Os comentários de Thompson sugerem que isso mudará na continuação. O presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, vem prometendo há muito tempo que o Universo Cinematográfico da Marvel incluiria um herói LGBTQIA+. Valquíria seria essa personagem super-empoderada. Em sua vida pessoal, Tessa Thompson é namora assumidamente a cantora Janelle Monáe. Novamente dirigido por Taika Waititi, o quarto filme de Thor também trará de volta Chris Hemsworth e Natalie Portman, a Jane Foster dos dois primeiros longas do personagem, que desta vez vai erguer o Mjolnir e se transformar em Thor. A estreia foi marcada para 5 de novembro de 2021 nos Estados Unidos.

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    Natalie Portman vai virar Thor no próximo filme do super-herói

    21 de julho de 2019 /

    O anúncio mais surpreendente da Marvel durante sua participação na Comic-Con Internacional, em San Diego, foi a revelação de que o quarto longa-metragem de Thor vai transformar o super-herói numa mulher. Quem vestirá o uniforme de Thor no próximo filme será Natalie Portman, a Jane Foster dos dois primeiros longas do personagem. Portman apareceu no painel do estúdio e recebeu o Mjolnir das mãos do diretor Taika Waititi. “A sensação é muito boa”, ela disse, ao erguer o martelo. Chris Hemsworth, o Thor original, ainda comentou a substituição: “Thor parece ter ido para o banco”. A ideia não é uma invenção aloprada do cineasta, que vai comandar a continuação após o sucesso de sua abordagem cômica em “Thor: Ragnarok” (2017). Nos quadrinhos, Jane Foster chega realmente a virar Thor, num período em que o herói não consegue mais erguer o martelo. Iniciada em 2014, esta fase transformou o antigo interesse romântico de Thor na Deusa da Trovão e a viu entrar até nos Vingadores. Detalhe: esta história não acaba bem para Jane. Nem para Valquíria, que também está confirmada na trama após ser introduzida em “Ragnarok”. O desfecho se dá na recentíssima “Guerra dos Reinos”, trama publicada em 2019, que traz novas mudanças de status para os heróis de Asgard. A produção vai voltar a juntar Natalie Portman e Chris Hemsworth após a atriz pular “Thor: Ragnarok”. Havia rumores de desentendimento entre o estúdio e a estrela, que queria Patty Jenkins (“Mulher-Maravilha”) à frente de “Thor: Mundo Sombrio” (2013) – a diretora chegou a ser contratada, mas foi substituída nas vésperas das filmagens. Após “Mundo Sombrio”, Portman sumiu do Universo Cinematográfico da Marvel. Mas reapareceu de surpresa, brevemente, no recente “Vingadores: Ultimato”, sugerindo uma reaproximação. Sua “substituta” em “Thor: Ragnarok”, Tessa Thompson, intérprete de Valquíria, também foi confirmada no novo filme. Mas não deverá haver disputa entre as duas pelas atenções de Thor. Tessa revelou que é mais provável que ela se interesse por Jane Foster, pois Valquíria vai se assumir como a primeira heroína LGBTQIA+ da Marvel no quarto “Thor”. Com o título, em inglês, de “Thor: Love and Thunder” (Thor: Amor e Trovão, em tradução literal), o filme teve sua estreia marcada para 5 de novembro de 2021.

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    Natalie Portman vira astronauta no trailer de Lucy in the Sky

    19 de março de 2019 /

    A Fox Searchlight divulgou o primeiro trailer de “Lucy in the Sky”, em que Natalie Portman (“Cisne Negro”) vive uma astronauta. A prévia é repleta de imagens surreais, que evocam a lisergia associada ao título da música dos Beatles que batiza o filme e também o estilo narrativo de Noah Hawley. O criador da série “Legion” faz sua estreia como diretor de cinema nesta produção. No filme, Lucy (Portman) vai do êxtase no espaço ao tédio na Terra, tendo dificuldades para se readaptar ao cotidiano com o marido após ver as estrelas mais de perto. “Eu fui lá para cima, e vi todo o universo. Tudo aqui embaixo parece tão pequeno”, reflete ela no trailer, antes de se jogar num caso com um colega astronauta, vivido por Jon Hamm (de “Mad Men”). A história foi inspirado no drama de uma astronauta real, Lisa Novak, que teve problemas psicológicos após voltar de uma missão no espaço em 2007, chegando a sequestrar a nova parceira de um ex-amante. “Lucy in the Sky” ilustra a crise de sua protagonista com os visuais surreais que os fãs de “Legion” conhecem bem. O elenco, por sinal, inclui Dan Stevens, protagonista de “Legion”, como o marido de Lucy, além de Zazie Beetz (“Deadpool 2”), Ellen Burstyn (“Réquiem Para um Sonho”), Nick Offerman (“Parks and Recreation”) e Pearl Amanda Dickson (também vista em “Legion”). Ainda não há previsão de estreia.

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    Kit Harington vive polêmica em trailer e imagens do novo filme de Xavier Dolan

    26 de janeiro de 2019 /

    A Mars Films divulgou uma 6 pôsteres de personagens, 20 fotos e o trailer de “The Death and Life of John F. Donovan” (Ma Vie Avec John F. Donovan), primeiro longa falado em inglês do cineasta canadense Xavier Dolan (“É Apenas o Fim do Mundo”), que destaca os papéis de Kit Harington (o Jon Snow de “Game of Thrones”) e do ator mirim Jacob Tremblay (“O Quarto de Jack” e “Predador”). O filme conta a história do ator fictício John F. Donovan (Kit Harington), cuja vida vira do avesso quando sua correspondência com um fã de 11 anos (Tremblay) é deturpada por uma colunista de fofocas. A história é contada em flashback pela versão adulta do menino (Ben Schnetzer, de “Orgulho e Esperança”), uma década depois da morte do artista. O elenco fabuloso também inclui Natalie Portman (“Thor”), Jessica Chastain (“A Colina Escarlate”), Thandie Newton (“Westworld”), Susan Sarandon (“Tammy”), Kathy Bates (série “American Horror Story”), Sarah Gadon (“Drácula: A História Nunca Contada”), Michael Gambon (franquia “Harry Potter”), Taylor Kitsch (“John Carter”), Emily Hampshire (série “12 Monkeys”), Chris Zylka (série “The Leftovers”), Ari Millen (série “Orphan Black”) e até a cantora Adele, em sua estreia como atriz. . Dolan afirmou que seu filme pretende criticar o trabalho da mídia voltada a expor a vida das celebridades. Com apenas 26 anos de idade, ele é o diretor jovem mais premiados do cinema mundial. Seus dois últimos filmes, “Mommy” e “É Apenas o Fim do Mundo” (seu primeiro trabalho com astros do cinema francês) foram premiados no Festival de Cannes. “The Death and Life of John F. Donovan” teve première mundial no Festival de Toronto e estreia em março na Europa. Ainda não há previsão de estreia para o Brasil.

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    Saoirse Ronan vai repetir parceria com o diretor Wes Anderson

    24 de dezembro de 2018 /

    A atriz Saoirse Ronan (“Lady Bird”) vai voltar a trabalhar com o diretor Wes Anderson, após filmar com ele o elogiadíssimo “O Grande Hotel Budapeste”, em 2014. Ela revelou a informação durante uma maratona de imprensa para divulgar seu mais novo filme, o drama histórico “Duas Rainhas”. Intitulado “The French Dispatch”, o novo longa de Anderson vai reunir um elenco impressionante, como tem sido marca dos trabalhos do diretor. Além de Bill Murray, que estrela praticamente todos os filmes de Anderson, o casting também confirmou Frances McDormand (“Três Anúncios para um Crime”), Tilda Swinton (“Suspiria”), Jeffrey Wright (“Westworld”), Natalie Portman (“Aniquilação”), Timothée Chalamet (“Me Chame pelo Seu Nome”), Lea Seydoux (“007 Contra Spectre”), Benicio del Toro (“Sicario: Dia do Soldado”), Lois Smith (“Lady Bird”) e Mathieu Amalric (“Os Fantasmas de Ismael”). A sinopse oficial ainda não foi divulgada, mas informalmente a história é conhecida como uma homenagem à imprensa, que acompanha três histórias paralelas centradas numa sucursal de jornal americano em Paris, durante a segunda metade do século 20. Não há previsão para a estreia.

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    Natalie Portman vira cantora pop em novo trailer e fotos de Vox Lux

    28 de novembro de 2018 /

    O estúdio indie Neon divulgou o pôster, 12 fotos e o segundo trailer de “Vox Lux”, que traz Natalie Portman (“Cisne Negro”) como uma cantora pop. A prévia conta como Celeste, sua personagem, tornou-se uma celebridade ainda adolescente, durante a repercussão de uma tragédia, e mostra sua transformação em estrela glam, com um visual que parece vir do filme “Velvet Goldmine” (1998) ou da continuação nunca filmada de “Cisne Negro” (2010). Toda essa fantasia, porém, contrasta brutalmente com o repertório musical, um pop genérico concebido pela cantora Sia. O filme conta a história dramática de Celeste em duas partes. Nos flashbacks, ela é vivida por Raffey Cassidy (de “O Sacrifício do Cervo Sagrado”) e tem a vida mudada ao sobreviver a um tiroteio em sua escola. O tributo que presta aos colegas, com a ajuda da irmã Eleanor (Stacy Martin, de “Ninfomaníaca”) e de seu empresário (Jude Law, de “Rei Arthur: A Lenda da Espada”), torna-se uma sensação midiática e dá início à sua carreira musical. Já a segunda metade traz Natalie Portman como a protagonista, lidando com os fardos da popularidade enquanto tenta conciliar sua vida pessoal com a profissional. Segundo longa escrito e dirigido pelo ator Brady Corbet (que estreou com “A Infância de um Líder”), “Vox Lux” causou sensação nos festivais de Veneza e Toronto, onde arrançou aplausos e chegou a atingir 90% de aprovação no Rotten Tomatoes. Desde então, o encanto cedeu um pouco (85%), mas continua forte. A estreia vai acontecer em 7 de dezembro nos EUA, de olho na temporada de premiações, mas ainda não previsão para o lançamento do filme no Brasil.

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    Felicity Jones luta pelos direitos das mulheres em novo trailer de Suprema

    14 de novembro de 2018 /

    A Focus Features divulgou um novo trailer de “Suprema” (On the Basis of Sex), filme traz a atriz inglesa Felicity Jones (“Rogue One: Uma História Star Wars”) como a versão jovem da juíza da Suprema Corte dos EUA Ruth Bader Ginsburg. E é curioso reparar como todos os trailers e até o clipe da música-tema terminam exatamente iguais, com o mesmíssimo diálogo. A personagem da cinebiografia é considerada um símbolo vivo da luta pelos direitos das mulheres na Justiça americana. Formada na Columbia Law School, Ruth Bader Ginsburg marcou época ao se tornar uma das primeiras professoras de Direito dos EUA nos anos 1960. Enfrentando forte preconceito ao longo de toda a carreira como advogada, integrou-se ao movimento pela igualdade de gêneros e passou a defender casos de discriminação sexual nos anos 1970, que criaram jurisprudência e mudaram as leis americanas. Em reconhecimento à sua atuação, o presidente Jimmy Carter a indicou a uma vaga de juiz na corte de apelações da capital dos EUA em 1980. E em 1993, o presidente Bill Clinton a promoveu ao ponto mais alto da justiça americana, como juíza da Suprema Corte. Ela se tornou a segunda mulher e a primeira judia a chegar na instituição máxima do judiciário do país. A prévia do filme ainda explora um detalhe relevante de sua biografia, que diferencia o longa de outras produções sobre lutas pelos direitos femininos. Ela teve apoio total em sua vida pessoal e profissional do marido, Martin D. Ginsburg, que era uma advogado renomado. Assim, a trama não vira uma história de ódio contra os homens, mas uma história sobre o devido reconhecimento dos direitos das mulheres. Na produção de Hollywood, o marido da futura juíza é vivido por Armie Hammer (“Me Chame pelo seu Nome”). O elenco também inclui Justin Theroux (série “The Leftovers”), Cailee Spaeny (“Círculo de Fogo: A Revolta”), Sam Waterson (“Law & Order”), Kathy Bates (“American Horror Story”), Stephen Root (“Barry”) e Jack Reynor (“Transformers: A Era da Extinção”). O roteiro foi escrito pelo estreante Daniel Stiepleman e a direção é da veterana Mimi Leder (“Impacto Profundo”), afastada do cinema há quase uma década, e que ultimamente vinha comandando as séries “The Leftovers” e “Shameless”. A estreia está marcada para 25 de dezembro nos Estados Unidos, data em que são lançados filmes para crianças ou potenciais candidatos ao Oscar. “On the Basis of Sex” não é a primeira opção. Já o lançamento no Brasil está marcado para 3 de janeiro. A produção também ganhou dois novos pôsteres internacionais, para os mercados britânico e francês, que podem ser conferidos abaixo.

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    Natalie Portman vira cantora pop no trailer dramático de Vox Lux

    25 de outubro de 2018 /

    O estúdio indie Neon divulgou o trailer de “Vox Lux”, que traz Natalie Portman (“Cisne Negro”) como uma cantora pop. A prévia explora o visual glam da personagem, que parece vir do filme “Velvet Goldmine” (1998), de alguma fase esquecida de Lady Gaga ou da continuação nunca filmada de “Cisne Negro” (2010). Por isso, é possível prever um choque quando o público ouvir seu repertório, concebido pela cantora Sia. O filme conta a história dramática de Celeste em duas partes. Nos flashbacks, ela é (vivida por Raffey Cassidy, de “O Sacrifício do Cervo Sagrado”) vítima de um tiroteio escolar que, com a ajuda da irmã Eleanor (Stacy Martin, de “Ninfomaníaca”) e de seu empresário (Jude Law, de “Rei Arthur: A Lenda da Espada”), torna-se uma sensação do mundo pop. Já a segunda metade traz Natalie Portman como a protagonista, lidando com os fardos da popularidade enquanto tenta conciliar sua vida pessoal com a profissional. Segundo longa escrito e dirigido pelo ator Brady Corbet (que estreou com “A Infância de um Líder”), “Vox Lux” causou sensação nos festivais de Veneza e Toronto, onde arrançou aplausos e atingiu 90% de aprovação no Rotten Tomatoes. O vídeo destaca alguns dos elogios feitos à produção. A estreia vai acontecer em 7 de dezembro nos EUA, de olho na temporada de premiações, mas ainda não previsão para o lançamento do filme no Brasil.

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    Natalie Portman negocia dirigir e estrelar filme sobre irmãs gêmeas rivais

    29 de julho de 2018 /

    A atriz Natalie Portman está em negociações para dirigir e estrelar um filme em que teria papel duplo, interpretando duas irmãs gêmeas rivais. Baseado num caso real, o filme, ainda sem título, pretende contar a história das irmãs gêmeas Ann Ester e Pauline Friedman, conhecidas pelos apelidos de Eppie e Popo, que eram as melhores amigas, a ponto de marcarem seus casamentos no mesmo dia, até serem contratadas, ao mesmo tempo, para escrever colunas em jornais diferentes, dando conselhos aos leitores. Elas nasceram em 1918 e morreram há poucos anos – em 2002 e 2013, respectivamente – , carregando ressentimentos por toda a vida. O mais curioso é que as filhas das duas, Margo e Jeanne, assumiram as colunas de suas mães e, assim, continuaram a rivalidade fraternal. O filme tem roteiro de Katie Robbins (da série “The Affair”) e ainda não tem cronograma de produção nem previsão de estreia.

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    Propaganda em que Natalie Portman “passa no vestibular” em Minas vira meme na internet

    23 de julho de 2018 /

    Natalie Portman virou meme sem querer. Além de atriz vencedora do Oscar, a estrela é formada em psicologia na prestigiada universidade de Harvard além de ter cursos da Universidade Hebraica e artigos científicos publicados, mas, ao menos em uma peça publicitária, ela teria também passado no vestibular de medicina veterinária em Patos de Minas (MG), após frequentar aulas no Colégio Da Vinci. O detalhe é que ela não passou sozinha. A atriz Emma Roberts, outra aluna do Da Vinci, também se bem no vestibular, passando em Agronomia. Que colégio bom! A propaganda viralizou na internet nesta segunda-feira (23/1), destacando principalmente a imagem de Natalie Portman com a cabeça raspada e a cara pintada com a abreviatura do curso que a teria aprovado, pulando de alegria. Na verdade, trata-se de uma imagem da época do filme “V de Vingança”, que recebeu intervenção para transformar a personagem da atriz numa “bixete” brasileira. Ela realmente raspou o cabelo para o filme, lançado 13 anos atrás. Procurado pela imprensa, o Colégio Da Vinci afirmou preferir não se pronunciar sobre o assunto para ele seja encerrado “da maneira mais discreta possível”. Segundo a instituição, a campanha teria sido encerrada na semana passada. Mas, como se sabe, a internet não esquece. E adora um meme. Veja abaixo algumas das piadas criadas por conta da publicidade. Será que as estrelas vão cobrar quando descobrir o uso não autorizado da sua imagem? Parabéns a Natalie Portman por ter passado no vestibular em Veterinária no Brasil pic.twitter.com/twd4O40blI — bátima (@batmangypsy) 23 de julho de 2018 dos mesmos diretores de V de vingança vem aí a aguardada sequência V de veterinária — Eduardo (@eueduramos) 23 de julho de 2018 Parabéns pra Natalie Portman pela conquista! ..(E um puxão de orelha nos responsáveis pela arte ?)..#vestibular #natalieportman #photoshop #fail #publicidade https://t.co/lORqzacLLH pic.twitter.com/oEjBEMzPCw — José Telmo (@JoseTelmo) 23 de julho de 2018 Em "Aniquilação" ela já mostrava sua vocação para veterinária….parabéns Natalie Portman….rsrs pic.twitter.com/SClCtTj3H4 — Marcio A. Luciano (@Marcioalex80) 23 de julho de 2018 Emma Roberts tbem, passou em Agro pic.twitter.com/XsXKmn3AYb — Prix Araujo (@Prixike) 23 de julho de 2018 EU TO MORRENDOOOOO KKKKKKKKesses estagiários de publicidade e design foram longe demais https://t.co/2d2u9Vyipf — josé ⭐ (@MdxDavid) 23 de julho de 2018

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    Felicity Jones luta pelos direitos das mulheres em trailer de cinebiografia

    16 de julho de 2018 /

    A Focus Features divulgou o pôster e o primeiro trailer de “On the Basis of Sex”. Ainda sem título ou previsão de estreia no Brasil, o filme traz a atriz inglesa Felicity Jones (“Rogue One: Uma História Star Wars”) como a versão jovem da juíza da Suprema Corte dos EUA Ruth Bader Ginsburg. A personagem é considerada um símbolo vivo da luta pelos direitos das mulheres na Justiça americana. Formada na Columbia Law School, Ruth Bader Ginsburg marcou época ao se tornar uma das primeiras professoras de Direito dos EUA nos anos 1960. Enfrentando forte preconceito ao longo de toda a carreira como advogada, integrou-se ao movimento pela igualdade de gêneros e passou a defender casos de discriminação sexual nos anos 1970, que criaram jurisprudência e mudaram as leis americanas. Em reconhecimento à sua atuação, o presidente Jimmy Carter a indicou a uma vaga de juiz na corte de apelações da capital dos EUA em 1980. E em 1993, o presidente Bill Clinton a promoveu ao ponto mais alto da justiça americana, como juíza da Suprema Corte. Ela se tornou a segunda mulher e a primeira judia a chegar na instituição máxima do judiciário do país. A prévia do filme ainda explora um detalhe relevante de sua biografia, que diferencia o longa de outras produções sobre lutas pelos direitos femininos. Ela teve apoio total em sua vida pessoal e profissional do marido, Martin D. Ginsburg, que era uma advogado renomado. Assim, a trama não vira uma história de ódio contra os homens, mas uma história de reconhecimento de uma grande mulher. Na produção de Hollywood, o marido da futura juíza é vivido por Armie Hammer (“Me Chame pelo seu Nome”). O elenco também inclui Justin Theroux (série “The Leftovers”), Cailee Spaeny (“Círculo de Fogo: A Revolta”), Sam Waterson (“Law & Order”), Kathy Bates (“American Horror Story”), Stephen Root (“Barry”) e Jack Reynor (“Transformers: A Era da Extinção”). O roteiro foi escrito pelo estreante Daniel Stiepleman e a direção é da veterana Mimi Leder (“Impacto Profundo”), afastada do cinema há quase uma década, e que ultimamente vinha comandando as séries “The Leftovers” e “Shameless”. A estreia está marcada para 25 de dezembro nos Estados Unidos, data em que são lançados filmes para crianças ou potenciais candidatos ao Oscar. “On the Basis of Sex” não é a primeira opção.

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    Dan Stevens será marido de Natalie Portman em sci-fi do criador de Legion

    13 de maio de 2018 /

    O ator Dan Stevens vai estender sua parceria com o criador de “Legion”, o roteirista-produtor Noah Hawley, para o cinema. O protagonista de “Legion” vai estrelar “Pale Blue Dot”, sci-fi que marcará a estreia de Hawley como cineasta. No filme ele vai contracenar com Natalie Portman (“Aniquilação”), Jon Hamm (“Em Ritmo de Fuga”) e Zazie Beetz (“Deadpool 2”). O filme contará a história de uma astronauta, interpretada por Natalie Portman, que começa a perder sua ligação com a realidade após voltar de uma missão no espaço. A trama explorará os efeitos do isolamento no espaço em astronautas, que ao retornar para a Terra demonstram perda de contato com a realidade. Stevens interpretará o marido de Portman e, por enquanto, não há mais informações sobre os personagens de Jon Hamm e Zazie Beetz. “Pale Blue Dot” compartilha seu título com um livro do astrônimo Carl Sagan, por sua vez inspirado numa fotografia da Terra, que, vista do espaço, parece um pálido ponto azul. Ainda não há previsão para a estreia.

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    Natalie Portman cria polêmica internacional ao se recusar a receber prêmio em Israel

    20 de abril de 2018 /

    A atriz Natalie Portman (“Aniquilação”) causou polêmica internacional ao se recusar a viajar a Israel para receber um prêmio de US$ 1 milhão. Criado em 2014, o Prêmio Gênesis homenageia pessoas notáveis ​​”que inspiram os outros através de sua dedicação à comunidade judaica e aos valores judaicos” e este ano seria entregue à atriz, que nasceu em Jerusalém. A atriz foi anunciada como homenageada em novembro pela organização. Mas não irá participar do evento, marcado para junho. Em um comunicado publicado em seu site, a fundação lamentou a decisão. “Eventos recentes em Israel foram extremamente perturbadores para ela, e ela não se sente à vontade para participar de qualquer evento público em Israel”, diz o texto. “A Sra. Portman é uma atriz altamente talentosa, uma ativista social comprometida e um ser humano maravilhoso. Os funcionários da Fundação gostaram de conhecê-la nos últimos seis meses, admiram sua humanidade e respeitam seu direito de discordar publicamente das políticas do governo de Israel”, elogiam os responsáveis pela premiação. “No entanto, estamos muito tristes por ela ter decidido não participar da cerimônia do Prêmio Gênesis em Jerusalém por razões políticas. Tememos que a decisão de Portman faça com que nossa iniciativa filantrópica seja politizada, algo pelo qual trabalhamos duramente nos últimos cinco anos para evitar”. Israel foi alvo de críticas internacionais nas últimas semanas por ter usado táticas letais durante confrontos com palestinos na fronteira com Gaza, nos quais 31 palestinos morreram e centenas ficaram feridos, entre eles o cinegrafista Yasser Murtaja, do premiado documentário “Human Flow”, assassinado por militares israelenses enquanto vestia um colete escrito “imprensa”. O governo de Israel diz que a ação foi uma defesa de sua fronteira. Após o anúncio do cancelamento da homenagem, um deputado do parlamento de Israel defendeu que a atriz seja privada de sua cidadania israelense, por conta de sua postura. “Portman não tem problemas em explorar suas raízes judias para promover sua carreira ou em expressar seu orgulho por fugir do serviço [militar]. E há pessoas respeitadas que acham que ela merece a honraria, chamada de ‘Prêmio Nobel Judaico’. Mas o título é ‘O Fim’: O ministro [Aryeh] Deri [Interior]deveria tirar sua cidadania israelense”, declarou Oren Hazan, do partido governista Likud, em seu Twitter, pedindo também um boicote aos filmes da artista. Diante da polêmica, ela resolveu se manifestar. Em comunicado divulgado nesta sexta-feira (20/4), a atriz deixou claro que seu protesto não é contra a comunidade judaica, da qual ela se orgulha de pertencer, e sim contra o atual governo do primeiro ministro Benjamin Netanyahu. “Minha decisão de não comparecer à cerimônia do Prêmio Gênesis foi descaracterizada por outros. Deixe-me falar por mim mesma. Decidi não comparecer porque não queria aparecer endossando Benjamin Netanyahu, que fará um discurso na cerimônia. Da mesma forma, eu não faço parte do movimento BDS e não o endosso” escreveu ela, referindo-se ao grupo que prega boicote e sanções contra Israel pelo tratamento dado aos palestinos e à Cisjordânia. “Como muitos israelenses e judeus ao redor do mundo, posso ser crítica da liderança em Israel sem querer boicotar toda a nação. Eu valorizo ​​meus amigos e familiares israelenses, a comida israelense, os livros, a arte, o cinema e a dança. Israel foi criado exatamente há 70 anos como um refúgio para refugiados do Holocausto. Mas os maus tratos contra aqueles que sofrem com as atrocidades de hoje simplesmente não estão de acordo com meus valores judaicos. Porque eu me importo com Israel, eu devo protestar contra a violência, a corrupção, a desigualdade e o abuso de poder”, acrescentou.

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