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    Alex Law (1953-2022)

    4 de julho de 2022 /

    O cineasta Alex Law, do filme premiado “Echoes of the Rainbow”, faleceu num hospital de Hong Kong no sábado (2/7), de causa não informada, aos 69 anos. Law começou a carreira como roteirista nos anos 1980, trabalhando com a famosa cineasta Mabel Cheung, que conheceu enquanto estudava na Universidade de Nova York. Juntos, fizeram a “Trilogia da Migração”, formada pelos filmes “Illegal Immigrant” (1985), “An Autumn’s Tale” (1987) e “Eight Tales of Gold” (1989), que ele escreveu e ela dirigiu, além do hit de 1997 da diretora, “The Soong Sisters”, estrelado por Maggie Cheung e Michelle Yeoh. Com a ajuda de Cheung, Law passou à direção em 1988, filmando um roteiro compartilhado com a colega. “Painted Faces” venceu 11 prêmios internacionais, inclusive Melhor Filme de Estreia no Festival de Chicago. Apesar disso, sua filmografia como diretor teve apenas mais dois títulos. Também coescrita por Cheung, a comédia “Now You See It, Now You Don’t” foi lançada em 1992. E em 2010 Cheung produziu “Echoes of the Rainbow”. O filme sobre os altos e baixos de uma família de Hong Kong e sua sapataria, vista pelos olhos de seu excêntrico filho de oito anos, foi o último dirigido por Law. “Echoes of the Rainbow” venceu o Urso de Cristal de Melhor Filme da seção Generation Kplus do Festival de Berlim e outros nove troféus na Ásia.

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    Joe Turkel: Ator de “O Iluminado” e “Blade Runner” morre aos 94 anos

    2 de julho de 2022 /

    O ator Joe Turkel, lembrado por participações marcantes nos filmes “O Iluminado” (1980) e “Blade Runner” (1982), morreu aos 94 anos durante a última segunda-feira (27/6) na Califórnia. A notícia foi revelada na noite de sexta (1/7) por um representante do artista em nota à imprensa. A causa da morte não foi revelada, mas o ator estava internado no Hospital St. John em Santa Monica. Ele participou de mais de 100 filmes e séries, numa carreira iniciada no auge do ciclo do cinema noir no final da década de 1940, quase sempre no papel de capanga secundário. Foi num noir que Turkel iniciou sua parceria com Stanley Kubrick, vivendo um atirador no tiroteio climático de “O Grande Golpe” (1956). Seu desempenho no pequeno papel agradou e ele foi convocado a ter uma participação maior no drama de guerra “Glória Feita de Sangue” (1957), como um soldado enviado para o pelotão de fuzilamento. Este foi o trabalho favorito de Turkell, que considerava a obra de Kubrick o melhor filme de sua carreira. O magricela nascido em 1927 no Brooklyn, Nova York, continuou fazendo filmes noir até o gênero sair de moda e daí foi viver gângsteres na televisão. Interpretou cinco capangas diferentes só na série “Os Intocáveis”, entre 1960 e 1963. E então foi lembrado por Roger Corman para ser um dos mafiosos de “O Massacre de Chicago” (1967). Outro diretor famoso com quem trabalhou foi Robert Wise, que o escalou em “O Canhoneiro do Yang-Tsé” (1965), ao lado de Steve McQueen, e no filme de desastre “O Dirigível Hindenburg” (1975). Kubrick voltou a chamá-lo em 1980 para viver o papel do barman fantasma de “O Iluminado” (1980), que servia bebidas imaginárias para o alucinado personagem de Jack Nicholson. Com essa participação, Turkel se tornou um dos poucos atores a trabalhar três vezes com o celebrado diretor. Turkel participou apenas de duas cenas de “O Iluminado”, mas disse 96 palavras e ficou semanas trabalhando na produção, às vezes mais de 13 horas por dia. No livro “Science Fiction Film Directors” (2000), de Dennis Fischer, ele contou que perguntou a Kubrick por que ele pediu uma 17ª tomada de um ator simplesmente andando por um corredor. “Eu trabalhei quatro anos preparando este filme, eu quero que seja perfeito pra caral*o”, foi a resposta. O impacto de “O Iluminado” nos cinemas convenceu Ridley Scott que Turkel seria o ator perfeito para viver o gênio da cibernética Eldon Tyrell, fundador da Tyrell Corporation e responsável pela criação dos replicantes na sci-fi “Blade Runner” (1982). Foi novamente uma participação breve, mas muito mais emblemática, com frases marcantes e uma morte memorável, esmagado após um beijo pelo replicante Roy Batty (Rutger Hauer). Ele voltou ao papel no videogame de “Blade Runner”, lançado em 1997. A dublagem de Tyrell no jogo foi seu último trabalho como ator.

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    Sonny Barger (1938–2022)

    30 de junho de 2022 /

    Ralph “Sonny” Barger, fundador dos Hells Angels e ator da série “Sons of Anarchy”, morreu na quarta (29/6) de câncer, aos 83 anos. Ele deixou uma mensagem em sua conta no Facebook, mencionando que viveu uma vida longa, cheia de aventuras e que terminou ao lado de sua esposa, Zorana. “Se você está lendo esta mensagem, é porque eu já não estou mais aqui. Pedi que fosse postada imediatamente após minha morte. Tive uma vida longa, com muitas aventuras. E tive o privilégio de ser parte de um clube incrível. Apesar de ser uma pessoa pública por muito tempo, eu preferia estar com meus irmãos de clube, minha família e amigos mais próximos. Saibam que eu fiz minha passagem de forma tranquila, após uma breve batalha contra o câncer. E saibam que, no final, estava com minha esposa, Zorana e as pessoas amadas por perto. Mantenham a cabeça erguida, sejam leais, livres e valorizem sempre a honra”. Barger fundou o famoso clube de motoqueiros em Oakland, Califórnia, em 1957, mas os Hells Angels levaram uma década para ficarem famosos. O motoclube ganhou especial notoriedade após ser desastradamente contratado para fazer segurança num show gratuito dos Rolling Stones em Altamont, no ano de 1969. Uma pessoa foi assassinada na plateia durante uma briga com um dos motoqueiros. Segundo o fundador do clube, a culpa do clima de violência no show seria dos Rolling Stones, que demoraram demais a entrar no palco. Ele escreveu vários livros sobre o sua experiência com os Hells Angels, abordando este e outros casos históricos. Além disso, inspirou personagens em livros de Hunter S. Thompson e Tom Wolfe. A fama do clube também o levou ao cinema. Barger viveu uma variação de si mesmo, como presidente dos Hells Angels, em “Os Demônios do Volante”, um dos primeiros filmes de motoqueiros, dirigido por Richard Rush em 1967 – dois anos antes de “Sem Destino” (Easy Rider). Em seguida, apareceu em “Hell’s Angels ’69” (1969), mas o incidente em Altamont colocou tudo o que se relacionava aos Hells Angels em pause. Barger foi visto no documentário sobre o show dos Stones, “Gimme Shelter”, lançado em 1970, e depois só em outro documentário sobre o clube, lançado 13 anos depois – “Hells Angels Forever” (1983) – , na mesma época em que foi diagnosticado com câncer na garganta. O câncer deixou marcas, obrigando-o a usar um aparelho na garganta para se comunicar. Ele também foi preso várias vezes, acusado de tráfico de drogas e armas. Mas, com o tempo, voltou a aparecer em documentários sobre motos e loucuras: “Harley Davidson: The Spirit of America” (2005), sobre a trajetória da famosa marca de motocicletas nos EUA, e “Gonzo: The Life and Work of Dr. Hunter S. Thompson” (2008), em que comentou sua relação com o célebre escritor. Esse ressurgimento inspirou Kurt Sutter, criador de “Sons Of Anarchy”, a convidá-lo a interpretar um personagem da série entre 2010 e 2012. Focada num clube de motoqueiros não muito diferente dos Hells Angels, a série lhe permitiu voltar à atuação e ele ainda emplacou uma pequena figuração no terror barato “Dead in 5 Heartbeats” em 2013. Em 2010, novamente recebeu o diagnóstico de um câncer, desta vez na próstata. Ele seguiu seu tratamento, mas em sua mensagem de despedida não menciona se foi isso que acabou vencendo sua última corrida contra o destino.

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  • Etc

    Danuza Leão (1933-2022)

    23 de junho de 2022 /

    A jornalista e escritora Danuza Leão, uma das principais cronistas do Rio de Janeiro morreu na quarta-feira (22/8), aos 88 anos. Danuza estava internada na Clínica São Vicente, na Gávea, Zona Sul do Rio, onde tratava de problemas respiratórios. Irmã da cantora Nara Leão, ela acompanhou de perto o surgimento da bossa nova, que, segundo a lenda, teria nascido no apartamento de seus pais na Avenida Atlântica, em Copacabana. Aos 18 anos, tornou-se a primeira modelo brasileira a desfilar no exterior, para o estilista Jacques Fath em Paris, onde viveu por dois anos. Também foi jurada de programa de TV, entrevistadora, dona de butique, promotora da noite carioca, produtora de arte, colunista da imprensa e publicou oito livros. A autobiografia “Quase Tudo” (2005) e “Fazendo as Malas” (2008) lhe renderam o Prêmio Jabuti. Entre toda essa atividade cultural, ainda incluiu no currículo filmes famosos. Danuza participou como atriz em dois filmes dirigidos pelo amigo Glauber Rocha: o clássico do Cinema Novo “Terra em Transe” (1967) e “A Idade da Terra” (1980). Mesmo numa figuração em “Terra em Transe”, Danuza demonstrou uma presença hipnotizante nas telas. Já no último filme de Glauber, ela viveu a mulher de Brahms, personagem de Maurício do Valle. Como atriz, fez ainda participação especial na novela “Dancin’ Days” (1978), emprestando sua grife à trama numa época em que promovia discotecas, e interpretou a si mesmo na cinebiografia “Leila Diniz” (1987), de Luis Carlos Lacerda. Casada três vezes, teve filhos apenas no primeiro matrimônio, com o jornalista Samuel Wainer, o fundador do jornal Última Hora, que tinha o dobro de sua idade. Um deles, o jornalista Samuel Wainer Filho, morreu em um acidente de carro em 1984, aos 29 anos. Os outros dois são a artista visual Pinky Wainer e o distribuidor cinematográfico Bruno Wainer. A tradição artística da família segue sendo renovada com a atividade dos netos: o ator Gabriel Wainer, o fotógrafo e cineasta João Wainer e a artista visual Rita Wainer.

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  • Filme

    Marilu Bueno (1940-2022)

    22 de junho de 2022 /

    A atriz Marilu Bueno, conhecida por diversas novelas da Globo, morreu nesta quarta-feira (22) no Rio de Janeiro, aos 82 anos. Ela estava internada no Hospital Municipal Miguel Couto, na Zona Sul carioca, desde o início de junho. Na semana passada, a atriz passou por uma cirurgia no abdômen e estava em estado grave na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do local. A causa da morte não foi divulgada pela família. Com vários papéis no teatro, ao longo de mais de 60 anos de carreira, ela apareceu nas telas pela primeira vez em 1960, no longa-metragem “O Cupim”, dirigido por Carlos Manga. A estreia em novelas foi em 1972, com “O Bofe”, e desde então foi presença constante na Globo. Em “Guerra dos Sexos”, de 1983, teve papel tão marcante como a divertida empregada Olívia que acabou escalada também para o remake exibido em 2012, revivendo a mesma personagem. Suas participações geralmente representavam o destaque de humor das tramas. Foi assim com a Mariinha de “Estúpido Cupido” (1976), a Tetê de “A Gata Comeu” (1986) e principalmente com a fada Margarida, da novelinha matinal “Caça Talentos”, estrelada por Angélica em 1996. Mas nem sempre seus trabalhos foram marcados por alegria. Em “De Corpo e Alma”, de 1992, interpretou a mãe da jovem Yasmin, papel de Daniela Perez, que foi assassinada em meio à produção. Entre seus papéis mais recentes estão os de Narcisa em “Êta Mundo Bom!” (2016), de Walcyr Carrasco, e Dulce Sampaio em “Salve-se quem Puder” (2020), de Daniel Ortiz. Ela também participou de séries como “Escolinha do Professor Raimundo”, “Sítio do Picapau Amarelo” e “A Grande Família”. E filmou os clássicos “Dias Melhores Virão” (1989), de Cacá Diegues, “Lua de Cristal” (1990), de Tizuka Yamasaki, e “O Homem do Ano” (2003), de José Henrique Fonseca. Por atuar ao lado de Xuxa (“Lua de Cristal”) e Angélica (“Caça Talentos”) no auge do sucesso das duas apresentadoras, e ainda ter encarnado a Dona Carochinha do “Sítio do Picapau Amarelo”, Marilu Bueno é especialmente lembrada pelo sorriso largo que marcou a infância de milhões de brasileiros.

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  • Série

    Acidente causa morte de dois atores em produção da Netflix

    18 de junho de 2022 /

    A produção da série “The Chosen One” teve seus trabalhos interrompidos após um acidente de carro causar a morte de dois atores e ferir mais seis integrantes da equipe. A atração da Netflix está sendo gravada na região da Baixa Califórnia, no México, e a notícia foi confirmada pelo Departamento de Cultura do estado, que faz fronteira com a Califórnia americana. O acidente não teria acontecido durante as gravações nem perto do set. A mídia local informou que a tragédia ocorreu na quinta-feira (16/6), quando uma van que transportava a equipe saiu da estrada e capotou em uma área deserta no município de Loreto. Parentes das vítimas tem atacado a Netflix e os responsáveis pela produção por providenciar serviço de transporte de baixa qualidade, queixando-se que reclamações anteriores de perigo teriam sido ignoradas. A Netflix ainda não se pronunciou, mas os nomes dos atores falecidos já foram divulgados. São Raymundo Garduño Cruz e Juan Francisco González Aguilar. O segundo é mais conhecido pelo pseudônimo Paco Mufote e já tinha trabalhado anteriormente para a Netflix, numa participação em “Selena: A Série”, lançamento do ano passado. Ambos tinham carreira consolidada no teatro local. “The Chosen One” tem produção da Redrum, empresa com experiência em blockbusters, como “Mulher-Maravilha 1984” e “Bad Boys para Sempre”. A série é inspirada nos quadrinhos “American Jesus”, de Mark Millar e Peter Gross, sobre um menino de 12 anos que acredita ser a reencarnação de Jesus Cristo. Assim como o originador do cristianismo, ele tem poderes sobrenaturais e um destino traçado desde o nascimento. A produção é comandada pelo diretor Everardo Gout (“Uma Noite de Crime: A Fronteira”) e começou a ser gravada em 25 abril. Ainda não há previsão de estreia.

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    Everett Peck (1950–2022)

    18 de junho de 2022 /

    O artista Everett Peck, criador do personagem de quadrinhos Duckman e da sua adaptação animada do final dos anos 1990, morreu na terça (14/6) de câncer, aos 71 anos na Califórnia. A série “Duckman: Detetive Particular” foi desenvolvida por Peck em parceria com o casal Gabor Csupo e Arlene Klasky, criadores de “Rugrats: Os Anjinhos” e “Os Thornberrys”. O desenho durou quatro temporadas, de 1994 a 1997, e foi indicado a três prêmios Emmy de Melhor Série Animada. O personagem era um pato detetive magrelo, bocudo, enfezado, mulherengo e pai solteiro, que tinha sido concebido para uma história em quadrinhos de 1990 publicada pela Dark Horse Comics. A adaptação contou com dublagem de Jason Alexander (de “Seinfeld”). “Foi uma honra dar voz à sua amada criação e uma alegria ter conhecido Everett”, tuitou Alexander em sua homenagem nesta sexta (17/6). Apesar de ser mais conhecido por sua obra autoral, Peck trabalhou com outros personagens. De fato, iniciou na animação antes mesmo de criar Duckman, tendo desenvolvido o design da série animada “Os Caça-Fantasmas” de 1986. Posteriormente, ele também concebeu o visual dos personagens de “Os Novos Caça-Fantasmas”, da adaptação do filme “Jumanji” e de “Godzilla: A Série”. Seu último desenho foi outra obra original: “Andy e o Esquilo” (Squirrel Boy), que durou duas temporadas no Cartoon Network – de 2006 a 2008. Ele também trabalhou em design publicitários para empresas como Nike e Honda.

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    Tim Sale (1956–2022)

    17 de junho de 2022 /

    O famoso artista de quadrinhos Tim Sale, que influenciou os filmes mais recentes de Batman, morreu na quinta-feira (17/6) aos 66 anos. Na semana passada, o diretor criativo e editor da DC Comics, Jim Lee, anunciou que Sale não estava bem, escrevendo no Twitter sobre sua internação num hospital “com graves problemas de saúde”. Os principais trabalhos do desenhista foram realizados nos anos 1990 em parceria com o escritor Jeph Loeb (que virou produtor-roteirista de “Smallville”, “Lost”, “Heroes” e chefiou a extinta Marvel Television). A dupla criou quadrinhos de Batman, Superman e Mulher-Gato que marcaram época, como “Superman As Quatro Estações” (1998), “Batman: O Longo Dia das Bruxas” (1996-1997), “Batman: Vitória Sombria” (1999) e “Mulher Gato: Cidade Eterna” (2004). “Batman: O Longo Dia das Bruxas” é disparada sua publicação mais famosa. A trama foi mencionada por Christopher Nolan como influência em seus filmes do “Cavaleiro das Trevas” e está na base do mais recente “Batman”, de Matt Reeves – que traz “agradecimentos” ao artista em seus créditos. Os quadrinhos originais foram transformados em longa animado pela Warner Bros. Animation, lançado digitalmente em duas partes em 2021. A parceria de Sale e Loeb também se estendeu para a Marvel, onde lançaram uma coleção de títulos “Coloridos”: “Demolidor: Amarelo” (2001), “Hulk: Cinza” (2003), “Homem-Aranha: Azul” (2002) e “Capitão América: Branco” (2015). Em comunicado nas redes sociais, a DC declarou: “Tim Sale foi um artista incrível, cuja visão dos personagens icônicos tinha uma profundidade humana real, e seus designs de página inovadores mudaram a maneira como uma geração inteira pensa sobre a narrativa dos quadrinhos”. Tim Sale was an incredible artist, whose take on iconic characters had real human depth, and his groundbreaking page designs changed the way an entire generation thinks about comic book storytelling. Our condolences go to Tim’s family and friends. He will be deeply missed. pic.twitter.com/VgXxu7O0V4 — DC (@DCComics) June 16, 2022

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    Tyler Sanders (2004-2022)

    17 de junho de 2022 /

    O ator Tyler Sanders, que estrelou a série infantil “Uma Pitada de Magia: Cidade Misteriosa”, foi encontrado morto em sua casa na quinta (16/6) aos 18 anos. O empresário do jovem, Pedro Tapia, confirmou a notícia sem dar mais detalhes sobre o ocorrido, pois a morte está sendo investigada pela polícia de Los Angeles. Ele era considerado um talentoso ator mirim, que atuava desde os dez anos de idade, e no ano passado foi indicado ao Daytime Emmy, premiação voltada às atrações diurnas e infantis dos EUA, como Melhor Ator pelo papel de Leo na série da Amazon Prime Video. Sanders viveu o personagem pela primeira vez em 2019, num episódio da série original “Uma Pitada de Magia”, da Amazon. A aparição serviu para lançar um spin-off centrado nos meio-irmãos Leo (Sanders) e Zoe (Jolie Hoang-Rappaport) e seu vizinho Ish (Jenna Qureshi) em 2020. Na trama de “Cidade Misteriosa”, o personagem de Sanders torna-se o novo protetor de um livro de receitas mágicas. Antes disso, ele participou de episódios de “Fear the Walking Dead” (em 2017) e do drama policial “The Rookie” (em 2018). Sua última aparição na TV foi num episódio de “911: Lone Star”, exibido nos Estados Unidos em abril. O ator deixou pronta sua atuação no suspense “The Price We Pay”, que será lançado ainda neste ano.

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    Maria Lúcia Dahl (1941-2022)

    16 de junho de 2022 /

    A atriz Maria Lúcia Dahl, que marcou época no cinema brasileiro, morreu nesta quinta (16/6) no Rio de Janeiro, de causa não informada aos 80 anos. Ela sofria de Alzheimer e estava internada no Retiro dos Artistas desde o início de 2020. Carioca, filha de família tradicional, ela conheceu seu primeiro marido quando morava na Itália – o cineasta Gustavo Dahl, com quem compartilhava o amor pelo cinema. A educação nas melhores escolas também a levou a querer trabalhar com Cultura, abrindo caminho para que se transformasse numa das maiores musas do cinema nacional – e da contracultura brasileira. Ela estreou nas telas em “Bahia de Todos os Santos”, drama de 1960 dirigido por José Hipolito Trigueirinho Neto, mas só foi repetir a experiência cinco anos depois, no clássico “Menino de Engenho” (1965), de Walter Lima Jr. Depois disso, porém, emendou um filme atrás do outro, cruzando as fronteiras entre o Cinema Novo, o Cinema Marginal e o cinema comercial. Para ficar só nos anos 1960, a lista inclui o segundo longa de Cacá Diegues, “A Grande Cidade ou As Aventuras e Desventuras de Luzia e Seus 3 Amigos Chegados de Longe” (1966), o primeiro filme de Daniel Filho, “Pobre Príncipe Encantado” (1969), e os clássicos “Cara a Cara”, de Júlio Bressane, e “Macunaíma” (1969), de Joaquim Pedro de Andrade. Sem esquecer de “O Bravo Guerreiro” (1969), primeira e única vez em que foi dirigida pelo marido, Gustavo Dahl. Vivendo tudo o que tinha direito na era das grandes loucuras, experimentou um casamento aberto, que acabou em divórcio no fim dos anos 1960, quando se apaixonou pelo líder estudantil Marcos Medeiros. Junto do segundo marido, acabou se engajando no movimento contra a ditadura militar, sofreu ameaças e fugiu do país com a ajuda da irmã, hoje figurinista da Globo, Marilia Carneiro. Ela viveu exilada em Paris, onde teve a filha Joana, que criou sozinha. Por volta dessa época, a morte do pai fez a família perder a estabilidade financeira, o que a a trouxe de volta ao Brasil em meados nos anos 1970, buscando retomar a carreira na televisão. Passando a dividir a tela grande com a tela da Globo, participou de novelas como “O Espigão” (1974), “Gabriela” (1975), “Espelho Mágico” (1977) e “Dancin’ Days” (1978), a primeira produção das oito de Gilberto Braga, com quem depois desenvolveu uma parceria bem-sucedida em novo formato. Ao mesmo tempo, consolidou-se como símbolo sexual da era das pornochanchadas, emendando produções de títulos bastante sugestivos – de “Deixa, Amorzinho… Deixa” (1975) a “O Gosto do Pecado” (1980), com destaque para “A Árvore do Sexo” (1977) e “Mulher Objeto” (1981), ambos dirigidos por Silvio de Abreu (hoje mais conhecido por suas novelas). Na década passada, a revista TPM lembrou que ela foi a única mulher capaz de circular com a mesma desenvoltura entre o clubes privados da elite carioca e os estúdios da pornochanchada. Filmes mais tradicionais também não faltaram no período, como “Um Homem Célebre” (1974), de Miguel Faria Jr., e “Guerra Conjugal” (1975), de Joaquim Pedro de Andrade, além da parceria com Antônio Calmon, iniciada em 1977 com “Revólver de Brinquedo”. Os dois trabalharam juntos em cinco filmes consecutivos no curto espaço de dois anos – até “Eu Matei Lúcio Flávio” (1979). Mas por volta da consagração de “Eu Te Amo” (1981), de Arnaldo Jabor, o cinema nacional entrou em crise, levando-a fortalecer sua presença na TV. Ela fez principalmente novelas leves com tons de humor, como “Ti Ti Ti” (1985), “Cambalacho” (1986), “Bambolê” (1987), “Salsa e Merengue” (1996) e “Aquele Beijo” (2006). A exceção foi sua única novela das oito, “Torre de Babel” (1998), numa participação especial para o velho parceiro Silvio de Abreu. A atriz também integrou o elenco das minisséries mais famosas de Gilberto Braga: “Anos Dourados” (1986), “O Primo Basílio” (1988) e “Anos Rebeldes” (1992). A partir da retomada do cinema brasileiro em meados dos anos 1990, Maria Lúcia retomou sua primeira paixão, aumentando sua filmografia com “Veja Esta Canção” (1994), de Cacá Diegues, “Quem Matou Pixote?” (1995), de José Joffily, e outros, até “O Gerente” (2011), do veterano Paulo César Saraceni. Na fase final de sua carreira, ainda demonstrou novos talentos, assinando o roteiro de “Vendo ou Alugo” (2013), comédia dirigida por Betse de Paula, que lhe rendeu o prêmio de melhor roteirista no Festival Cine-PE. Por sinal, ela também escreveu cinco livros e manteve uma coluna no antigo Jornal do Brasil por 20 anos. Sua última aparição nas telas foi no documentário “Marcos Medeiros Codinome Vampiro” (2018) sobre seu segundo marido. Marcos Medeiros foi preso, torturado e exilado na Europa, onde iniciou uma carreira como curtametragista de vanguarda (e roteirista do clássico documentário de Glauber Rocha “História do Brasil”), antes de falecer em 1997, após uma longa internação no Pinel. Maria Lúcia Dahl teve com ele sua única filha, Joana Medeiros, também atriz. E foi com ela que fez um dos ensaios nus mais famosos da Playboy brasileira, em 1985. Detalhe: Joana tinha apenas 14 anos.

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  • Filme

    Philip Baker Hall (1931–2022)

    13 de junho de 2022 /

    O ator Philip Baker Hall, que se destacou em três filmes do diretor Paul Thomas Anderson, morreu no domingo à noite (12/6) em sua casa em Glendale, na Califórnia, aos 90 anos de idade. Com uma longa carreira cinematográfica, iniciada em 1970 como figurante em “Zabriskie Point” (o filme americano de Michelangelo Antonioni), ele também fez mais de 100 aparições em séries, além de inúmeras peças de teatro. Graças à expressão marcada por bolsas profundas sob os olhos, Hall sempre pareceu mais velho, mesmo antes de ter a idade equivalente, o que fez sua carreira ser marcada por papéis de autoridades, como juízes, padres, médicos, generais, diretores da CIA e até um presidente dos EUA. Hall interpretou Richard Nixon na aclamada peça “A Honra Secreta” e reprisou o papel do presidente desonrado no cinema em 1984, na adaptação do diretor Robert Altman. Dirigido por muitos cineastas renomados, ele teve sua parceria mais significativa com Paul Thomas Anderson, que conheceu quando este ainda era assistente de produção no canal público PBS. Os dois costumavam compartilhar cafés após o expediente e esta experiência resultou no curta “Cigarettes & Coffee” em 1993. Depois disso, Hall estrelou os três primeiros longas de Anderson: “Jogada de Risco” (1996), “Boogie Nights” (1997) e “Magnolia” (1999), todos aclamados pela crítica. O sucesso, entretanto, também serviu para interromper a parceria, pois Hall se tornou bastante requisitado em Hollywood, lotando a agenda de trabalhos. Só em 1998 foram 10 filmes, seguidos por mais 7 em 1999. Sua filmografia explodiu com blockbusters e obras premiadas como “O Show de Truman” (1998), de Peter Weir, “A Hora do Rush” (1998), de Brett Ratner, “O Informante” (1999) de Michael Mann, “O Talentoso Ripley” (1999), de Anthony Minghela, “Regras do Jogo” (2000), de William Friedkin, “A Soma de Todos os Medos” (2002), de Phil Alden Robinson, “Todo Poderoso” (2003), de Tom Shadyac, “Dogville” (2003), de Lars Von Trier, e até dois filmes sobre um dos mais famosos serial killers dos anos 1960 – “O Zodíaco” (2005) e “Zodíaco” (2007), este dirigido por David Fincher. Hall também teve presença constante na TV desde os anos 1970, participando principalmente de episódios de comédias clássicas (“Good Times”, “M*A*S*H”, “Cheers”), dramas (“The Waltons”, “Chicago Hope”, “The West Wing”) e séries policiais (“Matlock”, “Miami Vice”, “Cagney & Lacey”, “Carro Comando”, “LA Law”, “Assassinato por Escrito”). Mas nenhuma dessas aparições se comparou à repercussão de sua participação em “Seinfeld”. Hall roubou as cenas num episódio célebre de 1991, como um investigador de biblioteca chamado Joe Bookman, que persegue Jerry Seinfeld obstinadamente em busca de um livro que o comediante pegou emprestado há 20 anos. A participação chamou tanta atenção que Hall foi convidado a repeti-la no capítulo final de “Seinfeld”, exibido em 1998. Além disso, o criador da série, Larry David, o convocou a viver seu médico em dois dos episódios mais hilários de “Curb Your Enthusiam” (em 2004 e 2009). Durante sua trajetória televisiva, o ator teve poucos papéis fixos ou recorrentes. Entre os recontes estão o personagem Ed Meyers em “Falcon Crest” (entre 1989 e 1990), um juíz em “O Desafio” (em 1997), um médico em “Everwood” (entre 2003 e 2004) e um vizinho rabugento de “Modern Family” (entre 2011 e 2012). Já os fixos foram em séries que não passaram da 2ª temporada, com destaque para a comédia “The Loop” (2006–2007) e a recente drama “Messiah” (2020), da Netflix, seu último trabalho nas telas. Ele não deixou obras incompletas. Seus cinco filmes finais foram “Os Pinguins do Papai” (2011), com Jim Carrey, “50%” (2011), com Joseph Gordon-Levitt e Seth Rogen, “Argo” (2012), de Ben Affleck, “Palavrões” (2013), estreia do ator Jason Bateman na direção, e “A Última Palavra” (2017), de Mark Pellington, em que contracenou com uma das atrizes que idolatrava na juventude, Shirley MacLaine.

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  • Etc

    Julee Cruise (1956–2022)

    10 de junho de 2022 /

    A cantora Julee Cruise, que ficou conhecida por seu trabalho na série “Twin Peaks”, morreu aos 65 anos. Seu marido, Edward Grinnan, confirmou a morte em uma homenagem nas redes sociais, sem dar detalhes ou a data exata do falecimento. “Ela deixou este reino em seus próprios termos. Sem arrependimentos. Ela está em paz… Eu toquei para ela [a música do B-52s] ‘Roam’ durante sua transição. Agora ela vai vagar para sempre. Descanse em paz, meu amor”, escreveu Grinnan. Em 2018, a cantora anunciou nas redes sociais que estava lutando contra o lúpus sistêmico, que a deixava com dores crônicas. “Mal consigo andar. E agora é difícil ficar de pé. Minha coluna está desmoronando e apertando os nervos. Não tomo opiáceos, mas a dor é tão forte que choro e brigo com as pessoas. Eu tive um tempo glorioso, mas devo sair daqui. Alguém sábio me disse que eu deveria ir, e assim sendo um recluso, é lei e tédio para mim. Muito obrigado por tudo… Essa é minha última reverência”, escreveu. O trabalho mais conhecido de Cruise é a música “Falling”, cuja versão instrumental, composta pelo compositor Angelo Badalamenti, foi o tema principal de “Twin Peaks”, criação do cineasta David Lynch que marcou época na TV americana. Mas Cruise não foi apenas ouvida na série. Ela chegou a aparecer em alguns capítulos, inclusive no piloto, cantando “Falling” e outras canções com uma banda no melhor estilo lounge. Sua ligação com a franquia se estendeu também a novas aparições no filme de 1992, “Twin Peaks: Os Últimos Dias de Laura Palmer”, e no revival da série em 2017. A longa associação de Cruise com Lynch e o maestro Badalamenti começou em 1986, quando o cineasta procurava uma música para acompanhar uma cena de seu filme clássico “Veludo Azul”. Badalamenti lembrou-se de Cruise de uma oficina de teatro em Nova York, em que ele havia trabalhado, e sugeriu a música que eles criaram, “Mysteries of Love”. Esta canção e “Falling” ajudaram o disco de estreia de Cruise, o etéreo “Floating Into the Night” (lançado em 1989), a se tornar cultuadíssimo. Ela também gravou um cover de Elvis Presley (produzido por Lynch e Badalamenti) para o filme “Até o Fim do Mundo” (1991), de Wim Wenders. E colaborou com uma música inédita para um episódio temático série de comédia “Psych”, que fez uma das melhores homenagens de todos os tempos a “Twin Peaks”, marcando os 20 anos da atração clássica em 2010. Apesar do impacto que causou nos anos 1990, Julee Cruise só lançou quatro álbuns em toda a carreira – o último em 2011. E teria se divertido mais cantando com a banda B-52s, de 1992 a 1999, que em toda a trajetória solo. Segundo seu marido, a fase em que substituiu Cindy Wilson na banda new wave foi o “momento mais feliz de sua vida de artista”. “Ela foi eternamente grata a eles”, contou Grinnan. “Quando ela assumiu o microfone ao lado Fred [Schneider] e Kate [Pierson], ela disse que era como se juntar aos Beatles. Ela nunca esqueceu as viagens que fizeram juntos ao redor do mundo”.

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    Neila Tavares (1948–2022)

    5 de junho de 2022 /

    A atriz e apresentadora Neila Tavares morreu no sábado (4/6), na cidade de Rio das Ostras, no Rio de Janeiro, aos 73 anos. Ela havia sido diagnosticada com enfisema pulmonar em novembro passado e passou mal na última segunda-feira, quando foi internada num hospital local. Neila morava em Lumiar, também no estado do Rio, há mais de 20 anos, onde comandava o teatro Pé na Tábua. Estava em Rio das Ostras para fazer exames e visitar a filha, moradora da cidade. Carioca nascida em Niterói, ela começou a carreira de atriz no Teatro Opinião em 1968. Fez diversas peças, entre elas a icônica “Anti-Nelson Rodrigues”, escrita pelo dramaturgo em 1974 após um pedido da própria Neila, que queria atuar numa obra inédita do autor. Dos palcos, foi para o cinema, onde participou de diversas obras famosas, como “Memória de Helena” (1969), estreia do diretor David Neves, “Marcelo Zona Sul” (1970), de Xavier de Oliveira, “Bonga, O Vagabundo” (1971), escrito e estrelado por Renato Aragão, e “Ali Babá e os Quarenta Ladrões” (1972), embrião de “Os Trapalhões”, sem esquecer os clássicos “Vai Trabalhar Vagabundo” (1973), de Hugo Carvana, e “A Estrela Sobe” (1974), de Bruno Barreto. Também atuou em várias pornochanchadas dos anos 1970, simultaneamente ao começo de sua carreira televisiva. Ela se destacou em algumas das novelas mais famosas da década na Globo, como “Gabriela” (1975), “Anjo Mau” (1976) e “O Casarão” (1977). Sua última aparição na Globo foi na série “As Brasileiras”, em 2012. Já a despedida dos cinemas aconteceu com a produção infantil “A Família Dionti”, de Alan Minas, em 2015. Sua carreira ainda incluiu apresentação de programas na extinta TV Manchete e na TVE. Ela também escreveu livros e trabalhou como jornalista – na Folha de São Paulo e nas revistas Ele e Ela e Pais e Filhos.

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