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    Michael B. Jordan fecha contrato com Amazon para filmes e séries

    8 de fevereiro de 2021 /

    O ator Michael B. Jordan (“Creed”, “Pantera Negra”) anunciou ter fechado uma parceria com o Amazon Studios para estrelar e produzir novos filmes, séries e conteúdo multimídia. O acordo foi resultado de conversas iniciais para distribuir o filme “Sem Remorso”, que a Paramount desistiu de lançar nos cinemas. A Amazon não só se dispôs a pagar a produção e servir de plataforma para o longa de ação como também pediu prioridade em qualquer projeto futuro do astro. Pelo contrato firmado, o serviço de streaming será o lar dos novos conteúdos desenvolvidos pela produtora de Jordan, Outlier Society, que há menos de um mês contratou a ex-presidente de produção da Paramount, Elizabeth Raposo, para comandar seus negócios. “Trazer o conteúdo de filme, televisão e multimídia da Outlier Society para baixo do mesmo teto é o próximo capítulo empolgante para nós. O alcance global e expansivo da Amazon nos oferece a capacidade de entreter e envolver nosso público de maneiras inovadoras, ao mesmo tempo mantendo nosso compromisso em apoiar uma ampla gama de histórias e contadores de histórias. Estou muito feliz por dar o pontapé inicial na parceria com o lançamento de ‘Sem Remorso'”, disse Jordan, em comunicado. “Sem Remorso” deveria ter sido lançado em outubro passado nos cinemas, mas, devido à pandemia, acabou saindo do calendário de estreias da Paramount. No filme, Jordan interpreta o espião da CIA John Clark, personagem de livros do autor Tom Clancy, o criador de Jack Ryan. E o acordo com a Amazon acaba integrando o longa ao universo original de Clancy na plataforma. Vale lembrar que Clark surgiu como coadjuvante das aventuras de Jack Ryan, antes de passar a protagonizar seus próprios livros. Por conta desse começo, inclusive, ele já tinha aparecido no cinema: foi interpretado por Willem Dafoe e Liev Schreiber em dois filmes de Ryan, respectivamente “Perigo Real e Imediato” (1994) e “A Soma de Todos os Medos” (2002). “Sem Remorso” é baseado no livro homônimo, publicado em 1993, que conta como o ex-Navy SEAL John Kelly mudou de identidade e se tornou tão letal, ao iniciar uma vingança brutal após sua namorada ser morta por um traficante de drogas nos Estados Unidos. A produção foi escrita por Taylor Sheridan (criador de “Yellowstone”) e dirigida por Stefano Sollima (“Suburra”). Os dois já tinham trabalhado juntos em “Sicario 2: Dia do Soldado”. Além de Jordan, o elenco inclui Jamie Bell (“Quarteto Fantástico”), Cam Gigandet (“Sete Homens e um Destino”), Jodie Turner-Smith (“The Last Ship”), Brett Gelman (“Stranger Things”), Luke Mitchell (“Agents of SHIELD”), Colman Domingo (“Fear the Walking Dead”) e Jack Kesy (“The Strain”). A estreia já foi marcada na Amazon para 30 de abril. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Michael B. Jordan (@michaelbjordan)

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    Comerciais do Super Bowl: Michael B. Jordan vira Alexa e Timothée Chalamet filho de Edward, Mãos de Tesoura

    8 de fevereiro de 2021 /

    Com pouco investimento de estúdios de cinema, devido à crise do setor na pandemia de coronavírus, o intervalo do Super Bowl 2021 acabou dando destaque para os astros de Hollywood em anúncios de produtos diversos. Teve desde Michael B. Jordan (“Pantera Negra”) como uma versão “mais bonita” da assistente pessoal Alexa até Timothée Chalamet (“Me Chame pelo Seu Nome”) como filho de Edward, Mãos de Tesoura, ao lado de Winona Ryder (do filme original). A lista de destaques também inclui um revival de “Quanto Mais Idiota Melhor”, que já tinha sido adiantado ao longo da semana, o primeiro comercial da carreira do cantor Bruce Springsteen (sóbrio e político, enquanto vende carro), Matthew McConaughey (“Clube de Compra Dallas”) mais chato que o costume, John Travolta dançando com a filha, um comercial da cervejaria Anheuser-Busch assinado pelo diretor David Fincher (“Mank”), entre muitos outros vídeos criativos, que contaram com talentos cinematográficos. Confira abaixo os 20 melhores anúncios com celebridades feitos para exibição no espaço publicitário mais nobre e caro da TV dos EUA, onde até os comerciais são atrações.

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    Michael B. Jordan vai dirigir Creed 3

    29 de dezembro de 2020 /

    A atriz Tessa Thompson contou que Michael B. Jordan, seu colega no elenco de “Creed”, vai dirigir o terceiro filme da franquia. “Ele vai dirigir o próximo ‘Creed’, sim”, afirmou a estrela de “Thor: Ragnarok”, em entrevista à MTV News, abordando um rumor que chegou a ser especulado pelo site Deadline. O primeiro “Creed” foi dirigido por Ryan Coogler (“Pantera Negra”) e “Creed 2” por Steven Caple Jr. (“Grown-ish”). Thompson e Jordan estão confirmados em “Creed 3”, mas Sylvester Stallone ainda não confirmou se continuará atuando na franquia, que é um spin-off de “Rocky”. O filme também não tem previsão de início para as filmagens. “Não vamos fazer isso até mais tarde no ano [que vem]”, revelou a atriz.

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    Michael B. Jordan é eleito “homem mais sexy do mundo”

    18 de novembro de 2020 /

    Michael B. Jordan, astro de “Creed” e “Pantera Negra”, foi eleito o “homem mais sexy do mundo” pela revista People. O ator de 33 anos é a capa da edição da votação anual da revista, que chegará às bancas dos EUA com data de capa de 30 novembro. Ele é o terceiro ator negro consecutivo a receber o título honorário, após o cantor John Legend e o ator britânico Idris Elba serem eleitos em 2018 e 2019. Na entrevista que acompanha a homenagem, Jordan disse que a honraria é “uma sensação legal”. “É um bom clube do qual se fazer parte”, comentou, acrescentando que as mulheres de sua família estão orgulhosas. “Quando minha avó era viva, [a revista] era algo que ela colecionava, e então minha mãe naturalmente lia muito e minhas tias também. Esta é uma (edição) que elas definitivamente guardarão em um lugar especial”, acrescentou. A revista também inclui um perfil da carreira de Jordan, que começou sua carreira como ator infantil em programas de TV como “All My Children” e progrediu constantemente em Hollywood até chamar atenção com uma atuação extraordinária no drama de justiça social “Fruitvale Station: A Última Parada”, de 2013. Aquele filme venceu o Festival de Sundance e também projetou a carreira de seu diretor-roteirista, o então estreante Ryan Coogler, que depois voltou a dirigir Jordan em “Creed: Nascido para Lutar” (2015) e “Pantera Negra” (2018). O ator também se destacou em “Luta por Justiça” (2019) e tem defendido maior diversidade em Hollywood. Sua produtora foi a primeira a adotar publicamente normas de inclusão, que estipulam que filmes devem empregar elenco e equipe diversificados. No início deste ano, no auge dos protestos do Black Lives Matter contra a injustiça racial, Jordan juntou-se à organização sem fins lucrativos Color of Change e lançou uma iniciativa que apresenta formas concretas a partir das quais Hollywood poderia investir em histórias negras e conteúdo antirracista. Em outras palavras, ele não é só “um corpinho sexy”.

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    Paramount suspende estreia de thriller de ação estrelado por Michael B. Jordan

    17 de novembro de 2020 /

    A Paramount tirou o filme de ação “Sem Remorso”, estrelado por Michael B. Jordan (“Pantera Negra”), de seu cronograma de estreias. O longa deveria ter sido lançado em outubro, mas, devido à pandemia, teve seu lançamento adiado para 26 de fevereiro de 2021. Agora, segundo apurou o Hollywood Reporter, deve sair direto em streaming, porque a Paramount estaria negociando com a Amazon a disponibilização exclusiva do filme na plataforma Prime Video. O acordo preferencial com a Amazon levaria em conta a parceria já existente em torno da série “Jack Ryan” e o fato de “Sem Remorso” compartilhar o mesmo universo daquela produção. Na trama, Jordan interpreta o espião da CIA John Clark, personagem de livros do autor Tom Clancy, o criador de Jack Ryan. O filme será o primeiro a abordar a origem do personagem, que surgiu como coadjuvante das aventuras de Jack Ryan, antes de passar a protagonizar suas próprias histórias. Por conta desse começo, inclusive, ele já tinha aparecido no cinema: foi interpretado por Willem Dafoe e Liev Schreiber em dois filmes de Ryan, respectivamente “Perigo Real e Imediato” (1994) e “A Soma de Todos os Medos” (2002). “Sem Remorso” é baseado no livro homônimo, publicado em 1993, que conta como o ex-Navy SEAL John Kelly mudou de identidade e se tornou tão letal, ao iniciar uma vingança brutal após sua namorada ser morta por um traficante de drogas nos Estados Unidos. A produção foi escrita por Taylor Sheridan e dirigida por Stefano Sollima, que antes trabalharam juntos em “Sicario 2: Dia do Soldado”. O elenco ainda inclui Jamie Bell (“Quarteto Fantástico”), Cam Gigandet (“Sete Homens e um Destino”), Jodie Turner-Smith (“The Last Ship”), Brett Gelman (“Stranger Things”), Luke Mitchell (“Agents of SHIELD”), Colman Domingo (“Fear the Walking Dead”) e Jack Kesy (“The Strain”).

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    Michael B. Jordan vai produzir filme do herói Super Choque

    16 de outubro de 2020 /

    O astro Michael B. Jordan, que viveu o vilão Erik Killmonger em “Pantera Negra”, está trocando a Marvel pela DC Comics. Ele vai produzir o filme do herói Super Choque (Static Shock) para a Warner Bros. Jordan embarca no filme com sua produtora, Outlier Society, e se junta na produção ao cineasta Reginald Hudlin (“Marshall: Igualdade e Justiça”), que revelou o projeto durante o evento DC FanDome em agosto. “Tenho orgulho de fazer parte da construção de um novo universo centrado em super-heróis negros; nossa comunidade merece isso”, disse Jordan em uma declaração à imprensa. “A Outlier Society está comprometida em dar vida a diversos conteúdos de quadrinhos em todas as plataformas e estamos entusiasmados com a parceria com Reggie e a Warner Bros nesta etapa inicial.” Para Jordan, que é fã assumido de quadrinhos, esta é uma oportunidade de estar diretamente envolvido na construção de uma franquia. Se o primeiro filme fizer sucesso, vários outros projetos derivados devem ser produzidos. Nos quadrinhos, Virgil Hawkins foi exposto a um gás mutagênico que varreu a cidade de Dakota e lhe deu superpoderes. Como o nome sugere, ele ganha a capacidade de controlar o eletromagnetismo. O personagem apareceu pela primeira vez em 1993 publicado pela Milestone Comics, uma empresa fundada por escritores e artistas negros, com apoio da DC, para criar quadrinhos mais inclusivos. Mas a iniciativa não teve longa duração. Mesmo assim, Super Choque foi revivido em 2000 numa série animada da Warner, que durou quatro temporadas e se notabilizou por ser uma rara produção para crianças estrelada por um super-herói negro. A atração fez tanto sucesso que o personagem acabou incorporado ao universo oficial da DC Comics em 2008. O filme também faz parte de uma estratégia de relançando da Milestone, com maior controle da DC e com Hudlin à frente das publicações. Ele está escrevendo uma nova revista em quadrinhos digitais do Super Choque, que começará a ser publicada em fevereiro de 2021, além de uma graphic novel do personagem desenhada pelo cultuado ilustrador Kyle Baker. A programação da nova Milestone também pretende reviver super-heróis como Ícone (Icon) e Foguete (Rocket) com ajudada do fundador da editora original, o artista Denys Cowan.

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    Michael B. Jordan faz homenagem emocionada ao “irmão mais velho” Chadwick Boseman

    31 de agosto de 2020 /

    O ator Michael B. Jordan se pronunciou pela primeira vez nesta segunda (31/8) a noite sobre a morte do colega Chadwick Boseman, falecido na sexta (28/8) em decorrência de câncer. Em uma emocionada publicação, o ator explicou que não estava conseguindo encontrar uma maneira para se despedir daquele a quem considerava seu “irmão mais velho”. “Eu estava tentando encontrar as palavras, mas nada chega perto de como eu me sinto. Eu estive refletindo sobre cada momento, cada conversa, cada risada, cada discordância, cada abraço… sobre tudo”, iniciou o ator. “Eu queria que nós tivéssemos mais tempo. Uma das últimas vezes que nós conversamos, você disse que estávamos para sempre ligados, e agora a verdade disso significa mais para mim do que nunca. Desde o início da minha carreira, começando com ‘All My Children’, quando eu tinha 16 anos, você abriu o caminho para mim. Você me ensinou a ser melhor, honrar o propósito e criar um legado. E quer você saiba disso ou não… Tenho observado, aprendido e sendo constantemente motivado por sua grandeza ” “Tudo o que você deu ao mundo; as lendas e heróis que você nos mostrou que somos viverão para sempre. Mas o que mais dói é que agora entendo o quanto você é uma lenda e herói. Em meio a tudo isso, você nunca perdeu de vista o que mais amava. Você se importava com sua família, seus amigos, sua arte, seu espírito. Você se preocupou com as crianças, a comunidade, nossa cultura e humanidade. Você se importava comigo. Você é meu irmão mais velho, mas nunca tive a chance de lhe contar ou de lhe dar flores enquanto você estava aqui.” “Eu queria que tivéssemos mais tempo. Estou mais ciente agora do que nunca de que o tempo é curto com pessoas que amamos e admiramos. Vou sentir falta da sua honestidade, generosidade, senso de humor e dons incríveis. Vou sentir falta do presente que era compartilhar o espaço com você nas cenas. Estou dedicando o resto dos meus dias para viver como você viveu. Com graça, coragem e sem arrependimentos. ‘Este é o seu rei!?’ Sim. Ele é! Descanse no poder, irmão”, finalizou. Michael B. Jordan contracenou com Chadiwck Boseman desde o começo da carreira, na novela “All My Children”, antes dos dois se tornarem astros de Hollywood, e mais famosamente em “Pantera Negra”, no auge da popularidade de ambos. Ver essa foto no Instagram I’ve been trying to find the words, but nothing comes close to how I feel. I’ve been reflecting on every moment, every conversation, every laugh, every disagreement, every hug…everything. I wish we had more time. One of the last times we spoke, you said we were forever linked , and now the truth of that means more to me than ever. Since nearly the beginning of my career, starting with All My Children when I was 16 years old you paved the way for me. You showed me how to be better, honor purpose, and create legacy. And whether you’ve known it or not…I’ve been watching, learning and constantly motivated by your greatness. I wish we had more time. Everything you’ve given the world … the legends and heroes that you’ve shown us we are … will live on forever. But the thing that hurts the most is that I now understand how much of a legend and hero YOU are. Through it all, you never lost sight of what you loved most. You cared about your family , your friends, your craft, your spirit. You cared about the kids, the community, our culture and humanity. You cared about me. You are my big brother, but I never fully got a chance to tell you, or to truly give you your flowers while you were here. I wish we had more time. I'm more aware now than ever that time is short with people we love and admire. I’m gonna miss your honesty, your generosity, your sense of humor, and incredible gifts. I’ll miss the gift of sharing space with you in scenes. I’m dedicating the rest of my days to live the way you did. With grace, courage, and no regrets. “Is this your king!?” Yes . he . is! Rest In Power Brother. Uma publicação compartilhada por Michael B. Jordan (@michaelbjordan) em 31 de Ago, 2020 às 4:47 PDT

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    Globo exibe Pantera Negra em homenagem a Chadwick Boseman

    31 de agosto de 2020 /

    A Rede Globo vai exibir o filme “Pantera Negra” nesta segunda-feira (31/8) em sua faixa Tela Quente para homenagear o ator e protagonista do longa, Chadwick Boseman, que morreu na sexta-feira (28/8), aos 43 anos, vítima de um câncer de cólon. A morte do ator surpreendeu o mundo, porque ele não revelou em nenhum momento que sofria de um câncer grave, e continuou trabalhando enquanto se tratava da doença. Visto ainda em forma em seu último lançamento, “Destacamento Blood”, de Spike Lee (lançado em junho na Netflix), Boseman foi diagnosticado com o estágio 3 do câncer em 2016. De lá pra cá, rodou diversos filmes de sucesso, entre eles “Pantera Negra”. Boseman virou o super-herói da Marvel em “Capitão América: Guerra Civil” (2017), aparecendo pela primeira vez como T’Challa, príncipe de Wakanda, que se tornava rei e o lendário herói Pantera Negra. Mas foi só o aperitivo (num contrato para cinco produções), servindo de teaser para o filme solo do herói, “Pantera Negra”. Mais que um blockbuster de enorme sucesso mundial, com bilheteria de US$ 1,3 bilhão, “Pantera Negra” representou um fenômeno cultural, criando o bordão “Wakanda Forever”, com tudo o que ele representa. Não só um país extremamente avançado, Wakanda foi encarado como uma ideia, afrofuturismo como o cinema jamais tinha ousado apresentar, que subvertia gerações de colonialismo cinematográfico e a representação da África como um continente miserável. A África apresentada em “Pantera Negra” era um lugar de dar orgulho por sua inovação e progresso. Como T’Challa, Boseman reinou sobre essa visão, que empoderava não apenas homens negros, mas também mulheres negras, apresentadas como guerreiras imbatíveis e cientistas inigualáveis. O diretor Ryan Coogler pretendia continuar a explorar esse mundo numa continuação, anunciada para 2022, mas o ator vai ficar devendo o filme. Ele realizou quatro dos longas de seu contrato, aparecendo ainda na dobradinha “Vingadores: Guerra Infinita” e “Vingadores: Ultimato”, maior bilheteria do cinema em todos os tempos. Além de Chadwick Boseman, o elenco de “Pantera Negra” inclui Letitia Wright (série “Humans”) como sua irmã Shuri, Angela Bassett (“Invasão a Londres”) como sua madrasta Ramonda, Forest Whitaker (“Busca Implacável 3”) como seu mentor e guia espiritual Zuri, Daniel Kaluuya (“Corra!”) como seu melhor amigo W’Kabi, Danai Gurira (série “The Walking Dead”) como a guerreira Okoye, Lupita Nyong’o (“12 Anos de Escravidão”) como outra guerreira, Nakia, Martin Freeman, reprisando seu papel de “Capitão América: Guerra Civil” (2016), como o oficial da ONU Everett K. Ross, além dos antagonistas Erik Killmonger, vivido por Michel B. Jordan (“Creed”), M’Baku, interpretado por Winston Duke (série “Pessoa de Interesse”), e Ulysses Klaue, que Andy Serkis também já tinha interpretado em “Capitão América: Guerra Civil”. Confira o trailer legendado abaixo.

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    Mais de 300 artistas assinam manifesto para Hollywood abandonar visão policial das pessoas negras

    24 de junho de 2020 /

    Mais de 300 artistas, executivos e ativistas negros assinaram uma carta aberta aos grandes estúdios de Hollywood pedindo que eles quebrem parcerias de longa data com departamentos de polícia pelos EUA, abandonem a visão policial preconceituosa sobre as pessoas negras no cinema e invistam dinheiro em conteúdos antirracistas. Publicada no site da revista Variety, a carta é uma reação aos protestos que se seguiram ao assassinato de George Floyd por policiais brancos, que deram maior visibilidade ao já antigo movimento Black Lives Matter (Vidas Negras Importam) contra o racismo estrutural – manifestado especialmente na violência da polícia americana contra negros. O manifesto pede à indústria do entretenimento que se afaste da polícia, mude a perspectiva das histórias brancas sobre a aplicação da lei e valorize talentos, histórias, carreiras e salários negros. Também chama atenção da indústria do entretenimento por seu encorajamento à “epidemia de violência policial e cultura de anti-negritude”, através de inúmeros filmes e séries com foco na perspectiva da polícia. “A maneira como Hollywood e a grande mídia contribuíram para a criminalização do povo negro, a deturpação do sistema legal e a glorificação da corrupção e violência policial tiveram consequências terríveis na vida dos negros”, diz o documento. O ator Kendrick Sampson (de “Insecure”), que foi ferido por policiais em uma manifestação recente, e a atriz Tessa Thompson (“Thor: Ragnarok”) ajudaram o movimento Black Lives Matter a elaborar o texto, que foi assinado pela maioria dos astros do filme “Pantera Negra”, como Michael B. Jordan, Chadwick Boseman, Angela Bassett e Danai Gurira, além de Octavia Spencer (“A Forma da Água”), Viola Davis (“How to Get Away with Murder”), Anthony Mackie (“Vingadores: Ultimato”), Cynthia Erivo (“Harriet”), Issa Rae (“Insecure”), Billy Porter (“Pose”), Idris Elba (“A Torre Negra”), David Oyelowo (“Selma”), Sterling K. Brown (“This Is Us”) e Janelle Monáe (“Estrelas Além do Tempo”).

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    Michael B. Jordan pede maior pressão para empresas contratarem profissionais negros

    7 de junho de 2020 /

    O ator Michael B. Jordan discursou num protesto antirracista no sábado (6/6), em meio aos prédios das agências de talentos de Los Angeles, em que usou exemplos de sua carreira para apontar os próximos passos do movimento, destacando a pressão para que as empresas, incluindo os estúdios de Hollywood, invistam mais em profissionais e até executivos negros. Ao destacar os papéis que o fizerem refletir sobre injustiça e desigualdade racial, ele começou com o personagem que o projetou, Oscar Grant, em “Fruitvale Station: A Última Parada” (2013). “Oscar Grant foi morto pela polícia numa estação de trem em Oakland”, disse Jordan, lembrando que a história realmente aconteceu. O papel lhe deu a “oportunidade de sentir a dor de sua família, sua filha e sua mãe”, continuou o ator. “Eu vivi com isso por muito tempo e isso me pesa”. Ao citar a adaptação do clássico sci-fi “Fahrenheit 451” (2018), de Ray Bradbury, ele disse: “A produção desse filme me fez realmente perceber tudo que o governo e os opressores farão para manter o conhecimento fora de suas mãos”. Ele ainda citou o papel de Eric Killmonger em “Pantera Negra” e principalmente teve a “honra” de interpretar Bryan Stevenson em “Luta por Justiça”. “E ao vivê-lo, aprendi suas táticas. Aprendi sua mentalidade. Aprendi sua abordagem das coisas. Muito calmo. Muito estratégico. Muito atencioso. Você deve estar próximo das questões”. Foi nesse ponto em que demonstrou o caminho a seguir. “O que estamos fazendo hoje fará com que nossos valores sejam ouvidos e nossas vozes sejam ouvidas. Temos que continuar agitando as coisas. Não podemos ser complacentes. Não podemos deixar esse momento passar por nós, temos que continuar a colocar o pé no pescoço deles”, disse sobre o movimento antirracista, relembrando a morte de George Floyd por asfixia, sob o pé de um policial branco, que gerou comoção mundial. Veja a íntegra do discurso abaixo.

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    Diretor revela que a Fox impediu Mulher-Invisível negra em Quarteto Fantástico

    6 de junho de 2020 /

    A malfadada versão de 2015 de “Quarteto Fantástico” tornou-se o maior fracasso e a pior das adaptações dos quadrinhos da Marvel, com apenas 9% de aprovação no Rotten Tomatoes, mas o poço parece não ter fundo. O diretor Josh Trank continua a pilha de entulho em torno da produção, ao revelar, em nova entrevista, que a Fox impediu seus planos originais em relação à Mulher-Invisível. Trank queria que os irmãos Storm fossem negros. Mas após escalar Michael B. Jordan para o papel de Johnny Storm/Tocha Humana, ele não foi autorizado a contratar uma atriz negra para o papel de Susan “Sue” Storm. Segundo Trank, ele enfrentou uma “pressão pesada” para escalar uma atriz branca, apesar do pai da personagem, Franklin Storm, ser interpretado por Reg E. Cathey (falecido em 2018). O diretor acabou contratando Kate Mara e transformando Sue em filha adotiva. “Olhando para trás, eu deveria ter deixado [a produção] quando percebi [que não poderia escalar dois protagonistas negros] e sinto vergonha disso, de não ter ido embora por princípio”, afirmou Trank ao site Geeks of Color. “Esses não são os valores nos quais acredito. Não eram nem os valores da época nem os meus. Me sinto mal por não ter levado isso até as últimas consequências. Sinto que falhei neste sentido”. O filme, porém, foi bastante criticado por escalar Jordan como um Tocha Humana negro. E o estúdio já tinha sofrido ataques de fãs dos quadrinhos por sua encarnação anterior do grupo de heróis, em que a latina Jessica Alba viveu a Mulher-Invisível. Mas a escalação de elenco não foi a única etapa de “Quarteto Fantástico” que sofreu intervenção do estúdio. Em outra entrevista recente, desta vez ao site Polygon, Trank afirmou que as refilmagens realizadas por um testa-de-ferro (supostamente Simon Kinberg) representaram para ele “ser castrado” pelo estúdio. Elas foram feitas após as sessões de teste, que teriam reagido mal à abordagem mais sombria de Trank. Por conta disso, a Fox decidiu refilmar diversas partes do longa, praticamente meio filme, resultando num desastre muito maior que o de “Liga da Justiça”, da DC Comics. Lançado em 2015, “Quarteto Fantástico” custou, com todas as refilmagens, estimados US$ 160 milhões, mas arrecadou apenas US$ 167 milhões em todo o mundo.

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    Warner libera filme Luta por Justiça para o público aprender sobre racismo estrutural

    2 de junho de 2020 /

    A Warner resolveu disponibilizar de graça nos EUA a versão digital de “Luta por Justiça”, filme de 2019 que aborda o preconceito racial do sistema de justiça do país. O objetivo é oferecer uma fonte de referência sobre o racismo estrutural americano, que tem gerado situações como o assassinato de George Floyd e motivado os protestos antirracistas dos últimos dias. No longa, Michael B. Jordan (“Pantera Negra”) interpreta o advogado Bryan Stevenson que assume o caso de um homem negro (Jamie Foxx, de “O Espetacular Homem-Aranha 2”) condenado à morte por assassinato, apesar das evidências comprovarem sua inocência. Enquanto luta pela vida de seu cliente, ele enfrenta todo tipo de obstáculo racista e manobras legais do sistema para levar o inocente à morte, apenas por ser negro. A trama é baseada em fatos reais e tem direção do cineasta Destin Daniel Cretton (“O Castelo de Vidro”), que vai dirigir “Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings” para a Marvel. O anúncio da liberação de “Luta por Justiça” foi feito nesta terça (2/6), no Twitter oficial do filme. “Acreditamos no poder da história. Nosso filme ‘Luta por Justiça’, baseado no trabalho da vida do advogado de direitos civis Bryan Stevenson, é um recurso que podemos humildemente oferecer a quem estiver interessado em aprender mais sobre o racismo sistêmico que atormenta nossa sociedade. Durante o mês de junho, o filme estará disponível gratuitamente em plataformas digitais de VOD nos EUA”, diz o texto. “Para participar ativamente da mudança que nosso país está buscando tão desesperadamente, encorajamos vocês a aprender mais sobre o nosso passado e as inúmeras injustiças que nos levaram aonde estamos hoje. Obrigado aos artistas, equipe e advogados que ajudaram a fazer esse filme acontecer. Assista com sua família, amigos e aliados”, completa. Não há informação sobre a extensão dessa iniciativa a outros países. No Brasil, “Luta por Justiça” ainda está sendo oferecido para locação digital por R$ 14,90 nos sites de VOD. Veja abaixo o trailer legendado do filme.

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    Michael B. Jordan será Matusalém em filme de Danny Boyle

    15 de maio de 2020 /

    A Warner deu sinal verde para a produção de “Methuselah”, filme inspirado na história bíblica de Matusalém, que trará Michael B. Jordan (“Pantera Negra”) no papel principal. O estúdio contratou o diretor inglês Danny Boyle (“Quem Quer Ser um Milionário”), que vai trabalhar com seu roteirista favorito, Simon Beaufoy (também de “Quem Quer Ser um Milionário”) no projeto. Os planos da Warner são ambiciosos e visam o desenvolvimento de uma franquia. O projeto, por sinal, é bastante antigo e chegou a visar Tom Cruise como protagonista. Mas depois do sucesso de “Creed”, o estúdio definiu-se por Jordan e chegou a conversar com Jon Watts (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”). Com a chegada de Boyle, a produção ganhará nova abordagem. A ideia é acompanhar a história de um homem que milagrosamente conseguiu viver centenas de anos. O filme ainda não tem data de estreia definida.

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