Michael B. Jordan é eleito “homem mais sexy do mundo”

Michael B. Jordan, astro de “Creed” e “Pantera Negra”, foi eleito o “homem mais sexy do mundo” pela revista People. O ator de 33 anos é a capa da edição da votação […]

Divulgação/MGM

Michael B. Jordan, astro de “Creed” e “Pantera Negra”, foi eleito o “homem mais sexy do mundo” pela revista People. O ator de 33 anos é a capa da edição da votação anual da revista, que chegará às bancas dos EUA com data de capa de 30 novembro.

Ele é o terceiro ator negro consecutivo a receber o título honorário, após o cantor John Legend e o ator britânico Idris Elba serem eleitos em 2018 e 2019.

Na entrevista que acompanha a homenagem, Jordan disse que a honraria é “uma sensação legal”.

“É um bom clube do qual se fazer parte”, comentou, acrescentando que as mulheres de sua família estão orgulhosas.

“Quando minha avó era viva, [a revista] era algo que ela colecionava, e então minha mãe naturalmente lia muito e minhas tias também. Esta é uma (edição) que elas definitivamente guardarão em um lugar especial”, acrescentou.

A revista também inclui um perfil da carreira de Jordan, que começou sua carreira como ator infantil em programas de TV como “All My Children” e progrediu constantemente em Hollywood até chamar atenção com uma atuação extraordinária no drama de justiça social “Fruitvale Station: A Última Parada”, de 2013.

Aquele filme venceu o Festival de Sundance e também projetou a carreira de seu diretor-roteirista, o então estreante Ryan Coogler, que depois voltou a dirigir Jordan em “Creed: Nascido para Lutar” (2015) e “Pantera Negra” (2018).

O ator também se destacou em “Luta por Justiça” (2019) e tem defendido maior diversidade em Hollywood. Sua produtora foi a primeira a adotar publicamente normas de inclusão, que estipulam que filmes devem empregar elenco e equipe diversificados.

No início deste ano, no auge dos protestos do Black Lives Matter contra a injustiça racial, Jordan juntou-se à organização sem fins lucrativos Color of Change e lançou uma iniciativa que apresenta formas concretas a partir das quais Hollywood poderia investir em histórias negras e conteúdo antirracista.

Em outras palavras, ele não é só “um corpinho sexy”.