“Bridgerton” e “Elite” lideram audiência da Netflix
As novas temporadas temporada de “Bridgerton” e “Elite” lideram o ranking mundial das séries mais vistas do último fim de semana na Netflix. Com 115 milhões de horas exibidas, a 2ª temporada de “Bridgerton” foi a atração em inglês mais consumida da plataforma na semana passada e, 17 dias depois do lançamento, também apareceu no Top 10 das séries em inglês mais vistas em todos os tempos, estreando em 3º lugar nesta classificação. Ao todo, os novos episódios do romance de época já geraram 560 milhões de horas de streaming. Vale lembrar que a 1ª temporada desta mesma série lidera a lista, com 629 milhões de horas visualizadas em 28 dias (a Netflix trava a contagem nesta data e para de contabilizar a audiência posterior). Já a 5ª temporada de “Elite” foi a campeã das séries não faladas em inglês, assistida durante 51 milhões de horas em apenas três dias – da estreia na sexta (8/4) até domingo passado (10/4) – no período coberto pela pesquisa semanal. O desempenho foi suficiente para superar duas novas séries sul-coreanas, ficando atrás apenas dos novos episódios de “Bridgerton” na soma total (de qualquer língua) da audiência semanal.
Netflix prepara 18 produções polonesas e Amazon mais 7 francesas
Como no clássico jogo “War”, o tabuleiro da guerra dos streamings está sendo movimentado país a país. Amazon e Netflix anunciaram nesta terça (12/4) seus movimentos mais recentes para conquistar o mercado internacional. Enquanto a Netflix colocou suas fichas na Polônia, a Amazon foi firme na França. As produções polonesas são 9 séries e 9 filmes. Do lado das séries, os destaques são “Detective Forst” e “Feedback”, adaptações de best-sellers dos escritores poloneses Remigiusz Mroz e Jakub Żulczyk. Entre os filmes, há mais uma sequência de “350 Dias” planejada e o anúncio de “Hellhole”, um novo terrir de Bartosz M. Kowalski, diretor do divertido “Sem Conexão”, lançado em 2020 pela Netflix. Já a Amazon Prime Video prepara 7 produções com renomados artistas franceses. O destaque é “Alphonse”, série criada e estrelada por Jean Dujardin, vencedor do Oscar por “O Artista” (2011). Há também a série policial “Ourika”, com o rapper francês Booba, e um novo filme de Maïmouna Doucouré, a diretora de “Lindinhas” (Mignonnes), que trocou a Netflix pela Amazon Prime Video para o lançamento de “Hawa”. Em breve no seus serviços de streaming favoritos.
“Animais Fantásticos 3” escondeu sexualidade de Dumbledore em estreia na China
A exibição de “Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore” na China cortou todas as referências à homossexualidade de Dumbledore (Jude Law), incluindo um diálogo do filme. A diferença entre as edições foi revelada por um jornal australiano. A solicitação dos cortes foi feita pelo governo chinês e acatado pela Warner. Em comunicado enviado à imprensa dos EUA, o estúdio justificou a atitude explicando que, mesmo com a edição, história e “espírito” de “Os Segredos de Dumbledore” permaneceriam os mesmos. Só que não. A relação entre Dumbledore era muito mais que amizade com o vilão Grindelwald (Mads Mikkelsen) e o conflito se dá também no coração do futuro mentor de Harry Potter. Em “Animais Fantásticos 3”, Dumbledore assume para Grindelwald que “estava apaixonado por você” e relembra o passado dos dois como “o verão no qual Gerardo e eu nos apaixonamos”, ao comentar sua relação com o vilão para Newt (Eddie Redmayne) e seus aliados. Na prática, a Warner devolveu Dumbledore para o armário, lembrando a época muito antiga em que alguns galãs de Hollywood recebiam a recomendação de esconder do público e da mídia que eram gays. “Como estúdio, estamos comprometidos em proteger a integridade de todos os filmes que lançamos, e isso se estende a circunstâncias que exigem cortes sutis para responder com sensibilidade a uma variedade de fatores do mercado. Nossa esperança é lançar nossos filmes em todo o mundo conforme idealizado por seus criadores, mas historicamente enfrentamos pequenas edições feitas em mercados locais”, explicou o comunicado da Warner. “No caso de ‘Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore’, um corte de seis segundos foi solicitado, e a Warner Bros. aceitou essas mudanças para cumprir os requisitos locais, mas o espírito do filme permanece intacto. Queremos que o público em todo o mundo veja e aproveite esse filme, e é importante para nós que o público chinês tenha a oportunidade de experimentá-lo também, mesmo com essas pequenas edições”, completa o texto. “Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore” estreou na China na última sexta (8/4), onde rendeu cerca de US$ 10 milhões em seu primeiro fim de semana. O valor representa um declínio notável em relação aos antecessores da franquia no país, mas reflete o fechamento de metade do parque exibidor do país devido a uma nova onda de covid-19. Em comparação, “Animais Fantásticos e Onde Habitam” de 2016 abriu com US$ 40 milhões e “Os Crimes de Grindelwald” estreou com US$ 36 milhões na China. No Brasil, o terceiro longa da franquia spin-off de Harry Potter estreia nos cinemas nesta quinta-feira (14/4).
“Sonic 2: O Filme” lidera bilheterias brasileiras
Assim como nos EUA, a estreia de “Sonic 2: O Filme” foi o lançamento mais visto no fim de semana nos cinemas brasileiros. A adaptação do videogame produzida pela Paramount vendeu 816 mil ingressos e arrecadou R$ 15,8 milhões entre quinta e domingo (10/4) no país, segundo apuração da Comscore. O montante representa 68% de toda a movimentação do período, que teve 1,2 milhão de espectadores nos cinemas. Com isso, “Morbius” caiu para o 2º lugar, repetindo a queda vertiginosa do mercado norte-americano. Atraiu 259 mil pessoas e arrecadou R$ 5,2 milhões. “Batman” completa o pódio com 119 mil espectadores e R$ 2,5 milhões em ingressos. Desde a estreia, em 3 de março, o longa da Warner Bros. acumulou 5,7 milhões espectadores e rendeu R$ 112 milhões em bilheteria. Para completar, o único filme brasileiro no ranking, “Alemão 2”, manteve-se como o 6º filme mais visto, com 7 mil espectadores e arrecadação de R$ 155 mil. Desde a estreia, soma 33,5 mil espectadores e R$ 664 mil em ingressos vendidos.
“Animais Fantásticos 3” estreia com US$ 58 milhões em todo o mundo
“Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore” estreou no mercado internacional com US$ 58 milhões em seu primeiro fim de semana de exibição em 22 países. A produção da Warner Bros., que chega na quinta-feira (14/4) ao Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA, teve seu faturamento inaugural puxado pelo mercado chinês, onde rendeu US$ 10 milhões. O valor representa um declínio notável em relação aos antecessores da franquia na China, mas contabiliza o fechamento de metade do parque exibidor do país devido a uma nova onda de covid-19. Em comparação, “Animais Fantásticos e Onde Habitam” de 2016 começou com US$ 40 milhões e “Os Crimes de Grindelwald” estreou com US$ 36 milhões na China. As demais bilheterias de destaque incluem a Alemanha com US$ 9,4 milhões, o Japão com US$ 8,6 milhões, o Reino Unido com US$ 8 milhões e a Austrália com US$ 3,9 milhões. O filme anterior, “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”, arrecadou US$ 191 milhões em sua estreia internacional de 2018. Dirigido pelo veterano de “Harry Potter” David Yates, “Os Segredos de Dumbledore” tem um orçamento de US$ 200 milhões e precisa fazer ao menos o que o filme anterior rendeu para se pagar. Apesar da popularidade em torno de “Harry Potter”, a saga de “Animais Fantásticos”, escrita pela criadora do bruxinho, JK Rowling, como prólogo de seu universo mágico, não foi capaz de recapturar a mesma magia nas bilheterias. “Animais Fantásticos e Onde Habitam” foi um sucesso comercial, gerando mais de US$ 800 milhões nas bilheterias globais. No entanto, a continuação caiu para US$ 654 milhões em todo o mundo, a menor venda de ingressos para um filme baseado em criações de Rowling. Embora US$ 650 milhões não seja pouco, o investimento em novas continuações pode ser reconsiderado se “Os Segredos de Dumbledore” ficar abaixo disso. Para complicar, as críticas à produção não foram as mais positivas – soma atualmente 59% de aprovação no portal Rotten Tomatoes com 90 resenhas avaliadas. Uma das críticas mais incisivas foi publicada pelo site The Daily Beast, que foi taxativo ao declarar que “essa exploração superficial de propriedade intelectual é um lembrete de que todas as coisas boas chegam ao fim”.
“Sonic 2: O Filme” bate recorde nas bilheterias dos EUA
“Sonic 2: O Filme” teve uma das estreias mais impressionantes do ano com US$ 71 milhões de faturamento entre sexta e domingo (10/4) na América do Norte. Muito acima das expectativas, a produção resultou na maior abertura da Paramount desde 2014 e também se tornou uma das poucas continuações da era da covid-19 a conquistar uma bilheteria de lançamento maior que seu antecessor. Para completar, ainda quebrou um recorde com a maior estreia de uma adaptação de videogame em todos os tempos. O recorde anterior pertencia ao primeiro “Sonic: O Filme”, que chegou com US$ 58 milhões em seu fim de semana inaugural em fevereiro de 2020, um mês antes dos cinemas fecharem em todo o mundo devido à pandemia. O filme chegou no mercado internacional uma semana antes de seu lançamento doméstico e por isso soma um total estrangeiro de US$ 70 milhões. Em todo mundo, a produção já rendeu US$ 141 milhões. O sucesso da franquia gamer tornou o reinado de “Morbius” muito curto. A adaptação do personagem dos quadrinhos do Homem-Aranha sentiu o peso das críticas muito negativas e teve uma queda brutal de arrecadação, em torno de 74% em seu segundo fim de semana. Em 2º lugar, rendeu US$ 10,2 milhões e chegou a um total doméstico de US$ 57,1 milhões em seus primeiros 10 dias de exibição. Em todo o mundo, a produção milionária da Sony está com US$ 126,3 milhões e deve dar prejuízo, em grande contraste com o fenômeno “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”. A Paramount ainda encaixou outro filme no pódio: “Cidade Perdida” em 3º lugar. A comédia de aventura estrelada por Sandra Bullock fez pouco menos que “Morbius”: US$ 9,2 milhões. Seu total doméstico está em US$ 68,9 milhões e o lançamento no Brasil está marcado para 21 de abril. Estes desempenhos deixaram claro o fiasco da estreia de “Ambulância – Um Dia de Crime”, que abriu em 4º lugar. O novo thriller de Michael Bay (o diretor de “Transformers”) rendeu apenas US$ 8,7 milhões em seu primeiro fim de semana nos EUA e Canadá, apesar da maioria das sessões ter ingresso mais caro que a concorrência, por sua exibição em telas de formato premium como IMAX. O longa da Universal também passou longe do topo no Brasil, onde chegou aos cinemas em 24 de março. O lançamento antecipado no exterior ajudou o filme a somar US$ 31 milhões mundiais… em 17 dias. Considerada uma produção barata para os padrões de Michael Bay, “Ambulância” custou US$ 40 milhões para ser filmado e mesmo assim vai dar prejuízo. O Top 5 se completa com “Batman”, que rendeu mais US$ 6,2 milhões no mercado norte-americano, elevando seu faturamento doméstico para US$ 359 milhões e a receita global para US$ 735,1 milhões – a maior bilheteria de 2022.
Cartaz de “Dr. Estranho 2” é alterado na Itália por gesto ofensivo
Um dos novos cartazes de “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” precisou passar por uma alteração específica para o mercado italiano, por conter um gesto considerado ofensivo no país. Na versão original do pôster, que traz Wanda Maximoff (Elizabeth Olsen) e o Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch) em primeiro plano, o super-herói do título faz um gesto com as mãos conhecido como o sinal dos “chifres”, símbolo ligado ao heavy metal e, no caso do personagem, evocado para canalizar seus poderes. No entanto, na Itália e em outras regiões mediterrâneas, o sinal de chifres tem conotação pejorativa, usado como ofensa para chamar alguém de “corno”. Para evitar este contexto, a arte do segundo filme do Doutor Estranho foi alterada na Itália, com os chifres substituídos por outro sinal. Compare abaixo. Dirigido por Sam Raimi (da trilogia original do Homem-Aranha), “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” estreia no Brasil em 5 de maio, um dia antes do lançamento nos EUA.
Nasce a Warner Bros. Discovery
A Discovery finalizou nesta sexta-feira (8/4) a aquisição da WarnerMedia, que pertencia à AT&T, em um acordo que rendeu US$ 40 bilhões e 71% das ações da nova empresa (formada com a fusão dos dois gigantes de mídia) para a própria AT&T. Além disso, há 3 bilhões de dívidas da WarnerMedia incorporadas na empresa resultante do negócio. A partir de hoje, Warner Bros., HBO, HBO Max, CNN, Cartoon Network, TNT, DC Comics, New Line Cinema, metade do canal The CW e mais empresas da recém-finada WarnerMedia se juntam ao Discovery Channel, Food Network, TLC, Animal Planet e OWN (Oprah Winfrey Network) num novo conglomerado, batizado de Warner Bros. Discovery – e identificado como WBD na bolsa de valores. Ao longo desta semana, o CEO da nova companhia, David Zaslav, ex-chefão da Discovery, definiu a saída de dezenas de executivos da agora finada WarnerMedia, incluindo o ex-presidente da empresa, Jason Kilar. Mas manteve alguns nomes importantes em seus postos, como Toby Emmerich (chefe da Warner Bros. Pictures), Casey Bloys (chefe da HBO e HBO Max) e Channing Dungey (chefe da Warner Bros. Television). Junto da fusão, foi anunciado também que a nova empresa planeja, a médio prazo, unir os streamings HBO Max e Discovery+.
Alice Wegmann troca Globo por HBO Max
A atriz Alice Wegmann juntou-se à lista dos artistas que encerraram seus contratos de exclusividade com a Globo. Após 11 anos na emissora, ela confirmou que está deixando a emissora para seguir novos caminhos e desafios. Segundo informações da coluna de Patrícia Kogut no jornal O Globo, Wegmann optou por não renovar o contrato, que se encerra no fim de maio, para integrar o elenco de “Segundas Intenções”, primeira novela da HBO Max – que a assessoria do canal já convenceu alguns sites a chamar de “telessérie”. Num post publicado em suas redes sociais, a atriz resgatou algumas de suas personagens marcantes e relembrou seus trabalhos na Globo, como “Malhação”, “Órfãos da Terra”, “Ligações Perigosas” e “Cidade Proibida”. “Cabem muitas vidas em 11 anos de TV Globo. Eu sou muito grata pelos encontros que tive trilhando esse caminho, pelas coisas que aprendi, pelas oportunidades que me deram. Quantas vidas!”, ela escreveu na publicação. “Tô indo ali alcançar outros voos e já já eu volto pra contar mais histórias junto com vocês. Foram 11 anos de parceria, 7 novelas, 4 séries e incontáveis dias crescendo e aprendendo dentro dessa casa tão acolhedora! Tô feliz demais com essa mudança e muito animada pelo que vem por aí!”, acrescentou. Antes de estrear na HBO Max, Wegmann ainda poderá ser vista numa nova série do Globoplay, “Rensga Hits”, em que interpreta uma cantora sertaneja inspirada em Marília Mendonça. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Alice Wegmann (@alicewegmann)
“Bridgerton” tem maior audiência semanal da História da Netflix
Depois de registrar a maior estreia da Netflix entre as séries faladas em inglês, os novos episódios de “Bridgerton” viraram a temporada mais vista desta categoria numa única semana. Segundo dados divulgados nesta terça (5/4), a 2ª temporada de “Bridgerton” gerou mais de 250 milhões de horas de consumo entre segunda e domingo (3/4) passados. O recorde anterior era de “Inventando Anna”, minissérie da mesma produtora de “Bridgerton”, Shondaland. A atração criada por Shonda Rhimes gerou 196 milhões de horas de streaming, também em sua segunda semana na plataforma. Mas como esse modelo de audiência por horas de consumo só passou a ser utilizado pela Netflix no fim de junho passado, é possível que as temporadas anteriores de “Stranger Things”, por exemplo, tenham números parecidos. Vale apontar ainda que o recorde de séries faladas em inglês é muito inferior ao recorde “sul-coreano”. A série de maior audiência semanal da Netflix foi “Round 6”, que foi vista por 571,8 milhões de horas em sua terceira semana. Mas a Netflix contabiliza séries não faladas em inglês num ranking diferenciado. O sucesso da 2ª temporada também impactou o desempenho dos episódios inaugurais de “Bridgerton”. Além das 250 milhões de horas dos novos capítulos, os assinantes da plataforma gastaram mais 53 milhões de horas com a revisão – ou descoberta – da 1ª temporada da atração durante a semana passada. O fenômeno dominou o Top 10 semanal da Netflix, colocando “Bridgerton” em 1º e 2º lugar das séries faladas em inglês mais vistas do período. Como a Netflix para de contabilizar a audiência após 28 dias, este “revival” não muda os números oficiais da 1ª temporada de “Bridgerton”, que desde janeiro de 2021 lidera o ranking como a série em inglês mais vista da História do serviço, marcando imutáveis 625,4 milhões de horas de streaming.
“Morbius” tira “Batman” do topo das bilheterias no Brasil
A estreia de “Morbius” tirou “Batman” da liderança das bilheterias no Brasil. De acordo com dados da consultoria Comscore, o filme do vampiro vivo da Marvel teve 445 mil espectadores e arrecadou R$ 8,9 milhões entre quinta e domingo (3/4), enquanto o homem-morcego da DC Comics, lançado há um mês nos cinemas, foi visto por 192 mil pessoas e faturou R$ 4 milhões em ingressos vendidos. “Morbius” também liderou as bilheterias em sua estreia nos EUA, mas, assim como no Brasil, com desempenho muito inferior aos dois filmes de “Venom”, primeira franquia derivada dos quadrinhos do Homem-Aranha. Para lembrar, o primeiro “Venom” estreou diante de mais de 1 milhão de espectadores brasileiros em 2018, enquanto o segundo, “Venom: Tempo de Carnificina”, com muitos cinemas fechados pela pandemia, vendeu 580,7 mil ingressos em outubro passado – o que representou 60% de todo o movimento financeiro da semana no mercado nacional. Único lançamento brasileiro do período, “Alemão 2” ficou em 6º lugar entre os filmes mais assistidos, com 15,2 mil espectadores e faturamento de R$ 333 mil. Veja abaixo a lista das 10 maiores bilheterias do fim de semana no Brasil, em levantamento da Comscore. #Top10 #Bilheteria #Filmes #Cinema 31/3-3/4:1. #Morbius 2. #Batman 3. #OsCarasMalvados 4. #AmbulanciaMovie 5. #EpaCadeNoe26. #Alemão27. #Uncharted 8. #NoRitmoDoCoração9. #APiorPessoaDoMundo10. #DriveMyCar — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) April 4, 2022
“Morbius” faz metade da bilheteria de “Venom” nos EUA
“Morbius”, o novo filme baseado nos quadrinhos da Marvel, arrecadou US$ 39,1 milhões em sua estreia em 4.268 cinemas nos EUA e Canadá. O desempenho é menos da metade da arrecadação de “Venom”, primeira produção da Sony sobre um vilão do Homem-Aranha, que fez US$ 80 milhões em seu fim de semana inaugural de 2018. A sequência, “Venom: Tempo de Carnificina”, rendeu ainda mais: US$ 90 milhões em 2021, no auge da pandemia. Em todo o mundo, “Morbius” arrecadou US$ 84 milhões, praticamente o que os outros filmes fizeram em sua estreia na América do Norte. Foram US$ 44,9 milhões vindos de 62 países. O maior desafio para o longa estrelado por Jared Leto está sendo superar as críticas muito ruins. “Morbius” atingiu apenas 17% de aprovação no site Rotten Tomatoes, cotação de lixo radioativo, que o qualifica a buscar uma vaga entre os indicados a Pior Filme do Ano na premiação do Framboesa de Ouro de 2023. Leto venceu este ano o Framboesa de Pior Ator por “Casa Gucci”. Para demonstrar que não foi implicância da crítica, o público deu nota C+ no CinemaScore – pesquisa feita na saída dos cinemas dos EUA. Até então, a pior avaliação para uma adaptação da Marvel no CinemaScore tinha sido de “Eternos”, uma nota B. As pontuações do PostTrak também são medíocres. E isso indica tendência de grande queda na arrecadação dos próximos dias, devido ao boca-a-boca negativo. Apesar disso, “Morbius” não teve dificuldades para liderar as bilheterias deste fim de semana, tirando “Cidade Perdida” do topo. A comédia de aventura estrelada por Sandra Bullock e Channing Tatum ficou em 2º lugar no mercado doméstico com US$ 14,8 milhões. Em dois fins de semana, a produção da Paramount somou US$ 54,6 milhões na América do Norte. “Cidade Perdida” só foi lançado em 17 mercados até agora (com um faturamento inicial de US$ 7 milhões no exterior) e só chega ao Brasil no dia 21. “Batman” completou o pódio norte-americano, ficando em 3º lugar com US$ 10,8 milhões. Em um mês de exibição, a adaptação dos quadrinhos da DC Comics chegou a quase US$ 350 milhões nos EUA e Canadá e superou os US$ 700 milhões em todo o mundo – totalizou exatamente US$ 710,5 milhões neste domingo (3/4) no mercado mundial.
HBO Max contrata criadores da premissa de “Cidade Invisível”
A HBO Max anunciou a contratação do casal de roteiristas Carolina Munhóz e Raphael Draccon, responsáveis pelo desenvolvimento da história base que serviu de premissa para a série “Cidade Invisível”, um dos maiores sucessos nacionais da Netflix. O serviço digital da (a partir de abril) Warner Bros. Discovery (WBD) fechou um contrato de prioridade com a dupla para o desenvolvimento de novas atrações em streaming. O anúncio deixa claro que a intenção é concorrer no setor de produções de fantasia e temática sobrenatural. Além de trabalhar na concepção de “Cidade Invisível”, eles escreveram a série sobrenatural “O Escolhido” na Netflix. “Alinhada às mais recentes contratações, a escolha dessa dupla reflete o desejo de ampliarmos não só o portfólio da plataforma em termos de produções locais, mas também o portfólio de conteúdos de fantasia e adaptações literárias. São profissionais muito talentosos que trarão ainda mais histórias incríveis para contarmos juntos”, destacou Marcelo Tamburri, líder de desenvolvimento de conteúdo roteirizado para a (ainda chamada) WarnerMedia Latin America, em comunicado enviado à imprensa. Os autores também se manifestaram sobre o contrato com a HBO Max em comunicado. “É uma empresa que possui nossos super-heróis favoritos, as séries de fantasia que amamos e os shows mais bem escritos do audiovisual. Então, ter um first-look deal [contrato de prioridade, em inglês] com esse time é realmente uma honra e vamos dar o melhor de nossa criatividade nessa parceria”, comemorou Carolina Munhóz. Complementando, Raphael Draccon declarou: “Trabalhar com esse time é mais que um privilégio, é um sonho de infância realizado”. “Se hoje, além de um escritor de literatura fantástica, sou um criador audiovisual é porque essa empresa me formou um. Então, nada mais justo do que devolver tudo isso hoje ao Grupo Warner, dando o nosso melhor na criação de conteúdo para a HBO Max nos próximos anos”, reforçou o roteirista. “Cidade Invisível” foi lançada no ano passado e fez sucesso em mais de 40 países. A produção está renovada para sua 2ª temporada. Além de roteiristas, os dois também são escritores de best-sellers. Munhóz assinou 11 obras bem-sucedidas de fantasia, entre elas “O Inverno das Fadas”, “Por um Toque de Ouro” e “O Reino das Vozes Que Não Se Calam”, este último em parceria com a atriz Sophia Abrahão. Draccon também segue a mesma vertente e já vendeu mais de 600 mil exemplares de obras como “Espíritos de Gelo” e as trilogias “Dragões de Éter” e “Legado Ranger”. Pela declaração de Marcelo Tamburri, algumas dessas obras podem ser adaptadas pela HBO Max.











