“Bridgerton” tem maior audiência semanal da História da Netflix
Depois de registrar a maior estreia da Netflix entre as séries faladas em inglês, os novos episódios de “Bridgerton” viraram a temporada mais vista desta categoria numa única semana. Segundo dados divulgados nesta terça (5/4), a 2ª temporada de “Bridgerton” gerou mais de 250 milhões de horas de consumo entre segunda e domingo (3/4) passados. O recorde anterior era de “Inventando Anna”, minissérie da mesma produtora de “Bridgerton”, Shondaland. A atração criada por Shonda Rhimes gerou 196 milhões de horas de streaming, também em sua segunda semana na plataforma. Mas como esse modelo de audiência por horas de consumo só passou a ser utilizado pela Netflix no fim de junho passado, é possível que as temporadas anteriores de “Stranger Things”, por exemplo, tenham números parecidos. Vale apontar ainda que o recorde de séries faladas em inglês é muito inferior ao recorde “sul-coreano”. A série de maior audiência semanal da Netflix foi “Round 6”, que foi vista por 571,8 milhões de horas em sua terceira semana. Mas a Netflix contabiliza séries não faladas em inglês num ranking diferenciado. O sucesso da 2ª temporada também impactou o desempenho dos episódios inaugurais de “Bridgerton”. Além das 250 milhões de horas dos novos capítulos, os assinantes da plataforma gastaram mais 53 milhões de horas com a revisão – ou descoberta – da 1ª temporada da atração durante a semana passada. O fenômeno dominou o Top 10 semanal da Netflix, colocando “Bridgerton” em 1º e 2º lugar das séries faladas em inglês mais vistas do período. Como a Netflix para de contabilizar a audiência após 28 dias, este “revival” não muda os números oficiais da 1ª temporada de “Bridgerton”, que desde janeiro de 2021 lidera o ranking como a série em inglês mais vista da História do serviço, marcando imutáveis 625,4 milhões de horas de streaming.
“Morbius” tira “Batman” do topo das bilheterias no Brasil
A estreia de “Morbius” tirou “Batman” da liderança das bilheterias no Brasil. De acordo com dados da consultoria Comscore, o filme do vampiro vivo da Marvel teve 445 mil espectadores e arrecadou R$ 8,9 milhões entre quinta e domingo (3/4), enquanto o homem-morcego da DC Comics, lançado há um mês nos cinemas, foi visto por 192 mil pessoas e faturou R$ 4 milhões em ingressos vendidos. “Morbius” também liderou as bilheterias em sua estreia nos EUA, mas, assim como no Brasil, com desempenho muito inferior aos dois filmes de “Venom”, primeira franquia derivada dos quadrinhos do Homem-Aranha. Para lembrar, o primeiro “Venom” estreou diante de mais de 1 milhão de espectadores brasileiros em 2018, enquanto o segundo, “Venom: Tempo de Carnificina”, com muitos cinemas fechados pela pandemia, vendeu 580,7 mil ingressos em outubro passado – o que representou 60% de todo o movimento financeiro da semana no mercado nacional. Único lançamento brasileiro do período, “Alemão 2” ficou em 6º lugar entre os filmes mais assistidos, com 15,2 mil espectadores e faturamento de R$ 333 mil. Veja abaixo a lista das 10 maiores bilheterias do fim de semana no Brasil, em levantamento da Comscore. #Top10 #Bilheteria #Filmes #Cinema 31/3-3/4:1. #Morbius 2. #Batman 3. #OsCarasMalvados 4. #AmbulanciaMovie 5. #EpaCadeNoe26. #Alemão27. #Uncharted 8. #NoRitmoDoCoração9. #APiorPessoaDoMundo10. #DriveMyCar — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) April 4, 2022
“Morbius” faz metade da bilheteria de “Venom” nos EUA
“Morbius”, o novo filme baseado nos quadrinhos da Marvel, arrecadou US$ 39,1 milhões em sua estreia em 4.268 cinemas nos EUA e Canadá. O desempenho é menos da metade da arrecadação de “Venom”, primeira produção da Sony sobre um vilão do Homem-Aranha, que fez US$ 80 milhões em seu fim de semana inaugural de 2018. A sequência, “Venom: Tempo de Carnificina”, rendeu ainda mais: US$ 90 milhões em 2021, no auge da pandemia. Em todo o mundo, “Morbius” arrecadou US$ 84 milhões, praticamente o que os outros filmes fizeram em sua estreia na América do Norte. Foram US$ 44,9 milhões vindos de 62 países. O maior desafio para o longa estrelado por Jared Leto está sendo superar as críticas muito ruins. “Morbius” atingiu apenas 17% de aprovação no site Rotten Tomatoes, cotação de lixo radioativo, que o qualifica a buscar uma vaga entre os indicados a Pior Filme do Ano na premiação do Framboesa de Ouro de 2023. Leto venceu este ano o Framboesa de Pior Ator por “Casa Gucci”. Para demonstrar que não foi implicância da crítica, o público deu nota C+ no CinemaScore – pesquisa feita na saída dos cinemas dos EUA. Até então, a pior avaliação para uma adaptação da Marvel no CinemaScore tinha sido de “Eternos”, uma nota B. As pontuações do PostTrak também são medíocres. E isso indica tendência de grande queda na arrecadação dos próximos dias, devido ao boca-a-boca negativo. Apesar disso, “Morbius” não teve dificuldades para liderar as bilheterias deste fim de semana, tirando “Cidade Perdida” do topo. A comédia de aventura estrelada por Sandra Bullock e Channing Tatum ficou em 2º lugar no mercado doméstico com US$ 14,8 milhões. Em dois fins de semana, a produção da Paramount somou US$ 54,6 milhões na América do Norte. “Cidade Perdida” só foi lançado em 17 mercados até agora (com um faturamento inicial de US$ 7 milhões no exterior) e só chega ao Brasil no dia 21. “Batman” completou o pódio norte-americano, ficando em 3º lugar com US$ 10,8 milhões. Em um mês de exibição, a adaptação dos quadrinhos da DC Comics chegou a quase US$ 350 milhões nos EUA e Canadá e superou os US$ 700 milhões em todo o mundo – totalizou exatamente US$ 710,5 milhões neste domingo (3/4) no mercado mundial.
HBO Max contrata criadores da premissa de “Cidade Invisível”
A HBO Max anunciou a contratação do casal de roteiristas Carolina Munhóz e Raphael Draccon, responsáveis pelo desenvolvimento da história base que serviu de premissa para a série “Cidade Invisível”, um dos maiores sucessos nacionais da Netflix. O serviço digital da (a partir de abril) Warner Bros. Discovery (WBD) fechou um contrato de prioridade com a dupla para o desenvolvimento de novas atrações em streaming. O anúncio deixa claro que a intenção é concorrer no setor de produções de fantasia e temática sobrenatural. Além de trabalhar na concepção de “Cidade Invisível”, eles escreveram a série sobrenatural “O Escolhido” na Netflix. “Alinhada às mais recentes contratações, a escolha dessa dupla reflete o desejo de ampliarmos não só o portfólio da plataforma em termos de produções locais, mas também o portfólio de conteúdos de fantasia e adaptações literárias. São profissionais muito talentosos que trarão ainda mais histórias incríveis para contarmos juntos”, destacou Marcelo Tamburri, líder de desenvolvimento de conteúdo roteirizado para a (ainda chamada) WarnerMedia Latin America, em comunicado enviado à imprensa. Os autores também se manifestaram sobre o contrato com a HBO Max em comunicado. “É uma empresa que possui nossos super-heróis favoritos, as séries de fantasia que amamos e os shows mais bem escritos do audiovisual. Então, ter um first-look deal [contrato de prioridade, em inglês] com esse time é realmente uma honra e vamos dar o melhor de nossa criatividade nessa parceria”, comemorou Carolina Munhóz. Complementando, Raphael Draccon declarou: “Trabalhar com esse time é mais que um privilégio, é um sonho de infância realizado”. “Se hoje, além de um escritor de literatura fantástica, sou um criador audiovisual é porque essa empresa me formou um. Então, nada mais justo do que devolver tudo isso hoje ao Grupo Warner, dando o nosso melhor na criação de conteúdo para a HBO Max nos próximos anos”, reforçou o roteirista. “Cidade Invisível” foi lançada no ano passado e fez sucesso em mais de 40 países. A produção está renovada para sua 2ª temporada. Além de roteiristas, os dois também são escritores de best-sellers. Munhóz assinou 11 obras bem-sucedidas de fantasia, entre elas “O Inverno das Fadas”, “Por um Toque de Ouro” e “O Reino das Vozes Que Não Se Calam”, este último em parceria com a atriz Sophia Abrahão. Draccon também segue a mesma vertente e já vendeu mais de 600 mil exemplares de obras como “Espíritos de Gelo” e as trilogias “Dragões de Éter” e “Legado Ranger”. Pela declaração de Marcelo Tamburri, algumas dessas obras podem ser adaptadas pela HBO Max.
Ryan Reynolds coloca 3º filme no Top 10 de todos os tempos da Netflix
Dos 10 filmes falados em inglês de maior audiência da História da Netflix, três são estrelados por Ryan Reynolds. Em sua terceira semana de exibição, “O Projeto Adam” apareceu no Top 10 de todos os tempos, classificando-se na 7ª posição com 209,5 milhões de horas de visualizações desde 11 de março. Os outros filmes do ranking protagonizados por Reynolds são “Esquadrão 6”, atualmente em 9º lugar com 204 milhões de horas, e “Alerta Vermelho”, que lidera a lista com 364 milhões de horas. O ator é seguido nesta competição individual por Sandra Bullock, que tem dois filmes originais da Netflix na lista: “Bird Box” em 3º lugar e, mais recentemente, “Imperdoável” em 5º. Os algoritmos da empresa já devem estar escrevendo o filme que vai juntar os dois atores para quebrar todos os recordes da matemática do streaming. O sucesso de “O Projeto Adam” também fez de Shawn Levy o único produtor/diretor com conteúdos em duas listas de maior audiência de todos os tempos da Netflix. O diretor da aventura estrelada por Ryan Reynolds também é produtor de “Stranger Things”, a segunda série mais vista da plataforma – que atingiu 582,1 milhões de horas de visualizações em sua 3ª temporada.
“Bridgerton” volta com audiência recorde na Netflix
A 2ª temporada de “Bridgerton” estreou na sexta (25/3) com uma audiência recorde na Netflix. Em três dias (até domingo), acumulou 193 milhões de horas de exibição em todo o mundo, maior marca para qualquer estreia de série em inglês da Netflix. A atração entrou no Top 10 de 92 dos 93 países contabilizados pela Netflix, falhando apenas no Japão. Considerando todo o universo de séries da plataforma, apenas a Parte 5 de “La Casa de Papel”, que encerrou o sucesso espanhol, teve mais público em seus três primeiros dias: 201,9 milhões de horas, entre 3 e 5 de setembro de 2021. Com o lançamento dos novos capítulos, a 1ª temporada de “Bridgerton” também reapareceu no ranking, ocupando o 3º lugar entre as séries mais vistas da semana passada com mais de 32 milhões de horas assistidas. Para completar o sucesso da produtora Shondaland, outra série produzida por Shonda Rhimes tem destaque no Top 10: “Inventando Anna”, que está em 5º lugar com 29 milhões de horas após um mês e meio de seu lançamento. “Inventando Anna” é considerada a quarta série em inglês mais vista da Netflix em todos os tempos, com 511,92 milhões de horas. Mas esse número é bastante defasado. Como é praxe, a plataforma parou de contabilizar a audiência após 28 dias e a produção está no Top 10 há 44 dias. Pelos mesmos critérios, a 1ª temporada de “Brigerton” lidera o ranking como a série em inglês mais vista da História do serviço, com 625,4 milhões de horas de streaming. “Round 6”, claro, está na frente de todos esses números, tendo acumulado impressionantes 1,65 bilhão de horas de visualização em todo o mundo em seus primeiros 28 dias. Mas a produção sul-coreana é considerada em outro ranking, de séries não faladas em inglês.
“Cidade Perdida” supera “Batman” nos EUA
A comédia romântica de aventura “Cidade Perdida”, estrelada por Sandra Bullock e Channing Tatum, superou expectativas ao estrear no topo das bilheterias da América do Norte, com US$ 31 milhões de arrecadação entre sexta e este domingo (27/3). O desempenho, considerado surpreendente para analistas do mercado, tirou o blockbuster “Batman” do topo das bilheterias e foi destacado pelo presidente de distribuição doméstica da Paramount, Chris Aronson. Em comunicado, ele disse que “Cidade Perdida” resgatou o sucesso do “gênero aventura-comédia-romance que tem sido um pouco escasso ultimamente”. “Uma abertura sensacional!”, comemorou. O filme também teve boa recepção entre a crítica, com 76% de aprovação no Rotten Tomatoes. Já no exterior, arrecadou apenas US$ 3,7 milhões em 16 países de menor expressão no mercado cinematográfico. “Batman” ficou em 2º lugar, faturando US$ 20,5 milhões. Ao todo, a adaptação dos quadrinhos da DC Comics já soma US$ 332 milhões no mercado interno. Além disso, a produção da Warner fez mais US$ 25 milhões no exterior para atingir US$ 672,9 milhões em todo o mundo. A maior surpresa das bilheterias, porém, foi a venda de ingressos de “RRR”, um filme de ação indiano, que se qualificou em 3º lugar com faturamento de US$ 9,5 milhões, um recorde para uma produção da Índia nos EUA. Um dos motivos do recorde foi a estratégia da distribuidora Sarigami de tratar a produção como um evento e decidir cobrar mais caro pelos ingressos. Em compensação, a aventura de alpinismo “Infinite Storm”, estrelada por Naomi Watts, tornou-se literalmente um filme de desastre, abrindo com apenas US$ 751 mil em mais de mil telas. O investimento do estúdio indie Bleeker Street resultou numa obra considerada medíocre pela crítica (58% no Rotten Tomatoes) e ficou em 10º lugar.
“Halo” bate recorde de audiência da Paramount+
A Paramount+ declarou que a estreia de “Halo” estabeleceu um novo recorde de audiência em sua plataforma de streaming. O episódio inaugural da série que adapta a franquia de games do Xbox teria sido o programa mais visto nas primeiras 24 horas de lançamento do serviço em todos os tempos, superando o recorde estabelecido em dezembro pela estreia de “1883”, prólogo de “Yellowstone”. Os números deste recorde, entretanto, não foram divulgados. Uma noção mais clara da audiência de “Halo” poderá ser aferida quando a medição semanal da consultoria Nielsen for divulgada nos EUA. Até hoje, nenhuma produção original da Paramount+ conseguiu entrar no Top 10 da Nielsen. Lançada na quinta (24/3), “Halo” é a maior aposta da Paramount+ para atrair novos assinantes. Com grande orçamento, efeitos visuais apurados, cenas de ação intensa, escala épica e narrativa complexa, repleta de conflitos e personagens, a série acompanha a luta da humanidade contra uma aliança alienígena, mas deixa claro de imediato que a história não é tão simples, pois em meio a esse embate há rebeldes e inocentes na mira dos dois inimigos. A trama toma grandes liberdades em relação ao jogo lançado em 2001, sendo a menor delas o fato de o supersoldado Master Chief, estrela do game, tirar seu capacete. O personagem nunca revelou o rosto nos jogos, mas na série mostra as feições do ator Pablo Schreiber (“American Gods”) em seus primeiros minutos. Ele lidera uma elite de combatentes na linha de frente da guerra interplanetária, mas ao entrar em contato com uma tecnologia alienígena começa a questionar suas ordens e programação mental. A adaptação é assinada por Kyle Killen (criador de “Mind Games”) e Steven Kane (criador de “The Last Ship”), que foram demitidos sem alarde durante a produção, deixando o comando nas mãos de Otto Bathurst, cineasta de “Robin Hood: A Origem”, responsável pela direção de alguns episódios. Mas o nome mais imponente dos bastidores é o de Steven Spielberg, produtor da série via sua empresa Amblin, que tirou a adaptação do papel após várias idas e vindas.
Anitta é primeira brasileira a atingir o 1º lugar global do Spotify
O novo hit da Anitta, “Envolver”, atingiu o 1º lugar no Top 50 Global do Spotify nesta sexta (25/3), após grande mobilização dos fãs e ajuda de diversas celebridades para que a canção se tornasse a mais tocada. O feito marca a primeira vez na história que um artista brasileiro lidera a parada de sucessos da plataforma americana. Também é a primeira vez que uma mulher latina consegue a façanha, que aconteceu 20 dias após a música entrar no Top 200 do Spotify. “Número 1 do mundo. Eu realmente não sei o que dizer”, declarou Anitta em seu Instagram. “A primeira mulher latina a ter um Número 1 solo no mundo. O único brasileiro na história do meu país a ter uma música top 5 do mundo. Oh meu Deus. Eu volto quando for capaz de processar tudo isso e puder dizer algo mais, porque agora estou chocada. Obrigada, obrigada, obrigada”. Ao todo, foram necessárias 6,4 milhões de reproduções para “Envolver” chegar ao topo. O detalhe é que 4,1 milhões de reproduções foram feitas por assinantes do Brasil. O mais curioso é que “Envolver” foi lançada no ano passado. O clipe da música saiu em novembro e é responsável direto por seu sucesso, ainda que de forma enviesada. A faixa só passou a ser notada após várias contas do TikTok começarem a imitar a coreografia do vídeo, o que deu início a um fenômeno viral. Neste ano, além de gravações para outros artistas, a cantora só lançou “Boys Don’t Cry”, faixa falada em inglês que, cercada de expectativas, não teve a repercussão que ela esperava. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Anitta 🎤 (@anitta)
“The Big Bang Theory” se despede da TV aberta no Brasil
O SBT perdeu os direitos de exibição da série “The Big Bang Theory” (2007-2019) após 11 anos. A emissora exibia o programa na TV aberta com o título de “Big Bang: A Teoria”, de forma diferente da TV paga que sempre preservou o nome original. A última exibição de “Big Bang: A Teoria” no SBT vai acontecer neste sábado (26/3), às 4h. Como forma de despedida, o canal deve maratonar os últimos episódios da 12ª temporada. A saída do ar se deve à decisão da Warner, produtora da sitcom, que pretende concentrar seus principais títulos na HBO Max, sua plataforma de streaming lançada no ano passado. A mesma estratégia tem sido seguida pela Disney para priorizar seu streaming, o que tem deixado poucos programas licenciados na TV aberta brasileira. Só que a tendência não se restringe à TV aberta. Um sinal claro do que será o futuro foi vislumbrado já no ano passado, quando a série “Friends” (1994-2004) deixou de ir ao ar na TV paga após mais de duas décadas. Para completar, neste mês a Disney anunciou o fechamento de dois canais pagos de seu grupo de entretenimento.
Bilheteria de “Batman” é de quase R$ 100 milhões no Brasil
“Batman” foi o filme mais visto no Brasil pelo terceiro fim de semana consecutivo, atraindo 576,5 mil espectadores para uma bilheteria de R$ 11,87 milhões entre quinta e domingo (20/3). O sucesso do filme continua representando mais da metade do público de cinema do país, sendo responsável por 65,9% das vendas de ingressos do período, segundo dados da consultoria Comscore. Desde sua pré-estréia em 1 de março, a adaptação dos quadrinhos da DC Comics já vendeu 4,7 milhões de ingressos e acumula uma bilheteria de R$ 92,4 milhões no país. Falta pouco para arredondar esses números (5 milhões e R$ 100 milhões), o que deve acontecer ao longo dessa semana A estreia da animação “Os Caras Malvados” ficou em 2º lugar no fim de semana, com 155,7 mil pessoas e renda de R$ 3,03 milhões – ou o equivalente a 17,7% das 874,7 mil pessoas que frequentaram os cinemas brasileiros de quinta a domingo. Em 3º, “Uncharted – Fora do Mapa” teve público de 61,3 mil pessoas e faturou R$ 1,21 milhão. O levantamento da Comscore com as 10 maiores bilheterias do fim de semana no Brasil ainda revela que, após o lançamento digital na sexta-feira (18/3), “Homem-Aranha: Sem Volta para Cama” não tem mais presença cinematográfica, embora ainda estivesse no Top 10 da semana passada. Confira abaixo a relação. #Top10 #Bilheteria #Filmes #Cinema 17-20/3:1. #Batman 2.#OsCarasMalvados 3.#UnchartedMovie 4.#Ritual #PresençaMaligna5. #AgenteDasSombras6. #Belfast 7. #DriveMyCar8. #ValeNight9. #CoraçãoDeFogo10. #Tarsilinha — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) March 21, 2022
“Batman” chega a US$ 600 milhões em todo o mundo
Biff, bang, pow, “Batman” venceu com folga seu terceiro fim de semana em cartaz, arrecadando US$ 36 milhões nos últimos três dias de exibição nos EUA e Canadá. Com isso, chegou a US$ 300 milhões na América do Norte e se consolidou como a segunda maior bilheteria doméstica de toda a pandemia – atrás só de “Homem-Aranha: De Volta para Casa”. São os super-heróis que estão salvando as bilheterias de cinema no período mais crítico da História desse mercado. Em todo o mundo, “Batman” atingiu US$ 600 milhões, no arredondamento da soma de US$ 50 milhões contabilizados no fim de semana internacional. Podia até ser mais, não fosse a nova onda de coronavírus na China, que levou ao fechamento de 43% das salas exibidoras do país durante a estreia do filme por lá. Enquanto o Brasil se apressa em relaxar os protocolos de proteção, a Ásia voltou a fechar tudo. Sem grandes lançamentos de Hollywood, o 2º lugar nos EUA ficou com um anime japonês: “Jujutsu Kaisen 0”, que faturou US$ 17,7 milhões, bem acima do esperado, com a ajuda de uma pontuação perfeita de 100% no Rotten Tomatoes e das crianças fãs da série em que se baseia. “Uncharted” garantiu um distante 3º lugar, arrecadando US$ 8 milhões para atingir US$ 125,9 milhões na América do Norte. Como “Batman”, também foi prejudicado pelo fechamento dos cinemas chineses em sua estreia no país, mas já soma US$ US$ 337,3 milhões em todo o mundo. Os cinemas norte-americanos ainda receberam dois lançamentos de terror de baixo orçamento neste fim de semana, mas apenas “X”, da produtora indie A24, conseguiu se destacar, arrecadando US$ 4,4 milhões em 4º lugar. Já “Umma”, da Stage 6/Sony, rendeu apenas US$ 915 mil e nem entrou no Top 10. “X”, do celebrado diretor Ti West (“O Último Sacramento”), também agradou a crítica, atingindo 95% de aprovação no Rotten Tomatoes. O longa acompanha um grupo de jovens aterrorizados enquanto filmam uma produção erótica nos anos 1970. Por outro lado, “Umma”, terror sobrenatural estrelado por Sandra Oh (“Killing Eve”), foi eviscerado com somente 29% de aprovação. Nenhum dos dois filmes tem previsão de estreia no Brasil.
Procon investiga Netflix por cobrança que ainda não afeta brasileiros
O Procon (Programa de Proteção e Defesa do Consumidor) de São Paulo iniciou uma investigação pra saber se a iniciativa da Netflix de começar a cobrar a mais para assinantes que compartilham senhas com outras pessoas é irregular. A entidade fez um questionário sobre supostos testes e o contrato da plataforma para a implementação do serviço, exigindo respostas em dois dias úteis (22/3). O tom e o prazo sugerem se tratar de assunto de urgência. Entretanto, a novidade não está em vigor em São Paulo nem no resto do Brasil. Ela só está sendo adotada na Costa Rica, Chile e Peru em fase de testes, para estudar a reação dos assinantes. Metade das questões levantadas pelo Procon devem ser respondidas com “não”, “nenhuma” e “não há”. Apesar de não estar vigorando no país, o Procon de São Paulo pode ter decidido analisar alguma possível irregularidade nos planos da plataforma de streaming. Mas a verdade é que, caso seja adotada no Brasil, a prática encontrará equivalência em ações feitas por provedores de serviços de internet e TV paga, que comparam o compartilhamento de sinais entre diferentes residências à pirataria. A Netflix ensaia cobrar pelo compartilhamento para evitar que pessoas que moram em casas diferentes usem a mesma senha – uma prática comum, mas realizada de maneira ilegal, segundo os Termos de Serviço da plataforma. O compartilhamento será abordado na hora que o assinante criar e gerenciar perfis, quando será oferecida a possibilidade de dar acesso à conta para um indivíduo de fora da moradia principal. Por enquanto, a opção vai custar US$ 3,99 na Costa Rica, 7,9 Soles no Peru, e 2380 pesos chilenos, além da assinatura mensal.











