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  • TV

    Taís Araújo será Marielle Franco em especial da Globo

    1 de novembro de 2020 /

    A Globo divulgou uma foto da atriz Taís Araújo, atualmente no ar na novela “Amor de Mãe”, caracterizada como Marielle Franco. Ela vai viver a vereadora e ativista assassinada por milicianos no especial “Falas Negras”, programa dirigido por seu marido Lázaro Ramos e criado especialmente para ir ao ar no Dia da Consciência Negra, 20 de novembro. Em entrevista à coluna de Ancelmo Gois no jornal O Globo, Taís contou que gostaria de ter conhecido melhor a vereadora e disse que todos os brasileiros mereciam conhecê-la. “Eu senti vontade de ter conhecido mais a Marielle. Me deu esse desejo de falar ‘meu Deus, por que eu não sabia tão mais dela antes da execução?’. Eu acho que todos os brasileiros mereciam conhecê-la mais. Ela tinha tanto a dizer e tanto a fazer…”, disse. O programa contará com 22 atores negros interpretando personalidades da vida real. Além de Marielle, aparecerão na tela Olaudah Equiano, Martin Luther King, Nina Simone, Muhammad Ali e Angela Davis – a maioria, americanos. Para Taís, a data celebrada pelo especial é importante para fortalecer o movimento negro no país. “É uma data de reflexão, para lembrar que ainda há muitas conquistas a serem feitas, e que todas as conquistas já feitas não serão cedidas”. Ela avalia que ainda falta muito para se alcançar a igualdade racial, especialmente porque o Brasil “era tido como um país não racista, o que é uma grande mentira”. “Então, eu acho que a gente tem um avanço nesse sentido, de que a sociedade civil está discutindo o assunto do racismo no Brasil”. Entretanto, ela ainda não vê um “avanço propriamente dito, de qualidade de vida para a população negra, não”.

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  • Série

    Daniel de Oliveira será Henfil em série da Globo

    26 de outubro de 2020 /

    O ator Daniel de Oliveira (“Aos Teus Olhos”) foi escalado para o elenco de “Betinho”, série sobre o sociólogo Herbert de Souza (1935-1997). Na trama, ele interpretará Henfil (1944-1988), irmão de Betinho e cartunista famoso, criador dos Fradinhos, da Graúna e do bode Orelana, que morreu após se contaminar com Aids devido a uma transfusão de sangue. Para dar vida a Henfil, o ator terá de perder peso ao longo das filmagens. Ele passou por processo semelhante quando encarnou Cazuza no longa-metragem sobre o cantor, “O Tempo Não Para”, de 2004. “Betinho” terá direção do cineasta Sérgio Machado (“Tudo Que Aprendemos Juntos”), produção da AfroReggae Audiovisual com a Formata, e trará Julio Andrade (“Sob Pressão”) como protagonista. A trama contará a luta do sociólogo contra a fome no país e pela defesa dos direitos humanos, lembrando suas ações solidárias. O elenco contará ainda com Lázaro Ramos (“Mister Brau”), Natália Lage (“A Divisão”), Débora Nascimento (“Pacificado”), Ravel Andrade (“Reality Z”) e Danni Suzuki (“Arcanjo Renegado”), entre outros. Ravel Andrade, irmão de Julio, viverá Chico Mário, o irmão caçula de Betinho, Lázaro Ramos terá o papel de um médico, Débora Nascimento interpretará uma funcionária fictícia do Instituto Brasileiro de Análises Sociais (Ibase), fundado pelo sociólogo, enquanto Natália Lage e Danni Suzuki serão, respectivamente, Irles Carvalho e Maria Nakano, a primeira e a segunda mulher de Betinho. A estreia está prevista apenas para 2022.

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  • TV

    Lázaro Ramos vai dirigir especial da Globo para o Dia da Consciência Negra

    17 de outubro de 2020 /

    Lázaro Ramos vai dirigir um especial da Globo marcado para ir ao ar no Dia da Consciência Negra, em 20 de novembro. Segundo a colunista Patricia Kogut, do jornal O Globo, a produção será o primeiro de uma série de especiais que a emissora passará a exibir em datas importantes do calendário nacional. O especial foi criado por Manuela Dias, autora de “Amor de Mãe”, e reunirá textos históricos de personalidades conhecidas pela luta contra a escravidão, o racismo e a segregação racial. Mas, tristemente, nenhum dos líderes antirracistas citados por O Globo é brasileiro. Os atores Fabricio Boliveira, Babu Santana, Guilherme Silva, Ivy Souza e Naruna Costa viverão, respectivamente, o marinheiro nigeriano Olaudah Equiano, o lutador Muhammad Ali, o pastor Martin Luther King, a cantora Nina Simone e a ativista Angela Davis. Lázaro Ramos estreou como diretor no ano passado, à frente do filme “Medida Provisória”, que ainda permanece inédito devido à pandemia de coronavírus. Depois disso, ele comandou um episódio da antologia “Amor e Sorte”, feito durante a quarentena com sua esposa, a também atriz Taís Araújo.

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  • Filme

    Detetives do Prédio Azul vão ao “Fim do Mundo” no trailer de seu terceiro filme

    12 de outubro de 2020 /

    A Paris Entretenimento divulgou uma coleção de pôsteres e um novo trailer de “DPA3 – Uma Aventura no Fim do Mundo”, terceiro filme derivado da série “Detetives do Prédio Azul”, do canal pago infantil Gloob. A produção deve marcar a despedida do elenco atual, pois um terceiro time de detetives mirins já está gravando novos episódios da série. O time atual é o segundo da franquia, formado por Bento (Anderson Lima), Sol (Leticia Braga) e Pippo (Pedro Motta). A aventura atual gira em torno de um objeto encontrado pelo porteiro Severino (Ronaldo Reis). O que parecia uma inofensiva relíquia é, na verdade, metade do Medalhão de Uzur, responsável por controlar e manipular toda a magia existente no mundo. Assim que coloca o artefato no pescoço, o porteiro querido começa a se transformar em uma figura maligna e parte para o Fim do Mundo – que fica aqui perto, na Argentina. Com ajuda da feiticeira-mirim Berenice (Nicole Orsini), que já é praticamente um membro honorário do grupo, eles embarcam para a cidade mais ao Sul do continente na tentativa de salvar o amigo em perigo. Dirigido por Mauro Lima (“Tim Maia”), o terceiro longa da franquia contará com várias participações especiais, entre elas uma dupla rival dos heróis, a bruxa Duvíbora (vivida por Alexandra Richter, de “Minha Mãe é uma Peça”) e sua filha Dunhoca (Klara Castanho, de “Tudo por um Pop Star”) que farão de tudo para colocar as mãos na relíquia. O elenco também inclui a volta de Suely Franco como a Vó Berta, além de Lázaro Ramos (“Mister Brau”) e Alinne Moraes (“Tim Maia”). Previsto para junho passado, devido à pandemia de coronavírus o filme só será lançado em 2021, em data ainda não divulgada.

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  • Série

    Amor e Sorte: Série sobre casais de quarentena ganha trailer da Globo

    30 de agosto de 2020 /

    A Globo divulgou o primeiro trailer de “Amor e Sorte”, minissérie de comédia que reflete os problemas de convivência gerados pela quarentena de prevenção contra o coronavírus. A prévia reúne cenas das quatro histórias que compõem os capítulos da atração. “Amor e Sorte” reúne casais e famílias da vida real. Cada uma das duplas formadas por Taís Araújo e Lázaro Ramos, Luisa Arraes e Caio Blat, Fabiula Nascimento e Emilio Dantas, e Fernanda Torres e Fernanda Montenegro estrelam um capítulo diferente, que conta uma história completa, passada em suas próprias casas. Além de estrelar, eles também tiveram que operar todo o equipamento de gravação, e, segundo Lázaro Ramos, o estresse foi tanto que quase acabou com seu casamento. Os atores, porém, não interpretam eles mesmos, mas personagens criado por um time de roteiristas de primeira. O episódio protagonizado por Taís e Lázaro, por exemplo, foi escrito por Alexandre Machado. É o primeiro texto do roteirista desde a morte da mulher e parceira Fernanda Young (1970-2019). Jorge Furtado, que é criador de “Mister Brau”, “Sob Pressão” e “Todas as Mulheres do Mundo”, escreveu o capítulo de Luisa Arraes e Caio Blat. Fabiula Nascimento e Emilio Dantas estrelam um episódio escrito por Jô Abdu e Adriana Falcão. E a trama com Fernanda Montenegro e Fernanda Torres foi escrita por Antônio Prata, Chico Matoso, Furtado e a própria Fernanda Torres. Este último é o único capítulo que contará com uma equipe profissional in loco. É que Fernanda é casada com o cineasta Andrucha Waddington. Além disso, dois filhos deles, Pedro e Joaquim, também trabalham no meio. Não é por acaso que esse capítulo tem maior destaque na prévia. É que a gravação, com mais gente envolvida no “set”, resultou mais profissional. A série tem previsão de estreia para setembro.

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  • Série

    Lázaro Ramos diz que gravar série em casa com Taís Araújo quase acabou com casamento

    20 de agosto de 2020 /

    Lázaro Ramos contou que produzir a série “Amor e Sorte” durante a quarentena, sozinho com a mulher – e os filhos – em sua casa, quase rendeu separação de Taís Araujo. “O estresse foi grande. A gente quebrou muito pau”, contou o ator para Ingrid Guimarães, durante participação no programa “Além da Conta: Novo (A)Normal”, no GNT. Ele disse que lidar com o dia-a-dia dos afazeres domésticos e cuidar dos filhos pequenos – João Vicente, de 8 anos, e Maria Antônia, de 5 – acumulou estresse com o trabalho intenso da produção da série. “A gente nunca administrou tanta coisa junto. Achei que a gente fosse separar. Não era pela quarentena, era trabalhar na quarentena”, explicou. “A gente adora trabalhar junto e fez um seriado para a Globo aqui em casa. Só que a gente operava câmera, montava luz, os técnicos remotamente falando com a gente e orientando como fazer. A gente passou por isso”, acrescentou. Além de atuar diante das câmeras, os artistas precisaram assumir também a parte técnica da produção para gravar os episódios da série. A trabalheira afetou a harmonia do casal, mas não chegou ao limite. “Eu entendi que, agora, não largo dela por mais nada. Porque se passou da quarentena, se passou das brigas da quarentena, se ainda tem o tesãosinho de vez em quando… Agora não largo mais”, brincou Ramos. “Amor e Sorte” também vai reunir outros casais e famílias da vida real. Além de Taís Araújo e Lázaro Ramos, também participam Luisa Arraes e Caio Blat; Fabiula Nascimento e Emilio Dantas; Fernanda Torres e Fernanda Montenegro. Cada uma dessas duplas vai estrelar um episódio diferente da série, que vai tratar do isolamento social aproveitando atores que são casados ou, no caso das Fernandas, mãe e filha que passam a quarentena juntas por causa da pandemia de coronavírus. A série também usa as casas dos atores como cenário, entregando todo o equipamento de gravação no local e ensinando os intérpretes a como operá-lo. Os atores, porém, não interpretarão eles mesmos, mas personagens criado por um time de roteiristas de primeira. O episódio protagonizado por Taís Araújo e Lázaro Ramos, por exemplo, foi escrito por Alexandre Machado. É o primeiro texto do roteirista desde a morte da mulher e parceira Fernanda Young (1970-2019). Jorge Furtado, que é criador de “Mister Brau”, “Sob Pressão” e “Todas as Mulheres do Mundo”, escreveu o capítulo de Luisa Arraes e Caio Blat. Fabiula Nascimento e Emilio Dantas estrelam um episódio escrito por Jô Abdu e Adriana Falcão. E a trama com Fernanda Montenegro e Fernanda Torres foi escrita por Antônio Prata, Chico Matoso, Furtado e a própria Fernanda Torres. Este último é o único capítulo que contará com uma equipe profissional in loco. É que Fernanda é casada com o cineasta Andrucha Waddington e dois filhos deles, Pedro e Joaquim, também trabalham no meio. Graças a isso, a gravação terá mais gente envolvida no “set” residencial. Ou mais quebra-pau, como aconteceu com Taís e Lázaro. A série tem previsão de estreia para setembro.

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  • Série

    Globo prepara série de comédia sobre quarentena com casais reais

    20 de julho de 2020 /

    A rede Globo pretende aproveitar casais e famílias da vida real para fazer uma série de comédia sobre “amores possíveis” em tempos de quarentena. Cada um dos quatro episódios da nova série será protagonizado por uma dupla: Taís Araújo e Lázaro Ramos; Luisa Arraes e Caio Blat; Fabiula Nascimento e Emilio Dantas; Fernanda Torres e Fernanda Montenegro. “A ideia veio de uma urgência de fazer alguma coisa, de trabalhar, de contar histórias”, contou o diretor Jorge Furtado ao UOL. A ideia, no caso, foi de criar textos para aproveitar atores que são casados ou, no caso das Fernandas, mãe e filha que estão vivendo o isolamento social juntas por causa da pandemia de coronavírus. A série também vai usar as casas dos atores como cenário, entregando todo o equipamento de gravação no local e ensinando os intérpretes a como operá-lo. “Eles operam tudo que a gente pede. A câmera que vai para a casa deles é uma câmera muito mais simples, ‘pocket’, do que a gente costuma trabalhar nos estúdios. De um jeito que eles consigam fazer. Eles recebem microfones. Tem que posicionar ‘boom’, lapela, botar refletor, operar a câmera, ajustar tripé, fazer absolutamente tudo, com todos nós aqui, de cada departamento, instruindo”, contou a diretora artística Patrícia Pedrosa, que definiu o projeto como um “reality show da dramaturgia”. Cada episódio foi encomendado a autores diferentes. O protagonizado por Taís Araújo e Lázaro Ramos foi escrito por Alexandre Machado. É o primeiro texto do roteirista desde a morte da mulher e parceira Fernanda Young (1970-2019). Furtado, que é criador de “Mister Brau”, “Sob Pressão” e “Todas as Mulheres do Mundo”, escreveu o capítulo de Luisa Arraes e Caio Blat. Fabiula Nascimento e Emilio Dantas estrelam um episódio escrito por Jô Abdu e Adriana Falcão. E a trama com Fernanda Montenegro e Fernanda Torres foi escrita por Antônio Prata, Chico Matoso, Furtado e a própria Fernanda Torres. Este último é o único capítulo que contará com uma equipe profissional in loco. É que Fernanda é casada com o cineasta Andrucha Waddington e dois filhos deles, Pedro e Joaquim, também trabalham no meio. Graças a isso, a gravação terá mais gente envolvida no “set” residencial. Cada episódio da série deve ter cerca de 25 minutos e um tom “leve”, com um pouco de drama, mas pegada de comédia. Com título provisório de “Amores Possíveis”, mesmo nome de um filme de Sandra Werneck, com Murilo Benício e Carolina Ferraz, exibido em 2001, a exibição está prevista para as terças-feiras de setembro na Globo.

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  • Filme

    Trailer do drama M-8 chama atenção para o racismo estrutural brasileiro

    15 de junho de 2020 /

    A Paris Filmes e a Migdal Filmes divulgaram fotos, o pôster e o trailer de “M-8 – Quando a Morte Socorre a Vida”. Apesar do título de filme espírita, trata-se do novo drama de Jeferson De, do premiado “Bróder” (2010) e o mais próximo de um Spike Lee que o cinema nacional já produziu. Ele não gosta da comparação, mas ela existe porque Jeferson De ainda é um raro cineasta negro brasileiro que consegue se manter ativo sem grandes hiatos de produção há uma década, e sempre abordando temas de interesse racial em sua filmografia. Por sinal, a prévia de “M-8” sugere que se trata de seu filme mais fiel ao “Dogma Feijoada”, uma proposta para o cinema negro brasileiro que ele lançou em 1997 – em que diretor, ator principal e tema devem ser negros, atuais e urgentes, e que os personagens negros não podem ser estereotipados. Baseado no livro homônimo de Salomão Polakiewicz, o filme gira em torno de Maurício (Juan Paiva, de “Malhação”), filho de uma auxiliar de enfermagem (Mariana Nunes, de “Carcereiros”), que se torna calouro de uma faculdade de Medicina. Durante uma aula de anatomia, Maurício é apresentado a M-8 (Raphael Logam), corpo que servirá para estudo da classe durante o primeiro semestre. Mas ele não demora a descobrir que todos os cadáveres dos estudos são pretos, o que lhe causa espanto. Após se tornar vítima gratuita de violência policial e enfrentar outras experiências de racismo estrutural, Maurício passa a perceber que tem mais em comum com os mortos que com seus colegas brancos de aula. Lázaro Ramos, Henri Pagnoncelli, Zezé Motta e Malu Valle fazem participações especiais. Exibido no Festival do Rio do ano passado, “M-8” tem estreia prevista para o segundo semestre de 2020, quando os cinemas puderem reabrir.

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  • Filme

    Versão virtual do Festival SXSW terá apenas sete longas

    21 de abril de 2020 /

    Apenas sete dos 135 longas originalmente previstos para o Festival SXSW (South by Southwest) aceitaram a proposta dos organizadores para exibição online. Cancelado devido à pandemia de coronavírus, o evento texano vai apresentar os filmes de sua edição de 2020 num festival virtual na plataforma de streaming da Amazon, no dia 27 de abril. As obras ficarão disponíveis durante dez dias, de graça, na página inicial americana do Prime Video, serviço de streaming de vídeos da Amazon. A baixa adesão reflete a inquietação gerada pela proposta, com vários cineastas preocupados com o impacto que a disponibilização numa plataforma de streaming poderia ter sobre suas perspectivas de vendas futuras. Além disso, filmes com comercialização garantida recusaram o convite por acreditar que isso prejudicaria sua exibição nos cinemas. E ainda houve títulos adquiridos por plataforma rivais que nem consideraram a possibilidade. “Este é realmente um momento sem precedentes. As pessoas estão esperando o novo normal. E outros estão esperando o retorno ao normal”, disse a diretora do Festival SXSW, Janet Pierson, ao site The Hollywood Reporter . “Estamos apenas tentando tirar o melhor de uma situação complicada. E essa foi uma oferta concreta e empolgante da Amazon, que permite a uma grande variedade de cineastas a oportunidade de apresentar seus filmes a um público que de outra forma não conseguiria atingir”. Uma fonte da Amazon disse que o número de filmes que decidiram participar atendeu às suas expectativas. “Entendemos que todo filme tem sua própria estratégia e sabemos que essa oportunidade pode não fazer sentido para todo cineasta”, disse Jennifer Salke, diretora da Amazon Studios. “No entanto, stamos entusiasmados em fornecer essa plataforma para aqueles que querem compartilhar suas histórias agora. Até que possamos estar juntos pessoalmente novamente, esperamos que esta programação permita que essas histórias maravilhosas atinjam virtualmente os amantes do cinema em todo o país. ” Dos sete longas, quatro são obras de ficção e três são documentais. O brasileiro “Medida Provisória”, primeiro longa dirigido por Lázaro Ramos, não está entre eles. Três dos quatro dramas são produções francesas, um vem da Guatemala e todos os documentários foram feitos por americanos. A programação, que pode ser conferida aqui, ainda inclui mais 32 curtas e produções episódicas. Além das exibições dos filmes, o festival virtual também contará com painéis pré-gravados e sessão de perguntas e respostas produzidas pela equipe do SXSW. O acesso será gratuito, mas apenas para IPs dos Estados Unidos.

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  • Filme

    Festival SXSW vai ganhar versão virtual na plataforma de streaming da Amazon

    2 de abril de 2020 /

    O Festival SXSW (South by Southwest) vai virar evento virtual. Cancelado devido à pandemia de coronavírus, o evento de 2020 vai apresentar os filmes de sua programação original na plataforma de streaming da Amazon. Os organizadores do festival texano anunciaram a parceria nesta quinta (2/4), com o lançamento do projeto “Prime Video presents the SXSW 2020 Film Festival Collection”. Os cineastas que participarem receberão uma quantia em dinheiro – o valor não foi revelado – e a expectativa é que os longas fiquem disponíveis até o fim de abril. “Estamos honrados em promover espaço para os cineastas do SXSW dividirem seus trabalhos e paixões com o público pela primeira vez”, afirmou Jennifer Salke, chefe da Amazon Studios, em comunicado. O SXSW aconteceria em março, mas precisou ser cancelado devido à pandemia de covid-19. “Desde que o evento foi cancelado pela cidade de Austin, nós estamos focados em uma forma de como ajudar os cineastas que estavam inscritos”, disse a diretora do evento cinematográfico do SXSW, Janet Pierson. “Ficamos maravilhados quando a Amazon Prime Vídeo se ofereceu para transmitir o festival online.” Entre outros filmes, o festival deveria apresentar a première mundial do brasileiro “Medida Provisória”, primeiro longa dirigido por Lázaro Ramos. A programação ainda incluía “The King of Staten Island”, de Judd Apatow (“Ligeiramente Grávidos”), que não filmava há cinco anos, além de novos lançamentos dos cineastas Michael Showalter, Frank Oz, Kevin Willmott, Amy Seimetz e longas dirigidos pelos atores Alex Winter e John Leguizamo. Além da mostra cinematográfica, o SXSW também realizava simultaneamente eventos de tecnologia, séries e até um festival de rock, que ficaram inviabilizados com a suspensão do evento na cidade de Austin.

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  • Etc

    Festival SXSW é cancelado nos Estados Unidos devido ao coronavírus

    6 de março de 2020 /

    Os organizadores do Festival SXSW (South by Southwest) anunciaram o cancelamento do evento nesta sexta (6/3). Trata-se do segundo grande festival do audiovisual cancelado em meio à epidemia do coronavírus e o primeiro americano, após o francês MIPTV desistir de realizar sua edição de 2020 na quarta passada. O cancelamento do festival dedicado à tecnologia, ao audiovisual e à música ocorreu por determinação do município de Austin, Texas, onde o evento aconteceria a partir de 13 de março. Mas antes disso, várias empresas, como Apple, Netflix e Amazon, já tinham desistido de participar, esvaziando sua programação. Em sua porção cinematográfica, o festival deveria apresentar a première mundial do brasileiro “Medida Provisória”, primeiro longa dirigido por Lázaro Ramos. A programação também incluía “The King of Staten Island”, de Judd Apatow (“Ligeiramente Grávidos”), que não filmava há cinco anos, além de novos lançamentos dos cineastas Michael Showalter, Frank Oz, Kevin Willmott, Amy Seimetz e longas dirigidos pelos atores Alex Winter e John Leguizamo. “A situação [do coronavírus] evoluiu rapidamente e nós honramos e respeitamos a decisão da cidade de Austin”, anunciou a organização do evento em comunicado. “Nós estamos comprometidos em fazer a nossa parte para ajudar a proteger nossos funcionários, visitantes e os moradores de Austin.” Atualmente, os organizadores pensam em alternativas para reagendar o SXSW ou permitir que parte da programação planejada seja disponibilizada pela internet. “Nós vamos continuar a trabalhar duro para trazer a vocês os eventos únicos que vocês amam. É verdade que nosso evento de março de 2020 não vai mais acontecer do modo como gostaríamos, mas vamos continuar focados em nossa proposta — ajudar pessoas criativas a alcançarem seus objetivos”, finaliza o comunicado.

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  • Filme

    Detetives do Prédio Azul vão ao “Fim do Mundo” no trailer do novo filme

    18 de janeiro de 2020 /

    A Paris Filmes divulgou o primeiro trailer de “DPA 3: Uma Aventura no Fim do Mundo”. Depois de viajarem para a Europa na aventura passada, agora os Detetives do Prédio Azul precisarão ir até ao fim do mundo, também conhecido como Patagônia, logo ali na Argentina. O que leva Pippo (Pedro Henriques Motta), Bento (Anderson Lima) e Sol (Letícia Braga) para essa nova aventura é um objeto encontrado pelo porteiro Severino (Ronaldo Reis). O que parecia uma inofensiva relíquia é, na verdade, uma das faces do Medalhão de Uzur, responsável por controlar e manipular toda a magia existente no mundo. Assim que coloca o artefato no pescoço, o porteiro querido começa a se transformar em uma figura maligna, e parte para o Fim do Mundo. E é assim que o trio de heróis adolescentes se junta à feiticeira-mirim Berenice (Nicole Orsini), que já é membro honorário do grupo, para partir numa nova aventura, na tentativa de salvar o amigo em perigo. Dirigido por Mauro Lima (“Tim Maia”), o terceiro longa da franquia contará com várias participações especiais, entre elas uma dupla rival dos heróis, a bruxa Duvíbora (vivida por Alexandra Richter, de “Minha Mãe é uma Peça”) e sua filha Dunhoca (Klara Castanho, de “Tudo por um Pop Star”) que farão de tudo para colocar as mãos na relíquia. O elenco também inclui a volta de Suely Franco como a Vó Berta, além de Lázaro Ramos (“Mister Brau”) e Alinne Moraes (“Tim Maia”). A estreia está marcada para 25 de junho.

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  • Música

    Lázaro Ramos canta em 10 clipes de músicas de projeto infantil

    23 de junho de 2019 /

    O ator e em breve cineasta Lázaro Ramos está estreando em nova atividade: a música infantil. Ele lançou o projeto “Viagens da Caixa Mágica”, um disco baseado em dois livros de poesia escritos para seus filhos. São dez faixas e todas ganharam “clipes” – na verdade, registros de estúdio do ator/cantor dividindo o microfone com parceiros e convidados – as cantoras (e atriz) Heloísa Jorge, Lellê e Jéssica Ellen e o músico Jarbas Bittencourt (diretor musical do Bando de Teatro Olodum), responsável pelas composições. O resultado soa como se os Tribalistas fizessem uma trilha para o “Castelo Rá-Tim-Bum”, com tom entre didático e bem-humorado, expressando preocupação de abordar identidade racial de forma lúdica no universo infantil. Lázaro, claro, já tem experiência como cantor. Ele gravou 45 músicas durante a produção da série “Mister Brau”, em que interpreta um cantor. Todas as dez faixas de “Viagens da Caixa Mágica” podem ser ouvidas/vistas no playlist abaixo.

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