Oppenheimer: Novo filme de Christopher Nolan ganha trailer explosivo
A Universal Pictures divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Oppenheimer”, novo filme do diretor Christopher Nolan (“Tenet”). Cinebiografia do pai da bomba atômica, a prévia destaca o ator Cillian Murphy (“Peaky Blinders”) no papel-título, ponderando a responsabilidade de liberar tamanho poder nas mãos dos homens, enquanto testa a capacidade explosiva da sua invenção. O elenco estelar da produção também inclui Emily Blunt (“Um Lugar Silencioso”), Matt Damon (“Jason Bourne”), Robert Downey Jr. (“Homem de Ferro”), Benny Safdie (“Bom Comportamento”), Florence Pugh (“Viúva Negra”), Rami Malek (“007 – Sem Tempo para Morrer”), Dane DeHaan (“Valerian e a Cidade de Mil Planetas”), Matthew Modine (“Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge”), Kenneth Branagh (“Tenet”), Michael Angarano (“This Is Us”), Alden Ehrenreich (“Han Solo: Uma História Star Wars”) e David Krumholtz (“The Deuce”). Além de dirigir, Nolan assina o roteiro do longa, uma adaptação do livro “American Prometheus: The Triumph and Tragedy of J. Robert Oppenheimer”, de Kai Bird e Martin J. Sherwin. Publicado em 2005, o livro venceu o Prêmio Pulitzer. A trama gira em torno da criação da bomba atômica nos EUA, com Murphy no papel do cientista J. Robert Oppenheimer, que chefiou o projeto, e Blunt como sua esposa, Katherine “Kitty” Oppenheimer. Os dois atores trabalharam juntos recentemente em “Um Lugar Silencioso – Parte II”. “Oppenheimer” também será o primeiro longa de Nolan produzido pela Universal Pictures, após duas décadas de parceria do diretor com a Warner Bros. Embora seja um drama biográfico, a Universal está descrevendo o projeto como um “thriller épico” sobre “o paradoxo pulsante do homem enigmático que deve arriscar destruir o mundo para salvá-lo”. A estreia está marcada para 20 de julho no Brasil, próximo da data que marca o aniversário da explosão da bomba sobre Hiroshima (6 de agosto de 1945) e Nagasaki (9 de agosto de 1945).
Filme da banda Bee Gees troca diretor pela terceira vez
A diretora Lorene Scafaria (“As Golpistas”) foi contratada pelo estúdio Paramount para assumir o comando da cinebiografia da banda Bee Gees. Ela vai substituir John Carney (“Apenas uma Vez”), que citou conflito de agenda para abandonar o projeto. Curiosamente, Carney já era o substituto de Kenneth Branagh (vencedor do Oscar 2020 de Melhor Roteiro Original por “Belfast”), que também deixou o projeto alegando conflitos de agenda. Boatos de bastidores afirmam que a produção enfrenta dificuldades com os responsáveis pelo espólio da banda, que estaria tentando controlar todos os aspectos da produção. Mas fontes do Deadline refutam essa informação, sem, entretanto, dar outra explicação para tantas mudanças. A equipe de produção, liderada por Graham King, é a mesma do premiado “Bohemian Rhapsody”, que contou com supervisão constante dos músicos da banda Queen. No novo filme, quem acompanha de perto o projeto é Barry Gibb, último dos três irmãos da banda que permanece vivo – após a morte de Maurice em 2003 e de Robin em 2012. Scafaria, terceira diretora do filme, vai trabalhar com o roteiro mais recente, escrito por John Logan (“007 – Operação Skyfall”). O longo pretende mostrar o começo humilde dos irmãos Barry, Maurice e Robin Gibb na Austrália, durante os anos 1960, acompanhando sua jornada para se tornar um fenômeno pop mundial com o sucesso da trilha sonora do filme “Embalos de Sábado à Noite” (Saturday Night Fever) em 1977.
Kenneth Branagh reúne elenco grandioso para terceira adaptação de Agatha Christie
O 20th Century Studios vai produzir a terceira adaptação de Agatha Christie estrelada e dirigida por Kenneth Branagh, após “Assassinato no Expresso Oriente” e “Morte no Nilo”. O estúdio anunciou nesta segunda (10/10) o grandioso elenco de “A Haunting In Venice”, que reunirá os atores Jamie Dornan (“Cinquenta Tons de Liberdade”), Tina Fey (“30 Rock”), Kelly Reilly (“Yellowstone”), Michelle Yeoh (“Tudo Em Todo Lugar ao Mesmo Tempo”), Kyle Allen (“O Mapa das Pequenas Coisas Perfeitas”), Camille Cottin (“Killing Eve”), Jude Hill (“Belfast”), Ali Khan (“Red Rose”), Emma Laird (“Mayor of Kingstown”) e Riccardo Scamarico (“O Último Paraíso”) num mistério passado na cidade de Veneza, na Itália. O filme será uma adaptação do romance “A Noite das Bruxas”, lançado em 1969, e que se passa após a 2ª Guerra Mundial. Na trama, Hercule Poirot (novamente interpretado por Branagh) está aposentado e vivendo em um exílio auto-imposto na cidade mais glamorosa do mundo. No dia do Halloween, ele assiste a uma sessão espírita em um palácio decadente e assombrado. E quando um dos convidados é assassinado, o detetive se vê envolvido em jogo sinistro de sombras e segredos. “Este é um desenvolvimento fantástico do personagem Hercule Poirot, assim como da franquia Agatha Christie. Baseado em um livro complexo e pouco conhecido de mistério ambientado no Halloween em uma cidade pitorescamente arrebatadora, é uma oportunidade incrível para nós, como realizadores, e estamos aproveitando a chance de entregar algo verdadeiramente arrepiante para nosso fiel público”, disse Branagh em comunicado oficial. O roteiro foi escrito por Michael Green (roteirista dos dois filmes anteriores) e a produção está à cargo do próprio Branagh e do cineasta Ridley Scott (“Casa Gucci”). “A Haunting In Venice” ainda não tem previsão de estreia.
Ewan McGregor será nobre russo em série da Paramount+
O ator Ewan McGregor (“Obi-Wan Kenobi”) vai estrelar a série “A Gentleman in Moscow”, desenvolvida para o serviço de streaming Paramount+. Baseada no livro de Amor Towles, a série vai acompanhar o Conde Alexander Rostov (papel de McGregor) que, após a Revolução Russa, é poupado de uma execução imediata, mas é obrigado por um tribunal soviético a viver num sótão no opulento Hotel Metropol, sob a ameaça de morte caso ele saia de lá. Do lado de fora do hotel, os anos se passam e a história russa adentra algumas das suas décadas mais tumultuadas. E do lado de dentro, Rostov descobre o verdadeiro valor da amizade, da família e do amor. O papel seria originalmente interpretado pelo ator e cineasta Kenneth Branagh (“Morte no Nilo”), que acabou desistindo e, com isso, abriu a vaga para McGregor. “É uma história incrível e maravilhosa e estou muito animado para interpretar um papel tão fabuloso”, disse McGregor em comunicado oficial. Além de estrelar a série, Ewan McGregor vai produzi-la, ao lado de Ben Vanstone (“Criaturas Grandes e Pequenas”), que também vai atuar como showrunner da atração. “A Gentleman in Moscow” ainda não tem previsão de estreia. Ewan McGregor está envolvido em diferentes projetos, entre eles o filme “Raymond & Ray”, sobre dois irmãos que se reúnem para o funeral do pai deles. O filme tem estreia marcada para 21 de outubro nos EUA.
Diretor de “Apenas uma Vez” fará filme dos Bee Gees
A Paramount contratou o diretor John Carney, responsável pelos filmes de temática musical “Apenas uma Vez” e “Sing Street”, para dirigir a cinebiografia da banda Bee Gees. Ele vai substituir Kenneth Branagh (vencedor do Oscar 2020 de Melhor Roteiro Original por “Belfast”), que deixou o projeto por conflitos de agenda. Também houve mudança de roteirista. A história agora está sendo escrita por John Logan (“007 Contra Spectre”) no lugar de Ben Elton (que tinha trabalhado com Branagh em “A Pura Verdade”) e a produção ainda contará com participação de Barry Gibb, último dos três irmãos da banda que permanece vivo – após a morte de Maurice em 2003 e de Robin em 2012. Em desenvolvimento há um ano e ainda sem título definido, o filme vai seguir o começo humilde dos irmãos Barry, Maurice e Robin Gibb na Austrália, durante os anos 1960, até sua jornada para se tornar um fenômeno pop mundial com o sucesso da trilha sonora do filme “Embalos de Sábado à Noite” (Saturday Night Fever) em 1977. A Amblin Entertainment, de Steven Spielberg, assina a produção em parceria com a GK Films, de Graham King, produtor de “Bohemian Rhapsody”. Recentemente, os Bee Gees também foram tema de um documentário da HBO, intitulado “How Can You Mend a Broken Heart”, com direção de Frank Marshall (“Resgate Abaixo de Zero”).
“Ataque dos Cães” vence Critics Choice
O filme “Ataque dos Cães” venceu o Critics Choice Awards na noite de domingo (13/3) em Los Angeles, completando um fim de semana perfeito, após conquistar o BAFTA, prêmio da Academia Britânica. Além disso, a diretora Jane Campion venceu o troféu do Sindicato dos Diretores, o BAFTA e agora levou o Critics Choice de Melhor Direção, além de Melhor Roteiro Adaptado. Com essa avalanche, “Ataque dos Cães” e sua cineasta viraram grandes favoritos para faturar também o Oscar, que será entregue em 27 de março. “Estamos muito orgulhosos e muito agradecidos ao Critics Choice Awards por nos escolher. Ainda tenho um pouco de transtorno de estresse pós-traumático pelas críticas do início de minha carreira”, brincou Campion, ao receber os prêmios. “Agora sou como a avó no movimento das mulheres no cinema. Mas ainda estou aqui”, acrescentou a diretora neozelandesa. Dirigindo-se a Venus e Serena Williams que estavam no evento, Jane Campion completou: “Serena e Venus, vocês são maravilhosas, porém vocês não jogam contra os caras como eu tenho que jogar”. Mais tarde, ela pediu desculpas para as duas pela declaração “impensada”: “Eu celebro vocês”. Por falar nas irmãs Williams, Will Smith levou o prêmio de Melhor Ator por “King Richard: Criando Campeãs”, filme sobre as jovens tenistas, enquanto Jessica Chastain ficou com o prêmio de Melhor Atriz por “Os Olhos de Tammy Faye”. Nas categorias coadjuvantes, os vencedores também repetiram o BAFTA: Troy Kotsur por “No Ritmo do Coração” e Ariana DeBose por “Amor, Sublime Amor”. Para completar, entre as séries “Succession” venceu como Melhor Drama, “Ted Lasso” na categoria de Comédia, “Round 6” foi a Melhor Série Internacional, “Mare of Easttown” foi eleita a Melhor Minissérie e “What If…?” a Melhor Animação. Melhor Filme “Ataque dos Cães” Melhor Ator Will Smith – “King Richard” Melhor Atriz Jessica Chastain – “Os Olhos de Tammy Faye” Melhor Ator Coadjuvante Troy Kotsur – “No Ritmo do Coração” Melhor Atriz Coadjuvante Ariana DeBose – “Amor, Sublime Amor” Melhor Ator/Atriz Jovem Jude Hill – “Belfast” Melhor Elenco “Belfast” Melhor Direção Jane Campion – “Ataque dos Cães” Melhor Roteiro Original Kenneth Branagh – “Belfast” Melhor Roteiro Adaptado Jane Campion – “Ataque dos Cães” Melhor Fotografia Ari Wegner – “Ataque dos Cães” Melhor Design de Produção Patrice Vermette, Zsuzsanna Sipos – “Duna” Melhor Edição Sarah Broshar and Michael Kahn – “Amor, Sublime Amor” Melhor Figurino Jenny Beavan – “Cruella” Melhor Cabelo e Maquiagem “Os Olhos de Tammy Faye” Melhores Efeitos Especiais “Duna” Melhor Comédia “Licorice Pizza” Melhor Animação “A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas” Melhor Filme em Língua Estrangeira “Drive My Car” (Japão) Melhor Canção No Time to Die – “007 – Sem Tempo para Morrer” Melhor Trilha Sonora Hans Zimmer – “Duna” Melhor Série – Drama “Succession” (HBO) Melhor Ator em Série – Drama Lee Jung-jae – “Round 6” Melhor Atriz em Série – Drama Melanie Lynskey – “Yellowjackets” Melhor Ator Coadjuvante em Série – Drama Kieran Culkin – “Succession” Melhor Atriz Coadjuvante em Série – Drama Sarah Snook – “Succession” Melhor Série – Comédia “Ted Lasso” (Apple TV+) Melhor Ator em Série – Comédia Jason Sudeikis – “Ted Lasso” Melhor atriz em Série – Comédia Jean Smart – “Hacks” Melhor Ator Coadjuvante em Série – Comédia Brett Goldstein – “Ted Lasso” Melhor Atriz Coadjuvante em Série – Comédia Hannah Waddingham – “Ted Lasso” Melhor Minissérie “Mare of Easttown” (HBO) Melhor Telefilme “Oslo” (HBO) Melhor Ator em Minissérie ou Telefilme Michael Keaton – “Dopesick” Melhor Atriz em Minissérie ou Telefilme Kate Winslet – “Mare of Easttown” Melhor Ator Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme Murray Bartlett – “The White Lotus” Melhor Atriz Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme Jennifer Coolidge – “The White Lotus” Melhor Série em Língua Estrangeira “Round 6” (Netflix) Melhor Série Animada “What If…?” (Disney+) Melhor Talk Show “Late Night With Seth Meyers” (NBC) Melhor Especial de Comédia “Bo Burnham: Inside” (Netflix)
Bafta Awards: “Ataque dos Cães” vence o Oscar britânico
A Academia Britânica de Artes Cinematográficas e Televisivas (BAFTA, na sigla em inglês) premiou “Ataque dos Cães”, de Jane Campion, como Melhor Filme do ano. A cerimônia dos BAFTA Awards, realizada em Londres na tarde deste domingo (13/3), ainda reconheceu o talento da cineasta neozelandesa com o troféu de Melhor Direção. Astro do filme, Benedict Cumberbatch recebeu os prêmios por Campion, que está em Los Angeles, onde há poucas horas conquistou o troféu do Sindicato dos Diretores dos EUA (DGA Awards). Indicado na categoria de Melhor Ator, Cumberbatch acabou sem seu troféu. A disputa foi vencida por Will Smith, com seu desempenho como pai e treinador das tenistas Vênus e Serena Williams em “King Richard”. O prêmio de Melhor Atriz ficou com a veterana estrela galesa Joanna Scanlan por “After Love”, produção de 2020 que só teve distribuição na Europa. Já entre os coadjuvantes, venceram os favoritos: Ariana DeBose, por “Amor, Sublime Amor”, e Siân Heder, por “No Ritmo do Coração”. Outro trabalho favorito da premiação, “Belfast”, de Kenneth Branagh, foi eleito o Melhor Filme Britânico. E “Duna” varreu as categorias técnicas, tornando-se o filme mais premiado da noite com cinco vitórias – Melhor Fotografia, Efeitos Visuais, Desenho de Produção, Trilha Sonora e Som. Confira abaixo a lista completa dos premiados. Melhor Filme “Ataque dos Cães” Melhor Filme Britânico “Belfast” Melhor Filme de Língua Não Inglesa “Drive My Car” (Japão) Melhor Direção Jane Campion, por “Ataque dos Cães” Melhor Roteiro Original Paul Thomas Anderson, por “Licorice Pizza” Melhor Roteiro Adaptado Siân Heder, por “No Ritmo do Coração” Melhor Atriz Joanna Scanlan, por “After Love” Melhor Ator Will Smith, por “King Richard: Criando Campeãs” Melhor Atriz Coadjuvante Ariana DeBose, por “Amor, Sublime Amor” Melhor Ator Coadjuvante Troy Kotsur, por “No Ritmo do Coração” Melhor Documentário “Summer of Soul (… ou, Quando a Revolução Não Pode Ser Televisionada)” Melhor Animação “Encanto” Melhor Trilha Sonora Hans Zimmer, por “Duna” Melhor Fotografia Greig Fraser, por “Duna” Melhor Edição Tom Cross e Elliot Graham, por “007 – Sem Tempo Para Morrer” Melhor Design de Produção Patrice Vermette e Zsuzsanna Sipos, por “Duna” Melhor Figurino Jenny Beavan, por “Cruella” Melhor Cabelo e Maquiagem Linda Dowds, Stephanie Ingram e Justin Raleigh, por “Os Olhos de Tammy Faye” Melhor Som Mac Ruth, Mark Mangini, Doug Hemphill, Theo Green e Ron Bartlett, por “Duna” Melhores Efeitos Especiais Brian Connor, Paul Lambert, Tristan Myles e Gerd Nefzer, por “Duna” Melhor Diretora de Casting Cindy Tolan, por “Amor, Sublime Amor” Melhor Estreia de Roteirista, Diretor ou Produtor Britânico Jeymes Samuel, diretor/roteirista de “Vingança & Castigo” Melhor Estrela em Ascensão (Voto do Público) Lashana Lynch, por “007 – Sem Tempo Para Morrer” Melhor Curta Britânico “The Black Cop” Melhor Curta Britânico em Animação “Do Not Feed the Pigeons”
Kenneth Branagh vai filmar terceira adaptação de Agatha Christie
O ator e diretor Kenneth Branagh vai completar uma trilogia de mistérios de Agatha Christie. O presidente do 20th Century Studios, Steve Asbell, revelou ao site The Hollywood Reporter que o roteiro do terceiro filme inclusive já está pronto e vai adaptar “um dos livros menos conhecidos” da escritora britânica. “Temos um terceiro roteiro escrito por Michael Green, que será uma mudança bastante ousada de gênero e tom. Passa-se na Veneza do pós-guerra e adapta um dos romances menos conhecidos de Agatha Christie. Então eu acho que você vai ver o bigode novamente”, o executivo afirmou, referindo-se uma característica do personagem de Branagh nas adaptações, o bigode do inspetor Hercule Poirot. Branagh interpretou Poirot em “Assassinato no Expresso do Oriente” (2017) e no recente “Morte no Nilo” (2022). Ele também dirigiu todos os filmes e trabalhou com o roteirista Michael Green em cada uma das produções. Caso o 20th Century decida seguir a ordem dos remakes dos mistérios de Poirot exibidos anteriormente no cinema, depois de “Assassinato no Expresso Oriente” (1974) e “Morte no Nilo” (1978) veio “Assassinato num Dia de Sol” (1982).
Primeira foto do novo filme de Christopher Nolan traz Cillian Murphy como Oppenheimer
A Universal Pictures divulgou a primeira foto de “Oppenheimer”, filme sobre o pai da bomba atômica. A imagem em preto e branco destaca o ator Cillian Murphy (“Peaky Blinders”) com chapéu de época no papel-título. O novo filme do diretor Christopher Nolan (“Tenet”) também traz em seu elenco estelar Emily Blunt (“Um Lugar Silencioso”), Matt Damon (“Jason Bourne”), Robert Downey Jr. (“Homem de Ferro”), Benny Safdie (“Bom Comportamento”), Florence Pugh (“Viúva Negra”), Rami Malek (“007 – Sem Tempo para Morrer”), Dane DeHaan (“Valerian e a Cidade de Mil Planetas”), Matthew Modine (“Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge”) e anunciou nesta terça (22/2) mais quatro atores: Kenneth Branagh (“Tenet”), Michael Angarano (“This Is Us”), Alden Ehrenreich (“Han Solo: Uma História Star Wars”) e David Krumholtz (“The Deuce”). Além de dirigir, Nolan assina o roteiro do longa, uma adaptação do livro “American Prometheus: The Triumph and Tragedy of J. Robert Oppenheimer”, de Kai Bird e Martin J. Sherwin. Publicado em 2005, o livro venceu o Prêmio Pulitzer. A trama gira em torno da criação da bomba atômica nos EUA, com Murphy no papel do cientista J. Robert Oppenheimer, que chefiou o projeto, e Blunt como sua esposa, Katherine “Kitty” Oppenheimer. Os dois trabalharam juntos recentemente em “Um Lugar Silencioso – Parte II”. “Oppenheimer” também será o primeiro longa de Nolan produzido pela Universal Pictures, após duas décadas de parceria do diretor com a Warner Bros. Embora seja um drama biográfico, a Universal está descrevendo o projeto como um “thriller épico” sobre “o paradoxo pulsante do homem enigmático que deve arriscar destruir o mundo para salvá-lo”. A estreia está marcada para julho de 2023, próximo da data que marca o aniversário da explosão da bomba sobre Hiroshima (6 de agosto de 1945) e Nagasaki (9 de agosto de 1945).
Os talentos que fizeram história na lista do Oscar 2022
A lista de indicados ao Oscar 2022 registrou alguns feitos históricos. Vários “pela primeira vez” e até um “pela décima vez”. Denzel Washington foi quem atingiu sua 10ª indicação à honraria máxima do cinema, por seu desempenho em “A Tragédia de Macbeth”. Ele já tem dois Oscars, como Melhor Ator Coadjuvante em 1990, por “Tempos de Glória”, e Melhor Ator em 2002, por “Dia de Treinamento”. A marca aumenta seu destaque como ator negro mais reconhecido de todos os tempos. Outro recorde foi atingido por Steven Spielberg na disputa de Melhor Direção. O veterano cineasta alcançou uma marca histórica com a indicação, tornando-se o primeiro diretor a concorrer ao prêmio em seis décadas diferentes – nos anos 1970 por “Contatos Imediatos do Terceiro Grau”, nos 1980 por “Os Caçadores da Arca Perdida” e “ET: O Extraterrestre”, nos 1990 por “A Lista de Schindler” e “O Resgate do Soldado Ryan”, nos 2000 por “Munique”, nos 2010 por “Lincoln” e agora por “Amor, Sublime Amor”. Assim como Denzel, ele já venceu duas vezes. Kenneth Branagh quebrou um recorde diferente, ao se tornar a pessoa mais indicada em diferentes categorias do Oscar. Ele chegou à sete categorias com as três indicações por “Belfast”: Melhor Filme (como produtor), Roteiro Original e Direção. As demais indicações de sua carreira incluem Melhor Ator (por “Henrique V”), Ator Coadjuvante (“Sete Dias com Marilyn”), Roteiro Adaptado (“Hamlet”) e Curta-Metragem (“Swan Song”), além de uma menção anterior em Direção (“Henrique V”). A cineasta Jane Campion igualmente fez História como a primeira mulher a disputar duas vezes o Oscar de Melhor Direção. Ela foi indicada pela primeira vez em 1994 com “O Piano” – e ainda concorre neste ano na categoria de Melhor Roteiro Adaptado. O Oscar ainda reuniu, pela primeira vez, dois casais entre os indicados a prêmios de interpretação. Kirsten Dunst e Jesse Plemons concorrem ao Oscar de Melhor Atriz e Ator Coadjuvante (por “Ataque dos Cães”), enquanto os espanhóis Penélope Cruz e Javier Bardem disputam as categorias de Melhor Atriz e Ator (por “Mães Paralelas” e “Apresentando os Ricardos”, respectivamente). Entre os intérpretes, Troy Kotsur ainda virou o primeiro ator surdo a ser indicado ao prêmio. Ele disputa o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante por “No Ritmo do Coração”, onde, curiosamente, faz par com Marlee Matlin, a única atriz surda vencedora do Oscar, por “Filhos do Silêncio” em 1987. Ao todo, nove atores receberam as primeiras nomeações de suas carreiras: Kristen Stewart (“Spencer”), Jessie Buckley (“A Filha Perdida”), Ariana DeBose (“Amor, Sublime Amor”), Aunjanue Ellis (“King Richard”), Ciarán Hinds (“Belfast”) e os citados Troy Kotsur (“No Ritmo do Coração”), Kirsten Dunst, Jesse Plemons e Kodi Smit-McPhee (“Ataque dos Cães”). Quem ainda não chegou lá, mas pode virar recordista se vencer, é o compositor Lin-Manuel Miranda, indicado pela segunda vez ao Oscar de Melhor Canção por “Encanto”. Caso leve o troféu, ele entrará no clube VIP do EGOT, sigla que se refere às conquistas do Emmy (troféu da televisão dos EUA), Grammy (da música), Oscar (cinema) e Tony (teatro). Só lhe falta a validação da Academia para atingir a consagração completa do entretenimento americano. Na relação de filmes, a principal façanha ficou por conta da indicação tripla de “Flee”. A produção norueguesa dirigida por Jonas Poher Rasmussen é o primeiro longa indicado simultaneamente nas categorias de Melhor Filme Internacional, Animação e Documentário. Muitos questionaram porque “Mães Paralelas”, a nova obra de Pedro Almodóvar, não apareceu também na lista de Melhor Filme Internacional, tendo rendido indicações para Penélope Cruz e sua trilha sonora. O motivo foi o pior possível: a Espanha simplesmente esnobou o filme e não o inscreveu na disputa (o comitê do país selecionou “El Buen Patrón”, que não foi indicado). Enquanto a Academia não mudar as regras da categoria (restrita à indicações burocráticas de comitês sem relação com o Oscar), esse tipo de falha vai seguir dando o que falar – e lamentar. Em compensação, o diretor Ryûsuke Hamaguchi conseguiu um feito que nem Akira Kurosawa conquistou: “Drive My Car” se tornou o primeiro longa japonês indicado ao Oscar de Melhor Filme. Vencedor do Festival de Sundance, “No Ritmo do Coração” também deixou sua marca como o primeiro título da Apple (exibido com exclusividade na Apple TV+ nos EUA) indicado na categoria principal. E vale apontar que a Netflix tem dois títulos nesta lista: “Ataque dos Cães” e “Não Olhe para Cima”. Para completar, quem disse que filme ruim não disputa o Oscar? Com apenas 49% de aprovação da crítica, “Um Príncipe em Nova York 2” conseguiu uma indicação em Melhor Maquiagem e Cabelo, categoria que, de forma vergonhosa, já chegou a premiar um filme ainda pior: “Esquadrão Suicida” (só 26% no Rotten Tomatoes) em 2017.
Nova data do Critics Choice coincide com premiação britânica
A premiação Critics Choice Awards 2022 definiu sua nova data, após o adiamento devido ao aumento de casos de coronavírus nos EUA. Previsto originalmente para 9 de janeiro, a cerimônia agora acontecerá em 13 de março. Com isso, o evento vai acontecer no mesmo dia do BAFTA 2022, outra premiação importante, considerada o “Oscar britânico”. Dessa forma, alguns indicados terão que escolher entre as duas cerimônias, o que deve gerar desfalques no comparecimento de ambas. Joey Berlin, presidente da organização que coordena o Critics, pediu desculpas pelo agendamento inconveniente, mas disse que “olhou o calendário e concluiu que não tinha nenhuma outra escolha”, tendo em vista o contrato com a rede americana The CW, que exibe cerimônia nos EUA, exigir que ela aconteça em um domingo. A relação dos filmes indicados ao prêmio da crítica americana é liderada pelo musical “Amor, Sublime Amor”, de Steven Spielberg, e por “Belfast”, drama semibiográfico de Kenneth Branagh, ambos com 11 nomeações, seguidos por “Duna” e “Ataque dos Cães”, que também empataram com 10 menções cada um, e mais um empate, entre “Licorice Pizza” e “O Beco do Pesadelo” com 8 indicações. Já as categorias televisivas são dominadas por “Succession”, da HBO, que concorre a 8 prêmios. A apresentação do Critics Choice Awards 2022 será realizada pelos atores Taye Diggs (“All American”) e Nicole Byer (“Loosely Exactly Nicole”). Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Critics Choice (@criticschoice)
“Morte no Nilo” tem trailer cheio de suspeitos
O 20th Century Studios divulgou o pôster e o novo trailer de “Morte no Nilo”, continuação de “Assassinato no Expresso do Oriente”, que traz Kenneth Branagh de volta ao papel do detetive Hercule Poirot. A prévia do novo mistério, embalada por “Policy of Truth”, do Depeche Mode, apresenta os suspeitos de um assassinato cruel durante uma viagem de lua de mel num cruzeiro pelo rio Nilo. Curiosamente, a prévia faz questão de esconder quem morreu, com uma edição que mostra a vítima em várias cenas como se fosse suspeita de seu próprio assassinato. E esta não é a única peculiaridade da montagem. Envolvido em escândalos sexuais, o ator Armie Hammer (“Me Chame Pelo Seu Nome”) tem a presença dramaticamente minimizada, tornando-se o único integrante do elenco grandioso a não receber closes no trailer. Além de Hammer e Branagh, o filme reúne Gal Gadot (“Mulher-Maravilha”), Annette Bening (“Capitã Marvel”), Letitia Wright (“Pantera Negra”), Ali Fazal (“Victoria e Abdul: O Confidente da Rainha”), Sophie Okonedo (“Hellboy”), Emma Mackey (“Sex Education”), Dawn French (“Delicious”), Rose Leslie (“Game of Thrones”), Jennifer Saunders (“Absolutely Fabulous”), Russell Brand (“Arthur, o Milionário Irresistível”) e Tom Bateman, que retoma o papel de Monsieur Bouc de “Assassinato no Expresso do Oriente”, embora o personagem não faça desta história, em sua versão original. Branagh também dirige a adaptação, como fez em “Assassinato no Expresso do Oriente”, filme que também contou com o mesmo roteirista, Michael Green, e praticamente a mesma premissa. A diferença básica é que, em vez de um trem europeu, desta vez o detetive Poirot tem que descobrir um assassino a bordo de um navio de luxo na África. O livro de Agatha Christie em que a produção se baseia foi publicado em 1937 e já teve uma adaptação anterior no cinema. Em 1978, também serviu de continuação para “Assassinato no Expresso Oriente” (1974) e reuniu outro elenco notável, formado por Bette Davis, Jane Birkin, Angela Lansbury, Maggie Smith, Mia Farrow, David Niven, Jon Finch e George Kennedy, além de Peter Ustinov no papel de Poirot. A estreia está marcada para 10 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Veja o trailer abaixo, em versões legendada e dublada em português.
Prêmio Critics Choice destaca “Amor, Sublime Amor” e “Belfast”
Brigando desde os anos 1990 com o Globo de Ouro, o Critics Choice Awards foi para cima do prêmio rival nesta segunda-feira (13/12). Aproveitando o vexame da falta de prestígio da cerimônia da Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA, na sigla em inglês), que não será televisionada em 2022, a Associação do Critics Choice fez alarde de seus indicados cinematográficos, que foram revelados praticamente na mesmo instante em que o Globo de Ouro anunciou sua lista. A relação dos filmes indicados ao prêmio da crítica americana foi liderada pelo musical “Amor, Sublime Amor”, de Steven Spielberg, e por “Belfast”, drama semibiográfico de Kenneth Branagh, com 11 nomeações, seguidos por “Duna” e “Ataque dos Cães”, que também empataram com 10 menções cada um. Logo atrás, houve mais um empate, entre “Licorice Pizza” e “O Beco do Pesadelo”, com 8 indicações. A lista das atrações das categorias televisivas foi anunciada na semana passada, destacando “Succession”, da HBO, na disputa por 8 prêmios. Além de revelar os concorrentes no mesmo dia do Globo de Ouro, o Critics Choice Awards 2022 também vai acontecer na mesma data, em 9 de janeiro. Quem vacilou, neste caso, foi o Globo de Ouro, que marcou sua premiação para o dia anteriormente reservado pelos críticos americanos, esperando que o evento rival alterasse seus planos. Isto não aconteceu e ainda acirrou os ânimos. Era a exibição televisiva que fazia o Globo de Ouro ser respeitado. Mas agora é o Critics Choice que tem a TV ao seu lado, ocupando inclusive a vaga do evento da HFPA na programação do canal pago TNT no Brasil. A implosão do Globo de Ouro é dramática, consequência de boicote não só da rede NBC, que decidiu deixar de exibir o evento em 2022, mas também de estúdios e das principais agências de talentos da América do Norte e do Reino Unido, que proibiram as maiores estrelas de Hollywood de prestigiar sua cerimônia. A reação inédita foi consequência de várias denúncias contra a HFPA, que até o ano passado não tinha integrantes negros, o que também trouxe à tona acusações de histórico sexista e falta de ética de integrantes da organização – em suma, a votação tinha cartas marcadas. Mesmo comprometendo-se a mudar, para não perder seus privilégios e os milhões do contrato televisivo, a HFPA decepcionou os poucos que acreditaram em suas promessas, anunciando a impressionante integração de seis críticos negros em 1 de outubro – um resultado pífio, que tornou os eleitores do Globo de Ouro apenas 5,7% mais diversos que no ano passado. Exibida em meio à polêmica, a premiação do Globo de Ouro de 2021 teve a pior audiência do prêmio em todos os tempos, assistida por 6,9 milhões de pessoas. Uma catástrofe quase apocalíptica em comparação aos 18,3 milhões que sintonizaram no ano anterior. Se o Critics Choice Awards render boa audiência em 2022, o prêmio dos críticos estrangeiros de Hollywood pode não ter mais volta. Para contrastar ainda mais com a percepção negativa do Globo de Ouro, os responsáveis pela cerimônia dos críticos americanos escalaram dois apresentadores negros, os atores Taye Diggs (“All American”) e Nicole Byer (“Loosely Exactly Nicole”), para comandar o evento. E devem contar com a participação da maioria dos astros indicados, ao contrário do Globo de Ouro. Veja abaixo a lista dos indicados nas categorias de cinema. Melhor Filme “Belfast” “No Ritmo do Coração” “Não Olhe Para Cima” “Duna” “King Richard – Criando Campeãs” “Licorice Pizza” “O Beco do Pesadelo” “Ataque dos Cães” “tick, tick… BOOM!” “Amor, Sublime Amor” Melhor Ator Nicolas Cage – “Pig” Benedict Cumberbatch – “Ataque dos Cães” Peter Dinklage – “Cyrano” Andrew Garfield – “tick, tick… BOOM!” Will Smith – “King Richard” Denzel Washington – “The Tragedy of Macbeth” Melhor Atriz Jessica Chastain – “Os Olhos de Tammy Faye” Olivia Colman – “A Filha Perdida” Lady Gaga – “Casa Gucci” Alana Haim – “Licorice Pizza” Nicole Kidman – “Being the Ricardos” Kristen Stewart – “Spencer” Melhor Ator Coadjuvante Jamie Dornan – “Belfast” Ciarán Hinds – “Belfast” Troy Kotsur – “No Ritmo do Coração” Jared Leto – “Casa Gucci” J.K. Simmons – “Being the Ricardos” Kodi Smit-McPhee – “Ataque dos Cães” Melhor Atriz Coadjuvante Caitríona Balfe – “Belfast” Ariana DeBose – “Amor, Sublime Amor” Ann Dowd – “Mass” Kirsten Dunst – “Ataque dos Cães” Aunjanue Ellis – “King Richard” Rita Moreno – “Amor, Sublime Amor” Melhor Ator/Atriz Jovem Jude Hill – “Belfast” Cooper Hoffman – “Licorice Pizza” Emilia Jones – “No Ritmo do Coração” Woody Norman – “Sempre em Frente” Saniyya Sidney – “King Richard” Rachel Zegler – “Amor, Sublime Amor” Melhor Elenco “Belfast” “Não Olhe Para Cima” “Vingança & Castigo” “Licorice Pizza” “Ataque dos Cães” “Amor, Sublime Amor” Melhor Direção Paul Thomas Anderson – “Licorice Pizza” Kenneth Branagh – “Belfast” Jane Campion – “Ataque dos Cães” Guillermo del Toro – “O Beco do Pesadelo” Steven Spielberg – “Amor, Sublime Amor” Denis Villeneuve – “Duna” Melhor Roteiro Original Paul Thomas Anderson – “Licorice Pizza” Zach Baylin – “King Richard” Kenneth Branagh – “Belfast” Adam McKay, David Sirota – “Não Olhe Para Cima” Aaron Sorkin – “Being the Ricardos” Melhor Roteiro Adaptado Jane Campion – “Ataque dos Cães” Maggie Gyllenhaal – “A Filha Pedida” Siân Heder – “No Ritmo do Coração” Tony Kushner – “Amor, Sublime Amor” Jon Spaihts, Denis Villeneuve, Eric Roth – “Duna” Melhor Fotografia Bruno Delbonnel – “The Tragedy of Macbeth” Greig Fraser – “Duna” Janusz Kaminski – “Amor, Sublime Amor” Dan Laustsen – “O Beco do Pesadelo” Ari Wegner – “Ataque dos Cães” Haris Zambarloukos – “Belfast” Melhor Design de Produção Jim Clay, Claire Nia Richards – “Belfast” Tamara Deverell, Shane Vieau – “O Beco do Pesadelo” Adam Stockhausen, Rena DeAngelo – “A Crônica Francesa” Adam Stockhausen, Rena DeAngelo – “Amor, Sublime Amor” Patrice Vermette, Zsuzsanna Sipos – “Duna” Melhor Edição Sarah Broshar and Michael Kahn – “Amor, Sublime Amor” Úna Ní Dhonghaíle – “Belfast” Andy Jurgensen – “Licorice Pizza” Peter Sciberras – “Ataque dos Cães” Joe Walker – “Duna” Melhor Figurino Jenny Beavan – “Cruella” Luis Sequeira – “O Beco do Pesadelo” Paul Tazewell – “Amor, Sublime Amor” Jacqueline West, Robert Morgan – “Duna” Janty Yates – “Casa Gucci” Melhor Cabelo e Maquiagem “Cruella” “Duna” “Os Olhos de Tammy Faye” “Casa Gucci” “O Beco do Pesadelo” Melhores Efeitos Especiais “Duna” “Matrix Resurrections” “O Beco do Pesadelo” “007 – Sem Tempo para Morrer” “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” Melhor Comédia “Barb & Star Go to Vista Del Mar” “Não Olhe Para Cima” “Free Guy” “A Crônica Francesa” “Licorice Pizza” Melhor Animação “Encanto” “Flee” “Luca” “A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas” “Raya e o Último Dragão” Melhor Filme em Língua Estrangeira “A Hero” (Irã) “Drive My Car” (Japão) “Flee” (Dinamarca) “A Mão de Deus” (Itália) “The Worst Person in the World” (Noruega) Melhor Canção Be Alive – “King Richard” Dos Oruguitas – “Encanto” Guns Go Bang – “Vingança & Castigo” Just Look Up – “Não Olhe Para Cima” No Time to Die – “007 – Sem Tempo para Morrer” Melhor Trilha Sonora Nicholas Britell – “Não Olhe Para Cima” Jonny Greenwood – “Ataque dos Cães” Jonny Greenwood – Spencer” Nathan Johnson – “O Beco do Pesadelo” Hans Zimmer – “Duna”










