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    “Fantástico” mostra vídeos inéditos da agressão sofrida por Victor Meyniel

    11 de setembro de 2023 /

    O programa “Fantástico”, da rede Globo, exibiu novas informações e imagens inéditas de vídeos da agressão sofrida pelo ator Victor Meyniel, que recebeu dezenas de socos no rosto, disparados pelo estudante de medicina Yuri de Moura Alexandre, na madrugada de sábado passado (2/9), no Rio de Janeiro. Victor Meyniel também foi entrevistado e relatou o ocorrido em detalhes, confrontando depoimento da médica Karina de Assis Carvalho, com quem Yuri divide apartamento.   O início da noite Victor conheceu Yuri nas proximidades de uma boate em Copacabana e foi convidado para sua casa. “Eu não o conhecia. Nunca tinha visto na minha vida. Eu achei um cara muito bonito, um papo legal”, afirmou o ator. Os dois beberam vinho, momento no qual Yuri comunicou a médica Karina de Assis Carvalho, sua companheira de apartamento, sobre a situação. “Amiga, abri um vinho seu. Eu vou te compensar, mas tô com famoso aqui em casa”, enviou Yuri em uma mensagem para Karina. Segundo Victor, o clima tornou-se tenso após a chegada de Karina, por volta das 7h30. “Ele ficou frio, distante. Eles começaram a se desentender entre eles porque a porta estava destrancada e ele tinha aberto um vinho dela. Eu comecei a me sentir nervoso, acuado, meio esquisito e comecei a quebrar o gelo. Porque eu sou assim”, disse Victor.   O confronto Victor afirmou que logo depois Yuri sai para treinar e volta em 3 minutos para expulsá-lo “com agressividade” do apartamento. “Eu bato na porta desesperado, começo a chorar. Eu escuto ela de fundo falar: ‘Calma, não é pra tanto'”, relatou o ator. Posteriormente, as câmeras de segurança registraram um confronto físico e verbal entre os dois em frente ao elevador. Victor foi empurrado para dentro do elevador e bateu a cabeça no espelho. As imagens divulgadas mostram que o elevador ficou avariado e o porteiro precisou abrir a porta. Ele também chamou Yuri, que iniciou uma nova discussão com Victor e terminou agredindo-o com dezenas de socos no rosto durante aproximadamente 40 segundos. Questionado sobre o que fez Yuri desferir socos, Meyniel contou que foi quando ele questionou se a orientação sexual do estudante não era conhecida. “Eu falo, indignado, completamente frustrado e com raiva, pergunto por que ele tinha feito aquilo, se ele não era assumido.” Segundo o ator, nesse momento o agressor perdeu o controle, derrubou-o no chão e começou a espancá-lo. “Enquanto ele me batia, falava: ‘Viadinho é você! Eu não sou!’.” Todo o episódio de violência ocorreu sob o olhar inerte do porteiro, que só interveio quase dois minutos após o início das agressões, para tirar Victor do hall de entrada.   Decisão da Justiça Victor chamou a polícia, que optou por deter Yuri. Após as investigações, a Justiça decidiu manter a prisão preventiva do estudante de medicina e ainda indiciou o porteiro por omissão de socorro. 🚨GRAVE: Com novas imagens, Fantástico informa que foram 4 minutos de agressão contra Victor Meyniel. pic.twitter.com/qllbFdy5eU — Vai Desmaiar (@vaidesmaiar) September 11, 2023

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    Marcius Melhem admite pensamentos sombrios após virar réu por assédio sexual

    10 de setembro de 2023 /

    O humorista Marcius Melhem, que virou réu por assédio sexual em agosto, revelou ter pensado em suicídio. A revelação foi feito durante entrevista à colunista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo. “É uma dor que não passa. Você quer gritar para o mundo que não é aquela pessoa, que não fez aquilo, que tem provas. Mas ninguém quer te ouvir”, disse Melhem. O humorista vem realizando sessões de psicoterapia diárias e afirma que psiquiatras têm prescrito tratamentos mais intensivos em dias alternados para que ele consiga enfrentar a atual fase. Ele foi à Justiça contra Dani Calabresa em janeiro de 2021, meses após as acusações surgirem na imprensa no final de 2020. Com isso, as acusadoras entraram na Justiça, que só tornou o humorista réu no mês passado. A promotoria, que inicialmente citava 11 vítimas, incluindo as que se diziam testemunhas, levou adiante acusações de apenas três pessoas, afirmando que as demais – inclusive de Dani Calabresa – tinham prescrito. As acusadoras são as atrizes Carol Portes e Georgiana Coutinho Goes, e uma editora da TV Globo.   A versão de Melhem Melhem se diz vítima de uma “junção de ressentimentos e de vinganças”. “As oito que me acusam são amigas, se conhecem, são de um mesmo grupo. Fica escancarado que houve uma combinação”, argumenta. Segundo sua versão, ele desmentiu todas as mulheres cujas acusações teriam prescrito. “É por isso que me dá desespero. Eu vejo que a coisa não para. Quantas mentiras eu tenho que provar para encerrar esse caso?”, questiona. “Mesmo numa guerra, há regras de humanidade. O que fizeram comigo foi desumano. Uma execração pública sem nenhuma prova, sem nenhum nome. É uma covardia muito cruel”, desabafou. “Eu provo que a Dani Calabresa mente, e ninguém nunca vai perguntar para ela por que ela mentiu. Você [a colunista] está aqui me perguntando milhões de coisas. Mas ninguém nunca pergunta nada a elas”. Abatido, ele não poupa críticas ao sistema judicial. Ressalta que antes da atual promotora, “quatro delegadas e cinco promotoras analisaram esse caso. E eu não fui indiciado nem denunciado por nenhuma delas.”   Apoio O humorista destaca que o mais importante agora é o apoio de sua família, especialmente suas filhas Nina e Manuella. “Vamos, porque a vida é maior”, compartilhou ele, citando uma conversa com Joana, sua ex-mulher e mãe de suas filhas. “Com tudo o que aconteceu, ela está do meu lado. Porque ela viveu isso. Ela viu essas pessoas na minha casa. Ela sabe das mentiras”, finalizou o diretor. Se você está passando por um momento difícil e precisa de ajuda, ligue para o CVV (Centro de Valorização a Vida) pelo número 188. O serviço é gratuito e sigiloso.

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    Ashton Kutcher e Mila Kunis pedem desculpas por carta de apoio a Danny Masterson

    9 de setembro de 2023 /

    O casal de atores Ashton Kutcher e Mila Kunis publicou um vídeo nas redes sociais pedindo desculpas pelas cartas que escreveram em apoio a Danny Masterson durante o julgamento por estupro no qual o ator de “That 70s Show” foi condenado a 30 anos de prisão. “Estamos cientes da dor que foi causada pelas cartas de caráter que escrevemos em nome de Danny Masterson”, disse Kutcher em um vídeo compartilhado no Instagram, ao lado de sua esposa. Kunis prosseguiu: “Apoiamos as vítimas. Fizemos isso historicamente por meio de nosso trabalho e continuaremos a fazer isso no futuro”. Contexto das Cartas Kutcher explicou que, “alguns meses atrás, a família de Danny entrou em contato conosco. Eles nos pediram para escrever cartas de caráter para representar a pessoa que conhecíamos há 25 anos [na série ‘That 70s Show’], para que o juiz pudesse levar isso em consideração total em relação à sentença”. Kunis acrescentou: “As cartas não foram escritas para questionar a legitimidade do sistema judicial ou a validade da decisão do júri”. “As cartas não foram para minar o testemunho das vítimas”, Kutcher continuou, “nunca gostaríamos de fazer isso. E lamentamos se isso aconteceu”. Kunis concluiu a declaração em vídeo afirmando: “Nosso coração está com todas as pessoas que já foram vítimas de abuso sexual, abuso sexual ou estupro”. O vídeo com a declaração completa pode ser assistido abaixo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ashton Kutcher (@aplusk)

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    Ashton Kutcher e Mila Kunis apoiaram Danny Masterterson, condenado a 30 anos de prisão

    8 de setembro de 2023 /

    Condenado a 30 anos de prisão por dois casos de estupro, Danny Masterson, ex-ator de “That ’70s Show”, recebeu cartas de apoio de Ashton Kutcher e Mila Kunis, seus colegas na antiga atração. Os atores escreveram ao juiz pedindo clemência para Masterson, destacando seu caráter.   Declarações de Kutcher e Kunis “Embora eu esteja ciente de que o julgamento o considerou culpado em duas acusações de estupro e as vítimas têm um grande desejo por justiça, espero que meu testemunho sobre seu caráter seja levado em consideração na sentença”, afirmou Kutcher em carta divulgada pela Variety. Já Mila Kunis escreveu: “Atesto de todo o coração o caráter excepcional de Danny Masterson e a tremenda influência positiva que ele teve sobre mim e sobre as pessoas ao seu redor.” Ao todo, mais de 50 cartas em defesa de Masterson foram submetidas ao tribunal, mas não alteraram o resultado da sentença. Detalhes do julgamento Masterson foi condenado na quinta-feira (7/9) a cumprir duas sentenças de 15 anos consecutivas, além de ter de se registrar como agressor sexual. Durante a audiência, a juíza Charlaine Olmedo negou um pedido da defesa para um novo julgamento. A acusação de uma terceira vítima foi rejeitada pelo tribunal. As vítimas, que eram membros da Igreja de Cientologia assim como Masterson, hesitaram inicialmente em prestar queixa às autoridades devido aos ensinamentos da instituição religiosa. Elas eventualmente abandonaram a igreja. A advogada de defesa, Shawn Holley, solicitou que as sentenças fossem cumpridas simultaneamente, citando a ausência de antecedentes criminais de Masterson e o fato de ele ter uma filha pequena. O pedido foi negado. Embora a promotoria tivesse pedido prisão perpétua, Masterson ainda pode enfrentar essa pena, pois recebeu uma “sentença perpétua indeterminada”, com chance de condicional após 30 anos, dependendo de fatores como bom comportamento. O ator deve iniciar o cumprimento de sua sentença imediatamente.

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    Ator de “That ’70s Show” é sentenciado a 30 anos de prisão

    7 de setembro de 2023 /

    O ator Danny Masterson, conhecido pelo seu papel como Steven Hyde na série “That ’70s Show” (1998-2006), foi sentenciado a 30 anos de prisão nesta quinta-feira (7/9) por estuprar duas mulheres entre os anos de 2001 e 2003. Embora a promotoria tivesse pedido prisão perpétua, Masterson ainda pode enfrentar essa pena, pois recebeu uma “sentença perpétua indeterminada”, com chance de condicional após 30 anos, dependendo de fatores como bom comportamento. Masterson, que também atuou em “The Ranch” (2016-2020), ouviu sua sentença em silêncio. Ele compareceu à sentença acompanhado de familiares, incluindo sua esposa Bijou Phillips. “Senhor Masterson, você não é a vítima dessa situação. Suas ações há 20 anos foram criminosas”, afirmou a juíza Charlaine Olmedo. Este foi o segundo julgamento do caso, após o primeiro ser anulado por falta de unanimidade sobre o veredito. Desta vez, porém, Danny Masterson foi considerado culpado de “estupro forçado” de duas das vítimas identificadas como Jane Does, Jen B e NT. No entanto, após mais de uma semana de deliberações, o júri permaneceu em impasse sobre a terceira acusação, envolvendo Jane Doe #3, também conhecida como Christina B.   Vítimas reagem As mulheres estiveram presentes no tribunal durante a sentença. A primeira delas caracterizou o ator como “um monstro covarde e sem coração”, enquanto a segunda destacou que precisará de uma vida inteira de terapia para superar o trauma. A terceira vítima, cuja acusação foi descartada, declarou sofrer de estresse pós-traumático.   Repercussão do caso O caso ganhou ainda mais notoriedade ao trazer à tona práticas questionáveis da Igreja da Cientologia. Todas as vítimas eram adeptas da mesma fé e, de acordo com relatos, foram orientadas por lideranças religiosas a não denunciar os crimes na época. A investigação teve início em 2017, época em que o movimento #MeToo ganhava força, resultando em sua condenação em maio deste ano. Em decorrência do julgamento, Masterson foi demitido de “The Ranch” e dispensado pela agência United Talent Agency. Embora tenha alegado inocência durante todo o processo, as provas e depoimentos o condenaram. As acusações e o consequente julgamento aconteceram durante um período em que temas como assédio e abuso sexual ganham cada vez mais espaço no debate público, especialmente na indústria do entretenimento.

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    Justiça arquiva processo dos “meninos” da capa de “Clube da Esquina”

    6 de setembro de 2023 /

    A Justiça do Rio reconheceu a prescrição do processo dos “meninos” da capa do álbum “Clube da Esquina”, movido contra os músicos Milton Nascimento, Lô Borges, Ronaldo Bastos, a gravadora EMI (hoje, Universal) e a editora Abril. Antônio Carlos Rosa de Oliveira, o “Cacau”, e José Antônio Rimes, o “Tonho”, pediam R$ 500 mil em indenização por uso indevido de imagem. Durante o processo, Milton Nascimento e Lô Borges afirmaram não poder responder, como intérpretes das gravações, pelo atos praticados pela gravadora na produção do álbum. Eles também citaram a transferência de todos os seus direitos sobre as interpretações à gravadora EMI Music Brasil. Em sua decisão, o juiz Marcus Vinicius Miranda Gonçalves da Silva Mattos, da 1ª Vara Cível da Comarca de Nova Friburgo, concordou que a utilização da imagem de Tonho e Cacau não se vincula diretamente à atividade artística de Milton Nascimento e Lô Borges. Por isso, determinou a extinção do processo sem análise do mérito em relação aos dois. O magistrado também aceitou os argumentos das outras partes denunciadas e reconheceu que o tempo previsto em lei para que os autores entrassem como uma ação judicial havia expirado — ou seja, a pretensão indenizatória estaria prescrita. A história da foto Tonho e Cacau acionaram a Justiça em 2012, mais de 40 anos depois de serem fotografados. Eles foram fotografados em 1971. Na época, eram crianças e foram vistos pelo fotógrafo Carlos da Silva Assunção Filho e por Ronaldo Bastos, que passaram de carro por eles. O fotógrafo gritou para que os meninos olhassem em sua direção e o clique virou a capa clássica do disco “Clube da Esquina”. Cacau e Tonho alegam que só souberam que eram capa do álbum na celebração de 40 anos, quando o jornal Estado de Minas os procurou para realizar uma matéria comemorativa. Por não ter havido “autorização para a utilização da imagem, destinada a fins empresariais”, entraram na Justiça para pedir indenização. Na sentença, da qual ainda cabe recurso, o juiz afastou os argumentos dos autores citando a “ampla divulgação da obra artística”. Trata-se de um dos discos mais famosos da música popular brasileira. Advogados vão recorrer O magistrado ainda determinou que Tonho e Cacau pagassem os honorários dos advogados das partes vitoriosas no processo. Segundo o jornal Folha de S. Paulo, a defesa de Tonho e Cacau pretende recorrer da decisão. Em seu argumento, os advogados alegam que não houve prescrição, já que a imagem da capa do disco continua sendo utilizada sem autorização em vendas e streamings. Por isso, o prazo da prescrição deve ser reiniciado a cada uso da imagem, que configurariam, no entendimento da acusação, novas violações.

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    Leo Lins vira réu por “promover ódio” e tem conta bloqueada

    5 de setembro de 2023 /

    O humorista Leo Lins tornou-se réu em uma ação judicial com acusações de “promover ódio e enredos discriminatórios, injuriosos e humilhantes, notadamente contra negros, pessoas com deficiência e nordestinos”. Além disso, a Justiça bloqueou R$ 300 mil de suas contas bancárias para pagar possíveis indenizações e suspendeu seus canais no YouTube e no TikTok por 90 dias.   Detalhes da acusação O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) se pronunciou sobre o caso, afirmando que os “delitos de ódio praticados pelo humorista tornaram-se alvos de uma força-tarefa do MP-SP por intermédio do CyberGaeco e da Promotoria de Direitos Humanos”. A investigação aponta que Lins desafiava autoridades em seus shows e redes sociais. Segundo nota oficial, “a Justiça manteve as demais condições já estabelecidas em maio de 2023, quando acatou pedido do Ministério Público proibindo o homem de promover novos ataques a minorias”. A decisão foi reforçada porque a defesa de Lins recorreu das medidas, mas o Tribunal de Justiça de São Paulo indeferiu o recurso. Em caso de futuras infrações, multas adicionais podem ser aplicadas.   Histórico de polêmicas Leo Lins não é estranho a controvérsias. No ano passado, foi condenado a pagar duas indenizações por piadas consideradas ofensivas: sobre DJ Ivis, acusado de agressão pela ex-mulher, e de teor transfóbico, que resultaram em indenização de R$ 15 mil à cabeleireira Whitney Martins de Oliveira. O humorista ainda não se manifestou sobre as recentes acusações. A ação corre em segredo de Justiça, com informações restritas às partes envolvidas.

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    Justiça anula testamento de Tom Veiga e tira herança da viúva

    4 de setembro de 2023 /

    A Justiça determinou a anulação do testamento de Tom Veiga, intérprete do personagem Louro José, morto em 2020. Com a decisão, os quatro filhos de Tom ficarão com 100% da herança, excluindo a viúva, Cybelle Hermínio da Costa, que pelo testamento teria direito a 50% dos bens. Casamento já tinha terminado Tom Veiga e Cybelle estavam separados há dois meses antes do falecimento do ator, embora o divórcio não tenha sido oficializado – estava previsto para ocorrer quatro dias depois do falecimento. O ator enviou um áudio a um amigo três dias antes de sua morte, manifestando a intenção de retirar Cybelle do testamento. A modificação, entretanto, não foi realizada em tempo hábil. A reação da ex-mulher Alessandra Veiga, ex-mulher de Tom e mãe de dois de seus filhos, celebrou a decisão judicial em uma entrevista no We Podcast. “Uma coisa que foi muito sofrida, mas as crianças tiveram a vitória, que foi o testamento do Tom Veiga, o nosso amado Tom Veiga, meu amor de todas as vidas. Foi feita a Justiça”, afirmou. Os filhos de Tom Veiga são considerados por Alessandra como “os verdadeiros herdeiros de Tom Veiga”. Tom Veiga, que faleceu em 1º de novembro de 2020, vítima de um AVC provocado por um aneurisma, tem bens estimados em R$ 1 milhão.

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    Victor Meyniel se manifesta após sofrer agressão: “Nada sairá impune”

    4 de setembro de 2023 /

    O ator e influenciador digital Victor Meyniel se manifestou publicamente nesta segunda-feira (4/9) após sofrer agressão violenta motivada por homofobia. “Está tudo bem na medida do possível, me recuperando física e emocionalmente com uma rede de apoio infinita”, declarou o ator nas redes sociais. Além de afirmar que “a justiça está sendo feita, nada sairá impune”, ele aproveitou para ressaltar que o ocorrido representou o início de um “novo ciclo” em sua vida. Circunstâncias da agressão As imagens capturadas pelas câmeras de segurança mostram Victor sendo espancado no chão por Yuri de Moura Alexandre na portaria de um prédio enquanto o porteiro apenas observa. Este último, identificado como Gilmar José Agostini, foi autuado por omissão de socorro. O registro dessas cenas foi liberado por Maíra Fernandes, advogada de Meyniel, para corroborar que a agressão foi resultado de homofobia. Victor e Yuri se conheceram em uma boate em Copacabana e, posteriormente, foram para a casa de Yuri. Conforme a defesa de Meyniel, Yuri ficou agressivo após a chegada de uma amiga, expulsando Victor do apartamento. Os dois voltaram a se encontrar na portaria do prédio, onde ocorreram as agressões após Victor questionar Yuri sobre sua sexualidade. Tudo teria começado com uma pergunta: “Ninguém sabe que você é gay?”. Desdobramentos jurídicos Após a violência, a polícia chegou em 30 minutos e Yuri foi preso em flagrante, autuado por lesão corporal, injúria por preconceito e falsidade ideológica. O agressor teve sua prisão convertida em preventiva após audiência de custódia e o caso agora será julgado pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. “A periculosidade do custodiado, evidenciada na gravidade concreta do delito, demonstra a necessidade de se acautelar o meio social”, declarou o juiz de direito Bruno Rodrigues Pinto. Yuri pode enfrentar penas que variam de 3 meses a um ano por lesão corporal; 2 a 5 anos por injúria por preconceito e 1 a 5 anos por falsidade ideológica. Após as imagens violentas surgirem nas redes sociais, o caso ganhou notoriedade e reacendeu debates sobre homofobia, segurança e impunidade no Brasil.   Agressão no Rock in Rio Esta não foi a primeira agressão sofrida por Victor Meyniel. Em 2017, ele relatou ter sido vítima de homofobia no Rock in Rio. Na ocasião, publicou uma foto ensanguentado e escreveu: “Para quem diz que homofobia não existe, bom dia e boa semana”. O ator ficou famoso na adolescência, com o conteúdo no aplicativo Vine, em que os vídeos tinham seis segundos. Ele também tinha um canal no YouTube, que decidiu abandonar, mesmo com 1 milhão de inscritos, para seguir a carreira de ator. No cinema, atuou nos filmes “Internet: o Filme” (2017) e “Meus 15 Anos” (2017). Também filmou “Os Espetaculares”, de André Pellenz (“Minha Mãe É uma Peça – O Filme”), que, apesar de ganhar trailer em 2020, não teve lançamento comercial, e “A Última Festa”, de Matheus Souza (“Ana e Vitória”), ainda sem previsão de estreia.

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    Deolane vence Google, que terá que remover pesquisas com o termo “bafuda”

    29 de agosto de 2023 /

    O Tribunal de Justiça de São Paulo encerrou a longa batalha de Deolane Bezerra contra pesquisas do Google que vinculam seu nome ao termo “bafuda”, apelido pejorativo criado durante “A Fazenda 14”. O TJ entendeu que a empresa precisa atuar de forma consistente para evitar a vinculação automática do nome da influenciadora com o termo na ferramenta de buscas. A defesa de Deolane emitiu uma nota oficial nesta terça (29/8) sobre a determinação. “Acreditamos que a associação do termo ‘bafuda’ à imagem de Deolane Bezerra configura uma clara violação aos seus direitos de personalidade, causando-lhe danos morais, tais como constrangimentos; sofrimento psicológico; dificuldade de inserção social e profissional; dano à imagem pública”, informou a advogada Adélia Soares.   Sem danos morais Apesar dessa vitória, Deolane não conseguiu obter uma indenização por danos morais, estabelecido no valor de R$ 50 mil. A Justiça entendeu que ela estava ciente da exposição de sua imagem ao decidir entrar no reality show. “Confirmando a tutela de urgência já concedida, condenar a empresa ré na obrigação de fazer consistente na não-vinculação automática da imagem da autora e da descrição de sua pessoa à pesquisa da palavra ‘bafuda’ em sua ferramenta de busca, afastando o pedido de reparação por danos morais”, determinou o juiz Bruno Paes Straforini. “Em relação ao dano moral, respeitamos o entendimento do magistrado, porém, acreditamos que foi inobservado o prejuízo moral suportado pela nossa cliente justamente pelo ato de omissão do Google em manter indexado o nome e imagem da Deolane, mesmo após a empresa ter sido notificada extrajudicialmente”, disse a defesa da influenciadora. As partes ainda podem apresentar uma apelação contra a sentença.

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    Cissa Guimarães comemora prisão de responsáveis pela morte de seu filho

    28 de agosto de 2023 /

    Cissa Guimarães comemorou nesta segunda (28/8) a decisão da Justiça do Rio de Janeiro, que determinou o retorno à prisão de Rafael de Souza Bussamra e Roberto Bussamra. Pai e filho são apontados como responsáveis pela morte de Rafael Mascarenhas, filho da atriz, em 2010. “Treze anos! Treze anos! E depois de um fim de semana de muita dor, vem um acalento e a esperança de justiça, finalmente”, desabafou a atriz numa publicação no Instagram. O que aconteceu O filho de Cissa Guimarães e do músico Raul Mascarenhas morreu em 20 de julho de 2010, aos 18 anos. Ele andava de skate com amigos no Túnel Acústico, na Gávea, zona sul do Rio de Janeiro, quando foi atropelado por Rafael Bussamra. Este fugiu do local sem prestar socorro. Roberto Bussamra, seu pai, tentou subornar policiais para livrar o filho da culpa. Após um julgamento inicial em 2015, Rafael Bussamra foi condenado a sete anos de prisão em regime fechado e mais cinco anos e nove meses em regime semiaberto. No ano seguinte, conseguiu diminuir a sentença para três anos e seis meses em regime semiaberto e foi liberado para prestar serviços comunitários. Roberto Bussamra, seu pai, havia sido condenado a oito anos em regime fechado e nove meses em semiaberto e também obteve permissão para atividades comunitárias. O novo rumo do caso Na quarta (23/8), o Superior Tribunal de Justiça (STJ) acolheu o recurso do Ministério Público e decidiu que a pena não deveria ser convertida em serviços comunitários, como havia ocorrido anteriormente. “O STJ acolheu recurso do MP e concluiu não caber a conversão da pena, que terá de ser cumprida inicialmente em regime semiaberto”, informou nota do tribunal. Entretanto, a demora no trâmite do processo resultou na prescrição de outros delitos cometidos por pai e filho, incluindo normas previstas no Código de Trânsito Brasileiro. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Cissa Guimarães (@cissaguimaraes)

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    Xamã vai passar por transformação física para papel em “Renascer”

    25 de agosto de 2023 /

    O rapper carioca Xamã foi confirmado como ator no remake da novela “Renascer”. Mas o papel vem com uma solicitação da direção para ajustar sua forma física, processo que já está em andamento. Ele terá que perder quilos e ganhar massa muscular. Papel de sex symbol Em “Renascer”, Xamã vai interpretar Damião, um assassino contratado para matar José Inocêncio, protagonista que será vivido por Marcos Palmeira. Damião foi o personagem que revelou Jackson Antunes e o transformou em símbolo sexual na versão original de 30 anos atrás. Na trama, o cantor vai dividir cenas românticas com Sophie Charlotte. A atriz fará o papel de Eliana, vivida por Patrícia Pillar na versão original de 1993. Xamã se juntará ao elenco logo após finalizar sua participação em “Cidade de Deus”, série da HBO Max, atualmente sendo gravada em São Paulo. O ator Xamã Antes de fazer teste para entrar em “Renascer”, Xamã já havia dado seus primeiros passos na atuação. Ele estreou nas telas numa participação em “Travessia”, onde interpretou a si mesmo. Mais tarde, participou da 2ª temporada de “Justiça”, série de Manuela Dias, que ainda não tem previsão de estreia, e entrou no elenco da série baseada no filme “Cidade de Deus”. Em “Renascer”, ele voltará a colaborar com Gustavo Fernandez, diretor com quem trabalhou em “Justiça”. Disposto e empenhado, Xamã vê na atuação uma nova via para explorar seu talento e se tornar mais conhecido. ambientada em uma fazenda de cacau em Ilhéus, Bahia, a novela deve começar a ser gravada em outubro para uma estreia em 2024.

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    Juiz reabre processos de abuso infantil contra Michael Jackson

    19 de agosto de 2023 /

    A corte de apelações da Califórnia decidiu na sexta-feira (18/8) que dois homens que acusaram Michael Jackson de abusá-los sexualmente quando eram crianças podem retomar processos contra empresas pertencentes ao espólio do falecido cantor. Wade Robson, 40, e James Safechuck, 45, alegam que os funcionários das duas empresas – MJJ Productions Inc. e MJJ Ventures Inc. – foram cúmplices nos supostos abusos sexuais de Jackson. Os casos, que foram detalhados no documentário da HBO “Deixando Neverland”, foram inicialmente arquivados em 2017, mas uma nova lei estadual permitiu que fossem reabertos.   A reabertura dos processos Os processos alegam que os funcionários das empresas de Jackson tinham o dever de cuidar dos meninos, violando esse dever ao não prevenir os abusos. Os casos foram arquivados em 2013 e 2014 e posteriormente descartados em 2017 devido à prescrição. No entanto, em 2020, uma nova lei estadual concedeu aos demandantes em casos de abuso sexual infantil mais tempo para abrir processos. Apesar da extensão, os processos foram novamente descartados em 2020 e 2021 no Tribunal Superior do Condado de Los Angeles. Um juiz decidiu na época que as empresas não eram obrigadas a proteger as crianças. A nova decisão de sexta-feira contraria esse parecer, com a Segunda Corte de Apelações do Distrito da Califórnia rejeitando os argumentos das corporações de que não tinham o dever de proteger as vítimas porque “não tinham capacidade de controlar Jackson – seu único proprietário – ou suas interações” com crianças. Para o juiz que revisou o caso, “uma corporação que facilita o abuso sexual de crianças por um de seus funcionários não é desculpada de um dever afirmativo de proteger essas crianças, apenas porque é de propriedade exclusiva do autor do abuso.”   Reações e declarações O espólio de Jackson nega as alegações. Jonathan Steinsapir, advogado da defesa, declarou após a decisão: “Continuamos totalmente confiantes de que Michael é inocente dessas alegações, que são contrárias a todas as evidências críveis e corroboração independente, e que foram feitas apenas anos após a morte de Michael por homens motivados apenas pelo dinheiro.” Por outro lado, Vince Finaldi, advogado de Safechuck e Robson, disse que a corte havia revertido “decisões incorretas nesses casos, que eram contrárias à lei da Califórnia e teriam estabelecido um precedente perigoso que colocava as crianças em perigo.”   Próximos passos A decisão marca a segunda vez que os processos, arquivados em 2013, foram restaurados após serem descartados. Com a vitória na apelação, os processos agora retornarão a um tribunal de primeira instância, onde um juiz de Los Angeles reconsiderará as acusações contra Jackson, marcando mais um capítulo nas controvérsias em torno do legado do cantor.

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