Star Trek: Discovery define neto de Gregory Peck como o novo Sr. Spock
Encerrando especulações sobre como Spock apareceria em “Star Trek: Discovery”, o serviço de streaming CBS All Access escalou o ator Ethan Peck para interpretar a nova versão do personagem icônico, introduzido na série “Jornada das Estrelas” original. Isto significa que Spock não aparecerá como criança, como chegou a ser especulado, mas como jovem adulto. Peck se tornou conhecido na série derivada do filme “10 Coisas que Eu Odeio em Você”, que foi ao ar entre 2009 e 2010, e pertence a uma família célebre do cinema. Ele é neto do grande ator Gregory Peck, vencedor do Oscar por “O Sol É para Todos” (1962). Na trama de “Star Trek: Discovery”, a protagonista Michael Burnham (Sonequa Martin-Green) é irmã adotiva de Spock, mas apesar de seus pais aparecerem na série, o irmão caçula tinha sido apenas mencionado na 1ª temporada. Interpretado por Leonard Nimoy na série original e nos filmes que a sucederam, Spock era o Oficial de Ciências e segundo em comando na nave Enterprise, abaixo do Capitão James T. Kirk (William Shatner). Mesmo com o reboot dos novos filmes de “Star Trek”, em que o ator Zachary Quinto assumiu o papel, Nimoy ainda continuou aparecendo como uma versão mais velha – e original – do personagem. Ele faleceu em 2015. O cocriador e showrunner de “Discovery”, Alex Kurtzman, detalhou a “missão impossível” de encontrar um novo ator para encarnar o personagem vulcano. “Precisávamos de um ator que encarnasse as melhores qualidades de Spock, além de sua lógica: empatia, intuição, compaixão, confusão e aspiração. Ethan Peck mostrou tudo isso em seu teste. Ele tem muita consciência de sua responsabilidade ao assumir esse papel, e quer encarar de frente esse desafio. Estamos animados em dar as boas-vindas a ele na nossa família”, comentou. Vale lembrar que os antigos showrunners, demitidos em meio à produção dos novos episódios, tinham dito que não pretendiam escalar outro ator como Spock. A participação do personagem como adulto pode ser considerada controvertida, porque traz à tona questões cronológicas da série. Originalmente, a trama de “Discovery” se passava uma década antes dos eventos do filme “Star Trek” (2009), mas uma viagem inesperada para outra dimensão fez com que a nave avançasse no tempo, retornando, no penúltimo episódio da 1ª temporada, nove meses depois para o Sistema Solar. Isto aproximou um pouco mais a cronologia da série das tramas cinematográficas. Mas há um detalhe que impediria a presença de Spock. Enquanto a série clássica mostrou o personagem como Oficial de Ciências da Enterprise, desde a época em que ela era comandada pelo Capitão Pike (que também vai aparecer em “Discovery”), ele ainda seria adolescente ou, no máximo, estudante da Academia da Frota Estelar na época da série atual, de acordo com a nova cronologia estabelecida pelo reboot de 2009. Assim, um Spock adulto sugere que “Discovery” é um prólogo da série “Jornada nas Estrelas” (1966-1969) e não do filme “Star Trek”, que zerou a cronologia original. Para explicar melhor essa dualidade, é preciso lembrar que Spock foi o único personagem que sobreviveu ao piloto original de “Jornada nas Estrelas”, que foi recusado em 1964. A série clássica só foi ao ar dois anos depois com todo o resto do elenco substituído. Mas as cenas gravadas em 1964 ressurgiram num episódio duplo da 1ª temporada, como um flashback da tripulação “original” da Enterprise – com o Capitão Christopher Pike (Jeffrey Hunter), Spock (Leonard Nimoy) e a Número Um (Majel Barrett), entre outros. Pike também era o capitão da Enterprise no começo do filme “Star Trek”, vivido por Bruce Greenwood. Ele será interpretado por Anson Mount (o Raio Negro na série dos Inumanos) em “Discovery”. A 2ª temporada vai começar justamente com o encontro das naves Discovery e Enterprise, conforme o gancho deixado no final do último episódio do ano inaugural. Os novos capítulos devem estrear apenas em 2019. No Brasil, “Star Trek: Discovery” é disponibilizada pela Netflix.
Star Trek 4 fica em risco com ameaça de desistência de Chris Pine
A nave Enterprise está com problemas para voltar a sair da garagem espacial da Paramount. Após muita protelação, o estúdio finalmente decidiu dar sinal verde para a produção de “Star Trek 4”, mas a demora em tomar essa decisão fez com que a tripulação mudasse de ideia sobre embarcar na viagem. Chris Pine, que interpreta o Capitão Kirk, e Chris Hemsworth, que deveria voltar a interpretar seu pai na trama, após participar do reboot da franquia em 2009, não fecharam acordos para as filmagens, segundo apurou o site The Hollywood Reporter. Os dois atores estavam em negociações avançadas, mas fontes da publicação afirmam que as conversas foram concluídas com ambos abandonando a franquia, após ouvirem que teriam que reduzir suas pretensões salariais. Pine e Hemsworth estrelam blockbusters de super-heróis da DC e da Marvel, e não estariam dispostos a ouvir falar em redução ou cortes de pagamentos, após se acostumarem a contratos de estrelas. Mas a Paramount argumenta que “Star Trek” não pode ser comparado a “Mulher-Maravilha” e “Vingadores”, e quer evitar encarecer o orçamento da produção com salários inflacionados. Alega que o último filme da franquia, “Star Trek: Sem Fronteiras”, deu prejuízo, ao fazer apenas US$ 343,4 milhões em todo o mundo, com um orçamento de US$ 190 milhões. Para completar o entrave, a Paramount ainda terá pela frente a negociação com outros membros do elenco – incluindo Zoe Saldana, Zachary Quinto, Karl Urban, Simon Pegg e John Cho. De acordo com o THR, as negociações não afetam os planos da Paramount e suas parceiras na produção, a Skydance e a Bad Robot, que tratam o projeto como prioridade e não pretendem adiar seu cronograma de filmagem. Mas isso não esclarece qual será o próximo passo para “Star Trek 4”. O filme pode trocar o elenco. Ou os atores podem retomar a discussão com novas propostas na mesa. “Star Trek 4” seria o primeiro filme da franquia dirigido por uma mulher, S.J. Clarkson (da série “Jessica Jones”).
Elenco de Star Trek: Discovery dá boas vindas a Patrick Stewart em sua volta à franquia
O elenco de “Star Trek: Discovery” manifestou-se entusiasmado nas redes sociais para dar boas vindas à Patrick Stewart, que vai retornar à franquia espacial numa nova série do serviço de streaming CBS All Access. Sonequa Martin-Green, que interpreta a oficial de ciências Michael Burnham da nave Discovery, publicou uma foto no Instagram em que aparece abraçada a Stewart. “Este homem. Como eu me mirei nele, ao longo dos anos, em busca de educação criativa, inspiração e um guia. Estou absolutamente eletrizada por ele voltar ao ninho. Só temos a nos beneficiar com sua experiência”, ela escreveu na legenda, reagindo à notícia de que o ator retomaria o papel de Jean-Luc Picard, da série clássica “Jornada nas Estrelas: A Nova Geração” numa nova produção. Além dessa foto, o ator Anthony Rapp, intérprete do oficial Paul Stamets, e Anson Mount, que viverá o Capitão Spike na 2ª temporada de “Discovery”, compartilharam a mesma imagem no Twitter, que reúne Stewart com todo o elenco e equipe de “Star Trek: Discovery”. O encontro aconteceu durante a convenção de “Star Trek” em Las Vegas, em que Stewart revelou sua volta à saga espacial criada pelo falecido produtor Gene Roddenberry. O projeto faz parte de uma expansão do universo de “Star Trek” com novas séries e não será um reboot da “Nova Geração”, mas uma continuação, centrada no “próximo capítulo da vida de Picard”. A produção está sendo desenvolvida por Alex Kurtzman, cocriador de “Star Trek: Discovery” – além de co-roteirista dos filmes “Star Trek” (2009) e “Além da Escuridão: Star Trek” (2013). Ainda sem título, a nova série será a terceira produção de “Star Trek” do serviço CBS All Access, juntando-se a “Star Trek: Discovery”, renovada para sua 2ª temporada, e da anunciada série limitada “Star Trek: Short Treks”. Novos detalhes devem ser anunciados em breve, inclusive a previsão de estreia. This man. How I’ve looked to him over the years for creative education, inspiration and guidance. Absolutely THRILLED that he’s returning to the fold. We stand on your shoulders @sirpatstew and what broad shoulders they are. ??? #startrekfamily Uma publicação compartilhada por Sonequa Martin-Green (@therealsonequa) em 5 de Ago, 2018 às 12:59 PDT This family. An amazing group of people full of artistry, courage, love, and passion for bringing stories in the Trek universe to life. #StarTrek #stlv @startrekcbs @StarTrek pic.twitter.com/yiHc9fFkdy — Anthony Rapp (@albinokid) August 5, 2018
Patrick Stewart vai voltar a viver o Capitão Picard em nova série de Star Trek
É oficial! Patrick Stewart está voltando para a franquia “Star Trek”. O aclamado ator vai estrelar uma nova série da saga espacial para a plataforma CBS All Access, reprisando seu icônico personagem do capitão Jean-Luc Picard, introduzido em 1987 na série “Jornada nas Estrelas: A Nova Geração” e vivido pela última vez no filme “Jornada Nas Estrelas: Nêmesis” (2002). O próprio ator revelou a notícia, durante uma aparição surpresa numa convenção de fãs de “Star Trek” em Las Vegas. “Jean-Luc Picard is back!”. Veja o vídeo abaixo. O projeto faz parte de uma expansão do universo de “Star Trek” com novas séries, que serão produzidas por Alex Kurtzman, um dos roteiristas dos filmes “Star Trek” (2009) e “Além da Escuridão: Star Trek” (2013), além de cocriador de “Star Trek: Discovery”. O rumor da produção já circulava há um mês, desde que Patrick Stewart afirmou em uma entrevista que ainda não tinha visto “Star Trek: Discovery”, mas pode ter motivos para vê-la em breve. “Por mais de 20 anos, os fãs esperavam pelo retorno do capitão Jean-Luc Picard e esse dia finalmente chegou”, disse Kurtzman, após a apresentação de Stewart em Las Vegas. “Mal podemos esperar para abrir novos caminhos, surpreender as pessoas e honrar gerações novas e antigas”. A nova série não será um reboot da “Nova Geração”, mas uma continuação, centrada no “próximo capítulo da vida de Picard”. Além de Kurtzman, a produção contará com James Duff, Akiva Goldsman, Michael Chabon e Kirsten Beyer, da equipe de “Star Trek: Discovery”. “Eu sempre estarei muito orgulhoso de ter feito parte da ‘Nova Geração’, mas quando finalizamos aquele filme final na primavera de 2002, eu realmente senti que meu tempo com ‘Star Trek’ tinha seguido seu curso natural”, disse Stewart, no comunicado que oficializou a série. “É, portanto, uma surpresa inesperada, mas deliciosa, me sentir empolgado e revigorado por voltar e explorar novas dimensões de Jean-Luc Picard, procurando uma nova vida para ele, quando pensei que a vida dele tinha acabado”. “Durante estes últimos anos, tem sido gratificante ouvir muitas histórias sobre como ‘A Nova Geração’ trouxe conforto às pessoas, as ajudou durante períodos difíceis em suas vidas ou como o exemplo de Jean-Luc inspirou muitos a seguir seus passos, buscando a ciência, a exploração e uma liderança”, continuou Stewart. “Sinto que estou pronto para voltar a ele pelas mesmas razões – para descobrir que luz reconfortante e reformadora ele pode trazer para iluminar esses tempos muitas vezes muito sombrios. Estou ansioso para trabalhar com a nossa brilhante equipe criativa, enquanto nos esforçamos para trazer uma história nova, inesperada e pertinente mais uma vez”. Ainda sem título, a nova série de Picard será a terceira produção de “Star Trek” do serviço CBS All Access, juntando-se a “Star Trek: Discovery”, renovada para sua 2ª temporada, e da anunciada série limitada “Star Trek: Short Treks”. Por enquanto não há mais informações sobre a produção, que Patrick Stewart revelou ainda não ter sequer roteiros escritos, mas ele indicou, durante a convenção de Las Vegas, que Picard pode não voltar como Capitão, refletindo a passagem do tempo desde sua última aparição. Novos detalhes devem ser anunciados em breve, inclusive a previsão de estreia.
Star Trek: Discovery vai ganhar série derivada
Além do trailer e da confirmação de novos personagens em sua 2ª temporada, o painel de “Star Trek: Discovery” na San Diego Comic-Con também revelou que a série ganhará um spin-off com formato de curta-metragens, intitulado “Star Trek: Short Treks”. A produção será limitada a quatro episódios de 15 minutos cada, que serão exibidos com espaçamento mensal nos Estados Unidos, no serviço de streaming CBS All Access. Cada capítulo contará uma história completa que aprofundará personagens ou aspectos diferentes da franquia. Um deles trará de volta o ator Rainn Wilson ao papel de Harry Mudd, e será dirigido pelo próprio. Haverá também um episódio centrado no passado de Saru, o oficial alienígena vivido por Doug Jones, além de um curta estrelado por Aldis Hodge (da série “Leverage”), ator que nunca apareceu em “Star Trek”. Empolgado com o projeto, o cocriador e showrunner de “Star Trek: Discovery” explicou melhor a proposta para o público. “Não há escassez de histórias para se contar que inspiram, entretêm, desafiam nossas ideias ou afirmam crenças antigas em ‘Star Trek’. Estamos empolgados para ampliar este universo com o ‘Short Treks’. Cada episódio entregará histórias fechadas enquanto revela pistas sobre o que está por vir nos futuros episódios de ‘Star Trek: Discovery’. Eles também apresentarão ao público novos personagens, que podem habitar o mundo maior da franquia”, disse Alex Kurtzman na Comic-Con. O anúncio, porém, não deixa claro se “Short Treks” também será disponibilizada pela Netflix, que distribui “Star Trek: Discovery” no mercado internacional – inclusive no Brasil.
Trailer e fotos de Star Trek: Discovery revelam que o novo capitão é um velho conhecido da franquia
A Netflix divulgou seis fotos e o primeiro trailer da 2ª temporada de “Star Trek: Discovery”, que traz muitas novidades. A começar pelo resultado do encontro entre as naves Discovery e Enterprise, que encerrou a temporada inaugural. A prévia mostra apenas um integrante da Enterprise, o Capitão Christopher Pike, interpretado por Anson Mount (o Raio Negro da série dos Inumanos, da Marvel). Isto porque sua missão está a bordo da Discovery. Ele chega para assumir a cadeira vaga de Capitão da nave. O personagem é um velho conhecido da franquia. Na verdade, um dos mais velhos. Christopher Pike foi vivido por Jeffrey Hunter no piloto rejeitado de “Jornada nas Estrelas” em 1964. O papel foi reformulado e o ator foi substituído por William Shatner com a introdução do Capitão Kirk no segundo piloto, que foi aprovado em 1966. Mas as cenas gravadas em 1964 não foram perdidas. Elas acabaram integrando a cronologia oficial num episódio duplo da 1ª temporada, que mostrou as cenas mais antigas como se fossem da tripulação “original” da Enterprise – que incluía Pike, Spock (Leonard Nimoy) e a Número Um (Majel Barrett), entre outros. Pike continuou a existir no reboot cinematográfico de 2009, aparecendo como o capitão da Enterprise no começo do filme “Star Trek” – vivido por Bruce Greenwood – , antes de passar o comando da nave para o Capitão Kirk. O trailer também faz menção a outro papel clássico: Spock, que é irmão adotivo da protagonista da série, Michael Burnham (Sonequa Martin-Green), além de introduzir dois novos personagens, a engenheira chefe Reno (vivida pela comediante Tig Notaro) e o tripulante alienígena chamado Linus (David Benjamin Tomlinson), um Sauriano que rouba a cena no trailer. O ator e diretor Jonathan Frakes (o Comandante Riker de “Star Trek: A Nova Geração”), que vai comandar alguns episódios da 2ª temporada, já tinha dito que Spock ia aparecer. Na prévia, Burnham comenta que ele precisa de ajuda. Mas não há pistas sobre a idade do personagem, que pode surgir ainda criança, uma vez que “Star Trek: Discovery” se passa antes dos eventos do filme “Star Trek” (2009). O primeiro episódio será dirigido por Alex Kurtzman, co-criador da série, que ganhou mais responsabilidade ao virar o showrunner único da atração com a demissão de Gretchen Berg e Aaron Harberts, os showrunners que fizeram a série decolar. Kurtzman tem forte ligação com a franquia, tendo escrito os filmes “Star Trek” (2009) e “Além da Escuridão: Star Trek” (2013). Recentemente, ele tentou virar diretor de cinema, mas o fracasso de “A Múmia” (2017) o trouxe de volta ao mundo das séries. A estreia está prevista para o começo de 2019.
Roger Perry (1933 – 2018)
O ator Roger Perry morreu na quinta (11/7) à noite em sua casa na Califórnia, aos 85 anos, após lutar contra um câncer de próstata. Ele teve uma longa trajetória em Hollywood, mas é mais lembrado por seus papéis televisivos. Perry foi descoberto pela comediante Lucille Ball, que o contratou para estrelar séries de sua produtora, Desilu, e emplacou seu primeiro protagonismo como o filho de Pat O’Brien na série “Harrigan and Son”, que durou apenas uma temporada em 1960. Depois disso, viveu um policial em “Arrest and Trial” (1963–1964), precursora do formato popularizado em “Law & Order”. O elenco ainda incluía Ben Gazzara e Chuck Connors, contudo a produção também só durou uma temporada. A carreira de protagonista não emplacou, mas ele acabou chamando atenção por ótimas participações especiais, como num episódio de “Os Monstros” de 1965, em que interpretou um jovem com intenções admiráveis, que tenta resgatar a bela Marilyn (Pat Priest) de um bando de monstros. No entanto, eles nada mais eram que os membros da família amorosa da jovem. Roger ainda participou de um famoso episódio de viagem no tempo da 1ª temporada de “Jornada nas Estrelas” (Star Trek”). Seu papel era o capitão John Christopher, um piloto de 1967 (o presente, na época) que entra em contato com um disco voador – na verdade, a nave Enterprise vinda do futuro. Sua lista de aparições incluiu dezenas de outras séries clássicas, entre elas “Dr. Kildare”, “Os Invasores”, “Combate”, “Lancer”, “Têmpera de Aço”, “O Jogo Perigoso do Amor”, “O Homem de Seis Milhões de Dólares”, “Mulher Biônica”, “Mulher-Maravilha”, “Havaí 5-0”, “Mannix”, “Police Woman”, “Duro na Queda” e “Barnaby Jones”, além de arcos mais longos em “Vivendo e Aprendendo” (Facts of Life) e “Falcon Crest” já nos anos 1980. Por conta da agenda televisiva, ele não fez tantos filmes, embora sua filmografia tenha iniciado em 1959, ao estrear como um trapezista em “Ases do Trapézio” (1959). Apesar disso, chegou a estrelar uma franquia de terror, ao enfrentar vampiros em “Conde Yorga, Vampiro” (1970) e sua continuação “A Volta do Conde Yorga” (1971). Também participou do musical “Nas Águas da Marujada” (1963), estrelado por Connie Francis, do western “O Céu à Mão Armada” (1969), com Glenn Ford, do terror “O Monstro de Duas Cabeças” (1972), com Ray Milland, e de um filme da era da discoteca, “Roller Boogie” (1979). Seu último longa foi “Wreckage” (2010), ao lado de Aaron Paul. Além da carreira na televisão e no cinema, Roger ainda foi compositor. A estrela Barbra Streisand cantou uma de suas canções, “A Kid Again”, durante seu primeiro especial de TV, em 1965. Intitulado “My Name Is Barbra”, o especial foi recentemente restaurado e disponibilizado pela Netflix.
Harlan Ellison (1934–2018)
Morreu Harlan Ellison, lendário escritor de ficção científica que criou a série “Starlost – A Estrela Perdida” e assinou alguns episódios clássicos do gênero na televisão americana. Ele morreu enquanto dormia nesta quinta-feira (28/6), aos 84 anos. Ellison teve vários contos adaptados e roteiros originais escritos para a antologia “Quinta Dimensão” (The Outer Limits), tanto na versão original da série dos anos 1960 quanto na sua reencarnação dos anos 1990. Também assinou histórias de “Viagem ao Fundo do Mar”, “O Agente da UNCLE”, “Além da Imaginação”, “Fuga das Estrelas” (Logan’s Run), “Babylon 5” e até mesmo um capítulo de “A Noviça Voadora” – porque era apaixonado por Sally Field, a estrela da série. Mas seu trabalho mais celebrado é sem dúvida o roteiro para “The City on the Edge of Forever”, de “Jornada nas Estrelas” (Star Trek). Penúltimo episódio da 1ª temporada da “Star Trek” clássica, a trama venceu o prêmio Hugo, dedicado aos melhores textos da ficção científica, e o WGA Award (do Sindicato dos Roteiristas) como Melhor Episódio de Série Dramática de 1967. A história gira em torno de uma viagem no tempo, quando a tripulação da Enterprise tenta impedir o Capitão Kirk (William Shatner) de mudar a História para salvar uma ativista (Joan Collins) dos anos 1930 por quem se apaixonou. O roteiro original, porém, foi reescrito por Gene Roddenberry, criador de “Star Trek”, e outros editores de texto da produção, porque a história de Ellison era muito cara para o orçamento televisivo. Em resposta, Ellison submeteu seu roteiro original ao Hugo e ao WGA, ignorando as “contribuições” dos demais. E foi seu texto original que acabou reconhecido. Por conta disso, Ellison e Roddenberry ficaram sem se falar durante anos, especialmente após o criador de “Star Trek” mentir que o roteiro do escritor transformava o engenheiro-chefe Scotty (James Doohan) em traficante de drogas. Não foi a única vez que Ellison teve problemas com produtores. O que deu origem a um hábito curioso. Quando não ficava satisfeito com a forma como seu trabalho era tratado, ele exigia que seu nome fosse substituído nos créditos pelo pseudônimo “Cornwainer Bird”. E fez isso com freqüência. Inclusive na série canadense “Starlost”, sua única criação televisiva, estrelada por Keir Dulea (o astro de “2001 – Uma Odisseia no Espaço”) em 1974. Ele também tinha fama de intratável, e isso desde que foi expulso da Universidade Estadual de Ohio por dar um soco em um professor que havia criticado sua escrita, em 1953. Uma das anedotas mais citadas de sua biografia lembra que, logo ao chegar no seu primeiro dia de trabalho na Disney, que foi seu primeiro emprego em Hollywood em 1962, Ellison brincou que adoraria fazer um filme pornográfico com os personagens das animações do estúdio. Roy Disney o ouviu e o demitiu no local, antes de entrar no prédio. Ellison também enviou 213 tijolos pelo correiro – e à cobrar – para uma editora que lhe deu calote e um bicho morto para outra empresa que publicava seus livros. Durante um discurso de 1969 em uma convenção de ficção científica do Texas, ele se referiu ao Corpo de Cadetes da universidade local como “a próxima geração de nazistas da América”. E também foi acusado de agredir o autor e crítico Charles Platt durante uma cerimônia de premiação da Nebula Awards. Outro de seus hábitos favoritos era abrir processos. Ele processou a CBS por direitos a uma percentagem dos lucros com seu episódio de “Jornada nas Estrelas” e recebeu uma quantia não revelada num acordo em 2009. Também acionou na justiça a rede ABC por plágio cometido com a série “Future Cop” (1977) e até James Cameron por plágio em “O Exterminador do Futuro” (1984). Graças a esse temperamento, só foi contratado para escrever um único roteiro de cinema, “Confidências de Hollywood” (1966), adaptação de um romance sobre um ator arrogante que se torna ainda mais insuportável ao ser indicado ao Oscar. Mas teve um de seus livros transformados em filme, a sci-fi distópica “O Menino e seu Cachorro”, estrelada pelo jovem Don Johnson em 1975. A obra, por sinal, está para ganhar remake. Mesmo com todas essas confusões, muitos produtores de sci-fi reconheciam seu talento e o empregaram como consultor criativo, trabalho que exerceu em algumas séries cultuadas, como “O Sexto Sentido” (1972), o remake de “Além da Imaginação” (1985–1989) e “Babylon 5” (1994-1998). Ellison chegou a aparecer em três episódios de “Babylon 5”. E foi considerado famoso o suficiente para ganhar uma versão animada num episódio de “Os Simpsons”, exibido em 2014.
Alex Kurtzman fecha contrato para criar novas séries da franquia Star Trek
O cineasta Alex Kurtzman fechou um acordo de exclusividade com o CBS Studios até 2023. Pelo contrato, Kurtzman deve receber US$ 25 milhões e assumir a função de showrunner da 2ª temporada de “Star Trek: Discovery”, após a demissão dos responsáveis pela 1ª temporada, além de desenvolver novas séries para expandir o universo “Star Trek” por meio de sua produtora, a Secret Hideout. O site The Hollywood Reporter aponta que uma das possibilidades em discussão são um novo desenho animado da atração e um série centrada no Capitão Jean-Luc Picard, de “Star Trek: A Nova Geração”. Este rumor ganhou força após Patrick Stewart dar uma entrevista em que afirmou que ainda não viu “Star Trek: Discovery”, mas pode ter motivos para vê-la em breve. Veja abaixo. Já a Variety aponta que uma das possibilidades pode ser uma série na Academia da Frota Estelar (Starfleet Academy), atualmente em desenvolvimento por Stephanie Savage e Josh Schwartz, criadores de “Gossip Girl” e “Runaways” Kurtzman tem forte ligação com a franquia, tendo escrito os filmes “Star Trek” (2009) e “Além da Escuridão: Star Trek” (2013). Recentemente, ele tentou virar diretor de cinema, mas o fracasso de “A Múmia” (2017) o trouxe de volta ao mundo das séries, onde começou a carreira como roteirista de “Hércules”, “Xena” e “Alias”, antes de criar “Fringe” e “Sleepy Hollow”, sempre em dupla com Roberto Orci. O contrato com a CBS é o maior acordo de Kurtzman desde o final da parceria há dois anos.
Roteirista do filme Star Trek vira showrunner da série Star Trek: Discovery
A série “Star Trek: Discovery” passou por mudanças nos bastidores em meio às gravações de sua 2ª temporada. Gretchen Berg e Aaron Harberts, os showrunners que fizeram a série decolar após a saída do criador da atração, Bryan Fuller, ainda durante a pré-produção, não fazem mais parte do programa. O produtor executivo Alex Kurtzman, co-criador da série, ganhou mais responsabilidade para virar o showrunner único da atração. Kurtzman tem forte ligação com a franquia, tendo escrito os filmes “Star Trek” (2009) e “Além da Escuridão: Star Trek” (2013). Recentemente, ele tentou virar diretor de cinema, mas o fracasso de “A Múmia” (2017) o trouxe de volta ao mundo das séries. Fontes ouvidas pelo Deadline disseram que a mudança de showrunners não foi motivada por problemas criativos, mas operacionais. Não está claro o que isso significa, mas a revista Variety joga lenha na fogueira, ao denunciar que o motivo do afastamento foi um clima de tensão na sala de roteiristas. Eles foram demitidos. Além da dupla, o produtor-roteirista Akiva Goldsman (que derrubou “A Torre Negra”) também não volta na próxima temporada. Uma nota emitida pela CBS TV comunicou a mudança em tom genérico. “Fizemos algumas mudanças de produtores em ‘Star Trek: Discovery’. A série continua sob a visão criativa e liderança do produtor executivo e co-criador Alex Kurtzman. A ‘Discovery’ continua em curso para a 2ª temporada em 2019, com novas e contínuas histórias que se baseiam em sua temporada de estréia de sucesso.” A série está atualmente gravando o quinto episódio da nova temporada e, após isso, a produção entrará num pequeno hiato. Há grande expectativa entre os fãs de “Star Trek” pelo desenrolar da trama, já que os próximos capítulos mostrarão um encontro entre a nave Discovery e a clássica Enterprise, comandada pelo Capitão Pike. Além disso, a série apresentará uma versão jovem de Spock. Ainda não há previsão de estreia para a 2ª temporada, mas o comunicado fala em 2019. A série é produzida para o serviço de streaming CBS All Access, mas chega ao Brasil pela Netflix.
Acusação de assédio contra George Takei foi “erro”, diz único jornalista que investigou o caso
Seis meses após a imprensa publicar e repercutir uma acusação de assédio sexual contra George Takei, o ator veterano que interpretou o Sr. Sulu na série clássica “Jornada nas Estrelas” (Star Trek), um jornalista finalmente fez o trabalho que os responsáveis pelo texto original tiveram preguiça de realizar. Ele verificou que a denúncia não se sustenta e publicá-la foi um erro que deveria ter sido evitado. Em novembro de 2017, o ator de 81 anos, que também é conhecido como ativista gay, foi acusado de agressão sexual, decorrente de um incidente que supostamente ocorreu nos anos 1980. O relato foi impresso pela primeira vez pela revista The Hollywood Reporter. Em sua acusação, o ex-modelo Scott Brunton disse ter sido drogado e apalpado pelo ator durante um encontro em 1981. A denúncia não rendeu investigação criminal pela falta de elementos que pudessem corroborar a história, mesmo assim ela passou a assombrar a carreira de Takei. Coube a um repórter do semanário nova-iorquino Observer sepultar de vez a mentira. Shane Snow passou meses investigando as alegações. Ele entrevistou o próprio Brunton, especialistas e muitas pessoas que conhecem Takei. O resultado foi um artigo detalhado e extenso publicado no Observer que desafia o denunciante. Sua conclusão é: “Nós – público e imprensa – erramos ao publicar a história de abuso sexual de George Takei”. Para começar, o jornalista apontou as inconsistências da história de Brunton, contadas a diferentes meios de comunicação após a matéria da THR se tornar viral. “Brunton não mencionou ter sido drogado até dois dias depois da publicação da THR, e em resposta à negação pública de Takei”, escreveu Snow. “E então, em uma entrevista à CNN, ele confusamente não contou nem uma coisa nem outra.” Depois da história da THR, foram usuários do Twitter que assumiram que Brunton tinha sido drogado, deduzindo isso de sua descrição do encontro, porque afirmou que, depois de tomar dois drinques no apartamento de Takei, tentou se levantar e se sentiu tonto. Ele disse que Takei o levou a uma poltrona e então ele perdeu a consciência por algum tempo. Brunton disse que despertou após sentir o suposto tatear, e foi capaz de ficar sóbrio, dirigir para casa e ficar sem ressaca no dia seguinte. Após tuiteiros embarcarem e aumentarem sua história, Brunton acrescentou este detalhe na descrição do suposto assédio, dizendo ao jornal The Oregonian: “Eu sei que, inequivocamente, ele batizou minha bebida”. Na entrevista realizada por Snow, ele tentou justificar a mudança de detalhes: “Eu pensei que estava bêbado… Só percebi que tinha sido outra coisa anos depois, quando começaram a falar sobre drogas para estupro – e então Cosby e tudo mais.” O repórter foi tirar a limpo a afirmação com dois toxicologistas, que rechaçaram a tese da bebida batizada. “O álcool sozinho, se bebido rapidamente, poderia explicar a perda de sentidos, particularmente se houvesse um pouco de hipotensão postural”, disse o especialista em estupro Michael Scott-Ham, de uma firma de consultoria em Londres. “O fato de ele se recuperar tão rapidamente não sugere ação de uma droga.” Snow compartilhou as conclusões dos toxicologistas com Brunton, que aparentemente concordou, ao dizer sobre Takei: “Isso o torna um pouco menos sinistro”. Então, Snow mergulhou na alegação do abuso sexual, lembrando que Brunton entrou em contradição em várias entrevistas. “Ele tocou seus genitais?”, perguntou francamente. “Você sabe… provavelmente…”, Brunton respondeu depois de alguma hesitação. “Ele estava claramente a caminho de… chegar em algum lugar.” “Então … você não se lembra dele tocando seus genitais?”, insistiu o jornalista. Brunton então confessou que não se lembrava de nenhum toque. Na recordação de Brunton, ele disse que, de repente, suas calças estavam soltas e que Takei estava puxando sua cueca, mas Brunton disse que não queria fazer sexo. Ele disse que Takei respondeu: “Estou tentando deixar você confortável”. Mas Brunton empurrou-o dizendo: “Não”. E foi embora. O ex-vice-promotor distrital Ambrosio Rodriguez, que processou estupradores e molestadores na Califórnia, disse a Snow: “Não há nada para processar aqui”, depois de ouvir sobre a noite em detalhes. “As pessoas se embebedam em encontros e tiram as calças um do outro o tempo todo.” Rodriguez disse a Snow que são as ações seguintes que são críticas para as ramificações legais. “O detalhe crucial no contexto de um encontro consensual entre dois adultos que estão bebendo é o consentimento. Quando um deles fez um avanço e teve o consentimento negado, ele recuou. Simplesmente tentar usufruir de sexo num encontro entre adultos não é crime”, disse Rodriguez. O crime é forçar isso sem consentimento, o que não aconteceu. Snow então mergulhou em outros detalhes, como a cultura das boates gays de Los Angeles, onde Brunton e Takei se conheceram. Também apontou a diferença entre a acusação solitária dirigida contra Takei e a montanha de denúncias contra predadores célebres como Bill Cosby e Harvey Weinstein. Ele também compartilhou algumas declarações ofensivas de Brunton sobre Takei, a quem chamou de velho e asiático, e a forma como descreveu o encontro não como uma história traumática, mas como “uma grande história de festa”. Brunton afirmou não ter ficado chateado ou traumatizado, e só quis se apresentar depois que Takei criticou Kevin Spacey por anunciar sua homossexualidade para desviar a narrativa de uma acusação de pedofilia. Há muitos outros detalhes, mas o mais importante no texto de Snow é lembrar aos leitores que as denúncias contra Harvey Weinstein no New York Times e na revista New Yorker foram resultado de muitos meses de reportagem, apuração, corroboração e checagem de fatos. “Mas, uma vez que esta represa se rompeu, o interesse do público por notícias do gênero funcionaram como um incentivo para que a imprensa divulgasse qualquer denúncia rapidamente, sem o mesmo cuidado, e para que as mídias sociais polarizadas rapidamente as transformassem em fuzilamento”, escreveu Snow. “É fácil esquecer que toda história tem suas próprias sutilezas e nuances, e as conseqüências de publicar uma denúncia mentirosa podem ser severas.” A conclusão do jornalista: “Devemos às vítimas e ao acusado investigar todos os lados de uma história antes de liberá-la para que as massas a devorem”.
Diretora de Jessica Jones negocia comandar próximo filme da franquia Star Trek
A diretora S.J. Clarkson, que assinou os primeiros episódios de “Jessica Jones” e “Os Defensores”, está em negociações com a Paramount para assumir o comando de um dos dois filmes de “Star Trek” anunciados pelo presidente do estúdio, Jim Gianopulos, na terça (25/4) durante a convenção CinemaCon. Caso tudo corra como previsto, ela se tornará a primeira cineasta a ir onde nenhuma mulher jamais esteve. Até então, todos os filmes da franquia foram dirigidos por homens. Clarkson filmará o quarto longa da franquia reiniciada, continuação de “Star Trek: Sem Fronteiras” (2016), que segue as aventuras da tripulação da Enterprise comandada pelo Capitão Kirk (Chris Pine). Segundo rumores antigos, a trama vai incluir viagem no tempo e trará de volta Chris Hemsworth (o Thor) na pele do pai de Kirk, papel que o ator interpretou no reboot de 2009. Além deste filme, o diretor Quentin Tarantino desenvolve outro “Star Trek”, que atualmente está sendo escrito por Mark L. Smith, roteirista de “O Regresso”. Os dois longas serão produzidos por J.J. Abrams, que assumiu o comando da franquia ao dirigir “Star Trek” (2009).
Voz de Spock ressoa em vídeo da 2ª temporada de Star Trek: Discovery
A plataforma CBS All Access divulgou o primeiro vídeo da 2ª temporada de “Star Trek: Discovery”, que revela o começo das gravações. A prévia mostra bastidores da produção, com designs de figurinos, cenários e maquiagens de alienígenas, além de vozes de personagens e trechos em que os atores aparecem concentrados para iniciar os trabalhos. Os melhores detalhes são os sonoros, já que, entre as vozes do elenco atual, ressoam três gravações dos anos 1960, com as vozes de Jeffrey Hunter, intérprete do Capitão Pike no primeiro piloto de “Star Trek” de 1964, e Leonard Nimoy, o Sr. Spock, que tem duas falas clássicas reproduzidas – da 1ª e da 2ª temporada da série original. Os dois personagens vão ganhar novas versões na 2ª temporada “Star Trek: Discovery”. Enquanto Spock aparecerá ainda criança, interpretado por um ator ainda não revelado, Christopher Pike será vivido por Anson Mount (o Raio Negro de “The Inhumans”). Muito se especulava a respeito da participação de Spock, uma vez que sua irmã de criação, Michael Burnham (vivida por Sonequa Martin-Green), é a protagonista de “Discovery”. Além disso, seus pais Sarek (James Frain) e Amanda (Mia Kirshner) fazem aparições recorrentes na trama. Para completar, o final da 1ª temporada de “Star Trek: Discovery” introduziu em cena a nave Enterprise, preparando a revelação de sua tripulação para os primeiros episódios do segundo ano. A nave, já se sabe, terá como comandante o Capitão Christopher Pike, que foi o antecessor de James Kirk. Caso os produtores optassem por seguir a cronologia da série clássica dos anos 1960, as chances de Spock aparecer na Enterprise eram enormes, pois ele já era o Oficial de Ciências da nave na época de Pike. Entretanto, isto foi mudado pelo reboot cinematográfico de 2009, que mostrou Spock iniciando sua carreira ao lado de James Kirk. O diretor Jonathan Frakes (também conhecido como o Comandante Riker de “Star Trek: A Nova Geração”) já revelou que a série atual vai seguir a cronologia cinematográfica. Foi ele quem contou que Spock aparecerá como um menino na série, no segundo episódio da 2ª temporada. Resta saber, então, quem formará a tripulação da Enterprise comandada por Pike. No piloto clássico, o segundo oficial em comando, chamado apenas de Número 1, era interpretado por Majel Barrett, esposa de Gene Roddenberry, criador da franquia. Ela também viveu a Enfermeira Chapel na série clássica e foi a voz do computador de todas as séries e filmes pré-reboot de 2009. “Star Trek: Discovery” ainda não tem previsão para voltar a ser exibida. No Brasil, ela é disponibilizada pela Netflix.












