Persuasão: Primeiras fotos mostram Dakota Johnson em romance de Jane Austen
A Netflix divulgou as primeiras fotos de “Persuasão” (Persuasion), adaptação do romance homônimo de Jane Austen. As imagens destacam individualmente os intérpretes do triângulo amoroso da trama: Dakota Johnson (“Cinquenta Tons de Cinza”), Henry Golding (“Podres de Ricos”) e Cosmo Jarvis (“Raised by Wolves”). “Persuasão” foi o último romance completo de Austen, publicado em 1817, logo após sua morte. A trama gira em torno de Anne Elliot (Johnson), uma mulher inconformada, que foi convencida a dispensar o cortejador Frederick Wentworth (Jarvis) por ser pobre. Agora, com sua família esnobe à beira da falência, ela descobre que Wentworth retornou rico em busca de uma esposa. Descrita pela Netflix e a produtora MRC como uma “abordagem moderna e espirituosa de uma história amada”, a adaptação é assinada por Ronald Bass, o roteirista veterano de “O Casamento do Meu Melhor Amigo”, e a novata Alice Victoria Winslow. A história do romance já teve várias adaptações para a televisão e o teatro, mas é a primeira vez que está sendo filmada para o cinema – além do lançamento em streaming, terá distribuição limitada em salas de exibição. A produção começou em maio e vai marcar a estreia da diretora de teatro Carrie Cracknell à frente de um longa-metragem. O elenco também inclui Richard E. Grant (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”), Suki Waterhouse (“Miss Revolução”), Nikki Amuka-Bird (“Avenue 5”) e Edward Bluemel (“A Descoberta das Bruxas”). Ainda não há previsão para a estreia. Let these exquisite photos of Dakota Johnson, Cosmo Jarvis, and Henry Golding tide you over until PERSUASION, a most excitable new film adaptation of Jane Austen’s novel from director Carrie Cracknell, arrives on Netflix in 2022. pic.twitter.com/GSwzx8C2Y9 — NetflixFilm (@NetflixFilm) June 14, 2021
Sanditon: Theo James revela que não volta na 2ª temporada
Ressuscitada pelo canal público americano PBS após ter sido descartada pela rede britânica ITV, “Sanditon” voltará para mais duas temporadas, mas a atriz Rose Williams (de “Reign/Reinado”) vai perder seu par romântico. O ator Theo James (“Divergente”) anunciou que não retornará para os novos episódios da série. “Embora tenha adorado interpretar Sidney, sempre afirmei que sua jornada terminou como eu queria”, manifestou-se James num texto publicado no Twitter oficial do canal PBS na sexta-feira (7/5). “O fim com sensação de conto de fadas imperfeito entre Charlotte e Sidney é diferente, único e muito interessante para mim. Eu desejo ao elenco e à equipe de ‘Sanditon’ todo o sucesso nas futuras temporadas”, concluiu. O ator encontra-se com a agenda cheia, após assumir um dos papéis principais em “The Time Traveler’s Wife”, nova série da HBO que começará as gravações ainda neste ano. Na série, Sidney Parker, vivido por James, fazia par romântico com Charlotte Heywood (Rose Williams), personagem principal da produção. Filha de uma família rica do interior rural da Inglaterra, a vida de Charlotte passa por uma grande transformação quando ela visita a cidade do título, uma sonolenta vila de pescadores que está tentando se reinventar como um resort à beira-mar – e para isso precisa atrair turistas abastados. Ela vai embora ao fim da 1ª temporada, deixando o romance interrompido. A saída de James deve alterar os rumos da produção, que originalmente nunca foi terminada em sua forma original. A trama é baseada no último romance não finalizado de Jane Austen (1775—1817), mais famosa escritora romântica de todos os tempos, autora de “Orgulho e Preconceito” e “Emma”, entre outros clássicos. Ela escreveu os 11 primeiros capítulos de “Sanditon” meses antes de sua morte, em 1817, mas não concluiu a trama. Apesar disso, a história inacabada já ganhou várias versões literárias, finalizadas por diferentes escritores – e até uma sobrinha de Austen. A adaptação da TV foi escrita por Andrew Davies, responsável pela versão da BBC de “Guerra e Paz”. Mas seu final abrupto, como o romance, dividiu opiniões em 2019, originando uma campanha de fãs por uma 2ª temporada, embora a ITV tenha abordado “Sanditon” como uma minissérie. Nesse meio tempo, porém, a atração se tornou um fenômeno internacional, com sucesso até no Brasil, onde foi recentemente disponibilizada pela Globoplay. Após uma longa negociação, o PBS, que exibiu a série nos EUA, assumiu o compromisso de continuar a história. Andrew Davies, responsável pela adaptação original, assumirá a produção, enquanto Justin Young, que escreveu quatro dos primeiros episódios, será o responsável por desenvolver o resto da trama – inédita, pois ultrapassa o texto original de Jane Austen. Como a autora não finalizou a obra, Young terá que imaginar a continuação da história sem Sidney. “Embora Sidney Parker não retorne, tenha a certeza de que uma abundância de romance e aventura está à frente para a heroína de ‘Sanditon'”, diz o texto da PBS que acompanha o recado de Theo James. Veja abaixo. #SanditonPBS will return w/ seasons 2 & 3 and continue Charlotte’s journey through life & love. While Sidney Parker will not return, rest assured that an abundance of romance & adventure lies ahead for the Sanditon heroine. We can’t wait for you to see what we have in store… 💕 pic.twitter.com/8ioma0RbwF — MASTERPIECE | PBS (@masterpiecepbs) May 7, 2021
“Sanditon” é renovada para mais duas temporadas
O canal público americano PBS anunciou a renovação da série “Sanditon” para mais duas temporadas. Originalmente produzida para a TV britânica, “Sanditon” era considerada uma minissérie pelo canal inglês ITV, que não se empenhou em continuar a história depois de sua exibição em 2019. Mas desde então a atração se tornou um fenômeno internacional, com sucesso até no Brasil, onde foi recentemente disponibilizada pela Globoplay. O PBS, que exibiu os primeiros episódios nos EUA, atendeu ao clamor dos fãs e assumiu a produção não apenas da 2ª temporada, mas também de um terceiro ano da série. A trama é baseada no último romance não finalizado de Jane Austen (1775—1817), mais famosa escritora romântica de todos os tempos, autora de “Orgulho e Preconceito” e “Emma”, entre outros clássicos. Ela escreveu os 11 primeiros capítulos de “Sanditon” meses antes de sua morte, em 1817. A história retrata Charlotte Heywood (Rose Williams, de “Reign/Reinado”), uma mulher espirituosa e impulsiva que se muda de sua fazenda para Sanditon, uma sonolenta vila de pescadores que está tentando se reinventar como um resort à beira-mar, e para isso precisa atrair turistas abastados. A história inacabada já ganhou várias versões literárias, finalizadas por diferentes escritores – e até uma sobrinha de Austen. A adaptação da TV foi escrita por Andrew Davies, responsável pela versão da BBC de “Guerra e Paz”. Mas a história termina, como o romance, de forma abrupta, o que dividiu opiniões, originando uma campanha de fãs para uma 2ª temporada, que, já no ano passado, dava sinais de que deveria mesmo acontecer. A continuação tentará manter o mesmo elenco e já confirmou a volta da atriz Rose Williams no papel da protagonista. Andrew Davies assumirá a produção e Justin Young, que escreveu quatro dos primeiros episódios, será o responsável por desenvolver o resto da história – inédita, pois ultrapassa a trama criada por Jane Austen – , que será conhecida nos próximos capítulos. Para quem gostou de “Bridgerton”, a série é uma ótima opção de romance, intrigas e corações partidos em meio a aristocracia do século 19, com o diferencial de se passar num balneário idílico.
Persuasão: Dakota Johnson vai estrelar adaptação do último romance de Jane Austen
Dakota Johnson assinou contrato para estrelar “Persuasion”, uma versão moderna do romance “Persuasão”, de Jane Austen, na Netflix. A produção está prevista para começar em maio e vai marcar a estreia da diretora de teatro Carrie Cracknell à frente de um longa-metragem. Descrita pela Netflix e a produtora MRC como uma “abordagem moderna e espirituosa de uma história amada”, a adaptação é assinada por Ronald Bass, o roteirista veterano de “O Casamento do Meu Melhor Amigo”, e a novata Alice Victoria Winslow. “Persuasão” foi o último romance completo de Austen, publicado em 1817, logo após sua morte. A história, que já teve várias adaptações para a televisão e o teatro, nunca tinha sido levada para o cinema. A trama gira em torno de Anne Elliot, uma mulher inconformada, que foi convencida a dispensar o cortejador Frederick Wentworth por ser pobre. Agora, com sua família esnobe à beira da falência, Wentworth retorna rico em busca de uma esposa.
Orgulho e Preconceito pode virar série passada nos dias de hoje
A rede The CW deu sinal verdade para um projeto de série de antologia que recria os romances de Jane Austen nos dias de hoje. Intitulada “Modern Austen”, a proposta vem da roteirista Eleanor Burgess (“Perry Mason”), com produção da Homegrown Pictures e da Warner Bros TV. A ideia é contar histórias modernas inspiradas nos livros da célebre romancista britânica do século 18. Desta forma, a 1ª temporada faria uma versão de “Orgulho e Preconceito” passada na São Francisco contemporânea. Em etapa inicial, o projeto está em fase de desenvolvimento de roteiro e ainda não recebeu encomenda de piloto, mas parece sob medida para o público-alvo do canal. Vale considerar que “Orgulho e Preconceito”, um dos livros mais adaptados para as telas, já ganhou diversas versões “modernizadas”. Veja abaixo o trailer de uma das muitas conversões modernas do clássico literário.
Skyplay estreia Emma e anuncia A Caçada para este mês
A plataforma Skyplay, da provedora de TV por assinatura Sky, está promovendo estreias de filmes antes do cinema e de serviços on demand rivais. Neste fim de semana, lançou “Emma”, nova adaptação da obra clássica de Jane Austen, e anunciou ainda para este mês “A Caçada”, que ganhou repercussão ao ser atacado por Donald Trump. A nova versão de “Emma”, que foi grafada no exterior como “Emma.”, com ponto final, traz a atriz Anya Taylor-Joy (“A Bruxa”) no papel-título. A personagem, também vivida por Gwyneth Paltrow em 1996, é uma jovem do começo do século 19 que adora arranjar namoros e casamentos para seus amigos, causando mil confusões, mas se vê totalmente perdida quando o assunto é sua própria vida amorosa. O Sr. Knightley, pretendente de Emma, é vivido pelo ator britânico Johnny Flynn (“Genius”) e o elenco ainda inclui Bill Nighy (“Questão de Tempo”), Gemma Whelan (“Game of Thrones”), Mia Goth (“Suspiria”), Josh O’Connor (“The Crown”) e Callum Turner (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”). A direção é de Autumn de Wilde, que estreia em longas-metragens após dirigir vários clipes do músico Beck, e o lançamento nos cinemas estava marcado para 23 de abril no Brasil. Ele chegou a ser exibido brevemente nos cinemas americanos, em fevereiro passado. Mas o atraso do calendário nacional coincidiu com a chegada da pandemia de coronavírus no pais, fazendo a estreia ser cancelada e o filme remanejado para VOD. Já “A Caçada” (The Hunt) chegaria em 28 de maio, após estrear em março nos EUA. O lançamento em VOD deve seguir de perto a data original no lançamento no país. O filme mostra uma dúzia de militantes da extrema direita americana que acordam em uma clareira e percebem que estão sendo caçados por milionários da esquerda liberal. Os alvos se consideram “pessoas comuns”, vítimas da “elite” na trama, numa metáfora pouco sutil, que transforma o discurso de coitadismo dos heterossexuais brancos americanos em sátira de terror. Isto incomodou Trump que foi ao Twitter tachar o filme de “racista”, termo que ele usa para se referir a ataques contra pessoas brancas. Ele chamou Spike Lee de “racista” após o cineasta fazer um discurso político no Oscar 2019, e chegou a se referir à série “Black-ish”, sobre uma família negra, como “racismo no maior nível”. Por outro lado, quando precisou se manifestar a respeito do ataque de supremacistas brancos contra ativistas negros, que resultou numa morte, Trump preferiu dizer que havia pessoas de bem dos dois lados. “A Caçada” foi escrita por Nick Cuse e Damon Lindelof, que estabeleceram sua parceria criativa na série “The Leftovers”, onde o primeiro atuou como roteirista da equipe comandada pelo segundo – um episódio escrito pelos dois foi indicado a prêmio do Sindicato dos Roteiristas. Lindelof ainda trabalhou famosamente com o pai de Nick, Carlton Cuse, na série “Lost”. A direção é de Craig Zobel, que também dirigiu episódios de “The Leftovers”, além dos filmes “Obediência” (2012) e “Os Últimos na Terra” (2015). A produção é de Jason Blum, que ainda produziu o “racista” (no sentido trumpiano da palavra) “Corra!” (2017), indicado ao Oscar de Melhor Filme. Já o elenco traz vários astros de séries, como Betty Gilpin (“GLOW”), Emma Roberts (“American Horror Story”), Justin Hartley (“This Is Us”), Ike Barinholtz (“The Mindy Project”), Glenn Howerton (“It’s Always Sunny in Philadelphia”) e Hilary Swank (“Trust”). Todos brancos. Tanto “A Caçada” quanto “Emma” são produções da Universal, que os liberou para VOD no fim de março nos EUA. Veja os trailers oficiais legendados dos dois filmes abaixo.
Emma: Novo trailer e pôsteres de personagens destacam elogios e figurinos de época
A Universal divulgou uma coleção de pôsteres e um novo trailer de sua adaptação de “Emma”, comédia romântica baseada na obra clássica de Jane Austen. A prévia destaca os elogios da crítica, após a estreia nesta sexta (14/2) no Reino Unido, bem como o tom bem-humorado. Já os cartazes apresentam individualmente um dos maiores destaques da produção. Os atores são bons, mas o que chama realmente atenção é o figurino de época dos personagens, criado por Alexandra Byrne, vencedora do Oscar por “Elizabeth: A Era de Ouro” (2007). A nova versão de “Emma”, que está sendo grafada no exterior como “Emma.”, traz a atriz Anya Taylor-Joy (“A Bruxa”) no papel-título, vivido por Gwyneth Paltrow em 1996, uma jovem do começo do século 19 que adora arranjar namoros e casamentos para seus amigos, causando mil confusões, mas se vê totalmente perdida quando o assunto é sua própria vida amorosa. O Sr. Knightley, pretendente de Emma, é vivido pelo ator britânico Johnny Flynn (“Genius”) e o elenco ainda inclui Bill Nighy (“Questão de Tempo”), Gemma Whelan (“Game of Thrones”), Mia Goth (“Suspiria”), Josh O’Connor (“The Crown”) e Callum Turner (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”). A direção é de Autumn de Wilde, que estreia em longas-metragens após dirigir vários clipes do músico Beck, e o lançamento está marcado para 23 de abril no Brasil, dois meses após a chegada nos cinemas dos Estados Unidos.
Emma: Nova versão do clássico de Jane Austen ganha segundo trailer
A Universal divulgou o segundo trailer de sua nova adaptação de “Emma”, comédia romântica baseada na obra clássica de Jane Austen. Desta vez, a atriz Anya Taylor-Joy (“A Bruxa”) tem o papel vivido por Gwyneth Paltrow em 1996, e o tom parece mais cômico (histérico) que versões passadas. Também chama atenção a forma como uma das cenas, vista de relance, evoca o visual das aias de “The Handmaid’s Tale”. Coincidência? Mensagem oculta? Confira abaixo. A trama, um dos romances mais populares da escritora Jane Austen, gira em torno de uma jovem do começo do século 19 que adora arranjar namoros e casamentos para seus amigos, causando mil confusões, mas se vê totalmente perdida quando o assunto é sua própria vida amorosa. O Sr. Knightley, pretendente de Emma, é vivido pelo ator britânico Johnny Flynn (“Genius”) e o elenco ainda inclui Bill Nighy (“Questão de Tempo”), Gemma Whelan (“Game of Thrones”), Mia Goth (“Suspiria”), Josh O’Connor (“The Crown”) e Callum Turner (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”). A direção é de Autumn de Wilde, que vai estrear em longas-metragens após dirigir vários clipes do músico Beck, e a estreia está marcada para 23 de abril no Brasil, dois meses após o lançamento nos Estados Unidos.
Emma: Nova versão do clássico de Jane Austen ganha trailer legendado com a atriz de A Bruxa
A Universal divulgou a versão legendada do trailer de uma nova adaptação de “Emma”, comédia romântica baseada na obra clássica de Jane Austen. Desta vez, a atriz Anya Taylor-Joy (“A Bruxa”) tem o papel vivido por Gwyneth Paltrow em 1996. A trama, um dos romances mais populares da escritora Jane Austen, gira em torno de uma jovem do começo do século 19 que adora arranjar namoros e casamentos para seus amigos, causando mil confusões, mas se vê totalmente perdida quando o assunto é sua própria vida amorosa. O Sr. Knightley, pretendente de Emma, é vivido desta vez pelo ator britânico Johnny Flynn (“Genius”). O elenco ainda inclui Bill Nighy (“Questão de Tempo”), Gemma Whelan (“Game of Thrones”), Mia Goth (“Suspiria”), Josh O’Connor (“The Crown”) e Callum Turner (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”). A direção é de Autumn de Wilde, que vai estrear em longas-metragens após dirigir vários clipes do músico Beck. A estreia está marcada para 23 de abril no Brasil, dois meses após o lançamento nos Estados Unidos.
Emma: Trailer da nova adaptação de Jane Austen traz atriz de A Bruxa
A Focus Features divulgou o pôster e o trailer de uma nova adaptação de “Emma”, comédia romântica baseada na obra clássica de Jane Austen. Desta vez, a atriz Anya Taylor-Joy (“A Bruxa”) tem o papel vivido por Gwyneth Paltrow em 1996. A trama, um dos romances mais populares da escritora Jane Austen, gira em torno de uma jovem do começo do século 19 que adora arranjar namoros e casamentos para seus amigos, causando mil confusões, mas se vê totalmente perdida quando o assunto é sua própria vida amorosa. O Sr. Knightley, pretendente de Emma, é vivido desta vez pelo ator britânico Johnny Flynn (“Genius”). O elenco ainda inclui Bill Nighy (“Questão de Tempo”), Gemma Whelan (“Game of Thrones”), Mia Goth (“Suspiria”) e Callum Turner (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”). A direção é de Autumn de Wilde, que vai estrear em longas-metragens após dirigir vários clipes do músico Beck. A estreia está marcada para 23 de abril no Brasil, dois meses após o lançamento nos Estados Unidos.
Anya Taylor-Joy vai estrelar nova versão do romance clássico Emma, de Jane Austen
O famoso romance “Emma”, escrito em 1815 por Jane Austen, vai ganhar mais uma adaptação cinematográfica, desta vez com Anya Taylor-Joy (“A Bruxa”) no papel principal. “Emma” conta a história da jovem personagem-título, que se intromete na vida dos outros e tenta brincar de cupido com quem conhece, mas apesar disso tem seus próprios problemas afetivos. A nova versão tem roteiro de Eleanor Catton (“The Luminaries”) e será o primeiro longa do diretor de clipes Autumn de Wilde (Beck, Rilo Kiley), além de representar uma grande mudança de perfil para Taylor-Joy, especialista em filmes de terror como “A Bruxa” (2015), “Fragmentado” (2016) e “O Segredo de Marrowbone” (2017). A história já foi adaptada para as telas inúmeras vezes. A versão mais antiga foi lançada na Inglaterra em 1948, com Judy Campbell no papel de Emma Woodhouse, a mais lembrada é de 1996, estrelada por Gwyneth Paltrow, e a mais recente é uma minissérie da BBC de 2009, com Romola Garai. Além disso, há também variações modernas da história, como “Aisha” (2010) e até “As Patricinhas de Beverly Hills” (1995), que, por sinal, também vai ganhar remake. Ainda não há previsão de estreia para a nova “Emma”.
Último livro de Jane Austen, que ficou inacabado, ganhará “versão completa” em minissérie britânica
Um romance não finalizado da popular escritora britânica Jane Austen (1775—1817), “Sanditon”, vai virar minissérie coproduzida pelos canais ITV, do Reino Unido, e PBS, dos EUA. Austen escreveu os 11 primeiros capítulos de “Sanditon” meses antes de sua morte, em 1817. A história retrata Charlotte Heywood, uma mulher espirituosa e impulsiva que se muda de sua fazenda para Sanditon, uma sonolenta vila de pescadores que está tentando se reinventar como um resort à beira-mar. A difícil relação espinhosa de Charlotte com o bem-humorado e charmoso Sidney Parker é uma parte fundamental da trama. A história inacabada já ganhou várias versões literárias, finalizadas por diferentes escritores – e até uma sobrinha de Austen. Para a TV, o roteirista Andrew Davies vai adaptar e completar a história a seu próprio modo, em oito episódios. Ele foi o responsável pela versão da BBC de “Guerra e Paz”, minissérie inspirada no livro homônimo de Tolstói. As filmagens da produção começarão no primeiro semestre do ano que vem. A BBC irá distribuir a série internacionalmente.
Amor & Amizade faz leitura avançada e pouco convencional de Jane Austen
No primeiro ato de “Metropolitan” (1990), Tom, personagem principal vivido por Edward Clements, tem uma discussão literária com Audrey (Carolyn Farina), no qual ele desdenha de “Mansfield Park”, considerando o livro de Jane Austen ridículo dentro de um contexto contemporâneo. Inconformada, Audrey retruca: “Já te ocorreu que o mundo contemporâneo, pela perspectiva de Austen, ficaria ainda pior?”. Com 26 anos de carreira, Whit Stillman continua fiel a um sentimento de deslocamento vivido por seus personagens nos ambientes em que transitam, como se estivessem despreparados para um novo rito de passagem. É um conflito que aproxima “Metropolitan” ou qualquer um dos seus três filmes seguintes de “Amor & Amizade”, este justamente inspirado em um romance de Jane Austen. Assumidamente comercial, o título pode fazer os fãs da escritora pensarem que “Amor & Amizade” é uma adaptação homônima do romance escrito em 1790, quando Austen ainda era uma adolescente. No entanto, o roteiro de Stillman tem como base “Lady Susan”, publicado postumamente em 1871. Kate Beckinsale (“Anjos da Noite”) é quem interpreta Lady Susan Vernon, uma quase quarentona que enviuvou sem uma herança generosa. Exatamente por isso, aproveita a ocasião do retorno de sua filha Frederica (Morfydd Clark, de “Orgulho e Preconceito e Zumbis”) após a expulsão do colégio em que estudava para aproximá-la do afortunado Sir James Martin (o hilário Tom Bennett, mais conhecido por suas participações em seriados britânicos), que vive de cometer gafes durante as tentativas frustradas de conquistá-la. Sem muito sucesso na tentativa em sofisticar o seu nome por meio de sua própria filha, Lady Susan parece ter outras cartas na manga, como conquistar Reginald DeCourcy (Xavier Samuel, de “A Saga Crepúsculo: Eclipse”), jovem irmão de Catherine DeCourcy (Emma Greenwell, da série “Shameless”), esposa de seu ex-cunhado, Charles Vernon (Justin Edwards, de “A Duquesa”). Durante os flertes, surgem os boatos de que Lady Susan também estaria atraída por Lord Manwaring (Lochlann O’Mearáin, da série “Vikings”), este em um casamento aos frangalhos com Lady Lucy (Jenn Murray, de “Brooklyn”). Mais do que respeitar os elementos de uma boa comédia de costumes, Whit Stillman persegue uma aproximação entre os valores antiquados e modernos. Não à toa, ele traz Chloë Sevigny (série “Bloodline”) fazendo a melhor amiga americana de Beckinsale: as duas atrizes foram também protagonistas de “Os Últimos Embalos do Disco”, vivendo garotas que parecem as encarnações futuras de Lady Susan e sua confidente Alicia Johnson em plena era da conversão de hippies em yuppies. O resultado está longe de ser uma adaptação convencional de Austen, especialmente pela ênfase na ardilosidade que move Lady Susan. Os homens até pensam que estão resolvendo os seus assuntos amorosos com uma impunidade que não favorece as mulheres. Mal sabem que as razões contidas no coração de Lady Susan a fazem estar muito avançada no jogo de aparências que articula.









