Assassino que inspirou franquia Terror em Amityville morre nos EUA
O assassino Ronald DeFeo Jr., que inspirou a franquia “Terror em Amityville”, morreu na sexta-feira passada (12/3), aos 69 anos, nos EUA. Ele foi condenado à prisão perpétua em 1974, após matar o pai, a mãe e os quatro irmãos na casa da família em Amityville (EUA). DeFeo estava preso na Sullivan Correctional Facility, mas foi transferido para um hospital em Albany (Nova York) em 2 de fevereiro. A causa da morte ainda não foi divulgada pelas autoridades americanas. Em sua juventude, o assassino massacrou toda a família e acabou confessando. Ele disse aos detetives: “Quando comecei, eu simplesmente não conseguia parar. Aconteceu tão rápido”. Mas todos os detalhes do caso se provaram inconsistentes. DeFeo mudou várias vezes a versão de como e porque matou sua família, e os detetives não conseguiram comprovar como ele conseguiu fazer isso da forma como os corpos foram encontrados, todos deitados em suas camas, sem demonstrar resistência e sem que tenham sido drogados. Após sua prisão, a família Lutz se mudou para a residência de Amityville, mas só conseguiu ficar 28 dias na casa. Em 1977, o escritor Jay Anson publicou o livro “Terror em Amityville”, baseando-se nas experiências sobrenaturais vividas pelos Lutz na casa de DeFeo, culpando as tragédias pela presença de demônios e/ou fenômenos paranormais. A fama da casa levou vários pesquisadores paranormais a investigá-la, incluindo o casal Ed e Lorraine Warren, cujo trabalho inspirou uma franquia cinematográfica recente, “Invocação do Mal”. Já a A versão cinematográfica do livro de Anson foi lançada em 1979, com James Brolin e Margot Kidder no elenco. Apesar do baixo orçamento e produção independente, “Terror em Amityville” virou sensação entre o público e arrecadou mais de US$ 86 milhões nas bilheterias. O sucesso deu origem a uma franquia, com continuações, spin-offs e remakes, resultando num total de 21 filmes, sem contar as cópias. A primeira continuação, “Amityville II: A Possessão” foi baseado em outro livro, “Assassinato em Amityville”, do parapsicólogo Hans Holzer, que abordou os crimes de DeFeo. Na trama, o nome da família foi alterado e detalhes controversos acrescentados, junto com uma motivação sobrenatural para os assassinatos. A produção com maior orçamento foi lançada em 2005, um remake do primeiro longa. Batizado no Brasil de “Horror em Amityville”, o filme trazia Ryan Reynolds no papel principal e Chloë Grace Moretz como sua filha. Veja abaixo o trailer do filme original, da continuação oficial e do remake.
Universo de Invocação do Mal ganha documentário de 30 minutos com cenas inéditas
A Warner Bros. lançou um documentário bem detalhado sobre os bastidores do universo “Invocação do Mal” (The Conjuring). Com mais de 30 minutos de duração, o vídeo foi disponibilizado na página oficial do estúdio no YouTube com o título original de “The Conjuring: Faith and Fear”. Além de contar toda a história da franquia de terror iniciada em 2013, com cenas inéditas, imagens dos sets e depoimentos dos integrantes da produção, com destaque para o diretor James Wan e os atores Patrick Wilson e Vera Farmiga, o vídeo adianta muitos detalhes do próximo lançamento da franquia, “The Conjuring: The Devil Made Me Do It”. O terceiro “Invocação do Mal” será o quarto filme a seguir os investigadores paranormais Ed (Wilson) e Lorraine Warren (Farmiga), após os dois primeiros longas e o derivado “Annabelle 3 – De Volta Para Casa”. Na trama, os dois vão se envolver na investigação de um assassinato, cometido por um homem que alega ter sido possuído por um demônio. A história é baseada no caso real de Arne Johnson, a primeira pessoa a alegar possessão demoníaca como motivo para um homicídio. O vídeo disponibilizado abaixo inclui até uma entrevista com o verdadeiro assassino. “Eu realmente queria que ‘Invocação do Mal 3’ se distanciasse da trama de casa mal-assombrada dos dois primeiros filmes”, disse Wan sobre o tema, prometendo “algo que nunca exploramos antes no mundo de ‘Invocação’”. Passado na década de 1980, o filme deverá explorar o julgamento do caso incomum e será o primeiro “Invocação do Mal” sem direção de James Wan. O cineasta, que permanece como produtor, escolheu o diretor Michael Chaves como substituto. Chavez fez sua estreia em longas-metragens no ano passado, com o lançamento do terror “A Maldição da Chorona”, que também faz parte do universo compartilhado de ‘Invocação’. Confira o vídeo completo abaixo. “The Conjuring: The Devil Made Me Do It” está programado para estrear em 4 de junho de 2021 nos EUA.
Warner revela o que a boneca Annabelle anda aprontando durante a pandemia
O estúdio da Warner Bros. em Burbank, na Califórnia, virou uma cidade fantasma nos últimos quatro meses e meio, já que os funcionários estão trabalhando em casa em quarentena. Mas alguém esqueceu a boneca Annabelle fora de sua estante protegida. No final de julho, quando foram pegar “material de trabalho”, três empregados da New Line, divisão da Warner responsável pelos filmes de “Invocação do Mal”, depararam-se com a criatura numa cadeira e resolveram registrar com seus iPhones o que acontece quando a boneca do mal é deixada por conta própria, sem supervisão. O resultado foi um curta, “Annabelle in Quarantine”, que mostra como Annabelle preencheu seu tempo ao ficar sozinha nos escritórios da New Line. O curta se tornou um sucesso interno na Warner Bros. e rapidamente foi repassado para outras divisões. Graças a esse burburinho, a New Line decidiu divulgá-lo publicamente neste domingo (2/8) em seus canais de mídia social, aproveitando também que a data é o Dia Nacional da Boneca nos EUA. A brincadeira termina com um aviso de que a história “continua”. A franquia, claro, continua a ser produzida e o próximo filme do universo de “Invocação do Mal”, do qual Annabelle faz parte, será lançado em 2021. Trata-se de “Invocação do Mal 3” (The Conjuring: The Devil Made Me Do It).
Invocação do Mal 3 ganha logo, título oficial e data de estreia no Brasil
O terceiro filme da franquia “Invocação do Mal” ganhou logo oficial, título nacional e data de estreia. O logo foi divulgado pelo diretor James Wan, um dos criadores da franquia, em seu Instagram. Veja abaixo. O filme vai se chamar “Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio” no Brasil, um pouco fora do contexto do título original, “The Conjuring: The Devil Made Me Do It” (algo como “A invocação: o diabo me obrigou a fazer isso”). De todo modo, chegará aos cinemas brasileiros em 10 setembro de 2020, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. A continuação voltará a ser estrelada por Vera Farmiga e Patrick Wilson. Será a quarta vez que eles viverão o casal de investigadores paranormais Ed e Lorraine Warren – após os dois primeiros “Invocação do Mal” e o terceiro “Annabelle”. Mas houve uma mudança atrás das câmeras. “Invocação do Mal 3” será o primeiro sem direção de James Wan. O cineasta, que permanece como produtor, escolheu o diretor Michael Chaves como substituto. Chavez fez sua estreia em longa-metragens em abril passado, com o lançamento do terror “A Maldição da Chorona”, que também faz parte do universo de “Invocação do Mal”. Por sua vez, o roteiro foi escrito por David Leslie Johnson, que assinou “Invocação do Mal 2”. Ver essa foto no Instagram The Conjuring: The Devil Made Me Do It. The next chapter of Ed and Lorraine with Patrick and Vera back! Based/Inspired by another one of their cases. Directed by @michaelchaves Uma publicação compartilhada por James Wan (@creepypuppet) em 8 de Dez, 2019 às 3:27 PST
Novos donos da casa de Invocação do Mal afirmam que ela ainda é assombrada
Enquanto a maioria das pessoas corre para se livrar de casa ligadas a eventos trágicos, o casal Cory e Jennifer Heinzen correram para adquirir a casa mal-assombrada que lançou a franquia “Invocação do Mal” no cinema. Assim que viram o anúncio na internet e reconheceram a residência, eles imediatamente se dispuseram a cobrir ofertas, mudando-se para a casa de Harrisville, onde o casal Warren supostamente encontrou fenômenos paranormais. Vale observar que a casa apresentada no filme é um cenário e não é a mesma residência em que os eventos sobrenaturais foram realmente verificados. A construção original é, por sinal, bem diferente do set cinematográfico, por isso a foto da fachada não lembra o filme. A casa comprada foi a do “terror” real. Na década de 1970, a família Perron, com cinco filhas, morava na casa de Harrisville, construída em 1736. O que quer que vivesse lá com eles “era brincalhão no começo, mas depois começou a ficar mais sinistro, mais sombrou”, lembrou Heinzen. “Ataques físicos, doenças misteriosas”, acrescentou. Isso atraiu a atenção de Ed e Lorraine Warren, famosos investigadores paranormais de Connecticut, cujas experiências inspiraram o filme de terror de 2013. Cory Heizen diz que se inspirou nos Warren para se tornar, ele próprio, um investigador paranormal, atividade que exerce há dez anos. “Sou fascinado pelos Warren”, ele assumiu, descrevendo a residência como “uma peça da história paranormal”. Uma história que, aparentemente, ainda não terminou. “Nós temos portas que abrem, ouvimos passos e batidas. Eu tive uma certa dificuldade de ficar lá sozinho. Eu não tenho o sentimento de que há algo maligno, mas ela está possuída. Você pode sentir que há muitas coisas estranhas acontecendo lá”, garantiu o novo proprietário da residência. Apesar da história da casa, os dois decidiram viver lá por conta do tamanho e por ter um enorme pátio. Além disso, pretendem reformá-la e abri-la para visitas, explorando o “turismo de terror”. “Toda essa jornada tem sido assustadora, mas é também empolgante. Estou ansiosa por compartilhar a energia dessa casa com outras pessoas”, disse Jennifer Heizen. Relembre o trailer de “Invocação do Mal”.
Idoso morre durante sessão de Annabelle 3 na Tailândia
Um turista britânico de 78 anos morreu durante uma sessão do filme “Annabelle 3: De Volta Para Casa”, realizada na noite de terça (2/7) na Tailândia. A polícia foi chamada por volta das 20h no cinema, logo após o filme começar, por testemunhas que relataram que um homem estava passando mal. O jornal britânico The Mirror apontou que a vítima, identificada como Bernard Wilfred Channing, passava as férias na cidade de Pattaya e foi declarada morto dentro do cinema. A polícia ainda está investigando o caso. “Todos ficaram chocados com o que aconteceu, principalmente quem estava perto dele. Os funcionários do local estavam muito preocupados e proibiram que tirassem fotos”, contou um espectador à reportagem. De acordo com o tabloide britânico, a polícia levou o corpo para o hospital no distrito de Banglamung, onde uma autópsia será realizada para determinar a causa da morte. Não há suspeita de crime. Esta não é a primeira vez que uma pessoa morre durante uma sessão de um filme do universo de “Invocação do Mal”. Em 2016, um indiano de 65 anos sofreu um infarto enquanto assistia a “Invocação do Mal 2” em Tiruvannamalai, cidade do estado de Tâmil Nadu. “Annabelle 3: De Volta Para Casa” estreou nos cinemas brasileiros em 27 de junho.
Annabelle 3 ganha seu pôster mais arrepiante
A Warner divulgou um novo pôster de “Annabelle 3: De Volta para Casa”. E é o mais arrepiante de todos, com a boneca do mal na cama com a atriz mirim McKenna Grace, que interpreta Judy Warren no filme. O terceiro filme de “Annabelle” é centrada na menina de dez anos, filha de ninguém mais, ninguém menos que Ed e Lorraine Warren, vividos por Patrick Wilson e Vera Farmiga. O filme retoma a primeira aparição da boneca no “Invocação do Mal” original de 2013, quando ela foi introduzida em meio a uma sala repleta de artefatos malignos, coletados pelos Warren em suas investigações paranormais. Mas o terror se liberta mais uma vez quando Judy, a filha dos Warren, fica sozinha com uma babá adolescente, cuja amiga, movida pela curiosidade, entra na sala macabra e acaba despertando Annabelle e outros espíritos. McKenna Grace assume o papel de Judy após a personagem ter sido vivida por Sterling Jerins nos dois primeiros “Invocação do Mal”. Apesar de ainda ser uma criança, sua filmografia já é vasta, incluindo as séries “Designated Survivor”, “The Haunting of Hill House”, o especial de Natal de “O Mundo Sombrio de Sabrina”, além dos filmes “Jogador Nº 1”, “Um Laço de Amor”, “Eu, Tonya” e até “Capitã Marvel”, onde viveu a jovem Carol Danvers (Brie Larson). “Annabelle 3: De Volta para Casa” também será o primeiro filme dirigido por Gary Dauberman, que escreveu os dois longas anteriores – além dos sucessos “It: A Coisa” e “A Freira”. A estreia está marcada para a próxima quinta (27/6), um dia antes do lançamento nos cinemas americanos.
Annabelle 3: Vídeo em 360 graus revela detalhes assustadores da coleção macabra dos Warren
A Warner divulgou um vídeo de 360 graus de “Annabelle 3: De Volta para Casa”, que permite ao público passear entre os corredores da galeria de artefatos malditos da família Warren. O novo filme retoma a primeira aparição da boneca no “Invocação do Mal” de 2013, quando ela foi introduzida em meio a uma sala repleta de objetos coletados pelos Warren em suas investigações paranormais. A prévia mostra o que acontece quando Judy, a filha dos Warren, fica sozinha com uma babá adolescente, cuja amiga, movida pela curiosidade, entra na sala macabra e acaba despertando Annabelle e outros espíritos. A atriz mirim McKenna Grace interpreta Judy Warren, após a personagem ter sido vivida nos dois “Invocação do Mal” por Sterling Jerins, que atualmente tem 14 anos. Sua substituta é apenas dois anos mais nova, mas já tem uma vasta filmografia, que inclui as séries “Designated Survivor”, “The Haunting of Hill House”, o especial de Natal de “O Mundo Sombrio de Sabrina”, além dos filmes “Jogador Nº 1”, “Um Laço de Amor”, “Eu, Tonya” e até “Capitã Marvel”, onde viveu a jovem Carol Danvers (Brie Larson). “Annabelle: De Volta para Casa” também marca a estreia na direção de Gary Dauberman, que escreveu os dois longas anteriores – além dos sucessos “It: A Coisa” e “A Freira”. A estreia está marcada para 27 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos cinemas americanos.
Annabelle 3 pode dar origem a novos filmes do universo de Invocação do Mal
O universo de “Invocação do Mal” pode se ampliar com muito mais filmes derivados. E há um detalhe assombroso nesta multiplicação do terror: seriam derivados de um filme que já é derivado da franquia original. Segundo o roteirista Gary Dauberman, que faz sua estreia na direção com “Annabelle 3: De Volta Para Casa”, o novo longa da boneca maldita tem monstros suficientes para encher vários outros lançamentos – e o bolso do produtor James Wan, criador e produtor da franquia. Uma dessas novas criaturas é chamada de The Ferryman (O Barqueiro, em tradução literal), um vulto com moedas no lugar dos olhos. “Uma das coisas que sempre me assombraram foram aquelas fotos de cadáveres com moedas por cima dos olhos”, explicou Dauberman, em entrevista ao site da Entertainment Weekly, sobre os novos personagens. O visual da criatura se baseia no mito grego de Charon, um barqueiro que transportava as almas dos mortos pelo rio Styx, desde que fosse pago em moeda. Por isso, os mortos costumavam ser enterrados com moedas sobre os olhos, visando pagar a travessia de suas almas. “Eu sempre achei que essa história era muito interessante, e daria um bom filme de terror. Quis mergulhar nisso com esse filme”, contou o diretor. The Ferryman é uma das assombrações que escapa da sala onde o casal Warren (vividos por Patrick Wilson e Vera Farmiga) guarda seu acervo de objetos amaldiçoados – local onde Annabelle apareceu pela primeira vez, no primeiro “Invocação do Mal”. “Há alguns artefatos e assombrações no acervo deles que realmente me fascinam”, disse Dauberman, revelando sua intensão. “Eu adoraria explorar melhor vários deles”. Apesar disso, ele insiste que não escreveu “Annabelle 3” “pensando em quais personagens poderiam ganhar filmes solo”. “Mas estou disposto a isso se as pessoas curtirem algum dos conceitos”, comentou. “Foi isso que James [Wan] fez com ‘A Freira’, que saiu de ‘Invocação do Mal 2’. Não foi algo de caso pensado, apenas uma coisa que ressoou com o público, e nos fez pensar: ‘Bom, ela merece um filme só para ela'”, completou. “Annabelle 3” estreia em 27 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos cinemas americanos.
Vera Farmiga e Patrick Wilson revelam início da produção de Invocação do Mal 3
Os atores Vera Farmiga e Patrick Wilson revelaram o início da produção de “Invocação do Mal 3” com fotos da leitura coletiva do roteiro. Publicadas nas redes sociais, as imagens mostram o casal, seus roteiros e as placas de identificação de seus lugares na mesa de leitura, que usam o nome de seus personagens. Eles vivem o casal Ed e Lorraine Warren na franquia. Na trama, os dois vão se envolver na investigação de um assassinato, cometido por um homem que alega ter sido possuído por um demônio. Com estreia marcada para 11 de setembro de 2020, o terceiro “Invocação do Mal” será o primeiro sem direção de James Wan. O cineasta, que permanece como produtor, escolheu o diretor Michael Chaves como substituto. Chavez fez sua estreia em longa-metragens em abril passado, com o lançamento do terror “A Maldição da Chorona”, que faz parte do universo de “Invocação do Mal”. Por sua vez, o roteiro foi escrito por David Leslie Johnson, que assinou “Invocação do Mal 2”. “Invocação do Mal” estreou em 2013 com um orçamento modesto de US$ 20 milhões e arrecadou mais de US$ 320 milhões nos cinemas mundiais. Desde então, a produtora de Wan, Atomic Monster, tornou-se uma fábrica de filmes derivados do mesmo universo. O próximo derivado a chegar aos cinemas será “Annabelle 3: De Volta para Casa”, que também contará com participação do casal Warren. A estreia está marcada para 27 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos cinemas americanos. Happy first day #Conjuring3, Mr. Warren, my PWilz, ???@patrickwilson73 @michaelchaves @creepypuppet @newlinecinema @wbpictures @EleanorMakeup @TheConjuring pic.twitter.com/7xSJNMP9Pv — Vera Farmiga (@VeraFarmiga) June 3, 2019 Fitting that on the first day of Conjuring 3 read through we get this: https://t.co/UAP7QvLJpx Boo! @VeraFarmiga pic.twitter.com/VsFCHLWjms — patrick wilson (@patrickwilson73) May 28, 2019
Novo trailer legendado de Annabelle 3 retoma personagens de Invocação do Mal
A Warner divulgou pôsteres e o segundo trailer legendado de “Annabelle 3: De Volta para Casa”. A prévia confirma que o terceiro filme de “Annabelle” é praticamente “Invocação do Mal 3”, com a volta da família Warren e uma porção de novas aparições aterradoras. Como foi revelado em julho passado, a história será centrada na menina Judy Warren, de dez anos, assim como seus pais – ninguém mais, ninguém menos que Ed e Lorraine Warren, vividos por Patrick Wilson e Vera Farmiga. O filme retoma a primeira aparição da boneca no “Invocação do Mal” original de 2013, quando ela foi introduzida em meio a uma sala repleta de artefatos malignos, coletados pelos Warren em suas investigações paranormais. A prévia mostra o que acontece quando Judy, a filha dos Warren, fica sozinha com uma babá adolescente, cuja amiga, movida pela curiosidade, entra na sala macabra e acaba despertando Annabelle e outros espíritos. A atriz mirim McKenna Grace interpreta Judy Warren, após a personagem ter sido vivida nos dois “Invocação do Mal” por Sterling Jerins, que atualmente tem 14 anos. Sua substituta é apenas dois anos mais nova, mas já tem uma vasta filmografia, que inclui as séries “Designated Survivor”, “The Haunting of Hill House”, o especial de Natal de “O Mundo Sombrio de Sabrina”, além dos filmes “Jogador Nº 1”, “Um Laço de Amor”, “Eu, Tonya” e até “Capitã Marvel”, onde viveu a jovem Carol Danvers (Brie Larson). “Annabelle 3: De Volta para Casa” também marca a estreia na direção de Gary Dauberman, que escreveu os dois longas anteriores – além dos sucessos “It: A Coisa” e “A Freira”. Originalmente previsto para 11 de julho no Brasil, o filme vai estrear mais cedo, em 27 de junho, um dia antes do lançamento nos cinemas americanos.
A Maldição da Chorona desrespeita a cultura mexicana
Chorona é uma personagem folclórica muito importante para a cultura mexicana. Sua história foi contada oralmente através dos séculos e sofreu diversas alterações com o passar dos anos, ganhando diferentes versões. Uma dessas versões fala de uma mulher do século 17, casada, mãe de dois filhos e aparentemente feliz. Porém, ao descobrir a traição do marido e tomada por um acesso de raiva, ela resolve se vingar da pior maneira possível: matando os filhos deles. Após realizar seu ato de vingança, ela se arrepende e é condenada a passar o resto da eternidade chorando. Segundo a lenda, seu choro pode ser escutado até hoje, especialmente em noites de lua cheia. Embora leve em conta o mesmo nome da lenda, o longa-metragem “A Maldição da Chorona” é desrespeitoso em relação àquele folclore, utilizando-o apenas como pano de fundo para criar um novo subproduto da franquia “Invocação do Mal”. Escrito por Mikki Daughtry e Tobias Iaconis (ambos de “A Cinco Passos de Você”), o filme tem início no ano de 1673, quando vemos uma mulher mexicana afogando seus dois filhos. Depois disso, a trama dá um salto temporal arbitrário de 300 anos e passa a se ambientar na década de 1970, na Califórnia. Passamos, então, a acompanhar a rotina de Anna Tate-Garcia (Linda Cartellini), uma assistente social viúva que precisa batalhar para conseguir cuidar do casal de filhos. Ao investigar um dos seus casos – o de uma mulher de origem mexicana cujos filhos não frequentavam a escola – , ela se depara com uma situação bizarra: a mãe estava escondida dentro do apartamento e mantinha as crianças presas no armário. Ignorando as suplicas da mulher, Anna os liberta. Mas a aparente tortura infantil era, na verdade, um ritual de proteção. Ao libertar as crianças, a protagonista também libertou o mal que os afligia. E não demora para a entidade fantasmagórica direcionar o seu olhar para Anna e sua família. A concentração da trama em torno de uma família americana é um problema moral e cultural de “A Maldição da Chorona”. A lenda é mexicana, mas nem mesmo o nome do diretor (americano) Michael Chaves no comando do longa disfarça a visão estrangeira que impera nessa produção. Nada disso, porém, é novidade. E o problema não reside necessariamente neste etnocentrismo, mas no seu contraponto. Coadjuvantes na sua própria história, os personagens latinos são retratados como versões estereotipadas de uma cultura reduzida a penduricalhos espalhados pela casa e um conhecimento inerentes do oculto. O pior é perceber como os mexicanos são progressivamente eliminados da narrativa (como é o caso do marido de Anna, cujo sobrenome “Garcia” o condena a um destino trágico antes mesmo do início da projeção) ou são vistos como vilões, como os causadores do mal (vide a personagem de Patricia Velasquez). Donald Trump ficaria satisfeito com esse filme, pois parece comprovar a sua teoria a respeito dos “perigos da imigração”. Estruturalmente, o roteiro também é falho. Não existe qualquer explicação para a maldição estar presente naquele contexto. Não sabemos porque ela estava ameaçando a família mexicana e desconhecemos o real motivo que a levou a mãe a trancar seus filhos no armário. Além do mais, algumas das escolhas narratias são mal desenvolvidas e abandonadas em seguida. Em certo momento, por exemplo, é dito que a filha pequena de Anna está sob o feitiço da Chorona e é obrigada a seguir os comandos dela. Isso parece ser esquecido já na cena seguinte, e não é explorado nem quando a Chorona se beneficiaria dessa ajuda incondicional (em vez de ficar procurando pela menina, ela poderia fazê-la vir ao seu encontro). Ainda assim, nada se compara ao momento em que a menina ignora uma instrução clara que visa a sua proteção – e de toda a sua família – para “salvar” a sua boneca que, por sinal, não corria perigo algum. A necessidade de conectar esse filme com o universo de “Invocação do Mal” também se mostra problemática. Inexplorada pela divulgação do longa, essa revelação causa mais estranhamento do que surpresa. A tal ligação com o universo criado por James Wan é feita por meio de um personagem, o padre Perez (Tony Amendola), visto em “Annabelle”, e também em uma cena de flashback, na qual aparece a boneca demoníaca. E só. A inutilidade dessa conexão é tamanha que o próprio padre Perez se afasta da narrativa logo em seguida, e não faz falta. A aproximação entre “A Maldição da Chorona” e “Invocação do Mal” se dá mais na vontade de Chaves em imitar o estilo de James Wan. Isso é perceptível, por exemplo, no plano-sequência que apresenta a família Garcia. Porém, falta ao discípulo a sutileza do mestre de priorizar a tensão, em detrimento do susto. Este é um diferencial do trabalho de James Wan em “Invocação do Mal”. Embora ele sempre opte pelo susto, este vem como uma catarse, um alívio, uma forma de avisar o espectador que o perigo passou, ao menos momentaneamente. Chaves faz o oposto. Incapaz de manter a tensão por muito tempo, ele apela para os sustos fáceis. Com isso, até acerta em alguns jump scares criativos (como aquele envolvendo um guarda-chuvas), mas o excesso acaba por banalizá-los, anestesiando o público. Tecnicamente, o filme também tem problemas. A intenção do diretor de fotografia Michael Burgess (do vindouro “Annabelle 3: De Volta Para Casa”) é mergulhar os seus personagens na escuridão, mas ele pesa a mão na sua escolha, prejudicando a compreensão do que está acontecendo na tela – que, em muitos momentos, vira um borrão escuro. Apesar de todos os problemas, “A Maldição da Chorona” teve bom rendimento nas bilheterias e deu a Chaves o cargo de diretor de “Invocação do Mal 3”, previsto para 2020. Infelizmente, isso não é motivo de celebração.
Morreu a investigadora paranormal que inspirou a franquia Invocação do Mal
Lorraine Warren, a investigadora paranormal americana que inspirou a popular franquia de terror “Invocação do Mal”, morreu aos 92 anos. Segundo o neto de Lorraine, Chris McKinnell, ela morreu sem sofrer durante o sono, na noite de quinta-feira (18/4). “Ontem à noite minha avó, Lorraine Warren, calma e pacificamente nos deixou para se juntar ao seu amado Ed. Ela estava feliz e rindo até o fim”, publicou McKinnell nas redes sociais. O casal Lorraine e Ed Warren se tornaram conhecidos mundialmente por seu trabalho como investigadores de atividade paranormal. Ele morreu em 2006. A dupla, que se autointitulava clarividente, atuou em alguns dos casos mais famosos da história, incluindo as assombrações da mansão de Amityville, o poltergeist de Enfield e o caso da boneca Annabelle, todos retratados em filmes da franquia dirigida e produzida por James Wan. Em 1952, eles criaram a Sociedade para Pesquisa Psíquica de New England, grupo de caçadores de fantasmas mais antigo da região, e também administraram um museu ocultista em que exibia os artefatos usados em investigações, entre eles a boneca Annabelle. No cinema, Lorraine foi interpretada pela atriz Vera Farmiga, que homenageou a investigadora em sua conta do Twitter. “De um profundo sentimento de tristeza, surge um profundo sentimento de gratidão. Eu fui tão abençoado por tê-la conhecido e tenho a honra de retratá-la. Ela viveu sua vida em graça e alegria”, escreveu a atriz. Farmiga voltará a interpretar Lorraine Warren em “Annabelle 3: De Volta Para Casa”, que estreia em 23 de junho. Já o mais recente filme do universo “Invocação do Mal”, “A Maldição da Chorona”, estreou nos cinemas brasileiros neste fim de semana.










