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  • Música

    Confira os 50 melhores clipes indies do mês

    12 de novembro de 2022 /

    Outubro foi um mês cheio de lançamentos da cena de pop/rock independente internacional, o que elevou a quantidade de clipes destacados na nossa seleção mensal. Somando alguns retardatários, a relação chegou a 50 vídeos – cinco vezes mais que a ideia original dessa seção. A lista inclui a nova gravação da australiana Hatchie, musa do revival indiepop dançante dos anos 1990, o cover de David Bowie gravado pela banda gótica canadense Actors em parceria com a eletrônica Leathers, a volta da banda eletrônica Ladytron, a estreia solo da americana Ruth Radelet, ex-Chromatics, que também surge em parceria com a dupla alemã Kraków Loves Adana, e diversos artistas novos dos mais diferentes gêneros. Os vídeos foram organizados por ordem de afinidade sonora numa playlist – método mais indicado para assistir numa Smart TV (opção Transmitir na aba de configurações do Chrome ou Mais Ferramentas/Transmitir etc no Edge). Começa com som retrô inspirado em bandas dos anos 1960 e avança por diversos estilos, incluindo punk, gótico e música eletrônica, até desaguar em dreampop e folk acústico. Experimente ver/ouvir a videotecagem sem saltar as faixas e, de preferência, na versão Premium do YouTube, sem interrupções de anúncios. Basta dar play abaixo.    

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  • Filme

    Mads Mikkelsen vai estrelar primeiro filme do criador de “Hannibal”

    1 de novembro de 2022 /

    O premiado ator dinamarquês Mads Mikkelsen vai voltar a trabalhar com Bryan Fuller, criador da série “Hannibal”, que ele estrelou. Mikkelsen assinou contrato para estrelar “Dust Bunny”, escrito e dirigido por Fuller, que vai marcar a estreia do famoso produtor televisivo no cinema. O filme segue uma menina de oito anos que pede ajuda a seu vizinho (Mikkelsen) para matar o monstro debaixo de sua cama, que ela afirma já ter comido sua família inteira. A produção está a cargo dos estúdios Entertainment One e Thunder Road, que marcaram o começo das filmagens para janeiro de 2023. “Somos grandes fãs de Bryan há anos. ‘Dust Bunny’ é incrivelmente inventivo e diferente de tudo no mercado, e estamos entusiasmados em ajudar a dar vida ao seu primeiro longa”, disse a produtora Erica Lee, da Thunder Road, em comunicado. Ainda não há previsão de estreia para “Dust Bunny”. Atualmente, Bryan Fuller trabalha no desenvolvimento de “Crystal Lake”, série de terror derivada da franquia “Sexta-Feira 13”. E Mikkelsen filma “The Bastard”, sua nova parceira com o cineasta conterrâneo Nikolaj Arcel, que o dirigiu em “O Amante da Rainha” – o filme que projetou a sueca Alicia Vikander em 2012. O ator também será visto a seguir no cinema em “Indiana Jones 5”, que vai chegar aos cinemas em junho de 2023.

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  • Música

    Veja os 30 melhores clipes indies de setembro

    4 de outubro de 2022 /

    Conheça 30 clipes de artistas da cena independente internacional que se destacaram entre os lançamentos do mês de setembro no YouTube. A lista tem clipes de bandas novas, veteranas, synthpop polonês, dreampop japonês e muito mais. Entre os destaques, o som e o visual oitocentista da polonesa Sexy Suicide, o cover da cantora pop Charli XCX gravado por NewDad, a prévia do novo álbum de The Big Moon, que chega em 14 de outubro, e um clipe inédito de uma música de 2002 do Ladytron, que faz parte das comemorações dos 20 anos do álbum “Light & Magic”. Os vídeos foram organizados por ordem de afinidade sonora numa playlist – método mais indicado para assistir numa Smart TV (opção Transmitir na aba de configurações do Chrome ou Mais Ferramentas/Transmitir etc no Edge). Experimente ver/ouvir a videotecagem sem saltar as faixas e, de preferência, sem as interrupções de anúncios do YouTube.    

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    Os 20 melhores clipes indies do mês

    18 de setembro de 2022 /

    A seleção de clipes abaixo reúne 20 artistas da cena independente internacional que se destacaram entre os lançamentos do mês de agosto. A lista tem clipes de estreias, veteranos como The Breeders e até uma artista brasileira. Os vídeos foram organizados numa playlist – método mais indicado para assistir numa Smart TV (opção Transmitir na aba de configurações do Chrome ou Mais Ferramentas/Transmitir etc no Edge) – na ordem de uma videotecagem. Experimente ouvir sem saltar as faixas e, de preferência, sem as interrupções de anúncios do YouTube.     | PLAYLIST | AGOSTO   O QUE TEM NA PLAYLIST:   | SPORTS TEAM | A banda londrina lança seu segundo álbum (“Gulp!”) na sexta (23/9). Com um som que evoca o britpop de Supergrass e o revival pós-punk de Franz Ferdinand, “The Drop” é o quarto single do disco, que aparentemente só tem “hits” (isto é, alt-hits). | THESE NEW SOUTH WHALES | Os (pós-) punks australianos fazem a música mais barulhenta da seleção – punk encontra shoegazer. E eles também estrelam um podcast cultuadíssimo, “What A Great Punk”, tem seu próprio programa de comédia, “TNSW Tonight!”, e uma série pseudocumental no Comedy Central que fez o site NME batizá-los de “o Flight of the Conchords punk”. | GIFT | O grupo nova-iorquino parece vir de Manchester em 1991. Mas além da clara influência de The Charlatans, também é possível perceber psicodelia e rock progressivo (Yes) no arranjo de “Gumball Garden”, o primeiro single de seu álbum de estreia, “Momentary Presence”, com lançamento marcado para 14 de outubro. | HATCHAM SOCIAL | Formada em 2006, a banda londrina está preparando um álbum de retrospectiva de sua carreira, que inclui uma nova versão de “Hypnotise Terrible Eyes”, lançada em 2009. O novo mix, feito por Baxter (o filho do punk clássico Ian) Dury, evidencia a influência de Echo and the Bunnymen, que era soterrada por guitarras dissonantes na gravação original. | GRAZER | Mollie Wilson e Matt Spiller formaram Grazer em Merlbourne, Austrália, em 2019, inspirados no shoegaze britânico do começo dos anos 1990. O álbum de estreia (“Melancholics Anonymous”), do qual faz parte o single “In My Winter”, saiu em agosto. | SORRY | O quinteto londrino dá uma mostra do segundo álbum (“Anywhere But Here”) com o lançamento de “Sorry”, uma ode ao amor compulsivo com frases como “I need you”, “I found you”, “I love you!” | THE BREEDERS | A banda de Kim Deal, que teve seu auge nos anos 1990 com “The Last Splash”, continua ativa e com a mesma formação, mas “Metagoth” é de 2018. Apesar do clipe ter saído em agosto, a faixa faz parte do álbum “All Nerve” e foi composta pela baixista Josephine Wiggs em homenagem a seus dias de gótica. | WINTER (FT. HATCHIE) | “Ready to Go” é uma parceria entre a brasileira Winter (Samira Winter) e a australiana Hatchie (Harriette Pilbeam), que ainda conta com o australiano Joe Agius (da banda de Hatchie e do Rinse) na guitarra e na câmera de vídeo (ele dirige o clipe nas ruas de Los Angeles). A curitibana Winter está há uma década nos EUA e vai lançar seu quarto álbum, “What Kind of Blue Are You?”, em 14 de outubro. | PALE BLUE EYES | A canção “Little Gem” apresenta o dreampop do álbum de estreia do trio inglês. “Souvenirs” foi lançado na primeira semana de setembro. | FAZERDAZE | A neozelandesa Amelia Murray, mais conhecida como Fazerdaze, foi precursora da recente tendência de grunge melódico com seu EP de estreia em 2014, mas estava sumida desde seu brilhante primeiro álbum de 2017. Um dos motivos foi a fricção com ex-músicos de sua banda, situação que inspira as músicas de seu retorno “solo”, como “Break!”. | HOUSEWIFE | As canadenses Brighid Fry e Pascale Padilla se chamavam Moscow Apartment desde 2020. Mas com a invasão da Ucrânia viraram Housewife. E não foi só isso que mudou. Seu som evoluiu do indie folk acústico para o shoegazer suave com guitarras microfonadas. | STELLA DONNELLY | A cantora australiana se inspirou nos casais que atravessaram a pandemia ponderando se deviam romper ou se casar de vez para conceber “How Was Your Day?”, canção que usa frases de diálogos genéricos e uma base acústica que evoca bandas indies dos mid-1980s. Faz parte do álbum “Flood”, lançado no final de agosto. | 7EBRA | “If I Ask” é o primeiro single das irmãs gêmeas suecas Inez e Ella, que estão gravando seu álbum de estreia com o produtor Tore Johansson, conhecido por seus trabalhos com as bandas The Cardigans e Franz Ferdinand. Sai no começo de 2023. | WHITMER THOMAS | O comediante americano tem especial de humor na HBO e uma filmografia com participações em mais de 50 filmes e séries. E ainda é cantor. A música “Rigamarole”, que remete ao pop oitocentista de The The e Man Without Hats, faz parte de seu segundo álbum, “The Older I Get the Funnier I Was”, com lançamento marcado para 21 de outubro. | EZRA FURMAN | A balada “Poor Girl a Long Way from Heaven” é o mais recente single do álbum “All of Us Flames”, lançado em 26 de agosto, e o clipe marca a segunda participação da atriz trans Daphne Always num clipe da cantora trans – e bissexual – americana. | SILVERSUN PICKUPS | Com duas décadas de estrada, a banda de Los Angeles lançou em agosto seu sexto álbum, “Physical Thrills”, produzido por ninguém menos que Butch Vig (produtor de “Nevermind”, do Nirvana, e baterista da banda Garbage). Apesar da cantora Nikki Monninger aparecer sozinha no clipe da balada “Alone on a Hill”, a formação é a mesma desde 2002. | MATCHING OUTFITS | “It Keeps Happening” é o single de estreia do trio feminino de Berlim, que lança seu primeiro álbum (“Band Made Out of Sand”) na quarta-feira (21/9). | BIG GIRL | O folk épico de “Summer Sickness” embala o primeiro clipe da banda queer nova-iorquina, que no momento está gravando seu álbum de estreia, previsto para janeiro de 2023. | MAMALARKY | A cantora-guitarrista americana Livvy Bennett surpreende no novo single, ao combinar a estética twee com levada de jazz e bossa nova, ao estilo da melhor fase da banda sueca The Cardigans. O primeiro álbum saiu em novembro passado e “It Hurts” antecipa o segundo (“Pocket Fantasy”), que chega em 30 de setembro. | ALI MCGUIRK | O soul rústico ao estilo Stax de “X Boyfriends” marca a volta da cantora-compositora de Boston depois de cinco anos. O single faz parte do segundo álbum (“Til It’s Gone”), lançado na sexta passada (16/9)

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    Os 10 melhores clipes indies de julho

    8 de agosto de 2022 /

    A seleção abaixo reúne 10 clipes de artistas da cena independente internacional, que se destacaram entre os lançamentos do mês de julho. Os vídeos são disponibilizados de duas formas: individualmente, com breves informações sobre cada clipe, e via playlist (localizada no final do post) para quem preferir uma sessão contínua – método mais indicado para assistir numa Smart TV (opção Transmitir na aba de configurações do Chrome ou Mais Ferramentas/Transmitir etc no Edge).       | THE BIG MOON | INGLATERRA   “Wide Eyes” é o cartão de visitas do terceiro álbum do quarteto londrino. O clipe traz uma intrincada troca de cumprimentos entre as integrantes da banda, enquanto a música expressa a alegria do companheirismo. A composição foi inspirada pelo otimismo sentido pela compositora Juliette Jackson ao se tornar mãe no ano passado. Não por acaso, a capa do álbum “Here Is Everything”, previsto para outubro, destaca Jackson com um barrigão de grávida.   | GIRLPUPPY | EUA   Girlpuppy é o nome artístico da cantora-compositora americana Becca Harvey, de 23 anos, que vai lançar seu primeiro álbum em outubro. Gravado num cenário rural com lagoas e precipícios, o clipe de “Wish” a mostra junto com amigos em clima de diversão, enquanto canta sobre a dor do rompimento de uma amizade.   | MOMMA | EUA   Liderado pelas colegas de high school Etta Friedman e Allegra Weingarten, Momma faz um grunge melódico inspirada por artistas dos anos 1990 como Pavement, Teenage Fanclub e Breeders. A banda californiana lançou seu terceiro álbum, batizado de “Household Name”, em 1 de julho – um dos melhores lançamentos indies de 2022. O clipe de “Motorbike” saiu juntinho com o disco.   | FAZERDAZE | NOVA ZELÂNDIA   O vídeo caleidoscópico de imagens pequenas, esverdeadas e repetitivas é tão simples e indie quanto Amelia Murray, mais conhecida como Fazerdaze, que volta a gravar após longo hiato. Precursora do novo grunge melódico com seu EP de estreia em 2014, ela estava sumida desde seu brilhante primeiro álbum de 2017. Um dos motivos foi a fricção com ex-músicos de sua banda, situação que inspira “Come Apart”, uma música sobre aceitar o fim de relações que deixam de funcionar.   | MAMALARKY | EUA   O clipe de “Mythical Bonds” celebra a amizade dos integrantes da banda texana com flores, tons pastéis, muitos sorrisos e olhares sonhadores, mas a cantora-guitarrista Livvy Bennett surpreende ao combinar a estética twee com escalas inesperadas de rock matemático, causando um curto-circuito nas expectativas. O primeiro álbum saiu em novembro passado.   | THE VELVET HANDS | INGLATERRA   As colagens animadas do clipe evocam a estética dos zines, numa referência ao espírito punk da banda, que vai de The Clash a Libertines, e de Gang of Four a Strokes no som volátil de “Holiday in My Head”. A música reflete a claustrofobia da pandemia e faz parte do segundo álbum do quarteto da Cornualha, ainda sem previsão de estreia.   | CLAMM | AUSTRÁLIA   O trio australiano usa telas/espelhos para se transportar por vários cenários no clipe de “Something New”, expressando a impaciência com o tempo e a busca pela novidade, descritas na letra. A gravação punk de muitas dissonâncias – com direito a saxofone no meio da distorção – faz parte do segundo álbum (“Care”), previsto para chegar em 19 de agosto.   | MODERN WOMAN | INGLATERRA   “Ford” é a faixa-título do EP de estreia do quarteto londrino Modern Woman. O clipe destaca a cantora Sophie Harris oferecendo caronas para homens desavisados numa estrada rural pouco trafegada, enquanto a música pega uma bifurcação sombria entre Patti Smith, Siouxsie and the Banshees e PJ Harvey.   | THE HOWLERS | INGLATERRA   “Nothing to Lose” é uma mostra do EP “Further Down The Line”, que chega em 30 de setembro. O trio londrino apresenta seu garage rock há três anos e o novo clipe injeta uma pegada “soulsonic” no repertório, com direito a uma dançarina com visual dos anos 1960 balançando franjas sob luzes vermelhas.   | VIXEN77 | EUA   A banda feminina de glam rock da Filadélfia, fortemente inspirada por Suzy Quatro e New York Dolls, celebra a nostalgia das lojas de discos no clipe de “Record Store”, cantando uma love story com vinil, traições e reviravoltas, onde o rock tem a palavra final.     | PLAYLIST |

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    10 clipes novos influenciados pelo pós-punk mais sombrio

    10 de julho de 2022 /

    A cena gótica/dark wave tem conquistado muito espaço entre as tribos indies com artistas cada vez menos caricaturais, que investem no lado mais pop do movimento, enquanto se afastam das fantasias de Halloween, hoje mais identificadas com Marilyn Manson e vertentes metaleiras. A seleção abaixo representa 10 artistas que assumem influência do lado mais sombrio do pós-punk dos anos 1980, incluindo, além do som gótico mais conhecido, a variação cold wave dos baixos graves e teclados glaciais. Os vídeos são disponibilizados de duas formas: tradicional, com breves informações sobre os artistas junto de cada clipe, e via playlist (localizada no final do post), para quem preferir uma sessão contínua – método mais indicado para assistir numa Smart TV (opção Transmitir, na aba de configurações do Chrome, ou Mais Ferramentas/Transmitir etc no Edge).   | DUCTAPE | TURQUIA   Uma das melhores bandas da nova geração gótica, Ductape gravou o clipe de “Gregor” no México, durante sua primeira turnê pela América Latina. A faixa é o novo single de “Ruh”, o segundo álbum do projeto musical formada em 2019 em Istambul pelo guitarrista Furkan Güleray e a cantora-tecladista Çagla Güleray.   | PLOHO | RÚSSIA   O novo single, “Plattenbauten”, é a primeira gravação em alemão do trio russo, mas se trata de uma música antiga de seu repertório pós-punk. A versão original, “Новостройки”, foi a música-título do álbum de estreia do Ploho, em 2015.   | GIVE MY REMAINS TO BROADWAY | CANADÁ   A dupla de Toronto é uma das mais novas da cena dark wave moderna. “What a Horrible Night” foi extraído de seu EP de estreia de 5 faixas, lançado no início do ano.   | BABY STRANGE FT. HAYLEY MARY | ESCÓCIA   A banda pós-punk de Glasgow se juntou à cantora australiana Hayley Mary (ex-The Jezabels) nesse novo single, extraído de seu segundo álbum, “World Below”, lançado no mês passado – e sete anos depois do álbum de estreia!   | KILL SHELTER FT. AGENT SIDE GRINDER | ESCÓCIA   Kill Shelter é o projeto musical do produtor britânico Pete Burns, mais conhecido por seus remixes da cena gótica (Christian Death, The Wake, Aleister Crowley e She Past Away), que se juntou ao trio sueco Agent Side Grinder na gravação de “The Necklace”. A faixa está no segundo álbum do Kill Shelter, “Asylum”, que será lançado oficialmente na sexta-feira (15/7).   | GOD IN A BLACK SUIT | ITÁLIA   O quinteto italiano foi formada durante a pandemia e os temas de caos e isolamento permeiam suas primeiras músicas, apresentadas no EP “Nails”. A faixa-título ganhou clipe no final do ano passado e desde então os músicos estão trabalhando no primeiro álbum, combinando influências de cold wave e pós-punk.   | EDITORS | INGLATERRA   Formada já tem duas décadas, a banda britânica lançou há poucos dias o primeiro single de seu sétimo álbum. “Karma Climb” retoma a cold wave que inspirou seu primeiro álbum, num arranjo que também evoca a fase synthpop do Simple Minds nos anos 1980. Batizado de “EBM”, o novo álbum chega apenas em setembro, após um hiato de quatro anos e a entrada de Blanck Mass (o pseudônimo do compositor Benjamin John Power, ex-Fuck Buttons) em sua formação.   | ACTORS | CANADÁ   “Killing Time (Is Over Now)” é o mais recente single da álbum “Acts of Worship”, segundo da banda de Vancouver, lançado no final do ano passado. Bastante representativa do som dos Actors, a faixa faz pop gótico com sintetizadores, num clima de new wave sombria capaz de reviver as velhas danceterias abandonadas dos anos 1980.   | CHILD SEAT | EUA   Outra banda nova, Child Seat foi formado em 2021 pela cantora Madeleine Mathews (MAWD) e o músico Josiah Mazzaschi (Light FM, Bizou), mais conhecido por seu trabalho de 20 anos como produtor musical – The Jesus and Mary Chain, Built to Spill, Rilo Kiley e muito mais. O repertório é influenciado pela new wave de vocais femininos dos anos 1980 (Til Tuesday, Motels, Go-Go’s, Berlin, etc), mas também o gótico de Siouxie and the Banshees e o alt rock de Yeah Yeah Yeahs. O clipe de “Burning” foi gravado ao vivo no estúdio de Mazzaschi (Cave Studios) com Jeff Schroeder (do Smashing Pumpkins) na guitarra.   | JE T’AIME | FRANÇA   A banda parisiense é fortemente influenciada por The Cure, como mostra essa gravação ao vivo de “Dance”. O vídeo é de maio, mas a música é do primeiro álbum, lançado em 2019. Je T’aime lançou seu segundo disco em fevereiro passado.     | PLAYLIST |

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    10 clipes: Conheça o grunge da nova geração

    15 de maio de 2022 /

    A seleção abaixo reúne 10 novos clipes de bandas independentes influenciadas pelo rock alternativo e a geração grunge, que marcou os anos 1990. O mais interessante dessa turma é que, em vez de partir para a cópia, acrescenta suas próprias marcas, com influências de outras vertentes distorcidas. Tem até cover do Nirvana soando como shoegazer. Confira. A lista é disponibilizado em dois formatos: convencional, com breves informações sobre os artistas abaixo de cada vídeo, e via playlist (localizada no final do post), para quem preferir uma sessão contínua – método mais indicado para assistir numa Smart TV (opção Transmitir, na aba de configurações do Chrome, ou Mais Ferramentas/Transmitir etc no Edge).     | THE MYSTERINES | INGLATERRA   O power trio de Liverpool liderado por Lia Metcalfe começou a chamar atenção em 2019 com rocks pesados influenciados pelo grunge e PJ Harvey. Mas o primeiro álbum, “Reeling”, só foi lançado em março passado. “Hung Up” é a segunda faixa do álbum.     | SOFTCULT | CANADÁ   Formada em Ontário por duas irmãs gêmeas, Mercedes e Phoenix Arn-Horn (ambas da banda Courage My Love), Softcult faz uma mistura ácida de grunge e shoegazer, como mostra seu cover de “Been a Son”, clássico do Nirvana. A música também exprime o feminismo da banda, ao tratar de uma garota maltratada pelo pai que preferia ter tido um filho.     | CROWS | INGLATERRA   A garage band londrina formou-se em 2015 e já tem dois álbuns. “Closer Still” faz parte do mais recente, “Beware Believers”, lançado no mês passado.     | MOMMA | EUA   Liderado pelas colegas de high school Etta Friedman e Allegra Weingarten, Momma faz um grunge melódico inspirada por artistas dos anos 1990 como Pavement e Breeders. A banda californiana vai lançar seu terceiro álbum, batizado de “Household Name”, em 1 de julho. “Speeding 72” é um dos singles que antecipam o disco.     | JOYCE MANOR | EUA   “Gotta Let It Go” é o single que anuncia o sexto álbum do grupo californiano, formado em 2008 durante a era do punk pop. O disco “40 oz. to Fresno” sai em 10 de junho pela célebre gravadora Epitaph, criada pelo guitarrista do Bad Religion Brett Gurewitz.     | MILLY | EUA   Mais um trio californiano, Milly também combina shoegazer e grunge – ou melhor, a versão lenta conhecida como slowcore – como seus lendários colegas da gravadora Dangerbird, Swervedriver, com quem costumam excursionar. “Illuminate” é o primeiro single do vindouro álbum de estreia, ainda sem título e previsto para o final do ano.     | SOCCER MOMMY | EUA   Sophie Regina Allison, a Soccer Mommy, nasceu na Suíça, mas foi criada em Nashville, onde começou a tocar guitarra aos seis anos de idade. Atualmente com 25 anos, ela se diz influenciada tanto por Avril Lavigne quanto Slowdive. E lança seu terceiro álbum, “Sometimes, Forever”, em 24 de junho.     | TINY STILLS | EUA   Descrevendo seu som como “bugglegrunge”, o quarteto de Los Angeles nasceu como projeto solo da cantora Kailynn West, mas evoluiu em meio à geração emo com guitarras grunge, sem perder de vista o forte apelo pop. O clipe de “Bleeding Out” evoca um trauma da cantora que foi presa sob a mira de uma arma em 2014. A música é o single inicial do terceiro álbum, ainda sem título nem previsão de estreia.     | THE SUBWAYS | INGLATERRA   O trio britânico foi formado numa garagem do sul da Inglaterra, em meio a sessões de covers de Nirvana e punk rock no começo dos anos 2000. O primeiro álbum é de 2005 e a formação original durou até 2020. Com nova baterista (Camille Phillips de The Ramonas) ao lado do guitarrista Billy Lunn e da baixista Charlotte Cooper, o trio reformulado lançou “You Kill My Cool” no mês passado, prometendo seu quinto álbum para o fim do ano.     | CAT SFX | INGLATERRA   A banda londrina liderada pela anglo-italiana Caterina Speranza busca influências entre punk rock, grunge e riot grrls, e foi “descoberta” pelo lendário produtor Alan McGee, que lança seus singles por sua novíssima gravadora, It’s Creation Baby – cujo nome remete à antiga e bem famosa gravadora de McGee, Creation Records.     | PLAYLIST |

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    10 clipes: Conheça a nova geração shoegazer

    17 de abril de 2022 /

    A seleção de clipes de rock independente desta semana reúne novos lançamentos de shoegaze e dreampop, gêneros que marcaram os anos 1990 com muita microfonia e vozes angelicais, num resgate feito por artistas que, em sua maioria, nem eram nascidos quando My Bloody Valentine transformou o rock murmurado ensurdecedor em hit dançante. O Top 10 semanal (sem rankeamento) é disponibilizado em dois formatos: convencional, com breves informações sobre os artistas abaixo de cada vídeo, e via playlist (localizada no final do post), para quem preferir uma sessão contínua – método mais indicado para assistir numa Smart TV (opção Transmitir, na aba de configurações do Chrome, ou Mais Ferramentas/Transmitir etc no Edge).   HATER | SUÉCIA Na ativa desde 2016, a banda sueca liderada por Caroline Landahl é conhecida por seu shoegaze de levada pop, ao estilo de Lush. A música “Far From a Mind” acrescenta influência de Sonic Youth à sua versão do rock indie dos anos 1990, em antecipação a seu segundo álbum, “Sincere”, que tem lançamento marcado para 5 de maio.   CIEL | INGLATERRA Formada em Brighton, na costa inglesa, do encontro de três músicos de diferentes países – a cantora Michelle Hindriks tinha até carreira solo na Holanda – , a banda começou com baladas de dreampop antes de lançar “Fine Everything”, em que abraça o shoegaze. A música faz parte do terceiro EP do trio, que ainda não tem previsão de lançamento.   WOMBO | EUA O trio do Kentucky se destaca pelos vocais twee de Sydney Chadwick, que evocam uma sensação etérea ao colidirem com a parede de guitarras de Cameron Lowe – ex-integrante da banda punk Debauchees. A formação com o baterista Joel Taylor é de 2016. Já “One of This” é sua guinada shoegaze após o EP pós-punk “Keesh Mountain” do ano passado.   WHIMSICAL | EUA Veteranos da turma, o quarteto de Indiana lançou seu primeiro álbum em 2000 – o cultuado “Setting Suns Are Semi-Circles”. Depois de implodir em 2005, volta a ativa junto da redescoberta do shoegaze pela nova geração. “Rewind” é a música que abre seu novo disco, “Melt”, lançado há duas semanas.   SUGAR FOR THE PILL | GRÉCIA Apesar de formada só há dois anos, a banda de Atenas já tem um álbum, “Wanderlust”, lançado no mês passado. Com melodias etéreas e um vídeo repleto de coreografias, “Quicksand” foi o segundo single do grupo.   KRAKÓW LOVES ADANA | ALEMANHA A dupla forjada nos clubes de Hamburgo resolveu revistar três músicas de seu mais recente álbum eletrônico (“Follow The Voice”), trocando a proeminência dos sintetizadores por guitarras. “Open The Door” é a versão etérea de “Dream House” e o destaque do novo EP “Swim In The Blue”, numa guinada sonora radical que pode influenciar futuros trabalhos.   HATCHIE| AUSTRALIA Harriette Pilbeam, a cantora e baixista australiana conhecida pelo apelido Hatchie, lança seu segundo álbum solo na próxima sexta (22/4). “This Enchanted” é a segunda faixa de “Giving the World Away”, e sua combinação de guitarras e sintetizadores é o dreampop mais dançante da atualidade. Todo o disco foi composto em parceria com Joe Agius, líder da banda Rinse, que, inclusive, conta com Hatchie entre seus integrantes.   BLUSHING | EUA Faixa exemplar do dreampop da banda texana, “Ours” evoca tanto Cocteau Twins quanto My Bloody Valentine. A música faz parte do segundo álbum, “Possessions”, lançado há dois meses com contribuições de ícones do gênero das cascatas elétricas de guitarras. A produção é de Elliott Frazier (Ringo Deathstarr), a masterização de Mark Gardener (Ride) e o disco ainda inclui uma colaboração com Miki Berenyi (Lush).   AVALYN | INGLATERRA Mark Gardener também trabalhou em “When We Were Nothing”, primeiríssimo single do quarteto shoegazer de Liverpool. E o resultado parece Ride mesmo, inclusive na apresentação visual.   JUST MUSTARD | IRLANDA O quinteto irlandês lançou seu álbum de estreia em 2018, explorando o lado mais melancólico do dreampop, com baladas de guitarras infinitas. “Mirrors” é o primeiro single de “Heart Under”, o segundo álbum, previsto para 27 de maio.     | PLAYLIST |

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  • Filme

    Filme junta filha de Johnny Depp com estrelas de “Round 6” e “A Pior Pessoa do Mundo”

    7 de abril de 2022 /

    O estúdio indie A24 vai juntar a sul-coreana Hoyeon e a norueguesa Renate Reinsve, que brilharam, respectivamente, no fenômeno da Netflix “Round 6” e no candidato ao Oscar de Melhor Filme Internacional “A Pior Pessoa do Mundo”, com Lily-Rose Depp (“Viajantes – Instinto e Desejo”), a filha francesa de Johnny Depp e Vanessa Paradis. A primeira produção americana de Hoyeon e Reinsve é uma adaptação do romance de Anne Serre intitulado “The Governesses”. A história segue três governantas rebeldes que destroem a casa em que trabalham – inspirando as mentes dos meninos sob seus cuidados, inflamando a imaginação do casal boêmio que as emprega e abandonando seus afazeres por aventuras eróticas. O filme tem roteiro e direção de Joe Talbot, que se projetou com seu longa de estreia, “The Last Black Man in San Francisco”, premiado no Festival de Sundance de 2019. Ele trabalhou na adaptação do romance em parceria com a poetisa-romancista Olivia Gatwood (“Life of the Party”). O projeto será filmado na Espanha e foi desenvolvido com o apoio da BBC Film, que financiará a produção em parceria com a A24. Ainda não há previsão para a estreia.

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    Conheça 10 novos clipes do rock indie atual

    3 de abril de 2022 /

    Os novos clipes de rock independente da seleção abaixo reúnem a nova geração do “pós-pós-punk” britânico, o “punk de arte” americano e até surpresas do outro lado do mundo. O Top 10 semanal (sem rankeamento) é disponibilizado em dois formatos: convencional, com breves informações sobre os artistas abaixo de cada vídeo, e via playlist (localizada no final do post), para quem preferir uma sessão contínua – método mais indicado para assistir numa Smart TV (opção Transmitir, na aba de configurações do Chrome, ou Mais Ferramentas/Transmitir etc no Edge).   THE RILLS | INGLATERRA O novo clipe da banda novata de Lincoln mostra a faceta política do pós-pós-punk britânico. Ao estilo saudoso do Killing Joke, a crítica dançante às figuras da política internacional e à maneira como eleitores expressam suas opiniões online faz parte do primeiro EP do grupo, “Do It Differently”, que está previsto para 6 de maio.   SPORTS TEAM | INGLATERRA O sexteto londrino começou a revelar o conteúdo de seu segundo álbum, “GULP!”, previsto para julho. Com influências tão disparatadas quanto The Fall e The Who, o primeiro single explora a transformação das vidas pessoais em entretenimento para as massas das redes sociais.   LIFE | INGLATERRA A banda de Hull prepara seu terceiro álbum, intitulado “North East Coastal Town” em homenagem à sua cidade natal, que será lançado em junho. O primeiro single do disco, “Big Moon Lake”, é o mais parecido que Life já soou de outra banda bem conhecida do Norte inglês, The Fall.   MEAT WAVE | EUA O trio punk de garagem de Chicago já tem quatro álbuns. Lançado no final de março, “Honest Living” é seu primeiro single de 2022 e primeiro clipe em três anos.   RIP ROOM | EUA   Com a pegada de Hüsker Dü e Fugazi, a banda de San Francisco é descrita por sua gravadora como “punk de arte”. A descrição se aplica a arranjos cerebrais, com mudanças de andamento inesperadas, sem abrir mão das guitarras distorcidas, vocais agressivos e letras com crítica política e social. “Worth Repeating”, sobre a falta de imaginação que condena a humanidade a repetir os mesmos erros repetidamente, é o segundo single de “Alight and Resound”, álbum de estreia previsto para 27 de maio. FLOWVERS | INGLATERRA Mesmo quando só era conhecido por suas demos, o quarteto de Portsmouth já era chamado por parte da imprensa britânica como “o futuro do indie rock”. Com um punch não ouvido no rock inglês desde Arctics Monkeys, “When It Comes To It” é a faixa mais potente da banda, após um punhado de singles e um EP em 2020.   FOLLY GROUP | INGLATERRA A primeira banda a assinar com o Technicolor, novo selo da gravadora Ninja Tune, lançou seu segundo EP em 25 de março. “I Raise You (The Price of Your Head)” é uma das cinco faixas de “Human and Kind”. Com clipe surreal, a música do quarteto londrino foi inspirada pela pandemia e propõe uma inversão de papéis para aqueles que não se importaram em jogar com as vidas alheias. E se jogassem com a vida deles?   SUNGLACIERS | CANADÁ O pós-punk eletrônico, produzido pelo roqueiro canadense Chad VanGaalen, faz parte do segundo álbum do quarteto de Calgary, “Subterranea”, lançado em 25 de março.   BEDCHAMBER | INDONÉSIA O primeiro single desde o álbum de estreia “Geography” em 2018 comprova porque a banda de Jacarta é uma das melhores do sudeste asiático. A combinação perfeita de noise, math rock e new wave foi gravada em dezembro de 2020 e deve fazer parte do segundo disco, que ainda não recebeu um título ou data de lançamento.   LOOSE FIT | AUSTRÁLIA Marcado pelos vocais de punk rock da cantora/saxofonista Anna Langdon e um nervosismo evocado pelas cadência sincopada, “Social Graces” é inspirado pela reação à pandemia na Austrália. Alinhando-se ao pós-punk pioneiro de bandas lideradas por cantoras, como Au Pairs e The Slits, o quarteto de Sydney vai lançar seu primeiro álbum em 26 de abril.    

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    Conheça o rock alternativo atual em 10 clipes novos

    13 de março de 2022 /

    Quem disse que o rock morreu? A seleção de novos clipes independentes da Pipoca Moderna junta 9 bandas novíssimas com um monstro sagrado do rock alternativo. Além de queridinhos da crítica americana, neogrunges britânicos e ícones fashionistas do Japão, a lista inclui o clipe mais recente (deste mês) de nada menos que Pixies, formada em 1986 e influência de quase toda essa nova geração. Confira abaixo como os velhinhos dialogam com o som dos moleques de hoje. O Top 10 semanal (sem rankeamento) é disponibilizado em dois formatos: convencional, com breves informações sobre os artistas abaixo de cada vídeo, e via playlist (localizada no final do post), para quem preferir uma sessão contínua – método mais indicado para assistir numa Smart TV (opção Transmitir, na aba de configurações do Chrome, ou Mais Ferramentas/Transmitir etc no Edge).   MOMMA | EUA Liderado pelas colegas de high school Etta Friedman e Allegra Weingarten, o quarteto Momma faz um grunge melódico inspirada por artistas dos anos 1990 como Liz Phair, Pixies e Breeders. A banda californiana assinou com a meca indie Polyvinyl no ano passado e se mudou para Nova York, acompanhando os estudos universitários de Etta, onde atualmente trabalha em seu terceiro álbum. Vale reparar que o clipe de “Rockstar” é um tributo às comédias de rock como “Josie e as Gatinhas”, “Escola de Rock” e “Tenacious D – Uma Dupla Infernal”.   SNARLS | EUA Formada por colegas de faculdade, a banda indie de Columbus, Ohio, lançou seu álbum de estreia em 2020. “Fixed Gear” é o único clipe de um EP lançado no final do ano passado com produção de Chris Walla, ex-Death Cab For Cutie.   OCTOBER DRIFT | INGLATERRA A banda grunge inglesa não esconde sua influência de Nirvana e Pixies. Muito antes pelo contrário. “Insects” é praticamente uma recriação do som dos anos 1990. A música faz parte do repertório do segundo álbum, previsto para o final do ano. JAWS THE SHARK | INGLATERRA O projeto grunge de Olly Bailey, produtor de turnês de rock do Reino Unido, surgiu durante a quarentena de coronavírus. Sem shows para empresariar, ele pegou a guitarra e começou as canções que integram o primeiro EP, “Another Day In Paradise”, lançado em fevereiro passado. KILLS BIRDS | EUA A vocalista Nina Ljeti veio ainda criança da Bósnia para o Canadá bem na época em que Nirvana era a sensação do momento. Ela se mudou para a Califórnia na metade da década passada para fazer cinema, chegando a dirigir meia dúzia de curtas e dois longas-metragens, entre eles “Memória” (2015) estrelado por James Franco. O ator retribuiu escalando Ljeti como Patti Smith em seu filme “Zeroville – A Vida em Hollywood” (2019). Chame de premonição, porque à frente do grunge Kills Birds ela entrega uma performance de dar orgulho à pioneira do punk. THE MYSTERINES | INGLATERRA O power trio de Liverpool liderado por Lia Metcalfe começou a chamar atenção em 2019 com rocks pesados influenciados pelo grunge e PJ Harvey. Mas o primeiro álbum, “Reeling”, só foi lançado nessa sexta (11/3), junto com o novo clipe. PIXIES | EUA Com quase quatro décadas de atividade, a banda que influencia boa parte dos novos artistas desta seleção está de volta com música nova, após um silêncio de dois anos. Por curiosidade, o clipe lançado na semana retrasada é dirigido pela “nova” baixista, a argentina Paz Lenchantin, explorando o mundo das fadas que raramente é abordado pelo grupo, apesar de seu nome – Pixies são seres feéricos. HORSEGIRL | EUA “Anti-Glory” é o terceiro single do trio feminino adolescente de Chicago, que apesar do pouco tempo de atividade já caiu nas graças da crítica de rock americana. Soando como a herdeira ilegítima de Sonic Youth com Jesus and Mary Chain, a música faz parte do primeiro álbum, “Versions of Modern Performance”, que sai em 3 de junho pela respeitada Matador Records.   LUBY SPARKS | JAPÃO Dreampop com distorção shoegazer e energia punk, a banda baseada em Tóquio consegue criar um som único e moderno a partir de sua fascinação pelo rock britânico de décadas atrás. Com um guitarrista e uma vocalista com carreira nas passarelas de moda, a banda também chama atenção pela beleza de seus integrantes.   WET LEG | INGLATERRA Rhian Teasdale e Hester Chambers voltaram a gravar um clipe num ponto turístico de seu lar, a Ilha de Wight, conhecida por ser a locação de um famoso festival de rock anual – que em 1970 superou o público de Woodstock, assistido por cerca de 700 mil pessoas. Homenagem a uma de suas melhores amigas, “Angelica” é o quinto single da dupla feminina que encanta a crítica com um indie rock influenciado por Breeders, Pixies e pós-punk. O álbum de estreia vai sair em 8 de abril pela Domino Records.     MOMMA | EUA | SNARLS | EUA | OCTOBER DRIFT | INGLATERRA | JAWS THE SHARK | INGLATERRA | KILLS BIRDS | EUA | THE MYSTERINES | INGLATERRA | PIXIES | EUA | HORSEGIRL | EUA | LUBY SPARKS | JAPÃO | WET LEG | INGLATERRA

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    Descubra o punk rock feminino atual em 10 clipes novos

    6 de março de 2022 /

    Hey ho, let’s go, a lista de novos clipes musicais independentes desta semana destaca novidades da cena punk em diversas configurações, do punk pop californiano ao ska punk, sem esquecer o hardcore. Com um detalhe: todas as músicas são entoadas por vozes femininas. A lista tem até um extra: um documentário da última turnê de um dos grupos mais veteranos da seleção, The Interrupters, que encerra a coleção de vídeos. O Top 10 semanal (sem rankeamento) é disponibilizado em dois formatos: convencional, com breves informações sobre os artistas abaixo de cada vídeo, e via playlist (localizada no final do post), para quem preferir uma sessão contínua – método mais indicado para assistir numa Smart TV (opção Transmitir, na aba de configurações do Chrome, ou Mais Ferramentas/Transmitir etc no Edge).   THE LINDA LINDAS | EUA A banda punk pop de Los Angeles foi o maior hype do ano passado, graças à ousadia de uma música chamada “Racist, Sexist Boy” e a pouca idade de suas integrantes: as irmãs Mila e Lucia de la Garza, de 11 e 15 anos respectivamente, sua prima Eloise Wong, de 13 anos, e a amiga mais velha que faz os solos de guitarra, Bela Salazar, de 17. As irmãs que originaram a banda são filhas de Carlos de la Garza, engenheiro de som de discos de Bad Religion, Paramore e Wolf Alice, entre outras bandas, e começaram a tocar na garagem com a prima em 2018. “Talking to Myself” é o single mais recente do álbum de estreia do quarteto, “Growing Up”, previsto para 8 de abril.   PANIC SHACK | PAÍS DE GALES O quinteto feminino de Cardiff se diverte com um punk colorido, ao estilo dos Rezillos, com direito até ao figurino da época. Uma curiosidade do clipe de “Mannequin Man” é que, embora mostre a banda nas ruas de Londres, elas filmaram suas participações em sua cidade natal, criando a ilusão com chroma key. A música faz parte de seu primeiro EP, “Baby Shack”, que também chega em 8 de abril.   NEW ROCK CITY | EUA O guitarrista Kick e a vocalista Rossano formaram New Rock City em, claro, New York City há exatamente uma década, compartilhando uma paixão mútua pela intersecção de punk rock, glam e new wave dos anos 1970 e 1980. Suas músicas tem clara influência de Joan Jett, Billy Idol, New York Dolls e The Pretenders. O clipe de “Da Ratman!” tenta evocar o período com a recriação da atmosfera de shows em porões clássicos do rock, como o club nova-iorquino CBGB. O terceiro single do álbum “Radio 85”, previsto para o final do ano, tem produção de Matt Chiaravalle, que trabalhou com a banda Blondie – uma das atrações icônicas do CBGB.   NOBRO | CANADÁ Com um punk rock clássico, veloz e barulhento, a banda de Montreal liderada pela baixista/vocalista Kathryn McCaughey vem conquistando fãs desde sua apresentação no festival canadense WayHome em 2017. “Eat Slay Chardonnay”, com refrão inspirado nos Ramones, faz parte de seu segundo EP, “Live Your Truth Shred Some Gnar”, lançado em 23 de fevereiro pelo selo Big Scary Monsters.   THE LETS GO | JAPÃO O trio feminino liderado pela cantora/guitarrista Coco já atravessou várias formações desde 2006, incluindo um período com a baixista Sakura Anno, filha do líder da lendária banda punk japonesa Guitar Wolf. Após passar a maior parte de 2021 como dupla, “In My Head” é a primeira gravação da nova formação, que ganhou um clipe animado fofíssimo em homenagem à banda favorita de Coco, Mariko e da novata Manami: Ramones.   DICK MOVE | NOVA ZELÂNDIA O nome da banda de Auckland é gíria para comportamento baixo, geralmente associado a babacas do sexo masculino. Não por acaso, faz punk rock feminista. “O nome da banda é uma oportunidade perfeita para incorporar uma inversão de papéis”, definiram os músicos em 2019. Dick Move também é uma superbanda local, formada por integrantes dos grupos Master Blaster, Shitripper, Na Noise e Dateline, que decidiram tocar juntos após uma noite de bebedeira num bar. O que começou como brincadeira virou o álbum “Chop!” em 2020. Curiosamente, só agora em março, dois anos depois do lançamento do disco, o single “Ladies Night” ganhou seu primeiro clipe.   DRINKING BOYS AND GIRLS CHOIR | COREIA DO SUL O trio de Daegu é o representante hardcore da lista. As garotas e o rapaz da banda já tem dois álbuns e “National Police Sh!t” faz parte do primeiro, lançado em 2018. O detalhe é que a música foi revistada neste ano com um novo clipe, após a política interromper um show dos DGAGC em Busan. Imagens da confusão foram incorporados ao vídeo.   GRUMPSTER | EUA Liderado pela cantora e baixista Falyn Walsh, o trio representa o punk pop californiano dos anos 1990 (estilo de Green Day, Blink-182, etc) com guitarras bastante distorcidas e melodias acessíveis. “Looking Good” é o segundo single gravado pelos músicos após assinarem com a Pure Noise Records no ano passado, e antecipa a preparação ao segundo álbum, após a estreia em 2019 pelo diminuto selo Asian Man Records.   CATBITE | EUA Formada por ex-membros de The Snails e a vocalista/tecladista Brittany Luna em 2018, Catbite é um quarteto de ska punk da Filadélfia influenciado pela energia do movimento 2 Tone dos anos 1980, mas também pelas melodias do punk pop dos 1990. “Police Man (Kick Me in the Head)” é uma reinvenção completa de “Policeman”, única música da superbanda The Silencers, formada por integrantes do Rancid, Wix e Slackers em 1997, e foi lançada na sexta (4/3) numa coletânea de artistas da gravadora Stubborn (“Still Stubborn – Volume 2”).   THE INTERRUPTERS | EUA Os três irmãos Bivona e a cantora Aimee Allen estão entre os veteranos da turma. Apadrinhados por Tim Armstrong, do Rancid, o quarteto de Los Angeles já tem três álbuns de estúdio e lançaram seu primeiro disco ao vivo de ska punk no ano passado, gravado em Tóquio. O clipe acústico é resultado de um ensaio desses shows e foi disponibilizado como bônus do documentário da turnê – que pode ser visto completo aqui abaixo.       THE LINDA LINDAS | EUA | PANIC SHACK | PAÍS DE GALES | NEW ROCK CITY | EUA | NOBRO | CANADÁ | THE LETS GO | JAPÃO | DICK MOVE | NOVA ZELÂNDIA | DRINKING BOYS AND GIRLS CHOIR | COREIA DO SUL | GRUMPSTER | EUA | CATBITE | EUA | THE INTERRUPTERS | EUA

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    Veja 10 clipes com a nova psicodelia indie

    27 de fevereiro de 2022 /

    Nesta semana, a seleção de novos clipes musicais independentes da Pipoca Moderna embarca numa viagem psicodélica, que leva o ouvinte por sons lisérgicos de décadas atrás, atravessa nuvens carregadas de guitarras shoegazer e desagua num arco-íris dreampop. Junto a artistas em começo de carreira, a lista contempla lançamentos de duas bandas veteranas, que apesar de tocar rock desde os anos 1990, ainda são consideradas “obscuras” por grande parte do público. O Top 10 semanal (sem rankeamento) é disponibilizado em dois formatos: convencional, com breves informações sobre os artistas abaixo de cada vídeo, e via playlist (localizada no final do post), para quem preferir uma sessão contínua – método mais indicado para assistir numa Smart TV (opção Transmitir, na aba de configurações do Chrome, ou Mais Ferramentas/Transmitir etc no Edge).   MNNQNS | FRANÇA O quarteto de Rouen lançou um clipe psicodélico para anunciar seu segundo álbum, “The Second Principle”, previsto para a primavera europeia (nosso outono). Mixado por Jolyon Thomas (que já trabalhou com U2), o disco promete combinar psicodelia, pop e pós-punk para manter MNNQNS como a mais internacional das bandas francesas. ELEPHANT STONE | CANADÁ Primeiro single do EP conceitual “Le Voyage de M. Lonely dans la Lune”, a música encontra o personagem-título isolado por uma epidemia mundial, que força o resto da população do planeta a ficar em casa e o convence a deixar a Terra. O disco é o primeiro cantado inteiramente em francês pela banda psicodélica de Montreal, formada em 2009 por Rishi Dhir (ex-The Datsons e The High Dials), e foi dedicado aos fãs canadenses que falam o idioma. THE ASTEROID Nº 4 | EUA Das garagens da Filadélfia para uma viagem de ácido ao espaço sideral, a psicodelia de The Asteroid Nº 4 começou a descer em direção à Terra em meados dos anos 1990. Atualmente estacionada em São Francisco, após mais de 25 anos de estrada, a banda inspirada tanto por Pink Floyd quanto por Ride fez uma colagem criativa de cenas de filmes dos anos 1960 para divulgar o primeiro clipe do álbum “Tones of the Sparrow”, previsto para 25 de março. LOW | EUA Outro remanescente dos anos 1990, Low é hoje seu núcleo fundador: o casal Alan Sparhawk e Mimi Parker. Eles já foram mórmons praticantes e aprimoraram a prática de tocar o mais lento possível, a ponto de inspirar um novo rótulo da crítica: slowcore. O som mudou muito em 30 anos. A psicodelia de “All Night” faz parte do 13º álbum da banda, “Hey What”, lançado pela gravadora Sub Pop em setembro passado com produção de BJ Burton, que trabalhou até com a rapper Lizzo. RENATA ZEIGUER | EUA A ex-líder da banda Cantina iniciou sua carreira solo em 2018 e prepara seu segundo álbum, “Picnic In The Dark”, com novas melodias suaves de influência sessentista, previsto para 8 de abril pela Northern Spy Records. BATTLE AVE | EUA A banda nova-iorquina retorna de um hiato de sete anos em abril com “I Saw the Egg”, terceiro álbum de uma carreira quase abandonada. Curiosamente, “Fool” deveria ter entrado no último disco, mas acabou ficando de fora por não ser pessimista como as demais faixas e quase foi esquecida, até o vocalista Jesse Doherty encontrar sua demo antes de entrar em estúdio para o novo trabalho. A música aborda o amor assumido em todo seu constrangimento, tema que a banda costuma evitar, e só foi redimida porque Doherty virou um “bobão” em sua própria vida, casando-se e virando pai. JUST MUSTARD | IRLANDA O quinteto irlandês queria fazer uma música que todos pudessem dançar. O resultado é a microfonia shoegazer de “Still”, garantia de pista… vazia. O segundo álbum da banda, “Heart Under”, chega quatro anos após o disco inaugural, no dia 27 de maio. TALLIES | CANADÁ Formado em 2019 em Toronto, o trio segue o shoegazer/dreampop de Lush, My Bloody Valentine, The Sundays e Beach House com muita microfonia e vocais femininos melódicos, cortesia da cantora-guitarrista Sarah Cogan. EMPATH | EUA Mais rock da Filadélfia. “Elvis Comeback Special” é o quarto e último single de “Visitor”, segundo álbum da banda shoegazer, lançado há duas semanas pela Fat Possum Records. A colisão sonora de guitarras microfonadas, teclado sessentista, solo de bateria e resquícios dissonantes de melodia não devia combinar, mas é ancorada perfeitamente pelo fiapo de voz de Catherine Elicson – quase como uma faixa perdida da melhor fase do Dinosaur Jr. COLATURA | EUA O trio do Brooklyn, Nova York, faz um dreampop melódico com reminiscências das baladas femininas dos anos 1960. Banda mais nova da lista, vai lançar seu primeiro álbum, “And Then I’ll Be Happy”, no dia 22 de abril.     MNNQNS | FRANÇA | ELEPHANT STONE | CANADÁ | THE ASTEROID Nº 4 | EUA | LOW | EUA | RENATA ZEIGUER | EUA | BATTLE AVE | EUA | JUST MUSTARD | IRLANDA | TALLIES | CANADÁ | EMPATH | EUA | COLATURA | EUA

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