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    Arte oficial de Vingadores: Ultimato revela novos uniformes dos heróis

    8 de fevereiro de 2019 /

    A primeira imagem oficial em boa definição dos heróis de “Vingadores: Ultimato” foi divulgada. Mas não pela Marvel. Veio de um parceiro comercial. Uma marca de pipocas foi a responsável por revelar a arte, que mostra o sexteto original com o visual de “Vingadores: Ultimato”. Lá estão Thor (Chris Hemsworth) com o machado Stormbreaker, o Homem de Ferro (Robert Downey Jr.) e o Capitão América (Chris Evans) com trajes que parecem combinar visuais dos filmes anteriores, Viúva Negra (Scarlett Johansson) novamente ruiva, além de usar uma espécie de disco no seu pulso esquerdo, o Hulk (Mark Ruffalo) uniformizado e Gavião Arqueiro (Jeremy Renner) todo de preto, rebatizado como Ronin. O filme dirigido pelos irmãos Joe e Anthony Russo chega aos cinemas brasileiros em 25 de abril, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Sinopse oficial de Vingadores: Ultimato fala em consequências para os heróis

    7 de fevereiro de 2019 /

    A Disney revelou nesta quinta-feira (7/2) a sinopse oficial de “Vingadores: Ultimato”. Ela apareceu pela primeira vez no site australiano do estúdio. “Após os devastadores eventos de ‘Vingadores: Guerra Infinita’ (2018), o universo está em ruínas devido aos esforços do Titã Louco, Thanos. Com a ajuda de seus aliados remanescentes, os Vingadores precisam se unir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importando as consequências”, diz o texto. Os “devastadores eventos” foram, claro, a dizimação de metade da população do universo num estalar de dedos de Thanos, após o vilão vencer os heróis e reunir as seis Joias do Infinito. Já as “consequências” podem estar relacionadas ao final do contrato dos principais atores do universo Marvel, o que gera aflição e teorias de fãs sobre o destino dos heróis remanescentes, como Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), Capitão América (Chris Evans), Thor (Chris Hemsworth), Hulk (Mark Ruffalo) e Viúva Negra (Scarlett Johnasson). Eles contarão com os reforços do Gavião Arqueiro (Jeremy Renner), Homem-Formiga (Paul Rudd) e Capitã Marvel (Brie Larson) para reverter os feitos do vilão e trazer de volta os heróis mortos. Entre os heróis que “viraram poeira” neste evento catastrófico estão Homem-Aranha (Tom Holland), Senhor das Estrelas (Chris Pratt), Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen), Soldado Invernal (Sebastian Stan) e muitos outros. O filme dirigido pelos irmãos Joe e Anthony Russo chega aos cinemas em 25 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Comercial de Vingadores: Ultimato origina nova teoria de fãs confundida com notícia

    4 de fevereiro de 2019 /

    Os marvetes ganharam combustível para uma nova teoria, após o lançamento do comercial de “Vingadores: Ultimato” no Super Bowl. Uma cena com espaço em branco entre os personagens atiçou a imaginação geek, levando à conclusão de que o vídeo apagou uma personagem para não revelar um segredo. É a Capitã Marvel, juram no Twitter e no Reddit. Como se a presença da personagem fosse, realmente, um segredo. Tipo a ausência de Superman no marketing de “Liga da Justiça”. Com milhares de cenas disponíveis para inclusão nos 30 segundos do comercial, é preciso mesmo um enorme esforço mental para imaginar que os produtores selecionaram um trecho específico de meio segundo apenas para “apagar a Capitã Marvel” dele. E olha que esforço mental não é exatamente o que demonstra esta e as demais teorias que saltam da boca dos fãs para a imprensa, contrabandeadas como “notícias”. Às vezes, um espaço em branco é apenas um espaço em branco, diria Freud. Outras vezes, é um personagem criado por computação gráfica que ainda não foi inserido, como o Rocket que aparece logo na cena seguinte junto aos demais personagens da cena “misteriosa”. Outras vezes, o “vazio existencial” é alguém que, por problemas de agenda, não pôde estar presente naquele dia de filmagem e será inserido posteriormente na edição. Algo muito mais comum do que a maioria imagina, nesses dias de efeitos digitais. Vale lembrar que “Vingadores: Ultimato” ainda está em fase de edição e alguns elementos ainda não foram finalizados. Quando a cena ressurgir em outro comercial, mais adiante, com a “revelação” da personagem misteriosa, provavelmente vai causar menos espanto que os geeks de plantão imaginam. Afinal, esse mistério sugere apenas um corte não finalizado, que deve se materializar na pós-produção como uma sequência trivial do filme. Felizmente, essas teorias toscas – e

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    Capitão América lidera super-heróis no comercial legendado de Vingadores: Ultimato

    4 de fevereiro de 2019 /

    A Marvel divulgou um novo comercial legendado de “Vingadores: Ultimato”. Exibido na TV americana durante o intervalo do Super Bowl, mostra o Capitão América (Chris Evans) assumindo a liderança do grupo de super-heróis sobrevivente do massacre de Thanos, enquanto Homem de Ferro (Robert Downey Jr) e Nebula (Karen Gillan) lutam contra problemas tecnológicos de sua nave espacial, à deriva no espaço. A prévia também revela o clima desolador que tomou conto do mundo após metade da humanidade desaparecer. E apesar do discurso motivador do Capitão América, até os heróis parecem deprimidos. Com direção dos irmãos Joe e Anthony Russo, “Vingadores: Ultimato” vai chegar mais cedo nos cinemas brasileiros: em 25 de abril, uma semana antes do previsto.

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    Trailer de Vingadores: Ultimato quebra recorde de visualizações

    8 de dezembro de 2018 /

    Pelo visto, a ansiedade é grande. O primeiro trailer de “Vingadores: Ultimato” (“Avengers: Endgame”, em inglês) teria sido visto cerca de 289 milhões de vezes em apenas 24 horas. O número impressionante é recorde de visualizações no período. A prévia quebrou o recorde que pertencia ao trailer do filme anterior da mesma franquia, “Vingadores: Guerra Infinita”, visto 230 milhões de vezes em 24 horas. A Marvel, claro, alardeou o feito. “Para os maiores fãs do mundo, obrigado por estarem aqui até o ultimato e fazerem desse o trailer mais visto da história com 289 milhões de visualizações em 24 horas”, proclamou o estúdio no Twitter. Nunca é demais explicar que o número total de visualizações é impossível de ser mensurado e as afirmações ficam por conta dos estúdios. Nem os números de “Vingadores: Ultimato” nem os de “Vingadores: Guerra Infinita”, ou de qualquer outro filme anteriormente proclamado como recordista, tiveram as fontes de suas visualizações compartilhadas com a imprensa. O montante seria a soma do total de exibições pelo mundo afora, incluindo publicações diferentes no YouTube em versões de cada país, Daily Motion e assemelhados, Facebook, Twitter, Instagram e outras redes sociais da Marvel, dos artistas do filme e dos fãs em todo o planeta. O canal oficial do YouTube da Marvel, em inglês, é o que registra a maior quantidade de visualizações que pode ser, de fato, aferida e chegou em cerca de 40 milhões em 24 horas. É o mesmo volume registrado pelo trailer de “Vingadores: Guerra Infinita” no YouTube em suas primeiras 24 horas. Já versão com legendas no YouTube da Marvel Brasil foi vista 1,5 milhão de vezes nesse período. Este volume é gigantesco para qualquer lançamento no YouTube, considerando que o recordista é o clipe “Thank U, Next”, de Ariana Grande, visto 50,3 milhões de vezes em 24 horas. Para ter outra comparação, o primeiro trailer em inglês de “Capitã Marvel” está atualmente com 47 milhões de visualizações no YouTube, após dois meses. Com direção dos irmãos Joe e Anthony Russo, “Vingadores: Ultimato” estreia nos cinemas brasileiros em 25 de abril, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Vingadores: Ultimato vai estrear uma semana antes em todo o mundo

    7 de dezembro de 2018 /

    Além de representar a “versão DC” (triste e sombria) de um trailer dos super-heróis da Marvel e revelar o título oficial da produção, a primeira prévia de “Vingadores: Ultimato” trouxe uma nova data de estreia do filme. A antecipação em um semana não foi exclusiva do Brasil. A ideia é fazer um lançamento praticamente simultâneo em todo o mundo, algo já experimentado com “Vingadores: Guerra Infinita” e que, naquela ocasião, conseguiu eliminar a proliferação de pirataria em países que poderiam ter que esperar mais para ver o filme. Além disso, a antecipação cria maior espaço entre “Vingadores: Ultimato” e a batalha pelo público infantil prevista para o dia 10 de maio, quando estreiam nos Estados Unidos os filmes “Pokémon: Detetive Pikachu” e “Uglydolls”. E vale lembrar que “Vingadores: Guerra Infinita” também foi lançado na última semana de abril em 2018, data em que arrebentou nas bilheterias. A coincidência pode parecer superstição. Mas é estratégia. Com direção dos irmãos Joe e Anthony Russo, “Vingadores: Ultimato” estreia nos cinemas brasileiros em 25 de abril, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Saiu o primeiro trailer legendado de Vingadores 4… ou melhor, Vingadores: Ultimato!

    7 de dezembro de 2018 /

    A Marvel divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “Vingadores 4”, que também revela o nome oficial e a nova data de estreia da produção. A prévia de “Vingadores: Ultimato” (tradução do original “Avengers: End Game”) mostra os heróis em clima de derrota, com Tony Stark/Homem de Ferro vagando no espaço, à espera da morte, Steve Rogers/Capitão América e Natasha Romanoff/Viúva Negra relutando contra a aceitação do desaparecimento de metade da população mundial, tendo como alívio apenas a constatação de que Clint Barton/Gavião Arqueiro está vivo e com novo visual, enquanto Bruce Banner/Hulk, Thor e Nebula expressam luto. Até que a esperança bate à sua porta, literalmente, na forma de Scott Lang/Homem-Formiga, um dos desaparecidos após o estalar de dedos de Thanos, vivinho e pronto para dar início à reviravolta. A narrativa transmitida pelo trailer é simplesmente empolgante. Mas o título original, “End Game”, deve preocupar os fãs, considerando que o filme marca o final de contrato da maioria dos atores enfatizados no vídeo, como Robert Downey Jr (Homem de Ferro), Chris Evans (Capitão América), Chris Hemsworth (Thor), Mark Ruffalo (Hulk), Jeremy Renner (Gavião – ou seria Ronin nesse retorno?) e Scarlett Johansson (Viúva Negra), se bem que a última renegocia sua volta num filme solo. Com direção dos irmãos Joe e Anthony Russo, “Vingadores: Ultimato” vai chegar mais cedo nos cinemas brasileiros: em 25 de abril, uma semana antes do previsto.

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    Stan Lee (1922 – 2018)

    12 de novembro de 2018 /

    Morreu Stan Lee, o lendário escritor, editor e publisher da Marvel Comics, cujas criações redefiniram os quadrinhos de super-heróis e influenciaram a indústria cultural de forma permanente, consagrando-se como blockbusters de Hollywood. Ele tinha 95 anos e morreu na manhã dessa segunda (12/11), no hospital Cedars-Sinai Medical Center, em Los Angeles, após um período conturbado em sua vida. Nascido Stanley Martin Lieber em 28 de dezembro de 1922, filho de um imigrante romeno que se estabeleceu em Nova York, o futuro escritor conseguiu seu primeiro emprego aos 17 anos na empresa do tio, a Timely Comics, que se tornaria a Marvel, e escreveu sua primeira história em quadrinhos dois anos depois. Eram duas páginas apenas, usadas para preencher a terceira edição do “Capitão América”. Ao assinar o texto, virou pela primeira vez Stan Lee. Nesta mesma época, com 19 anos, foi nomeado diretor interino pelo fundador da Timely, o tio Martin Goodman, quando o editor anterior se demitiu. O trabalho foi interrompido brevemente em 1942, devido à guerra, após Stan se alistar no exército, onde escreveu manuais e filmes como parte de um grupo criativo que incluía o cineasta Frank Capra. Mas após o conflito mundial, ele retornou ao posto na Timely, permanecendo como editor por décadas, inclusive na transição da empresa para a Marvel. Sob seu comando, a editora retomou a publicação dos super-heróis, interrompida após a guerra, com a primeira criação importante de Stan Lee no gênero, o Quarteto Fantástico, em 1961. A editora também mudou o nome para Marvel, que era o título de uma publicação de super-heróis que a Timely lançara em 1939. Stan trabalhou com o veterano Jack Kirby, desenhista do maior herói da Timely, o Capitão América, para dar vida às primeiras criações da Marvel. Depois do Quarteto Fantástico, vieram o Hulk, Thor, Homem-Formiga, Homem de Ferro, X-Men, Pantera Negra, Surfista Prateado, cada um com sua própria publicação, o que demandava mais páginas que Jack Kirby dava conta de desenhar. E, assim, novos gênios foram incorporados ao time, como Steve Ditko, que desenhou o Homem-Aranha e Doutor Estranho, o veterano Bill Everett, criador do Príncipe Submarino, que assumiu o Demolidor, etc. Seguindo o exemplo da Liga da Justiça da DC Comics, a maioria dos heróis foi reunida numa única publicação: os Vingadores, em 1963, que também trouxe de volta o Capitão América, novamente desenhado por Kirby. Diferente dos heróis tradicionais dos quadrinhos, os personagens de Stan Lee eram defeituosos, fosse devido a um problema no coração, como o Homem de Ferro, fosse por causa de uma deformação física como o Coisa, do Quarteto Fantástico. Eram mal-compreendidos como os X-Men. Tinham crises de identidade, como o Capitão América que não entendia o mundo dos anos 1960. Mas, principalmente, podiam ser iguais a seus leitores adolescentes, como o Homem-Aranha, que sofria de coração partido, falta de dinheiro e gripe comum. Todos os personagens fizeram sucesso. Alguns mais que outros. E geralmente muito mais que os heróis da rival DC Comics. O que levou a disputas pelos créditos de suas autorias. Lee, Ditko e Kirby tiveram brigas amargas, mas, após anos de disputas judiciais, os desenhistas passaram a ser considerados tão criadores dos personagens quanto Lee. “Eu não quero que ninguém pense que eu tratei Kirby ou Ditko injustamente”, disse ele à revista Playboy em abril de 2014. “Acho que tivemos um relacionamento maravilhoso. O talento deles era incrível. Mas as coisas que eles queriam não estavam em meu poder para dar a eles.” Não estava em seu poder, por exemplo, retornar os desenhos originais para os artistas ou lhes pagar royalties. Nem o próprio Lee jamais recebeu direitos autorais pela exploração em filmes ou séries dos super-heróis que concebeu. Entretanto, como política da Marvel, ele tinha um salário vitalício, que os demais não recebiam. A importância de Stan Lee não se “limitou” à criação da era Marvel dos quadrinhos. Ele também ajudou a criar a comunidade geek, ao passar a publicar as cartas dos leitores nas páginas dos quadrinhos, interagindo com eles de forma como nunca tinha sido feita antes, discutindo enredos e fazendo pequenas revelações sobre os rumos das tramas e futuros projetos. Esse costume gerou uma de suas principais marcas, a exclamação “Excelsior”, com que costumava pontuar suas respostas. Sua influência foi além disto, ao se posicionar factualmente contra a censura aos quadrinhos e contra o preconceito de que eram apenas para crianças. Em 1971, ele cometeu a ousadia de publicar uma história sobre o vício em drogas. Na época, as revistas eram sujeitas à inclusão do selo do Código de Ética, que atestava que não possuíam conteúdo impróprio para menores de 13 anos. Revistas que não tivessem o código tinham dificuldades de distribuição, pois costumavam ser rejeitadas pelas bancas – foi o que levou a editora especialista em terror, EC Comics, à falência após a campanha conservadora que criou o Código duas décadas antes. Pois Stan Lee escreveu, editou e comprou briga para distribuir uma revista do Homem-Aranha em que o melhor amigo do herói, Harry Osborn, aparecia se drogando. A edição chegou às bandas sem o “selo de aprovação”, mas os jornaleiros não a devolveram, porque era do Homem-Aranha, e ela vendeu horrores, dando início a um movimento para “relaxar” as regras e, finalmente, na década seguinte, abolir completamente o Código de Ética que forçava quadrinhos a permanecerem infantis. Infelizmente, todo o esforço artístico de Stan Lee não lhe rendeu reconhecimento imediato. Quadrinhos foram considerados uma forma de expressão insignificante por muitas décadas. O que acabou proporcionando a maior surpresa da vida do escritor, como ele mesmo mencionava, quando o grande mestre do cinema italiano Federico Fellini o procurou em seu escritório, em Nova York, para elogiar suas obras e querer conversar sobre o Homem-Aranha. Em 1972, Lee foi nomeado publisher e passou as rédeas editoriais da Marvel para Roy Thomas, virando, a partir daí, uma espécie de garoto-propaganda da empresa. Ele se mudou para Los Angeles em 1980 para montar um estúdio de animação e construir relacionamentos em Hollywood para a Marvel, após a editora licenciar personagens para séries animadas e live action no passado. Lee também conseguiu sucesso nessa área, com diversas novas produções. Em 2009, a Walt Disney Company comprou a Marvel Entertainment por US$ 4 bilhões, transformando os personagens criados por Lee em blockbusters e dando ao artista uma nova atividade, como o figurante de Hollywood mais famoso de todos os tempos. Assim como fazia Alfred Hitchcock em seus filmes, Lee passou a aparecer compulsoriamente em todas as produções da Marvel, tanto no cinema quanto na TV. Os filmes da Marvel, liderados pelos bilhões arrecadados por “Os Vingadores”, finalmente deram a Stan Lee status de celebridade. Entretanto, quando deveria estar aproveitando as glórias, ele entrou no período mais confuso de sua vida. A partir de julho do ano passado, com a morte de sua esposa Joan, que foi sua companheira por 69 anos, o criador da Marvel se envolveu em vários processos contra antigos sócios e denúncias de abusos de idoso por parte das pessoas ao seu redor. Ele processou executivos da POW! Entertainment – uma empresa que fundou em 2001 para desenvolver propriedades de filmes, TV e videogames – buscando compensações de US$ 1 bilhão por fraude, apenas para desistir do processo abruptamente semanas depois. Também processou seu ex-empresário e entrou com uma ordem de restrição contra um homem que estava lidando com seus negócios, denunciou o desaparecimento misterioso de milhões de dólares de sua conta e, em junho de 2018, foi revelado que o Departamento de Polícia de Los Angeles investigava relatos de abuso de idosos a que ele teria sido submetido. “Stan Lee era tão extraordinário quanto os personagens que ele criou. Um super-herói autêntico para os fãs da Marvel ao redor do mundo, Stan tinha o poder de inspirar, entreter e conectar. A escala de sua imaginação só era superada pelo tamanho de seu coração”, disse o CEO da Disney, Bob Iger, em comunicado. Ele foi acompanhando por Kevin Feige, presidente dos estúdios de cinema da Marvel, que elogiou o legado de Lee. “Ninguém teve mais impacto na minha carreira e em tudo o que fazemos na Marvel Studios do que em Stan Lee. Stan deixa um legado extraordinário que sobreviverá a todos nós. Nossos pensamentos estão com sua filha, sua família e os milhões de fãs que foram tocados pela genialidade, carisma e coração. Excelsior!” Até o Twitter oficial da DC Comics se rendeu ao talento de Lee, evocado pela empresa de quem foi rival por muitas décadas. “Ele mudou a forma como olhamos os heróis e os quadrinhos modernos sempre terão sua marca indelével”, escreveu a DC. “Seu entusiasmo contagiante nos lembrava por que todos nós nos apaixonamos por essas histórias em primeiro lugar. Excelsior, Stan.”

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    Artes conceituais de Vingadores 4 trazem Hulk uniformizado e Capitão América em seu traje clássico

    13 de setembro de 2018 /

    A Marvel divulgou as versões oficiais das artes conceituais de “Vingadores 4”, que destacam individualmente alguns dos heróis que vão aparecer na misteriosa trama. Todos apresentam mudanças nos visuais dos personagens. Algumas são sutis, como a cor do traje de Rocket (dublado por Bradley Cooper) e detalhes minimalistas em Thor (Chris Hemsworth). Outras são esperadas, como a eterna evolução do Homem de Ferro (Robert Downey Jr.). Mas há surpresas, como a volta do figurino clássico do Capitão América (Chris Evans) e um Hulk (Mark Ruffalo) uniformizado. A grande novidade fica por conta da Capitã Marvel (Brie Larson), numa imagem que até adianta seus poderes: voar e… fazer os punhos brilharem, aparentemente. As imagens confirmam que a arte conceitual vazada há alguns meses era real. Ela traz os personagens nas mesmas poses, mas num conjunto único, ao lado de outros heróis – Viúva Negra, Nebula, Gavião Arqueiro, Máquina de Combate e Homem-Formiga. Confira abaixo. Novamente dirigido por Joe e Anthony Russo (de “Vingadores: Guerra Infinita”), “Vingadores 4” chega aos cinemas em maio de 2019.

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  • Mark Ruffalo
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    Mark Ruffalo contou final de Vingadores: Guerra Infinita há um ano e ninguém acreditou

    1 de maio de 2018 /

    Mark Ruffalo é considerado um dos atores que mais soltam spoilers dos filmes da Marvel. E há um ano atrás, ele soltou o maior spoiler de todos, revelando simplesmente o final de “Vingadores: Guerra Infinita”, durante uma entrevista ao programa matinal americano Good Morning America. O intérprete de Hulk estava ao lado de Don Cheadle (o Máquina de Combate) e falava sobre “Thor: Ragnarok”, arriscando um pequeno spoiler, ao avisar que a trama não terminaria bem para os heróis. Quando questionado sobre os finais trágicos da Marvel, ele se entusiasmou e soltou a bomba. “Espera até você ver o próximo filme. Metad… Todo mundo morre!”. Don Cheadle quase tem um enfarte, ao saltar da cadeira, repetindo “Dude! Dude! Dude!”. Ruffalo ainda tenta consertar. “Quer dizer, não todo mundo. Podemos gravar por cima dessa parte?” Ele se vira para Cheadle com cara de quem percebeu o que tinha feito e pergunta, retoricamente: “Vou ter problemas por ter dito isto?”. Na ocasião, a revelação foi considerada uma brincadeira. Mas não era. Tratava-se de um spoiler infinito, disparado em julho de 2017. Confira abaixo. “Vingadores: Guerra Infinita” já está em cartaz nos cinemas, batendo recordes de mortes de super-heróis e bilheterias.

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    Marvel atinge seu ápice com Vingadores Guerra Infinita

    28 de abril de 2018 /

    Dez anos depois da estreia dos estúdios Marvel com “Homem de Ferro” (2008) e passados quase duas dezenas de produções, muitas delas arriscadas, com heróis pouco conhecidos do grande público – como “Doutor Estranho”, “Pantera Negra”, “Guardiões da Galáxia” e “Homem-Formiga” – , eis que a Marvel chega ao ápice, um dos pontos mais aguardados desde sua criação, ao realizar um grande épico envolvendo quase todos os personagens apresentados ao longo desses anos. “Vingadores: Guerra Infinita”, de Joe e Anthony Russo, representa muito mais do que o pioneiro “Os Vingadores” (2012). Aqui está em jogo não apenas dar conta de uma aventura de ação com alguns super-heróis de Stan Lee e Jack Kirby, como foi o caso do trabalho de Joss Whedon, mas costurar um universo cinematográfico já gigantesco e com o pano de fundo dos quadrinhos de Jim Starlin. Foi ele quem criou Thanos, o mais fascinante vilão do estúdio até então. Thanos aparece interpretado por um Josh Brolin quase irreconhecível, mas sem perder as nuances da interpretação. E o filme não demora para apresentá-lo. A primeira cena já traz uma angustiante disputa do vilão contra Thor, Loki e outros deuses nórdicos. A intenção é capturar uma das joias do infinito. Uma vez que consiga todas as joias, espalhadas por vários pontos do universo, ele alcançará o seu intento, de proporções apocalípticas. Um dos grandes méritos do filme, aliás, é saber dar uma motivação satisfatória para o vilão. É curioso perceber que alguns dos trabalhos mais recentes da Marvel/Disney, como “Guardiões da Galáxia Vol. 2”, “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” e “Thor: Ragnarok”, têm um pé bem fixo na comédia – ainda que nem todo mundo se envolva com o humor típico da Marvel, muitas vezes afetado, outras vezes excessivamente inofensivo, o que também pode ser um problema. Mas “Vingadores: Guerra Infinita” sabe aliar o humor, principalmente quando Thor tem seu encontro com os Guardiões da Galáxia, com uma narrativa mais sombria. Afinal, estamos falando de um vilão que é para ser levado muito a sério, e que logo na primeira cena já mostra a que veio, embora cenas posteriores possam aprofundar ainda mais sua dimensão complexa, inclusive em um flashback de Gamora (Zoe Saldana). O filme é bem articulado em blocos, com sequências que se passam em diferentes lugares do universo. O bom domínio narrativo dos irmãos Russo é essencial para que envolver o público com essa diversidade, acomodando a duração um tanto longa que deriva dessa opção. Já o elenco é um luxo que só uma superprodução dessas é capaz de bancar (ter um ator como William Hurt em praticamente uma ponta é um exemplo disso). Embora nem todos os personagens sejam bem aproveitados (o Homem-Aranha é um exemplo), seria impossível dar conta de dezenas deles de maneira mais aprofundada. Apenas certos heróis, que guardam maior relação com a trama principal e a evolução cinematográfica da Marvel, tem seu potencial dramático melhor explorado, como é o caso de Thor (Chris Hemsworth), Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), Nômade/Capitão América (Chris Evans), Visão (Paul Bettany), Senhor das Estrelas (Chris Pratt), Gamorra e, claro, o grande vilão. Mesmo o Pantera Negra (Chadwick Boseman) funciona mais para trazer Wakanda como cenário – e um excelente campo de batalha. É lá que algumas das cenas mais envolventes e emocionantes acontecem. Vale ressaltar a campanha da Marvel e a pressão nas redes sociais para que as pessoas evitem spoilers do filme. Mas é questão de tempo até se tornar impossível frequentar a internet sem tropeçar no que acontece. Por isso é aconselhável que o filme seja visto o quanto antes, pois as surpresas são realmente inesperadas. Acontecimentos guardados para o final são fundamentais para que “Vingadores: Guerra Infinita” seja diferente de todas as demais produções da Marvel.

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    Vídeo legendado de Vingadores: Guerra Infinita destaca importância de Wakanda na trama

    26 de abril de 2018 /

    A Marvel divulgou um novo vídeo de bastidores de “Vingadores: Guerra Infinita”, que traz cenas inéditas da superprodução e comentários do elenco sobre a importância de Wakanda na trama. O longa marca o encontro de diversos super-heróis para enfrentar o supervilão Thanos (Josh Brolin), que ameaça destruir bilhões de vidas, e um dos campos de batalha é a nação do Pantera Negra (Chadwick Boseman). Com direção dos irmãos Anthony e Joe Russo, “Vingadores: Guerra Infinita” estreia nesta quinta (26/4) no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Cena inédita de Vingadores: Guerra Infinita revela reunião no santuário do Doutor Estranho

    24 de abril de 2018 /

    O programa “Jimmy Kimmel Live!” exibiu uma entrevista com o elenco e uma cena inédita de “Vingadores: Guerra Infinita”, na noite de segunda (23/4) nos Estados Unidos. A cena foi centrada na interação cômica dos personagens, em que Tony Stark (Robert Downey Jr.) é informado por Bruce Banner (Mark Ruffalo) sobre Thanos (Josh Brolin) no santuário do Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch). Durante a entrevista, Kimmel tentou arrancar algum spoiler e perguntou se todos eles saíam vivos deste filme, “afinal, é um filme de guerra, alguém tem de morrer”. Apontado como o integrante do elenco que mais entrega spoilers, Tom Holland, intérprete do Homem-Aranha disse para Kimmel ir para a próxima pergunta. “Fiquei estressado com essa”, brincou. Dirigido pelos irmãos Joe e Anthony Russo, “Vingadores: Guerra Infinita” estreia nesta quinta (26/4) no Brasil, um dia antes dos Estados Unidos.

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