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  • Série

    Rosario Dawson vai estrelar série baseada em quadrinhos da DC Comics

    23 de janeiro de 2020 /

    A atriz Rosario Dawson (“Zumbilândia: Atire Duas Vezes”) vai estrelar mais uma série baseada em quadrinhos. Ela entrou no elenco de “DMZ”, atração desenvolvida para a plataforma HBO Max pela cineasta Ava DuVernay (“Olhos que Condenam”). Lançados no Brasil como “ZDM – Terra de Ninguém”, os quadrinhos de Brian Wood e Riccardo Burchielli foram publicados pela Vertigo, antiga linha adulta da DC Comics. A trama se passa num futuro próximo, após uma guerra civil abalar os Estados Unidos e Manhattan virar uma zona desmilitarizada (daí o título, cuja sigla significa exatamente zona desmilitarizada, em inglês) e sem lei, isolada do resto do mundo, e acompanha um estagiário que se torna um dos poucos jornalistas vivos da região, além das pessoas com quem cria vínculos, como uma ex-estudante de medicina e uma jornalista rival, em meio a conflitos de gangues pelo controle da região. A premissa tem vários pontos em comum com a história clássica de “Fuga de Nova York” (1981), de John Carpenter. A adaptação está a cargo do roteirista Robert Patino (“Westworld”, “Sons of Anarchy”), que dividirá a produção com DuVernay. Rosario Dawson especializou-se em estrelar produções baseadas em quadrinhos. Não apenas por seu proeminente papel nas séries da Marvel exibidas pela Netflix, em que apareceu como Claire Temple, mas também por filmes como “MiB: Homens de Preto II” e “Sin City”. Além disso, ela tem uma forte relação com a DC Comics, tendo dublado as heroínas Batgirl em “LEGO Batman” e a Mulher-Maravilha em diversas animações, incluindo a recente “Mulher-Maravilha: Linhagem de Sangue”. A série também será o segundo projeto de DuVernay envolvendo quadrinhos da DC Comics. Ela está à frente do filme baseado nos “Novos Deuses”, personagens clássicos de Jack Kirby dos anos 1970, que ainda está em fase de roteiro. Não há previsão para a estreia para “DMZ”. Já a HBO Max será inaugurada em maio nos EUA e, por enquanto, não tem expectativa de chegar no Brasil.

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  • Série

    Família real britânica vai virar série animada na HBO Max

    22 de janeiro de 2020 /

    A HBO Max, vindouro serviço de streaming da WarnerMedia, anunciou a produção de uma série de comédia animada sobre a família real britânica. O projeto está sendo desenvolvido por Gary Janetti, produtor da animação para adultos “Uma Família da Pesada” (Family Guy). A inspiração vem do perfil do Instagram de Janetti, que faz memes com príncipe George, o primogênito de William e terceiro na fila sucessória, rindo de notícias sobre a família real. George, aliás, será o narrador da animação. Diz a sinopse: “Antes que George possa mandar na Grã-Bretanha, ele vai ditar as regras na comédia de Janetti, dando seu ponto de vista sobre como é a infância do futuro rei da Inglaterra. Como sua sucessão não vai chegar tão cedo, a cada episódio George vai descobrir os caminhos da vida de um príncipe em tempos modernos – dos 775 quartos do Palácio de Buckingham ao mar de corgis da família, até a escola com plebeus.” O próprio Janetti vai dublar George. O elenco ainda inclui Orlando Bloom (“The Hobbit”) como a voz do príncipe Harry, Iwan Rheon (o Ramsay Bolton de “Game of Thrones”) como o príncipe William, Frances De La Tour (de “Harry Potter”) no papel da rainha Elizabeth II, Tom Hollander (“Piratas do Caribe”) em dupla jornada, como os príncipes Philip e Charles, sem esquecer das personagens femininas mais importantes, a “moderna tia Meghan”, dublada por Condola Rashad (“Billions”), e a mamãe Kate Middleton, com a voz de Lucy Punch (“Professora Sem Classe”). A trama não estaria completa sem um mordomo culpado, que terá voz de Alan Cumming (“Instinct”). A série, chamada “The Prince” (O príncipe, em tradução literal), ainda não tem previsão de estreia. Já a HBO Max será inaugurada em maio nos EUA e, por enquanto, não há expectativa para seu lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Diretor de Aquaman vai produzir série animada do herói para a HBO Max

    16 de janeiro de 2020 /

    O cineasta James Wan, que dirigiu “Aquaman”, vai produzir uma nova série animada do personagem para a vindoura plataforma de streaming HBO Max. A animação será uma minissérie de três episódios, chamada “Aquaman: King of Atlantis”, que continuará a trama do filme. Segundo a sinopse revelada durante o painel da HBO Max no evento semestral da TCA (Associação de Críticos de TV dos EUA), a série vai começar mostrando “Arthur em seu primeiro dia de trabalho como Rei de Atlantis e ele precisará se atualizar MUITO”. Para isso, o herói terá ajuda de Mera e Vulko, além de enfrentar novas tentativas de golpe de seu irmão, o Mestre do Oceano. Os roteiristas-animadores Victor Courtright (“Picles e Amendoim”) e Marly Halpern-Graser (“Jovens Titãs em Ação! vs. Jovens Titãs”) serão os showrunners. “Aquaman: King of Atlantis” ainda não tem previsão de estreia.

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  • Série

    Diretor do novo 007 vai transformar O Último dos Moicanos em série

    8 de janeiro de 2020 /

    O cineasta Cary Joji Fukunaga, que está a frente do vindouro “007 – Sem Tempo para Morrer”, já definiu seu próximo projeto. Ele vai adaptar “O Último dos Moicanos”, obra clássica de James Fenimore Cooper, passada durante as guerras indígenas do século 18 na América do Norte, numa série para a plataforma HBO Max. “O Último dos Moicanos” tem sido filmado desde o cinema mundo. A versão mais recente de cinema foi lançada em 1992, dirigida por Michael Mann e estrelada por Daniel Day-Lewis. A trama acompanha a história de duas irmãs, Cora e Alice Munro, filhas de um comandante inglês, que viajam por território selvagem para se juntar ao pai. Nessa perigosa jornada, ambas são acompanhadas pelo mestiço Hawkeye e os seus companheiros, Chingachgook e Uncas, os últimos sobreviventes da tribo dos moicanos. A história destaca um romance improvável entre Cora e um de seus companheiros de viagem, mas tem fim trágico, após suas vidas serem ameaçadas por Mangua, um índio huron traidor, que captura as irmãs, querendo se vingar dos homens brancos que o viciaram em whisky e o fizeram cair em desgraça. Por coincidência, Wes Studi, intérprete de Mangua, é um dos homenageados do Oscar 2020 pelas realizações de sua carreira. Ele será o primeiro ator indígena a receber esse reconhecimento. Fukunaga escreveu o roteiro da nova adaptação em parceria com Nicholas Osborne (produtor de “Lembranças”), mas não vai dirigir a série. O piloto será comandado por Nicole Kassell, experiente no universo das séries – assinou episódios de “The Killing”, “Better Call Saul”, “The Americans”, “The Leftovers” e “Watchmen”. Ainda não há previsão para a estreia da atração. Já a HBO Max será lançada em maio nos EUA.

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  • Série

    Penn Badgley diz que gostaria de participar do revival de Gossip Girl

    20 de dezembro de 2019 /

    O ator Penn Badgley se revelou aberto à possibilidade de participar do revival de “Gossip Girl”, atualmente em desenvolvimento para o serviço de streaming HBO Max. Sua participação poderia, inclusive, ajudar na transição planejada pelos produtores para apresentar uma nova geração de estudantes privilegiados de Nova York. Afinal, seu personagem Dan Humphrey acabou se revelando – spoiler! – a verdadeira identidade da Gossip Girl do título. O ator comentou a possibilidade durante uma entrevista ao programa Entertainment Tonight. “Eu ainda não sei [se vou voltar]. Essa é uma mensagem que eu colocaria no topo da minha caixa de entrada, para pensar sobre isso com carinho”, comentou. “Eu ainda não tive conversas sobre isso com os criadores [Josh Schwartz e Stephanie Savage]. Eu acho que está bem claro que eu nunca fui um grande fã de Dan Humphrey”, brincou, referindo-se a críticas bem conhecidas que fez ao comportamento do personagem. “Mas acho que fiz minhas pazes com ele”, continuou, apontando a passagem do tempo como responsável por sua mudança de opinião. “Adoraria contribuir de alguma maneira significativa para esta nova série. Mas isso vai depender de muitas coisas, é claro. Do como, do porquê. Eu ainda não sei de nada”, concluiu. Vale lembrar que a nova versão de “Gossip Girl” contará com o retorno da atriz Kristen Bell (“The Good Place”), que vai repetir seu papel como narradora da série. Na verdade, ela era a voz feminina que as pessoas imaginavam ao ler os posts do blogue, que na verdade eram escritos por Dan Humphrey. Badgley interpretou o personagem entre 2007 e 2012, aparecendo em todos os 121 episódios de “Gossip Girl” – até ser desmascarado no capítulo final como a pessoa que espalhava rumores sobre os colegas via posts na internet (antes da explosão das redes sociais). Atualmente, o ator estrela a série “Você”, da Netflix, que prepara o lançamento de sua 2ª temporada, prevista para 26 de dezembro em streaming.

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  • Etc

    Olivia Newton-John e John Travolta voltam a viver seus personagens de Grease

    14 de dezembro de 2019 /

    Olivia Newton-John compartilhou uma foto em seu Instagram em que aparece com John Travolta, de volta aos seus papéis de Sandy e Danny em “Grease: Nos Tempos da Brilhantina” (1978). “Pela primeira vez nos figurinos desde o filme! Muito animada!”, escreveu na legenda da publicação. Travolta também publicou a foto e ainda acrescentou um vídeo da reação do público cantando, em que comenta que “Grease is still the word” (Grease ainda é a palavra), referência ao título de uma das músicas da produção. Eles se juntaram para um evento realizado na sexta-feira (13/12), em que apresentaram os hits da comédia musical clássica. Chamado de “Meet n’ Grease Movie: Sing Along with Danny e Sandy”, o evento realizado em West Palm Beach também teve a projeção do longa de 1978 e acompanhamento do Coral Sky Amphitheatre nos momentos musicais, com interpretação ao vivo das canções por Olivia e Travolta. A produção do espetáculo ainda encorajou o público a comparecer “a caráter”, ou seja, com visual dos anos 1950, como no filme. Em “Grease”, Olivia interpretava a “boa moça” Sandy, que se apaixonada pelo “bad boy” Danny durante as férias de verão. Mas quando os dois voltam às aulas e descobrem que estudam no mesmo colégio, Danny precisa decidir se o romance foi real ou se cede à pressão dos colegas para perpetuar a imagem de rebelde sem namorada boazinha. A solução do final foi bem subversiva para a época, com Sandy deixando a imagem de santinha para trás, juntando-se à turma das “bad girls”, enquanto todo o elenco celebra os novos termos de igualdade do casal. Ponto alto da carreira de seus intérpretes, “Grease” vive grande fase de nostalgia por ocasião de seu aniversário de 40 anos. Foram várias celebrações, que aconteceram três anos após o lançamento de uma versão ao vivo na TV, com novos atores, e estão inspirando até o desenvolvimento de uma série baseada no filme para o vindouro serviço de streaming HBO Max. Para completar, Olivia Newton-John, que enfrenta câncer pela terceira vez, recentemente recebeu de presente de um fã a icônica jaqueta que ela usou no final do filme, numa das principais cenas da produção, pela qual o admirador anônimo pagou o equivalente a RS$ 1 milhão em um leilão. Ver essa foto no Instagram First time in costume since we made the movie ! So excited!! Uma publicação compartilhada por Olivia Newton-john (@therealonj) em 13 de Dez, 2019 às 5:11 PST Ver essa foto no Instagram #Grease is still the word. Opening night of #MeetNGrease at the @coralskyamp in West Palm Beach! Uma publicação compartilhada por John Travolta (@johntravolta) em 13 de Dez, 2019 às 8:48 PST

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  • Série

    Férias Frustradas vai virar série de astro de The Big Bang Theory

    12 de dezembro de 2019 /

    O ator Johnny Galecki (o Leonard de “The Big Bang Theory”) vai produzir uma série baseada na franquia de filmes “Férias Frustradas” (Vacation) para a plataforma HBO Max. Intitulada “The Griswolds”, nome da família encabeçada pelo ator Chevy Chase no cinema, a série teria uma premissa diferente dos filmes. Em vez de acompanhar as férias, vai mostrar o que acontece quando a família propensa a desastres volta para casa, ao fim das férias, nos subúrbios de Chicago. Por enquanto, o projeto recebeu apenas encomenda de roteiro, que será escrito por Tim Hobert (roteirista de “Scrubs”, “Community” e “The Middle”). Caso o projeto vire série, será realizado por meio da WBTV (Warner Bros. Television), onde Galecki tem um acordo de produção. Não está claro se algum membro da franquia cinematográfica – Chevy Chase, Beverly D’Angelo e Randy Quaid, sem esquecer Ed Helms na continuação mais recente – vai aparecer em “The Griswolds” ou se a produção apresentará um elenco totalmente novo. Galecki, por sinal, fez parte da franquia clássica. Ele viveu Rusty Griswold (o filho de Chevy Chase) em “Férias Frustradas de Natal” (1989) A adaptação também é um exemplo de como os conglomerados de mídia, como a WarnerMedia, estão aproveitando suas bibliotecas de propriedades intelectuais para reforçar suas plataformas de streaming, criando novas produções a partir de antigos sucessos. A aposta nessa tendência se dá pelo reconhecimento da marca.

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  • Série

    Lena Dunham vai produzir série criada por adolescente de 18 anos

    5 de dezembro de 2019 /

    A atriz, roteirista e diretora Lena Dunham, que estourou na televisão com “Girls”, vai produzir uma nova série. Desta vez, porém, trata-se da criação de outra pessoa. Intitulada “Generation”, a atração foi criada pela adolescente Zelda Barnz, de apenas 18 anos, filha do cineasta Daniel Barnz (de “A Fera” e “Cake: Uma Razão para Viver”). Em desenvolvimento para a plataforma HBO Max, “Generation” vai acompanhar um grupo de estudantes do ensino médio, “cuja exploração da sexualidade moderna testa crenças profundamente enraizadas sobre a vida, o amor e a natureza da família em uma comunidade conservadora”, segundo a sinopse divulgada pela plataforma. “Eu queria ver a mim e as crianças da minha idade representadas na TV de uma maneira que parecesse real, sem julgamento ou nostalgia”, disse Zelda Barnz, no comunicado da produção, em que agradece à sua “mentora e alma-gêmea Lena Dunham por todo seu apoio e orientação”, além da HBO Max “por tornar esse sonho louco realidade”. Lena Duham também se manifestou sobre o projeto. “Eu me apaixonei por essa família brilhante, que permitiu que sua filha Zelda, de 18 anos, se expressasse de uma maneira que fosse divertida e sem esforço, e que explora as profundezas da experiência adolescente”, disse a produtora no mesmo comunicado. A equipe de produção também inclui o pai de Zelda, Daniel Barnz, que dirige o piloto da série, e o marido dele, o produtor Ben Barnz (que assina as produções dos filmes de Daniel). O elenco, por sua vez, inclui jovens como Nathanya Alexander (“Nobodies”), Chloe East (“Kevin (Probably) Saves the World”), Michael Johnston (“Teen Wolf”), Lukita Maxwell (“Speachless”), Chase Sui Wonders (“Daniel Isn’t Real”) e Uly Schlesinger (“Divorce”), além dos adultos Sam Trammell (“True Blood”), Martha Plimpton (“The Real O’Neals”) e Justice Smith (“Jurassic World: Reino Ameaçado”). A série já recebeu encomenda de 1ª temporada, mas ainda não tem previsão de estreia.

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  • Música,  Série

    David Grohl canta com Garibaldo em vídeo da estreia do 50º ano de Vila Sésamo

    13 de novembro de 2019 /

    A produção da longeva série “Vila Sésamo” (Sesame Street) divulgou um vídeo com participação do músico David Grohl, da banda Foo Fighters. Ele canta com Garibaldo (Big Bird) e Elmo na estreia do 50º ano da produção, que vai acontecer no sábado (16/11) nos Estados Unidos. “É ótimo estar aqui com os meus amigos”, disse Grohl, puxando o assunto das amizades que se pode fazer durante uma viagem ou passeio, quando se conhece novas pessoas, ao som de uma música chamada “Here We Go Song”. Atualmente exibida na HBO nos Estados Unidos, a série vai virar atração da plataforma HBO Max no ano que vem. A produtora Sesame Workshop fechou um contrato para transferir a exibição do program para a plataforma, com uma renovação da produção cinquentenária por mais cinco temporadas.

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  • Etc,  Série

    HBO Max estaria planejando especial de reencontro de Friends

    12 de novembro de 2019 /

    Como diria Chandler: “Oh. My. God.” Fontes da revista The Hollywood Reporter revelaram que a Warner está planejando um especial de reencontro de “Friends”, para lançar junto da plataforma HBO Max. Este projeto, inclusive, seria o motivo da multiplicação de fotos recentes em que os integrantes do elenco de “Friends” têm aparecido juntos. Segundo a publicação, os seis astros e os criadores da série de comédia, que completou 25 anos em 2019, estão atualmente em negociações com o estúdio, que só vai produzir o projeto se o contrato for assinado por todos. As fontes alertam que o acordo está longe de ser finalizado. De todo modo, o especial pode não ser exatamente o que os fãs esperam. Ainda de acordo com a THR, o projeto seria uma reunião sem roteiro, que contaria com Jennifer Aniston (Rachel), Courteney Cox (Monica), Lisa Kudrow (Phoebe), Matt LeBlanc (Joey), Matthew Perry (Chandler) e David Schwimmer (Ross), bem como criadores da série David Crane e Marta Kauffman. Não há maiores explicações, mas a configuração sugere mais uma conversa sobre os bastidores da atração do que um telefilme sobre os personagens retomando sua amizade 15 anos após o final da série (em 2004). Resistindo à passagem do tempo, a produção segue como destaque no catálogo atual da Netflix, onde figura como uma das séries mais vistas em streaming, e foi apresentada como carro-chefe da HBO Max, para onde vai se mudar no lançamento do serviço em maio de 2020. Nem a produtora WBTV (Warner Bros. Television) nem a HBO Max quiseram comentar a notícia da THR.

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  • Série

    Continuação de Gossip Girl destacará personagens negros e gays

    11 de novembro de 2019 /

    A continuação da série “Gossip Girl”, anunciada para a plataforma de streaming HBO Max, vai trazer uma mudança significativa em relação à produção original. O novo elenco vai destacar atores negros e gays. “Não houve muita representatividade na primeira vez”, ponderou Joshua Safran, roteirista e showrunner das duas versões da série, em entrevista para o site Vulture, do jornal New York Post. “Eu fui o único escritor gay que esteve durante o tempo todo na produção. Mesmo quando frequentei uma escola particular em Nova York nos anos 1990, a escola já não refletia necessariamente o que havia em ‘Gossip Girl'”, que foi ao ar na década seguinte. “Desta vez, os protagonistas não serão brancos”, garantiu Safran. “Também haverá muito conteúdo queer no programa, refletindo o mundo atual, pelo menos a parte de riqueza e privilégios, e como os jovens lidam com isso. ” A nova série terá 10 episódios e apresentará uma nova turma de estudantes lindos e ricos numa escola de elite de Manhattan. De acordo com a anúncio da HBO Max, o programa “abordará o quanto a mídia social – e a paisagem de Nova York – mudaram” desde o fim de “Gossip Girl”, exibida entre 2007 e 2012. A única coisa que permanecerá a mesma é a voz da personagem-título. A atriz Kristen Bell (“The Good Place”) foi confirmada como narradora da série, repetindo sua participação na atração da década passada. A série original foi um fenômeno entre o público adolescente e diversos de seus atores seguiram carreiras de sucesso, como Blake Lively, que virou atriz de cinema, Penn Badgley, atualmente matador na série “Você” (You), Leighton Meester, na série “Single Parents”, Chace Crawford, em “The Boys”, maior sucesso da Amazon, e Jessica Szohr, em “The Orville”. Mas também há o caso de Taylor Momsen, que trocou a carreira de atriz pela de roqueira endiabrada, à frente da banda The Pretty Reckless, e o de Ed Westwick, que recentemente sofreu várias denúncias de estupro. Ainda não há previsão de estréia para a “Gossip Girl 2.0”, que terá os mesmos produtores da primeira versão, os criadores Josh Schwartz, Stephanie Savage e o citado Joshua Safran.

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  • Série

    Kristen Bell voltará a dar voz à Gossip Girl

    8 de novembro de 2019 /

    O volta de “Gossip Girl”, em desenvolvimento para a plataforma de streaming HBO Max, vai manter sua narração clássica. A voz responsável por espalhar as fofocas virtuais da nova geração será a mesma da série original. A atriz Kristen Bell, estrela das séries “Veronica Mars” e “The Good Place”, e que ainda dubla a princesa Anna na animação “Frozen”, voltará como a voz oficial de “Gossip Girl” na nova produção. No comunicado em que anunciaram o retorno da atriz, os produtores Josh Schwartz, Stephanie Savage e Joshua Safran afirmaram que Bell “foi e sempre será a voz de Gossip Girl”. A nova série terá 10 episódios e apresentará uma nova turma de estudantes lindos e ricos das escolas de elite de Manhattan. De acordo com a anúncio da HBO Max, o programa “abordará o quanto a mídia social – e a paisagem de Nova York – mudaram” desde o fim de “Gossip Girl”, exibida entre 2007 e 2012. A série original foi um fenômeno entre o público adolescente e diversos de seus atores seguiram carreiras de sucesso, como Blake Lively, que virou atriz de cinema, Penn Badgley, atualmente matador na série “Você” (You), Leighton Meester, na série “Single Parents”, e Chace Crawford, em “The Boys”, maior sucesso da Amazon. Mas também há o caso de Taylor Momsen, que trocou a carreira de atriz pela de roqueira endiabrada, à frente da banda The Pretty Reckless, e o de Ed Westwick, que recentemente sofreu várias denúncias de estupro. Ainda não há previsão de estréia para a “Gossip Girl 2.0”.

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  • Etc,  Série

    Séries originais da HBO Max terão um episódio inédito por semana

    30 de outubro de 2019 /

    Um dos detalhes que chamou atenção na apresentação da WarnerMedia para a plataforma HBO Max, realizada na noite de terça (29/10), foi o modelo de distribuição das séries. A plataforma da Warner pretende romper com o modelo de streaming estabelecido pela Netflix, disponibilizando apenas um episódio inédito de suas séries originais por semana. A ideia é repetir na plataforma o engajamento gerado pelas séries da HBO na TV paga. As maratonas esgotam rapidamente as discussões sobre as séries, enquanto a disponibilização semanal tem a capacidade de prolongar a duração do interesse do público nas produções. A estratégia “espelhará amplamente o padrão de lançamento da HBO”, disse o chefe de conteúdo do serviço de streaming Kevin Reilly. “Gostamos de criar impacto cultural e nutrir grande valor a partir de nossas propriedades intelectuais. Nossos criadores de conteúdo também veem o valor de implantar programas gradualmente e de deixá-los respirar. Sucessos da HBO como ‘Succession’ e ‘Chernobyl’ tornaram-se parte do zeitgeist com um cronograma semanal de lançamentos, em vez de desaparecer rapidamente após uma maratona de episódios. Sabemos que as pessoas gostam de maratonar e, na HBO Max, também poderão empilhar temporadas anteriores e o conteúdo do catálogo repleto de séries favoritas”. Prometendo 10 mil horas de conteúdo já na sua estreia, o serviço terá conteúdo das emissoras HBO, TNT, TBS, TCM (Turner Classic Movies), TruTV e The CW, dos canais de animação Cartoon Network, Rooster Teeth, Adult Swim e Crunchyroll, e também todo o catálogo da Warner Bros., New Line, Looney Tunes, CNN e DC Entertainment, além de produções da BBC, num acordo recentemente firmado. Isso significa séries como “Game of Thrones”, “Big Little Lies”, “Pretty Little Liars”, “Doctor Who”, “The Alienist”, “Rick and Morty” e “Chernobyl”, além de milhares de filmes, atrações clássicas da TV – entre elas, o fenômeno “Friends”, que sairá da Netflix – e produções originais. O objetivo é estrear em maio de 2020 com 31 atrações inéditas e exclusivas. A plataforma tem diversos projetos exclusivos em desenvolvimento, desde um filme inédito de Stephen Soderbergh (“Onze Homens e um Segredo”) até novas séries produzidas por Melissa Rosenberg (criadora de “Jessica Jones”), John Wells (criador de “Shameless”) e Lena Dunham (criadora de “Girls”), sem esquecer uma continuação de “Gossip Girl”, desenhos animados inéditos e séries de super-heróis da DC Comics, criadas especialmente para a HBO Max. A WarnerMedia ainda revelou que a HBO Max custará mais que os serviços equivalentes dos rivais (US$ 14,99 por mês, contra US$ 12,99 da Netflix, US$ 6,99 da Disney+ (Disney Plus) e US$ 4,99 da Apple TV+), mas será oferecida gratuitamente por um ano para quem já é assinante da HBO. O lançamento da HBO Max deve acontecer rapidamente na América Latina, inclusive com a produção de séries locais, mas, por enquanto, o mercado brasileiro está fora dos planos. Em comunicado sobre sua expansão latina, a empresa explicou que “investimento direto adicional no Brasil não é atualmente atrativo para nós devido à incerteza regulatória existente no país”. Trata-se da dificuldade encontrada no país para a legalização da compra da Warner pela AT&T, já finalizada nos Estados Unidos e em vários países do mundo. No Brasil, porém, a Anatel tem posição contrária ao negócio, em função das restrições à propriedade cruzada existentes no artigo 5 da Lei do SeAC (Lei.12.485/2011). O que acontece é que a Warner Media é controladora dos canais Turner e HBO e a AT&T é controladora da Sky, segunda maior operadora de TV paga brasileira. As regras da Lei do SeAC impedem que empresas de programação atuem como operadoras e vice-versa. Tanto a procuradoria da Anatel quanto as superintendências técnicas são contrárias à operação. Enquanto isso, o Congresso discute, em diferentes projetos de lei, uma mudança na Lei do SeAC que permita à AT&T manter o controle simultâneo da Sky e as operações da Warner Media no Brasil. A proposta mais avançada é o PLS 3.832/2019, do Senador Vanderlan Cardoso (PP/GO), que está na Comissão de Ciência, Tecnologia, Comunicações e Inovações do Senado. O projeto, que é terminativo, chegou a ser trazido para a pauta de votação por três semanas seguidas, mas diante dos interesses conflitantes que apareceram sobretudo em relação às polêmicas sobre o enquadramento dos serviços de Internet à luz da Lei do SeAC, acabou sendo retirado de pauta e ainda não há data para a votação. O relatório do senador Arolde de Oliveira (PSD/RJ) sobre o projeto de lei quer tratar a questão da Internet juntamente com a questão da propriedade cruzada, e isso tem gerado atritos para a tramitação da matéria. Graças ao impasse, a WarnerMedia decidiu não avançar seus negócios no Brasil. Isto inclui o lançamento da plataforma de streaming HBO Max. Veja abaixo, um vídeo de apresentação do novo serviço.

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