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    CEO da AT&T defende plano de streaming da Warner

    8 de dezembro de 2020 /

    John Stankey, CEO da AT&T, empresa mãe da WarnerMedia, defendeu a aposta da divisão cinematográfica da empresa, a Warner Bros, de lançar blockbusters simultaneamente nos cinemas norte-americanos e na HBO Max, plataforma de streaming administrada pelo conglomerado. Durante a Conferência Virtual UBS Global TMT, nesta terça (8/12), ele disse que a HBO Max pode usar a decisão para “acelerar ainda mais” seu crescimento e “penetrar no mercado mais rapidamente”. Para ele, a decisão é uma vitória para todos, pois se ajusta às tendências atuais do mercado e à psique dos consumidores em meio à pandemia do coronavírus. Stankey chamou a falta de atividades nos cinemas devido à pandemia de “infeliz”. E se posicionou contra licenciar filmes para outras plataformas – a Netflix quis comprar “Godzilla vs. Kong”. Seria como dar “armas adicionais aos concorrentes”. Diante do quadro atual, “sabíamos que precisávamos tentar algo diferente”. Ele acrescentou: “Lançar o produto no mercado … é importante.” E concluiu que o mercado será “ditado pelo que os consumidores escolherem fazer”. “Ter escolha” é uma coisa boa neste momento, argumentou, sobre disponibilizar filmes no cinema e em streaming ao mesmo tempo, mas prometeu “ajustar” essa decisão se o setor de cinema se recuperar da pandemia. Ciente das recentes críticas do cineasta Christopher Nolan (“Tenet”), e também de grupos de cinema, Stankey disse: “Eu sei que há muito barulho no mercado, pessoas com pontos de vista diferentes”, mas, segundo ele, isso acontece “sempre que você muda um modelo”. Durante a conferência, ele ainda revelou que a HBO Max atingiu a marca de 12,6 milhões de assinantes ativados, de um total de 28,7 milhões de assinantes, incluindo os inativos – em migração da HBO Go.

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  • Filme

    Crise na Warner: Cineastas revoltam-se com blockbusters na HBO Max

    8 de dezembro de 2020 /

    Depois que Christopher Nolan desabafou publicamente contra a decisão da Warner de lançar todos os seus filmes de 2021 simultaneamente nos cinemas norte-americanos e na HBO Max, plataforma de streaming administrada pela empresa, a imprensa americana apurou que o clima está péssimo entre o estúdio e quem faz parte dos filmes listados. A Warner teria irritado cineastas e estrelas ao privilegiar seu negócio online. O site Deadline apurou que a produtora Legendary, parceira da Warner em “Godzilla vs. Kong” e “Duna”, pode entrar com uma ação judicial contra os executivos do conglomerado sobre o destino de suas obras. A empresa já tinha disparado uma notificação anterior, quando a Netflix ofereceu até de US$ 250 milhões pelos direitos de “Godzilla vs. Kong”. Embora a Legendary tenha financiado 75% do filme, a Warner tinha o poder de bloquear a venda e o fez. A Legendary perguntou se o estúdio faria um acordo para transmitir o filme na HBO Max e não obteve uma resposta clara até que seus executivos descobriram que o filme estava indo à plataforma sem o benefício de uma negociação. O que está em jogo são compensações financeiras aos produtores e talentos envolvidos em nada menos que 17 filmes que a Warner pretende lançar simultaneamente em streaming. Segundo o Hollywood Reporter, a empresa já teve que gastar dezenas de milhões para acomodar Gal Godot e outros envolvidos em “Mulher Maravilha 1984”, filme que vai inaugurar o projeto de lançamento híbrido, porque a empresa quer produzir mais uma continuação. Mas não estaria disposta a fazer o mesmo com todas as produções. Ainda de acordo com o THR, os diretores de “Duna” e “O Esquadrão Suicida”, respectivamente Denis Villeneuve e James Gunn, estariam muito insatisfeitos ao perceber que suas franquias podem ficar sem novos filmes. Villeneuve só teria topado fazer “Duna” porque Warner e Legendary aceitaram dividir o livro de Frank Herbert em duas produções. Seu longa é apenas a primeira parte da obra. Mas o mais irritado seria Jon M. Chu, que anteriormente tinha recusado ofertas da Netflix por defender que filmes devem ser vistos no cinema. Ele e o compositor Lin-Manuel Miranda dispensaram ofertas de streaming para colocar o musical “Em um Bairro de Nova York” nos cinemas. Ele teria dito a um associado que ficou “chocado” após ser informado da decisão da Warner. Por enquanto, porém, o único que deu vazão pública a essa insatisfação foi mesmo Christopher Nolan. Ele não está envolvido nesse negócio, já que seu novo longa, “Tenet”, teve um lançamento comercial nos cinemas durante a pandemia, com resultados considerados preocupantes para o mercado. Mesmo assim, ele incorporou a insatisfação dos colegas, ao apontar que “não é assim que você trata os cineastas, estrelas e pessoas que trabalharam muito nesses projetos. Eles mereciam ser consultados sobre o que vai acontecer com seu trabalho.” “Alguns dos maiores cineastas e estrelas de cinema de nossa indústria foram para a cama na noite anterior pensando que estavam trabalhando para o maior estúdio de cinema e acordaram para descobrir que trabalhavam para o pior serviço de streaming”, também disse o cineasta, cuja relação com a Warner vem desde “Insônia”, de 2002.

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  • Filme

    Christopher Nolan chama HBO Max de “pior serviço de streaming”

    8 de dezembro de 2020 /

    O diretor Christopher Nolan resolveu chutar o pau da barraca. Depois de uma entrevista em que criticou a Warner por sua decisão de lançar todos os seus filmes de 2021 simultaneamente nos cinemas norte-americanos e na HBO Max, plataforma de streaming administrada pela empresa, o cineasta aumentou o tom em uma nota enviada ao site The Hollywood Reporter. “Alguns dos maiores cineastas e estrelas de cinema de nossa indústria foram para a cama na noite anterior pensando que estavam trabalhando para o maior estúdio de cinema e acordaram para descobrir que trabalhavam para o pior serviço de streaming”, disse Nolan, cuja relação com a Warner vem desde “Insônia”, de 2002. “A Warner Bros. tinha uma máquina incrível para distribuir o trabalho de um cineasta em todos os lugares, tanto nos cinemas quanto em casa, e eles estão desmontando isso enquanto conversamos. Eles nem mesmo entendem o que estão perdendo. Sua decisão não faz sentido econômico, e mesmo o investidor mais casual de Wall Street pode perceber a diferença entre ruptura e disfunção.” A decisão de lançar o calendário de filmes de 2021 simultaneamente nos cinemas e na HBO Max foi anunciada na semana passada, e a iniciativa abrange títulos como “Matrix 4”, “Esquadrão Suicida”, “Godzilla vs. Kong”, “Duna” e “Invocação do Mal 3”. Curiosamente, o desempenho do último trabalho de Nolan, “Tenet”, é que levou a Warner a considerar essa alternativa. Maior blockbuster lançado durante a pandemia, o filme fez apenas US$ 56 milhões na América do Norte, mas numa ocasião em que mais da metade das salas de cinemas estava aberta. Agora, apenas 35% do mercado cinematográfico continua em funcionamento nos EUA e no Canadá, resultando em bilheterias muito mais baixas. Além da maioria das salas estarem fechadas, devido ao coronavírus, os cinemas que permanecem abertos estão operando com capacidade reduzida, horários limitados e mantendo requisitos de distanciamento social, que afetam seus faturamentos. O problema, segundo Nolan, é que a decisão de realizar lançamentos híbridos não foi estudada ou discutida com todos os interessados. Quando falou ao site ET Online, o diretor apontou: “Há muita controvérsia em torno disso, porque eles não contaram a ninguém. Em sua programação de 2021, eles têm alguns dos maiores cineastas do mundo, eles têm algumas das maiores estrelas do mundo, que trabalharam por anos em alguns casos nesses projetos, que os consideram muito próximos de seus corações e que foram concebidos para ser grandes experiências de tela. Eles devem estar nos cinemas para o maior público possível … E agora eles estão sendo usados ​​como liquidação para o serviço de streaming – para o serviço de streaming incipiente – sem qualquer consulta”. Ele deve ter entrado em contato com alguns colegas revoltados pela iniciativa do estúdio. E seriam muitos, segundo a imprensa americana.

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  • Filme

    Christopher Nolan critica Warner por lançar blockbusters em streaming

    8 de dezembro de 2020 /

    O diretor Christopher Nolan, que lança seus filmes pela Warner, criticou a decisão do estúdio de lançar todos os seus filmes de 2021 simultaneamente nos cinemas norte-americanos e na HBO Max, plataforma de streaming administrada pela empresa. Em entrevista ao site ET Online, o diretor não mediu palavras. “Oh, quero dizer, estou descrente. Especialmente pela maneira como o fizeram. Há muita controvérsia em torno disso, porque eles não contaram a ninguém. Em sua programação de 2021, eles têm alguns dos maiores cineastas do mundo, eles têm algumas das maiores estrelas do mundo, que trabalharam por anos em alguns casos nesses projetos, que os consideram muito próximos de seus corações e que foram concebidos para ser grandes experiências de tela. Eles devem estar nos cinemas para o maior público possível … E agora eles estão sendo usados ​​como liquidação para o serviço de streaming – para o serviço de streaming incipiente – sem qualquer consulta. Portanto, há muita controvérsia. É muito, muito, muito bagunçado. Uma verdadeira propaganda enganosa. Não é assim que você trata os cineastas, estrelas e pessoas que trabalharam muito nesses projetos. Eles mereciam ser consultados sobre o que vai acontecer com seu trabalho.” A decisão de lançar o calendário de filmes de 2021 simultaneamente nos cinemas e na HBO Max foi anunciada na semana passada, e a iniciativa abrange títulos como “Matrix 4”, “Esquadrão Suicida”, “Godzilla vs. Kong”, “Duna” e “Invocação do Mal 3”. O site Deadline apurou que o estúdio Legendary, parceiro da Warner em “Godzilla vs. Kong” e “Duna” realmente não foi consultado e deve enviar um comunicado oficial ao estúdio sobre o destino de suas produções. Curiosamente, o desempenho do último filme de Nolan, “Tenet”, é que levou a Warner a considerar essa alternativa. Maior blockbuster lançado durante a pandemia, o filme fez apenas US$ 56 milhões na América do Norte, mas numa ocasião em que mais da metade das salas de cinemas estava aberta. Agora, apenas 35% do mercado cinematográfico continua em funcionamento nos EUA e no Canadá, resultando em bilheterias muito mais baixas. Além da maioria das salas estarem fechadas, devido ao coronavírus, os cinemas que permanecem abertos estão operando com capacidade reduzida, horários limitados e mantendo requisitos de distanciamento social, que afetam seus faturamentos.

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  • Filme

    Legendary não teria aprovado streaming de Duna e Godzilla vs Kong na HBO Max

    7 de dezembro de 2020 /

    A Legendary Entertainment supostamente não aprovou a decisão da Warner Bros. de realizar lançamentos simultâneos de seus filmes no cinema e na plataforma HBO Max. O estúdio é responsável por “Duna” e “Godzilla vs. Kong”, que faz parte do calendário que a Warner pretende disponibilizar em streaming. De acordo com o site Deadline, a Legendary “enviou ou enviará documentos legais para a Warner Bros.” em protesto contra a iniciativa, anunciada na semana passada. Na prática, a Warner pretende estender a estratégia de lançamento de “Mulher Maravilha 1984” para todos os seus filmes de 2021, com estreias ao mesmo tempo nas telas de cinema e na casa dos assinantes da HBO Max. Fontes teriam informado ao Deadline que os executivos da Legendary descobriram os planos da Warner apenas 30 minutos antes do anúncio oficial. E após a multinacional supostamente bloquear uma oferta da Netflix, que pretendia comprar “Godzilla vs. Kong” da Legendary por cerca de US $ 250 milhões. O Deadline acrescenta que a Legendary e seus parceiros “financiaram 75% dos cerca de US$ 165 milhões do orçamento de ‘Dune’” e “aplicaram uma quantia semelhante de financiamento em ‘Godzilla vs. Kong’”. A principal questão que preocupa os executivos da Legendary é se a transferência desses filmes para streaming prejudicará “a viabilidade a longo prazo das franquias”. “Godzilla vs. Kong” é o quarto título do MonsterVerse da Legendary – após “Godzilla”, “Kong: Ilha da Caveira” e “Godzilla: Rei dos Monstros”. Enquanto isso, “Duna” pretende dar início a uma franquia de filmes e séries baseados no universo criado pelos livros de ficção científica de Frank Herbert. Denis Villeneuve só concordou em dirigir a adaptação de “Duna” porque o estúdio permitiu que ele dividisse o romance em dois filmes, mas, até o momento, nenhum detalhe sobre o segundo longa foi noticiado. O duelo dos monstros gigantes está atualmente programado para chegar nos cinemas e na HBO Max em 21 de maio de 2021, enquanto “Dune” tem previsão de estreia híbrida em 1 de outubro de 2021, após adiamentos devido à pandemia. Como o Brasil ainda não tem HBO Max, “Godzilla vs. Kong” deve ser lançado apenas nos cinemas no país. Já “Duna”, que só será distribuído no fim do ano que vem, pode ter outro encaminhamento, pois há planos para um lançamento da plataforma no Brasil em algum ponto de 2021.

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  • Série

    Ava DuVernay desenvolve série de super-heroína da DC Comics

    4 de dezembro de 2020 /

    A cineasta Ava DuVernay (“Selma”, “Olhos que Condenam”) está desenvolvendo sua segunda série baseada em quadrinhos da DC Comics. Depois de encaminhar na HBO Max a minissérie “DMZ”, que recentemente teve suas primeiras fotos reveladas, ela se juntou à roteirista-produtora Jill Blankenship (da série “Arrow”) para desenvolver “Naomi”, adaptação dos quadrinhos lançados no ano passado pela DC, com roteiros de Brian Michael Bendis e David F. Walker e ilustrações do artista Jamal Campbell. Naomi é uma jovem em sua jornada para se tornar uma heroína. A adaptação que está sendo escrita por DuVernay e Blankenship pretende mostrar como uma adolescente comum vai de sua pequena cidadezinha até as alturas do multiverso. Quando um evento sobrenatural sacode sua cidade natal, Naomi descobre seus poderes e sua origem, que desafia tudo o que as pessoas acreditam sobre os super-heróis. Por enquanto com apenas um roteiro encomendado, a produção está sendo desenvolvida em parceria com a Warner Bros. TV para a rede The CW, lar do Arrowverso. E se o canal encomendar a série, “Naomi” será a primeira adaptação da DC do CW sem a chancela do produtor Greg Berlanti desde a estreia de “Arrow”. Até “Stargirl”, recém-transferida do DC Universe, é uma produção de Berlanti. Além deste projeto e da minissérie “DMZ”, DuVernay também vai dirigir o filme dos Novos Deuses, quadrinhos da DC criados por Jack Kirby, para a Warner Bros.

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  • Série

    HBO Max estuda lançar séries internacionais da DC Comics

    3 de dezembro de 2020 /

    A WarnerMedia estuda usar séries regionais baseadas em quadrinhos da DC Comics para ajudar a lançar a plataforma HBO Max no mercado internacional. Casey Bloys, diretor de conteúdo da HBO e da HBO Max, revelou que está explorando a possibilidade de encomendar séries relacionadas à DC fora dos Estados Unidos, tendo com base a vasta biblioteca de títulos da editora. “Vamos trabalhar para ver o conteúdo da DC em outros países fora dos Estados Unidos”, disse ele na conferência virtual Web Summit. Bloys, que assumiu a programação do serviço de streaming em agosto, acrescentou: “Um dos grandes temas por trás da união de forças da HBO Max foi quebrar os nichos entre HBO, Warner Bros, TBS e TNT. Eu diria que outro nicho é o internacional. ” A HBO vem produzindo séries originais na Europa, América Latina e Ásia há vários anos, incluindo sucessos brasileiros como “O Negócio”, “Mandrake” e “Magnífica 70”. “Uma das coisas que vamos fazer com a Max é que todas as nossas produções internacionais irão eventualmente viver na plataforma e vamos fazer um trabalho muito melhor de coordenação entre todo o pessoal da programação na Europa, América Latina e Ásia. Portanto, se houver algo que estamos desenvolvendo que tenha um apelo internacional real, poderemos destacar isso”, acrescentou o executivo. O mesmo bate-papo reforçou os planos da empresa para implantar o serviço HBO Max na Europa e na América Latina em 2021. “Vamos e precisamos ser um serviço global. É imperativo alcançar esta escala”, disse o chefe do departamento Global da HBO Max, Andy Forssell. “O plano é estar em 190 países. Então, é apenas um questão de definir a velocidade em que poderemos fazer isso.” Sobre a possibilidade da HBO Max lançar uma série de herói brasileiro da DC, ela é mais concreta que muitos imaginam. Em desenvolvimento para a rede americana The CW, a série “Wonder Girl”, focada em Yara Flor, a Mulher-Maravilha brasileira, pode ser disponibilizada no país com exclusividade na plataforma de streaming – e até ser coproduzida por algum estúdio nacional.

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  • Filme

    Warner lançará todos seus filmes de 2021 simultaneamente em streaming

    3 de dezembro de 2020 /

    A WarnerMedia, empresa-mãe dos estúdios Warner Bros, tomou uma decisão radical para o futuro do cinema, ao anunciar que todo o seu calendário de filmes de 2021 será lançado de forma simultânea no circuito exibidor dos EUA e na HBO Max, plataforma de streaming do conglomerado. Assinado por Ann Sarnoff, Presidente e CEO da WarnerMedia Studios (da qual a Warner Bros. faz parte), Toby Emmerich, presidente da Warner Bros. Pictures Group, e Jason Kilar, CEO da WarnerMedia, o comunicado oficial da empresa diz que “o modelo híbrido foi criado como uma resposta estratégica ao impacto da pandemia global em andamento”. Pelo anúncio, a iniciativa tomada em relação à “Mulher-Maravilha 1984” deixa de ser exceção para se tornar a regra das produções da Warner Bros para 2021. A lista de estreias afetadas pela mudança deve incluir “Tom & Jerry”, “Godzilla vs. Kong”, “Mortal Kombat”, “Invocação do Mal 3”, “Space Jam 2”, “O Esquadrão Suicida”, “Duna” e “Matrix 4”, salvo adiamentos. De acordo com o comunicado da Warner, os filmes de 2021 ficarão disponíveis por apenas um mês na HBO Max, saindo do serviço para permanecer em cartaz por mais tempo nos cinemas. A ideia visa prolongar a “vida útil” das produções nas salas — especialmente porque os cinemas continuarão operando em capacidade reduzida ao longo do próximo ano, devido ao coronavírus. Mas, após um determinado período, os filmes voltarão a ser disponibilizados no catálogo do streaming. Como a HBO Max ainda não está disponível no Brasil (embora deva chegar em 2021), o público nacional só terá a alternativa de ver esses lançamentos nos cinemas. “Estamos vivendo em uma época sem precedentes que exige soluções criativas, incluindo esta nova iniciativa para a Warner Bros. Pictures Group”, disse Sarnoff no comunicado. “Ninguém deseja mais que nós que os filmes voltem às telas grandes. Sabemos que conteúdo inédito é a força vital da exibição cinematográfica, mas temos que equilibrar isso com a realidade de que a maioria dos cinemas nos Estados Unidos provavelmente operará com capacidade reduzida ao longo de 2021. Com esse plano exclusivo de um ano, podemos apoiar nossos parceiros de exibição com um fluxo constante de filmes de nível mundial, ao mesmo tempo que damos aos espectadores, que podem não ter acesso aos cinemas ou não estão prontos para voltar ao cinema, a chance de ver nossos incríveis filmes de 2021. Vemos isso como uma vitória para amantes de cinema e exibidores, e somos extremamente gratos aos nossos parceiros de cinema por trabalharem conosco nesta resposta inovadora a essas circunstâncias.” “Mais importante, estamos planejando trazer aos consumidores 17 filmes notáveis ​​ao longo do ano, dando a eles a escolha e o poder de decidir como querem curtir esses filmes”, acrescentou Killar. “Nosso conteúdo é extremamente valioso, a menos que esteja em uma prateleira e não seja visto por ninguém. Acreditamos que essa abordagem atende aos nossos fãs, apoia exibidores e cineastas e aprimora a experiência da HBO Max, criando valor para todos ”. O ponto-chave do comunicado é que a iniciativa foi tomada como forma de atrair público para a HBO Max, que enfrenta baixa adesão. Enquanto a Disney+ (Disney Plus) já se consolidou como setor mais-bem sucedido da Disney durante a pandemia, a plataforma da WarnerMedia engatinha para chegar a seus primeiros 10 milhões de assinantes pagos. A diferença entre os dois serviços é o conteúdo. A Warner não conseguiu produzir material inédito suficiente para fazer o público se interessar por seu serviço. Os títulos inéditos de cinema são uma reviravolta e tanto nessa condição. Por outro lado, a decisão deve aumentar a crise do setor cinematográfico, que já se encontra deficitário, e pode levar a uma quebradeira generalizada. Entretanto, qual a saída dos estúdios, diante de um circuito exibidor que assumiu características de sanfona, abrindo e fechando e abrindo e fechando em todo o mundo? Os números de “Tenet”, que a Warner lançou em plena pandemia para sentir o pulso do mercado, demonstraram a limitação atual das bilheterias. “Mulher Maravilha 1984” daria prejuízo se igualasse a arrecadação mundial do thriller sci-fi de Christopher Nolan. A diferença financeira, porém, poderia ser atingida com novas assinaturas da HBO Max. A Warner chegou a recusar uma oferta de US$ 200 milhões da Netflix por “Godzilla vs. Kong”, sinalizando como o estúdio encara o valor desses produtos, especialmente para se estabelecer como rival da própria Netflix. Por conta do vazamento da oferta de “Godzilla vs. Kong”, correram boatos de que a empresa poderia fazer um grande anúncio em dezembro, mas ninguém apostava num projeto tão extremo. Agora, a bomba da Warner deverá ter seus estilhaços lançados sobre os estúdios rivais. A Universal foi a primeira empresa a buscar um modelo híbrido, optando por negociar uma janela mais curta nos cinemas para lançar seus títulos em PVOD (aluguel digital premium) após 17 dias. A Warner buscou um modelo mais radical, sem janela preferencial. Já imaginaram se a Disney seguir a tendência e passar a lançar seus filmes da Marvel no Disney+ (Disney Plus)?

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  • Série

    DMZ: Ava DuVernay revela primeiras fotos da adaptação da DC Comics

    28 de novembro de 2020 /

    A cineasta Ava DuVernay divulgou as primeiras fotos de “DMZ”, minissérie baseada em quadrinhos da Vertigo, antiga linha adulta da DC Comics, que está sendo desenvolvida para a plataforma HBO Max. Responsável pela premiada “Olhos que Condenam” na Netflix, DuVernay vai novamente produzir e dirigir os episódios. Ainda sem previsão de estreia, a atração terá apenas quatro episódios, estrelados por Rosario Dawson (“Luke Cage”), Benjamin Bratt (“Star”), Freddy Miyares (“The L Word: Generation Q”) e Hoon Lee (“Banshee”), que são os destaques das fotos reveladas. “DMZ” se passa num futuro próximo, após uma guerra civil abalar os Estados Unidos, e Manhattan virar uma zona desmilitarizada (daí o título, cuja sigla significa “zona desmilitarizada” em inglês) e sem lei, isolada do resto do mundo. É nesse cenário que Matty Roth, um jornalista e fotógrafo, se infiltra na área, onde conhece Zee, uma ex-estudante de medicina que ficou para trás após o exército abandonar a ilha. A premissa envolve combates com gangues e milícias, e tem vários pontos em comum com o cenário distópico de “Fuga de Nova York” (1981), de John Carpenter. A adaptação está a cargo do roteirista Robert Patino (“Westworld”, “Sons of Anarchy”), que dividirá a produção com DuVernay. Este é o segundo projeto da diretora envolvendo quadrinhos da DC Comics. Ela também desenvolve um filme baseado nos “Novos Deuses”, personagens clássicos de Jack Kirby dos anos 1970, que ainda está em fase de roteiro. Sure am! Here’s what our vision of #DMZ looks like. More to come. Let’s go! https://t.co/QWXRQyFmz5 pic.twitter.com/Q2RRrXfPr0 — Ava DuVernay (@ava) November 19, 2020

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  • Série

    Uma Turma Genial: Atriz de One Day at a Time vai estrelar outro remake de série clássica

    27 de novembro de 2020 /

    Com o cancelamento da série “One Day at a Time” pelo canal pago Pop, um ano após ser resgatada de outro cancelamento – na Netflix – , a atriz Isabella Gomez decidiu não esperar por uma improvável segunda salvação da série e já definiu um novo trabalho. A intérprete de Elena Alvarez saiu de um remake para entrar em outro. Ela vai protagonizar o projeto de uma nova versão de “Uma Turma Genial” (Head of the Class), produzido para o serviço de streaming HBO Max. Sua escalação sugere uma grande mudança no remake, já que o principal intérprete da atração original era o ator Howard Hesseman. Desta forma, esta também será a segunda vez que Gabriella viverá uma versão bem diferente de um papel televisivo clássico. No remake de “One Day at a Time”, a família branca da série dos anos 1970 foi reimaginada como uma família latina. E agora o professor veterano de “Uma Turma Genial” virou uma jovem professora. Isabella Gomez interpretará Alicia Adams, uma professora inteligente, engraçada e direta, que terá que lidar com uma classe de alunos inteligentes do Ensino Médio e ensiná-los a equilibrar suas notas altas com situações da vida real. Os demais integrantes o elenco ainda não foram anunciados. E, por enquanto, o projeto só recebeu encomenda de piloto, que, após ser gravado, precisará ser aprovado para virar série. A dupla Amy Pocha e Seth Cohen (roteiristas de “Whiskey Cavalier”) é responsável por escrever a trama. A Warner, empresa-mãe da plataforma, produziu a série original, exibida na rede ABC entre 1986 e 1991. No Brasil, a série de 114 episódios foi exibida pela TV Globo, no início dos anos 1990.

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  • Filme

    Margot Robbie entra na campanha pelo Ayer Cut de Esquadrão Suicida

    21 de novembro de 2020 /

    A atriz Margot Robbie quer ver o “Ayer Cut”. Em entrevista recente, ela disse que tem curiosidade em conhecer a versão do diretor de “Esquadrão Suicida”, filme em que interpretou a Arlequina pela primeira vez. Assim como aconteceu com “Liga da Justiça”, o “Esquadrão Suicida” de 2016 também sofreu várias interferências da Warner, que levou às telas uma edição bem diferente da planejada pelo diretor David Ayer. Após a HBO Max encomendar uma nova versão de “Liga da Justiça”, Ayer entrou em campanha por seu “Cut” do filme dos supervilões. Falando ao podcast Happy Sad Confused, Margot Robbie confirmou que filmou “muitas coisas que não foram para o filme”. Perguntada se achava boa a ideia de um relançamento com a edição do diretor, ela respondeu: “Eu ficaria curiosa”. Ayer desabafou no início do mês que, quando começou a trabalhar na pós-produção de “Esquadrão Suicida”, a Warner tirou o filme de suas mãos. Várias empresas de edição foram contratadas para dar uma aparência mais cômica e adolescente para sua filmagem. Segundo o diretor, a resposta negativa a “Batman v Superman” e o sucesso de “Deadpool” deixaram a Warner entrar em pânico e “os principais elementos do meu corte foram arrancados antes que eu pudesse amadurecer a edição”. Ele chegou a dizer que os primeiros 40 minutos de seu “Esquadrão Suicida” foram “rasgados em pedaços”. O cineasta ainda revelou que o produtor Geoff Johns (criador da série “Stargirl”) escreveu várias páginas de roteiro que ele foi forçado a refilmar. O nome de Johns também está na lista negra do ator Ray Fisher (o Ciborgue) por interferências nos bastidores de “Liga da Justiça” durante as refilmagens comandadas por Joss Whedon. Ayer chegou a responder a um fã em português sobre a má fama que adquiriu por causa do filme, que jura não ser seu. “Por isso é importante que os artistas controlem seu trabalho”. Lançado em 2016, “Esquadrão Suicida” fez US$ 746 milhões em bilheteria mundial, mas foi destruído pela crítica, com apenas 27% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Assim como Zack Snyder está fazendo com “Liga da Justiça”, ele também gostaria ter uma chance de mostrar sua visão original do filme dos vilões. Ele garante que ela está filmada, precisando apenas da pós-produção, que não pôde fazer na época. Ele explicou: “Minha versão não é uma apoteose da arte cinematográfica, mas é simplesmente melhor que a versão que o público viu – e sim, faria sentido atualizá-la”.

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  • Filme

    Mulher-Maravilha 1984 tem estreia antecipada no Brasil

    19 de novembro de 2020 /

    A Warner Bros. Pictures Brasil anunciou que “Mulher-Maravilha 1984” vai chegar mais cedo aos cinemas brasileiros. Previsto para a véspera do Natal, o longa agora vai estrear uma semana antes, em 17 de dezembro, e com sessões de pré-estreia no dia 17. A mudança foi divulgada um dia depois da Warner definir o lançamento simultâneo do filme nos cinemas e na plataforma de streaming HBO Max nos EUA, no dia 25 de dezembro. Como a HBO Max ainda não chegou ao Brasil, a estreia por aqui será exclusiva do circuito exibidor. Assim como a estreia simultânea nos EUA, a antecipação no Brasil faz parte de uma estratégia de prevenção contra uma segunda onda de coronavírus. Até as maiores redes exibidoras da América do Norte desistiram de protestar contra as decisões políticas que mantém os cinemas de Los Angeles e Nova York fechados desde março passado, diante da disparada da pandemia e a percepção de que os fechamentos podem ser retomados a qualquer momento nos locais reabertos, como já acontece na Europa. Os cinemas mal reabriram no Brasil e também correm risco de voltar a fechar, se o quadro de avanço notável da contaminação por covid-19 não for revertido. Os casos de coronavírus voltaram a apresentar alta em 13 estados, segundo dados do consórcio de veículos de imprensa, o que não é um bom indicativo para o futuro.

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  • Série

    Um Maluco no Pedaço: Will Smith faz as pazes com a primeira Tia Vivian no reencontro do elenco

    19 de novembro de 2020 /

    O astro Will Smith e a atriz Janet Hubert, primeira intérprete da Tia Vivian em “Um Maluco no Pedaço” (The Fresh Prince of Bel-Air), encerraram quase três décadas de brigas durante a reunião do elenco da série, num momento de desabafo, emoção e muitas verdades. Acompanhada por lágrimas e tensão, a conversa entre Smith e Hubert foi o ponto alto do especial exibido na plataforma americana HBO Max na noite de quarta (18/11), com direito a pedido de desculpas do protagonista da série. “Nunca falamos publicamente sobre Janet e o que aconteceu”, disse Smith aos outros membros do elenco. “E, para mim, parecia que não poderia comemorar 30 anos de ‘Um Maluco no Pedaço’ sem encontrar uma maneira de celebrar Janet. Então ela concordou em ter uma conversa comigo. E Janet e eu nos vimos pela primeira vez em 27 anos”, contou o ator. Hubert foi substituída por Daphne Maxwell Reid após três temporadas de “Um Maluco no Pedaço”. Desde sua saída da série em 1993, ela tem acusado Will Smith e os colegas pela demissão. A troca de ofensas continuou ao longo dos anos e sua presença no especial chegou a surpreender os demais – que, pela reação, não foram informados da participação. Hubert aproveitou a oportunidade para explicar seu comportamento na época, que a levou a entrar em choque com o ator a ponto de precisar ser substituída. “Durante a 3ª temporada, quando engravidei, muitas coisas aconteceram na minha vida e na vida de Will também. A vida em casa não era nada boa. Eu não estava mais rindo, brincando, porque havia coisas acontecendo que ninguém sabia”, disse a atriz. Smith reconheceu que foi insensível. “Durante aquele período da gravidez dela, eu não fui sensível. Agora que tive três filhos, aprendi algumas coisas que não sabia na época. Eu faria as coisas muito diferente. Eu vejo como tornei o set muito difícil para Janet”, disse o ator, desculpando-se. A atriz ainda contou que a experiência a levou a se sentir “rejeitada” em Hollywood. “Você tirou tudo isso de mim com suas palavras. Palavras podem matar. Eu perdi tudo. Reputação. Tudo, tudo. Eu entendo que você foi capaz de seguir em frente. Você conhece essas palavras – chamar uma mulher negra de ‘difícil’ em Hollywood é o beijo da morte”, considerou. O ator agradeceu Hubert por compartilhar sua história e disse que estava feliz em celebrar sua contribuição para a série. Ele ainda publicou um momento do especial com as duas atrizes que interpretaram a Tia Vivian em seu Instagram, chamando-as de “rainhas”. Veja abaixo. O especial não tem previsão de exibição no Brasil, uma vez que o país ainda não tem acesso à HBO Max. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Will Smith (@willsmith)

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