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  • Filme

    Margot Robbie entra na campanha pelo Ayer Cut de Esquadrão Suicida

    21 de novembro de 2020 /

    A atriz Margot Robbie quer ver o “Ayer Cut”. Em entrevista recente, ela disse que tem curiosidade em conhecer a versão do diretor de “Esquadrão Suicida”, filme em que interpretou a Arlequina pela primeira vez. Assim como aconteceu com “Liga da Justiça”, o “Esquadrão Suicida” de 2016 também sofreu várias interferências da Warner, que levou às telas uma edição bem diferente da planejada pelo diretor David Ayer. Após a HBO Max encomendar uma nova versão de “Liga da Justiça”, Ayer entrou em campanha por seu “Cut” do filme dos supervilões. Falando ao podcast Happy Sad Confused, Margot Robbie confirmou que filmou “muitas coisas que não foram para o filme”. Perguntada se achava boa a ideia de um relançamento com a edição do diretor, ela respondeu: “Eu ficaria curiosa”. Ayer desabafou no início do mês que, quando começou a trabalhar na pós-produção de “Esquadrão Suicida”, a Warner tirou o filme de suas mãos. Várias empresas de edição foram contratadas para dar uma aparência mais cômica e adolescente para sua filmagem. Segundo o diretor, a resposta negativa a “Batman v Superman” e o sucesso de “Deadpool” deixaram a Warner entrar em pânico e “os principais elementos do meu corte foram arrancados antes que eu pudesse amadurecer a edição”. Ele chegou a dizer que os primeiros 40 minutos de seu “Esquadrão Suicida” foram “rasgados em pedaços”. O cineasta ainda revelou que o produtor Geoff Johns (criador da série “Stargirl”) escreveu várias páginas de roteiro que ele foi forçado a refilmar. O nome de Johns também está na lista negra do ator Ray Fisher (o Ciborgue) por interferências nos bastidores de “Liga da Justiça” durante as refilmagens comandadas por Joss Whedon. Ayer chegou a responder a um fã em português sobre a má fama que adquiriu por causa do filme, que jura não ser seu. “Por isso é importante que os artistas controlem seu trabalho”. Lançado em 2016, “Esquadrão Suicida” fez US$ 746 milhões em bilheteria mundial, mas foi destruído pela crítica, com apenas 27% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Assim como Zack Snyder está fazendo com “Liga da Justiça”, ele também gostaria ter uma chance de mostrar sua visão original do filme dos vilões. Ele garante que ela está filmada, precisando apenas da pós-produção, que não pôde fazer na época. Ele explicou: “Minha versão não é uma apoteose da arte cinematográfica, mas é simplesmente melhor que a versão que o público viu – e sim, faria sentido atualizá-la”.

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  • Filme

    Mulher-Maravilha 1984 tem estreia antecipada no Brasil

    19 de novembro de 2020 /

    A Warner Bros. Pictures Brasil anunciou que “Mulher-Maravilha 1984” vai chegar mais cedo aos cinemas brasileiros. Previsto para a véspera do Natal, o longa agora vai estrear uma semana antes, em 17 de dezembro, e com sessões de pré-estreia no dia 17. A mudança foi divulgada um dia depois da Warner definir o lançamento simultâneo do filme nos cinemas e na plataforma de streaming HBO Max nos EUA, no dia 25 de dezembro. Como a HBO Max ainda não chegou ao Brasil, a estreia por aqui será exclusiva do circuito exibidor. Assim como a estreia simultânea nos EUA, a antecipação no Brasil faz parte de uma estratégia de prevenção contra uma segunda onda de coronavírus. Até as maiores redes exibidoras da América do Norte desistiram de protestar contra as decisões políticas que mantém os cinemas de Los Angeles e Nova York fechados desde março passado, diante da disparada da pandemia e a percepção de que os fechamentos podem ser retomados a qualquer momento nos locais reabertos, como já acontece na Europa. Os cinemas mal reabriram no Brasil e também correm risco de voltar a fechar, se o quadro de avanço notável da contaminação por covid-19 não for revertido. Os casos de coronavírus voltaram a apresentar alta em 13 estados, segundo dados do consórcio de veículos de imprensa, o que não é um bom indicativo para o futuro.

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  • Série

    Um Maluco no Pedaço: Will Smith faz as pazes com a primeira Tia Vivian no reencontro do elenco

    19 de novembro de 2020 /

    O astro Will Smith e a atriz Janet Hubert, primeira intérprete da Tia Vivian em “Um Maluco no Pedaço” (The Fresh Prince of Bel-Air), encerraram quase três décadas de brigas durante a reunião do elenco da série, num momento de desabafo, emoção e muitas verdades. Acompanhada por lágrimas e tensão, a conversa entre Smith e Hubert foi o ponto alto do especial exibido na plataforma americana HBO Max na noite de quarta (18/11), com direito a pedido de desculpas do protagonista da série. “Nunca falamos publicamente sobre Janet e o que aconteceu”, disse Smith aos outros membros do elenco. “E, para mim, parecia que não poderia comemorar 30 anos de ‘Um Maluco no Pedaço’ sem encontrar uma maneira de celebrar Janet. Então ela concordou em ter uma conversa comigo. E Janet e eu nos vimos pela primeira vez em 27 anos”, contou o ator. Hubert foi substituída por Daphne Maxwell Reid após três temporadas de “Um Maluco no Pedaço”. Desde sua saída da série em 1993, ela tem acusado Will Smith e os colegas pela demissão. A troca de ofensas continuou ao longo dos anos e sua presença no especial chegou a surpreender os demais – que, pela reação, não foram informados da participação. Hubert aproveitou a oportunidade para explicar seu comportamento na época, que a levou a entrar em choque com o ator a ponto de precisar ser substituída. “Durante a 3ª temporada, quando engravidei, muitas coisas aconteceram na minha vida e na vida de Will também. A vida em casa não era nada boa. Eu não estava mais rindo, brincando, porque havia coisas acontecendo que ninguém sabia”, disse a atriz. Smith reconheceu que foi insensível. “Durante aquele período da gravidez dela, eu não fui sensível. Agora que tive três filhos, aprendi algumas coisas que não sabia na época. Eu faria as coisas muito diferente. Eu vejo como tornei o set muito difícil para Janet”, disse o ator, desculpando-se. A atriz ainda contou que a experiência a levou a se sentir “rejeitada” em Hollywood. “Você tirou tudo isso de mim com suas palavras. Palavras podem matar. Eu perdi tudo. Reputação. Tudo, tudo. Eu entendo que você foi capaz de seguir em frente. Você conhece essas palavras – chamar uma mulher negra de ‘difícil’ em Hollywood é o beijo da morte”, considerou. O ator agradeceu Hubert por compartilhar sua história e disse que estava feliz em celebrar sua contribuição para a série. Ele ainda publicou um momento do especial com as duas atrizes que interpretaram a Tia Vivian em seu Instagram, chamando-as de “rainhas”. Veja abaixo. O especial não tem previsão de exibição no Brasil, uma vez que o país ainda não tem acesso à HBO Max. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Will Smith (@willsmith)

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  • Filme

    Mulher-Maravilha 1984 será lançado no cinema e em streaming no Natal

    18 de novembro de 2020 /

    A Warner transformou “Mulher Maravilha 1984″ num lançamento natalino da HBO Max. O estúdio anunciou que disponibilizará o filme em 25 de dezembro simultaneamente nos cinemas e em sua plataforma de streaming. O CEO da WarnerMedia, Jason Kilar, divulgou uma nota sobre a decisão oficial do conglomerado de mídia no fim desta quarta (18/11). A diretora Patty Jenkins também tuitou sobre a notícia, relativizando a decisão. “Em algum momento você tem que escolher compartilhar qualquer amor e alegria que você tem para dar, acima de tudo”, ela escreveu. “Amamos nosso filme como amamos nossos fãs, então realmente esperamos que nosso filme traga um pouco de alegria e alívio para todos vocês nesta temporada de festas. ” A HBO Max disponibilizará o filme para seus assinantes sem cobrar uma quantia adicional, ao contrário do que a Disney fez com “Mulan”. Fora dos EUA, onde a plataforma da WarnerMedia ainda não foi lançada, a distribuição convencional nos cinemas ficou mantida. A estreia no Brasil continua marcada para 24 de dezembro nas salas de exibição. Apesar disso, é um senso comum que a distribuição parcial em streaming contribui para o avanço da pirataria, com potencial para corroer os rendimentos até dos mercados em que o filme entrará em cartaz. A falta de grandes lançamentos nos cinemas é tão grave, que as redes exibidoras concordaram com a proposta da Warner e não devem boicotar a distribuição do filme – como fariam antes do coronavírus. A decisão da Warner também representa uma cachoeira de água fria no mercado exibidor, que começa a perceber o longo inverno que se aproxima. Assim como aconteceu durante o verão norte-americano, os estúdios não deverão lançar grandes títulos nos cinemas durante as férias de inverno, período que vai até março nos EUA. Vários títulos que deveriam ser exibidos no começo do ano já foram adiados para a metade e até para o final de 2021. Não há a menor expectativa da volta da programação normal de lançamentos. “À medida que navegamos nestes tempos sem precedentes, nós tivemos que ser inovadores para manter as nossas empresas avançando e continuando a servir aos nossos fãs”, disse Ann Sarnoff, Presidente e CEO, da WarnerMedia Studios e do Grupo Networks, que inclui Warner Bros. “Este é um filme incrível que realmente ganha vida na tela grande e, trabalhando com nossos parceiros na comunidade de exibição, iremos fornecer essa opção aos consumidores nos EUA, onde os cinemas estão abertos. Percebemos que muitos consumidores não podem voltar ao cinema devido à pandemia, então também queremos dar a eles a opção de ver ‘Mulher Maravilha 1984’ por meio de nossa plataforma HBO Max.” “Nós apreciamos a paciência do público e, dada a grande expectativa em torno de ‘Mulher Maravilha de 1984’, somos gratos por poder tornar este filme incrivelmente divertido amplamente disponível nestes tempos desafiadores”, acrescentou Toby Emmerich, Presidente do Warner Bros. Pictures Group. Para um filme dessa escala, isso não tem precedentes. Dado isso, queríamos compartilhar algum contexto. “Há muitas coisas que influenciam em uma decisão como esta”, explicou Jason Killar, o CEO da WarnerMedia. Ele listou: “A pandemia. Nossa crença na experiência teatral e, portanto, na importância dos expositores. Nossa missão de ser parceiros fortes e de apoio para Patty, Gal, o produtor Chuck Rovner e toda a equipe da ‘Mulher Maravilha 1984’. E, finalmente, a torcida, que é onde decisões importantes como essa sempre devem começar e sempre devem terminar”. Killar continua: “Estamos, é claro, em um momento extraordinário. Isso envolve uma colcha de retalhos de regulamentos, considerações geográficas e, o mais importante, preferências dos fãs. Com isso em mente, vemos uma oportunidade de fazer algo firmemente focado nos fãs: dar a eles o poder de escolher entre ir ao cinema local ou ver a estreia na HBO Max. Os super fãs provavelmente escolherão ambos”. “Se você tem a sorte de morar em um local onde os cinemas são abertos, acreditamos que estamos oferecendo uma ótima opção, dados os protocolos segurança que nossos parceiros implementaram. Com isso, os exibidores estão oferecendo uma experiência de cinema com distanciamento social, máscaras, protocolos de limpeza e ventilação. Por outro lado, se você e sua família preferem ficar em casa e fazer sua própria pipoca neste feriado, queremos compartilhar a experiência da ‘Mulher Maravilha 1984’ com você no mesmo dia na HBO Max. A decisão é sua”. pic.twitter.com/mLwGrB07vO — Patty Jenkins (@PattyJenks) November 18, 2020

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  • Série

    Criador de Boardwalk Empire desiste de fazer série derivada do filme de Batman

    17 de novembro de 2020 /

    A série derivada do próximo filme de Batman perdeu o responsável por seu desenvolvimento, o produtor-roteirista Terence Winter. Criador de “Boardwalk Empire” e “Vinyl”, Winter seria o showrunner da atração da HBO Max, mas teve “diferenças criativas” com o diretor Matt Reeves, que está à frente do filme e deste projeto. Aparentemente, a visão de Winter não correspondia ao que Reeves e outros produtores tinham em mente para a série. A produtora 6th & Idaho, de Reeves, já está em busca de um novo showrunner para a atração, que pretende acompanhar os detetives do DPGC, o departamento de polícia de Gotham City, enfrentando a criminalidade e a corrupção nas ruas da cidade. A ideia é inspirada nos quadrinhos de “Gotham Central”, criado pelos roteiristas Ed Brubaker e Greg Rucka. Ainda sem título definido, a série se passaria durante o “Ano Um” da carreira de Batman. Isto localiza a trama num período posterior à “Gotham”, série que se encerrou no ano passado justamente com o surgimento do herói. Na verdade, porém, ela seria um prólogo do novo filme, que Reeves já disse ser ambientado durante o “Ano 2” do personagem-título. Ao anunciar o projeto em agosto passado, o diretor não esclareceu se Batman ou mesmo o Comissário Gordon de seu longa-metragem aparecerão na série, mas observou que a trama seguirá um policial que luta contra a corrupção dentro da GCDP (departamento de polícia de Gotham). Enquanto isso acontece, o mito do Cavaleiro das Trevas começa a crescer, então provavelmente a série fará referências ao herói. Dito isto, não está claro se as estrelas de “Batman”, Robert Pattinson (Batman/Bruce Wayne) e Jeffrey Wright (James Gordon) aparecerão no lançamento da HBO Max.

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  • Filme

    Liga da Justiça: Nova versão do filme de super-heróis ganha trailer épico

    17 de novembro de 2020 /

    A HBO Max divulgou a segunda versão do trailer do “Snyder Cut” de “Liga da Justiça”, a edição do filme refeita pelo diretor Zack Snyder. A prévia assume o nome “Zack Snyder’s Justice League” e apresenta muitas cenas e até mesmo personagens não vistos no cinema, como Iris West, interpretada por Kiersey Clemons (“A Dama e o Vagabundo”), e o supervilão Darkseid. Tudo ao som de “Hallellujah”, de Leonard Cohen, celebrando a produção como um milagre – materializado pela força de vontade dos fãs. O clima é épico do começo ao fim. Mas também chama atenção pelo formato da janela do vídeo, que lembra as antigas televisões de tubo. O detalhe é que a imagem não é mais curta que o padrão widescreen atual. Na verdade, ela é mais alta, como uma tela IMAX, e traz elementos no campo superior que foram cortados na exibição original nos cinemas. A opção por resgatar este formato, pensado durante o planejamento inicial do longa, é curiosa porque, embora o nome HBO Max seja parecido, o filme não vai passar em IMAX – a menos que a Warner tenha planejado e não avisado. Vista na internet, como as atrações da HBO Max, a imagem quadrada acaba parecendo o oposto do planejado: um videozinho do Instagram. Para completar o impacto do meio em que será lançado, o filme vai até deixar de ser filme. Será disponibilizado como uma minissérie de quatro episódios, somando cerca de 4 horas de duração. De qualquer forma, será um produção bem maior e muito diferente da “Liga da Justiça” exibida nos cinemas em 2017. Para quem não lembra, a Warner aproveitou uma crise pessoal de Snyder, que perdeu uma filha, para afastá-lo da produção após as filmagens originais, chamando Joss Whedon (“Os Vingadores”) para refilmar boa parte do longa. Seria uma forma de impedir uma catástrofe, na visão dos responsáveis pelo estúdio na época, que não gostaram da linha sombria adotada pelo cineasta. O resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, não agradou nem à crítica nem ao público, disparando a curiosidade sobre a versão original. Por muito tempo, a Warner afirmou que não existia nenhum “Snyder Cut”, pois o diretor não chegou a terminar seu trabalho, mas Snyder vinha sugerindo que tinha, sim, uma versão bastante diferente do filme exibido nos cinemas. Os fãs, que sonhavam um dia ver isso, conseguiram manter os pedidos pela versão do diretor entre os tópicos mais comentados do Twitter por meses a fio, e esse esforço acabou tendo um efeito inesperado. Desde então, a Warner foi comprada pela AT&T, sua diretoria trocada e o streaming transformado em prioridade na empresa. E a inauguração da HBO Max fez a nova diretoria da Warner não só topar como desembolsar mais dinheiro para trabalhos de pós-produção e até refilmagens do longa, que, ao contrário do que o próprio diretor dava a entender, encontrava-se longe de ser uma versão finalizada. Além de efeitos visuais e a finalização técnica, com som, trilha e edição, o relançamento ainda contou com a volta do elenco original ao estúdio. Por enquanto, porém, a nova versão do filme dos super-heróis da DC Comics ainda não tem data confirmada de lançamento, além do fato de ser esperada para 2021.

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  • Filme

    Filme improvisado de Steven Soderbergh com Meryl Streep ganha trailer

    16 de novembro de 2020 /

    A HBO Max divulgou o pôster e o trailer de “Let Them All Talk”, novo filme de Steven Soderbergh, que é estrelado por Meryl Streep (“Adoráveis Mulheres”). Na trama, ela vive um escritora com bloqueio criativo, que sua editora (Gemma Chan, de “Capitã Marvel”) reúne com amigas de longa data, interpretadas por Dianne Wiest (“A Mula”) e Candice Bergen (“Do Jeito que Elas Querem”), e o sobrinho, vivido por Lucas Hedges (“Boy Erased”), para uma viagem num transatlântico, esperando que as conversas ajudem a sua criatividade. Com essa premissa, Soderbergh colocou o elenco a bordo de um barco e rodou o filme inteiro em apenas duas semanas e com uma equipe reduzida. Ele próprio manipulou a câmera, filmando a história em sequência porque também não usou roteiro, apenas contornos básicos da história, para que o elenco improvisasse os diálogos. “Sensação de filme improvisado? Bem, sim, é, porque é ”, disse Streep para a revista Entertainment Weekly. O filme é inspirado em um conto da autora Deborah Eisenberg, que também marcou presença no set e recebe crédito de roteirista. A estreia está programada para 10 de dezembro no serviço de streaming da Warner, ainda não disponível no Brasil.

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  • Série

    Um Maluco no Pedaço: Trailer do especial de reencontro revela surpresas e emoção

    13 de novembro de 2020 /

    A HBO Max divulgou o trailer da reunião do elenco da série clássica “Um Maluco no Pedaço” (The Fresh Prince of Bel-Air), um dos maiores sucessos televisivos dos anos 1990. No vídeo, Will Smith se reúne com a segunda tia Vivian (Daphne Maxwell Reid), Hilary (Karyn Parsons), Geoffrey (Joseph Marcell), Ashley (Tatyana Ali), Jazz (DJ Jazzy Jeff) e Carlton (Afonso Ribeiro) na sala cenográfica da mansão que marcou época na TV. O reencontro celebra os 30 anos da série, que em 1990 lançou a carreira de ator de Will Smith, até então conhecido como o rapper Fresh Prince. “Ninguém nunca me perguntou se eu conseguiria atuar”, conta Smith na prévia, e é complementado por Ribeiro: “E você não conseguiu”. Este clima bem-humorado marca boa parte da prévia, numa edição que inclui muitas cenas originais da série, mas também há momentos emotivos, especialmente nas lembranças do Tio Phill, vivido por James Avery, que morreu em 2013. Destacando o momento em que foi acolhido pelo personagem de Avery, Will revela: “Eu queria que ele pensasse que eu era bom. Quando eu caí nos braços dele no fim daquela cena, ele me segura, a câmera corta, e ele sussurra no meu ouvido: ‘Agora, isso é atuação!’, contou. O reencontro também contará com a atriz Janet Hubert, a primeira tia Vivian, que saiu do elenco em 1993 acusando Will e colegas pela demissão. A troca de ofensas continuou ao longo dos anos e sua presença surpreende os demais, que parecem não ter sido informados da participação. “Eu não poderia celebrar 30 anos de Um Maluco no Pedaço sem a Janet”, diz Will Smith. Fãs da série devem ter ficado loucos com esta apresentação. Não por caso, o astro proclamou, na abertura do vídeo: “Vocês não tem como estar preparados para este trailer”. A exibição do especial “The Fresh Prince of Bel-Air Reunion” está marcada para 19 de novembro nos EUA.

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  • Série

    Reencontro de Friends será gravado em março

    12 de novembro de 2020 /

    A gravação do especial de reunião de “Friends” ganhou nova data para acontecer. O elenco da série clássica deveria ter se juntado diante das câmeras em março passado, visando servir de chamariz para o lançamento da HBO Max (que aconteceu em maio nos EUA), mas os trabalhos foram suspensos devido à pandemia de coronavírus. Nesta quinta (12/11), o ator Matthew Perry tuitou que finalmente vai se reencontrar com seus velhos amigos em março de 2021, um ano completo após a data originalmente prevista para a reunião acontecer. Segundo o site The Hollywood Reporter, os planos para o especial ainda estão sendo finalizados, mas os seis astros da sitcom, Jennifer Aniston, Courteney Cox, Lisa Kudrow, Matthew Perry, Matt LeBlanc e David Schwimmer, bem como os chefões da HBO Max, querem gravar o programa na antiga casa da atração, o Stage 24 no estúdio da Warner Bros. em Burbank, e não pretendem se contentar com uma reunião virtual. “O objetivo disso é juntar todo mundo na mesma sala. Isso não mudou. E a HBO Max está sendo fenomenalmente paciente e compreensiva”, disse Lisa Kudrow ao THR em maio. Em sua proposta original, o especial jamais pretendeu se passar por um novo episódio da série. Seu objetivo era apenas reunir o elenco em uma conversa sobre os bastidores da atração. Mas o tuite de Matthew Perry sugere mais que isso, ao dizer que “parece que teremos um ano ocupado”. Será que a HBO Max prepara alguma surpresa? Veja o tweet original abaixo. Friends reunion being rescheduled for the beginning of March. Looks like we have a busy year coming up. And that's the way I like it! — matthew perry (@MatthewPerry) November 12, 2020

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  • Etc

    WarnerMedia promove centenas de demissões

    12 de novembro de 2020 /

    A WarnerMedia promoveu uma grande leva de demissões nesta semana. A largada começou com um e-mail do CEO Jason Kilar aos funcionários na manhã de terça (11/11), reconhecendo que o processo era “doloroso”, mas também uma etapa “crítica” na evolução da empresa, que virou uma divisão de entretenimento da AT&T após ser comprada pela companhia de telecomunicações. A Warner sofreu várias reduções de pessoal desde a aquisição de 2018, mas a tendência ganhou maior ênfase neste semestre atual, conforme a AT&T busca reorganizar seus negócios. Historicamente, as três unidades principais da companhia – HBO, Warner Bros e Turner – operavam principalmente como grupos autônomos. Agora, a palavra de ordem é sinergia, com equipes sendo mescladas pela primeira vez em décadas e muitas posições eliminadas no processo. O objetivo é reduzir uma dívida nada desprezível de US$ 151 bilhões, que disparou com a falta de receitas de cinema durante a pandemia de coronavírus e o investimento pesado no lançamento da plataforma HBO Max. Com cinemas fechados e empresas anunciando menos na TV, as demissões levaram em conta a nova realidade da companhia, que passa realmente por priorizar o streaming. A AT&T imagina reduzir entre 20% e 30% dos custos operacionais da WarnerMedia com a nova rodada de demissões, que inclui figurões e promove uma devassa no marketing da empresa. Entre os demitidos, estão Scott Rowe, vice-presidente de marketing da Warner Bros Television, que passou 27 anos na companhia, JP Richards, co-presidente de marketing do estúdio cinematográfico Warner Bros, e Jim Gallagher, vice-presidente de marketing do departamento de animações e filmes infantis. O departamento de recursos humanos da WarnerMedia não revelou números, mas a imprensa americana acredita que centenas de funcionários foram dispensados. Fontes do site Deadline revelaram que o CEO da companhia se dirigiu aos remanescentes numa videoconferência, na tarde de quarta (11/11), visando levantar a moral com um discurso de que, após os cortes, a WarnerMedia se posicionou para vencer no mercado. “Se tivermos convicção e coragem, seremos maiores do que a empresa jamais foi”, disse ele. Jason Kilar voltou a enfatizar a importância da HBO Max para o futuro da empresa, reiterando que “dizer que essa área é importante para nós é um eufemismo”, e confirmou os planos de expansão internacional para o streaming – sem fornecer detalhes. Embora o ritmo de demissões tenha estacionado nos EUA, após esta semana agitada, elas mal começaram no exterior, onde a empresa também passará por grande reformulação para lançar sua plataforma.

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  • Série

    Vigilante vai encontrar o Pacificador na série derivada do Esquadrão Suicida

    11 de novembro de 2020 /

    A HBO Max anunciou o elenco coadjuvante da série derivada do vindouro filme “O Esquadrão Suicida”, revelando que um dos personagens será um herói bastante controvertido dos quadrinhos. Chamada de “Peacemaker”, a atração será uma minissérie de oito episódios centrada no vilão Pacificador (The Peacemaker). Assim como no filme, a atração será estrelada por John Cena, além de ser escrita e dirigida pelo cineasta James Gunn. Os atores anunciados são Danielle Brooks (a Taystee de “Orange is the New Black”), Robert Patrick (até hoje lembrado como vilão T-1000 de “O Exterminador do Futuro 2”), Jennifer Holland (“Brightburn: Filho das Trevas”), Steve Agee (também de “Brightburn”) e Freddie Stroma (“Bridgerton”). Danielle Brooks e Robert Patrick interpretarão personagens inéditos nos quadrinhos, enquanto Jennifer Holland e Steve Agee reprisarão seus papéis do vindouro “O Esquadrão Suicida”, respectivamente como a agente da NSA Emilia Harcourt e o agente penitenciário John Economos. Mas é o papel de Stroma que chama atenção. Ele dará vida a Adrian Chase, que nos quadrinhos virou o herói sanguinário Vigilante. Fãs da série “Arrow” também podem lembrar de Chase como um promotor que se revela um grande vilão, mas a série mudou bastante a história original do personagem para surpreender o público, que esperava que ele fosse a identidade do misterioso Vigilante na 5ª temporada. Criado por Marv Wolfman (o “pai” de Blade, o Caça-Vampiros) e George Pérez em 1983, numa edição anual dos “Jovens Titãs”, o Vigilante chegou a ter uma revista própria, que foi encerrada de forma brutal após 50 exemplares, com a morte do personagem. Concebido como uma espécie de Justiceiro da DC Comics, Vigilante foi a identidade adotada pelo promotor público Adrian Chase após sua família ser assassinada por gângsteres. A diferença para o anti-herói da Marvel estava em seu código moral. A princípio, ele buscava prender, em vez de matar os criminosos. Mas depois que Alan Moore (criador de “Watchmen” e “V de Vingança”) assinou duas edições de sua revista, ele embarcou numa espiral de autodestruição, culpando-se pela morte de um policial e de um amigo próximo, até perder o controle sobre suas ações, tornando-se ainda mais violento, paranoico e cheio de remorsos. Após começar a matar inocentes, ele se tornou o primeiro herói a se suicidar nos quadrinhos. Curiosamente, Pacificador e Vigilante nunca se enfrentaram nos quadrinhos, porque o personagem-título não é um personagem original da DC Comics. Ele foi criado por Joe Gill e Pat Boyette em 1966 na Charlton Comics, editora que mais tarde foi adquirida pela DC. Sua estreia em segundo lar aconteceu numa minissérie lançada apenas em 1988, mesmo ano em que o Vigilante original morreu. Em sua identidade civil, Christopher Smith era originalmente um diplomata pacifista. Mas sua visão da paz logo se revela distorcida, pois, como diz a sinopse de “O Esquadrão Suicida”, ele “acredita na paz a qualquer custo – não importa quantas pessoas tenha que matar para obtê-la”. Mentalmente perturbado, o Pacificador também acredita que as alma das pessoas que mata são coletadas por seu capacete e passam a conversar com ele. Fontes do site The Hollywood Reporter afirmam que a decisão de fazer a série começou com a interpretação de Cena do personagem, que se tornou favorito dos executivos da Warner durante as sessões de teste do filme, ofuscando um elenco extremamente estrelado. “Peacemaker” é a segunda série derivada de um filme da DC Comics na HBO Max. A plataforma também colocou em andamento a produção de um drama policial ambientado na Gotham City do filme “Batman”, de Matt Reeves. A Warner resolveu priorizar a produção de conteúdo premium para o serviço de streaming, após o lançamento da HBO Max decepcionar com pouco material exclusivo, devido à pandemia de coronavírus. A plataforma da WarnerMedia ainda não tem data oficial para chegar no Brasil, mas existe uma expectativa de estreia para breve.

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    Veja o trailer da nova comédia de Melissa McCarthy

    10 de novembro de 2020 /

    A Warner divulgou o pôster e o trailer de “Superintelligence”, nova comédia de Melissa McCarthy (“Poderia Me Perdoar?”), que será lançada na plataforma HBO Max nos EUA. Em “Superintelligence”, ela é escolhida por uma inteligência artificial, que se manifesta com a voz do apresentador de talk shows James Corden (“Cats”), para representar a humanidade. Considerada absolutamente comum, suas ações servirão de parâmetro para a IA determinar o futuro do mundo. Caso seja reprovada nos testes, o planeta será destruído. Mas isso não parece perturbar os agentes do governo que ela procura, em busca de ajuda, provavelmente porque eles já ouviram essa história várias vezes antes. A comédia é dirigida pelo marido de McCarthy, Ben Falcone, que também aparece como coadjuvante, no papel de um dos agentes federais. Este é o quarto longa de Falcone e todos são estrelados por sua esposa. Infelizmente, os três primeiros também se caracterizam por estarem entre os piores filmes já feitos pela atriz. A produção ainda inclui em seu elenco Bobby Cannavale (“Mr. Robot”), Brian Tyree Henry (“Brinquedo Assassino”) e Jean Smart (“Watchmen”), e volta a reunir McCarthy e Falcone com o roteirista Steve Mallory, que assinou “A Chefa” em 2016 – com 21% de avaliação no Rotten Tomatoes, é apenas o pior dos longas gestados pelo marido da comediante. A estreia está marcada para 26 de novembro nos EUA e ainda não há previsão para seu lançamento Brasil – embora provavelmente chegue até o fim do ano em PVOD para locação digital.

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    David Ayer torna públicas reclamações contra Warner por Esquadrão Suicida

    2 de novembro de 2020 /

    O diretor David Ayer acabou com o clima ameno com que tratava os cortes sofridos por “Esquadrão Suicida”, aparentemente enciumado pela autorização de uma versão de diretor de “Liga da Justiça”, que os fãs batizaram de “Snyder Cut” (em referência ao diretor original do filme, Zack Snyder). Desde que a HBO Max encomendou o “Snyder Cut”, Ayer vem fazendo campanha para também levar à plataforma sua versão de “Esquadrão Suicida”. Mas diante da falta de entusiasmo com seu “Ayer Cut”, ele subiu o tom e distribuiu caneladas numa série de tuítes contra a Warner. Ayer denunciou no fim de semana que várias empresas de edição foram contratadas para dar uma aparência mais cômica e adolescente para o filme de 2016. Segundo o diretor, a resposta negativa a “Batman v Superman” e o sucesso de “Deadpool” deixaram a Warner entrar em pânico e “os principais elementos do meu corte foram arrancados antes que eu pudesse amadurecer a edição”. Por isso, ele afirma que os primeiros 40 minutos de seu “Esquadrão Suicida” foram “rasgados em pedaços”. O cineasta ainda revelou que o produtor Geoff Johns (criador da série “Stargirl”) escreveu várias páginas de roteiro que ele foi forçado a refilmar. O nome de Johns também está na lista negra do ator Ray Fisher (o Ciborgue) por interferências nos bastidores de “Liga da Justiça” durante as refilmagens comandadas por Joss Whedon. Ele chegou a responder a um fã em português sobre a má fama que adquiriu por causa do filme, que jura não ser seu. “Por isso é importante que os artistas controlem seu trabalho”. Lançado em 2016, “Esquadrão Suicida” fez US$ 746 milhões em bilheteria mundial, mas foi destruído pela crítica, com apenas 27% de aprovação no site Rotten Tomatoes. O que Ayer dizia na época é que a produção tinha passado por “seis ou sete” montagens diferentes, mas com seu aval e que todo o material foi utilizado. Ele chegou a dizer que não existia uma edição alternativa do filme, garantindo que a montagem exibida era a sua versão e não teria sentido fazer uma nova “versão do diretor”. Tudo mudou após o “Snyder Cut”, com a declaração de que tinha sim uma versão radicalmente diferente, que estaria “quase completa, faltando alguns efeitos visuais”. Mas se ele imagina que a mudança de tom leve ao lançamento de “Ayer Cut”, o clima inamistoso deve tornar ainda menos provável que a Warner Bros. retome a produção. Em última análise, o desabafo é só mais um pesadelo de relações públicas para o DC Extended Universe. E para virar a página, a Warner não deve parar de conferir no calendário a data de estreia do novo filme dos personagens, “O Esquadrão Suicida”, de James Gunn, com lançamento previsto para agosto de 2021. The first 40 minutes https://t.co/eCGmK0KCFl — David Ayer (@DavidAyerMovies) October 31, 2020 It was ripped to pieces – I can’t emphasize that enough https://t.co/O40q3Qozy7 — David Ayer (@DavidAyerMovies) October 31, 2020 For sure that became a factor – but the reason was BVS got chewed up by the critics, and the success of Deadpool – the studio leadership at the time panicked. Then major elements of my cut were ripped out before I could mature the edit. Then Johns wrote pages I had to reshoot 😔 https://t.co/MNmiXoH1Cc — David Ayer (@DavidAyerMovies) October 31, 2020 Por isso é importante que os artistas controlem seu trabalho https://t.co/ENJjdvhez0 — David Ayer (@DavidAyerMovies) October 31, 2020

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