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  • Etc,  Filme,  Série,  TV

    Fernanda Young (1970 – 2019)

    25 de agosto de 2019 /

    A escritora, atriz e apresentadora de TV Fernanda Young morreu aos 49 anos na madrugada deste domingo (25/8), em Gonçalves, interior de Minas Gerais, onde sua família tem sítio. A artista teve uma crise de asma seguida de parada respiratória. Fernanda sofria de asma desde a adolescência. Ela nasceu em Niterói (RJ) e também lutava contra a depressão, que a fez abandonar os estudos. Ela só completou o Ensino Médio via supletivo e largou as faculdades de Letras, Jornalismo, Rádio e TV em que se inscreveu. Ela encontrou um grande parceiro no roteirista e escritor Alexandre Machado. Ambos casaram em 1993, depois de três anos de namoro, e tiveram quatro filhos, dois deles adotados. A parceria se estendeu para o trabalho, resultando na maioria dos roteiros que se seguiram. A estreia como roteirista aconteceu em 1995 no programa “A Comédia da Vida Privada”, da rede Globo, assinando adaptações de textos de Luis Fernando Veríssimo com o marido. Um ano depois, Fernanda lançou o primeiro de seus 14 livros, “Vergonha dos Pés”, pela editora Objetiva. E em 2000 roteirizou o primeiro filme, “Bossa Nova”, de Bruno Barreto, novamente com Machado. Logo em seguida, o casal lançou uma das séries de comédias mais bem-sucedidas do século, “Os Normais”, estrelada por Fernanda Torres e Luiz Fernando Guimarães. Foi exibida na Globo entre 2001 e 2003 e deu origem a dois filmes, um de 2003 e outro de 2009, também escritos por Fernanda, Alexandre e outros roteiristas. Trabalhando sempre ao lado de Alexandre Machado, Fernanda Young criou ainda as séries “Os Aspones” (2004), “Minha Nada Mole Vida” (2006), “O Sistema” (2007), “Separação?!” (2010), “Macho Man” (2011), “Como Aproveitar o Fim do Mundo” (2012), “O Dentista Mascarado” (2013), “Odeio Segundas” (2015), “Vade Retro” (2017), “Edifício Paraíso” (2017), “Shippados” (2019), o especial de fim de ano “Nada Fofa” (2008) e os quadros do Fantástico: “As 50 Leis do Amor” e “Super Sincero”. O casal foi indicado duas vezes ao prêmio de Melhor Comédia do Emmy Internacional, por “Separação?!” e “Como Aproveitar o Fim do Mundo”. Esta última chamou atenção do mercado americano e acabou adaptada pela rede The CW, virando a série de comédia “No Tomorrow” (2016). Dona de opiniões fortes e presença marcante, com cabelos curtos e tatuagens, Fernanda também se destacou em participações em programas de TV. Depois de integrar “Saia Justa” (2002) comandou dois programas próprios, “Irritando Fernanda Young” (entre 2006 e 2010) e “Confissões do Apocalipse” (2012), ambos no GNT. Sem seguir padrões de beleza e comportamentos convencionais, ela transformou o fato de posar para a Playboy em 2009 num ato de rebelião feminista. E ainda tripudiou: “Não acredito que se masturbem com minha Playboy. Lendo meus livros, sim”, disse em entrevista ao UOL. Cansada de sofrer ataques machistas, ela chegou a processar um hater que a chamou de “vadia lésbica” no Instagram. Saiu vitoriosa, mas não sem ser atacada pelo próprio juiz do processo, que reduziu o valor da indenização alegando que sua “reputação é elástica”, por ter posado nua. “O excelentíssimo crê que mulheres como eu provocam o caos”, ironizou Fernanda. Ela também trabalhou como atriz. Antes mesmo de começar a escrever, já tinha aparecido na minissérie “Iaiá Garcia” (1989), na TV Cultura, e na novela “O Dono do Mundo” (1991), na Globo. Mas só retomou a carreira após ter se consagrado como roteirista. O que começou de brincadeira num episódio de “Macho Man” se tornou regra após estrelar “Surtadas na Yoga” (2013), que foi seguida por mais dois sitcoms escritos e estrelados por ela, “Odeio Segundas” e “Edifício Paraíso”. Seu último trabalho na Globo foi a criação de “Shippados”, sitcom com Tatá Werneck e Eduardo Sterblitch, que estreou em junho no Globoplay. Já seu último roteiro foi para o cinema, a comédia “Amigas de Sorte”, que escreveu com o marido, com previsão de estreia para 2020. Deixou ainda um livro inédito completo, que será lançado em novembro, e outro inacabado. E se preparava para estrear em setembro, em São Paulo, a peça “Ainda Nada de Novo”, em que contracenaria com Fernanda Nobre. Um dia antes de morrer, ela publicou um longo texto em seu Instagram em tom de desabafo. Numa das passagens, escreveu “Sou uma mulher de 50 anos que sonhou alto e realizou muito”, acrescentando, por fim, que estava longe de encerrar sua “jornada nessa orbe”. Sua última postagem foi a foto da sala de estar do sítio em Gonçalves, horas antes de morrer. “Onde queres descanso, sou desejo” foram suas últimas palavras escritas. “Posso dizer, de coração, é uma perda muito grande para a gente, para o mundo artístico, para as pessoas que trabalham com ela”, afirmou Luiz Fernando Guimarães, astro de “Os Normais” e “Minha Nada Mole Vida”. “O Brasil perde muito sem a anarquia e a clareza dela”, acrescentou Fernanda Torres, a outra metade de “Os Normais”.

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  • Etc,  Série,  TV

    Kito Junqueira (1948 – 2019)

    23 de agosto de 2019 /

    O ator Kito Junqueira morreu nesta sexta (23/8) aos 71 anos em Curitiba, após sofrer um infarto de madrugada. Nascido em 15 de maio de 1948, em São Paulo, Heráclito Gomes Pizano adotou o nome artístico Kito Junqueira em seus diversos trabalhos no teatro, cinema e TV. A carreira artística começou em 1973 na extinta TV Tupi, na qual participou das novelas “As Divinas & Maravilhosas”, “Vila do Arco”, “Tchan, a Grande Sacada” e “Como Salvar Meu Casamento”, todas na década de 1970. Ele também teve trabalhos na Globo (“Espelho Mágico” em 1978, “Vereda Tropical” em 1984 e “Por Amor” em 1997), na extinta Manchete (“Tudo ou Nada” em 1986 e “Pantanal” em 1990), SBT (“Jogo do Amor”, em 1985), Bandeirantes (“Cavalo Amarelo” em 1980, “Os Adolescentes” em 1981 e “Ninho da Serpente” em 1982) e Record (“Vidas Opostas” em 2007 e “Chamas da Vida” em 2008). Ele também atuou no filme “Eternamente Pagu” (1987), teve participações em programas como “Você Decide” e “Carga Pesada” (ambas na Globo), além de ter integrado os elencos centrais da minissérie “Chapadão do Bugre” (na Bandeirantes) e da série “A Lei e o Crime”, seu último trabalho nas telas, em 2009 (na Record). Fora das telas, Junqueira ainda estrelou diversas peças de teatro e se destacou na peça “Bent”, na qual recebeu prêmios da APCA, Moliére e Mambembe por sua atuação e produção. O ator também teve atuação política, sendo eleito deputado estadual em São Paulo pelo PV em 1994. Ele acabou mudando de partido, filiando-se ao PP, pelo qual concorreu ao cargo de deputado federal pelo Paraná nas Eleições de 2018, mas desta vez sem conseguir ser eleito.

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  • Série

    Sessão de Terapia: Reboot da série com Selton Mello e Morena Baccarin ganha primeiro vídeo

    17 de agosto de 2019 /

    A Globoplay divulgou o primeiro vídeo da 4ª temporada de “Sessão de Terapia”, que representa um reboot da série, com novos protagonistas. Nas três temporadas anteriores, exibidas pelo GNT, o ator Zecarlos Machado foi o protagonista, um terapeuta que atendia seus pacientes. Por conta de questões contratuais com a rede Record, ele precisou ser substituído nestes próximos episódios. Assim, Selton Mello, que já trabalhava como diretor na série, virou o novo protagonista. O vídeo é focado em seu personagem, Caio, com cenas dos episódios e depoimentos de bastidores. Além dele, a atração contará com a atriz Morena Baccarin. Será a primeira série brasileira da estrela de “Gotham” e “Deadpool”, que nasceu no Rio de Janeiro, mas mora nos Estados Unidos desde os sete anos de idade e construiu sua carreira inteira em produções americanas, como as séries “Firefly”, “V” e “Homeland”, que lhe rendeu uma indicação ao Emmy. Ela vai interpretar a supervisora do psicanalista Caio (Selton Mello). “Sessão de Terapia” é a versão brasileira da série israelense “BeTipul”, criada por Hagai Levi, mais conhecida pela adaptação americana da HBO, intitulada “Em Terapia” (In Treatment). A versão brasileira é produzida pela Mooshot Pictures e estreia sua 4ª temporada em 2019 na Globoplay, plataforma de streaming da Globo. A estreia está marcada para 30 de agosto em streaming.

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  • Etc,  Série,  TV

    João Carlos Barroso (1950 – 2019)

    13 de agosto de 2019 /

    O ator João Carlos Barroso morreu na noite de segunda-feira (12/8), aos 69 anos, após travar uma batalha contra um câncer. Ele teve uma longa carreira em novelas e humorísticos da Globo. Nascido em 1950, no Rio de Janeiro, Barroso sonhava em virar jogador de futebol. E estava fazendo justamente isso, numa pelada na praia, quando chamou atenção de produtores para trabalhar na coprodução do Brasil com a Argentina “Pedro e Paulo”, em 1961. Aos 11 anos de idade, contracenou com Jardel Filho e Francisco Cuoco. A partir daí, virou astro mirim, participando de teatro, programas de TV e até fez dublagens, virando a voz nacional do jovem rei Arthur na animação da Disney “A Espada Era Lei” (1963). A fase mais popular de sua carreira começou após os 21 anos, quando entrou na Globo e estrelou novelas que marcaram época. Ele se tornou parte da História da TV brasileira ao participar da última novela em preto e branco, “Estúpido Cupido” (1976), como Tavito, um dos jovens rebeldes da trama, e da primeira a cores, quando se tornou filho de Lima Duarte, o Eustórgio, em “O Bem Amado” (1973). Também se destacou como o Toninho Jiló em “Roque Santeiro” (1985), a novela de maior audiência de todos os tempos. A desenvoltura humorística com que retratou seu personagem, um guia turístico que se aproveitava da boa fé dos romeiros para vender objetos que dizia terem pertencido a Roque Santeiro, acabou direcionando sua carreira para programas do gênero, como “Os Trapalhões” e, mais tarde, “Zorra Total”. Ele só fez mais dois filmes, “O Pistoleiro” (1976) e o clássico da pornochanchada “Nos Tempos da Vaselina” (1979). E seu último papel na TV foi como o delegado Mesquita na novela “Sol Nascente”, em 2016 e 2017. Com quase 60 anos de carreira, ainda era lembrado como um jovem no imaginário coletivo, inclusive por colegas e amigos, que, desde a madrugada, começaram a prestar homenagens nas redes sociais, lembrando do futebol que ele praticou até não poder mais, e chamando-o pelo apelido do início de sua trajetória, Barrosinho.

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  • Etc,  Filme,  TV

    Ruth de Souza (1921 – 2019)

    28 de julho de 2019 /

    A atriz Ruth de Souza morreu na manhã deste domingo (28/7), aos 98 anos. Diagnosticada com pneumonia, ela estava internada, desde o início da semana passada, na Unidade de Tratamento Intensivo do Hospital Copa D’Or, no Rio de Janeiro. Primeira atriz brasileira indicada a um prêmio internacional de cinema, o Leão de Ouro no Festival de Veneza de 1954, Ruth de Souza também foi a primeira atriz negra a construir uma carreira no teatro, no cinema e na televisão do Brasil. E continuava ativa. Seu último trabalho foi na minissérie “Se Eu Fechar os Olhos Agora” , exibida no início de 2019 na Globo. Ruth Pinto de Souza nasceu no dia 12 de maio de 1921 e se interessou pelo teatro ao completar a maioridade, quando descobriu a existência de um grupo de atores liderados por Abdias do Nascimento, que formaram o Teatro Experimental do Negro. Ela fez História ao participar da encenação de “O Imperador Jones”, de Eugene O’Neill, em 1945, como a primeira atriz negra a se apresentar no palco do Teatro Municipal do Rio, abrindo caminho para outros artistas. “Foi lindo aquele dia. A gente celebrando nossa estreia, e o mundo festejando o fim da 2ª Guerra Mundial. O centro da cidade estava lotado de gente”, recordou ela, em entrevista ao jornal O Globo. A repercussão de sua performance lhe rendeu indicações a prêmios e uma bolsa de estudo da Fundação Rockefeller, que a levou a viver um ano nos Estados Unidos. “Aprendi coisas que nunca teria a oportunidade de aprender ficando no Brasil. Ganhei respeito”, disse, sobre a experiência internacional. Ela fez sua estreia no cinema em 1948, no elenco de “Terra Violenta”, por indicação de Jorge Amado. O longa era a adaptação de “Terras do Sem Fim”, do autor baiano, e tinha direção do americano Edmond Bernoudy. E a partir daí se tornou presença constante nas telas, participando de diversas produções das maiores empresas da época: Atlântida, Maristela Filmes e Vera Cruz. Por seu desempenho em “Sinhá Moça” (1953), de Tom Payne e Oswaldo Sampaio, Ruth disputou o Leão de Ouro, no Festival de Veneza de 1954, com estrelas como Katherine Hepburn, Michele Morgan e Lili Palmer, para quem perdeu o troféu por dois pontos. Entre outros filmes do período, incluem-se ainda “Candinho” (1954), uma das comédias mais bem-sucedidas da carreira de Mazzaropi, “Ravina” (1958), de Rubem Biafora, “Fronteiras do Inferno” (1959), de Walter Hugo Khouri, e o clássico “O Assalto ao Trem Pagador” (1962), de Roberto Farias, marco do cinema policial brasileiro. O sucesso alcançado no cinema a levou à televisão, primeiro nos teleteatros da Tupi e da Record, até que, em 1968, foi contratada para integrar sua primeira novela da Globo, “Passo dos Ventos”, de Janete Clair, e nunca mais precisou se preocupar com o desemprego – mesmo aposentada, ela continuava a ter contrato vigente com a emissora carioca, mais de 50 anos depois. Na Globo, tornou-se a primeira atriz negra a protagonizar uma novela, “A Cabana do Pai Tomás” (1969). E participou de cerca de 20 novelas, numa sequência de clássicos do gênero que inclui “O Homem que Deve Morrer” (1971), “Bicho do Mato” (1972), “O Bem Amado” (1973), “Os Ossos do Barão” (1973), “O Rebu” (1974), etc. Também integrou o elenco da novela que adaptou a obra que a consagrou em Veneza, “Sinhá Moça”, em 1986, e do remake da mesma, em 2006, ao mesmo tempo em que se manteve ativa no cinema – em filmes como “Um Homem Célebre” (1974), de Miguel Faria Jr., “Ladrões de Cinema” (1977), de Fernando Campos, “Jubiabá” (1986), de Nelson Pereira dos Santos, e “Um Copo de Cólera” (1999), de Aluizio Abranches, entre outros. Ruth de Souza ainda conquistou o prêmio de Melhor Atriz do Festival de Gramado em 2004, por sua atuação no filme “Filhas do Vento”, de Joel Zito de Araújo. Na ocasião, ela disse: “É uma alegria imensa ter o trabalho reconhecido. As pessoas dizem que abri portas, mas nunca parei para pensar sobre o assunto. Trabalhei muito nesses 70 anos de carreira. Nunca parei, o que é algo difícil para qualquer ator no mundo, ainda mais para um ator negro”. Incansável, a atriz seguiu acrescentando muitas obras à sua imensa filmografia. Entre seus últimos papéis, estão contribuições em filmes como “O Vendedor de Passados” (2015), de Lula Buarque de Hollanda, e “Primavera” (2018), de Carlos Porto de Andrade Junior, inédito em circuito comercial. Na TV, despediu-se vivendo a si mesma na série “Mister Braun” e com a minissérie “Se Eu Fechar Os Olhos Agora”, seu último papel. Ao longo de oito décadas dedicada à dramaturgia, Ruth de Souza se tornou um ícone para várias gerações. Virou parte integral da cultura brasileira. E foi até tema de homenagem de escola de samba, a carioca Santa Cruz, no carnaval deste ano. Lembrada com carinho pelos colegas de profissão, sua morte inundou as redes sociais de lamentações. “Aos 98 anos nossa amada partiu, deixando um legado, uma história incrível e portas abertas para muitos jovens artistas negros”, escreveu a atriz Zezé Motta.

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  • Filme,  Série

    Intérprete da Mônica no cinema já está fazendo novo filme e série

    27 de julho de 2019 /

    A atriz mirim Giulia Benite, que estreou no cinema como a Mônica de “Turma da Mônica – Laços”, vai dar prosseguimento na carreira com novos projetos. Ela está gravando a série “Segunda Chamada”, da TV Globo, em que interpreta a filha de Otávio Müller (“Benzinho”) e Hermila Guedes (“Era Uma Vez Eu, Verônica”). E começou a filmar a comédia cinematográfica “10 Horas para o Natal”. O elenco, inclusive, divulgou nas redes sociais várias fotos dos bastidores do filme (veja abaixo), que deve estrear em 5 de dezembro. No longa dirigido por Cris D’Amato (“É Fada!”), Giulia interpreta a quase homônima Julia, que se junta com seus irmãos, vividos por Pedro Miranda (do “The Voice Kids”) e Lorena Queiroz (de “Carinha de Anjo”), para tentar salvar o Natal da família, que perdeu a graça desde a separação dos pais. Luís Lobianco (“Segundo Sol”) e Karina Ramil (“Porta dos Fundos”) são os pais do trio principal.

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  • Série

    Morena Baccarin compartilha foto de sua primeira série brasileira

    23 de julho de 2019 /

    A atriz Morena Baccarin compartilhou no Instagram uma foto ao lado de Selton Mello para divulgar sua primeira série brasileira. Estrela de “Gotham” e “Deadpool”, ela entrou na 4ª temporada de “Sessão de Terapia” como a supervisora do psicanalista Caio, papel de Selton Mello – que também dirige a série. Nas três temporadas anteriores, exibidas pelo GNT, o ator Zecarlos Machado foi o protagonista, um terapeuta que atendia seus pacientes. Por conta de questões contratuais com a rede Record, ele precisou ser substituído nestes próximos episódios. Assim, Selton Mello, que já trabalhava como diretor na série, virou o novo protagonista. O resultado é um verdadeiro reboot, que também a trará estrela de Hollywood como coprotagonista. “Estou muito animada de compartilhar a minha primeira série brasileira com todo mundo. Ela é importante pra mim por muitas razões. Um elenco Incrível. Um diretor incrível, Selton Mello. E uma chance de retornar às minhas raízes”, ela escreveu na rede social. O papel em “Sessão de Terapia” será realmente o primeiro de Morena Baccarin numa produção brasileira. Nascida no Rio de Janeiro, mas radicada nos Estados Unidos desde os sete anos de idade, ela construiu sua carreira inteira em produções americanas, como as séries “Firefly”, “V” e “Homeland”, que lhe rendeu uma indicação ao Emmy. Ela chegou a ser convidada pela autora Glória Perez, em 2014, para protagonizar a série “Dupla Identidade”, mas conflitos de agenda inviabilizaram sua participação. Em entrevista realizada durante passagem pelo Brasil em maio do ano passado, Morena já havia falado de sua vontade de trabalhar no Brasil. “Adoraria! O problema mesmo é poder encaixar no cronograma. Fazendo ‘Deadpool’ e fazendo ‘Gotham’, eu não tenho muito tempo livre, mas um dia desses eu vou achar uma série que dá certinho”, afirmou. Ela ainda atua na série “The Flash”, mas num período mais flexível, já que se trata de trabalho de dublagem, como a voz da Inteligência Artificial Gideon. E com o final de “Gotham” no início do ano, sua agente abriu. “Sessão de Terapia” é a versão brasileira da série israelense “BeTipul”, criada por Hagai Levi, mais conhecida pela adaptação americana da HBO, intitulada “Em Terapia” (In Treatment). A versão brasileira é produzida pela Mooshot Pictures e estreia sua 4ª temporada em 2019 na Globoplay, plataforma de streaming da Globo. Ver essa foto no Instagram So excited to share my first Brazilian show with everyone. This one cuts deep for many reasons. Amazing cast. Incredible director @seltonmello. And a chance to return to my roots. Uma publicação compartilhada por Morena Baccarin (@morenabaccarin) em 22 de Jul, 2019 às 12:50 PDT

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  • Série

    Incêndio atinge produção de Desalma, série estrelada por Claudia Abreu e Cássia Kis

    12 de julho de 2019 /

    Um chalé onde estava hospedada parte da equipe de produção de “Desalma”, série original Globoplay, na cidade de São Francisco de Paula, no Rio Grande do Sul, pegou fogo na madrugada desta sexta-feira (12/7). O local foi rapidamente evacuado, mas, segundo comunicado da Globo, um funcionário da empresa terceirizada Drone Service se machucou ao sair do local, sendo socorrido e levado para a Santa Casa do município, onde está sendo atendido e realizando exames. A Globo afirma que o acidente não altera o planejamento de gravações da série, que encerra nesta sexta as gravações no Rio Grande do Sul. A partir da próxima semana, “Desalma” passa a ser rodada em locações no Rio de Janeiro. A produção é um drama sobrenatural escrito por Ana Paula Maia (“Deserto”) com direção de Carlos Manga Jr. (“Se Eu Fechar Os Olhos Agora”) e irá acompanhar os conflitos de três famílias ucranianas que vivem no Paraná. O elenco inclui Cláudia Abreu (“Berenice Procura”) em um dos papeis principais e Cássia Kis (“Redemoinho”) como uma feiticeira, mas a série terá como protagonista um adolescente de 12 anos que ainda não teve seu nome revelado. A 1ª temporada deve chegar ao Globoplay ainda neste ano e, mesmo antes da estreia, a atração já se encontra renovada para o segundo ano de produção.

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  • Etc,  Filme,  TV

    Rubens Ewald Filho (1945 – 2019)

    19 de junho de 2019 /

    O jornalista e crítico de cinema Rubens Ewald Filho morreu na tarde desta quarta-feira (19/6), Dia do Cinema Brasileiro, aos 74 anos. Ele estava internado em estado grave desde o dia 23 de maio, no Hospital Samaritano, em São Paulo, após sofrer um desmaio seguido de queda em uma escadaria rolante. Marta Giovanelli, assistente do jornalista, afirmou que a queda foi causada por uma arritmia cardíaca. Nascido em Santos, Rubens Ewald Filho era considerado um dos maiores nomes da crítica cinematográfica do país. Ainda criança, criou o hábito de anotar todos os filmes que via em um caderno, incluindo o nome do diretor, elenco, roteirista e outras informações. Este hábito deu origem ao lançamento dos primeiros guias de cinema do país. Estima-se que ele tenha assistido a mais de 37 mil filmes desde que começou a carreira no jornal A Tribuna, de Santos, em 1967. Em mais de 50 anos de atividade jornalística, passou por alguns dos maiores veículos de comunicação e emissoras de TV no país, tornando-se o grande responsável por popularizar o papel de crítico de cinema para os espectadores brasileiros, ao falar de maneira mais técnica – e ainda assim acessível – sobre filmes em vários canais da TV. Trabalhou na Globo, SBT, Record, Cultura e, nos últimos anos, no canal pago TNT. Seus comentários marcaram as transmissões do Oscar no país, especialmente em suas passagens pela rede Globo e TNT. Mas seu estilo ácido também alimentou polêmicas, tanto que, pela primeira vez em décadas, ele não foi o comentarista oficial da cerimônia em 2019. A TNT o deslocou para a internet, um ano após virar alvo de críticas – por comentar que a vencedora do Oscar Frances McDormand “não é bonita e deu um show de bebedeira no Globo de Ouro” e que a atriz trans Daniela Vega, estrela de “Uma Mulher Fantástica”, “na verdade é um rapaz”. Mas Rubens Ewald não foi apenas crítico. Ele se destacou como curador de diversos festivais brasileiros, de Gramado a Paulínia, ajudando a selecionar e lançar filmes com grande repercussão em alguns dos principais palcos do cinema nacional. Ele também foi autor. Escreveu as pornochanchadas “A Árvore dos Sexos” e “Elas São do Baralho”, dirigidas por Silvio de Abreu em 1977. E os dois assinaram juntos a novela “Éramos Seis”, adaptação do romance homônimo de Maria José Dupré, exibida na TV Tupi no mesmo ano. Do mesmo escritor, Rubens ainda adaptou “Gina” em 1978 para a Globo. Outras novelas de seu currículo incluem “Drácula, Uma História de Amor” (1980), uma das últimas produções da Tupi, que acabou concluída como “Um Homem Muito Especial” (1980) na Band, “O Pátio das Donzelas” (1982) e “Iaiá Garcia” (1982), ambas na TV Cultura. Ainda participou como ator de filmes clássicos da era da Embrafilme, como “A Herança” (1970), “Independência ou Morte” (1972), “A Casa das Tentações” (1975) e “Amor Estranho Amor” (1982), entre outros. Mais: foi diretor teatral das peças “O Amante de Lady Chatterley”, “Querido Mundo” e “Doce Veneno”… E, em sua atividade como crítico, lançou diversos livros, como “Dicionário de Cineastas”, “Cinema com Rubens Ewald Filho”, “Os 100 Maiores Cineastas”, “O Oscar e Eu” e “Os 100 Melhores Filmes do Século 20”. “Ele é o maior e mais respeitado crítico de cinema que o Brasil já teve, nos acompanhou nas 15 transmissões do Oscar na TNT. Sentiremos muito a sua falta”, registrou Silvia Fu Elias, Diretora Sênior de Conteúdo da Turner, em comunicado.

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  • Série

    Aruanas: Globosat divulga o trailer de sua série de ação amazônica de apelo internacional

    18 de junho de 2019 /

    A Globoplay divulgou o trailer de “Aruanas”, primeira série de ação e suspense passada na Amazônia. Com tema de denúncia social e preservação ecológica, a prévia acompanha um grupo de amigas ativistas, que se engaja contra uma mineradora na floresta para defender o meio-ambiente e passa a sofrer ameaças. As protagonistas são Débora Falabella (“O Beijo no Asfalto”), Leandra Leal (“Bingo: O Rei das Manhãs”), Tais Araújo (“O Roubo da Taça”) e Thainá Duarte (“Mundo Cão”, mas o elenco também destaca Camila Pitanga (“Eu Receberia as Piores Notícias dos seus Lindos Lábios”), que retorna a uma produção da Globo três anos após testemunhar a morte do amigo e ator Domingos Montagner, durante intervalo de gravação da novela “Velho Chico”. Ela interpreta a vilã da história. Coprodução da Maria Farinha Filmes, a série criada por Estela Renner e Marcos Nisti (que trabalharam juntos no documentário “The Beginning of Life”) tem direção artística de Carlos Manga Jr. (“Se Eu Fechar Os Olhos Agora”) e direção geral da própria Estela Renner. O detalhe é que o lançamento será internacional. “Aruanas” exibe sua première mundial nesta terça (18/6) em Londres, seguida por uma apresentação em Nova York, no dia 24 de junho, e em São Paulo, dia 27 de junho. Toda a 1ª temporada será disponibilizada em 2 de julho na Globoplay, mas os capítulos também estarão disponíveis por meio de VOD (em www.aruanas.tv) para o público de mais de 150 países, com legendas em 11 idiomas. Como o tema da série debate a preservação da biodiversidade, a crise ambiental mundial e a valorização do trabalho de ativistas, 50% das vendas serão doadas para uma iniciativa (ainda não divulgada) de proteção da floresta amazônica. Para completar, o primeiro episódio irá ao ar na rede Globo no dia 3 de julho.

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  • Série

    Globo cancela Ilha de Ferro antes da estreia da 2ª temporada

    13 de junho de 2019 /

    O Grupo Globo cancelou “Ilha de Ferro”, série mais cara já feita no Brasil, que exibiu apenas seu piloto na TV e tinha recém-encerrado as gravações de sua 2ª temporada. Produção original mais badalada da Globoplay, lançada em novembro do ano passado com grande repercussão, “Ilha de Ferro” transformou-se também na primeira atração cancelada da plataforma. A explicação da Globoplay para o cancelamento foi sucinta: “porque preferiu encomendar novos originais”. Assim, os cenários da série, inclusive a plataforma de petróleo de 3 mil m² que foi reproduzida nos Estúdios Globo, no Rio de Janeiro, com um custo estimado de R$ 2 milhões, já começaram a ser desmontados. A decisão surpreendeu a equipe. Segundo a colunista Patrícia Kogut, do jornal O Globo, a sala de roteiristas já trabalhava na 3ª temporada quando recebeu a ordem de parar. O trabalho desenvolvido foi para o lixo. Apesar de não divulgar números, na época do lançamento, a plataforma de streaming da Globo indicou que a série tinha entrado no top 5 de seus programas mais vistos, com audiência próxima das novelas da emissora. Além disso, a produção conquistou aval internacional, ao ser elogiada pela revista americana Variety, numa reportagem que considerou “Ilha de Ferro” uma das melhores séries estrangeiras do ano. Mas o texto elogioso já chamava atenção para o fato de ser uma aposta arriscada da Globo, porque cara demais. A produção acompanhava o cotidiano de profissionais de uma plataforma de petróleo, alterando-se entre dramas no isolamento do alto-mar e dilemas envolvendo suas famílias em terra firme. O investimento elevado incluía cenas de ação, como uma queda de helicóptero no mar e acordo com a Marinha brasileira para utilização de navios e equipamentos. Escrita por Adriana Lunardi e o já falecido Max Mallmann, com supervisão de Mauro Wilson, a série tinha direção do cineasta Afonso Poyart (“Mais Forte que o Mundo: A História de José Aldo”) e destacava no elenco Cauã Reymond (“Não Devore Meu Coração”), Maria Casadevall (“Mulheres Alteradas”), Sophie Charlotte (“Reza a Lenda”), Klebber Toledo (série “A Fórmula”), Osmar Prado (minissérie “Nada Será Como Antes”) Taumaturgo Ferreira (“Os Parças”), Jonathan Azevedo (novela “A Força do Querer”), Milhem Cortaz (“O Lobo Atrás da Porta”) e Moacyr Franco (“Como se Tornar o Pior Aluno da Escola”). Além disso, Mariana Ximenes (“Uma Loucura de Mulher”), Eriberto Leão (“De Pernas pro Ar 2”) e Romulo Estrela (“Entre Irmãs”) entraram na 2º temporada, ainda inédita. A agora última temporada teve suas gravações encerradas em março e deve estrear “ainda neste ano”. As informações entre aspas são de um comunicado da Globo publicado pelo site Notícias da TV. O texto informa que “Afonso Poyart é [um profissional] de mercado. Estará conosco em outros projetos. A 2ª temporada de ‘Ilha de Ferro’ já está pronta e deve estrear no Globoplay ainda este ano. O Globoplay não renovou a 3ª temporada da série porque preferiu encomendar novos originais”.

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  • Etc

    Assassinato do jovem ator de Chiquititas teria sido premeditado

    10 de junho de 2019 /

    O assassinato do jovem ator Rafael Miguel (da novela “Chiquititas”) e seus pais, no domingo (9/6), está sendo investigado pela polícia de São Paulo como homicídio premeditado. Segundo informações do boletim de ocorrência, trazidas à tona pelo UOL, o comerciante Paulo Cupertino Matias chegou armado com a intenção de matar a todos. O rapaz e seus pais tinham ido à casa da namorada de Rafael para discutir o relacionamento do casal, juntos há mais de um ano. Estavam conversando com a jovem e a mãe dela, quando o pai, Paulo Curpertino Matias, chegou disparando contra as vítimas, que morreram no local. O caso é investigado pelo 98º Distrito Policial (Jardim Miriam) e as equipes estão em diligência para localizar e prender o autor do crime, que se encontra foragido. A namorada de Rafael Miguel, Isabela Tibcherani, publicou uma homenagem ao ator em suas redes sociais. “Só queríamos ser livres pra amar, sem medida. Queríamos explorar o mundo e explorar a vida. Crescer, lado a lado, como um só”, afirmou. Em sua primeira entrevista após o crime, com o apresentador do Balanço Geral São Paulo, Reinaldo Gottino, a jovem de 18 anos disse que o pai tinha um ciúme possessivo e confirmou que ele planejou o crime. “Meu pai tem um ciúme possessivo, doentio. Ele é misógino, agressor, odeia mulheres e acha que mulher só serve para lavar, passar e cozinhar”, disse Isabela. Questionada se esperava que o pai cometesse o ato, ela disse que no máximo acreditava que ele poderia arrumar uma briga com socos. “Ainda não consigo acreditar, mas estou me esforçando. Juro que o máximo que pensei que fosse possível era meu pai sair na mão. Mas quando eles [Rafael e os pais] chegaram, ele me mandou entrar e começou a atirar”, contou. Isabela também desmentiu a informação de que estaria grávida. “Chegaram a dizer que eu estava grávida, que eles estavam indo pra esclarecer a gravidez, o que não é verdade”. Aparentemente, o casal queria morar junto. E isso precipitou a crise de violência do pai, que não aceitava. “A gente tinha muita fé que tudo ia acabar da melhor forma, que tudo ia se resolver e fazendo planos para morarmos juntos. Passamos a noite do dia 8 juntos, nos divertimos bastante. Foi o melhor dia das nossas vidas, do nosso namoro de um ano e dois meses”, revelou a jovem.

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  • Etc,  Série,  TV

    Rafael Miguel (1996 – 2019)

    10 de junho de 2019 /

    O ator Rafael Miguel, de 22 anos, que interpretou Paçoca na novela “Chiquititas”, do SBT, foi assassinado junto de seus pais, João Alcisio Miguel, de 52 anos, e Miriam Selma Miguel, de 50, na tarde de domingo (9/6) em São Paulo. Rafael e sua família foram até a casa da namorada dele, Isabela Tibcherani, de 18 anos, na Estrada do Alvarenga, no bairro Pedreira, na zona sul da Capital, e foram mortos à tiros por volta das 13h55. De acordo com a Secretaria de Segurança de São Paulo, o caso é investigado pelo 98º Distrito Policial (Jardim Miriam) e as equipes estão em diligência para localizar e prender o autor do crime. Segundo informações do portal G1, o autor do crime seria o pai da namorada de Rafael. O rapaz e seus pais tinham ido ao local para discutir o relacionamento do casal, juntos há mais de um ano. Estavam conversando com a jovem e a mãe dela, quando o pai, Paulo Curpertino Matias, chegou armado e disparou contra as vítimas. O nome completo do jovem era Rafael Henrique Miguel. Ele ficou conhecido por um comercial feito durante sua infância, em que pedia para a mãe comprar brócolis. O sucesso do vídeo de 2004 lhe abriu as portas na TV. Com 10 anos, ele fez sua primeira novela: “Cristal” (2006), no SBT. E emendou com participações, no mesmo ano, na minissérie “JK” e na novela “Pé na Jaca”, na Globo. Ainda integrou o elenco do premiado filme “Meu Mundo em Perigo” (2007), de José Eduardo Belmonte, e de mais duas produções da Globo – o telefilme “O Natal do Menino Imperador” e a novela “Cama de Gato” (ambos de 2008) – antes de voltar para o SBT, onde foi se destacar na versão mais recente de “Chiquititas”. Lançada em 2013, a produção fez enorme sucesso e ficou no ar por dois anos, totalizando 545 capítulos. “Lamentamos e estamos muito tristes com a notícia”, disse o canal em nota. Vários atores de “Chiquititas” e a colegas de SBT se manifestaram nas redes sociais. “Meu Deus… tentando entender o que não quero e não consigo entender… Assassinaram o Rafael Miguel… um menino… um garoto com a vida…”, escreveu Carla Fioroni, que contracenou com Rafael na novela.

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