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  • Etc,  Filme,  TV

    Heloísa Raso (1955 – 2019)

    1 de novembro de 2019 /

    A atriz Heloísa Raso, conhecida de novelas clássicas da Globo, morreu na quinta-feira (31/11) aos 64 anos. Ela estava internada no Hospital Samaritano, no Rio de Janeiro, mas o hospital ainda não confirmou a causa da morte. Apesar de afastada há mais de 20 anos das telas, Heloísa construiu uma carreira marcada por papéis em telenovelas de sucesso da rede Globo. Seu primeiro trabalho foi na novela “O Grito”, em 1975, e logo após ela apareceu no fenômeno “Estúpido Cupido” (1977), partindo em seguida para o cinema. Ela apareceu em cinco filmes no curto espaço de dois anos, entre eles a comédia discothèque “Sábado Alucinante” (1979), de Claudio Cunha, e a comédia caipira “A Banda das Velhas Virgens” (1979), de Mazzaropi. Voltou para a TV na novela “As Três Marias” (1980) e ainda fez “Sassaricando” (1987), “Lua Cheia de Amor” (1990), “Felicidade” (1992) e “Anjo de Mim” (1996). Heloísa Raso também tinha diploma de bailarina clássica pela Royal Academy de Londres e graduação em Belas Artes pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e pelo Actors Studio em Nova York. Fez dublagem, fotonovelas e radionovelas, e ainda foi cantora. Fez shows e gravou um disco ao lado do então marido Sebastião Tapajós, nos anos 1970. Após abandonar a carreira, casou-se novamente e tornou-se empresária do ramo de anúncios publicitários em táxis e ônibus.

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  • TV

    Globo lança Sessão Globoplay para exibir séries da plataforma de streaming na televisão

    30 de outubro de 2019 /

    O grupo Globo resolveu promover sua plataforma de streaming com um programa na TV aberta. Com estreia nesta sexta (1/11), a chamada “Sessão Globoplay” vai se dedicar a exibir episódios das séries internacionais disponibilizados no serviço de streaming. No primeiro programa, a emissora transmitirá o episódio inaugural de “Whiskey Cavalier”, chamada na tradução brasileira de “Jogo de Espiões”. A série estrelada por Lauren Cohan (“The Walking Dead”) tem apenas uma temporada e já foi cancelada nos Estados Unidos. Todos os 13 episódios serão exibidos, semanalmente, na Sessão Globoplay, que após queimar o material deve disponibilizar outra atração de seu catálogo de straming. Vale lembrar que a Globo exibiu com sucesso o piloto da série “Manifest” no horário da “Tela Quente”, e a produção atraiu um grande público, rendendo uma das maiores audiências do horário. O resultado foi impressionante. O piloto atingiu cerca de 28 pontos no Ibope Kantar, tanto no Rio quanto em São Paulo, um dos melhores resultados do ano da “Tela Quente”. Isto representou audiência superior à registrada pela novela “Éramos Seis” e muito acima da performance de todas as atrações dos outros canais em seu horário. Embora siga a cartilha da Netflix de não revelar o público de sua plataforma de streaming, a Globoplay compartilhou com a imprensa que o buchicho fez “Manifest” atingir consumo 56% superior a “The Good Doctor”, que antes era considerada a série mais vista da plataforma. Segundo o jornal do grupo, a produção estrangeira passou até a novela “A Dona do Pedaço” em horas de consumo em streaming.

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  • Etc,  Série,  TV

    Jorge Fernando (1955 – 2019)

    28 de outubro de 2019 /

    O ator e diretor Jorge Fernando morreu no domingo (27/10), aos 64 anos, após dar entrada no Hospital CopaStar, em Copacabana, devido a uma parada cardíaca. Ele vinha se recuperando de um AVC (acidente vascular cerebral), que sofreu há dois anos, e tinha inclusive retomado a carreira, como ator e diretor da novela “Verão 90”, encerrada em julho passado. Jorge começou a atuar na escola onde estudava no Méier, Zona Norte do Rio, e se lançou em meio ao boom do teatro besteirol, estreando como ator profissional em 1976, na peça “As Mil e uma Encarnações de Pompeu Loredo”, de Mauro Rasi e Vicente Pereira. A carreira televisiva começou dois anos depois, como ator na série “Ciranda, Cirandinha”, de 1978, no papel de Reinaldo (Rei). Mas ele não queria ficar só na frente das câmeras. Mostrando sua versatilidade, no mesmo ano estrelou e dirigiu a peça “Zoológico” e foi assistente de direção do filme “Na Boca do Mundo”. Ele fez transição para as novelas com um papel de destaque em “Pai Herói” (1979), onde viveu o antagonista de Tony Ramos. Mas ao atuar em sua novela seguinte, “Água Viva” (1980), passou a se interessar mais pelo trabalho atrás das câmeras, acumulando sem créditos o papel de co-diretor. Sua estreia oficial como diretor da Globo aconteceu logo em seguida, em “Coração Alado”, de Janete Clair, em 1980. Ao todo, ele dirigiu 34 novelas, minisséries e séries. Um dos seus sucessos mais marcantes foi “Guerra dos Sexos” (1983), escrita por Sílvio de Abreu, que tinha como protagonistas Fernanda Montenegro e Paulo Autran (seu pai em “Pai Herói”). O tom de humor que ajudou a imprimir na produção acabou virando sua marca, e por um bom tempo determinou o estilo das novelas das 19h. Ele próprio assinou a direção de alguns dos maiores sucessos do horário, como “Vereda Tropical” (1984), “Cambalacho” (1986), “Brega & Chique” (1987) e “Que Rei Sou Eu?” (1989), antes de fazer sua transição para o “horário nobre” com “Rainha da Sucata” (1990), mais uma parceria bem-sucedida com o escritor Sílvio de Abreu. A partir daí, passou a transitar entre os dois horários, assinando hits pela noite inteira da Globo, de “Vamp” (1991), às 19h, até “A Próxima Vítima” (1995), às 20h, que fez o Brasil parar para debater a identidade de seu grande assassino. Consagrado como diretor de novelas, passou a se desafiar com outros formatos. Dirigiu séries (“Armação Ilimitada”, “Sai de Baixo”), programas infantis (“Angel Mix”, “Gente Inocente”), de variedades (“Não Fuja da Raia”, “TV Xuxa”) e foi redefinir o horário das 18h com “Chocolate com Pimenta” (2003), de Walcyr Carrasco, com quem trabalhou em mais quatro folhetins, entre eles “Alma Gêmea” (2004), que bateu recorde de audiência do horário. O último foi “Êta Mundo Bom!”, em 2016. Esteve à frente, também, dos remakes de “Ti Ti Ti” (2010) e da própria “Guerra dos Sexos” (2012). E estabeleceu uma parceria criativa com o casal Fernanda Young e Alexandre Machado em duas séries de comédia, “Nada Fofa” (2008) e “Macho Man” (2011). Além de dirigir, ele também estrelou a última produção no papel principal, como um ex-gay determinado a provar sua heterossexualidade. Para completar, trouxe sua mãe, Hilda Rebello, para atuar em algumas novelas que dirigiu, permitindo-lhe início tardio de uma vida artística, reprimida na juventude. Sua carreira, entretanto, não coube inteira na TV. Jorge Fernando também desenvolveu diversos trabalhos no cinema e no teatro. Dirigiu (e atuou em) “Sexo, Amor e Traição” (2004), “Xuxa Gêmeas” (2006) e “A Guerra dos Rocha” (2008), além de aparecer no clássico “Alma Corsária” (1993), de Carlos Reichenbach, e no blockbuster “Se Eu Fosse Você” (2006), de Daniel Filho. No palco, esteve à frente de sucessos do teatro besteirol, comandou Cláudia Raia no musical “Não Fuja da Raia”, coordenou a adaptação teatral de “Vamp” e criou a peça autobiográfica “Salve Jorge”, com histórias que marcaram sua trajetória profissional. Sua vida se multiplicou em arte.

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  • Música

    Johnny Massaro vira rockstar no novo clipe de Bárbara Ohana

    25 de outubro de 2019 /

    Bárbara Ohana lançou um novo clipe, mas quem aparece cantando no vídeo de “Chains” é o ator Johnny Massaro (“Filhos da Pátria”). Ele vive um(a) rockstar atormentado(a) pela solidão e conflitos sexuais, dublando a sobrinha de Cláudia Ohana na produção. A cantora criou a música para um projeto de moda em parceria com Rafael Nascimento, diretor criativo da grife Another Place. A composição embalou o curta-metragem “Looking For A New Place To Begin”, apresentado no desfile da marca durante a São Paulo Fashion Week, na última sexta-feira (18/10). E agora vira disco digital (o EP “Looking For a New Place To Begin – Original Soundtrack”, junto a mais três faixas inéditas) e clipe, com direção de Henrique Sauer (também de “Filhos da Pátria”). Assim como o ator e o diretor, a cantora também é conhecida das produções da Globo. Ela emplacou a música “Golden Hours” na trilha da novela “Verdades Secretas”. A expectativa é que seu novo álbum seja lançado no primeiro semestre de 2020. Em fevereiro, ela sairá em turnê nos Estados Unidos junto à marca Another Place, divulgando o EP em um projeto que une música e moda, com apresentações em cidades como Nova York, Los Angeles e New Orleans.

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  • Série

    Ilha de Ferro: Trailer da última temporada tem excesso de ação, tiros e explosões

    23 de outubro de 2019 /

    O Globoplay divulgou fotos e um trailer trepidante da 2ª e última temporada de “Ilha de Ferro”, série mais cara já feita no Brasil, que retorna em streaming. A prévia tem excesso de ação, tiros e explosões. Produção original mais badalada do serviço de streaming da Globo, lançado em novembro do ano passado com grande repercussão, “Ilha de Ferro” transformou-se também na primeira atração cancelada da plataforma. A explicação da Globoplay para o cancelamento foi sucinta: “porque preferiu encomendar novos originais”. O detalhe é que, meses antes, os produtores receberam sinal verde para desenvolver os roteiros da 3ª temporada, que acabaram jogados no lixo. Até os cenários da série, inclusive a plataforma de petróleo de 3 mil m² que foi reproduzida nos Estúdios Globo, no Rio de Janeiro, com um custo estimado de R$ 2 milhões, já foram desmontados. Apesar de não divulgar números, na época do lançamento, a plataforma de streaming da Globo indicou que a série tinha entrado no top 5 de seus programas mais vistos, com audiência próxima das novelas da emissora. Além disso, a produção conquistou aval internacional, ao ser elogiada pela revista americana Variety, numa reportagem que considerou “Ilha de Ferro” uma das melhores séries estrangeiras do ano. Mas o texto elogioso já chamava atenção para o fato de ser uma aposta arriscada da Globo, porque cara demais. A produção acompanha o cotidiano de profissionais de uma plataforma de petróleo, alterando-se entre dramas no isolamento do alto-mar e dilemas envolvendo suas famílias em terra firme. O investimento elevado incluía cenas cinematográficas, como uma queda de helicóptero no mar, e um acordo com a Marinha brasileira para utilização de navios e equipamentos. Não se sabe se o novo governo mudou de ideia em relação à parceria e descontinuou o auxílio da Marinha. Em várias intervenções, o presidente Bolsonaro afirmou considerar a imprensa, em particular a Folha de S. Paulo e o grupo Globo, como sua inimiga. Escrita por Adriana Lunardi e o já falecido Max Mallmann, com supervisão de Mauro Wilson, a série tinha direção do cineasta Afonso Poyart (“Mais Forte que o Mundo: A História de José Aldo”) e destacava no elenco Cauã Reymond (“Não Devore Meu Coração”), Maria Casadevall (“Mulheres Alteradas”), Sophie Charlotte (“Reza a Lenda”), Klebber Toledo (série “A Fórmula”), Osmar Prado (minissérie “Nada Será Como Antes”) Taumaturgo Ferreira (“Os Parças”), Jonathan Azevedo (novela “A Força do Querer”), Milhem Cortaz (“O Lobo Atrás da Porta”) e Moacyr Franco (“Como se Tornar o Pior Aluno da Escola”). Além disso, Mariana Ximenes (“Uma Loucura de Mulher”), Eriberto Leão (“De Pernas pro Ar 2”) e Romulo Estrela (“Entre Irmãs”) entraram na 2º temporada. A última temporada teve suas gravações encerradas em março e estreia na sexta-feira (25/10) em streaming.

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  • Filme,  Música

    Patricio Bisso (1957 – 2019)

    15 de outubro de 2019 /

    O artista argentino Patricio Bisso morreu no domingo passado (13/10) em Buenos Aires, após sofrer um ataque cardíaco, aos 62 anos. Natural da capital argentina, Bisso mudou-se para a cidade de São Paulo aos 17 anos, no fim dos anos 1970, e teve a maior parte de sua carreira no Brasil. Ele se projetou inicialmente como ilustrador, publicando seus trabalhos no jornal Folha de S. Paulo, mas logo se tornou um ícone na noite LGBTQIA+ paulistana por suas performances de humor, na maioria das vezes travestido. Uma das personagens que criou nesses shows foi até parar na Globo, a russa Olga del Volga, sexóloga e conselheira sentimental. Além de personagens próprios, ele recriava nos shows o visual de divas da música internacional dos anos 1950 e 1960, como Connie Francis e Gigliola Cinquetti. Acompanhado pela banda Os Boko Mokos e pelo trio vocal As Notas Pretas, seu show “Louca Pelo Saxofone” estreou em 1985 e ficou anos em cartaz. No ano passado, o selo Discobertas relançou pela primeira vez em CD o álbum “Louca pelo Saxofone”, derivado do show, que serve como testamento de sua genialidade. Bisso quase materializou uma carreira musical, participando do movimento de músicos Vanguarda Paulista, mas foi mais consistente como ator de cinema, atividade iniciada em “Maldita Coincidência” (1979), de Sergio Bianchi. Ele participou de clássicos da filmografia nacional, como “Das Tripas Coração” (1982), de Ana Carolina, “O Homem do Pau-Brasil” (1982), de Joaquim Pedro de Andrade, “Onda Nova” (1983) e “A Estrela Nua” (1984), ambos da dupla José Antonio Garcia e Ícaro Martins, antes de levar Olga del Volga para a Globo, na novela “Um Sonho a Mais” (1985). A versão Olga de Patricio também foi uma convidada frequente do programa de Hebe Camargo, o que acabou lembrado no longa “Hebe – A Estrela do Brasil”, atualmente em cartaz. Bisso também atuou e foi figurinista do filme “O Beijo da Mulher-Aranha” (1985), de Hector Babenco, e seguiu trabalhando com os figurões do cinema brasileiro, como Bruno Barreto, em “Além da Paixão” (1986), e Cacá Diegues em “Dias Melhores Virão” (1989), até sair do Brasil. Na época, dizia que tinha se cansado, por não conseguir dinheiro para projetos mais ambiciosos, como um longa-metragem focado em Olga Del Volga. Mas a gota d’água pode ter sido sua prisão em flagrante na noite de 3 de dezembro de 1994. Ele acabava de terminar a temporada do show “Bissolândia”, o mais elaborado de sua carreira, em que recriava canções dos personagens da Disney, quando foi preso por sexo com dois outros homens em plena praça Roosevelt, no centro de São Paulo. Passou a noite em cana, pagou fiança e saiu dizendo ter apanhado na delegacia. Em seguida, voltou a morar em sua Buenos Aires natal, no mesmo prédio de sua mãe, praticamente sumindo do mundo pop. Mesmo assim, voltou a trabalhar com o conterrâneo Babenco em 2007, desenhando figurinos do filme “O Passado”, em que o cineasta também voltou (provisoriamente) à Argentina em que nasceu. E chegou a ensaiar uma volta por cima com o musical satírico “Castronauts”, que ele concebeu. Após ser exibido em um festival em Nova York, Bisso planejava em transformá-lo em filme. Mas foi outro projeto frustrado. Nos últimos anos, ele passou a compartilhar seu humor ácido, acompanhado por ilustrações sessentista e referências à iconografia das pin-ups, com os seguidores de seu perfil no Facebook, onde, de forma significativa, sempre escrevia em português. Seu último post foi publicado no sábado (12/10).

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  • Série

    Brasil disputa cinco prêmios no Emmy Kids Internacional

    14 de outubro de 2019 /

    Cinco produções brasileiras foram selecionadas para a disputa do Emmy Kids Internacional 2019. A premiação, que reconhece atrações infantis da TV mundial, teve seus indicados anunciados nesta segunda-feira (14/10) pela Academia da Televisão e premiará os vencedores em 31 de março numa cerimônia em Cannes, na França. Duas das indicações brasileiras são da série teen “Malhação”, da Globo. Vencedora do Emmy Kids 2018 com a temporada “Viva da Diferença”, a novelinha volta a concorrer como Melhor Série por “Vidas Brasileiras”. A trama contou a história de Gabriela Fortes (Camila Morgado), uma professora brasileira idealista que ultrapassava os limites da escola para entender cada um de seus alunos. A cada 15 dias, a trama mergulhava na vida de um dos alunos. A história tratou de temas como drogas, machismo, idealização do corpo, racismo, assédio, intolerância religiosa e maternidade precoce, entre outros. A segunda indicação veio pela ação “Malhação Ao Vivo”, do site Gshow, que trazia o elenco da série, ao lado de influenciadores digitais, fãs e especialistas, discutindo os acontecimentos da trama em transmissões nas redes sociais. “Malhação Ao Vivo” concorre na categoria de conteúdo digital. Os demais indicados são a 3ª temporada de “Irmão do Jorel”, do Cartoon Network, que concorre como Melhor Série de Animação, “The Voice Kids”, indicado na categoria de reality show pelo terceiro ano, e o documentário “Nosso Sangue, Nosso Corpo”, da Fox, que desmistifica a menstruação e foi indicado como Melhor Conteúdo Factual. Confira abaixo a lista completa das indicações. Melhor Série Infantil De Regels van Floor (Holanda) Guru Paarvai 4 (Cingapura) Jamie Johnson (Reino Unido) Malhação: Vidas Brasileiras (Brasil) Melhor Série de Animação Grizzy et les Lemmings (França) Irmão do Jorel (Brasil) Lamput (Índia) Zog (Reino Unido) Melhor Telefilme ou Minissérie Der Krieg und ich (Alemanha) Jacqueline Wilson’s Katy (Reino Unido) Joe All Alone (Reino Unido) Just Dance (Coreia do Sul) Melhor Conteúdo Pré-Escolar Animanimals (Alemanha) Bluey (Austrália) Petit (Chile) SuperWings Mission Teams (Coreia do Sul) Melhor Conteúdo Digital Lik Meg (Noruega) Malhação Ao Vivo (Brasil) MarcoPolo World School (Reino Unido) Ultra Nyt (Dinamarca) Melhor Conteúdo Factual My Life: Hike to Happiness (Reino Unido) Nosso Sangue, Nosso Corpo (Brasil) Ultras Like-Eksperiment (Dinamarca) What’s New? (Nigéria) Melhor Reality Show Hua Na Ha Kuob (Tailândia) Lego Masters (Reino Unido) Nachtraven (Bélgica) The Voice Kids (Brasil)

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  • Filme

    Carcereiros – O Filme parece thriller de ação americano em nova prévia

    8 de outubro de 2019 /

    A Imagem Filmes divulgou dois pôsteres e o segundo trailer de “Carcereiros – O Filme”, longa derivado da série de sucesso da Globo, que traz Rodrigo Lombardi de volta ao papel do agente penitenciário Adriano. A prévia está mais para filme de ação americano que para drama prisional nacional, com muitos tiroteios, num franco contraste com a narração de ditado escolar feita por Giovanna Rispoli, no papel da filha de Adriano. Apesar do título pouco esclarecedor, a produção não é uma reedição para cinema de um par de episódios televisivos. A trama é inédita, concebida para a tela grande por Marçal Aquino, Fernando Bonassi, Dennison Ramalho e Marcelo Starobinas, autores da série, e se passa ao longo de uma noite intensa. O personagem vivido por Lombardi precisa deixar seus dilemas familiares de lado com a chegada de um prisioneiro especial, Abdel (Kaysar Dadour, ex-“BBB”), um perigoso terrorista internacional, que acrescenta ainda mais tensão ao presídio, em eterna prontidão por conta da luta entre duas facções criminosas. No meio disso, armamento pesado vai parar na mão dos criminosos, que organizam uma fuga armada. O elenco também inclui Milton Gonçalves e Tony Tornado, repetindo seus papéis da série, além de Dan Stulbach (“O Vendedor de Sonhos”), Rômulo Braga (“Elon Não Acredita na Morte”), Jackson Antunes (“Mais Forte que o Mundo: A História de José Aldo”), Rainer Cadete (“Cine Holliúdy 2: A Chibata Sideral”) e Bianca Müller (“O Escaravelho do Diabo”). Com direção de José Eduardo Belmonte (“Alemão”), que também trabalha na série, o filme estreia em 28 de novembro nos cinemas.

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  • Série

    Segunda Chamada: Trailer da nova série da Globo é uma tragédia atrás da outra

    1 de outubro de 2019 /

    Preparem os lencinhos descartáveis. A Globo divulgou quase 40 fotos e um trailer de 11 minutos de duração da nova série “Segunda Chamada”. A prévia tem tom tão dramático que pode ser considerada uma coleção de tragédias. Apesar disso, suas histórias são claramente extraídas do noticiário real. Em contraste com a boa vida dos protagonistas ricos das novelas da emissora, “Segunda Chamada” acompanha apenas personagens da classe trabalhadora. A trama gira em torno de professores e estudantes de uma escola noturna de Ensino Médio em São Paulo. A trama aborda diversos problemas sociais atuais, de aborto clandestino aos imigrantes venezuelanos, ilustrados por uma coleção de alunos que não se vê na Escolinha do Professor Raimundo, incluindo mãe adolescente que leva bebê pra escola, prostituta que enfrenta bullying, crentes que condenam tudo, aluno traficante que leva arma pra aula e até travesti vítima de homofobia. O elenco inclui Paulo Gorgulho (“O Matador”) como diretor da escola, Debora Bloch (“Justiça”), Hermila Guedes (“Paraíso Perdido”), Silvio Guindane (“1 Contra Todos”), Thalita Carauta (“S.O.S.: Mulheres ao Mar”), como professores, além de uma grande diversidade de intérpretes de alunos, familiares, amantes e professores substitutos, incluindo Nanda Costa (“Entre Irmãs”), Carol Duarte (“A Vida Invisível”), Caio Blat (“Califórnia”),Marcos Winter (“Magnífica 70”), Otávio Müller (“Benzinho”), José Dumont (“Tungstênio”), Felipe Simas (“Os Dias Eram Assim”), Mariana Nunes (“Divino Amor”), Teca Pereira (“Trash”) e Linn da Quebrada (“Corpo Elétrico”), que deve roubar as cenas como a travesti da trama. A série é uma criação de Carla Faour e Julia Spadaccini (roteiristas de “Chacrinha: O Velho Guerreiro”), com direção artística de Joana Jabace (“Filhos da Pátria”), e estreia na próxima terça-feira (8/10) por volta das 22h.

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  • Filme

    As Five: Conheça a premissa da série derivada de Malhação: Viva a Diferença

    20 de setembro de 2019 /

    Surgiram os primeiros detalhes de “As Five”, série teen derivada de “Malhação: Viva a Diferença”, que vai continuar a história mais bem-sucedida da novelinha da Globo, premiada com o Emmy Kids Internacional. O cineasta Cao Hamburger (de “O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias” e “Xingu”) está escrevendo os episódios do spin-off, que vai mostrar o que aconteceu com as “Five”, as cinco protagonistas da história original – no final da novelinha, cada uma seguiu um rumo diferente. A trama vai se passar uma década depois dos acontecimentos de “Malhação: Viva a Diferença” (que foi ao ar no ano passado!), acompanhando o reencontro das cinco amigas. Algumas mudaram de cidade, outras se casaram e tem até quem virou mãe, mas elas não se veem há muitos anos. Infelizmente, o motivo do reencontro será um enterro – de Mitsuko (Lina Agifu), mãe de Tina (Ana Hikari). Tina continua morando em São Paulo e virou uma produtora musical ao lado do namorado, Anderson (Juan Paiva). Quando a notícia da morte de sua mãe chega nas amigas, ela recebe apoio das quatro para superar o momento difícil. Mas logo vai ficar claro que cada uma delas também atravessa uma crise particular. A primeira a aparecer é Keyla (Gabriela Medvedovski), que também ficou em São Paulo. Por conta da criação do filho, agora na fase de pré-adolescência, a jovem teve de abandonar os estudos e apenas trabalha para criar o filho. Não está claro como a série irá tratar a separação de Keyla com Tato (Matheus Abreu), já que o ator não estará na série. Benê (Daphne Bozaski), por sua vez, vem do Rio de Janeiro, onde também trabalha com música ao lado do marido. Ela se casou com Guto (Bruno Gadiol) e vem superando a cada dia suas crises de Asperger. A amiga Lica (Manoela Aliperti) continua envolvida com Samantha (Giovanna Grigio) e ambas viraram importantes influenciadoras digitais do Brasil. Elas são muito amigas de MB (Vinícius Wester), que virou dono de um restaurante. A última a se reenturmar é Ellen (Heslaine Vieira), que se mudou do Brasil logo que terminou os estudos e está há 10 anos nos EUA. A jovem chega para o enterro e leva a tiracolo o novo namorado, surpreendendo as amigas. Com o reencontro, as amigas vão relembrar da juventude em que eram inseparáveis e, a partir daí, uma vai ajudar a outra a superar a atual crise que cada uma atravessa. Em ritmo intenso de gravação, “As Five” tem previsão de estreia para o começo de 2020 no Globoplay.

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  • Série

    Brasil tem nove indicados ao prêmio Emmy Internacional

    19 de setembro de 2019 /

    A premiação do Emmy Internacional, que reconhece os melhores da televisão mundial (fora dos EUA), divulgou nesta quinta (19/9) os concorrentes para sua edição deste ano, com indicações de 21 países. E nove representantes brasileiros estão na disputa por estatuetas. Os destaques individuais da lista são para Marjorie Estiano, que concorre na categoria Melhor Atriz por sua atuação na 2ª temporada de “Sob Pressão”, da Globo, e Raphael Logam, que disputa como Melhor Ator pela série “Impuros”, da Fox. Entre as obras de ficção, “1 Contra Todos”, da Fox, foi indicado como Melhor Série Dramática, “Se Eu Fechar Os Olhos Agora”, da Globo, com Débora Falabella, Mariana Ximenes e Murilo Benício, concorre como melhor Minissérie, o “Especial de Natal Porta dos Fundos”, produzido para a Netflix, na categoria de Comédia, e a série “Magnífica 70” como melhor produção de língua não-inglesa exibida na TV americana – na HBO. A premiação ainda inclui produções brasileiras nas categorias de Documentário (“A Primeira Pedra”, do Futura), Programa de Arte (“Ópera Aberta – Os Pescadores de Pérolas”, da HBO) e Série Curta (“Hack the City”, da National Geographic). Além destas, a produção britânica “McMafia”, que inclui o brasileiro Caio Blat em seu elenco, disputa o troféu de Melhor Série Dramática. “A diversidade, a distribuição geográfica e a qualidade dos indicados deste ano são um testemunho da crescente riqueza de televisão de destaque criada em escala global”, disse Bruce L. Paisner, presidente e CEO da Academia Internacional da Televisão, em comunicado. A premiação acontece em novembro, em Nova York. Confira abaixo a lista completa dos indicados.

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  • Série

    Ex-namorados, Fábio Assunção e Maria Ribeiro viverão amantes em nova série

    13 de setembro de 2019 /

    Fábio Assunção (“Entre Idas e Vindas”) e Maria Ribeiro (“Como Nossos Pais”) vão estrelar a série “Todas as Mulheres do Mundo”, baseada no filme homônimo de Domingos de Oliveira. Ex-namorados, os dois participarão de um triângulo amoroso que envolve ainda o protagonista da história, interpretado por Emílio Dantas (“O Paciente: O Caso Tancredo Neves”). Na versão desenvolvida para a Globo, Ruy (Fábio Assunção), que é casado, se envolve com Renata (Maria Ribeiro), sua colega de trabalho num escritório de arquitetura. Insatisfeita com a relação, ela começa a fingir que está de namorico com Paulo (Emílio Dantas), que, sem querer, acaba formando um triângulo amoroso com os dois arquitetos. O filme original de 1966 se passava numa época em que homens se orgulhavam em ser cafajestes e mulherengos. O Paulo da comédia clássica era vivido por Paulo José, um boa vida que um dia encontra Maria Alice e fica tão impressionado que passa a acreditar que ela era a síntese de todas as mulheres do mundo – daí o título. A partir daí, ele encara o dilema de se atirar na relação e virar monogâmico ou continuar a correr atrás de mulheres diferentes. A trama não tinha personagens chamados Ruy e Renata, mas a mulher icônica era Leila Diniz. A nova Maria Alice será vivida por Sophie Charlotte, que Domingos de Oliveira dirigiu em seu último filme, “BR 716” (2016). A adaptação de “Todas as Mulheres do Mundo” está a cargo do cineasta Jorge Furtado (“O Homem que Copiava”) e o elenco também inclui Fernanda Torres (“Sob Pressão”), Matheus Nachtergaele (“Cine Holliúdy”), Lilia Cabral (“Divã”), Felipe Camargo (“O Rastro”), Floriano Peixoto (“Carandiru”), além de Maria Mariana (“Confissões de Adolescente”) e Priscilla Rozenbaum (“Infância”), respectivamente filha e viúva de Domingos de Oliveira. As gravações da série começaram na quinta-feira (12/9) em Araras, interior do Rio de Janeiro, com direção de Patrícia Pedrosa (“Mister Brau”, “Shippados”).

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  • Filme

    Carcereiros: Filme derivado da série ganha trailer repleto de ação com Rodrigo Lombardi e Kaysar Dadour

    10 de setembro de 2019 /

    A Imagem Filmes divulgou o primeiro trailer de “Carcereiros – O Filme”, longa derivado da série de sucesso da Globo, que traz Rodrigo Lombardi de volta ao papel do agente penitenciário Adriano. Apesar do título pouco esclarecedor, a produção não é uma versão de cinema de episódios televisivos. A trama é inédita, concebida para a tela grande por Marçal Aquino, Fernando Bonassi, Dennison Ramalho e Marcelo Starobinas, autores da série, e se passa ao longo de uma noite intensa. O personagem vivido por Lombardi precisa deixar seus dilemas familiares de lado com a chegada de um prisioneiro especial, Abdel (Kaysar Dadour, ex-“BBB”), um perigoso terrorista internacional, que acrescenta ainda mais tensão ao presídio, em eterna prontidão por conta da luta entre duas facções criminosas. A prévia ainda revela uma tentativa de fuga armada, com cenas de ação características dos thrillers americanos. O elenco também inclui Milton Gonçalves e Tony Tornado, repetindo seus papéis televisivos, além de Dan Stulbach (“O Vendedor de Sonhos”), Rômulo Braga (“Elon Não Acredita na Morte”), Jackson Antunes (“Mais Forte que o Mundo: A História de José Aldo”) e Bianca Müller (“O Escaravelho do Diabo”). Com direção de José Eduardo Belmonte (“Alemão”), que também trabalha na série, o filme estreia em 28 de novembro nos cinemas.

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