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    House of the Dragon: Matt Smith e Olivia Cooke vão estrelar prólogo de Game of Thrones

    12 de dezembro de 2020 /

    A HBO divulgou novos nomes do elenco “House of the Dragon”. Prólogo de “Game of Thrones” centrado na família Targaryen, o clã de Daenerys, a série foi reforçada por Olivia Cooke (“Bates Motel”), Matt Smith (“Doctor Who”) e Emma D’Arcy (“Truth Seekers”). Eles se juntam a Paddy Considine (“Peaky Blinders”), anteriormente confirmado no papel do Rei Viserys Targaryen, escolhido pelos senhores de Westeros para sentar no Trono de Ferro e liderar o continente. D’Arcy e Smith serão, respectivamente, a princesa Rhaenyra Targaryen (filha do rei) e o príncipe Daemon Targaryen (irmão do rei), enquanto Cooke viverá Alicent Hightower, a filha do Mão do Rei – a segunda posição oficial mais poderosa nos Sete Reinos, perdendo apenas para o próprio rei em autoridade e responsabilidade. A série foi co-criada pelo roteirista Ryan J. Condal (criador da série sci-fi “Colony”) e o escritor George R.R. Martin, autor da saga literária que inspirou “Game of Thrones”. A trama, por sinal, baseia-se num livro de Martin, “Fogo & Sangue”. A produção também contará com o retorno de um diretor veterano de “Game of Thrones”, Miguel Sapochnik, responsável pelo famoso episódio da “Batalha dos Bastardos”, que dirigirá o piloto e capítulos adicionais. Martin, Condal e Sapochnik são os produtores executivos da atração, que ainda contará com os diretores Clare Kilner (“Expresso do Amanhã”), Geeta V. Patel (“The Magicians”) e Greg Yaitanes (“Banshee”) no comando dos episódios. As gravações estão marcadas para o começo de 2021, mas a HBO ainda não fez previsão para sua estreia.

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  • Série

    Paddy Considine será o Rei de Westeros no prólogo de Game of Thrones

    5 de outubro de 2020 /

    O ator – e roqueiro! – Paddy Considine (“Peaky Blinders”) tornou-se o primeiro nome anunciado no elenco da nova série passada no universo de “Game of Thrones”. Prólogo do fenômeno da HBO, a atração vai se passar três séculos antes do nascimento de Daenerys, mas destacará sua família, os nobres da Casa do Dragão. Considine viverá o Rei Viserys Targaryen, escolhido pelos senhores de Westeros para sentar no Trono de Ferro e liderar o continente como sucessor do Velho Rei, Jaehaerys Targaryen. Um homem caloroso, gentil e decente, Viserys deseja apenas levar adiante o legado de seu avô. Mas os homens bons não viram necessariamente grandes reis. Intitulada “House of the Dragon” (Casa do Dragão), a série foi co-criada pelo roteirista Ryan J. Condal (criador da série sci-fi “Colony”) e o escritor George R.R. Martin, criador da saga literária que inspirou “Game of Thrones”. A trama, por sinal, baseia-se num livro de Martin, “Fogo & Sangue”. A produção também contará com o retorno de um diretor veterano de “Game of Thrones”, Miguel Sapochnik, responsável pelo famoso episódio da “Batalha dos Bastardos”, que dirigirá o piloto e capítulos adicionais. Martin, Condal e Sapochnik são os produtores executivos da atração, que deve começar a anunciar agora seus demais integrantes de elenco. Por coincidência, Cosidine está atualmente no ar na HBO. Ele faz parte da minissérie de terror “The Third Day”, que atingiu no domingo (4/10) a metade dos episódios previstos para sua exibição.

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    Kit Harington e Rosie Leslie vão ser pais pela primeira vez

    27 de setembro de 2020 /

    Casal formado nos bastidores de “Game of Thrones”, os atores britânicos Kit Harington e Rosie Leslie, que viveram Jon Snow e Ygritte na série da HBO, estão esperando o primeiro filho. A novidade veio à tona durante um ensaio fotográfico de Rosie Leslie para a Make Magazine. Ao divulgar as fotos em seu Instagram, a editora de moda da revista escreveu que ela “se preparava para a maternidade pela primeira vez”, ao lado de fotos em que a barriga da atriz era mais que evidente. No ano passado, durante uma entrevista para a GQ Austrália, Harington disse que gostaria que, um dia, seu futuro filho pudesse ver a série para saber como seus pais se conhecerem. Na trama televisiva, Jon Snow e Ygritte se encontraram pela primeira vez durante a 2ª temporada e acabaram se apaixonando. O romance terminou quando ela morreu nos braços dele durante a 4ª temporada, mas continuou na vida real. O noivado foi anunciado oficialmente em setembro de 2017, após quase um ano e meio de namoro, e o casamento se deu em junho de 2018, numa cerimônia luxuosa no Castelo Wardhill, em Aberdeenshire, na Escócia. Ver essa foto no Instagram So wonderful working with the beautiful Rose Leslie for the cover story of @make_magazineuk out now! A very special all woman team photographic shoot capturing Rose at this wonderful time as she prepares for motherhood for the first time! My team were: @billiescheepersphotography @liztaw doing beautiful hair and @justinejenkins wonderful makeup. Rose wears @stellamccartney. Huge thanks to @vrwpublicity for organising the shoot and to Hannah Rand for her interview. #roseleslie #makemagazine #rose #portraitphotography #portrait #interview #covershoot #cover #stellamccartney Uma publicação compartilhada por Ursula Lake (@ursula_lake) em 26 de Set, 2020 às 8:38 PDT

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    Diana Rigg (1938 – 2020)

    10 de setembro de 2020 /

    Diana Rigg, a célebre atriz britânica das séries “Os Vingadores” e “Game of Thrones”, morreu nesta quinta (10/9) aos 82 anos. Ela foi diagnosticada com câncer em março, de acordo com sua filha Rachael Stirling, e “passou seus últimos meses refletindo alegremente sobre sua vida extraordinária, cheia de amor, risos e um profundo orgulho de sua profissão”. No auge de sua popularidade, Rigg foi eleita a “estrela mais sexy da TV em todos os tempos” pela revista TV Guide. Isto aconteceu quando ela foi escalada como a sedutora espiã Emma Peel em “Os Vingadores”, seu primeiro papel na televisão. Enid Diana Elizabeth Rigg nasceu em 20 de julho de 1938, em Doncaster, Inglaterra, mas passou a infância com a família em Jodhpur, na Índia, onde seu pai trabalhava como gerente da ferrovia estadual. Tinha só 8 anos quando precisou a aprender a ser independente, enviada para estudar num internato na Inglaterra. “A Índia me deu um começo de vida glorioso”, disse Rigg em uma biografia de 2004 escrita por Kathleen Tracy. “Isso me deu independência de espírito”. Mas a transição para a triste Inglaterra foi difícil: “A escola não queria ser cruel, mas foi. Eu me sentia como um peixe fora d’água. Não conhecia ninguém. Comecei do zero… Com uma experiência como essa, sua vida muda. Você nunca mais dependerá de seus pais.” Notando seus dotes artísticos, os professores estimularam Rigg a estudar artes dramáticas. Ela estudou na Royal Academy of Dramatic Art, começou a trabalhar como modelo e, após uma breve passagem pela Royal Shakespeare Company, foi contratada para fazer sua estreia na TV. Rigg nunca tinha visto a série “Os Vingadores”, que, após as primeira temporadas com Honor Blackman, perdera a protagonista. Blackman abandonara a série para assumir o icônico papel de Pussy Galore em “007 Contra Goldfinger” (1964), e foi substituída brevemente por Julie Stevens. Mas a nova personagem, Venus Smith, não empolgou o público acostumado com Catherine Gale, a espiã que vestia couro, interpretada por Blackman. A série também estava prestes a começar a ser transmitida nos EUA e se tornar uma produção a cores, quando os produtores conceberam Emma Peel, cujo nome era um trocadilho para “M-Appeal”, apelo aos homens. A atriz interpretou a agente sexy em 51 episódios, de 1965 a 1968, e mostrou que era mais que tinha mais que sex appeal. Ela foi indicada a dois Emmys pelo papel. Como a terceira e mais popular das quatro parceiras femininas de John Steed (personagem de Patrick Macnee) na série britânica, Peel se tornou um ícone na Inglaterra e nos Estados Unidos. Além de sexy, sua independência e ousadia também trouxeram feminismo às aventuras de espionagem da série, fazendo com que “Os Vingadores” se tornasse uma das séries mais modernas da TV. De fato, era literalmente mod e também psicodélica. “Os Vingadores” marcou tanto a TV britânica que Rigg e suas colegas espiãs foram homenageadas pelo BAFTA em 2011 pelo legado de suas personagens à cultura pop. “Ela estava à frente de seu tempo”, disse Rigg em outra homenagem, um tributo de aniversário de 50 anos de Emma Peel, apresentado pelo British Film Institute. “Por acaso, ela se tornou essa mulher de vanguarda, e meu Deus, tive a sorte de ter a chance de interpretar essa mulher. Durante anos depois disso, as pessoas continuaram vindo até mim para dizer: ‘Você era minha heroína’ – não eu, Emma – ‘e me encorajou a fazer isso e aquilo.’ Sem exagerar na influência dela, eu realmente acho que ela foi uma influência muito, muito potente nas mulheres que reivindicaram seu lugar neste mundo.” Depois de duas temporadas, Rigg saiu de “Os Vingadores” para voltar à Royal Shakespeare Company. Os fãs ficaram devastados, mas esta decisão fez com que ela estreasse no cinema em 1968 numa adaptação de Shakespeare, “Sonhos de um Noite de Verão”, ao lado dos colegas da companhia, – ninguém menos que Helen Mirren, Ian Holm e Judi Dench. Diana pertencia a esta geração. No ano seguinte, a atriz protagonizou a comédia “O Sindicato do Crime” (1969), ao lado de Oliver Reed, e se tornou a primeira mulher a se casar com o agente secreto James Bond no cinema, em “007 – A Serviço Secreto de Sua Majestade” (1969). A carreira cinematográfica deslanchou, com papéis em “Júlio César” (1970), “Hospital” (1971), que lhe rendeu uma indicação ao Globo de Ouro, e “As 7 Máscaras da Morte” (1973). Entretanto, ela não resistiu à proposta de estrelar sua própria série americana, batizada com seu nome. Em “Diana”, Rigg interpretou uma estilista de moda que trabalhava em uma loja de departamentos em Nova York após seu divórcio. Mas a atração era moderna demais para 1973 e acabou cancelada na 1ª temporada. Com o fim da série, descobriu que não conseguia mais papéis no cinema. Mas seguiu carreira na TV americana. Ela chegou a ser novamente indicada ao Emmy em 1975, pelo telefilme “In This House of Brede”, como uma mulher de negócios que se torna uma freira beneditina enclausurada. A atriz acabou voltando ao Reino Unido, onde passou a atuar em produções da BBC, montagens teatrais e eventuais filmes britânicos, como o mistério “Assassinato num Dia de Sol” (1982). Em 1994, foi nomeada Comandante da Ordem do Império Britânico por suas contribuições ao cinema e ao teatro, e de 1998 a 2008 serviu como reitora da Universidade de Stirling, na Escócia. A década de 1990 também a consagrou no palco e na telinha. Rigg ganhou seu Tony (o Oscar do teatro) em 1994 por interpretar o papel-título de “Medea”, e finalmente venceu o fugidio Emmy em 1997, pelo papel da governanta antagônica numa adaptação televisiva de “Rebecca, a Mulher Inesquecível”, de Daphne du Maurier. Ela seguia com pequenas aparições nas telas, incluindo “Doctor Who”, até ser escalada em outro papel que marcou época, como Lady Olenna, a “Rainha de Espinhos”, líder da casa Tyrell que enfrentou a ira da vilã Cersei em “Game of Thrones”. Rigg foi indicada a mais quatro Emmys por esse trabalho na série da HBO. Depois de “Game of Thrones”, ela viveu outra nobre na TV, a Duquesa de Buccleuch, na série “Vitória: A Vida de uma Rainha” (Victoria, 2017), mas o trabalho que lhe deu mais alegria, no final de sua vida, foi contracenar com a filha, Rachael Stirling, na série “The Detectorists”, entre 2015 e 2017. “Nós apenas continuamos rindo”, disse Rigg sobre a experiência. “A pessoas levam esse trabalho muito a sério. E é sério, é muito, muito sério, porque é uma comunhão entre você, o público e nós, os atores – mas, ao mesmo tempo, uma das minhas necessidades reais é me divertir”. Os últimos trabalhos da atriz, o filme “Last Night in Soho”, de Edgar Wright (“Em Ritmo de Fuga”), e a minissérie “Black Narcissus”, da BBC, devem estrear nos próximos meses.

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    Ator de Game of Thrones vira entregador de supermercado durante pandemia no Reino Unido

    5 de maio de 2020 /

    O ator Michael Condron, que interpretou Bowen Marsh, um dos integrantes da Patrulha da Noite na série “Game of Thrones”, virou entregador de supermercado durante a pandemia de coronavírus no Reino Unido. “Cada pessoa tem um papel a cumprir nesses tempos”, disse o ator de 42 anos, que disputou a vaga com outros candidatos, em entrevista ao site Belfast Live. “Eu vim, consegui o trabalho e estou amando”, afirmou. Crondon trabalha na maior rede de supermercado de Belfast, capital da Irlanda do Norte, onde mora e tem passado o período da quarentena sozinho, já que sua namorada está em isolamento social com a mãe. “O trabalho significa que eu posso continuar a ter interação com as pessoas, como eu faço na TV e no cinema. Tem me mantido bem mentalmente”, disse o ator, que estava desempregado devido à suspensão de todas as produções pela pandemia. O lorde Intendente da Patrulha da Noite e conspirador contra Jon Snow contou que tem sido reconhecido no novo trabalho e muitos querem saber como eram os dias de gravação para a série. Apesar de boa parte das filmagens terem acontecido na Croácia e Islândia, as cenas gravadas por Crondon foram próximas à sua residência, na cidade de Larne, na própria Irlanda do Norte. “As pessoas têm me perguntado como era todo mundo na série. Isso tem sido perguntado para mim muitas vezes”, disse o ator, lembrando que tem conversado bastante com pessoas idosas. “Alguns dos idosos que eu tenho visto não têm saído de suas casas pela quarentena e só querem conversar.” Condron também já atuou em outras séries como “The Tudors” e a comédia norte-irlandesa “Soft Border Patrol”, e por isso é um rosto bem conhecido na Irlanda do Norte. A fama faz com que ele seja reconhecido com frequência e possa interagir com seu público de alguma forma.

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    Morre cachorro que interpretou lobo corajoso de Bran Stark em Game of Thrones

    27 de março de 2020 /

    Odin, o cachorro que interpretou Summer (Verão), o lobo destemido de Bran Stark em “Game of Thrones”, morreu na quinta-feira (26/3). Segundo o jornal britânico Metro, o astro canino lutou por quatro meses contra uma forma agressiva de câncer, enquanto os donos arrecadaram 14 mil libras esterlinas (mais de R$ 88 mil) online para ajudar em seu tratamento. “Nossa família anuncia com imenso pesar que Odin faleceu nesta manhã”, escreveram os donos nas redes sociais. “É difícil colocar em palavras o quanto isto impactou todos nós, porque Odin viveu uma vida como a de nenhum outro cachorro”. “Nós adotamos ele quando tinha sete semanas de vida. Só queríamos cachorros grandes para levar em trilhas, e para dormir aos nossos pés todas as noites, na frente da lareira. Tudo o que veio depois foi um bônus”, disseram ainda. “A morte de Odin marca o fim de uma década e uma era em que ele ensinou a nós, nossa família e nossos amigos muitas lições de vida. Este era um cachorro com mais histórias para contar do que muitas pessoas”, continuaram. A família ainda celebrou as muitas “realizações” do companheiro canino, citando que ele ficou “imortalizado” por sua participação em “Game of Thrones”. “Para todo mundo que pôde conhecê-lo e sorriu com ele, lembrem-se daquele momento”, disseram. “Nós somos incrivelmente gratos pelas doações de todos. Vamos usar o que for preciso para pagar o tratamento que ele recebeu, e doar o restante para organizações beneficentes que ajudam cachorros pelo mundo”, prometeram. Ver essa foto no Instagram Our family are at immense heartbreak to announce that Odin passed away early this morning. It’s difficult to put into words how this has impacted us as a family for Odin lead a life like no other dog. Odin was a family member first and we got him when he was a pup at 7 weeks old all we wanted were big dogs to take hiking and to sleep at our feet in the evening beside the fire, everything after that was a bonus. Odins passing marks the end of a decade and the end of an era as he taught our friends and family a lot of lessons about life for one dog he has more stories to tell than some people would. Odin has far too many achievements to announce in this post but just look at our social media pages over the past 5 years and see. We can all take great comfort in knowing that he is forever immortalised in the great TV Show Game of Thrones as Summer Bran Starks Direwolf Pup in Season 1 episode 1 . To everyone that was lucky enough to meet him and put a smile on your face please remember that moment. It’s an incredible piece of luck to have a pet you love so well become world famous and touch so many peoples hearts. He was always fond of the beach and his favourite treats which he had almost everyday before his passing. He was met with further illness as the week continued and the vets did everything they could to keep him going but he passed away in his sleep. We are incredibly grateful for the donations made towards Odin treatment and we will use what is needed to pay his vet bill and we will donate the rest between our favourite dog charities the donations will help further dogs in need at this tough time. If you have photos or videos or stories about Odin then please send them or share them with us. Please understand we will try reply to all your messages at this very difficult time in our lives. Uma publicação compartilhada por GoT Direwolves (@got_direwolves) em 26 de Mar, 2020 às 4:26 PDT

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    Westworld tem crossover inesperado com Game of Thrones

    23 de março de 2020 /

    “The Winter Line”, o segundo episódio da 3ª temporada de “Westworld”, criou um crossover inesperado com outra série do canal pago HBO. Exibido no domingo passado (22/3), o capítulo apresentou uma cena breve, que mostrou o dragão Drogon e os criadores de “Game of Thrones”, David Benioff e D.B. Weiss, discutindo as sobras da série como se fossem partes de um parque temático de “Westworld”. A cena foi vislumbrada durante um passeio de Bernard (Jeffrey Wright) pelos bastidores da seção que cuida dos robôs dos parques – o parque de número 4 teria uma temática medieval como “Game of Thrones”. Na conversa entreouvida, Benioff e Weiss ainda falam que querem vender o dragão para uma start-up na Costa Rica, o que seria uma referência dentro da referência, dessa vez à franquia “Jurassic World”, cujo parque temático é situado na mesma área. O trecho sugere que todas as batalhas de Westeros foram, na verdade, parte de uma simulação temática da Delos, empresa que, na trama, construiu Westworld, Warworld e outros mundos simulados.

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    Indira Varma testa positivo para coronavírus

    19 de março de 2020 /

    A atriz Indira Varma, que viveu Ellaria Sand em “Game of Thrones”, revelou ter sido diagnosticada com coronavírus. “Estou na cama com isso e não é legal. Mantenha-se seguro e saudável e seja gentil com as pessoas”, ela escreveu no Instagram, junto com imagens dos ensaios da peça “A Gaivota”, de Anton Chekhov, que estrelaria em Londres ao lado da colega Emilia Clarke (Daenerys Targaryen em “Game of Thrones”). A peça suspendeu sua estreia como precaução contra a pandemia. “Tão triste que o nosso e tantos outros espetáculos ao redor do mundo tenham apagado as luzes, afetados pela pandemia da covid-19. Esperamos voltar em breve e convocamos todos vocês (e o governo) a nos apoiar quando o fizermos”, escreveu Varma em seu post. Ver essa foto no Instagram So sad our and so many other shows around the world have gone dark affected by the Covid-19 pandemic. We hope to be back soon and urge you all (and the govt) to support us when we do. Phoenix/ Seagull rising from the ashes. I’m in bed with it and it’s not nice. Stay safe and healthy and be kind to your fellow people.❤️💜❤️ Uma publicação compartilhada por Indira (@indypindy9) em 17 de Mar, 2020 às 11:42 PDT

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    Em quarentena, George R.R. Martin diz que terminará sexto volume de As Crônicas de Gelo e Fogo

    18 de março de 2020 /

    A quarentena causada pela prevenção contra a pandemia do coronavírus também serve de incentivo para escritores e roteiristas se dedicarem exclusivamente ao trabalho. Entre eles, o escritor George R.R. Martin, que em seu blog pessoal prometeu se dedicar com mais afinco aos próximos livros de “As Crônicas de Gelo e Fogo”, que inspiraram a série “Game of Thrones”, e finalizar logo o sexto volume da saga, o sempre adiado “The Winds of Winter”. O escritor de 71 anos reconheceu que está em grupo de risco, mas disse para os fãs não se preocuparem demais com ele. “Eu me sinto bem neste momento, e estamos tomando todas as precauções”, escreveu. “Eu estou sozinho em uma locação isolada, com apenas um funcionário comigo. Não vou à cidade nem receberei ninguém. Para falar a verdade, estou passando mais tempo em Westeros do que no mundo real, escrevendo todos os dias”, continuou. “As coisas estão bem sombrias nos sete reinos, mas não tão sombrias quanto elas podem se tornar aqui. Alguns dias, assistindo ao noticiário, eu não posso evitar de me sentir dentro de um livro de ficção científica”, disse também. “Este não é o tipo de ficção científica que eu sonhava viver quando era uma criança, com cidades na Lua, colônias em Marte, robôs domésticos, carros voadores. Eu nunca gostei muito das histórias de pandemia”, admitiu. George R.R. Martin já tinha dito que seus livros terão final diferente da adaptação televisiva. O controvertido desfecho de “Game of Thrones” foi realmente baseado em conversas entre o escritor e os roteiristas David Benioff e D.B. Weiss. Mas Martin, que faria pequenas alterações, decidiu mudar tudo após refletir sobre a exibição e a repercussão negativa da conclusão de “Game of Thrones”. Para se ter noção de onde está a história nos livros, o último volume publicado terminava com a morte de Jon Snow.

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    Max von Sydow (1929 – 2020)

    9 de março de 2020 /

    O lendário ator sueco Max von Sydow, que estrelou clássicos como “O Sétimo Selo” (1957) e “O Exorcista” (1973), e participou até de “Game of Thrones”, morreu nesta segunda-feira (9/3) aos 90 anos. Sydow começou a carreira em dois filmes de Alf Sjöberg, “Apenas Mãe” (1949) e “Senhorita Júlia” (1951), ambos premiados em festivais internacionais – respectivamente, Veneza e Cannes. Mas só foi se tornar mundialmente conhecido graças à parceria seguinte, com o cineasta Ingmar Bergman, que se iniciou com “O Sétimo Selo” – também consagrado em Cannes – , onde jogou xadrez com a morte, numa das cenas mais famosas da história do cinema. Bergman o dirigiu em mais uma dezena de filmes premiados, entre eles os espetáculos cinematográficos de “Morangos Silvestres” (1957), que venceu o Festival de Berlim, “O Rosto” (1958), “No Limiar da Vida” (1958), “A Fonte da Donzela” (1960) e “Através de um Espelho” (1961). Sua primeira aparição em Hollywood foi simplesmente como Jesus Cristo, em “A Maior História de Todos os Tempos” (1965). Mas foi o papel do Padre Merrin, no clássico do terror “O Exorcista”, que marcou sua trajetória americana – com direito à reprise na continuação “O Exorcista II: O Herege” (1977). A voz grave e aparência séria logo convenceram Hollywood a lhe caracterizar como vilão ameaçador. O que começou numa pequena cena de “Três Dias do Condor” (1975) tomou grandes proporções em “Flash Gordon” (1980), onde viveu o Imperador Ming, e “007 – Nunca Mais Outra Vez” (1983), como o supervilão Blofeld na última aventura do James Bond vivido por Sean Connery. Ele chegou até a enfrentar Pelé num jogo de futebol, como um oficial nazista em “Fuga Para a Vitória” (1981). No começo da era dos blockbusters, ainda participou das superproduções “Conan, o Bárbaro” (1982) e “Duna” (1984), que ajudaram a consolidar seu nome em Hollywood. Mas, ironicamente, acabou indicado pela primeira vez ao Oscar num filme estrangeiro, “Pelle, o Conquistador” (1987), interpretando um imigrante sueco em busca de uma vida mais digna na Dinamarca. Sua filmografia inclui mais de 100 filmes com alguns dos maiores diretores do cinema mundial. A lista é digna de cinemateca: Ingmar Bergman, William Friedkin, John Huston, Laslo Benedek, Woody Allen, Penny Marshall, David Lynch, Bertrand Tavernier, Win Wenders, Bille August, Andrey Konchalovskiy, Lars von Trier, Dario Argento, Steven Spielberg, Ridley Scott, Martin Scorsese, J.J. Abrams, etc. Sem nunca diminuir o ritmo, ele entrou no século 21 com a sci-fi “Minority Report: A Nova Lei” (2002), de Spielberg, e na última década ainda fez “Robin Hood” (2010), de Scott, “Ilha do Medo” (2010), de Scorsese, e até “Star Wars: O Despertar da Força” (2015), de Abrams. Nesta reta final, ainda foi indicado ao Oscar pela segunda vez em 2012, pelo drama “Tão Forte e Tão Perto”, de Stephen Daldry, e ao Emmy em 2016, por seu participação na série “Game of Thrones”, como o misterioso Corvo de Três Olhos, mentor de Bran (Isaac Hamspead Wright). Seus últimos trabalhos foram o thriller marítimo “Kursk – A Última Missão” (2018) e o ainda inédito “Echoes of the Past”, drama de guerra do grego Nicholas Dimitropoulos, que terá lançamento póstumo. O ator foi casado duas vezes: com a colega de profissão Christina Olin (de 1951 a 1979), com quem teve dois filhos, e com a documentarista Catherine Brelet (de 1997 até sua morte), tendo adotado também os dois filhos dela, vindos de um relacionamento anterior.

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    Vilão de Game of Thrones vai voltar a atuar após sete anos

    8 de março de 2020 /

    O jovem ator irlandês Jack Gleeson, que ficou conhecido ao interpretar o odiado rei Joffrey em “Game of Thrones”, vai voltar a atuar após hiato de sete anos – desde 2013, quando gravou a morte de seu personagem na série da HBO. Gleeson chegou a cogitar abandonar a atuação, dizendo que tinha perdido o prazer de atuar após as reações radicais despertadas por seu desempenho como Joffrey. Ele aproveitou o tempo longe das telas para completar a faculdade – formou-se em Filosofia e Teologia – e agora vai retomar a carreira numa série de comédia da BBC chamada “Out of Her Mind”. Ainda não há muito detalhes do novo projeto, que tem produção da dupla Simon Pegg e Nick Frost, astros das comédias “Todo Mundo Quase Morto” (2004), “Chumbo Grosso” (2007) e “Heróis de Ressaca” (2013) – também conhecidas como a “trilogia do Cornetto”. A série é criação da comediante britânica Sara Pascoe (“Twenty Twelve”), que promete mudar o formato clássico dos sitcons com “personagens excêntricos, animação e exploração científica”. Ainda não há previsão de lançamento.

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    SAG Awards: Parasita é primeiro elenco estrangeiro premiado pelo Sindicato dos Atores dos EUA

    20 de janeiro de 2020 /

    O SAG Awards, premiação do Sindicato de Atores dos EUA, concedeu seus troféus anuais na noite de domingo (19/1). E a grande surpresa da premiação foi a consagração de “Parasita”. Os atores sul-coreanos foram aplaudidos de pé pelos astros de Hollywood, durante sua passagem pelo palco do evento, e acabaram reconhecidos como Melhor Elenco de Cinema. Foi a primeira vez que um filme estrangeiro venceu esta categoria. E foi também a única surpresa da premiação cinematográfica da noite, já que a cerimônia repetiu a tendência do Globo de Ouro e Critics Choice ao premiar Joaquin Phoenix (“Coringa”) como Melhor Ator, Renée Zellweger (“Judy”) como Atriz e Brad Pitt (“Era uma Vez em Hollywood”) e Laura Dern (“História de um Casamento”) como Coadjuvantes. A previsibilidade já aponta que estes serão os mesmos nomes chamados para receber o Oscar 2020, em fevereiro. As surpresas foram retomadas nas categorias televisivas, principalmente com a vitória de Jennifer Aniston, como Melhor Atriz de Série Dramática por “The Morning Show”, superestimada atração da Apple TV+. Este também foi o primeiro grande prêmio do serviço do streaming da Apple, conquistado em tempo recorde, já que o serviço foi lançado há pouco mais de dois meses. Confira a seguir os vídeos da consagração de “Parasita” e, mais abaixo, a lista completa dos premiados. What a moment. The cast of #Parasite get a standing ovation at the #SAGAwards as they present their film in the best ensemble cast category https://t.co/duqdI5q1az pic.twitter.com/QFaoASIS8A — The Hollywood Reporter (@THR) January 20, 2020 Cinema Melhor Elenco – “Parasita” “O Escândalo” “O Irlandês” “Jojo Rabbit” “Era Uma Vez Em Hollywood” Melhor Ator – Joaquin Phoenix (“Coringa”) Christian Bale (“Ford vs Ferrari”) Leonardo DiCaprio (“Era Uma Vez Em Hollywood”) Adam Driver (“História de um Casamento”) Taron Egerton (“Rocketman”) Melhor Atriz – Renée Zellweger (“Judy”) Cynthia Erivo (“Harriet”) Scarlett Johansson (“História de um Casamento”) Lupita Nyong’o (“Nós”) Charlize Theron (“O Escândalo”) Melhor Ator Coadjuvante – Brad Pitt (“Era Uma Vez Em Hollywood”) Jamie Foxx (“Luta por Justiça”) Tom Hanks (“Um Lindo Dia na Vizinhança”) Al Pacino (“O Irlandês”) Joe Pesci (“O Irlandês”) Melhor Atriz Coadjuvante – Laura Dern (“História de um Casamento”) Scarlett Johansson (“Jojo Rabbit”) Nicole Kidman (“O Escândalo”) Jennifer Lopez (“As Golpistas”) Margot Robbie (“O Escândalo”) Melhor Desempenho de Dublês em Filme – “Vingadores: Ultimato” “Ford vs Ferrari” “O Irlandês” “Coringa” “Era Uma Vez em… Hollywood” Série Melhor Elenco em Série Dramática – “The Crown” “Game of Thrones” “The Handmaid’s Tale” “Stranger Things” “Big Little Lies” Melhor Elenco em Série de Comédia – “The Marvelous Mrs. Maisel” “Barry” “Fleabag” “The Kominsky Method” “Schitt’s Creek” Melhor Ator em Série de Drama – Peter Dinklage (“Game of Thrones”) Sterling K. Brown (“This Is Us”) Steve Carell (“The Morning Show”) Billy Crudup (“The Morning Show”) David Harbour (“Stranger Things”) Melhor Atriz em Série de Drama – Jennifer Aniston (“The Morning Show”) Helena Bonham Carter (“The Crown”) Olivia Colman (“The Crown”) Jodie Comer (“Killing Eve”) Elisabeth Moss (“The Handmaid’s Tale”) Melhor Ator em Série de Comédia – Tony Shalhoub (“The Marvelous Mrs. Maisel”) Alan Arkin (“The Kominsky Method”) Michael Douglas (“The Kominsky Method”) Bill Hader (“Barry”) Andrew Scott (“Fleabag”) Melhor Atriz em Série de Comédia – Phoebe Waller-Bridge (“Fleabag”) Cristina Applegate (“Dead to Me”) Alex Borstein (“The Marvelous Mrs. Maisel”) Rachel Brosnahan (“The Marvelous Mrs. Maisel”) Catherine O’Hara (“Schitt’s Creek”) Melhor Ator em Minissérie/Telefilme – Sam Rockwell (“Fosse/Verdon”) Mahershala Ali (“True Detective”) Russell Crowe (“The Loudest Voice”) Jared Harris (“Chernobyl”) Jharrel Jerome (“When They See Us”) Melhor Atriz Minissérie/Telefilme – Michelle Williams (“Fosse/Verdon”) Patricia Arquette (“The Act”) Toni Collette (“Unbelievable”) Joey King (“The Act”) Emily Watson (“Chernobyl”) Melhor Desempenho de Dublês em Série – “Game of Thrones” “GLOW” “Stranger Things” “The Walking Dead” “Watchmen”

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    Série derivada de Game of Thrones só vai estrear em 2022

    15 de janeiro de 2020 /

    A série “House of the Dragon”, derivada de “Game of Thrones”, só deve estrear em 2022, informou o chefe de programação da HBO, Casey Bloys, durante o evento semestral da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). Sem dar muitos detalhes de quando começará a pré-produção, Bloys ainda explicou porque o outro spin-off da saga, que seria estrelado por Naomi Watts, não recebeu a aprovação do canal. Para ele, o piloto escrito por Jane Goldman tinha menos relação com a série original, já que se passava 8 mil anos antes dos eventos de “Game of Thrones”. “Foi um grande desafio inventar todo um mundo”, considerou Blois. “Mas ‘House of the Dragon’ teve uma grande vantagem, que era se basear num texto de George R.R. Martin e seguir a história dos Targaryen. Havia mais conexão. Foi mais fácil de dizer: ‘Ok, vamos fazer essa série'”. Ele completou: “Às vezes essas coisas clicam e outras vezes não.” “House of the Dragon” é assinada pelo roteirista Ryan J. Condal (criador da série sci-fi “Colony”) e se baseia no livro “Fogo & Sangue”, de George R.R. Martin, criador da saga literária que inspirou “Game of Thrones”. A trama se passa cerca de 300 anos antes dos eventos da série. A atração recebeu encomenda de 10 episódios iniciais e contará entre seus diretores com um veterano de “Game of Thrones”, Miguel Sapochnik, vencedor do Emmy pelo celebrado capítulo da “Batalha dos Bastardos”. Além de dirigir o primeiro capítulo, Sapochnik também será um dos produtores da nova série.

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