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    Vanellope disputa corrida com Gal Gadot no novo trailer de WiFi Ralph

    21 de setembro de 2018 /

    A Disney divulgou um novo trailer de “WiFi Ralph: Quebrando a Internet”, ainda sem legendas ou dublagem em português. E a prévia destaca a paixão de Vanellope (dublada por Sarah Silverman) pelas corridas de carros, o que a leva ao delírio quando encontra a nova personagem de Gal Gadot (a “Mulher-Maravilha”), uma piloto de corrida de rua durona, não muito diferente do papel que a atriz viveu na franquia “Velozes e Furiosos” – e com visual que lembra a própria atriz. As duas competem e logo se tornam melhores amigas, deixando a menina com o coração apertado para contar para Ralph seus planos para o futuro. Vanellope também rouba as cenas num encontro das princesas da Disney. Mas enquanto sua amiguinha se diverte, Ralph (voz original de John C. Reilly) vai parar num canto sinistro da internet, conhecido como Dark Web e habitado por mutantes perigosos. O novo trailer é o primeiro a explorar a premissa da continuação de “Detona Ralph” (2012). E, curiosamente, ela lembra “Toy Story 3”, ao mostrar a obsolescência dos velhos games de Arcade em que Ralph e Vanellope habitam. Com os equipamentos quebrados ou em eterna manutenção, os dois resolvem buscar os equipamentos que consertariam os games numa pesquisa na internet, e acabam sugados para o mundos dos jogos online por meio do wi-fi. A ideia da continuação se prova uma grande oportunidade de sinergia comercial para a Disney, pois desta vez, em vez de promover videogames clássicos de outras companhias, a trama serve para evidenciar franquias do próprio estúdio, além de juntar pela primeira vez personagens da Disney, Pixar, Marvel e Lucasfilm num mesmo filme. Novamente dirigido por Rich Moore, agora em parceria com o roteirista Phil Johnston, a sequência de “Detona Ralph” tem estreia marcada para novembro nos Estados Unidos e apenas em janeiro de 2019 no Brasil. Por isso, os trailers ainda não tem dublagem nacional.

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    Bill Hader se assusta com Pennywise no set da continuação de It: A Coisa

    21 de setembro de 2018 /

    Os paparazzi revelaram novas fotos do set de filmagens de “It: A Coisa – Capitulo 2”, que mostram Pennywise (Bill Skarsgård) aterrorizando o personagem do ator Bill Hader (“Barry”). Na trama, ele interpreta Richie Tozier, que foi vivido por Finn Wolfhard (“Strangers Things”) no primeiro filme. A continuação vai mostrar as versões adultas do Clube dos Perdedores. Além de Hader, o elenco mais velho inclui Jessica Chastain (Beverly), James McAvoy (Bill), Jay Ryan (Ben), James Ransone (Eddie) e Andy Bean (Stanley). Os atores mirins, no entanto, voltarão a aparecer em flashbacks. O diretor Andy Muschietti também retorna, assim como Bill Skarsgard, no papel do palhaço Pennywise. A continuação do sucesso “It: A Coisa” tem estreia prevista para setembro de 2019.

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    Michael B. Jordan vai estrelar nova franquia de ação do criador de Jack Ryan

    20 de setembro de 2018 /

    Michael B. Jordan vai estrelar uma nova franquia de ação nos cinemas. Ele dará vida ao espião da CIA John Clark, criado pelo escritor Tom Clancy, que também criou o personagem Jack Ryan. Segundo apurou a revista Variety, a Paramount está desenvolvendo adaptações de dois livros estrelados por Clark, “Sem Remorso” (1993) e “Rainbow 6” (1998). “Sem Remorso” será o primeiro filme, que contará a história de origem do personagem. Nos livros, ele é um ex-oficial da marinha dos EUA que se torna consultor da CIA e líder de uma força-tarefa concebida para proteger o mundo das ameaças terroristas mais perigosas. Mas vale lembrar que Clark surgiu como coadjuvante das aventuras de Jack Ryan, a partir de “O Cardeal do Kremlin” (1988), antes de passar a protagonizar suas próprias histórias. Por conta disso, ele já ganhou vida no cinema: foi interpretado por Willem Dafoe e Liev Schreiber em dois filmes de Jack Ryan, respectivamente “Perigo Real e Imediato” (1994) e “A Soma de Todos os Medos” (2002). A Paramount atualmente procura diretores e roteiristas para o projeto. Mas já envolveu Akiva Goldsman como produtor, possivelmente entusiasmada pelo fato dele ter escrito “Transformers: O Último Cavaleiro”, o filme que acabou com a franquia mais lucrativa do estúdio.

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    Atores de Legion e Atlanta negociam estrelar remake de Brinquedo Assassino

    19 de setembro de 2018 /

    O remake de “Brinquedo Assassino” pode ser estrelado por dois atores de séries do canal pago FX, Aubrey Plaza (“Legion”) e Brian Tyree Henry (“Atlanta”). Eles estão em negociações com a MGM para protagonizar a produção, segundo apurou o site Collider. Roteiro e direção do projeto estão a cargo de dois profissionais que ainda não tiveram nenhum longa-metragem lançado nos cinemas: o roteirista Tyler Burton Smith, que escreve video games, e o diretor norueguês Lars Klevberg, cujo primeiro longa – “Morte Instantânea”, uma versão ampliada do curta “Polaroid” – ainda não tem previsão de estreia. A produção será tocada por David Katzenberg e Seth Grahame-Smith, que produziram “It: A Coisa”. Não há informações oficiais sobre o projeto, portanto todos os detalhes são rumores. Mas circula que a trama vai adaptar a história do clássico de 1988 para os dias atuais. Outra diferença é que Chucky será tecnologicamente avançado e seu alvo não será apenas um menino, mas um grupo de crianças, como as vítimas recentes de outra boneca famosa no cinema, Annabelle. Plaza deve interpretar a mãe de um das crianças e Tyree Henry um detetive de polícia intrigado pelo caso. Dirigido pelo mestre do terror Tom Holland, “Brinquedo Assassino” contava a história de um boneco chamado Chucky que era possuído pelo espírito do serial killer Charles Lee Ray (Brad Dourif) e passava a aterrorizar uma mãe e seu filho pequeno. O filme virou um clássico dos anos 1980 e deu origem a continuações intermináveis, que deram até mulher e filho para o psicopata de plástico – o mais recente, “O Culto de Chucky”, foi lançado em 2017. O remake ainda tem data para estrear nos cinemas, mas paralelamente o estúdio também desenvolve uma série com o roteirista Don Mancini (de “Brinquedo Assassino” e todos os filmes seguintes), que seria continuação da franquia original.

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    Novo trailer legendado de Millennium: A Garota na Teia de Aranha traz Claire Foy em cenas de muita ação

    17 de setembro de 2018 /

    A Sony divulgou novos pôsteres, mais fotos e o segundo trailer de “Millennium: A Garota na Teia de Aranha”, em versões dublada e legendada. Repleto de cenas de ação, com explosões, tiroteios e perseguições motorizadas, o filme retoma a trama de “Millennium – Os Homens Que Não Amavam As Mulheres”, dirigido por David Fincher em 2011, com novo diretor e elenco. O principal destaque da prévia é a grande transformação sofrida por Claire Foy, a intérprete da Rainha Elizabeth II na série “The Crown”, que aparece como a hacker punk bissexual justiceira Lisbeth Salander, papel interpretado por Rooney Mara no filme anterior. E convence, ao menos fisicamente. Também é grande a transformação do jornalista Mikael Blomkvist, coprotagonista da franquia literária. O papel que foi de Daniel Craig se tornou difícil de identificar, após sofrer rejuvenescimento pela escalação do sueco Sverrir Gudnason (“Borg vs. McEnroe”). A prévia também não deixa claro como serão resolvidos outros problemas de continuidade da franquia. Afinal, entre as tramas do longa anterior e o atual há um hiato grande o suficiente para preencher dois livros completos. É realmente o caso. Como se sabe, o escritor sueco Stieg Larsson escreveu três livros de suspense centrados na parceria entre Blomkvist e Salander, publicados após sua morte em 2005. Mas a trilogia fez tanto sucesso que seus herdeiros decidiram estender a franquia, convidando outros autores a criar histórias com os personagens. “A Garota na Teia de Aranha”, escrito por David Lagercrantz, é o quarto livro. A trilogia original chegou a ser inteiramente filmada na Suécia, lançando ao estrelato mundial seus intérpretes, os suecos Michael Nyqvist e Noomi Rapace. Foi este sucesso que inspirou a Sony a lançar a primeira versão hollywoodiana, mas, apesar de elogiada pela crítica e indicada a cinco Oscars, o remake teve fraco desempenho internacional, porque, obviamente, o mencionado sucesso dos filmes originais já era indicação de que o público-alvo tinha visto as adaptações suecas no cinema e o remake era só uma reprise. “A Garota na Teia de Aranha” era o único dos livros da franquia que nunca foi filmado. E como também virou best-seller, reviveu o interesse da Sony nos personagens. Assim, o estúdio decidiu pular “A Menina que Brincava com Fogo” e “A Rainha do Castelo de Ar”, continuações imediadas da trama adaptada no filme de Fincher, para evitar investir em novo remake. Por isso, o resultado tende a ser um híbrido, que tanto pode incluir trechos dos livros anteriores ou, como parece apontar a prévia, abandonar elementos da trama original para contar uma história bem diferente da publicada. Nenhum dos trailers adiantados parece abordar a conspiração da NSA, a Sociedade da Aranha, a luta de hackers e as citações a personagens da Marvel que constam do livro original – Thanos e Vespa são codinomes importantes. Em vez disso, há ênfase no conflito da protagonista com sua irmã malvada, encarnada pela holandesa Sylvia Hoeks (“Blade Runner 2049”), que só surge no livro original na segunda metade da história. O responsável pela adaptação foram os roteiristas Steven Knight (“Aliados”) e Jay Basu (“Monstros 2: Continente Sombrio”), e a direção está a cargo do cineasta uruguaio Fede Alvarez (“O Homem nas Trevas”). Além dos citados, o elenco também inclui Lakeith Stanfield (série “Atlanta”), Stephen Merchant (“Logan”), Vicky Krieps (“Trama Fantasma”), Claes Bang (“The Square: A Arte da Discórdia”) e Synnøve Macody Lund (“Headhunters”). A estreia está marcada para 8 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Trailer mostra que a volta de Mary Poppins ao cinema inclui seus velhos truques mágicos

    17 de setembro de 2018 /

    A Disney divulgou um novo pôster e o primeiro trailer da volta de Mary Poppins ao cinema. A prévia mostra como a personagem, agora vivida por Emily Blunt (“A Garota no Trem”), vem trazer mágica novamente para a família Banks, com direito ao velho truque do clássico original: um mergulho (literal, no caso) em cenas que mesclam atores e animação tradicional (2D). “O Retorno de Mary Poppins” se passa em Londres, durante os anos 1930, e encontra Michael (Ben Whishaw) e Jane Banks (Emily Mortimer), as crianças de quem Mary foi babá há muitos anos, já adultos. Michael mora com seus três filhos e sua governanta (Julie Walters) e, depois de uma tragédia pessoal, ele vê a babá mágica retornar para ajudar sua família. Só que, dessa vez, ela vem acompanhada de um amigo muito especial, Jack (Lin-Manuel Miranda), responsável por acender as luzes da cidade. Juntos, eles ajudam a família a recuperar a alegria que tinham antes. A trama terá ainda Meryl Streep no papel de Topsy, a excêntrica prima de Mary Poppins, além de Colin Firth e até Dick Van Dyke, intérprete do simpático limpador de chaminés Bert no filme de 1964, numa aparição especial. Com direção de Rob Marshall (“Caminhos da Floresta”), o longa chega em 20 de dezembro ao Brasil, um dia depois dos Estados Unidos.

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    O Predador tem estreia anêmica, mas supera A Freira na América do Norte

    16 de setembro de 2018 /

    Quem estava esfregando as mãos para escrever que “O Predador” massacrou a concorrência em sua estreia na América do Norte ficou com câimbras. O filme abriu em 1º lugar, mas sem mostrar os dentes. Fez anêmicos US$ 24m (milhões), bilheteria de terror barato, que não corresponde ao investimento de US$ 88m da Fox em sua produção nem à distribuição em mais de 4 mil salas. Para se ter ideia, o valor é US$ 700 mil mais baixo que a abertura do filme anterior da franquia, “Predadores”, há oito anos. O lançamento teve que lidar, na véspera da estreia, com a publicidade negativa trazida à tona pela atriz Olivia Munn, que denunciou ter contracenado com um pedófilo condenado numa cena, posteriormente cortada pelo estúdio. O amigo obscuro do diretor Shane Black apareceu até em “Homem de Ferro 3” sem que ninguém percebesse de quem se tratava. Isto também pode ter influenciado o tom negativo nas críticas da imprensa norte-americanas. Conforme a história de pânico nos bastidores foi crescendo, pior foi se tornando a avaliação registrada no site Rotten Tomatoes. De 41% de aprovação na quinta, o filme fechou o domingo com apenas 34%. E não passou de mediano na opinião do público, com uma nota C+ na pesquisa do CinemaScore, compilada com os espectadores da estreia. Mas Chris Aronson, diretor de distribuição doméstica da Fox, disse à revista Variety que o escândalo não teria influenciado os números de bilheteria do fim de semana. “Eu não acho que isso dissuadiu quem estava pensando em ir. Acho que teve um impacto mínimo, se é que teve algum”, afirmou. E talvez ele tenha razão. Mais distante das notícias de Hollywood, o mercado internacional poderia representar uma salvação para a contabilidade do estúdio, mas qualquer esperança se desfez diante dos US$ 30,7m arrecadados em 72 mercados diferentes. O fraco desempenho evidencia que o fiasco foi global. Ao todo, o filme atingiu US$ 54,7m de bilheteria mundial, e como seu break even é de cerca de US$ 300m, já projeta prejuízo. O horroroso “A Freira” caiu para o 2º lugar com US$ 18m em seu segundo fim de semana em cartaz, mas fez mais que “O Predador” no exterior, US$ 33,1m em 62 países. O total mundial do longa, que foi filmado por US$ 22m, já está em US$ 228,6m, marcando um novo sucesso do universo barato de “Invocação do Mal”. O detalhe é que se “O Predador” teve desempenho abaixo das expectativas, as demais estreias da semana beiraram o abismo. A comédia de suspense “Um Pequeno Favor”, estrelada por Anna Kendrick e Blake Lively, estreou com apenas US$ 16m, a 3ª maior arrecadação, num lançamento em 3,1 mil salas. E “White Boy Rick”, com Matthew McConaughey, fez pouco mais da metade disso, US$ 8,8m, em 4º lugar. Os críticos também valorizaram mais o suspense de humor feminino, com 86% de aprovação, contra o drama criminal masculino, cotado em 64%. Mas “Um Pequeno Favor” assinalou uma marca negativa na carreira do diretor Paul Feig, como a segunda pior bilheteria de estreia ampla de sua carreira, superada apenas pelos US$ 5m de “Menores Desacompanhados” em 2005, antes dele virar um cineasta de comédias bem-sucedidas estreladas por Melissa McCarthy. “Um Pequeno Favor” também é seu primeiro filme sem a atriz desde “Missão Madrinha de Casamento” em 2011. O filme chega ao Brasil em 27 de setembro, enquanto “White Boy Rick” tem lançamento nacional marcado apenas para janeiro de 2019. Por fim, “Unbroken: Path to Redemption”, produção do estúdio de filmes evangélicos Pureflix, abriu em 9º com US$ 2,3m. O filme é uma continuação não oficial e de baixo orçamento do épico “Invencível” (2014), dirigido por Angelina Jolie, que conta o que aconteceu com Louis Zamperini após sair do campo de concentração japonês. Sem guerra, olimpíada e história edificante de superação, o filme narra apenas sua conversão cristã e recebeu a pior nota da semana, 25% de “aprovação” no Rotten Tomatoes. Sem previsão para o Brasil. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. O Predador Fim de semana: US$ 24m Total EUA e Canadá: 24m Total Mundo: US$ 54,7m 2. A Freira Fim de semana: US$ 18,2m Total EUA e Canadá: US$ 85m Total Mundo: US$ 228,6m 3. Um Pequeno Favor Fim de semana: US$ 16m Total EUA e Canadá: US$ 16m Total Mundo: US$ 19,5m 4. White Boy Rick Fim de semana: US$ 8,8m Total EUA e Canadá: US$ 8,8m Total Mundo: US$ 8,8m 5. Podres de Ricos Fim de semana: US$ 8,7m Total EUA e Canadá: US$ 149,5m Total Mundo: US$ 187,4m 6. A Justiceira Fim de semana: US$ 6m Total EUA e Canadá: US$ 24,2m Total Mundo: US$ 25,6m 7. Megatubarão Fim de semana: US$ 3,8m Total EUA e Canadá: US$ 137m Total Mundo: US$ 505,2m 8. Buscando… Fim de semana: US$ 3,2m Total EUA e Canadá: US$ 19,6m Total Mundo: US$ 45,8m 9. Unbroken: Path to Redemption Fim de semana: US$ 2,3m Total EUA e Canadá: US$ 2,3m Total Mundo: US$ 2,3m 10. Missão: Impossível – Efeito Fallout Fim de semana: US$ 2,3m Total EUA e Canadá: US$ 216,1m Total Mundo: US$ 760,9m

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    Cheio de clichês, A Freira é um terror que não assusta

    15 de setembro de 2018 /

    O terror “A Freira” é o mais recente derivado da franquia “Invocação do Mal” (os outros são os filmes da “Annabelle”), mas o idealizador da franquia, James Wan, aparece aqui apenas como produtor, sem exercer muita influência na realização do longa. Wan tem um talento ímpar para o terror, investindo muito mais na tensão do que no susto (embora este sempre surja como uma forma alívio para a tensão). Mas mais do que isso, o diretor trabalha com protagonistas tridimensionais, estabelecendo uma ligação entre eles e o espectador (algo essencial para o gênero). Infelizmente, essas são qualidades que nenhum destes derivados conseguiu atingir. E “A Freira” não é diferente. Escrito por Gary Dauberman (“Annabelle 2: A Criação do Mal”), o roteiro busca explorar a origem da figura demoníaca vista pela primeira vez em Invocação do Mal 2 – há, inclusive, algumas menções a Ed e Lorraine Warren. A trama se passa em 1952 e acompanha Burke (Demián Bichir, de “Os Oito Odiados”), um padre que trabalha investigando casos sobrenaturais à mando do Vaticano, e Irene (Taissa Farmiga, de “American Horror Story”), uma jovem noviça que costuma ter visões sobrenaturais. Os dois são enviados para uma abadia localizada numa região remota da Romênia para investigar o suicídio de uma freira. Chegando lá, eles contam com a ajuda de um guia, Frenchie (Jonas Bloquet, de “Elle”), que lhes fala sobre o medo dos moradores em relação àquele lugar e sobre como parece que a abadia serve para aprisionar algum tipo de mal em seu interior. Dauberman é um roteirista bastante limitado. Quando trabalha com outras pessoas é capaz de criar personagens tridimensionais e metáforas eficientes (como aconteceu em “It: A Coisa”). Mas quando escreve sozinho apela para situações inverossímeis e escolhas duvidosas. Isso fica claro quando descobrimos que a trama aqui envolve um portal para o inferno e o sangue de Cristo (literalmente). O roteirista também sacrifica a estrutura do texto em busca de entendimento rápido e raso: é o que acontece, por exemplo, quando vemos o flashback de um exorcismo realizado pelo padre, que culminou na morte de um garoto, somente para que este mesmo garoto apareça assombrando-o na cena seguinte. Já o fato de Irene ter visões sobrenaturais pouco importa para a história, a não ser quando tais visões servem para esmiuçar alguma informação importante – numa decisão narrativa um tanto preguiçosa. Aliás, Irene é a única personagem a ganhar algum tipo de desenvolvimento. Enquanto o padre Burke é mostrado como uma espécie de Indiana Jones a serviço da igreja, e Frenchie tenta a todo custo ser um alívio cômico, a jovem noviça ao menos esboça um conflito interior a respeito da obediência cega aos dogmas da Igreja. Não que isso seja bem explorado pelo filme, mas ao menos possibilita que se crie algumas tomadas visualmente interessantes: em determinado momento, vemos um círculo de freiras rezando, todas vestidas de preto, e a noviça está localizada no centro, com suas vestes brancas simbolizando, entre outras coisas, as visões distintas daquelas mulheres em relação à fé. Porém, a inexpressividade de Taissa Farmiga a impede de expressar todos os conflitos da sua personagem, cabendo ao roteiro explicitá-los por meio de diálogos expositivos. Baseando-se em um texto tão limitado, o diretor Corin Hardy (“A Maldição da Floresta”) faz o possível para dar ao seu filme uma identidade própria. A ambientação de época é um ponto que funciona a seu favor, com a arquitetura gótica do cenário remetendo às produções do estúdio Hammer, uma grande influência. Hardy também acerta ao tornar a Freira uma presença que habita a escuridão daquele lugar; ela é mais sentida do que vista. O problema é que ele não sabe trabalhar os protagonistas, que são separados em cômodos diferentes sem qualquer motivo aparente e passam a maior parte do tempo andando em círculos, procurando por assombrações em cantos escuros apenas para descobrirem que estas não estão mais lá. A repetição das mesmas estratégias para gerar tensão acaba gerando o efeito contrário. A ideia de mostrar a ameaça se aproximando das costas do personagem sem que este a perceba é repetida à exaustão, até o ponto em que o público consiga antecipá-las. Falta a Corin Hardy a originalidade para conceber situações inovadoras ou a criatividade para manipular os clichês a seu favor. Estas são algumas das qualidades que fazem os trabalhos de James Wan se descarem dentro do gênero. A ausência destes atributos iguala “A Freira” aos demais spin-offs deste universo. Ou seja, é um terror mediano, que se encontra a anos-luz do material que o originou.

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    Após denunciar pedófilo, Olivia Munn reclama de falta de apoio do elenco de O Predador

    13 de setembro de 2018 /

    Olivia Munn passou uma semana agitada, sentindo-se isolada e temendo a fama de “difícil”. Depois de trazer a público seu pedido para a Fox remover uma cena de “O Predador” em que ela contracenou sem saber com um pedófilo condenado, a atriz chegou a reclamar da falta de apoio pessoal que recebeu de seus colegas de elenco e do diretor Shane Black. Eles simplesmente a abandonaram sozinha para promover o filme no Festival de Toronto, após a revelação do caso chegar na imprensa. A preocupação se devia também ao fato deste ser o segundo caso de abuso denunciado pela atriz. Ela foi uma das seis mulheres que acusaram o diretor Brett Ratner de assédio sexual, o que fez com que ele perdesse um contrato de produção milionário com a Warner. Mas já na estreia do filme em Los Angeles no Egyptian Theatre, na quarta-feira (12/9), Munn disse ao site da revista The Hollywood Reporter que estava mais encorajada, graças principalmente ao grau substancial de apoio que recebeu nas redes sociais e na imprensa, além de um apoio tardio de seus colegas. “Fiquei tão impressionado com a resposta nas mídias sociais, fãs, notícias, blogs”, disse Munn ao THR . “Quando algo assim acontece, muitas vezes pode ser polarizador, mas tem sido incrível ver que há muitas pessoas sensatas por aí que estão expressando o mesmo tipo de indignação e compreensão, e também apoio”. Munn pediu a remoção de sua cena em frente ao ator Steven Wilder Striegel, um amigo de longa data do diretor Shane Black, que foi condenado a seis meses de prisão em 2010 por seduzir sexualmente sua prima de 14 anos por meio de trocas de mensagens online e pessoais. Ao saber do histórico de Streigel, Munn fez seu pedido e o estúdio consentiu, cortando a cena da edição final. Ela confessou ter ficado aliviada quando o resto do elenco finalmente demonstrou apoiar sua posição. “Sou grato por meus colegas terem falado”, disse ela. “Eu falei com alguns deles em particular, e eles entendem a situação e expressaram seu pesar pela forma como ela aconteceu. E eu acho que eles entendem agora. Mas é uma situação difícil.” Ao ser perguntado se ela estava satisfeita com a decisão de Black – o diretor-roteirista inicialmente disse que estava apenas tentando apoiar um amigo, depois revisou sua opinião quando soube que as acusações contra a Streigel eram muito mais sérias e perturbadoras do que havia sido representado para ele – , ela fez uma pausa longa antes de oferecer uma resposta dura. “Eu ainda tenho a minha conversa com ele”, disse ela. “Eu preciso ter uma conversa completa, e então há coisas que eu ainda posso dizer que eu sinto que ele deveria ouvir primeiro, antes de eu dizer em público.” Black também expressou preocupação sobre a reparação de qualquer falha que tenha cometido com Munn, na esperança de iniciar a reconciliação em particular. “Eu estendi a mão para Olivia, porque sei que devo a ela algum tipo de desculpa”, disse Black ao THR. “Espero que você possa entender que eu preferiria manter essa comunicação entre nós dois em particular”, completou. De qualquer forma, o cineasta diz assumir a responsabilidade de ter criado uma situação desconfortável para o elenco e a equipe. “Sinto muito, realmente estou, por qualquer dor que causei”, disse ele. “Eu sou o capitão do navio, certo? Então, não importa que esse cara que eu coloquei no filme é um amigo meu. Ele não era franco. Ele não era honesto comigo. Mas isso não importa, porque eu não tenho permissão para tomar uma decisão com base no que eu penso. Eu tinha um cara com um passado criminoso – isso é sensível, para dizer o mínimo – , e eu o coloquei no filme, sem contar ao elenco e à equipe. Isso é culpa minha. Eu assumo total responsabilidade. Isso é irresponsável, e eu não deveria ter feito isso.” Sterling K. Brown foi o primeiro a divulgar uma declaração pública de apoio a Munn via Instagram, depois que ele soube da situação, em que ela ficou abandonada em Toronto, e disse ao THR que estava satisfeito com a resolução. “Estou muito feliz que ela tenha dito alguma coisa”, disse a estrela da série “This Is Us”. “Estou muito feliz que um cara que tentou se relacionar com sua prima de 14 anos não esteja em nosso filme, porque muitas pessoas dedicam muito trabalho a isso, e eu não acho que ele deveria estar colhendo os benefícios de nosso trabalho duro”. Boyd Holbroock também ecoou seu apoio à distância. “A última coisa que queria era que Olivia se sentisse abandonada”, ele disse, num comunicado que começa pedindo desculpas por sua demora em se manifestar. “Eu já disse antes, e vou declarar de novo, estou orgulhosa de Olivia pela maneira como ela lidou com uma situação difícil e alarmante, e agradeço que Fox tenha levado a informação a sério e agido rapidamente.” Diante de todo esse noticiário negativo, o filme está sendo destruído pela crítica americana. Tinha apenas 41% de aprovação na quinta, mas 24 horas depois caiu ainda mais no conceito dos críticos, com 39% na média de opiniões registrada pelo site Rotten Tomatoes.

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    A Freira bate recorde de estreia da franquia Invocação do Mal nas bilheterias

    9 de setembro de 2018 /

    O horroroso “A Freira” aterrorizou os cinemas da América do Norte em seu fim de semana de estreia, arrecadando US$ 53,5m (milhões) nas bilheterias. Os números representam a segunda maior estreia já registrada em setembro no mercado doméstico e a melhor abertura de um filme da franquia “Conjuring” (“Invocação do Mal”). Mas o sucesso foi ainda maior no exterior, onde o longa somou US$ 77,5m, para um lançamento mundial de US$ 131m, recorde absoluto de estreia para o universo mal-assombrado de James Wan. O longa também arrebentou bilheterias no Brasil, onde estimativas internacionais apontam uma arrecadação de US$ 6,8 milhões entre quinta a domingo. Caso estes números sejam confirmados, será a maior bilheteria de estreia de um filme de terror no país. A Warner está comemorando o sucesso. Mas o filme foi arrasado pela crítica, que lhe deu a pior avaliação da franquia, 28% de aprovação, abaixo dos 29% do péssimo “Annabelle” (2014). E o público concorda. A pesquisa do CinemaScore com pessoas que assistiram à estreia resultou numa nota C, de medíocre. Ou seja, houve empolgação para comprar ingresso, seguida por arrependimento coletivo. Os recordes de agora podem, portanto, virar um problema para o próximo lançamento da franquia, já que a decepção de quem pagou para ver e não gostou é bastante significativa. “Podres de Ricos” continuou acumulando fortuna, mesmo caindo para o 2º lugar em sua quarta semana em cartaz. A comédia estrelada por atores de descendência asiática já soma US$ 136,2m no período apenas nos Estados Unidos e Canadá. A outra estreia ampla da semana ocupou o 3º lugar. “A Justiceira”, em que Jennifer Garner sente “desejo de matar”, fez US$ 13,2m e sofreu com críticas ainda mais negativas – apenas 14% de aprovação. Mas o público preferiu “A Justiceira” sobre “A Freira”, dando nota B+ na pesquisa do CinemaScore. A estreia no Brasil está marcada para 18 de outubro. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. A Freira Fim de semana: US$ 53,5m Total EUA e Canadá: 53,5m Total Mundo: US$ 131m 2. Podres de Ricos Fim de semana: US$ 13,6m Total EUA e Canadá: US$ 136,2m Total Mundo: US$ 164,7m 3. A Justiceira Fim de semana: US$ 13,2m Total EUA e Canadá: US$ 13,2m Total Mundo: US$ 14,6m 4. Megatubarão Fim de semana: US$ 6m Total EUA e Canadá: US$ 131,5m Total Mundo: US$ 491,9m 5. Buscando… Fim de semana: US$ 4,5m Total EUA e Canadá: US$ 14,3m Total Mundo: US$ 32m 6. Missão: Impossível – Efeito Fallout Fim de semana: US$ 3,8m Total EUA e Canadá: US$ 212,1m Total Mundo: US$ 726,6m 7. Christopher Robin Fim de semana: US$ 3,1m Total EUA e Canadá: US$ 91,7m Total Mundo: US$ 142,9m 8. Operation Finale Fim de semana: US$ 3m Total EUA e Canadá: US$ 14,1m Total Mundo: US$ 14,1m 9. Alfa Fim de semana: US$ 2,5m Total EUA e Canadá: US$ 32,4m Total Mundo: US$ 59,9m 10. Infiltrado na Klan Fim de semana: US$ 1,5m Total EUA e Canadá: US$ 43,4m Total Mundo: US$ 65,5m

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    Fox corta cena de O Predador com participação de amigo pedófilo do diretor

    7 de setembro de 2018 /

    A Fox decidiu intervier e cortar uma cena de “O Predador”, após descobrir que o diretor Shane Black havia escalado um amigo condenado por pedofilia para aparecer no filme. O ator Steven Wilder Striegel, de 47 anos, aparecia em uma rápida cena na qual dialogava com Olivia Munn (“X-Men: Apocalipse”). A atriz descobriu mais tarde que Striegel foi condenado em 2010 por tentar atrair pela internet uma garota de 14 anos para um relacionamento sexual. Quando Munn notificou o estúdio de sua descoberta, a Fox decidiu cortar a cena. “Nós não estávamos cientes do passado de Striegel durante as filmagens ou o processo de escalação. Existem barreiras legais que nos impedem de pesquisar sobre o passado dos atores”, explicaram representantes da Fox em comunicado oficial, após o jornal The Los Angeles Times começar a investigar a história. O diretor Shane Black, no entanto, sabia da condenação do amigo. Os dois se conhecem desde 2004, quando foram apresentados por amigos em comum. “Eu, pessoalmente, decidi ajudar um amigo”, disse o cineasta. “Eu entendo que outras pessoas possam desaprovar. A condenação dele foi por uma acusação séria, que não deve ser desconsiderada”. Ele se justificou afirmando que não sabia de toda a história, apenas a versão contada por Striegel. O diretor acreditava que o amigo foi “pego em uma situação complicada, e não tinha uma intenção maligna de fazer o que fez”. Striegel passou seis meses na cadeia em 2010. O primeiro papel que conseguiu ao sair da prisão foi em “Homem de Ferro 3”, também dirigido por Black. Mais tarde, apareceria em outro dos projetos do amigo: “Dois Caras Legais”, comédia de ação lançada em 2016. Entretanto, após o alerta de Munn, Black foi pesquisar e descobriu que Striegel lhe mentira sobre a gravidade do caso. “Infelizmente, ficou claro para mim que fui enganado por um amigo em que eu realmente quis acreditar que estava me dizendo a verdade quando descreveu as circunstâncias de sua condenação”, disse Black em seu próprio comunicado. “Eu acredito fortemente em dar às pessoas uma segunda chance, mas às vezes você descobre que a chance não é tão garantida quanto você esperava. E depois de aprender mais sobre o depoimento, transcrições e detalhes adicionais sobre a sentença de Steve Striegel, fiquei profundamente desapontado comigo mesmo. Peço desculpas a todos, no passado e no presente, a quem decepcionei por deixar Steve ao seu redor sem lhes dar chance de serem ouvidos”. “O Predador” estreia na quinta (13/9) nos cinemas brasileiros, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Trailer mais sangrento de O Predador ganha versão legendada

    7 de setembro de 2018 /

    A Fox divulgou a versão legendada do novo trailer de “O Predador”, resgate da franquia de alienígenas caçadores de humanos que foi sucesso nos anos 1980. A prévia traz muitas cenas inéditas, apresentando pela primeira vez os cães de outro mundo que o personagem do título usa em sua caçada, além de ser a mais sanguinária de todas, com cenas de morte ultraviolentas. O vídeo também revela que a criatura vista nos lançamentos anteriores é basicamente amadora perto do Predador “supremo” (ultimate), que chega a dar uma surra no Predador comum, antes de partir pra cima dos militares e civis pegos no meio de sua caçada. O filme é estrelado por Boyd Holbrook (“Logan”), Olivia Munn (“X-Men: Apocalipse”), Jacob Tremblay (“O Quarto de Jack”), Sterling K. Brown (série “This Is Us”), Yvonne Strahovski (série “The Handmaid’s Tale”), Alfie Allen (série “Game of Thrones”), Trevante Rhodes (“Moonlight”), Keegan-Michael Key (“Tinha Que Ser Ele?”), Thomas Jane (série “The Expanse”) e Augusto Aguilera (série “Chasing Life”). O roteiro é de Fred Dekker (“RoboCop 3”) e a direção ficou a cargo de Shane Black (“Homem de Ferro 3”), que volta à franquia. Para quem não lembra, ele participou como ator, num papel secundário, do filme original de 1987. A estreia de “O Predador” está marcada para a próxima quinta-feira (13/9) no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Halloween: Trailer legendado e imagens destacam volta de Jamie Lee Curtis à franquia

    5 de setembro de 2018 /

    A Universal divulgou novo pôster, 18 fotos e o segundo trailer legendado de “Halloween”, que tem o mesmo título do terror clássico de 1978. A prévia confirma o descarte de todas as continuações e remakes da franquia, ao mostrar o psicopata Michael Myers trancado num hospício há 40 anos, além de Laurie Strode viva e sem lembranças de tê-lo enfrentado várias vezes desde sua primeira aparição – ainda que a personagem tenha voltado a ser interpretado por Jamie Lee Curtis, a scream queen original. A história se repete com a chegada de uma equipe de documentaristas, que resolve provocar o monstro com sua máscara, inspirando-o a escapar para terminar o que começou. Entretanto, a “vítima” original também esperou todo esse tempo para se vingar. Ainda mais que agora ela tem uma filha e uma neta para proteger. Para quem não lembra, Laurie Strode era a babá adolescente que sobreviveu ao primeiro e segundo filmes criados por John Carpenter. Ela voltou no longa que celebrou 20 anos da franquia e foi finalmente derrotada e morta pelo serial killer mascarado no último “Halloween” antes do remake de Rob Zombie, que retomou a personagem adolescente. Com a intérprete original, também retorna Nick Castle, o primeiro ator a viver o psicopata Michael Myers no clássico de John Carpenter. Devido à idade avançada – tem 70 anos – , ele alternou o trabalho com um dublê. Até o diretor do longa de 1978 está envolvido nesta continuação, desta vez como produtor e autor da trilha sonora. Mas, para surpresa dos fãs do terror, quem assina a direção é David Gordon Green, responsável por comédias péssimas, como “O Babá(ca)” (2011) e o recente fracasso de Sandra Bullock “Especialista em Crise” (2015). Para completar, o roteiro foi escrito por ele e seu parceiro comediante, o ator Danny McBride. Os dois produziram juntos a série de comédia “Eastbound & Down” da HBO. A estreia está marcada para 25 de outubro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.

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