The Walking Dead: Veja cena inédita e trailer do primeiro episódio de 2020
O canal pago americano AMC divulgou o trailer e uma cena do primeiro episódio de 2020 de “The Walking Dead”. A cena inédita mostra Magna (Nadia Hilker) explorando a caverna cheia de zumbis em que o grupo liderado por Daryl (Norman Reedus) e Carol (Melissa McBride) foram parar, após cair numa armadilha de Alpha (Samantha Morton). Já o trailer revela como Gamma (Thora Birch) toma a iniciativa de contar sobre a cilada aos demais integrantes de Alexandria, a luta para escapar da caverna, um confronto com os Surradores, cenas da viagem marítima de Michonne (Danai Gurira) e muito destaque para Rosita (Christian Serratos). Ainda sem título, o próximo capítulo será transmitido apenas em fevereiro, após hiato de três meses. No Brasil, a exibição acontece pelo canal pago Fox.
Showrunner garante que não há planos para encerrar Os Simpsons
O roteirista e produtor Al Jean, veterano showrunner da série “Os Simpsons”, negou que a animação esteja chegando ao fim após 31 anos no ar, contestando os comentários do compositor da trilha da abertura, Danny Elfman, que disse ter ouvido que a série terminaria na atual temporada. “Sem desrespeito ao senhor Elfman, mas estamos produzindo a temporada 32 a partir do próximo ano e não temos planos de terminar depois disso”, disse o produtor ao jornal britânico Metro. O escritor faz parte da equipe de “Os Simpsons” desde o começo em 1989 e vem exercendo a função de showrunner nos últimos 18 anos. Ele também esteve à frente do filme derivado da série e é um dos principais responsáveis pela origem do icônico programa, sucesso até hoje. A música de Elfman também está no programa desde o início. Em uma entrevista ao podcast “Joe”, o compositor disse: “Bem, pelo que ouvi, está chegando ao fim… ouvi dizer que estará em seu último ano”. Atualmente no ar na rede americana Fox, a 31ª temporada de “Os Simpsons” se encerra em março e a série realmente foi renovada para seu 32º ano de produção, fazendo com que o programa ultrapasse a marca dos 700 episódios produzidos. A série sobre a família de Homer Simpson é a produção semanal roteirizada mais longeva da história da televisão, tendo estreado em 1989. O recorde foi atingido em abril do ano passado, quando superou “Gunsmoke”. A antiga série de western teve 635 episódios exibidos de 1955 a 1975. Por conta da produção da 32ª temporada, a animação vai chegar a impressionantes 713 episódios. Além disso, é um dos carros-chefes da nova plataforma de streaming da Disney, a Disney+ (Disney Plus).
Danny Elfman diz que Os Simpsons vai acabar na atual temporada
A série de animação “Os Simpsons” estaria perto do fim, após 30 anos de exibição, segundo o músico Danny Elfman, autor do tema de abertura. “Pelo que ouvi, vai chegar ao final”, afirmou o compositor, em entrevista ao podcast “Joe”. “Não sei com certeza, mas ouvi que estaria no último ano”, completou Elfman, que foi quatro vezes indicado ao Oscar. Criada por Matt Groening, “Os Simpsons” é a série de maior longevidade da história da TV, há mais tempo no ar que qualquer outra produção de ficção, à exceção das novelas diurnas americanas. A atração começou como uma seção em um programa da comediante Tracy Ullman, em 1987, até ganhar série própria em dezembro de 1989. “Fico atônito e espantado de que tenha durado tanto tempo”, admitiu Elfman. “Realmente, esperava que duraria três episódios, antes de ser cancelada. Era tão extravagante naquele momento, que pensei que não teria nenhuma oportunidade”, concluiu. O autor ainda brincou sobre o tema, garantindo que escreveu “uma loucura de peça musical” e admitindo que achava que ninguém a escutaria. O líder da antiga banda Oingo Boingo também é autor de trilhas famosas do cinema, como “Batman” (1989), “Edward Mãos de Tesoura” (1990), “Dick Tracy” (1990), “Batman: O Retorno” (1992), “MIB: Homens de Preto” (1997), “A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça” (1999), “Homem-Aranha” (2002), “O Procurado” (2008), “O Lado Bom da Vida” (2012), “Trapaça” (2013), etc.
Tim Miller nunca mais trabalhará com James Cameron após Exterminador do Futuro: Destino Sombrio
O diretor Tim Miller (“Deadpool”) não encarou bem o fracasso de bilheteria de “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”. Ainda que o longa tenha agradado parte da crítica, Miller acredita que faria um filme melhor sem as interferências de James Cameron (“Avatar”), que criou a franquia e atuou como produtor no longa mais recente. Por conta disso, afirmou que não pretende trabalhar nunca mais com Cameron, retirando-se de qualquer continuação que o filme possa ter. Em entrevista ao podcast “The Business”, da rádio KCRW, da Califórnia, Miller explicou que não é nada pessoal, “é mais que eu simplesmente não quero estar em uma situação novamente em que não tenha o controle para fazer o que acho que é o mais correto”. “Jim e David Ellison são produtores e tecnicamente possuem o direito à edição final. Mas meu nome ainda fica no filme como diretor. Mesmo que eu perca a luta… eu ainda sinto a obrigação de lutar pelo que eu acredito, lutar pelo filme”, continuou. “Teve muitas coisas que eu fui obrigado a cortar, porque Jim achou que precisava cortar, e cenas que nós filmamos e que geraram desentendimentos. James vetou falas que eram poéticas e bonitas. Eu lutava por essas falas, pois eram importantes para mim”, acrescentou. Ainda em cartaz nos cinemas, “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” fez apenas US$ 235 milhões mundiais em três semanas, que nem chegam perto de cobrir seu custo estimado entre $185 e $196 milhões de produção, sem incluir P&A (gastos de cópias e publicidade). Segundo analistas ouvidos pela revista The Hollywood Reporter, o filme, concebido para iniciar uma nova trilogia que dificilmente será completada, pode dar um prejuízo de US$ 130 milhões. O desastre apocalíptico de “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” foi a segunda superprodução milionária do cineasta James Cameron a implodir finanças em 2019, após o fracasso comercial de “Alita: Anjo de Combate”, que representou uma surpresa negativa para a Disney após comprar a 20th Century Fox. Para aumentar a preocupação da Disney, Cameron trabalha em continuações de “Avatar” orçadas em US$ 1 bilhão. O alerta deve estar piscando em vermelho na mesa do CEO Bob Iger.
The Walking Dead: Daryl e Carol tem conversa emotiva em cena inédita do último capítulo do ano
O canal pago americano AMC divulgou mais uma cena inédita do último episódio do ano de “The Walking Dead”. A prévia mostra uma conversa bastante emocional entre Daryl (Norman Reedus) e Carol (Melissa McBride), sobre o desejo obsessivo de vingança contra Alpha (Samantha Morton). Intitulado “The World Before”, o capítulo vai ao ar no domingo (24/11) e será o último de 2019, antes do hiato de fim de ano. Ele também pode marcar a despedida de Michonne (Danai Gurira), porque sua intérprete não renovou contrato para continuar na atração. Clique aqui para ver mais três cenas, inclusive a abertura do episódio, em vídeos anteriormente divulgados. No Brasil, a exibição acontece pelo canal pago Fox.
O Chamado da Floresta: Harrison Ford contracena com cachorro digital no trailer da nova versão do clássico
A Fox divulgou o pôster e o trailer legendado de “O Chamado da Floresta” (The Call of the Wild), nova versão do clássico literário de Jack London (1876–1916), adaptada para tempos mais modernos. Desta vez, Buck, o cachorro doméstico que sofre com abandono e aprende a se virar no Alasca, é criado por computação gráfica. Mas não é só isso que surge diferente na prévia. O vídeo dispensa o excesso de maus-tratos sofridos por Buck para colocá-lo rapidamente ao lado de Harrison Ford (“Star Wars: O Despertar da Força”) numa aventura rumo às terras mais isoladas da região. A história original também não tem a nativa simpática (Cara Gee, de “The Expanse”), que eles encontram. O elenco da produção ainda conta com Karen Gillan (“Jumanji: Bem-Vindo à Selva”), Bradley Whitford (“Corra!”), Dan Stevens (“Legion”) e Omar Sy (“Intocáveis”). A história clássica de Jack London já teve várias versões no cinema, desde 1908. A nova foi escrita por Michael Green (roteirista de “Logan”) e marca a estreia em live-action do diretor Chris Sanders, que comandou três animações de grande sucesso, “Lilo & Stitch” (2002), “Como Treinar o Seu Dragão” (2010) e “Os Croods” (2013). A estreia está marcada para 20 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
The Walking Dead: Veja a abertura e mais duas cenas do último episódio do ano
O canal pago americano AMC divulgou três cenas do último episódio do ano de “The Walking Dead”, inclusive a abertura. Tudo, claro, é spoiler. A cena inicial revela o plano de Alpha (Samantha Morton) e o resultado trágico da infiltração de Dante (Juan Javier Cardenas) em Alexandria. As demais mostram a transformação de Siddiq (Avi Nash) num zumbi e a decisão de Gamma (Thora Birch) de trair os sussurradores. Intitulado “The World Before”, o capítulo também pode marcar a despedida de Michonne (Danai Gurira), que no trailer anteriormente divulgado (veja aqui) aparece cercada por sussurradores em sua viagem à comunidade de Oceanside. A personagem está com os dias contados, porque sua intérprete não renovou contrato para continuar na atração. O próximo episódio de “The Walking Dead” vai ao ar no domingo (24/11) e será o último de 2019, antes do hiato de fim de ano. No Brasil, a exibição acontece pelo canal pago Fox.
The Walking Dead: Trailer do último episódio do ano confirma morte de personagem importante
A produtora Skybound divulgou o trailer do próximo episódio de “The Walking Dead”, que confirma a morte de um personagem importante da série. Se não assistiu ao capítulo “Open Your Eyes”, exibido no domingo (17/11), a informação a seguir é spoiler. A prévia de “The World Before” mostra o enterro de Siddiq (Avi Nash), o médico por quem Carl (Chandler Riggs) se sacrificou há duas temporadas, além da prisão de seu assassino (Juan Javier Cardenas). Nos quadrinhos em que a série se baseia, Siddiq teve uma trajetória completamente diferente e menos importante. O vídeo também volta a trazer Michonne (Danai Gurira), que aparece cercada por sussurradores em sua viagem à comunidade de Oceanside. A personagem é outra com os dias contados na série, já que sua intérprete não renovou contrato para continuar na atração. O próximo episódio de “The Walking Dead” vai ao ar no domingo (24/11) e será o último de 2019, antes do hiato de fim de ano. No Brasil, a exibição acontece pelo canal pago Fox.
James Mangold desabafa sobre sua luta para colocar Ford vs. Ferrari no cinema
Após a vitória de “Ford vs. Ferrari” nas bilheterias do fim de semana, o cineasta James Mangold fez um longo desabafo para o jornalista Anthony D’Alessandro, do site Deadline, contando neste domingo (17/11) como precisou lutar para dirigir o filme e a dificuldade que esse tipo de drama enfrenta atualmente na própria indústria cinematográfica para chegar às telas. Ele revelou que queria filmar essa história há 10 anos, mas sempre foi bloqueado. “Era um filme que eu perseguia, que existia de outras formas com outras pessoas ligadas a ele. Não exatamente esse roteiro, mas um projeto sobre esse período e história. Eu ficava ouvindo que a produção não estava disponível ou não era para mim. Comecei a demonstrar interesse em 2010. Depois de cada filme que terminava, consultava a Fox para dizer que estava disponível, mas sempre parecia que outras pessoas estavam envolvidas”, disse. De fato, uma versão anterior do projeto tinha Joseph Kosinski (“Tron: O Legado”) vinculado à direção, além de Tom Cruise e Brad Pitt negociando os papéis principais. “Até que, depois de ‘Logan’, não sei se foi o sucesso daquele filme ou apenas boa sorte, perguntei novamente e de repente foi possível pegar o projeto. E eu entrei com tudo e comecei a trabalhar como louco com os roteiristas Jez e John-Henry Butterworth”. “A razão pela qual o filme teve tantos problemas para sair do papel anteriormente foi o custo. Tenho certeza que você está ciente, é difícil conseguir fazer um filme voltado para adultos, com temas adultos, atualmente. Existimos em um mundo segregado, em que filmes adultos não podem custar mais de US$ 30 milhões, enquanto os grandes orçamentos são reservados para produções voltadas a adolescentes ou para streaming”, acrescentou o cineasta. “A ideia de fazer um filme caro de cinema para adultos é um desafio real e árduo”. “Ford vs. Ferrari” foi orçado em US$ 95 milhões. “Todo estúdio planeja as finanças de um filme baseado na expectativa do fracasso, de que seu filme vai ser ruim. Assim, eles calculam como não perder dinheiro se o filme for uma merda… Faz sentido, já que, na prática, as chances de um filme se provar excelente são de apenas 20%”, explicou Mangold. “Por isso, eles precisam pensar no que acontece se o filme for considerado ruim: ‘Podemos lucrar com isso?’. Um filme como ‘Ford vs Ferrari’ não dá margem de cálculo se não for bom. Porque pessoas com mais de 30 anos não saem de casa a menos que ouçam que é bom.” As críticas positivas, portanto, foram de grande incentivo para transformar o filme em sucesso. “Ford vs. Ferrari” recebeu 92% de aprovação da crítica norte-americana. Mas para ser elogiado, o filme precisou ser feito. Por conta disso, Mangold fez questão de estender os créditos do sucesso aos produtores, que podem ter colocado seus empregos em risco ao bancarem o projeto. Ele agradeceu efusivamente a equipe da Fox. “Eles mostraram muita fé, por causa da aposta nesse filme. Tinha que ser uma estreia decente para eles não terem problemas [com a Disney]. É por isso que a equipe da Fox – Emma Watts e Steve Asbell – e outras pessoas merecem crédito por isso, porque esse é o tipo de filme que cria problemas quando não funciona. É o tipo de filme que, quando fracassa, inspira questionamentos de cima: ‘Por que vocês fizeram isso?’. Pelos critérios atuais, com base em quem vai ao cinema atualmente, não deveria funcionar. Então, eles merecem muito crédito.” Após o sucesso, a Disney rapidamente pegou carona no resultado positivo. “Desde o início, nós amamos este filme. Em todo lugar que mostramos, as pessoas se apaixonaram por ele, então não é surpreendente ver a resposta positiva. Toda vez que o mostramos, tivemos a mesma reação”, disse Cathleen Taff, chefe do setor de distribuição de filmes da Disney. Com o resultado, a Disney deve reforçar o orçamento de divulgação de “Ford vs. Ferrari” de olho na temporada de premiações, com destaque para o trabalho de Mangold e para os desempenhos de Matt Damon e Christian Bale nos papéis principais.
Brooklyn Nine-Nine é renovada três meses antes da estreia da nova temporada
A série “Brooklyn Nine-Nine” foi renovada para sua 8ª temporada. O detalhe é que a 7ª só vai estrear daqui a três meses nos Estados Unidos. A estabilidade conquistada pela atração contrasta de forma gritante com seu passado recente. “Brooklyn Nine-Nine” foi salva pela rede NBC após ter sido cancelada pela Fox no ano passado, ao final de sua 5ª temporada. O cancelamento durou só 24 horas, porque, no dia seguinte, a NBC, que produz a atração via estúdio NBCUniversal, agarrou a oportunidade de trazer a série para seu canal. E a decisão se provou um grande acerto. A estreia da 6ª temporada foi exibida em 10 de janeiro nos Estados Unidos, diante de aproximadamente 3,6 milhões de telespectadores ao vivo e com registro de 1,2 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. Além disso, “Brooklyn Nine-Nine” se tornou a série mais forte da NBC em plataformas digitais, atingindo 6,4 milhões de espectadores durante um mês de visualização multiplataforma. Como incentivo, a NBC renovou rapidamente a atração para a 7ª temporada – em fevereiro passado, logo no começo da exibição dos primeiros capítulos no novo canal. E, agora, aumentou o compromisso com a confirmação da produção de sua 8ª temporada, antes da exibição da nova leva de episódios. A 7ª temporada estreia apenas em 6 de fevereiro, nos EUA. No Brasil, a série é transmitida pelo canal TNT Series.
CADE vai rever compra da Fox pela Disney no Brasil
O CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) vai revisar a compra da 21st Century Fox pela Disney. O órgão foi uma das últimas entidades governamentais no mundo a aprovar a transação. O motivo da demora foi a preocupação de concentração no ramo dos canais esportivos, já que a Disney passou a ser dona tanto do ESPN quanto do Fox Sports, tendo apenas o SporTV como concorrente. Entidade equivalente do México também levantou problema similar no país. A solução encontrada em fevereiro de 2019 foi a venda da emissora pertencente à Fox, tanto no Brasil quanto no México. No entanto, a venda ainda não foi concretizada no Brasil até o momento. “A venda do canal Fox Sports foi uma das medidas negociadas entre o Cade e as empresas em um Acordo em Controle de Concentrações (ACC) para afastar preocupações concorrenciais advindas da operação. O objetivo era permitir que a estrutura do mercado permanecesse com a mesma pressão competitiva anterior à fusão, com a continuidade de três opções de canais de esportes para os consumidores no Brasil: SporTV (da GloboSat), ESPN e mais uma nova empresa com os ativos da Fox Sports.” Ainda não há detalhes a respeito das implicações da revisão, mas isso pode explicar porque a Disney optou por lançar o Disney+ (Disney Plus) por último na América Latina, um ano após sua estreia nos EUA e Canadá, que aconteceu na terça (12/11). Por problemas parecidos, a WarnerMedia também anunciou não ter planos para lançar a HBO Max no Brasil. A compra da antiga Time-Warner pela AT&T não foi aprovada pela Anatel, em função das restrições à propriedade cruzada no país. O que acontece é que a Warner Media é controladora dos canais Turner e HBO e a AT&T é controladora da Sky, segunda maior operadora de TV paga brasileira. As leis brasileiras impedem que empresas de programação atuem como operadoras e vice-versa. Assim, em comunicado sobre sua expansão, a WarnerMedia explicou que “investimento direto adicional no Brasil não é atualmente atrativo para nós devido à incerteza regulatória existente no país”.
Novo Exterminador do Futuro pode dar prejuízo de US$ 130 milhões
Com título profético, “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” deve representar o final da franquia nos cinemas. O lançamento deste fim de semana conseguiu ficar em 1º lugar nas bilheterias dos Estados Unidos e Canadá, mas a arrecadação de US$ 29 milhões foi muito abaixo do esperado. Segundo analistas ouvidos pela revista The Hollywood Reporter, o filme, concebido para iniciar uma nova trilogia que dificilmente será completada, pode dar um prejuízo de US$ 130 milhões para a a Skydance Media, Paramount Pictures e 20th Century Fox – cada um desses estúdios bancou 30% do orçamento. Além deles, a empresa chinesa Tencent cobriu 10% da produção, orçada em US$ 185 milhões sem incluir P&A (custos de cópias e publicidade). O desempenho internacional é que impede um desastre maior – acima de US$ 200 milhões de prejuízo, o que seria um recorde indesejável. Mas o fracasso é realmente global. Como medida de comparação, o lançamento na China foi similar ao americano, abaixo das expectativas, e ainda assim foi a maior abertura no exterior – US$ 28 milhões. O total do filme em todo o mundo está em US$ 123,6 milhões. O desastre apocalíptico de “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” foi a segunda superprodução milionária do cineasta James Cameron a implodir finanças em 2019, após o fracasso comercial de “Alita: Anjo de Combate”, que representou uma surpresa negativa para a Disney após comprar a 20th Century Fox. Para aumentar a preocupação da Disney, Cameron trabalha em continuações de “Avatar” orçadas em US$ 1 bilhão. O alerta deve estar piscando em vermelho na mesa do CEO Bob Iger. Sem aliviar, o filme ainda dividiu opiniões entre a crítica. Conseguiu 69% de aprovação no Rotten Tomatoes, mas apenas 55% entre os críticos top (da grande imprensa). Falando candidamente sobre os bastidores da produção, Cameron confessou ter entrado em brigas ferozes com o diretor Tim Miller sobre a edição do filme. “O sangue ainda está escorrendo das paredes”, admitiu o produtor e roteirista do novo/último “Exterminador do Futuro”, em tom quase de brincadeira.
The New Pope: John Malkovich vira papa no primeiro trailer da série
A HBO divulgou o primeiro trailer completo de “The New Pope”, que introduz o papa vaidoso vivido por John Malkovich (“Bird Box”). A prévia também mostra como ele virou papa no lugar do personagem de Jude Law (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”) e uma reviravolta que pode originar uma luta pelo poder no Vaticano. A série é continuação de “The Young Pope”, protagonizada por Law em 2016, e também foi criada e dirigida pelo cineasta italiano Paolo Sorrentino (“A Grande Beleza”). Ao todo, “The New Pope” terá nove episódios, com lançamento marcado para janeiro.












