Criador de “Cavaleiro da Lua” vai escrever “Mortal Kombat 2”
A continuação de “Mortal Kombat” começou a ser delineada pelo estúdio New Line com a contratação do roteirista Jeremy Slater, criador das séries “O Exorcista”, “The Umbrella Academy” e a vindoura “Cavaleiro da Lua”, da Marvel. Ele será responsável por criar uma nova história com os personagens vistos no cinema no ano passado. O primeiro longa surpreendeu o mercado em seu lançamento simultâneo nos cinemas e em streaming em abril de 2021 durante a pandemia, abrindo em 1ª lugar nas bilheterias e figurando entre os maiores sucessos da HBO Max desde a inauguração da plataforma. O filme foi dirigido pelo estreante Simon McQuoid e produzido por James Wan (de “Aquaman” e “Invocação do Mal”), resultando bem mais violento que as versões anteriores. Os fãs aprovaram as lutas mais viscerais e também a representação dos personagens, especialmente por destacar a famosa rivalidade entre Scorpion (Hiroyuki Sanada) e Sub-Zero (Joe Taslim). A trama destacava o personagem Cole Young (Lewis Tan), um lutador de MMA que é caçado pelo Imperador da Exoterra, Shang Tsung (Chin Han). Com ajuda de Sonya Blade (Jessica McNamee) e o soldado Jax (Mehcad Brooks), ele encontra refúgio no templo de Lorde Raiden (Tadanobu Asano), onde passa a treinar com figuras como Kung Lao (Max Huang), Liu Kang (Ludi Lin) e Kano (Josh Lawson) para desbloquear seu verdadeiro potencial e se preparar para uma luta contra as forças da Exoterra. A sequência ainda não tem previsão de estreia.
Série de “Percy Jackson” é oficializada na Disney+
A plataforma Disney+ oficializou a produção da série “Percy Jackson e os Olimpianos” (Percy Jackson and the Olympians). A plataforma divulgou um vídeo em que o escritor Rick Riordan, autor da saga literária original, confirma o sinal verde para o início das gravações da 1ª temporada. “A espera acabou, semideuses”, brincou Riordan no vídeo. “Estou emocionado por ser o primeiro a dizer que ‘Percy Jackson e os Olimpianos’ estão realmente, verdadeiramente, e com certeza chegando às suas telas.” Anteriormente, o autor revelou que a atração de streaming vai adaptar “os cinco livros de Percy Jackson, começando com ‘O Ladrão de Raios’ na 1ª temporada”, além de afirmar estar pessoalmente envolvido “em todos os aspectos da série”. A história do adolescente que descobre ser um semideus – filho do deus do Olimpo Poseidon com uma mortal – , teve dois filmes estrelados por Logan Lerman. O primeiro foi justamente “Percy Jackson e o Ladrão de Raios” (2010), que conta sua origem. A ideia era dar um tratamento de “Harry Potter” à franquia, mas as adaptações não tiveram sequência após o segundo capítulo cinematográfico, “Percy Jackson e o Mar de Monstros” (2013), decepcionar nas bilheterias (US$ 199 milhões mundiais para um orçamento de US$ 90 milhões). A versão do streaming contará com produção de Jon Steinberg (“The Old Man”) e direção de James Bobin, que já trabalhou várias vezes com a Disney, nos filmes “Os Muppets” (2011), “Muppets 2: Procurados e Amados” (2014), “Alice Através do Espelho” (2016) e na série “A Misteriosa Sociedade Benedict”.
Série milionária de “O Senhor dos Anéis” revela seu título oficial
A milionária série baseada em “O Senhor dos Anéis” ganhou título oficial. A Amazon Prime Video revelou que a produção vai se chamar “O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder” (The Lord of the Rings: The Rings of Power, em inglês). O anúncio foi divulgado junto com um teaser e um pôster da atração. Veja abaixo. A série se passa milhares de anos antes da aventura de “A Sociedade do Anel”, o primeiro volume da trilogia, e, de acordo com a plataforma, abordará “os principais eventos da Segunda Era de Tolkien: a forja dos icônicos anéis, a ascensão do Lorde das Trevas Sauron, o conto épico de Númenor e a Última Aliança de Elfos e Homens”. “Até agora, o público só viu na tela a história do Um Anel. Mas antes que houvesse Um, havia muitos… e estamos empolgados em compartilhar a história épica de todos eles”, disseram os criadores da série, J.D. Payne e Patrick McKay (roteiristas de “Star Trek: Sem Fronteiras”) em comunicado. O elenco inclui nomes como Peter Mullan (“Westworld”), Benjamin Walker (“Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros”), Cynthia Addai-Robinson (“Spartacus”), Maxim Baldry (“Years and Years”), Markella Kavenagh (“Picnic at Hanging Rock”), Morfydd Clark (“His Dark Materials”), Nazanin Boniadi (“Counterpart”), Trystan Gravelle (“A Descoberta das Bruxas”), Augustus Prew (“The Morning Show”), Charles Edwards (“The Crown”), Lenny Henry (“The Witcher”), Simon Merrells (“Spartacus”) e Joseph Mawle (“Game of Thrones”), mas não há informações sobre seus personagens. A Amazon gastou cerca de US$ 465 milhões filmando a 1ª temporada na Nova Zelândia, de acordo com funcionários do país, o que a torna a série mais cara de todos os tempos. A produção já se encontra renovada para sua 2ª temporada e tem estreia marcada apenas para 2 de setembro.
2ª temporada de “Sombra e Ossos” terá atores de “The Witcher” e “Mortal Kombat”
A 2ª temporada de “Sombra e Ossos” contará com novidades no elenco. A Netflix revelou nesta quinta-feira (13) a chegada de Lewis Tan (“Mortal Kombat”), Anna Leong Brophy (“Traces”), Patrick Gibson (“The OA”) e o adolescente Jack Wolfe (“The Witcher”). Além de uma foto com os novos intérpretes, a plataforma divulgou um vídeo nas redes sociais para anunciar que as gravações dos novos episódios já começaram. Baseada na coleção de best-sellers juvenis de Leigh Bardugo conhecida como Grishaverso, a 2ª temporada deve adaptar o segundo livro da coleção, “Sol e Tormenta”. A trilogia original se completa com “Ruína e Ascensão”, mas a trama ainda segue em novas publicações – “Six of Crows: Sangue e Mentiras” (2016) e “Crooked Kingdom: Vingança e Redenção” (2017). Todos os livros foram publicados pela Editora Gutenberg no Brasil. A série foi desenvolvida por Eric Heisserer, roteirista de “Birdbox” (2018) e “A Chegada” (2016), e se passa em um mundo de fantasia devastado pela guerra, onde a cartógrafa órfã Alina Starkov descobre um poder extraordinário: o dom da luz. Com a ameaça monstruosa da Dobra das Sombras à espreita, Alina é separada de tudo o que conhece para treinar e fazer parte de um exército de elite de soldados mágicos conhecidos como Grisha. Enquanto aprende a controlar seus poderes, ela percebe que os aliados e inimigos não são tão diferentes assim e que nada nesse mundo é o que parece. Além de tudo isso, existem outras peças em movimento, incluindo um grupo de criminosos muito carismáticos, que também tem uma missão importante. O papel principal é desempenhado pela estreante Jessie Mei Li, uma jovem atriz inglesa com experiência teatral e que fez sua estreia no cinema em “Noite Passada no Soho”, lançado após a série – em novembro no Brasil. O elenco também destaca o conhecido Ben Barnes (de “Justiceiro”, “Westworld” e das “Crônicas de Nárnia”), além de Archie Renaux (“Hanna”), Freddy Carter (“Pennyworth”), Amita Suman (“The Outpost”), Kit Young (“A Midsummer Night’s Dream”) e Daisy Head (“Harlots”). Não sei se é a Alina, mas ver esse elenco juntinho iluminou a minha quinta-feira. 🤧 pic.twitter.com/qq2CmcMfBe — netflixbrasil🍿 (@NetflixBrasil) January 13, 2022
Amazon anuncia renovação de “A Roda do Tempo” pela segunda vez
A Amazon Prime Video oficializou mais uma vez a renovação de “A Roda do Tempo” para a 2ª temporada com um post em suas redes sociais. Apesar disso, a produção dos novos episódios já estava garantida antes mesmo da estreia da atração. Vale lembrar que a criadora da série anunciou a 2ª temporada há 10 meses atrás. “A crença que a Amazon Studios e a Sony Pictures Television demostraram em ‘The Wheel of Time’ tem sido incrível de se ver durante todo o processo de fazer esta série. Conseguir uma encomenda de 2ª temporada antes mesmo da estreia é um grande voto de confiança no trabalho que estamos fazendo e na propriedade em si, e não poderíamos estar mais felizes de poder continuar a viver e trabalhar no mundo criado por Robert Jordan”, disse Rafe Judkins, em comunicado oficial divulgado em maio do ano passado. Para garantir que tudo corresse bem, a Amazon fez um trabalho de divulgação intenso, que tornou a fantasia estrelada por Rosamund Pike (“Garota Exemplar”) a estreia mais assistida da plataforma em 2021. Saga com muitas batalhas, monstros e efeitos visuais, “A Roda do Tempo” segue a feiticeira Moiraine (Rosamund Pike), integrante de uma poderosa organização mágica conhecida como Aes Sedai, que parte numa aventura com cinco jovens escolhidos, testando profecias que podem salvar ou destruir a humanidade. O elenco também conta com Álvaro Morte (“La Casa de Papel”), Sophie Okonedo (“Flack”), Michael McElhatton (“Game of Thrones”), Josha Stradowski (“Instinto”), Marcus Rutherford (“Obediência”), Zoë Robins (“Power Rangers Ninja Steel”), Barney Harris (“Clique”), Madeleine Madden (“Tidelands”), Kae Alexander (“Krypton”) e muitos outros. Apesar de renovada há quase um ano, ainda não há previsão para a estreia dos novos episódios. a renovação veio aí! a data eu vou ficar devendo, ok? 🗣️ pic.twitter.com/pOuGoYfBwm — Amazon Prime Video Brasil (@PrimeVideoBR) January 13, 2022
Escola inglesa tira nome de J.K. Rowling de seu prédio em crítica à transfobia
Uma escola britânica decidiu rebatizar um de seus prédios para tirar o nome da escritora J.K. Rowling, criadora de “Harry Potter”, devido às polêmicas declarações da autora sobre questões de transexualidade, que lhe valeram acusações de transfobia. A Boswells School, em Chelmsford, no leste da Inglaterra, que atende alunos de 11 a 18 anos, explicou que mudou o nome do prédio para homenagear a medalhista de ouro olímpico Kelly Holmes. “Na Boswells School, promovemos uma comunidade escolar inclusiva e democrática, onde estimulamos os alunos a se desenvolverem como cidadãos autoconfiantes e independentes”, disse o diretor da instituição, Stephen Mansell. Os seis edifícios da instituição foram nomeados em homenagem a “destacados cidadãos britânicos”. “No entanto, após os vários pedidos de alunos e funcionários, estamos revisando o nome da nossa casa vermelha ‘Rowling’, à luz dos comentários e opiniões de J.K. Rowling sobre pessoas trans”, explicou. Rowling também não apareceu no recente reencontro com o elenco dos filmes de “Harry Potter”, disponibilizado pela HBO Max, após ser criticada pelos principais intérpretes da saga e rejeitada até por comunidades de fãs de “Harry Potter”. Oficialmente, ela teria dito que as imagens de arquivo seriam suficientes. Mas sua postura transfóbica, disfarçada de feminismo, criou atrito com Daniel Radcliffe, Emma Watson e Rupert Grint, que renegaram os argumentos da criadora de “Harry Potter”, colocando-se ao lado das pessoas transexuais. A cruzada de Rowling veio à tona há pouco mais de um ano, quando usou o Twitter para criticar uma reportagem que citava “pessoas que menstruam” para designar indivíduos do sexo feminino. “Tenho certeza que costumava existir uma palavra para essas pessoas”, escreveu ela, insinuando que a matéria deveria dizer apenas “mulheres”. Ela fez questão de esquecer que homens trans podem menstruar. Logo em seguida, a escritora acirrou sua campanha, explorando a descrição mais sensacionalista possível, ao considerar transexuais como estupradores em potencial. “Eu me recuso a me curvar a um movimento que eu acredito estar causando um dano demonstrável ao tentar erodir a ‘mulher’ como uma classe política e biológica e oferecer cobertura a predadores como poucos antes dele”, ela escreveu. “Quando você abre as portas dos banheiros e dos vestiários para qualquer homem que acredite ser ou se sinta mulher – e, como já disse, os certificados de confirmação de gênero agora podem ser concedidos sem a necessidade de cirurgia ou hormônios -, você abre a porta a todo e qualquer homem que deseje entrar. Essa é a verdade simples”, disse a autora. A declaração foi confrontada por ninguém menos que Nicole Maines, estrela de “Supergirl” que viveu a primeira super-heroína transexual da TV. Ela se tornou conhecida aos 15 anos de idade por enfrentar o mesmo preconceito defendido por Rowling, sendo constantemente humilhada e impedida de frequentar o banheiro feminino de sua escola. Como também não podia ir ao banheiro masculino, onde sofria bullying, sua família entrou com uma ação na Justiça contra discriminação. Em junho de 2014, a Suprema Corte dos Estados Unidos concluiu que o distrito escolar havia violado seus direitos humanos. A família Maines recebeu uma indenização de US$ 75 mil todas as escolas americanas foram proibidas de impedir alunos transgêneros de entrar no banheiro com qual se identificassem. Inconformada, Rowling foi adiante, escrevendo um livro sobre um assassino travesti, “Sangue Revolto” (Troubled Blood), lançado no ano passado dentro da coleção de mistérios do detetive Cormoran Strike. Rowling também defendeu uma pesquisadora demitida após protestar contra mudanças de leis britânicas que passaram a reconhecer os direitos de pessoas transexuais, escrevendo no Twitter que “homens não podem se transformar em mulheres”. Embora não tenha comentado as críticas que recebeu dos intérpretes dos filmes de “Harry Potter”, ela apagou um elogio a Stephen King nas redes sociais após escritor defender mulheres trans. Foi além: devolveu um prêmio humanitário que recebeu da fundação de Direitos Humanos batizada com o nome do falecido senador Robert F. Kennedy após Kerry Kennedy, filha do célebre político americano, manifestar sua “profunda decepção” com os comentário transfóbicos. Daniel Radcliffe chegou a tuitar um pedido de desculpas em seu nome para a comunidade trans.
George R.R. Martin elogia série derivada de “Game of Thrones”
George R.R. Martin, o autor dos livros que viraram “Game of Thrones”, elogiou a nova série passada no mesmo universo, “House of the Dragon”, após ter sido uma das primeiras pessoas a ver o piloto da atração, centrada na família Targaryen. “Eu vi uma edição do primeiro episódio, e amei”, Martin escreveu em seu blog. “É sombrio, é poderoso, é visceral… bem do jeito que eu gosto das minhas fantasias épicas”. O autor ainda elogiou os showrunners Ryan Condal (criador da série sci-fi “Colony”) e Miguel Sapochnik (diretor de “Game of Thrones”) pelo “trabalho incrível” e destacou o talento do elenco. “Vocês vão se apaixonar por muitos deles (só para terem seus corações partidos depois…) Acho que os Targaryen estão em ótimas mãos”. A produção contou com participação do próprio George R.R. Martin e é baseada num livro já publicado da saga, “Fogo & Sangue”. “House of the Dragon” se passa 200 anos antes de “Game of Thrones”, e seu elenco destaca Paddy Considine (“Peaky Blinders”) no papel do Rei Viserys Targaryen, escolhido pelos senhores de Westeros para sentar no Trono de Ferro e liderar o continente, Matt Smith (“Doctor Who”) como o príncipe Daemon Targarye, Emma D’Arcy (“Truth Seekers”) como a princesa Rhaenyra Targaryen, Rhys Ifans (“O Espetacular Homem-Aranha”) como o Mão do Rei (a segunda posição oficial mais poderosa nos Sete Reinos) Otto Hightower, Olivia Cooke (“Bates Motel”) como sua filha Alicent Hightower e Steve Toussaint (“It’s a Sin”) como Lord Corlys Velaryon, a Serpente do Mar. Ainda não há previsão de estreia.
Cena deletada de “The Witcher” indica trama da 3ª temporada
A Netflix divulgou uma cena deletada da 2ª temporada de “The Witcher”, que pode indicar os rumos da 3ª temporada. A cena traz um diálogo entre Stregobor (Lars Mikkelsen) e Vilgefortz (Mahesh Jadu) nos corredores de Aretuza. Ambos recordam o passado de Vilgefortz desde seu nascimento como filho bastardo até seu treinamento como mago, ao mesmo tempo em que sugere uma divisão entre a Irmandade dos Feiticeiros. Este detalhe reflete eventos dos livros de Andrzej Sapkowski que podem ser explorados na 3ª temporada da série. Lançada em 17 de dezembro, a 2ª temporada de “The Witcher” é atualmente a série mais vista da Netflix. O terceiro ano da produção já está sendo escrito, mas ainda não tem previsão de estreia.
The Witcher: Vídeo mostra bastidores do treinamento de Ciri
A Netflix divulgou um vídeo de bastidores da 2ª temporada de “The Witcher”, que destaca o treinamento de Ciri (Freya Allan) em Kaer Morhen. O vídeo mostra a preparação da atriz para as cenas de ação, revelando o making of de sua passagem pelos obstáculos que a derrubaram várias vezes na série. Resgatada por Geralt de Rivia (Henry Cavill), Ciri ganha muito mais destaque na nova temporada, determinada a virar um bruxo (witcher) como seu salvador. Só que, na verdade, ela tem um poder secreto que aos poucos se torna mais evidente, fazendo com que muitos acreditem que possa se tornar uma perigosa ameaça que precisa ser destruída – mas isso é assunto para a 3ª temporada. A série baseada nos livros de Andrzej Sapkowski já foi renovada.
Netflix revela cena deletada da 2ª temporada de “The Witcher”
A Netflix revelou uma cena deletada da 2ª temporada de “The Witcher”, em que Triss (Anna Shaffer) compartilha sua visão apocalíptica sobre Ciri (Freya Allan) para Geralt (Henry Cavill). A série mostrou a visão no quinto episódio, fazendo Triss acreditar que Ciri é uma ameaça que precisa ser destruída. Mas não tinha exibido a cena em que a feiticeira compartilha sua descoberta com Geralt, que de todo modo não lhe dá ouvidos. Isto faz com que Triss retorne à ilha de Thanedd para contar sua descoberta à Tissaia (MyAnna Buring). As consequências serão conhecidas na 3ª temporada da série baseada nos livros de Andrzej Sapkowski, já confirmada, mas que ainda não tem previsão de estreia. just what did Ciri do to Triss?! check out this deleted scene from THE WITCHER Season 2 pic.twitter.com/m6fDvmz5Vk — Netflix Geeked (@NetflixGeeked) December 22, 2021
Vaza o teaser do spin-off de “The Witcher” estrelado por Michelle Yeoh
O teaser de “The Witcher: A Origem” (The Witcher: Blood Origin) vazou na internet na sexta (17/12), dia do lançamento da 2ª temporada de “The Witcher”. A prévia foi incluída como cena pós-créditos no último capítulo da temporada da série principal e acabou chegando na internet antes da Netflix disponibilizar a versão oficial nas redes sociais, o que acabou acontecendo apenas na segunda-feira (veja abaixo o vídeo atualizado na versão oficial). A atração derivada é ambientada no mundo élfico, 1200 anos antes dos acontecimentos de “The Witcher”, e contará a história de origem do primeiro Witcher/Bruxo e dos eventos que levaram à crucial “conjunção das esferas”, que fundiu o mundo de monstros, homens e elfos num só. A produção foi desenvolvida por um dos roteiristas de “The Witcher”, Declan de Barra, além da showrunner da série original, Lauren Schmidt, e contará com supervisão de Andrzej Sapkowski, o autor dos livros que inspiraram a franquia. O elenco destaca Michelle Yeoh (“Star Trek: Discovery”), que aparece na prévia no papel de uma guerreira e líder dos elfos. Além dela, a produção inclui Sophia Brown (“Giri/Haji”), Laurence O’Fuarain (“O Limite”), Lenny Henry (“Broadchurch”), Jacob Collins-Levy (“The White Princess”), Mirren Mack (“Sex Education”), Francesca Mills (“Harlots”), Dylan Moran (“Maratona do Amor”) e Nathaniel Curtis (“It’s a Sin”). Ainda não há previsão para a estreia.
J.K. Rowling volta a fazer comentários transfóbicos no Twitter
A Warner convidou o ator Johnny Depp a “se demitir” de “Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore”, após o escândalo da praticada contra sua então esposa, Amber Heard, vir à público. Também demitiu o ator Jamie Waylett da conclusão de “Harry Potter”, após o intérprete de Vincent Crabbe em seis filmes ser pego com maconha. Mas a escritora J.K. Rowling segue sem qualquer tipo de punição e cada vez mais à vontade em sua campanha para espalhar ódio contra a comunidade transexual nas redes sociais. Sete horas antes do estúdio liberar o primeiro trailer de “Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore”, a autora do roteiro do filme fez uma nova postagem transfóbica em seu Twitter. O assunto é o de sempre, sua obsessão favorita: atacar a autodeterminação de gênero sexual. Anexando o link de uma reportagem do jornal The Times, sobre uma decisão da polícia britânica de registrar estupros cometidos por criminosos com genitais masculinos como “femininos”, caso este seja o gênero com o qual se identificam, ela ironizou: “Guerra é paz. Liberdade é escravidão. Ignorância é força. O indivíduo com pênis que estuprou você é uma mulher”. Escolhida a dedo para não encontrar muita resistência entre defensores dos direitos transexuais – um fã de Rowling chegou ao ponto ao dizer que quem defende estupradores não pode estar certo – , a frase não é isolada. Ela integra uma conhecida história de ataques similares da escritora. A cruzada de Rowling veio à tona há pouco mais de um ano, quando também usou o Twitter para criticar uma reportagem que citava “pessoas que menstruam” para designar indivíduos do sexo feminino. “Tenho certeza que costumava existir uma palavra para essas pessoas”, escreveu ela, insinuando que a matéria deveria dizer apenas “mulheres”. Ela fez questão de esquecer que homens trans podem menstruar. Logo em seguida, a escritora acirrou sua campanha, explorando a descrição mais sensacionalista possível, ao considerar transexuais como estupradores em potencial. “Eu me recuso a me curvar a um movimento que eu acredito estar causando um dano demonstrável ao tentar erodir a ‘mulher’ como uma classe política e biológica e oferecer cobertura a predadores como poucos antes dele”, ela escreveu. “Quando você abre as portas dos banheiros e dos vestiários para qualquer homem que acredite ser ou se sinta mulher – e, como já disse, os certificados de confirmação de gênero agora podem ser concedidos sem a necessidade de cirurgia ou hormônios -, você abre a porta a todo e qualquer homem que deseje entrar. Essa é a verdade simples”, disse a autora. A declaração foi confrontada por ninguém menos que Nicole Maines, estrela de “Supergirl” que viveu a primeira super-heroína transexual da TV. Ela se tornou conhecida aos 15 anos de idade por enfrentar o mesmo preconceito defendido por Rowling, sendo constantemente humilhada e impedida de frequentar o banheiro feminino de sua escola. Como também não podia ir ao banheiro masculino, onde sofria bullying, sua família entrou com uma ação na Justiça contra discriminação. Em junho de 2014, a Suprema Corte dos Estados Unidos concluiu que o distrito escolar havia violado seus direitos humanos. A família Maines recebeu uma indenização de US$ 75 mil todas as escolas americanas foram proibidas de impedir alunos transgêneros de entrar no banheiro com qual se identificassem. Inconformada, Rowling foi adiante, escrevendo um livro sobre um assassino travesti, “Sangue Revolto” (Troubled Blood), lançado no ano passado dentro da coleção de mistérios do detetive Cormoran Strike. Rowling também defendeu uma pesquisadora demitida após protestar contra mudanças de leis britânicas que passaram a reconhecer os direitos de pessoas transexuais, escrevendo no Twitter que “homens não podem se transformar em mulheres”. A agenda assumida de ódio fez o trio de intérpretes principais dos filmes de “Harry Potter”, Daniel Radcliffe, Emma Watson e Rupert Grint, criticarem suas posições e defenderem a comunidade LGBTQIAP+. Até as maiores comunidades de fãs da franquia a renegaram publicamente, declarando que não mencionariam mais qualquer atividade da escritora que não tivesse a ver com Harry Potter. Ela não se manifestou sobre essas opiniões, mas apagou um elogio a Stephen King nas redes sociais após escritor defender mulheres trans. Foi além: devolveu um prêmio humanitário que recebeu da fundação de Direitos Humanos batizada com o nome do falecido senador Robert F Kennedy após Kerry Kennedy, filha do célebre político americano, manifestar sua “profunda decepção” com os comentário transfóbicos. A Warner não parece se importar. O único comunicado que o estúdio emitiu juntou uma frase sobre valorização dos “contadores de histórias” que dividem “suas criações conosco” (caso de Rowling) com outra sobre “responsabilidade de mostrar empatia e defender a compreensão de todas as comunidades e pessoas” (LGBTQIAP+ incluídos). E foi isso. Como dizer: peixe vive no mar, gostamos de maçãs. Sem qualquer sentido. “Valorizamos muito nossos contadores de histórias, que dão tanto de si para dividir suas criações conosco. Reconhecemos nossa responsabilidade de mostrar empatia e defender a compreensão de todas as comunidades e pessoas, particularmente aquelas com quem trabalhamos e aqueles que alcançamos com nosso conteúdo”, dia a íntegra do comunicado. Portanto, Rowling segue incentivada e imune a cancelamento. Nunca é demais lembrar que transexuais integram a comunidade com o maior número de vítimas de crimes violentos, nunca o contrário, e os perpetradores desses ataques sempre podem contar com um incentivo a mais. War is Peace.Freedom is Slavery.Ignorance is Strength.The Penised Individual Who Raped You Is a Woman.https://t.co/SyxFnnboM1 — J.K. Rowling (@jk_rowling) December 12, 2021
Maria Fernanda Cândido confirma papel em “Animais Fantásticos 3”
A atriz brasileira Maria Fernanda Cândido confirmou nesta segunda (13/12) sua participação em “Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore”. Ela oficializou sua presença no terceiro filme da franquia que serve de prólogo a “Harry Potter” com um post em suas redes sociais. “Estou muito contente em anunciar que representarei o Brasil em ‘Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore’. No filme, interpreto Vicência Santos. Não vejo a hora de vocês descobrirem mais sobre ela”, escreveu a atriz, junto de uma foto caracterizada como a personagem. A confirmação acontece quase um mês após o nome de Maria Fernanda Cândido aparecer listada pelo site IMDb como integrante do elenco da produção. A ironia é que o site acabou tirando seu nome do ar – situação que permanece no momento – , após a repercussão da descoberta. Vale lembrar ainda que a trama deve incluir uma versão cenográfica do Rio de Janeiro. Embora o elenco não tenha vindo ao Brasil, este era o plano original da escritora J.K. Rowling, criadora de “Harry Potter” que assina o roteiro do longa, e a informação foi confirmada pelo ator Eddie Redmayne, intérprete do protagonista Newt Scamander, em entrevista de 2018. Parte da história realmente vai se passar no Rio de 1930, após os primeiros filmes se situarem na cidade Nova York em 1926, e em Paris no ano de 1927. Por conta disso, fãs especulam que a personagem da atriz seja uma ministra brasileira da magia. “Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore” também teve seu primeiro trailer revelado nesta segunda. Como diz o título, o novo longa vai destacar Alvo Dumbledore, diretor de Hogwarts na saga “Harry Potter”, que nos filmes de “Animais Fantásticos” é interpretado por Jude Law. Personagens que estiveram nos dois filmes anteriores voltarão para o terceiro longa, como Eddie Redmayne (Newt Scamander), Ezra Miller (Credence/Aurelius Dumbledore), Alison Sudol (Queenie Goldstein), Dan Fogler (Jacob Kowalski), Katherine Waterston (Tina Goldstein), Callum Turner (Theseus Scamander) e Jessica Williams (Eulalie “Lally” Hicks). Mas Johnny Depp foi substituído por Mads Mikkelsen (“Doutor Estranho”) no papel de Gellert Grindelwald. Novamente dirigido por David Yates, o filme tem previsão de lançamento em 14 de abril no Brasil, um dia antes dos EUA. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Maria Fernanda Cândido (@mariafernandacandidooficial)











