Apesar da vitória histórica no Emmy, Fleabag não deve ter nova temporada
Apesar das quatro vitórias no Emmy 2019, a série “Fleabag” não deve ganhar uma nova temporada. Sua criadora, roteirista e protagonista Phoebe Waller-Bridge já tinha decidido que a 2ª temporada seria o final da série, antes de ser surpreendida com os prêmios da Academia da Televisão dos Estados Unidos na noite de domingo passado (22/9). Nos bastidores da premiação, ela afirmou que não mudou de ideia. “Para ser completamente honesta, me parece o jeito mais bonito de me despedir dela”, explicou. “A história parece estar completa. É muito bom ouvir que tantas pessoas a amaram, é quase como se ela não devesse ter dado tchau ao final… mas parece o jeito certo de encerrá-la, no ponto alto”. Só que a pressão deve aumentar sobre Waller-Bridge. A chefe do Amazon Studios, Jennifer Salke, já tinha dito em julho que “nada nos faria mais feliz do que tê-la fazendo outra temporada desse programa ou o que quer que ela queira fazer”. Adaptação de uma peça criada pela própria Waller-Bridge, “Fleabag” mostra o cotidiano de uma jovem tentando lidar com uma tragédia recente em Londres, na Inglaterra. Na 2ª temporada, a protagonista encontra um padre que a incentiva a ver o mundo de outra forma. Parece muito triste, mas é uma comédia de humor depreciativo. O elenco da série inclui ainda Olivia Coleman, vencedora do Oscar 2019 por “A Favorita”. A produção foi vencedora do Emmy nas categorias de Melhor Série, Direção, Roteiro e Atriz de Comédia. Dos quatro troféus, três foram para Waller-Bridge. As duas temporadas da série estão disponíveis no catálogo do serviço de streaming Amazon Prime Video.
Emmy 2019: Vitória arrasadora de Fleabag eclipsa prêmios de Game of Thrones
A cerimônia do Emmy 2019 consagrou “Fleabag”. Grande vencedora da cerimônia deste domingo (22/9) em Los Angeles, a série conquistou quatro prêmios, o dobro de “Game of Thrones” e mais que qualquer outra produção, praticamente dominando as categorias de Comédia. Para quem esperava ver uma noite de consagração de “Game of Thrones”, o impacto da série da Amazon praticamente eclipsou as conquistas da produção de fantasia da HBO. A produção britânica venceu os troféus de Melhor Série, Atriz (Phoebe Waller-Bridge), Roteiro (idem) e Direção (Harry Bradbeer) de Comédia, tratorando “Veep” e impedindo Julia Louis-Dreyfus de conquistar seu recorde histórico de vitórias. Além disso, Phoebe Waller-Bridge viu sua outra série na competição, “Killing Eve”, render o prêmio de Melhor Atriz de Drama para Jodie Comer. Ela chegou a dizer que “Isso está ficando ridículo”, ao subir ao palco pela terceira vez. Foi uma grande e bem-vinda surpresa, já que “Fleabag”, apesar de queridinha da crítica, era considerada azarão entre atrações mais consagradas, especialmente “Veep” e “Marvelous Mrs. Maisel”. Se “Veep” passou em branco em sua temporada final, “Mrs. Maisel” conquistou os prêmios de Atriz e Ator Coadjuvantes – após ter vencido na semana passada os troféus de Ator e Atriz Convidados em Comédia. A totalização de seis vitórias somadas entre “Fleabag” e “Mrs. Maisel” no domingo ainda causou um predomínio inesperado de produções da Amazon na categoria de Comédias, contrariando as expectativas de quem apostava num duelo particular entre HBO e Netflix. Para completar, a minissérie “A Very English Scandal” acrescentou mais uma vitória para a plataforma, na categoria de Ator Coadjuvante de Minissérie, vencida pelo inglês Ben Whishaw. Ainda assim, a HBO se saiu como o canal mais premiado da noite, graças a suas produções dramáticas. A principal conquista foi a vitória de “Game of Thrones” como Melhor Série de Drama. Produção com maior número de indicações, a série conquistou apenas outro troféu na cerimônia, dando a Peter Dinklage seu quarto Emmy de Melhor Ator Coadjuvante pelo papel de Tyrion Lannister. Com isso, o astro se tornou o maior vencedor da categoria. “Chernobyl” foi a segunda produção mais premiada da noite com três troféus: Melhor Minissérie, Direção (Johan Renk) e Roteiro (Craig Mazin). E a HBO ainda somou mais duas vitórias com “Succession”, outras duas com o talk show “Last Week Tonight” e o prêmio de Melhor Ator de Comédia de Bill Hader, por “Barry”, contabilizando nove Emmys ao todo, contra os sete da Amazon. A Netflix acabou em 3º lugar. E seu principal destaque também foi surpreendente. A série “Ozark” rendeu o prêmio de Melhor Direção para o astro Jason Bateman, que superou três cineastas de “Game of Thrones”, e de Melhor Atriz Coadjuvante para a jovem Julia Garner, vencendo nada menos que quatro estrelas de “Game of Thrones”. Grande aposta da plataforma, “Olhos que Condenam” venceu apenas um prêmio: Melhor Ator de Minissérie para Jharrel Jerome. O quarto e último troféu ficou com “Black Mirror: Bandersnatch”, como Melhor Telefilme. Uma das vitórias mais festejadas da noite foi na categoria de Melhor Ator de Drama para Billy Porter, de “Pose”. Ele e Michelle Williams, Melhor Atriz de Minissérie por “Fosse/Verdun”, foram os representantes do canal pago FX. Ambos também fizeram, ao lado de Peter Dinklage e Patricia Arquette, os discursos mais engajados, em prol de maior tolerância, diversidade e igualdade de gêneros, formando um coral pelos direitos e representatividade das minorias na indústria televisiva. Patricia Arquette, por sinal, venceu o Emmy de Melhor Atriz Coadjvante de Minissérie por “The Act”, representante solitário da plataforma Hulu. Considerando os prêmios do final de semana passada, onde foram reconhecidos os melhores das chamadas “artes criativas” (prêmios técnicos, jornalísticos, documentários, animações e reality shows), as 10 emissoras com mais conquistas foram: HBO com 34 vitórias, Netflix 27, Amazon 15, National Geographic 8, NBC 7, CNN 5, FX 5, Hulu 4, CBS 4 e Fox 4. Outro dado interessante é que metade dos profissionais premiados por realizações individuais foram britânicos. A Academia da Televisão é dos Estados Unidos, mas se rendeu à qualidade do talento vindo do Reino Unido, especialmente das equipes envolvidas na produção de “Fleabag”, “Chernobyl”, “Last Week Tonight”, “Succession”, “Black Mirror: Bandersnatch” e “A Very English Scandal”. 13 dos 27 troféus da noite acabaram em mãos britânicas. Confira abaixo a lista completa dos vencedores da premiação principal da Academia. E clique nos links a seguir para lembrar os premiados das categorias de documentário e reality show, os vitoriosos em animação e os principais troféus técnicos do Emmy 2019. Vencedores do Emmy 2019 Melhor Série de Drama “Game of Thrones” Melhor Série de Comédia “Fleabag” Melhor Minissérie “Chernobyl” Melhor Telefilme “Black Mirror: Bandersnatch” Melhor Ator em Série de Drama Billy Porter (“Pose”) Melhor Atriz em Série de Drama Jodie Comer (“Killing Eve”) Melhor Ator Coadjuvante em Série de Drama Peter Dinklage (“Game of Thrones”) Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Drama Julia Garner (“Ozark”) Melhor Ator em Série de Comédia Bill Hader (“Barry”) Melhor Atriz em Série de Comédia Phoebe Waller-Bridge (“Fleabag”) Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia Tony Shalhoub (“The Marvelous Mrs. Maisel”) Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia Alex Borstein (“The Marvelous Mrs. Maisel”) Melhor Ator em Série Limitada ou Telefilme Jharrel Jerome (“Olhos que Condenam”) Melhor Atriz em Série Limitada ou Telefilme Michelle Williams (“Fosse/Verdon”) Melhor Ator Coadjuvante em Série Limitada ou Telefilme Ben Whishaw (“A Very English Scandal”) Melhor Atriz Coadjuvante em Série Limitada ou Telefilme Patricia Arquette (“The Act”) Melhor Direção em Série de Drama Jason Bateman (“Ozark”) Melhor Direção em Série de Comédia Harry Bradbeer (“Fleabag”) Melhor Direção em Série Limitada ou Telefilme Johan Renck (“Chernobyl”) Melhor Roteiro em Série de Drama Jesse Armstrong (“Succession”) Melhor Roteiro em Série de Comédia Phoebe Waller-Bridge (“Fleabag”) Melhor Roteiro em Série de Limitada ou Telefilme Craig Mazin (“Chernobyl”) Melhor Programa de Esquetes “Saturday Night Live” Melhor Programa de Variedade “Last Week Tonight” Melhor Programa de Competição “RuPaul’s Drag Race”
Emmy 2019: Conheça os indicados e todos os detalhes da cerimônia de premiação deste domingo
A 71ª edição do Emmy Awards, premiação da Academia da Televisão dos Estados Unidos, conclui-se neste domingo (22/9) no Microsoft Theater, em Los Angeles. Considerado o “Oscar da TV”, o evento é dividido em três noites e já entregou os chamados “prêmios criativos” (basicamente técnicos) no fim de semana passado. Por isso, o líder em indicações, “Game of Thrones”, já levou 10 das 32 estatuetas a que concorre neste ano. Além de “Game of Thrones”, que se despede como série mais premiada da história do Emmy, a cerimônia também pode fazer a atriz Julia Louis-Dreyfus atingir o recorde de sete troféus pelo mesmo papel, na série “Veep”, e igualar o recorde de Cloris Leachman como atriz de TV mais premiada de todos os tempos, com nove vitórias na carreira. O que torna sua disputa com Rachel Brosnahan, a “Maravilhosa Mrs. Meisel”, uma das mais esperadas da noite. Outro confronto que gera expectativas vai se dar entre as minisséries aclamadas “Chernobyl” e “Olhos que Condenam”. Assim como aconteceu o Oscar 2019, a entrega de prêmios da Academia da Televisão deste ano não terá apresentador. Será a quarta vez na História do Emmy que a premiação será realizada dessa forma. A última vez foi em 2003. No caso do Oscar, a decisão aconteceu após a desistência de Kevin Hart – escolhido como apresentador, ele se envolveu numa polêmica. A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas pediu que o ator se desculpasse por tuítes insensíveis, mas Hart se recusou e decidiu não apresentar o evento. Com isso, a cerimônia foi mais rápida, com vários artistas de Hollywood se revezando, e registrou até mesmo um pequeno aumento na audiência, que vinha caindo nos últimos anos. Durante o evento semestral da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA), o produtor Don Mischer, responsável pelo evento, disse que já fez outras cerimônias do Emmy sem apresentador e o resultado foi positivo: “Pode ser muito melhor fazer sem um apresentador, já que isso funcionou antes e nos permite ser mais imprevisíveis”. Algumas “surpresas”, porém, já vazaram. Se não vai haver apresentador, o Emmy terá, em compensação, um narrador oficial. O comediante Thomas Lennon (“Santa Clarita Diet”) vai fazer algumas intervenções de áudio entre os anúncios e os discursos dos vencedores – os famosos “comentários” com factoides sobre os premiados. A cerimônia também romperá com a tradição de ter acompanhamento orquestral ao vivo. Em vez disso, o evento será embalado por hits que tenham relação com séries, personagens ou astros premiados. Algumas participações especiais já estão confirmadas. A sessão “In Memoriam”, que homenageia artistas falecidos no último ano, será acompanhada por uma performance ao vivo da cantora Halsey. E o comediante Adam Devine (“A Escolha Perfeita”) comandará um número musical na introdução das categorias de variedade. O Emmy 2019 será exibido na íntegra a partir das 20h, desde seu tapete vermelho, no canal pago TNT. Mas também poderá ser acompanhado em outras plataformas. Veja aqui todas as alternativas. Aproveite para lembrar abaixo os indicados que competem pelos troféus mais cobiçados do evento. Além destes, já foram anunciados os vencedores das categorias de documentário e reality show, os premiados em animação e os principais prêmios técnicos do Emmy 2019. Clique nos links para saber mais. Indicados ao Emmy 2019 Melhor Série de Drama Game of Thrones This Is Us Killing Eve Ozark Better Call Saul Succession Segurança em Jogo Pose Melhor Série de Comédia Veep Boneca Russa The Marvelous Mrs. Maisel Barry Fleabag The Good Place Schitt’s Creek Melhor Telefilme Black Mirror: Bandersnatch Deadwood – O Filme Brexit Meu Jantar com Herve Rei Lear Melhor Minissérie ou Série Limitada Sharp Objects Escape at Dannemora Chernobyl Olhos que Condenam Fosse/Verdon Melhor Ator em Série de Drama Sterling K. Brown (This Is Us) Milo Ventimiglia (This Is Us) Jason Bateman (Ozark) Billy Porter (Pose) Bob Odenkirk (Better Call Saul) Kit Harington (Game of Thrones) Melhor Atriz em Série de Drama Sandra Oh (Killing Eve) Jodie Comer (Killing Eve) Emilia Clarke (Game of Thrones) Laura Linney (Ozark) Robin Wright (House of Cards) Mandy Moore (This Is Us) Viola Davis (How to Get Away With Murder) Melhor Ator Coadjuvante em Série de Drama Alfie Allen (Game of Thrones) Peter Dinklage (Game of Thrones) Nikolaj Coster-Waldau (Game of Thrones) Jonathan Banks (Better Call Saul) Giancarlo Esposito (Better Call Saul) Michael Kelly (House of Cards) Chris Sullivan (This Is Us) Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Drama Gwendoline Christie (Game of Thrones) Lena Headey (Game of Thrones) Fiona Shaw (Killing Eve) Maisie Williams (Game of Thrones) Sophie Turner (Game of Thrones) Julia Garner (Ozark) Melhor Ator em Série de Comédia Anthony Anderson (Black-ish) Bill Hader (Barry) Ted Danson (The Good Place) Michael Douglas (The Kominsky Method) Don Cheadle (Black Monday) Eugene Levy (Schitt’s Creek) Melhor Atriz em Série de Comédia Rachel Brosnahan (The Marvelous Mrs. Maisel) Julia Louis-Dreyfus (Veep) Natasha Lyonne (Boneca Russa) Phoebe Waller-Bridge (Fleabag) Christina Applegate (Disque Amiga para Matar) Catherine O’Hara (Schitt’s Creek) Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia Henry Winkler (Barry) Tony Shalhoub (The Marvelous Mrs. Maisel) Alan Arkin (O Método Kominsky) Tony Hale (Veep) Stephen Root (Barry) Anthony Carrigan (Barry) Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia Kate McKinnon (Saturday Night Live) Alex Borstein (The Marvelous Mrs. Maisel) Anna Chlumsky (Veep) Betty Gilpin (GLOW) Marin Hinkle (The Marvelous Mrs. Maisel) Sarah Goldberg (Barry) Olivia Colman (Fleabag) Sian Clifford (Fleabag) Melhor Ator em Série Limitada ou Telefilme Mahershala Ali (True Detective) Jared Harris (Chernobyl) Jharrel Jerome (Olhos que Condenam) Sam Rockwell (Fosse/Verdon) Benicio del Toro (Escape at Dannemora) Hugh Grant (A Very English Scandal) Melhor Atriz em Série Limitada ou Telefilme Michelle Williams (Fosse/Verdon) Patricia Arquette (Escape at Dannemora) Amy Adams (Sharp Objects) Joey King (The Act) Aunjanue Ellis (Olhos Que Condenam) Niecy Nash (Olhos Que Condenam) Melhor Ator Coadjuvante em Série Limitada ou Telefilme Asante Blackk (Olhos Que Condenam) Paul Dano (Escape At Dannemora) John Leguizamo (Olhos Que Condenam) Stellan Skarsgård (Chernobyl) Ben Whishaw (A Very English Scandal) Michael K. Williams (Olhos Que Condenam) Melhor Atriz Coadjuvante em Série Limitada ou Telefilme Patricia Arquette (The Act) Patricia Clarkson (Sharp Objects) Emily Watson (Chernobyl) Margaret Qualley (Fosse/Verdon) Marsha Stephanie Blake (Olhos Que Condenam) Vera Farmiga (Olhos Que Condenam) Melhor Direção em Série de Drama Game of Thrones (The Iron Throne) Game of Thrones (The Last of the Starks) Game of Thrones (The Long Night) The Handmaid’s Tale (Holly) Killing Eve (Desperate Times) Ozark (Reparations) Succession (Celebration) Melhor Direção em Série de Comédia Barry (The Audition) Barry (ronny/lilly) The Big Bang Theory (The Stockholm Syndrome) Fleabag (Episódio 1) The Marvelous Mrs. Maisel (All Alone) The Marvelous Mrs. Maisel (We’re Going To The Catskills!) Melhor Direção em Série Limitada ou Telefilme Chernobyl Escape at Dannemora Fosse/Verdon (Glory) Fosse/Verdon (Who’s Got the Pain) A Very English Scandal Olhos Que Condenam Melhor Roteiro em Série de Drama Better Call Saul (Winner) Segurança em Jogo (Episódio 1) Game of Thrones (The Iron Throne) The Handmaid’s Tale (Holly) Killing Eve (Nice and Neat) Succession (Nobody is Ever Missing) Melhor Roteiro em Série de Comédia Barry (ronny/lilly) Fleabag (Episódio 1) The Good Place (Janet(s)) PEN15 (Anna Ishii-Peters) Boneca Russa (Nothing In This World Is Easy) Boneca Russa (A Warm Body) Veep Melhor Roteiro em Série de Limitada ou Telefilme Chernobyl Escape at Dannemora (Episódio 6) Escape at Dannemora (Episódio 7) Fosse/Verdon (Providence) A Very English Scandal Olhos Que Condenam (Parte 4) Melhor Programa de Esquetes Saturday Night Live Drunk History I Love You, America At Home with Amy Sedaris Documentary Now Who Is America? Melhor Programa de Variedade Full Frontal with Samantha Bee Jimmy Kimmel Live! Last Week Tonight The Daily Show with Trevor Noah The Late Late Show with James Corden The Late Show with Stephen Colbert Melhor Programa de Competição RuPaul’s Drag Race American Ninja Warrior Mandou Bem! (Nailed It) Top Chef The Voice The Amazing Race
Game of Thrones vence 10 prêmios técnicos do Emmy 2019
A segunda noite do Emmy Awards 2019, premiação da Academia da Televisão dos Estados Unidos, consagrou na noite de domingo (15/9) as melhores representantes das chamadas “artes criativas” da indústria televisiva americana. São os prêmios das categorias consideradas “técnicas”, como edição, maquiagem, fotografia, efeitos, etc. Mas também entram na lista alguns troféus que poderiam estar na cerimônia principal, a ser realizada no próximo fim de semana. Comprovando sua qualidade técnica, “Game of Thrones” foi o grande vencedor dessa parte da premiação, conquistando 10 estatuetas – por Efeitos Visuais, Montagem, Figurino, Trilha Sonora, Coordenação de Dublês, Edição de Som, Mixagem, Maquiagem, Abertura e Melhor Elenco de Série de Drama. “Chernobyl” liderou os prêmios de minissérie, somando 7 vitórias, incluindo Design de Produção, Fotografia e Trilha. E “The Marvelous Mrs. Maisel” foi a produção de comédia mais premiada, com 6 troféus, incluindo Ator Convidado (Luke Kirby) e Atriz Convidada (Jane Lynch). Para completar, as categorias de Atores Convidados em Série de Drama premiaram Cherry Jones e Bradley Whitford, ambos por “The Handmaid’s Tale”. Clique nos links para conferir ainda os vencedores de sábado (14/9) do Emmy 2019 nas categorias de animação, documentário e reality show. Os prêmios das categorias principais serão entregues no próximo domingo (22/9), com transmissão ao vivo para o Brasil pelo canal pago TNT.
Aos 97 anos, Norman Lear se torna o mais velho vencedor do Emmy
O produtor-roteirista Norman Lear se tornou o vencedor mais velho do Emmy de todos os tempos, aos 97 anos, pela produção de “Live in Front of a Studio Audience: Norman Lear’s ‘All in the Family’ and ‘The Jeffersons'”. O programa venceu o troféu de Melhor Especial de Variedades, Música ou Comédia do Emmy 2019, premiação da Academia da Televisão dos Estados Unidos, cuja primeira parte aconteceu na noite de sábado (14/9), em Los Angeles. Na ocasião, foram homenageados os melhores das chamadas “artes criativas” da indústria televisiva americana. São os prêmios das categorias mais técnicas, como edição, maquiagem, fotografia, dublagem, etc. Mas também entram na lista alguns troféus que poderiam estar na cerimônia principal, a ser realizada no próximo fim de semana. A conquista de Norman Lear aconteceu 46 anos depois dele vencer seu último Emmy – por “Tudo em Família”, Melhor Série de Comédia de 1973. Ao longo de sua carreira, Lear foi indicado 15 vezes, vencendo quatro Emmys por “Tudo em Familia”. Lear também também criou “Os Jeffersons”, “Maude” e “One Day at a Time”, que ganhou remake recente na Netflix, e foi homenageado pela Academia de Televisão com uma indução no Hall da Fama em 1984. O programa que lhe rendeu seu quinto Emmy foi um reencenamento, ao vivo, de roteiros clássicos de “Tudo em Família” e seu spin-off, “Os Jeffersons”, com atores contemporâneos. Desenvolvida em parceria com o apresentador Jimmy Kimell, a produção foi um sucesso fenomenal de audiência e já inspirou novos projetos similares. Conheça outros vencedores do Emmy 2019 nas categorias de animação, documentário e reality show clicando nos links. Novos prêmios serão entregues na noite deste domingo (15/9) e a parte televisionada da premiação vai acontecer no próximo domingo (22/9), com transmissão ao vivo para o Brasil pelo canal pago TNT.
Emmy 2019 premia Os Simpsons e Love, Death + Robots como as melhores séries animadas
A primeira parte do Emmy Awards 2019, premiação da Academia da Televisão dos Estados Unidos, homenageou na noite de sábado (14/9) os melhores das chamadas “artes criativas” da indústria televisiva americana. São os prêmios das categorias mais técnicas, como edição, maquiagem, fotografia, dublagem, etc. Mas também entram na lista alguns troféus que poderiam estar na cerimônia principal, a ser realizada no próximo fim de semana. Uma das disputas mais populares da noite aconteceu entre os indicados de animação. “Os Simpsons” venceu o prêmio de Melhor Série Animada pela 11ª vez e, por coincidência, 11 anos após conquistar a categoria pela última vez. Outra atração veterana, “Uma Família da Pesada” (Family Guy), fez Seth MacFarlane empatar o recorde de maior quantidade de vitórias como dublador de série animada. O criador da atração foi premiado pela quarta vez pela dublagem do protagonista e de vários coadjuvantes da produção da Fox. É o mesmo número de troféus de Dan Castellaneta e Hank Azaria, vencedores, em outras ocasiões, por “Os Simpsons”. Mas o grande destaque da premiação animada do Emmy 2019 foi uma produção novata, a estreante “Love, Death + Robots”, da Netflix, que dominou sua categoria ao levar outros cinco troféus, entre eles os de Melhor Série Animada de Curtas. “Love, Death & Robots” é uma série de animação com formato de antologia e temática sci-fi, desenvolvida pelos cineastas Tim Miller (“Deadpool”) e David Fincher (“Clube da Luta”). Disponibilizada em março, chamou atenção por trazer, além dos três itens do título (amor, morte e robôs), muito sangue, sexo, monstros e violência. A produção também possui uma grande variedade de estilos entre os episódios, sem perder de vista um visual refinadíssimo e uma classificação para maiores. A série já se encontra renovada para sua 2ª temporada, e recentemente acrescentou em seu time a diretora Jennifer Yuh Nelson (da franquia “Kung Fu Panda”). Clique aqui para conhecer os vencedores das categorias de documentário e reality show do Emmy 2019. Outros prêmios serão entregues na noite deste domingo (15/9) e a parte televisionada da premiação vai acontecer no próximo domingo (22/9), com transmissão ao vivo para o Brasil pelo canal pago TNT.
Documentário sobre abusos de Michael Jackson vence o Emmy 2019
A Academia da Televisão dos Estados Unidos realizou na noite de sábado (14/9) a primeira parte da premiação do Emmy Awards 2019. O evento não televisionado aconteceu em Los Angeles e destacou os melhores das chamadas “artes criativas” da indústria televisiva americana. São os prêmios das categorias mais técnicas, como edição, maquiagem, fotografia, dublagem, etc. Mas também entram na lista alguns troféus que poderiam estar na cerimônia principal, a ser realizada no próximo fim de semana. Um dos resultados mais esperados da noite era o vencedor da disputa de Melhor Documentário. E deu o mais polêmico: “Deixando Neverland”. O filme de Dan Reed exibido pela HBO, após causar no Festival de Sundance deste ano, registra depoimentos de dois homens adultos que dizem ter sido abusados sexualmente por Michael Jackson quando tinham 7 e 10 anos de idade. A obra foi recebida com indignação pela família do cantor e gerou protestos entre os fãs. Para o bem e para o mal, deu o que falar. E agora recebeu a aprovação da Academia. Curiosamente, a produção mais premiada da noite foi outro documentário. “Free Solo”, produção da National Geographic que já tinha vencido o Oscar de Melhor Documentário, não disputou esta categoria no Emmy, mas venceu todos os sete prêmios a que concorria. O filme dirigido por Jimmy Chin e Elizabeth Chai Vasarhelyi, sobre um alpinista determinado a bater um recorde de escalada solo numa montanha dos Estados Unidos, venceu as categorias de Direção de Documentário, Cinematografia, Montagem, Edição de Som, Mixagem, Trilha Sonora e Mídia Interativa. Em compensação, o documentário do show “Homecoming”, de Beyoncé, que concorria a seis troféus, saiu sem nenhum reconhecimento. A derrota em todas as categorias fez muitos fãs da cantora protestarem nas redes sociais. Beyoncé perdeu, entre outros, para James Corden, que venceu o prêmio de Melhor Especial de Variedades por seu programa “Carpool Karaoke”. “Beyoncé se esforça tanto para fazer um ótimo documentário e é vencida por um karaokê? Mulheres nunca podem vencer”, desabafou uma fã no Twitter. “O próprio James Corden entregaria esse prêmio para a Beyoncé!”, reclamou outro. Na verdade, é possível considerar que Beyoncé perdeu para Paul McCartney, já que o episódio de “Carpool Karoke” contemplado com o Emmy trazia o ex-Beatle de volta à sua cidade natal, Liverpool. Ela também perdeu para Bruce Springsteen na disputa de Melhor Direção de Especial, vencido por Thom Zimny, diretor de “Springsteen on Broadway”. Entre os programas de reality show, RuPaul conquistou pelo quarto ano consecutivo o Emmy de Melhor Apresentador de Programa de Competição, “Queer Eye” garantiu pelo segundo ano o prêmio de Melhor Reality Show Estruturado e “Anthony Bourdain Parts Unknown”, o programa de viagens e gastronomia apresentado pelo chef americano que se suicidou em 2018, ganhou dois Emmys. Clique aqui para conhecer os vencedores das categorias de série animada do Emmy 2019. Outros prêmios serão entregues na noite deste domingo (15/9) e a parte televisionada da premiação vai acontecer no próximo domingo (22/9), com transmissão ao vivo para o Brasil pelo canal pago TNT.
Emmy copia Oscar e não terá apresentador em 2019
A rede Fox anunciou que a cerimônia de premiação do Emmy 2019 não terá um apresentador fixo, a exemplo do que aconteceu com o Oscar neste ano. Será a quarta vez na História do Emmy que a premiação dos melhores trabalhos da televisão será realizada dessa forma. A última vez que a cerimônia foi realizada sem um apresentador fixo foi em 2003. No caso do Oscar, a decisão aconteceu após a desistência de Kevin Hart – escolhido como apresentador, ele se envolveu numa polêmica. A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas pediu que o ator se desculpasse por tuítes insensíveis, mas Hart se recusou e decidiu não apresentar o evento. Com isso, o evento foi mais rápido, com vários artistas de Hollywood se revezando, e registrou até mesmo um pequeno aumento na audiência, que vinha caindo nos últimos anos. Durante o evento semestral da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA), Charlie Collier, presidente da Fox, confirmou que o sucesso do Oscar neste formato fez o canal “prestar atenção”. O produtor Don Mischer completou dizendo que já fez outras cerimônias do Emmy sem apresentador e o resultado foi positivo: “Pode ser muito melhor fazer sem um apresentador, já que isso funcionou antes e nos permite ser mais imprevisíveis”.
FX cancela Baskets no final da 4ª temporada
O canal pago americano FX anunciou o cancelamento da série “Baskets”, do comediante Zach Galifianakis (“Se Beber Não Case”), no final da sua 4ª e atual temporada. O último episódio vai ao ar no dia 22 de agosto. Em comunicado, o co-presidente de programação original do canal, Eric Schrier, elogiou a equipe de produção. “Ao longo de quatro temporadas, ‘Baskets’ assumiu seu lugar entre as grandes comédias do FX com um olhar cativante e hilariante sobre os sonhos e a ambição de Chip Baskets e sua extensa e amorosa família e somos gratos a Jonathan Krisel, Zach Galifianakis, Louie Anderson, Martha Kelly e ao resto do elenco e equipe por nos dar a joia. ” Criada pelos comediantes Zach Galifianakis (trilogia “Se Beber, Não Case!”), Louis C.K. (série “Louie”) e o diretor-roteirista Jonathan Krisel (série “Portlandia”), “Baskets” marcou a volta de Galifianakis à TV após “Bored to Death” (2009-2011), na qual era coadjuvante. A série correu risco de ser cancelada bem antes, devido ao envolvimento de Louis C.K. em sua produção. Após ser acusado de assédio e assumir sua culpa, o produtor perdeu vários contratos. De todas as suas produções, especiais, filmes, pilotos, séries e projetos encaminhados, apenas “Better Things” e “Baskets” sobreviveram ao escândalo, mas sem seu envolvimento. A continuidade de “Baskets” se deu muito por conta das indicações a prêmios para Galifianakis e seu coadjuvante Louie Anderson, respectivamente pelos papéis de um palhaço triste e sua mãe. Na trama, a família tenta manter viva a tradição circense dos palhaços, nem que seja em rodeios. Anderson chegou a vencer o Emmy em 2016. Mas, neste ano, a série não recebeu nenhuma indicação ao prêmio da Academia da Televisão dos Estados Unidos.
Enterro musical da série Transparent ganha novo trailer
A Amazon divulgou um novo poster e trailer do final da série “Transparent”, que vai acabar com um episódio especial, o primeiro e único sem o protagonista Jeffrey Tambor, demitido após denúncias de assédio sexual. O destino de seu personagem, um pai de família que inicia a transição de gênero na Terceira Idade, assumindo a identidade social de Maura Pfefferman, é revelado logo no começo do vídeo. “Maura morreu”, revela Davina (Alexandra Billings) num telefonema para Shelly (Judith Light), a esposa do falecido. E qual a reação da viúva – e de todo o elenco da produção? Cantar e dançar. E fazer o enterro – em mais de um sentido. A criadora da série, Jill Soloway, decidiu encerrar “Transparent” com um episódio musical em vez de produzir uma 5ª temporada completa – ou uma versão encurtada dela. Tambor foi demitido em fevereiro do ano passado, após uma investigação interna, que apurou denúncia de uma ex-assistente pessoal, Van Barnes, feita em uma publicação no seu perfil privado do Facebook, na qual relatava comportamento inadequado por parte do ator. Logo em seguida, a colega de elenco Trace Lysette acusou o ator de ter feito comentários sexuais e tentado abusar dela em ocasiões diferentes. Ambas são transexuais. Após a primeira acusação, o ator de 73 anos, que venceu dois prêmios Emmy de Melhor Ator de Série de Comédia por “Transparent”, chegou a vir a público negar “de maneira contundente e veemente” qualquer tipo de comportamento inadequado. Mas, diante da segunda denúncia, disse que sua permanência na série tinha se tornado insustentável. “Por conta da atmosfera politizada que parece ter afetado nosso set, eu não vejo como posso voltar a ‘Transparent'”, ele chegou a desabafar, em comunicado. Ao ser informado por mensagem de texto que tinha sido demitido, ele ainda se declarou “profundamente desapontado” pelas acusações “injustas”. E logo depois foi arranjar confusão no set de “Arrested Development”, que também chegou ao fim na Netflix. Jeffrey Tambor venceu dois Emmys e um Globo de Ouro como Melhor Ator em Série de Comédia por “Transparent”. Mas o zeitgeist cultural evoluiu muito desde então. Após a série pioneira, mais produções passaram a incluir personagens transexuais em suas tramas, e todos elas são, ao contrário de Tambor, interpretadas por atores transexuais. Há atualmente um entendimento de que heterossexuais não devem viver personagens trans – o que levou até Scarlett Johanssen a abandonar um papel no cinema, num filme sobre uma gângster transexual que, sem ela, como queriam politicamente corretos, não será mais feito. O final musical da série “Transparent” será disponibilizado em 27 de setembro no serviço Prime Video da Amazon.
Três astros de Game of Thrones indicados ao Emmy não foram inscritos pela HBO
“Game of Thrones” quebrou o recorde de indicações ao Emmy com 32 nomeações por sua 8ª e última temporada. Deste total, dez indicações foram para os intérpretes da série. Mas o detalhe é que três dos nomeados não foram inscritos pelo canal pago HBO na premiação. Alfie Allen (Theon Greyjoy), Gwendoline Christie (Brienne de Tarth) e Carice van Houten (Melisandre) inscreveram-se por conta própria, após a HBO não considerar suas performances ao enviar para os organizadores do Emmy a lista dos candidatos da série que acreditava ter maior capacidade de obter reconhecimento da Academia de Televisão. A HBO confirmou que não incluiu o trio com o resto do elenco para a consideração da Academia, mas cada um deles, por meio de seus representantes, foi em frente e pagou individualmente a taxa de US$ 225 pela inscrição para se candidatar ao prêmio. Allen foi indicado na categoria de Melhor Ator Coadjuvante em uma Série de Drama, Christie para Melhor Atriz Coadjuvante em uma Série de Drama e van Houten para Melhor Atriz Convidada em uma Série de Drama. Não é incomum que artistas se inscrevam por conta própria para serem levados em consideração pelo Emmy. Entretanto, é incomum que essas inscrições resultem em indicações. A HBO privilegiou os intérpretes de maior destaque em sua lista oficial, inscrevendo Kit Harington na disputa de Melhor Ator, Emilia Clarke como Melhor Atriz, Nikolaj Coster-Waldau e Peter Dinklage como Atores Coadjuvantes, e Lena Headey, Sophie Turner e Maisie Williams como Atrizes Coadjuvantes. Todos eles conquistaram indicações. A decisão de inscrever uns e não outros reflete o fato de o elenco ser numeroso e também o receio de um excesso de candidatos dividir votos e, assim, diminuir as chances individuais de cada um aos prêmios. Segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, não há ressentimentos entre os que foram esnobados e conseguiram indicações e a HBO, que precisará lidar com a inevitável pulverização de votos em muitos candidatos da série – o que tende a ajudar aos concorrentes das outras atrações.
Joey King compartilha reação emocionada por sua primeira indicação ao Emmy
A atriz Joey King (de “A Barraca do Beijo”) compartilhou nas redes sociais a reação emocionada à sua indicação ao Emmy 2009. A jovem de 20 anos foi nomeada pela primeira vez a um prêmio da Academia de Televisão dos Estados Unidos, e logo numa das categorias mais cobiçadas, como Melhor Atriz em Minissérie por seu papel em “The Act”. Após chorar e gritar de emoção ao ouvir seu nome na apresentação dos indicados, ela ligou para sua mãe para contar a novidade. “Dá para acreditar?”, disse, limpando as lágrimas. E em seguida entrou em contato com a intérprete de sua mãe na série, Patricia Arquette. Tudo isso foi registrado no celular de um amigo e postado no Twitter. Veja abaixo. No Emmy 2019, Joey e Patricia vão competir pelo mesmo prêmio, mas por séries diferentes. Patricia Arquette foi indicada por “Escape at Dannemora”. As demais candidatas na categoria de Melhor Atriz em Minissérie são Michelle Williams (“Fosse/Verdon”), Amy Adams (“Sharp Objects”), Aunjanue Ellis (“Olhos que Condenam”) e Niecy Nash (também de “Olhos que Condenam”). A cerimônia de premiação do 71º Emmy Awards acontecerá no dia 22 de setembro no Microsoft Theater, em Los Angeles. I cannot believe this is happening. I’ve just been Nominated for an Emmy for my work in The Act. There’s so many people to thank for this moment and getting to talk to my mom and Patricia immediately after it was announced was so special. I’m in shock pic.twitter.com/7pDSu3lmD0 — Joey King (@JoeyKing) July 16, 2019
Stranger Things e Big Little Lies ficam fora do Emmy 2019
A Netflix perdeu sua batalha particular contra a HBO pela liderança em indicações ao Emmy 2019, principal premiação da indústria televisiva dos EUA. Mas embora a presença de “Game of Thrones” tenha sido avassaladora na lista da Academia de Televisão, a plataforma foi à luta sem sua principal arma. “Stranger Things”, série mais popular da plataforma de streaming, não foi indicada a prêmio algum. Mas a ausência não diz respeito à suposta queda de qualidade da produção em sua 3ª temporada. Trata-se de uma simples formalidade técnica: o período de exibição que o prêmio considera em cada ano. Para o Emmy 2019, foram consideradas elegíveis produções cujo primeiro episódio foi exibido entre 1º de junho de 2018 e 31 de maio de 2019. “Stranger Things” ficou fora da lista porque foi lançada em 4 de julho deste ano. O mesmo também aconteceu com a 3ª temporada de “The Handmaid’s Tale”, a 2ª temporada de “Big Little Lies” e a estreia de “Euphoria”, entre as séries de maior repercussão atualmente em exibição. Se todas essas séries fossem contabilizadas, talvez a HBO até aumentasse sua liderança, pois duas são produções do canal da WarnerMedia. Sem “Big Little Lies”, o Emmy até perde muito de seu glamour, já que não contará com as estrelas que protagonizam a produção – entre elas, Nicole Kidman, Reese Witherspoon, Laura Dern e Meryl Streep. De todo modo, elas deverão concorrer ao Emmy de 2020.








