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  • Etc

    Jennifer Hudson ganha Tony e atinge status de EGOT

    13 de junho de 2022 /

    A atriz e cantora Jennifer Hudson atingiu o status de EGOT no domingo (12/6), ao vencer um troféu no Tony Awards, principal prêmio do teatro americano. Considerado o mais alto estágio de reconhecimento artístico, a palavra EGOT é formada pela sigla dos maiores troféus da indústria do entretenimento dos EUA: o Emmy (da televisão), o Grammy (da música), o Oscar (do cinema) e o Tony (do teatro). Jennifer Hudson agora tem estatuetas destas quatro premiações. O primeiro reconhecimento veio no Oscar em 2007, ao ser premiada como Melhor Atriz Coadjuvante pelo filme “Dreamgirls”. Depois, conquistou dois Grammys por sua carreira musical, em 2009 e 2017. No ano passado, ela acrescentou o Emmy em sua coleção, como produtora (e dubladora) do curta animado “Baba Yaga”. Neste domingo, ela completou a lista também como produtora, ao vencer o Tony por “A Strange Loop”, eleito o Melhor Musical Novo da última temporada. A relação de pessoas a atingir o status EGOT é bastante curta, incluindo principalmente produtores e compositores de musicais. Jennifer Hudson é apenas a 21ª pessoa a conquistar a honraria em todos os tempos e a 7ª mulher a se juntar ao panteão, após Helen Hayes, Rita Moreno, Audrey Hepburn, Whoopi Goldberg, Barbra Streisand e Liza Minnelli. Para quem não lembra, o talento de Jennifer Hudson foi revelado num reality show televisivo: na 3ª temporada de “American Idol”, exibida em 2004. Mas ela não passou do 7º lugar, o que gerou grande controvérsia na época porque as três menos votadas daquela semana eram todas negras, incluindo Fantasia Barrino – que foi a vencedora da edição e também segue uma carreira renomada como cantora e atriz.

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  • Série

    Série derivada de “Orphan Black” ganha título e previsão de estreia

    6 de abril de 2022 /

    O conglomerado AMC oficializou a produção, anunciou o título e a previsão de estreia de uma série derivada de “Orphan Black”. Intitulada “Orphan Black: Echoes”, a série será lançada em 2023. O detalhe é que não será exibida na TV paga como a atração original, mas exclusivamente em streaming, na plataforma americana AMC+. A vontade de realizar um spin-off foi manifestada originalmente em 2019 e se materializa agora como uma das apostas da AMC para turbinar o catálogo de seu streaming. Exibida de 2013 a 2017, “Orphan Black” girava em torno de um grupo de mulheres que descobre ser clones da mesma pessoa, separadas e criadas em diferentes localidades, numa experiência que não foi inteiramente bem-sucedida, já que elas estariam morrendo. A continuação não deve trazer de volta as “sisters” do “clone club” – ou “sestras” como dizia a clone russa – que foram interpretadas, de forma impressionante, pela mesma atriz: a canadense Tatiana Maslany, em uma dezena de papéis diferentes. Em vez disso, a nova série pretende contar outra história passada no mesmo universo. Após abrir discussões com vários roteiristas e ponderar diferentes abordagens para o projeto, a produtora Boat Rocker fechou com Anna Fishko, roteirista de “The Society” e “Fear the Walking Dead”, para comandar a nova etapa da franquia. “Estou emocionado por começar este novo capítulo no mundo de ‘Orphan Black'”, disse Fishko em comunicado. “Criar uma história que abraça o legado do show original tem sido muito gratificante, e estou animada para ver o público embarcar em uma nova jornada, que explora as grandes questões do que nos torna quem somos. Sou incrivelmente sortuda por ter parceiros tão solidários como Boat Rocker, John Fawcett e AMC, e mal posso esperar para apresentar ao público antigo e novo a próxima parte desta amada história.” Um dos co-criadores de “Orphan Black”, John Fawcett (responsável pela trilogia de terror “Possuída”), também está a bordo como produtor executivo e diretor. “Orphan Black: Echoes” vai se passar em um futuro próximo e fará “um mergulho profundo na exploração da manipulação científica da existência humana”, de acordo com a descrição da AMC. A nova série também seguirá um grupo de mulheres que encontram uma forma de entrar na vida umas das outras, enquanto desvendam o mistério de suas identidades e descobrem uma história dolorosa de amor e traição. A série original foi responsável por dar visibilidade à BBC America, atraindo muitos assinantes com sua repercussão, que não se restringiu ao universo geek, pois rendeu até um merecido Emmy de Melhor Atriz para Tatiana Maslany. Desde então, o canal só teve mais um hit: “Killing Eve”. E foi comprado pela AMC – que ainda possui os canais IFC, WE tv, Sundance TV e a plataforma de streaming Shudder. A AMC está em busca de um novo sucesso conforme se aproxima o final de “The Walking Dead”. E desde a conclusão de “Into the Badlands” estava sem nenhuma série de ficção científica em sua programação. Orphan Black: Echoes, a new series set in the world of #OrphanBlack, will premiere in 2023 on @AMCPlus. pic.twitter.com/GiUughS9cb — Orphan Black (@OrphanBlack) April 6, 2022

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  • Etc

    Astros celebram Jean-Marc Vallée, que morreu no Natal

    27 de dezembro de 2021 /

    A morte súbita e inesperada do diretor Jean-Marc Vallée teria sido causada por um ataque cardíaco. Embora ainda não seja oficial, a informação já circula com força em Hollywood. O diretor vencedor do Emmy por “Big Little Lies” morreu repentinamente durante o fim de semana do Natal aos 58 anos, enquanto passava o feriado em sua cabana nos arredores de Quebec City. Familiares e amigos próximos ainda estão em choque. Conhecido por conseguir interpretações premiadas de seus atores, Vallée foi celebrado por vários astros com quem trabalhou, após a notícia de sua morte chegar na mídia na madrugada desta segunda (27/12). Matthew McConaughey e Jared Leto, que conquistaram Oscars por “Clube de Compra Dallas” dirigido pelo canadense, Reese Whiterspoon e Laura Dern, indicadas ao Oscar por “Livre” e vencedoras do Emmy por “Big Little Lies”, foram alguns dos artistas que se manifestaram. “Uma força cinematográfica e um verdadeiro artista que mudou minha vida com um lindo filme chamado ‘Clube de Compra Dallas'”, escreveu Leto, ao lado de uma foto em que aparece com o diretor e seu Globo de Ouro pelo papel. “Muito amor a todos que o conheceram. A vida é preciosa”, completou. “O mundo perdeu um dos nossos grandes e mais puros artistas e sonhadores. E nós perdemos um amigo amado”, disse Laura Dern, também com uma foto em que aparece ao lado do diretor. “Meu coração está partido. Meu amigo. Eu te amo”, tuitou Reese Whiterspoon, compartilhando a notícia da morte do cineasta. Ela ainda acrescentou no Instagram, ao lado de uma galeria de imagens de bastidores de “Livre” e “Big Little Lies”: “Sempre me lembrarei de você enquanto o sol se põe. Perseguindo a luz. Em uma montanha no Oregon. Em uma praia em Monterey. Certificando-nos de que todos nós pegamos um pouco de magia nesta vida. Eu te amo, Jean Marc. Até nos encontrarmos novamente”. “Ele via a vida romântica, da luta à dor, da piscadela ao sussurro, histórias de amor estavam em toda parte em seu olhar”, disse Matthew McConaughey. pic.twitter.com/2L4q8bTNIe — Matthew McConaughey (@McConaughey) December 27, 2021 A filmmaking force and a true artist who changed my life with a beautiful movie called Dallas Buyers Club. Much love to everyone who knew him. Life is precious. pic.twitter.com/2DT0tu9Lbo — JARED LETO (@JaredLeto) December 27, 2021 Beautiful Jean-Marc Vallee. The world has lost one of our great and purest artists and dreamers. And we lost our beloved friend. Our hearts are broken. pic.twitter.com/v9WXikI48e — Laura Dern (@LauraDern) December 27, 2021 My heart is broken. My friend. I love you. https://t.co/dvh63E8K7I — Reese Witherspoon (@ReeseW) December 27, 2021 Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Reese Witherspoon (@reesewitherspoon)

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  • Filme,  Série

    Jean-Marc Vallée (1963-2021)

    27 de dezembro de 2021 /

    O cineasta canadense Jean-Marc Vallée, indicado ao Oscar por “Clube de Compra Dallas” e vencedor do Emmy por “Big Little Lies”, morreu repentinamente durante o fim de semana do Natal aos 58 anos. Os detalhes ainda não foram divulgados, mas ele morreu em sua cabana nos arredores de Quebec City e sua família e amigos próximos estão em choque. “Jean-Marc era sinônimo de criatividade, autenticidade e tentar as coisas de forma diferente”, disse seu parceiro de produção Nathan Ross, ao confirmar o falecimento num comunicado. “Ele era um verdadeiro artista e um cara generoso e amoroso. Todos que trabalharam com ele não puderam deixar de ver o talento e a visão que ele possuía. Ele era um amigo, parceiro criativo e um irmão mais velho para mim. O mestre fará muita falta, mas é um conforto saber que seu belo estilo e o trabalho impactante que ele compartilhou com o mundo vão viver”. Vallée começou a carreira fazendo videoclipes nos anos 1980, mudando para o cinema em 1995 com o lançamento de seu primeiro longa: “Lista Negra”, um suspense envolvendo o assassinato de uma prostituta e uma lista de suspeitos proeminentes, todos juízes. A produção obteve nove indicações ao Genie Awards, o “Oscar” da Academia Canadense de Cinema, que ele finalmente foi vencer dez anos depois, com seu quarto longa. A comédia de época “C.R.A.Z.Y. – Loucos de Amor” consagrou Valée em 2005. O filme venceu quatro Genies, incluindo Melhor Filme e Diretor, e abriu as portas para uma nova fase em sua carreira, rendendo sua primeira produção de grande orçamento. Indicado a três Oscars e vencedor da categoria da categoria de Melhor Figurino, o suntuoso drama de época “A Jovem Rainha Vitória” (2009), estrelado por Emile Blunt, deixou o diretor bem cotado em Hollywood. Mas antes de assumir projetos americanos, ele preferiu rodar primeiro um drama franco-canadense, “Café de Flori” (2011), estrelado por Vanessa Paradis. Foi um breve desvio, antes de Vallée entrar com força em Hollywood e atingir o ápice da carreira com “Clube de Compra Dallas” (2013), baseado na história real de um texano aidético que salvou a sua vida e várias outras ao contrabandear remédios contra Aids barrados pela burocracia nos EUA. Matthew McConaughey perdeu famosamente vários quilos, ficando só pele e osso para desempenhar o papel, e acabou reconhecido com o Oscar de Melhor Ator. Além dele, Jared Leto também conquistou um troféu de Melhor Coadjuvante por viver um transexual aidético. Vallée, porém, foi lembrado apenas na categoria de Edição e não venceu. Ele fez só mais dois longas após a esnobada da Academia: “Livre” (2014), que rendeu indicações ao Oscar para Reese Witherspoon e Laura Dern, e “Demolição” (2014), com Jake Gyllenhaal, premiado no Festival SXSW. A partir daí, voltou sua atenção para a TV paga, com resultados impressionantes. Em 2017, o cineasta venceu tanto o DGA Award, prêmio do Sindicato dos Diretores, quanto o Emmy de Melhor Direção pela série “Big Little Lies”. No total, a produção da HBO levou oito Emmys, mas Vallée não quis dirigir a 2ª temporada quando a minissérie original foi estendida com uma continuação. Em vez disso, foi comandar “Sharp Objects” (também conhecida pelo título nacional do livro em que se baseia, “Objetos Cortantes”), que disputou mais oito Emmys no ano seguinte. Além de dirigir, o cineasta também produziu “Big Little Lies” e “Sharp Objects”, e ficou muitos anos tentando tirar uma cinebiografia de Janis Joplin do papel, que nunca foi realizada por brigas com os detentores dos direitos autorais da cantora. Ele estava desenvolvendo “The Player’s Table”, série que seria estrelada pela cantora Halsey, e um filme sem título quando faleceu. “Jean-Marc Vallée foi um cineasta brilhante e ferozmente dedicado, um talento verdadeiramente fenomenal que infundiu cada cena com uma verdade profundamente visceral e emocional”, disse a HBO em comunicado. “Ele também foi um homem extremamente carinhoso, que investiu todo o seu ser ao lado de cada ator que dirigiu.” Vallée deixa dois filhos adultos, o ator Alex Vallée e o editor Émile Vallée, com quem costumava trabalhar em suas produções.

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  • Série

    Emmy muda regras antiquadas da premiação de séries

    20 de dezembro de 2021 /

    A Academia de Televisão dos EUA anunciou mudanças nas regras para sua próxima premiação, o Emmy Awards 2022. A principal alteração diz respeito à qualificação das categorias de séries de comédia e drama. Até este ano, comédias tinham que ter necessariamente duração máxima de 30 minutos, enquanto dramas seriam maiores de 40 minutos. Trata-se de uma divisão da época dos sitcoms clássicos com plateia e risadinhas, mas que na era da TV paga e começo do streaming já fez muitas comédias modernas disputarem o Emmy como dramas, casos de “Shameless”, “Jane the Virgin” e, com controvérsias, “Orange Is the New Black”. Estas restrições caíram. Agora, comédias serão comédias independente de suas durações. Quem vai determinar os gêneros das produções serão os próprios produtores, embora a Academia se reserve o direito de solicitar uma revisão caso discorde da definição. Para concorrer ao Emmy 2022, as séries tem que ter capítulos de mais de 20 minutos e estarem disponíveis para o público entre 1º de junho de 2021 e 31 de maio de 2022. A organização da premiação também reforçou uma regra anunciada em junho passado, que proíbe a elegibilidade de documentários que disputarem o Oscar. Qualquer produção que buscar indicação ao prêmio da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas será considerada um filme de cinema e, portanto, deixará de ser elegível para a competição do Emmy 2022. A decisão visa impedir que os serviços de streaming tentem emplacar seus documentários no Emmy como consolação, caso não conquistem indicações ao Oscar 2022. Os indicados ao prêmio máximo da indústria da televisão dos EUA serão anunciados no dia 12 de julho e a cerimônia de premiação vai acontecer em 18 de setembro.

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  • Série

    Músicas de “WandaVision” e “Judas e o Messias Negro” vão disputar Grammy 2022

    24 de novembro de 2021 /

    Vencedora do Emmy de Melhor Canção Original, “Agatha All Along”, da série “Wandavision”, vai disputar o Grammy (o Oscar da música) com a música que venceu o Oscar, “Fight For You”, gravação de H.E.R. para a trilha de “Judas e o Messias Negro”. Composta pelo casal Robert Lopez e Kristen Anderson-Lopez (de “Frozen”), “Agatha All Along” foi indicada na categoria de Melhor Canção para Mídias Visuais e concorre ainda com “All Eyes On Me” do especial “Bo Burnham: Inside”, “All I Know So Far” do documentário “P!NK: All I Know So Far”, “Here I Am” do filme “Respect: A História de Aretha Franklin”, e “Speak Now” do filme “Uma Noite em Miami”. A música vencedora será conhecida junto com os premiados de todas as categorias durante a cerimônia do Grammy 2022, marcada para o dia 31 de janeiro. Confira abaixo as seis canções indicadas.

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  • Filme

    Prólogo de “A Família Soprano” ganha data de estreia no Brasil

    30 de outubro de 2021 /

    A HBO Max finalmente divulgou o lançamento de “The Many Saints of Newark” no Brasil. Prólogo da série “A Família Soprano” (The Sopranos), o longa vai chegar exclusivamente em streaming no dia 5 de novembro. Junto do anúncio nas redes sociais, a plataforma liberou o primeiro trailer legendado da produção, que pode ser visto abaixo. Passado nos anos 1970, “The Many Saints of Newark” acompanha a juventude de Tony Soprano, que ganha interpretação de Michael Gandolfini (“The Deuce”), filho do falecido ator James Gandolfini, responsável por encarnar o personagem de 1999 a 2007 – ele faleceu em 2013. Mas são os integrantes mais velhos da família Soprano que têm maior destaque na trama, especialmente o tio Dickie (Alessandro Nivola, de “Desobediência”), que tenta preparar o jovem para um dia assumir o comando da família mafiosa. O elenco inclui ainda Leslie Odom Jr. (“Uma Noite em Miami”), Jon Bernthal (“O Justiceiro”), Billy Magnussen (“A Noite do Jogo”), Corey Stoll (“Homem-Formiga”), Ray Liotta (“Os Bons Companheiros”) e Vera Farmiga (“Bates Motel”), entre outros. Dirigido por Alan Taylor (“Thor: O Mundo Sombrio”), que comandou alguns episódios da série original, o filme foi lançado simultaneamente nos cinemas e na HBO Max em 1º de outubro nos EUA e, graças ao sucesso em streaming, pode dar origem a uma nova série. Lendas não nascem. Elas são construídas. The Many Saints of Newark é a nova história da Família Soprano. O filme chega na #HBOMax dia 5 de novembro. pic.twitter.com/ynUZJYew87 — HBO Max Brasil (@HBOMaxBR) October 29, 2021

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  • Série

    “Succession” é renovada para a 4ª temporada

    26 de outubro de 2021 /

    A HBO Max anunciou a renovação de “Succession” para sua 4ª temporada. Em postagem nas redes sociais, a plataforma acrescentou que “muita coisa ainda vai rolar”, sugerindo que a série tem várias reviravoltas pela frente. A renovação acontece após a estreia da 3ª temporada registrar a maior audiência da série nos EUA desde seu lançamento em 2018 no canal pago HBO. “A cada temporada de ‘Succession’, Jesse Armstrong continua a superar nossas expectativas mais extravagantes, puxando-nos mais profundamente para o santuário interno da família Roy com sagacidade, humanidade e precisão incríveis”, disse Francesca Orsi, vice-presidente executiva de programação da HBO, em comunicado sobre a renovação. “Esta temporada sem dúvida não é exceção, e não poderíamos estar mais animados com tudo o que está reservado para a próxima temporada.” A série criada por Jesse Armstrong acompanha as disputas de uma família pelo controle de um poderoso conglomerado de mídia – supostamente inspirada pelos herdeiros da Fox – e venceu nada menos que sete Emmys em sua 2ª temporada, incluindo o prêmio principal de Melhor Série de Drama. A 3ª temporada iniciou exatamente do ponto em que a trama foi interrompida ao final do segundo ano, após a briga pelo poder entre Kendall Roy (Jeremy Strong) e seu pai Logan (Brian Cox), mostrando o clima tenso e a divisão da família sobre qual lado tomar. “Succession” é exibida aos domingos em todo o mundo pelo canal HBO e pela plataforma HBO Max. Muita coisa ainda vai rolar. #Succession volta para a 4ª temporada. https://t.co/z3PgX4UgHN — HBO Max Brasil (@HBOMaxBR) October 26, 2021

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  • Série

    “Succession” atinge sua maior audiência na estreia da 3ª temporada

    18 de outubro de 2021 /

    A estreia da 3ª temporada de “Succession” registrou a maior audiência da série nos EUA desde seu lançamento em 2018 no canal pago HBO. Exibido no domingo (18/10), o episódio que deu início ao terceiro ano da produção registrou mais de 1,4 milhão de telespectadores em todas as plataformas da HBO, superando a audiência de dia único da série, verificada anteriormente na estreia da 2ª temporada em 2019, que atingiu a marca de 1,2 milhão. A série criada por Jesse Armstrong acompanha as disputas de uma família pelo controle de um poderoso conglomerado de mídia – supostamente inspirada pelos herdeiros da Fox – e venceu nada menos que sete Emmys em sua 2ª temporada, incluindo o prêmio principal de Melhor Série de Drama. A 3ª temporada iniciou exatamente do ponto em que a trama foi interrompida ao final do segundo ano, após a briga pelo poder entre Kendall Roy (Jeremy Strong) e seu pai Logan (Brian Cox), mostrando o clima tenso e a divisão da família sobre qual lado tomar. “Succession” também é exibida aos domingos no Brasil, pelo canal HBO e pela plataforma HBO Max. Veja abaixo o trailer da nova temporada.

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  • Série

    Cena inédita mostra clima tenso da volta de “Succession”

    5 de outubro de 2021 /

    A HBO Max divulgou uma cena legendada da 3ª temporada de “Succession”, que retoma a série após a briga pelo poder entre Kendall Roy (Jeremy Strong) e seu pai Logan (Brian Cox), mostrando o clima tenso e a divisão da família sobre qual lado tomar. A série criada por Jesse Armstrong venceu nada menos que sete Emmys em sua 2ª temporada, incluindo o prêmio principal de Melhor Série de Drama. O que só aumenta a expectativa para seu retorno, atrasado em consequência do adiamento das gravações pela pandemia de covid-19. Os novos episódios terão lançamento simultâneo na TV paga (HBO) e em streaming (HBO Max) no dia 17 de outubro.

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  • Etc,  Série

    Marc Pilcher (1968-2021)

    4 de outubro de 2021 /

    O cabeleireiro e figurinista Marc Pilcher, que há apenas três semanas venceu o Emmy por seu trabalho nos penteados da série “Bridgerton”, morreu no domingo (3/10) aos 53 anos em decorrência de covid-19. De acordo com informações da revista Variety, Pilcher passou mal ao retornar de Los Angeles, nos Estados Unidos, para onde tinha viajado especificamente para participar da cerimônia do Emmy, e já chegou doente ao Reino Unido. Apesar de ter sido vacinado com duas doses do imunizante contra o coronavírus e não ter comorbidades, ele não resistiu à infecção. A notícia da morte do profissional foi confirmada pela atriz Nicola Coughlan, intérprete de Penelope Featherington na série. Em seu perfil no Twitter, ela descreveu o cabeleireiro como “brilhante e visionário”, além de “apaixonado por seu trabalho”. “Com o coração partido pela perda de Marc Pilcher, o brilhante e visionário cabeleireiro e maquiador da 1ª temporada de ‘Bridgerton’. Marc era tão apaixonado por seu trabalho e tão talentoso. Nem um mês atrás, ele ganhou seu primeiro prêmio Emmy”, escreveu Coughlan no Twitter. O criador de “Bridgerton”, Chris Van Dusen, também lamentou a perda no Twitter, dizendo que é “impossível” assistir a série e não perceber “o talento, a criatividade, a paixão e a arte incomparáveis” de Marc Pilcher. “Ele deixou uma marca notável neste projeto e trabalhar com ele foi um privilégio”, completou. O prêmio conquistado por “Bridgerton” foi o principal de sua carreira, mas antes disso Pilcher recebeu uma indicação ao Oscar pelo filme “Duas Rainhas” (2018). Pilcher também foi cabelereiro da série “Downton Abbey”, trabalho que lhe rendeu prêmios consecutivos da Associação de Maquiadores e Cabeleireiros dos EUA, e também foi responsável pelos penteados do filme derivado da atração, lançado em 2019. Pilcher começou sua carreira no West End (a Broadway londrina) em 1988, onde trabalhou por 15 anos em peças e musicais, até estrear na TV em 2003. Em sua trajetória hollywoodiana, iniciada em 2007, ele fez a cabeça dos maiores astros do cinema em dezenas de blockbusters, creditado como cabelereiro de “Sherlock Holmes” (2009) e sua continuação de 2011, “Fúria de Titãs” (2010) e a sequência de 2012, “Príncipe da Pérsia: As Areias do Tempo” (2011), “Sombras da Noite” (2012), “Thor: O Mundo Sombrio” (2012), “Malévola” (2014), “A Bela e a Fera” (2017) e quatro títulos da franquia “Star Wars”, incluindo “O Despertar da Força” (2015) e “A Ascensão Skywalker” (2019), entre muitas outras produções, incluindo “Sete Dias com Marylin” (2011), que rendeu indicação ao Oscar para Michelle Williams, e “W.E.: O Romance do Século” (2011), dirigido por Madonna. Na produção de “Duas Rainhas”, que lhe rendeu sua indicação ao prêmio da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUa, ele trabalhou com Saoirse Ronan e Margot Robbie. Seu último filme inédito é “King’s Man: A Origem”, que será lançado nos cinemas em dezembro.

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  • Etc,  Série

    Netflix comemora seu “Emmy histórico”

    20 de setembro de 2021 /

    A Netflix celebrou seu recorde de vitórias no Emmy com declarações de seus executivos para a imprensa nesta segunda-feira (20/9). “Acho que a noite passada foi uma noite histórica em muitos aspectos”, disse Bela Bajaria, chefe de TV global da Netflix, em entrevista coletiva, referindo-se às 44 vitórias da plataforma no Emmy 2021. O número só tinha sido atingido uma única vez na história da Academia da Televisão, pela rede CBS em 1974. Mas este não foi o único feito da Netflix, como listou Bajaria. “Empatar o recorde de 44 vitórias da CBS em 1974, quando havia apenas três emissoras de TV concorrendo, foi histórico”, ela começou. “‘The Crown’ conquistar todas as sete categorias da Série de Drama foi histórico. Foi uma noite histórica para todo o streaming, que venceu os troféus de Melhor Drama, Comédia e Minissérie”, completou. Peter Friedlander, chefe do departamento de séries dos Estados Unidos e Canadá da Netflix, comparou a consagração de domingo (19/9) com o começo acanhado do streaming. “Eu estava aqui há oito anos quando começamos a ter as primeiras séries dramáticas com ‘House of Cards’ e não tínhamos nem mesmo ideia se seríamos elegíveis para o Emmy”, ele lembrou. “Então, chegar onde chegamos na noite passada, oito anos depois, foi uma mudança radical e muito emocionante.” Além do recorde de troféus, o Emmy 2021 também marcou a primeira vez que a Netflix ganhou mais prêmios do que qualquer outra plataforma ou canal, com larga vantagem para sua concorrente mais tradicional, a HBO – mesmo com a inclusão das séries da HBO Max na conta, o canal rival não passou de 19 vitórias no total. Junto de “The Crown”, Melhor Série de Drama, a Netflix também comemorou a conquista de “O Gâmbito da Rainha”, Melhor Minissérie de 2021, além de prêmios para várias outras produções.

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  • Etc

    Vitórias do streaming aumentam audiência do Emmy

    20 de setembro de 2021 /

    Que tal a ironia? Privilegiar atrações de streaming fez crescer a audiência televisiva do Emmy. De acordo com a consultoria Nielsen, a audiência da transmissão do Emmy 2021 no domingo (19/9) foi 16% maior que a registrada na premiação de 2020 na rede americana CBS. Ao todo, 7,4 milhões de telespectadores assistiram a cerimônia ao vivo, contra 6,3 milhões no ano passado, quando o Emmy registrou o pior público de sua História. Os números atuais representam a maior audiência do evento desde 2018, quando 10,2 milhões de telespectadores sintonizaram a disputa de troféus da Academia de Televisão dos EUA. Neste ano, a maioria dos candidatos vieram de plataformas digitais e as atrações da Netflix consagraram-se como as mais premiadas, marcando uma nova era para a “televisão”.

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