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  • Música

    Paul McCartney enfrenta o bullying em clipe com Emma Stone

    18 de dezembro de 2018 /

    Paul McCartney lançou o clipe de “Who Cares”, que tem participação da atriz Emma Stone (“La La Land”). No vídeo, ele vive um psiquiatra e a jovem é uma paciente que sofre de ansiedade, devido à quantidade de críticas que recebe. Durante uma sessão de hipnotismo, ela é transportada para um universo bicromático, saído de um clipe dos anos 1980, onde figurantes fazem pantomina e ela exibe maquiagem glam, enquanto McCartney canta a letra que ensina a não ligar para comentários negativos da vida cotidiana – algo amplificado pelas redes sociais. “Minha esperança é que, se existem crianças sofrendo bullying, talvez, ouvindo esta música e assistindo a este vídeo, elas possam pensar que vão ficar bem”, explicou o McCartney, que também lançou a campanha #WhoCaresIDo para conscientizar o público sobre o problema do bullying. O clipe foi dirigido por Brantley Gutierrez (cinematógrafo do documentário “Jim & Andy: The Great Beyond”) e Ryan Heffington (coreógrafo de “Em Ritmo de Fuga”). “Who Cares” faz parte do último disco de McCartney, intitulado “Egypt Station”, que foi lançado em setembro.

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  • Filme,  Série

    Nasce uma Estrela lidera indicações do Sindicato dos Atores dos EUA

    12 de dezembro de 2018 /

    O Sindicato dos Atores dos Estados Unidos (SAG, na sigla em inglês) divulgou nesta quarta-feira (12/12) os indicados para sua premiação anual, os SAG Awards. Considerado uma prévia do Oscar, já que seus eleitores também são filiados à Academia, a premiação deste ano destacou “Nasce uma Estrela”, que recebeu quatro indicações: uma coletiva, como Melhor Elenco, e três individuais – para Lady Gaga, Bradley Cooper e Sam Elliott, respectivamente nas categorias de Melhor Atriz, Ator e Ator Coadjuvante. Logo em seguida, aparece “A Favorita” com três indicações, mas em apenas duas categorias, já que Emma Stone e Rachel Weisz concorrem entre si como Melhor Atriz Coadjuvante. Olivia Colman é “a favorita” como Melhor Atriz. Outra curiosidade é que, nas categorias supostamente televisivas, o que menos teve foi artista de televisão. Duas séries de streaming lideraram as indicações: “Maravilhosa Sra. Maisel” (The Marvelous Mrs Maisel), da Amazon, e “Ozark”, da Netflix, com quatro indicações cada. O SAG ainda surpreendeu ao reconhecer uma série de super-herói: “Demolidor”, recém-cancelada pela Netflix. Foi na categoria de dublês (nunca viram “Arrow”, nota-se), mas não deixa de ser novidade. Por sinal, as séries da Netflix lideraram a seleção, com indicações também para “GLOW”, “Maniac”, “Grace & Frankie”, “House of Cards” e “Better Call Saul”. Esta última é exibida nos Estados Unidos pelo canal pago AMC, apesar de sua distribuição internacional pelo serviço de streaming. A cerimônia de premiação do SAG Awards 2019 vai acontecer em 27 de janeiro em Los Angeles, com apresentação de Megan Mullally (da série “Will & Grace”) e transmissão ao vivo pelo canal pago TNT no Brasil. Confira abaixo a lista completa de indicados. CINEMA Melhor Ator Christian Bale (“Vice”) Bradley Cooper (“Nasce uma Estrela”) Rami Malek (“Bohemian Rhapsody”) Viggo Mortensen (“Green Book – O Guia”) John David Washington (“Infiltrado na Klan”) Melhor Atriz Emily Blunt (“O Retorno de Mary Poppins”) Glenn Close (“A Esposa”) Olivia Colman (“A Favorita”) Lady Gaga (“Nasce uma Estrela”) Melissa McCarthy (“Poderia me Perdoar?”) Melhor Ator Coadjuvante Mahershala Ali (“Green Book – O Guia”) Timothée Chalamet (“Querido Menino”) Adam Driver (“Infiltrado na Klan”) Sam Elliott (“Nasce uma Estrela”) Richard E Grant (“Poderia me Perdoar?”) Melhor Atriz Coadjuvante Amy Adams (“Vice”) Emily Blunt (“Um Lugar Silencioso”) Margot Robbie (“Mary Queen of Scots”) Emma Stone (“A Favorita”) Rachel Weisz (“A Favorita”) Melhor Elenco “Nasce Uma Estrela” “Pantera Negra” “Infiltrado na Klan” “Bohemian Rhapsody” “Podres de Ricos” Melhores Dublês “Homem-Formiga e a Vespa” “Vingadores: Guerra Infinita” “The Ballad of Buster Scruggs” “Pantera Negra” “Missão: Impossível – Efeito Fallout” TELEVISÃO Melhor Ator de Minissérie ou Telefilme Antonio Banderas (“Genius Picasso”) Darren Criss (“The Assassination of Gianni Versace American Crime Story”) Hugh Grant (“A Very English Scandal”) Anthony Hopkins (“King Lear”) Bill Pullman (“The Sinner”) Melhor Atriz de Minissérie ou Telefilme Amy Adams (“Sharp Objects”) Patricia Arquette (‘Escape at Dannemora”) Patricia Clarkson (“Sharp Objects”) Penélope Cruz (“The Assassination of Gianni Versace American Crime Story”) Emma Stone (“Maniac”) Melhor Ator de Drama Jason Bateman (“Ozark”) Sterling K Brown (“This Is Us”) Joseph Fiennes (“The Handmaid’s Tale”) John Krasinski (“Tom Clancy’s Jack Ryan”) Bob Odenkirk (“Better Call Saul”) Melhor Atriz de Drama Julia Garner (“Ozark”) Laura Linney (“Ozark”) Elisabeth Moss (“The Handmaid’s Tale”) Sandra Oh (“Killing Eve”) Robin Wright (“House of Cards”) Melhor Ator de Comédia Alan Arkin (“O Método Kominsky”) Michael Douglas (“O Método Kominsky”) Bill Hader (“Barry”) Tony Shalhoub (“The Marvelous Mrs Maisel”) Henry Winkler (“Barry”) Melhor Atriz de Comédia Alex Borstein (“The Marvelous Mrs Maisel”) Alison Brie (“GLOW”) Rachel Brosnahan (“The Marvelous Mrs Maisel”) Jane Fonda (“Grace & Frankie”) Lily Tomlin (“Grace & Frankie”) Melhor Elenco de Drama “The Americans” “Better Call Saul” “The Handmaid’s Tale” “Ozark” “This Is Us” Melhor Elenco de Comédia “Atlanta” “Barry” “GLOW” “O Método Kominsky” “The Marvelous Mrs Maisel” Melhores Dublês “GLOW” “Demolidor” “Tom Clancy’s Jack Ryan” “The Walking Dead” “Westworld”

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    Diretor de Eu, Tonya negocia filmar a vilã Cruella de Vil para a Disney

    5 de dezembro de 2018 /

    O cineasta Graig Gillespie, cujo filme mais recente foi “Eu, Tonya” (2017), pode voltar a filmar a história de uma vilã incompreendida. Desta vez, das fábulas da Disney. Ele abriu negociações para dirigir “Cruella”, uma nova adaptação live action da história dos “101 Dálmatas” centrada na vilã Cruella de Vil. A personagem se tornou famosa graças ao desenho animado “A Guerra dos Dálmatas” (1961), primeira adaptação do livro infantil de Dodie Smith realizada pela própria Disney, que a introduziu no Brasil com o ótimo nome de Malvina Cruela. Os novos tradutores, porém, abandonaram a denominação na segunda adaptação do estúdio, que mostrou a vilã de carne e osso, vivida por Glenn Close (“Guardiões da Galáxia”). A produção de 1996 também preservou o título original do livro, “101 Dálmatas”, e ainda ganhou continuação em 2000, batizada de “102 Dálmatas”. O roteiro de “Cruella” foi escrito por Kelly Marcel (“Cinquenta Tons de Cinza”), que retorna ao universo das fábulas da Disney, após assinar “Walt nos Bastidores de Mary Poppins” (2013). E o papel-título será vivido por Emma Stone (“La La Land”), que encarnará uma Cruella fashionista e punk. O filme está sendo anunciado como uma história de origem, ambientada no início dos anos 80 com uma vibe punk. Caso o contrato seja fechado, será o terceiro filme da Disney dirigido por Gillespie. Anteriormente, ele comandou “Arremesso de Ouro” (2014) e “Horas Decisivas” (2016) para o estúdio. Ambos fracassaram nas bilheterias. “Cruella” ainda não tem previsão de estreia.

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    BIFA 2018: A Favorita bate recorde de prêmios no “Oscar” do cinema indie britânico

    3 de dezembro de 2018 /

    A comédia de época “A Favorita” foi a grande vencedora da principal premiação do cinema independente britânico, conhecida pela sigla BIFA (British Independent Film Awards). A obra do grego Yorgos Lanthimos conquistou impressionantes 10 prêmios de seu total de 13 indicações, inclusive Melhor Filme. O número de vitórias é recorde na premiação. A cerimônia, que aconteceu na noite de domingo (2/12) em Londres, acrescentou mais cinco conquistas ao total, já que cinco vitórias nas categorias técnicas foram anunciadas antecipadamente há duas semanas. Além de Melhor Filme, o longa conquistou os BIFAs de Melhor Direção, Roteiro, Atriz (Olivia Colman) e Atriz Coadjuvante (Rachel Weisz). Os prêmios anteriores foram de Melhor Elenco, Fotografia, Figurino, Melhor Maquiagem/Penteado e Cenografia. Na prática, “A Favorita” só perdeu em duas categorias que disputava: Melhor Edição e Som. E viu uma de suas candidatas (Emma Stone) ser derrotada pela outra (Rachel Weisz) na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante. O longa se passa na Inglaterra no começo do século 18 e traz Colman como a demente rainha Anne, que prefere se entreter com corridas de patos e se deliciar com abacaxis que saber da guerra que seu país trava contra a França. Assim, permite que sua melhor amiga, a duquesa Sarah Churchill (Weisz), comande o país. Mas uma nova criada, Abigail (Stone), encanta sua majestade, deixando a posição de Sarah ameaçada, e não demora para as duas se verem como rivais pela atenção – e o poder – do trono britânico. “A Favorita” já tinha vencido dois troféus no Festival de Veneza 2018: o Grande Prêmio do Júri (Leão de Prata) e o de Melhor Atriz, conquistado por Olivia Colman. A estreia no Brasil está marcada para 24 de janeiro. O segundo filme com mais indicações foi o thriller “American Animals”, de Bart Layton, que disputava 11 categorias e venceu duas: Melhor Estreia na Direção e Edição. O prêmio de Melhor Ator ficou com Joe Cole, por “A Prayer Before Dawn” e o de Ator Coadjuvante com Alessandro Nivola, por “Desobediência”. Além disso, Judi Dench foi homenageada com um prêmio pela carreira. Para completar, vale destacar que “Roma”, produção da Netflix dirigida por Alfonso Cuarón, venceu como Melhor Filme Estrangeiro, aumentando as aspirações do longa ao Oscar. Confira abaixo a lista completa dos premiados. Melhor Filme Independente Britânico “A Favorita”, de Yorgos Lanthimos Melhor Direção Yorgos Lanthimos, por “A Favorita” Melhor Roteiro Deborah Davis & Tony McNamara, por “A Favorita” Melhor Atriz Olivia Colman, por “A Favorita” Melhor Ator Joe Cole, por “A Prayer Before Dawn” Melhor Atriz Coadjuvante Rachel Weisz, por “A Favorita” Melhor Ator Coadjuvante Alessandro Nivola, por “Desobediência” Melhor Revelação Jessie Buckley, por “Beast” Melhor Estreia em Direção Richard Billingham, por “Ray & Liz” Melhor Estreia em Roteiro Bart Layton, por “American Animals” Melhor Estreia em Produção Jacqui Davies, por “Ray & Liz” Melhor Documentário “Evelyn”, de Orlando von Einsiedel Melhor Filme Independente Internacional “Roma”, de Alfonso Cuarón Melhor Elenco “A Favorita” Melhor Elenco “A Favorita” Melhor Fotografia Robbie Ryan (“A Favorita”) Melhor Edição Nick Fenton, Julian Hart & Chris Hill (“American Animals”) Melhor Figurino Sandy Powell (“A Favorita”) Melhor Cenografia Fiona Crombie (“A Favorita”) Melhor Maquiagem e Penteados Nadia Stacey (“A Favorita”) Melhor Trilha Sonora Jonny Greenwood (“Você Nunca Esteve Realmente Aqui”) Melhor Som Paul Davies (“Você Nunca Esteve Realmente Aqui”) Melhores Efeitos Especiais Howard Jones (“O Homem das Cavernas”) Melhores Efeitos Especiais “O Homem das Cavernas” “Dead in a Week (Or Your Money Back)” “Paterloo”

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    Gotham Awards premia Domando o Destino como Melhor Filme, além de Toni Collette e Ethan Hawke

    27 de novembro de 2018 /

    A primeira grande premiação americana da temporada, o Gotham Awards 2018, anunciou seus vencedores na noite de segunda-feira (26/11), em Nova York. E os resultados trouxeram muitas surpresas, a começar pelo drama “Domando o Destino”, da cineasta chinesa Chloé Zhao, eleito o Melhor Filme. O troféu, dedicado aos melhores do cinema independente, tradicionalmente abre a temporada de premiações da indústria cinematográfica americana e serve para apontar os primeiros favoritos aos prêmios mais cobiçados, entre eles o Oscar. Nos últimos anos, os vencedores do Gotham foram “Birdman” (2014), “Spotlight” (2015), “Moonlight” (2016) e “Me Chame pelo Seu Nome” (2017) – três deles também venceram o Oscar de Melhor Filme. Curiosamente, “Domando o Destino” foi lançado em 2017 e disputou o Spirits Award do ano passado – a premiação rival do Gotham – , de onde saiu sem reconhecimento, mas rendeu a contratação da sua diretora pela Marvel – Chloé Zhao vai dirigir o filme dos Eternos. O drama indie acompanha um jovem cowboy que sofre um ferimento na cabeça quase fatal e é proibido de disputar rodeios, o que o leva a uma jornada em busca de uma nova identidade e o que significa ser um homem no coração da América. Elogiadíssimo pela crítica, tem 97% de aprovação no Rotten Tomatoes. Mas o público brasileiro não o verá nos cinemas. Ele -saiu direto em VOD por aqui e está disponível em várias plataformas digitais. O Gotham Awards também reservou surpresas em sua premiação de intérpretes, com a consagração de Toni Collette como Melhor Atriz pelo terror “Hereditário”. Já o Melhor Ator era o favorito, Ethan Hawke, por sua performance em “First Reformed”. “First Reformed”, inédito no Brasil, e “A Favorita”, exibido pela primeira vez no país durante a abertura da Mostra de São Paulo, eram os filmes com mais indicações. Além de premiar Hawke pelo desempenho como um padre que perdeu a fé, “First Reformed” também deu ao veterano cineasta Paul Schrader o troféu de Melhor Roteiro. Já “A Favorita” ficou um troféu especial, em reconhecimento à interpretação de suas três atrizes principais, Emma Stone, Rachel Weisz e Olivia Colman. Entre os trabalhos de estreantes, o grande destaque acabou sendo “Oitava Série”, que venceu os prêmios de Revelação do ano, nas categorias de Direção (Bo Burnham) e Atuação (Elsie Fisher). As demais categorias destacaram o documentário “Won’t You Be My Neighbor?”, sobre o célebre apresentador infantil Fred Rogers, e “Killing Eve” como a Melhor Série que estreou este ano. Confira abaixo a lista completa dos premiados. Melhor Filme “Domando o Destino” Melhor Documentário “Won’t You Be My Neighbor?” Melhor Ator Ethan Hawke, por “First Reformed” Melhor Atriz Toni Collette, por “Hereditário” Ator/Atriz Revelação Elsie Fisher, por “Oitava Série” Diretor Revelação Bo Burnham, por “Oitava Série” Melhor Roteiro “First Reformed”, de Paul Schrader Melhor Série Estreante “Killing Eve” (BBC America) Prêmio Especial de Melhor Elenco Olivia Colman, Emma Stone e Rachel Weisz, por “A Favorita”.

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    A Favorita vence cinco prêmios antecipados do “Oscar” indie britânico

    16 de novembro de 2018 /

    “A Favorita” fez valer seu título, levando cinco troféus do BIFA (British Independent Film Awards), considerado o “Oscar” do cinema indie britânico. Embora a cerimônia de premiação oficial esteja marcada para o dia 2 dezembro, nove prêmios foram antecipados pelo comitê organizador do evento. Mais da metade ficou com a sátira dos dramas de época da realeza britânica, dirigida pelo grego Yorgos Lanthimos e estrelada por Olivia Colman, Rachel Weisz e Emma Stone. “A Favorita” ficou com os prêmios de Melhor Elenco, Fotografia, Figurino, Melhor Maquiagem/Penteado e Cenografia. Os demais troféus foram divididos entre o thriller “Você Nunca Esteve Realmente Aqui”, de Lynne Ramsey, vencedor das categorias de Melhor Trilha e Som, o drama “American Animals”, de Bart Layton, premiado como Melhor Edição, e a animação em stop-motion “O Homem das Cavernas”, de Nick Park, Melhores Efeitos Visuais. Entre os premiados, um dos principais destaques foi a consagração da veterana figurinista Sandy Powell, que já venceu três Oscars (“Shakespeare Apaixonado”, “O Aviador” e “A Jovem Rainha Victoria”) e volta a vir como “a favorita” para a competição deste ano da Academia. E também para Jonny Greenwood, guitarrista da banda Radiohead, premiado no BIFA um ano após receber sua primeira indicação ao Oscar de Trilha Sonora (“A Trama Fantasma”). Veja abaixo os vencedores individuais dos prêmios. Melhor Elenco “A Favorita” Melhor Fotografia Robbie Ryan (“A Favorita”) Melhor Edição Nick Fenton, Julian Hart & Chris Hill (“American Animals”) Melhor Figurino Sandy Powell (“A Favorita”) Melhor Cenografia Fiona Crombie (“A Favorita”) Melhor Maquiagem e Penteados Nadia Stacey (“A Favorita”) Melhor Trilha Sonora Jonny Greenwood (“Você Nunca Esteve Realmente Aqui”) Melhor Som Paul Davies (“Você Nunca Esteve Realmente Aqui”) Melhores Efeitos Especiais Howard Jones (“O Homem das Cavernas”)

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    A Favorita lidera indicações ao prêmio do cinema independente britânico

    31 de outubro de 2018 /

    A principal premiação do cinema independente britânico, conhecida pela sigla BIFA (British Independent Film Awards), anunciou os indicados a sua edição deste ano. E o filme “A Favorita”, do grego Yorgos Lanthimos, saiu na frente com 13 indicações. Todas as três atrizes principais do longa receberam reconhecimento, destacando Olivia Colman na categoria de Melhor Atriz, por sua interpretação da fragilizada Rainha Anne, que se vê manipulada por duas conselheiras diferentes, interpretadas por Rachel Weisz e Emma Stone, qualificadas pelos próprios produtores do longa como Atrizes Coadjuvantes. Weisz, por sinal, foi duplamente indicada. Ela também disputa o prêmio de Melhor Atriz por “Desobediência”, drama do diretor Sebastián Lelio (“Uma Mulher Fantástica”) em que faz par romântico com Rachel McAdams, também indicada, mas como Coadjuvante. O segundo filme com mais indicações foi o thriller “American Animals”, de Bart Layton, que disputa 11 categorias. Ele é seguido por “Beast”, de Michael Pearce, com 10 indicações, e “Você Nunca Esteve Realmente Aqui”, de Lynne Ramsay, com 8. Todos os filmes citados disputam o troféu de Melhor Filme Independente Britânico do ano. Contrariando discursos machistas dos homens responsáveis pelas seleções dos festivais de Cannes e Veneza, a premiação revela grande equilíbrio entre contribuições masculinas e femininas na lista dos melhores de 2018, As mulheres, inclusive, dominam categorias como melhor revelação e, ao todo, representam 40% das indicadas em todas as categorias. A cerimônia de premiação do BIFA acontece no dia 2 dezembro. Confira abaixo lista completa de indicações. Melhor Filme Independente Britânico “American Animals”, de Bart Layton “Beast”, de Michael Pearce “Desobediência”, de Sebastián Lelio “A Favorita”, de Yorgos Lanthimos “Você Nunca Esteve Realmente Aqui”, de Lynne Ramsay Melhor Direção Andrew Haigh, por “A Rota Selvagem” Yorgos Lanthimos, por “A Favorita” Bart Layton, por “American Animals” Michael Pearce, por “Beast” Lynne Ramsay, por “Você Nunca Esteve Realmente Aqui” Melhor Roteiro Deborah Davis & Tony McNamara, por “A Favorita” Bart Layton, por “American Animals” Sebastián Lelio & Rebecca Lenkiewicz, por “Desobediência” Michael Pearce, por “Beast” Lynne Ramsay, por “Você Nunca Esteve Realmente Aqui” Melhor Atriz Gemma Arterton, por “The Escape” Jessie Buckley, por “Beast” Olivia Colman, por “A Favorita” Maxine Peake, por “Funny Cow” Rachel Weisz, por “Desobediência” Melhor Ator Joe Cole, por “A Prayer Before Dawn” Steve Coogan, por “Stan & Ollie” Rupert Everett, por “The Happy Prince” Joaquin Phoenix, por “Você Nunca Esteve Realmente Aqui” Charlie Plummer, por “A Rota Selvagem” Melhor Atriz Coadjuvante Nina Arianda, por “Stan & Ollie” Rachel McAdams, por “Desobediência” Emma Stone, por “A Favorita” Rachel Weisz, por “A Favorita” Molly Wright, por “Apostasy” Melhor Ator Coadjuvante Steve Buscemi, por “A Rota Selvagem” Barry Keoghan, por “American Animals” Alessandro Nivola, por “Desobediência” Evan Peters, por “American Animals” Dominic West, por “Colette” Melhor Revelação Jessie Buckley, por “Beast” Michaela Coel, por “No Ritmo da Sedução” Liv Hill, por “Jellyfish” Marcus Rutherford, por “Obey” Molly Wright, por “Apostasy” Melhor Estreia em Direção Richard Billingham, por “Ray & Liz” Daniel Kokotajlo, por “Apostasy” Matt Palmer, por “Calibre” Michael Pearce, por “Beast” Leanne Welham, por “Pili” Melhor Estreia em Roteiro Karen Gillan, por “The Party’s Just Beginning” Daniel Kokotaklo, por “Apostasy” Bart Layton, por “American Animals” Matt Palmer, por “Calibre” Michael Pearce, por “Beast” Melhor Estreia em Produção Kristian Brodie, por “Beast” Jacqui Davies, por “Ray & Liz” Anna Griffin, por “Calibre” Marcie MacLellan, por “Apostasy” Faye Ward, por “Stan & Ollie” Melhor Documentário “Being Frank: The Chris Sievey Story”, de Steve Sullivan “Evelyn”, de Orlando von Einsiedel “Island”, de Steven Eastwood “Nae Pasaran”, de Felipe Bustos Serra “Under the Wire”, de Christopher Martin Melhor Filme Independente Internacional “Capernaum”, de Nadine Labaki “Guerra Fria”, de Pawel Pawlikowski “Domando o Destino”, de Chloé Zhao “Roma”, de Alfonso Cuarón “Assunto de Família”, de Hirokazu Koreeda Melhor Elenco “A Favorita” “Beast” “American Animals” “Stan & Ollie” “Apostasy” Melhor Fotografia Ole Bratt Birkeland, por “American Animals” Magnus Nordenhof Jonk, por “A Rota Selvagem” Robbie Ryan, por “A Favorita” Tom Townend, por “Você Nunca Esteve Realmente Aqui” David Ungaro, por “A Prayer Before Dawn” Melhor Figurino Jacqueline Durran, por “Paterloo” Andrea Flesch, por “Colette” Sandy Powell, por “A Favorita” Guy Sperenza, por “Stan & Ollie” Alyssa Tull, por “An Evening with Beverly Luff Linn” Melhor Edição Joe Bini, por “Você Nunca Esteve Realmente Aqui” Marc Boucrot, por “A Prayer Before Dawn” Nick Fenton, Julian Hart & Chris Hill, por “American Animals” Yorgos Macropsaridis, por “A Favorita” Ben Wheatley, por “Happy New Year, Colin Burstead” Melhores Efeitos Especiais “O Homem das Cavernas” “Dead in a Week (Or Your Money Back)” “Paterloo”

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    Gotham Awards: A Favorita e First Reformed lideram indicações ao primeiro grande prêmio de cinema do ano

    18 de outubro de 2018 /

    A primeira grande premiação americana da temporada, o Gotham Awards 2018, anunciou seus indicados. O troféu, dedicado aos melhores do cinema independente, tradicionalmente abre a temporada de premiações da indústria cinematográfica americana e serve para apontar os primeiros favoritos aos prêmios mais cobiçados, entre eles o Oscar. Nos últimos anos, os vencedores do Gotham foram “Birdman” (2014), “Spotlight” (2015), “Moonlight” (2016) e “Me Chame pelo Seu Nome” (2017) – três deles também venceram o Oscar de Melhor Filme. A lista de indicados deste ano destaca “First Reformed”, inédito no Brasil, e “A Favorita”, exibido pela primeira vez no país na noite de quarta (17/10), durante a abertura da Mostra de São Paulo. Em “First Reformed”, do veterano Paul Schrader (roteirista de “Taxi Driver”), o ator Ethan Hawke interpreta um padre em crise com sua própria fé, enquanto “A Favorita”, do grego Yorgos Lanthimos (“O Sacrifício do Cervo Sagrado”), acompanha a luta de duas confidentes (Emma Stone e Rachel Weisz) pela atenção de uma fragilizada Rainha Ana (Olivia Colman). Por sinal, a organização do Gotham Awards resolveu premiar as três atrizes desse filme com um troféu especial, em reconhecimento ao seu desempenho. Mas isso também as tirou da competição do prêmio de Melhor Atriz. Os dois títulos também disputam o prêmio de Melhor Filme com “If Beale Street Could Talk”, de Barry Jenkins (o diretor de “Moonlight”), “Madeline’s Madeline”, de Josephine Decker (diretora de dramas indies inéditos no Brasil) e “Domando o Destino” (The Rider), da chinesa Chloé Zhao, que curiosamente foi lançado em 2017, indicado ao Spirits Award do ano passado – a premiação rival do Gotham – e saiu direto em VOD no Brasil. Quem notou a ausência do badalado “Roma”, de Alfonso Cuarón, talvez não tenha reparado que o filme da Netflix é uma produção mexicana, falada em espanhol, e, portanto, não se qualifica para premiações de melhores filmes dos Estados Unidos. Mas sua intérprete, Yalitza Aparicio, foi lembrada na categoria de Revelação. Os responsáveis pela seleção do Gotham Awards são críticos de cinema, organizadores de festivais e curadores. Por isso, supostamente, não deveria haver muita relação entre o troféu e as consagrações seguintes, feitas por profissionais da indústria. Mas, como revela a coincidência de prêmios, os vencedores do primeiro grande prêmio da temporada acabam chamando atenção para si e passam a aparecer no radar das demais premiações. A entrega do Gotham Awards acontece em 26 de novembro, dando o pontapé inicial para a enxurrada de prêmios que fecha 2018 e abre 2019. Confira abaixo a lista completa de indicados. Melhor Filme “A Favorita” “First Reformed” “If Beale Street Could Talk” “Madeline’s Madeline” “Domando o Destino” Melhor Documentário “Bisbee ’17” “Hale County This Morning, This Evening” “Minding the Gap” “Shirkers” “Won’t You Be My Neighbor?” Melhor Ator Adam Driver, por “Infiltrado na Klan” Ben Foster, por “Leave No Trace” Richard E. Grant, por “Can You Ever Forgive Me?” Ethan Hawke, por “First Reformed” Lakeith Stanfield, por “Sorry to Bother You” Melhor Atriz Glenn Close, por “The Wife” Toni Collette, por “Hereditário” Kathryn Hahn, por “Mais Uma Chance” Regina Hall, por “Support the Girls” Michelle Pfeiffer, por “Where is Kyra?” Ator/Atriz Revelação Yalitza Aparicio, por “Roma” Elsie Fisher, por “Eighth Grade” (A24) Helena Howard, por “Madeline’s Madeline” KiKi Layne, por “If Beale Street Could Talk” Thomasin Harcourt McKenzie, por “Leave No Trace” Diretor Revelação Ari Aster, por “Hereditário” Bo Burnham, por “Eighth Grade” Jennifer Fox, por “O Conto” Crystal Moselle, por “Skate Kitchen” Boots Riley, por “Sorry to Bother You” Melhor Roteiro “A Favorita”, de Deborah Davis e Tony McNamara “First Reformed”, de Paul Schrader “Mais Uma Chance”, de Tamara Jenkins “Support the Girls”, de Andrew Bujalski “Thoroughbreds”, de Cory Finley Melhor Série Estreante “Alias Grace” (Netflix) “The End of the F***ing World” (Netflix) “Killing Eve” (BBC America) “Pose” (FX) “Sharp Objects” (HBO) Prêmio Especial de Melhor Elenco Olivia Colman, Emma Stone e Rachel Weisz, por “A Favorita”.

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    Emma Stone e Jonah Hill realizam experiência perigosa em trailer e fotos da série Maniac

    14 de setembro de 2018 /

    A Netflix divulgou 23 novas fotos e o segundo trailer legendado de “Maniac”, série sci-fi estrelada por Emma Stone (“La La Land”) e Jonah Hill (“O Lobo de Wall Street”). A prévia explica a premissa como uma experiência em que os protagonistas se voluntariam para resolver seus problemas mentais, apenas para se perderem ainda mais numa trama esquizofrênica, em que fantasia e realidade se confundem. A produção de “Maniac”, que parece combinar elementos das séries “Legion” e “Westworld” com a trama do filme “Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças”, é na verdade um remake da série norueguesa de mesmo nome. A trama acompanha Annie Landsberg (Emma Stone) e Owen Milgrim (Jonah Hill), dois estranhos que participam de uma misterioso teste farmacêutico, cada um por suas próprias razões. Annie é deprimida e sem objetivos, obcecada por relacionamentos rompidos com sua mãe e sua irmã. Owen é filho de milionários de Nova York, que lutou toda a sua vida contra um diagnóstico de esquizofrenia. As vidas de nenhum dos dois deu certo, e a promessa de um novo tratamento radical à base de pílulas que seu inventor, o Dr. James K. Mantleray (Justin Theroux, da série “The Leftovers”), afirma poder consertar qualquer problema mental, atrai os dois e outros dez estranhos para as instalações da Neberdine Pharmaceuticals and Biotech, para um teste de três dias que, o cientista garante, não trará qualquer efeito colateral e ainda resolverá todos os seus problemas permanentemente. As coisas não correm como planejado. A adaptação tem roteiro de Patrick Somerville, autor dos episódios mais malucos de “The Leftovers”, e direção é de Cary Joji Fukunaga, que, assim como fez na 1ª temporada de “True Detective”, comanda todos os episódios. Além do casal protagonista e Justin Theroux, o elenco também destaca Sally Field (a Tia May de “O Espetacular Homem-Aranha”), Billy Magnussen (“A Noite do Jogo”), Julia Garner (“The Americans”), Sonoya Mizuno (“Podres de Ricos”), Jemima Kirke (“Girls”), Selenis Leyva (“Orange Is the New Black”), Gabriel Byrne (“Hereditário”), Hank Azaria (“Brockmire”) e Rome Kanda (“O Desinformante!”). “Maniac” tem estreia marcada para sexta-feira (21/9) em streaming.

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    Louis Garrel entra na nova versão de Adoráveis Mulheres com direção de Greta Gerwig

    10 de setembro de 2018 /

    O ator e diretor francês Louis Garrel (“O Formidável”) entrou no elenco do remake de “Adoráveis Mulheres” (Little Women), que será dirigido por Greta Gerwig (“Lady Bird”). Ele se junta ao elenco grandioso, que inclui Saoirse Ronan e Timothée Chalamet, que trabalharam com Gerwig em “Lady Bird”, além de Meryl Streep (“Mamma Mia!”), Laura Dern (“Livre”) e Emma Watson (“A Bela e a Fera”). É um elenco para encantar a Academia. Mas o desafio será entusiasmar o público a ir ao cinema. O motivo é simples: “Adoráveis Mulheres” é uma das histórias femininas mais filmadas de todos os tempos. O que leva à pergunta: por quê refilmá-la mais uma vez? Não há sequer a desculpa de reapresentar a trama para novas gerações. Uma adaptação como minissérie foi exibida na TV britânica em dezembro passado. E esta já tinha sido a terceira versão do livro de Louisa May Alcott realizada pela BBC, após minisséries nas décadas de 1950 e 1970. Hollywood foi mais fundo na exploração da obra, numa coleção de filmagens que vem desde o cinema mudo. As mais famosas foram “As Quatro Irmãs” (1933) com a jovem Katharine Hepburn, “Quatro Destinos” (1949) com a adolescente Elizabeth Taylor e “Adoráveis Mulheres” (1994), que reuniu simplesmente Winona Ryder, Kirsten Dunst, Claire Danes e Trini Alvarado como as irmãs March, além de Susan Sarandon e Christian Bale. O romance de Louisa May Alcott foi baseada em sua própria vida, inspirada pela juventude passada entre as irmãs, e há décadas é uma leitura obrigatória para os estudantes dos Estados Unidos. Gerwig foi trazida inicialmente para polir o roteiro do remake, mas, após o sucesso de “Lady Bird”, os executivos decidiram dar mais responsabilidades à jovem cineasta, contratando-a para dirigir o longa.

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    The Favourite: Emma Stone e Rachel Weisz duelam em trailer de filme premiado no Festival de Veneza

    9 de setembro de 2018 /

    A Fox Seachlight divulgou dois pôsteres, fotos e o segundo trailer de “The Favourite”, primeiro filme de época do cineasta grego Yorgos Lanthimos (“O Sacrifício do Servo Sagrado”), que venceu dois troféus no Festival de Veneza 2018: o Grande Prêmio do Júri (Leão de Prata) e o de Melhor Atriz, conquistado por Olivia Colman (a nova Rainha Elizabeth II da série “The Crown”). O longa se passa na Inglaterra no começo do século 18 e traz Colman como a demente rainha Anne, que está mais ocupada em se entreter com corridas de patos e se deliciar com abacaxis que saber da guerra que seu país trava contra a França. Assim, permite que sua melhor amiga, a duquesa Sarah Churchill, comande o país. Mas uma nova criada, Abigail, encanta sua majestade, deixando a posição de Sarah ameaçada, e não demora para as duas se verem como rivais pela atenção – e o poder – do trono britânico. A produção marca o reencontro de Lanthimos com a atriz Rachel Weisz, que ele dirigiu em “O Lagosta” (2015). Ela interpreta Sarah, a Duquesa de Marlborough, confidente mais próxima da rainha, e o triângulo feminino se completa com Emma Stone (“La La Land”) no papel de Abigail Masham, uma parente distante de Sarah, extremamente pobre, que subitamente consegue uma posição na corte que a coloca perto da Rainha, gerando uma inversão de poderes e conflitos entre as duas. O elenco também inclui Nicolas Hoult (“X-Men: Apocalipse”), Joe Alwyn (“A Longa Caminhada de Billy Lynn”) e Mark Gatiss (“Sherlock”). A estreia está marcada para 23 de novembro nos Estados Unidos e não há previsão de lançamento no Brasil.

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    Emma Watson entra na nova versão de Adoráveis Mulheres dirigida por Greta Gerwig

    24 de agosto de 2018 /

    A atriz Emma Watson (“A Bela e a Fera”) entrou na nova versão de “Adoráveis Mulheres” (Little Women), que será dirigida por Greta Gerwig (“Lady Bird”). Segundo a revista Variety, ela substituirá Emma Stone, que precisou abandonar o projeto por conflito de agenda com a divulgação de “The Favourite”, uma das apostas do Oscar 2019. Ela se junta ao elenco grandioso, que inclui Saoirse Ronan e Timothée Chalamet, que trabalharam com Gerwig em “Lady Bird”, além de Meryl Streep (“Mamma Mia!”) e Laura Dern (“Livre”). É um elenco para encantar a Academia. Mas o desafio será entusiasmar o público a ir ao cinema. O motivo é simples: “Adoráveis Mulheres” é uma das histórias femininas mais filmadas de todos os tempos. O que leva à pergunta: por quê refilmá-la mais uma vez? Não há sequer a desculpa de reapresentar a trama para novas gerações. Uma adaptação como minissérie foi exibida na TV britânica em dezembro passado. E esta já tinha sido a terceira versão do livro de Louisa May Alcott realizada pela BBC, após minisséries nas décadas de 1950 e 1970. Hollywood foi mais fundo na exploração da obra, numa coleção de filmagens que vem desde o cinema mudo. As mais famosas foram “As Quatro Irmãs” (1933) com a jovem Katharine Hepburn, “Quatro Destinos” (1949) com a adolescente Elizabeth Taylor e “Adoráveis Mulheres” (1994), que reuniu simplesmente Winona Ryder, Kirsten Dunst, Claire Danes e Trini Alvarado como as irmãs March, além de Susan Sarandon e Christian Bale. Desta vez, a ideia é trazer Meryl Streep como mãe de Saoirse Ronan, Emma Watson e mais duas a serem escaladas, além de Timothée Chalamet como interesse romântico de uma das irmãs. Ronan interpretará a jovem protagonista Jo, enquanto Watson deve viver sua irmã Meg, papel cogitado para Stone. Já Streep encarnará a Sra. Marsh, mãe das meninas, e Chalamet dará vida a Theodore “Laurie” Laurence, futuro marido de Amy, ainda não escalada. O estúdio Tri-Star estaria tentando fechar com a britânica Florence Pugh (“Lady Macbeth”) para o papel. Gerwig foi trazida inicialmente para polir o roteiro do remake, mas, após o sucesso de “Lady Bird”, os executivos decidiram dar mais responsabilidades à jovem cineasta, contratando-a para dirigir o longa. O romance homônimo de Louisa May Alcott foi baseada em sua própria vida, inspirada pela juventude passada entre as irmãs, e há décadas é uma leitura obrigatória para os estudantes dos Estados Unidos.

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    Nova versão de Adoráveis Mulheres está juntando elenco para concorrer ao Oscar

    14 de agosto de 2018 /

    A nova versão de cinema para o clássico literário “Adoráveis Mulheres” (Little Women) vai juntar um elenco impressionante. A produção do próximo filme da diretora Greta Gerwig, indicada ao Oscar por “Lady Bird: A Hora de Voar”, já confirmou Emma Stone (“La La Land”), Saoirse Ronan (também de “Lady Bird”) e Timothée Chalamet (mais um de “Lady Bird”), está praticamente acertada com Meryl Streep (“Mamma Mia!”) e abriu negociações com Laura Dern (“Livre”). Este elenco aponta uma clara intenção de produzir um filme focado na temporada de premiações. Todos os citados já foram indicados ou venceram o Oscar. Apesar disso, mesmo este elenco terá dificuldades de entusiasmar o público a ir ao cinema. O motivo é simples: “Adoráveis Mulheres” é uma das histórias femininas mais filmadas de todos os tempos. Todo mundo já deve ter visto alguma versão dessa história antes. O que leva à pergunta: por quê refilmá-la mais uma vez? Não há sequer a desculpa de reapresentar a trama para novas gerações. Uma adaptação como minissérie foi exibida na TV britânica em dezembro passado. E esta já tinha sido a terceira versão do livro de Alcott realizada pela BBC, após minisséries nas décadas de 1950 e 1970. Hollywood foi mais fundo na exploração a obra, numa coleção de filmagens que vem desde o cinema mudo. As mais famosas foram “As Quatro Irmãs” (1933) com a jovem Katharine Hepburn, “Quatro Destinos” (1949) com a adolescente Elizabeth Taylor e “Adoráveis Mulheres” (1994), que reuniu simplesmente Winona Ryder, Kirsten Dunst, Claire Danes e Trini Alvarado como as irmãs March, além de Susan Sarandon e Christian Bale. Desta vez, a ideia é trazer Meryl Streep como mãe de Saoirse Ronan, Emma Stone e mais duas a serem escaladas, além de Timothée Chalamet como interesse romântico de uma das irmãs. Ronan interpretará a jovem protagonista Jo, enquanto Stone viverá sua irmã Meg, Streep encarnará a Sra. Marsh e Chalamet dará vida a Theodore “Laurie” Laurence, futuro marido de Amy, ainda não escalada. O estúdio Tri-Star quer a britânica Florence Pugh (“Lady Macbeth”) no papel, mas a escalação não foi confirmada. Gerwig foi contratada inicialmente pelo estúdio para polir o roteiro, mas, após o sucesso de “Lady Bird”, os executivos decidiram dar mais responsabilidades à jovem cineasta, contratando-a para dirigir o longa. O romance homônimo de Louisa May Alcott foi baseada em sua própria vida, inspirada pela juventude passada entre as irmãs, e há décadas é uma leitura obrigatória para os estudantes dos Estados Unidos.

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