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  • Filme

    Bilheterias: Podres de Ricos impressiona na segunda semana de liderança na América do Norte

    26 de agosto de 2018 /

    A comédia romântica “Podres de Ricos” manteve a liderança das bilheterias norte-americanas pelo segundo fim de semana consecutivo, mostrando um fôlego que chama atenção de Hollywood. Depois de registrar a melhor abertura dos últimos três anos para um filme do gênero, o longa dirigido por Jon M. Chu (“Truque de Mestre: 2º Ato”) fez mais US$ 25,2 milhões em seu segundo fim de semana. O valor impressiona por ser apenas 6% menor que o valor arrecadado na estreia. Trata-se da menor queda registrada entre a primeira e a segunda semana de exibição de um filme desde o fenômeno “Forest Gump” (1994) há quase um quarto de século. Adaptação de best-seller popular, o filme se diferencia de uma telenovela engraçadinha de milionários simpáticos e lindos por ter um elenco composto exclusivamente por atores de descendência asiática. As análises de perfil de seu público revelam que a comunidade asiática é responsável pela maior parte de sua bilheteria, com milhares de pessoas assistindo ao longa mais de uma vez nos últimos dias. Uma comparação, em termos de nicho de mercado, tem sido feita com “Pantera Negra”, que mobilizou afro-americanos em todos os Estados Unidos. Ao todo, “Podres de Ricos” soma US$ 77 milhões em dez dias em cartaz na América do Norte e, graças a esse sucesso, já ganhou encomenda de continuação. O público brasileiro, porém, só vai poder conferir se é para tanto depois do resto do mundo. O país será o último mercado a receber o filme, em 25 de outubro. “Megatubarão” também manteve bom desempenho em 2º lugar. Ao arrecadar mais US$ 13 milhões, ultrapassou os US$ 100 milhões nos Estados Unidos e Canadá. Mas seu verdadeiro sucesso se dá no mercado internacional, que responde pela maior parte de sua arrecadação, atualmente acima dos US$ 400 milhões. Profetas apocalípticos previram seu fracasso e o filme está praticamente pago em três semanas. Quem gosta de rir de fracassos deve ter achado muito engraçado “Crimes em Happytime”, pior estreia ampla da carreira de Melissa McCarthy. O filme em que a atriz contracena com marionetes drogados e ejaculadores rendeu apenas US$ 10 milhões no fim de semana, abrindo em 3º lugar. Para completar, a baixaria foi destruída pela crítica, com 25% de aprovação, índice que mantém o nível dos filmes recentes da atriz. A diferença é que, antes, seus filmes ruins pareciam um favor para o marido, que resolveu virar diretor – e deu ao mundo coisas como “Tammy” (2014) e “A Chefe” (2016). Agora, porém, ela demonstra que também topa porcarias dos outros. O público brasileiro poderá conferir daqui a um mês, em 20 de setembro. Pior que esta, só a estreia de “A.X.L.”, uma versão de “Short Circuit: O Incrível Robô” (1986), onde, além de robô, o protagonista também é cachorro. Uau… uau! Fez US$ 2,9 milhões em 9º lugar e não deve ser lançado no Brasil. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Podres de Ricos Fim de semana: US$ 25m Total EUA e Canadá: 76,8m Total Mundo: US$ 83,9m 2. Megatubarão Fim de semana: US$ 13m Total EUA e Canadá: US$ 105,3m Total Mundo: US$ 408,6m 3. Crimes em Happytime Fim de semana: US$ 10m Total EUA e Canadá: US$ 10m Total Mundo: US$ 10m 4. Missão: Impossível – Efeito Fallout Fim de semana: US$ 8m Total EUA e Canadá: US$ 193,9m Total Mundo: US$ 538,7m 5. Christopher Robin Fim de semana: US$ 6,3m Total EUA e Canadá: US$ 77,6m Total Mundo: US$ 112,7m 6. 22 Milhas Fim de semana: US$ 6m Total EUA e Canadá: US$ 25,1m Total Mundo: US$ 31,4m 7. Alfa Fim de semana: US$ 5,6m Total EUA e Canadá: US$ 20,1m Total Mundo: US$ 27,4m 8. Infiltrado na Klan Fim de semana: US$ 5,3m Total EUA e Canadá: US$ 32m Total Mundo: US$ 40,3m 9. A.X.L. Fim de semana: US$ 2,9m Total EUA e Canadá: US$ 2,9m Total Mundo: US$ 2,9m 10. Slender Man Fim de semana: US$ 2,7m Total EUA e Canadá: US$ 25,4m Total Mundo: US$ 33,4m

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  • Filme

    Zendaya seria favorita da Disney para estrelar filme de A Pequena Sereia

    25 de agosto de 2018 /

    A Disney vem trabalhando desde o final do ano passado no desenvolvimento de uma versão live action de “A Pequena Sereia”, com a contratação de vários profissionais durante a pré-produção. Por conta disso, já começaram a circular rumores sobre a escalação da intérprete da Princesa Ariel. De acordo com That Hashtag Show, a Disney tem uma atriz no topo de sua lista de favoritas: Zendaya. A estrela de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” é uma velha conhecida do estúdio, tendo estrelado duas séries de sucesso do Disney Channel, “No Ritmo” e “Agente K.C.”. Além disso, ela sabe cantar, como mostrou em “O Rei do Show” e em outras oportunidades. Boatos anteriores apontavam que a Disney estava considerando escalar atores não brancos em alguns dos principais papéis da história, incluindo Ariel, Eric e Triton. O estúdio ainda não fez nenhum anúncio oficial sobre o projeto, mas Rob Marshall estaria encarregado de dirigir o longa após terminar a divulgação de “O Retorno de Mary Poppins”, que estreia em dezembro. O roteiro é de Jane Goldman (“Kingsman: O Círculo Dourado”). Já a parte musical está a cargo de Lin-Manuel Miranda (“Moana”), que trabalhará com Alan Menken, vencedor do Oscar pela trilha do clássico animado de 1989, nas canções da nova versão. As filmagens devem acontecer no começo de 2019 em locações em Porto Rico e na Cidade do Cabo, mas ainda não há uma data oficial para o lançamento.

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  • Filme

    Disney teria cancelado a pré-produção de Guardiões da Galáxia Vol. 3

    24 de agosto de 2018 /

    A Disney teria dispensado profissionais e cancelado todo o cronograma de pré-produção de “Guardiões da Galáxia Vol. 3”. Segundo o site da revista The Hollywood Reporter, o estúdio dissolveu a equipe que trabalhava em cenários, figurinos e outras áreas de desenvolvimento do filme, liberando os profissionais para procurarem novos trabalhos. Ainda de acordo com o site, Disney e Marvel vão recomeçar a produção apenas após definirem o diretor do terceiro filme da franquia. “Guardiões da Galáxia Vol. 3” ainda não tinha uma data oficial de lançamento, mas havia a intenção de começar sua filmagem no início de 2019, data que será difícil de ser remanejada, considerando a complexidade da agenda de todos os envolvidos. A suspensão da produção de “Guardiões da Galáxia Vol. 3” se deve à demissão do diretor James Gunn em 20 de julho pelo presidente da Disney, Alan Horn, após campanha da extrema direita dos Estados Unidos, que denunciou antigos tuítes ofensivos do diretor com “piadas” de dez anos atrás sobre pedofilia e estupro. Horn classificou as mensagens como “indefensáveis” e não voltou atrás, mesmo diante de uma carta-aberta do elenco de “Guardiões da Galáxia” e petição de fãs na internet, que já reuniu mais de 380 mil assinaturas. Por conta da posição do elenco, o estúdio estaria tendo mais dificuldade para definir o substituto de Gunn. Para complicar ainda mais, “Guardiões da Galáxia Vol. 3” serviria de ponto de partida para lançar novas produções cósmicas da Marvel, como o já mencionado filme de “Eternos”.

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  • Filme

    Demitido pela Disney, James Gunn vai lançar terror “surpresa” ainda este ano

    20 de agosto de 2018 /

    Demitido pela Disney de “Guardiões da Galáxia Vol. 3”, James Gunn já tem filme novo em andamento. Ele está dando os toques finais num longa de terror “surpresa”, que será lançado pela Sony Pictures ainda neste ano. A Screen Gems, divisão da Sony, agendou um filme ainda sem título oficial do cineasta para o dia 30 de novembro. Pelo cronograma, a obra foi filmada em segredo, antes mesmo da polêmica envolvendo o cineasta. James Gunn foi demitido em 20 de julho pelo presidente da Disney, Alan Horn, após campanha da extrema direita dos Estados Unidos, que denunciou antigos tuítes ofensivos do diretor com “piadas” de dez anos atrás sobre pedofilia e estupro. Horn classificou as mensagens como “indefensáveis” e não voltou atrás, mesmo diante de uma carta-aberta do elenco de “Guardiões da Galáxia” e petição de fãs na internet, que já reuniu mais de 380 mil assinaturas. Originalmente, o projeto seria anunciado durante o painel do estúdio na San Diego Comic-Con deste ano, mas foi retirado de última hora, quando a direita atacou o diretor, levando a Disney a implodir os planos da Marvel. Não há qualquer informação disponível sobre a trama ou o elenco do filme, mas não faltam boatos, desde uma adaptação do mangá “Berseck” até uma versão de cinema do game “Bloodborne”, do Playstation 4.

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  • Série

    General Leia Organa vai aparecer na nova série animada de Star Wars

    19 de agosto de 2018 /

    A dubladora Rachel Butera (voz de Natasha no remake de “Alceu e Dentinho”) revelou que dará vida – literalmente – a uma famosa personagem da franquia “Star Wars” na nova série animada da franquia espacial. Ela compartilhou entre seus seguidores no Twitter que dublará a General Lea Organa, personagem que marcou a carreira da falecida atriz Carrie Fisher. A revelação foi feita após a exibição do primeiro trailer de “Star Wars Resistence”, que destacou a participação vocal de Oscar Isaac como Poe Dameron. Além do ator de “O Despertar da Força” e “Os Últimos Jedi”, a produção também contará com a voz de Gwendolyne Christie, repetindo seu papel como a vilã Phasma. “Finalmente posso anunciar que tenho a incompreensível honra de dublar o papel de Leia Organa na nova série ‘Star Wars Resistance’ em outubro deste ano”, ela escreveu em seu Twitter. A série vai se passar antes dos eventos de “Star Wars: O Despertar da Força”, mas contará com integrantes conhecidos do longa-metragem, inclusive o robô BB-8, que terá destaque na trama sobre o surgimento da Primeira Ordem. Poe Dameron será responsável por despachar o recém-nomeado espião Kaz, o protagonista da série, para o Colossus, uma gigantesca plataforma de reabastecimento de aeronaves em um planeta aquático externo, lar de alienígenas, droids e criaturas novas e coloridas. Enquanto está disfarçado, Kaz trabalha como mecânico e mora com um velho amigo de Poe, Yeager, piloto veterano que opera uma oficina de reparos numa espaçonave, que ainda inclui em sua tripulação: Tam, Neeku e seu velho androide astromecânico Bucket. Com Kaz, também vem BB-8, que o ajudará a competir em corridas espaciais perigosas, manter sua missão em segredo e evitar o perigo da Primeira Ordem. Criado por Dave Filoni, que também foi responsável por “Star Wars Rebels”, a nova série ainda inclui entre seus dubladores os atores Donald Faison (“Scrubs”), Jim Rash (“Community”), Bobby Moynihan (“Saturday Night Live”), Suzie McGrath (“East Enders”), Scott Lawrence (“Mr. Mercedes “), Myrna Velasco (“Elena de Avalor”) e Josh Brener (“Silicon Valley”). A estreia está marcada para 7 de outubro nos Estados Unidos. I can finally announce that I have the incomprehensible honor of voicing the role of Leia Organa in the new Star Wars Resistance out this October. Thank you ⁦@CESDTalent⁩ ⁦@DisneyLucasfilm⁩ @sternshow + Carrie Fisher. Sneak peak trailer here: https://t.co/4bVZW4Nvf6 — Rachel Butera (@RachelAButera) August 18, 2018

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  • Filme

    Podres de Ricos surfa na onda da diversidade para ultrapassar Megatubarão nas bilheterias norte-americanas

    19 de agosto de 2018 /

    Diversidade está em alta e patriotismo intervencionista em baixa neste fim de semana nos cinemas norte-americanos. Mostrando que Hollywood só tem a ganhar ao dar mais espaço para minorias, “Podres de Ricos” estreou em 1ª lugar nas bilheterias dos Estados Unidos e Canadá. O filme é uma bobagem, uma comédia romântica de gente rica, ao estilo das novelas mexicanas e da Globo, baseada num best-seller popularzão. Mas a minoria que embasa seu sucesso não são os 10% mais ricos: o elenco da produção é totalmente composto por atores de descendência asiática. Isto não acontecia num filme americano há 25 anos, desde “O Clube da Felicidade e da Sorte” (1993). O longa dirigido por Jon M. Chu (“Truque de Mestre: O 2º Ato”) faturou US$ 25,2m (milhões) no fim de semana. E como teve lançamento antecipado na quarta-feira (15/8), já soma 34m na América do Norte. Não chega a ser um fenômeno, como os super-heróis da diversidade “Mulher-Maravilha” e “Pantera Negra”, mas é um desempenho muito bom para seu nicho e orçamento. Vale lembrar que a última comédia romântica a fazer mais de US$ 20m em sua estreia foi “Descompensada” em julho de 2015 – abriu com US$ 30,1m. O lançamento também contou com boa vontade da crítica, que deu 92% de aprovação para uma história que não teria tanta repercussão se fosse estrelada por brancos – afinal, qual a graça de ver gente branca, bonita e rica encontrando o amor e o final feliz, quer dizer, após mil filmes disso? “Este é um filme culturalmente significativo, ponto”, disse o chefe de distribuição da Warner, Jeff Goldstein, para o site da revista The Hollywood Reporter, faturando o discurso de inclusão. “Isso mostra a todos nós que precisamos olhar para fora da caixinha”. “Podres de Ricos” custou só US$ 30m de produção e deve faturar alto quando chegar na Ásia na próxima semana. No Brasil, porém, a estreia só deve acontecer em novembro, quando já tiver saído de cartaz na maioria dos demais países. O romance asiático-hollywoodiano derrubou “Megatubarão” para o 2º lugar no ranking norte-americano. O filme do bicho boca-aberta fez mais US$ 21,1m e chegou a US$ 83,7m em duas semanas no mercado doméstico. Mas o total mundial já está em US$ 314,1m, para fechar a boca de quem profetizou seu fracasso. Foram US$ 117,2m apenas na China, onde o longa desfruta de seu maior êxito comercial. Por falar em fracasso, a bilheteria de “22 Milhas” é um aviso bastante claro para o diretor Peter Berg e o ator Mark Wahlberg. É o quarto filme consecutivo que os dois fazem juntos, todos com a valorização de patriotas da classe trabalhadora e cada um rendendo menos que o anterior. Este mais recente tem a ver com o primeiro, “O Grande Herói”, de 2013, mas também com um filme anterior do diretor, “O Reino”, de 2007, ao fazer a apologia do intervencionismo americano no exterior. A trama, inclusive, se passa num país inventado para não ofender sensibilidades, já que é francamente ofensiva em sua valorização do “grande herói” americano encarnado por Wahlberg. Foi eviscerado pela crítica, com apenas 20% de aprovação no site Rotten Tomatoes, e rendeu meros US$ 13,6m em seu lançamento nos cinemas, a pior abertura ampla nos 20 anos da carreira cinematográfica do diretor Peter Berg. A estreia no Brasil está marcada para 20 de setembro. E Berg já está filmando seu quinto filme consecutivo com Wahlberg… A terceira estreia ampla da semana também se deu mal. A aventura pré-histórica “Alfa”, que conta uma espécie de fábula da domesticação do primeiro lobo, abriu com US$ 10,5 milhões, virtualmente empatado com “Missão: Impossível – Efeito Fallout”. Por sinal, o longa de ação de Tom Cruise ultrapassou uma marca importante em sua quarta semana, superando os US$ 500m mundiais. E com um detalhe significativo: o filme ainda não estreou na China. Já “Alfa” chega em 9 de setembro no Brasil. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Podres de Ricos Fim de semana: US$ 25,2m Total EUA e Canadá: 34m Total Mundo: US$ 34,7m 2. Megatubarão Fim de semana: US$ 21,1m Total EUA e Canadá: US$ 83,7m Total Mundo: US$ 314,1m 3. 22 Milhas Fim de semana: US$ 13,6m Total EUA e Canadá: US$ 13,6m Total Mundo: US$ 14,1m 4. Missão: Impossível – Efeito Fallout Fim de semana: US$ 10,5m Total EUA e Canadá: US$ 180,7m Total Mundo: US$ 501,4m 5. Alfa Fim de semana: US$ 10,5m Total EUA e Canadá: US$ 10,5m Total Mundo: US$ 10,5m 6. Christopher Robin Fim de semana: US$ 8,8m Total EUA e Canadá: US$ 66,8m Total Mundo: US$ 89,6m 7. Infiltrado na Klan Fim de semana: US$ 7m Total EUA e Canadá: US$ 23m Total Mundo: US$ 24,9m 8. Slender Man Fim de semana: US$ 4,9m Total EUA e Canadá: US$ 20,7m Total Mundo: US$ 21,1m 9. Hotel Transilvânia 3 Fim de semana: US$ 3,6m Total EUA e Canadá: US$ 153,8m Total Mundo: US$ 425,9n 10. Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo Fim de semana: US$ 3,3m Total EUA e Canadá: US$ 111,2m Total Mundo: US$ 319m

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  • Série

    DuckTales desvenda um dos maiores mistérios da Disney: que fim levou a mãe de Huguinho, Zezinho e Luisinho

    18 de agosto de 2018 /

    A série animada “DuckTales: Os Caçadores de Aventuras”, além de ser incrivelmente divertida, desvendou um dos maiores mistérios da história da Disney: que fim levou a mãe de Huguinho, Zezinho e Luisinho. O final da 1ª temporada, que foi ao ar neste sábado (18/8) nos Estados Unidos, pelo canal pago Disney XD, revelou o destino de Dumbela Pato (Della Duck, no original), a irmã do Pato Donald, após a falta de informações sobre seu sumiço angustiar Huguinho, Zezinho e Luisinho desde o primeiro capítulo. Já os leitores dos quadrinhos dos Patos da Disney sofrem com essa dúvida há quase um século. Afinal, o que teria levado a mãe dos patinhos a deixar seus filhos com o tio Donald nos anos 1930 e sumir? Várias teorias foram abordadas para justificar o abandono das crianças. E a série animada resolveu lançar mão de uma delas, publicada numa versão holandesa dos gibis do Pato Donald em 2014, sobre Dumbela ter virado astronauta e desaparecido no espaço – numa referência, por sinal, a um curta animado dos anos 1940, em que Donald revelou vir de uma família de pilotos. Esta trama é explorada, junto com a culpa do Tio Patinhas na história, com pistas reveladas ao longo de toda a temporada, pintando Dumbela como uma pata destemida e aventureira, que viveu grandes aventuras ao lado de Patinhas e Donald. O sumiço da irmã também seria a razão da mudança de comportamento de Donald, que virou um pato desanimado e medroso, bem diferente das histórias que os sobrinhos descobriram sobre o passado da família. O detalhe é que Dumbela não se perdeu no espaço para sempre. Ela foi parar na lua e o último capítulo da 1ª temporada marcou a primeira vez que ela falou numa animação. A personagem, que estreou muda em flashbacks da série, é dublada em inglês por ninguém menos que Paget Brewster, atriz da série “Criminal Minds”. E ela será personagem recorrente da 2ª temporada, já confirmada. O que representará uma reviravolta e tanto para a história dos Patos da Disney. Dumbella passará agora a viver, pela primeira vez, aventuras ao lado dos filhinhos – algo que já tinha sido antecipado pela versão em quadrinhos de “DuckTales” no começo do ano – , mudança que demonstra como os avanços justos do feminismo afetam até personagens centenários do entretenimento infantil. No Brasil, a série é exibida pelo Disney Channel.

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  • Filme

    Thomas Mann entra no elenco da nova versão de A Dama e o Vagabundo

    18 de agosto de 2018 /

    A Disney definiu quem viverá o dono da cachorrinha Dama na nova versão de “A Dama e o Vagabundo”. O ator Thomas Mann (de “Kong: A Ilha da Caveira”) viverá Jim Dear e será um dos poucos a aparecer de carne e osso na produção, já que os animais ganharão vida por meio de técnicas de captura de movimentos e animação computadorizada – mesma técnica de “Mogli – O Menino Lobo”, em que os animais falantes foram criados por animação digital e dublados por atores conhecidos. Na história, o personagem de Mann será casado com Darling, vivida por Kiersey Clemons (“Dope: Um Deslize Perigoso”). Já os cachorros do título serão dublados por Tessa Thompson (“Thor: Ragnarok”) e Justin Theroux (“The Leftovers”). Além deles, Ashley Jensen (“Extras”) foi confirmada no papel de uma cachorrinha Terrier escocesa chamada Jackie – no desenho de 1955, o personagem era um cachorro chamado Jock. No clássico animado de 1955, a Dama acaba na rua depois que seus donos têm um bebê. Ela é salva de uma matilha raivosa pelo Vagabundo, que lhe mostra que ser um cão sem coleira pode ser divertido. O filme apresenta uma das cenas mais icônicas da Disney: um jantar de espaguete romântico realizado em um beco, que inclui um dos beijos mais famosos da história do cinema. A nova versão tem roteiro de Andrew Bujalski, um cineasta indie premiado com o troféu John Cassavettes (para filmes feitos por menos de US$ 500 mil) no Spirit Awards 2013 pela comédia “Computer Chess”, e direção está a cargo de Charlie Bean, responsável pela animação “Lego Ninjago: O Filme”. Interessante reparar que essa equipe destoa muita das produções das demais refilmagens de desenhos do estúdio, que reúne cineastas renomados e grandes estrelas de cinema. Isso talvez se deva ao fato de o filme não estar sendo desenvolvido para o cinema, mas para a vindoura plataforma de streaming da Disney, prevista para 2019.

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  • Etc

    Nova série animada Star Wars Resistance ganha trailer com personagens de O Despertar da Força

    17 de agosto de 2018 /

    O Disney Channel divulgou o primeiro trailer de “Star Wars Resistance”, nova série animada da franquia, que chega para substituir a recém-finalizada “Star Wars Rebels”. Como todas as séries – e pensando nisso, até os filmes – da franquia, a ação acompanha os esforços de um novato, que desta vez é Kazuda “Kaz” Xiono (dublado, em inglês, por Christopher Sean, de “Hawaii Five-0”). Ele é “um jovem piloto recrutado pela Resistência e encarregado de uma missão ultrassecreta para espionar a crescente ameaça da Primeira Ordem”, de acordo com a sinopse oficial. A série vai se passar antes dos eventos de “Star Wars: O Despertar da Força”, mas contará com integrantes conhecidos do longa-metragem, como o robô BB-8, o piloto Poe Dameron e a vilã Capitão Phasma, que serão dublados pelos atores dos filmes originais, Oscar Isaac e Gwendoline Christie. Na estreia da série, Poe é responsável por despachar o recém-nomeado espião Kaz para o Colossus, uma gigantesca plataforma de reabastecimento de aeronaves em um planeta aquático externo, lar de alienígenas, droids e criaturas novas e coloridas. Enquanto está disfarçado, Kaz trabalha como mecânico e mora com um velho amigo de Poe, Yeager, piloto veterano que opera uma oficina de reparos numa espaçonave, que ainda inclui em sua tripulação: Tam, Neeku e seu velho andróide astromecânico Bucket. Com Kaz, também vem BB-8, que o ajudará a competir em corridas espaciais perigosas, manter sua missão em segredo e evitar o perigo da Primeira Ordem. Criada por Dave Filoni, que também foi responsável por “Star Wars Rebels”, a nova série ainda inclui entre seus dubladores os atores Donald Faison (“Scrubs”), Jim Rash (“Community”), Bobby Moynihan (“Saturday Night Live”), Suzie McGrath (“East Enders”), Scott Lawrence (“Mr. Mercedes “), Myrna Velasco (“Elena de Avalor”), Josh Brener ( “Silicon Valley”) e Rachel Butera (“Golan the Insatiable”). A estreia está marcada para 7 de outubro nos Estados Unidos. Além de “Resistance”, o vindouro serviço de streaming da Disney também anunciou um revival da série animada “Clone Wars”.

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  • Série

    Criador de Black-ish assina contrato de exclusividade para criar novas séries na Netflix

    17 de agosto de 2018 /

    Conforme especulado, o roteirista-produtor Kenya Barris, criador das séries “Black-ish” e “Grown-ish” e autor dos roteiros de “Viagem das Garotas” e do novo “Shaft”, fechou um contrato milionário de exclusividade com a Netflix. Ele é o terceiro talento televisivo atraído para um acordo de desenvolvimento de novas séries para a plataforma. Mas, ao contrário de Shonda Rhimes e Ryan Murphy, seu contrato é apenas para séries, já que possui um relacionamento cinematográfico com a Fox. Todos os três foram tirados do alcance da Disney, que prepara sua própria plataforma. Kenya Barris e Shonda Rhimes saíram da ABC, onde comandavam carros-chefes de audiência da rede do conglomerado Disney, como a citada “Black-ish” e “Grey’s Anatomy”, e Murphy era a joia da coroa dos estúdios Fox, recém-adquiridos pela Disney, graças a sucessos como “American Horror Story” e “9-1-1”, entre outras atrações. No final de julho, Barris anunciou o encerramento de sua parceria com o ABC Studios, seu lar criativo desde 2015, mas o negócio com a Netflix já estava sendo especulado desde abril, quando a relação do produtor com a ABC começou a dar sinais de desgaste. Os problemas de Barris ficaram claros após o canal vetar a exibição de um episódio politicamente temático do “Black-ish”, citando “diferenças criativas”. “Dadas as nossas diferenças criativas, nem ABC nem eu estávamos felizes com a direção do episódio e concordaram em não colocá-lo no ar”, Barris disse na época. Mas o que se comenta é que ele não aprovou a atitude da emissora. Para completar, a rede não vinha apostando em suas novas criações. A ABC recusou “Libby e Malcolm”, série política que seria estrelada por Felicity Huffman e Courtney B. Vance, “Unit Zero”, que mostraria Toni Collette na CIA, além de uma comédia com Alec Baldwin, que foi abandonada após o ator desistir do projeto. Ele só vinha emplacando séries no canal pago juvenil do conglomerado, o Freform. Todo o material dispensado pode, agora, ressurgir na Netflix, bem como novas produções do requisitado roteirista, que na despedida do ABC Studios deixará uma nova série no Freeform, “Besties”. Por sinal, Cindy Holland, a “rainha do conteúdo” da Netflix, frisou em seu discurso de boas-vindas duas palavras que devem ter feito Barris sorrir: “liberdade criativa”. “Kenya Barris é um dos nossos grandes contadores de histórias modernos”, disse Holland, em comunicado. “Ele usa sua voz para tornar o público mais consciente do mundo ao seu redor, enquanto simultaneamente os faz rir. Sua honestidade, brilho cômico e ponto de vista singular, combinados com a liberdade criativa que ele desfrutará na Netflix, prometem criar novas histórias poderosas para todos os nossos assinantes em todo o mundo.”

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  • Etc,  Filme

    Disney não volta atrás e James Gunn fica fora de Guardiões da Galáxia Vol. 3

    16 de agosto de 2018 /

    Apesar da carta aberta do elenco da franquia “Guardiões da Galáxia” e petições de fãs pedindo o retorno do diretor James Gunn ao terceiro filme da saga, a Walt Disney Company não vai recontratá-lo. De acordo com a revista Variety, o diretor se reuniu com o presidente dos estúdios Disney, Alan Horn, responsável por sua demissão. O encontro foi pedido insistentemente pela equipe de Gunn, mas Horn o aceitou apenas por cortesia e para “esclarecer as coisas”, na descrição da publicação, que ainda revelou que Kevin Feige, presidente do Marvel Studios, estava convenientemente indisponível para participar da reunião. Gunn foi demitido após tuítes antigos, com piadas envolvendo estupro e pedofilia, serem desenterrados de sua conta pessoal por um grupo de extrema direita. Apesar dos posts terem uma década, quando o diretor ainda não estava sob contrato da Marvel, a Disney encarou as declarações como algo muito sério e inaceitável para a imagem da empresa. Além disso, o próprio presidente Alan Horn emitiu publicamente a ordem de demissão. O cargo é muito grande, assim como o ego, para voltar atrás. Entretanto, a Variety afirma que o roteiro de Gunn será usado em “Guardiões da Galáxia Vol. 3”. Caso isto se confirme, a demissão se tornará uma grande hipocrisia. Afinal, foi justamente por escrever textos (no Twitter) e não por seu trabalho como diretor que ele foi demitido. Agora, a Marvel terá a missão de encontrar um novo diretor para a sequência de “Guardiões da Galáxia”, além de precisar lidar com um elenco insatisfeito. Já o cineasta deve começar a analisar em breve a proposta para dirigir um filme dos super-heróis da DC Comics, rival histórica da Marvel, ou aceitar propostas para voltar ao cinema indie. Mas esta decisão pode demorar, já que sua demissão precisa cumprir rituais jurídicos. Gunn tem direito a uma indenização por quebra de contrato da Disney sem justa causa. Ele não tuitou ou fez qualquer coisa ofensiva durante a vigência de seu acordo com a Marvel.

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    Paul Rudd e Evangeline Lilly imitam os heróis dos Vingadores em vídeo divertido para o mercado chinês

    15 de agosto de 2018 /

    O filme do “Homem-Formiga e a Vespa” só vai estrear na próxima semana na China. Por isso, o casal do título, vivido pelos atores Paul Rudd e Evangeline Lilly, iniciou uma nova rodada de divulgação focada no segundo maior mercado do mundo. Uma das novas entrevistas, realizada durante um junket chinês, também serviu para mostrar a diferença de abordagem da imprensa local. Em vez de ser perguntado sobre o filme, o casal foi convidado a participar de um jogo, tendo que imitar com gestos os principais heróis de “Vingadores: Guerra Infinita” – e até mesmo o vilão Thanos. O resultado, que foi incrementado por animações, ficou bem divertido e pode ser conferido abaixo. “Homem-Formiga e a Vespa” já fez US$ 450,4 milhões em todo o mundo, desde seu lançamento no começo de julho. Embora tenha superado a arrecadação do primeiro filme na América do Norte, o total mundial ainda é inferior aos US$ 519 milhões de “Homem-Formiga” em 2015. Mas a diferença deve ser tirada no mercado chinês, que recebe a produção da Marvel em 24 de agosto. Depois da China, o filme ainda será lançado no Japão, em 31 de agosto.

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  • Filme

    Disney escala intérpretes de Ling e Chien-Po na versão live action de Mulan

    15 de agosto de 2018 /

    Os atores Jimmy Wong (“O Círculo”) e Doua Moua (“Gran Torino”) entraram no elenco da versão live-action de “Mulan”, para interpretarem personagens conhecidos dos fãs da animação clássica da Disney. Wong e Moua interpretarão, respectivamente, os soldados Ling e Chien-Po, companheiros de batalhão de Mulan (Liu Yifei) quando ela se disfarça de homem para ir à guerra no lugar de seu pai. A versão com atores, porém, promete ser bem diferente do desenho de 1998. O novo filme não terá dragões bonzinhos e há promessa de muitas cenas de ação, com a contratação de astros de filmes chineses de artes marciais, como Donnie Yen (“Rogue One”) e Jet Li (“Os Mercenários”), escalados respectivamente como o comandante Tung, mentor e professor da heroína, e o Imperador da China. Além deles, também se destacam na produção a célebre atriz Gong Li (“Memórias de Uma Gueixa”), que interpretará uma feiticeira maligna, e o havaiano Jason Scott Lee (que viveu Bruce Lee na cinebiografia “Dragão: A História de Bruce Lee”). “Mulan” também será o primeiro filme de fábulas “live action” da Disney dirigido por uma mulher, Nikki Caro, após “Alice no País das Maravilhas” (2012), “Malévola” (2014), “Cinderela” (2015), “Mogli” (2016) e “A Bela e a Fera” (2017) terem sido comandadas por homens. A relação da diretora neozelandesa com a Disney vem desde o drama esportivo “McFarland dos EUA”, que fez sucesso no mercado doméstico em 2015. Mas ela é mais lembrada por trabalhos com tom de fábula e heroína adolescente, como o filme “Encantadora de Baleias” (2002) e a recente série “Anne with an E”, na Netflix. As filmagens começaram nesta semana, mas a estreia está prevista apenas para março de 2020.

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