Aladdin fatura quase o dobro de Dumbo e estreia em 1º lugar nos EUA
“Aladdin” superou as expectativas do mercado e arrecadou US$ 86,1 milhões neste fim de semana na América do Norte, liderando as bilheterias. Como segunda-feira (27/5) é feriado nos EUA, a previsão é que o filme complete US$ 100 milhões até lá. Nos demais países, “Aladdin” também teve um desempenho mágico, atingindo cerca de US$ 121 milhões no mercado internacional. Assim, a nova adaptação live-action da Disney rendeu uma fábula: US$ 207 milhões em todo o mundo. O filme voou na liderança das bilheterias da América Latina, da Ásia e de boa parte da Europa, abrindo em 1º lugar na maioria dos países em que foi lançado. São números que representam quase o dobro da arrecadação inicial de “Dumbo”, há apenas dois meses. O remake em live-action dirigido por Tim Burton estreou com US$ 45 milhões nos Estados Unidos e Canadá e US$ 116 milhões no mundo inteiro. A boa notícia para a Disney, além do faturamento genial de “Aladdin”, é que a fórmula de suas adaptações live-action não está desgastada. A diferença clara entre o lançamento atual e “Dumbo” é que o desenho original de “Aladdin” ainda está presente na memória afetiva dos pais de hoje, o que serve de estimulo para as crianças, enquanto o elefante voador pertence ao tempo de bisavós já falecidos. O público realmente adorou o musical dirigido por Guy Ritchie, concedendo nota “A” à produção no CinemaScore – avaliação feita pelos espectadores durante a estreia norte-americana. Em compensação, a crítica não se empolgou. Com opiniões muito divididas, “Aladdin” ficou com 57% na média do site Rotten Tomatoes – pontuação que significa medíocre. O sucesso da Disney fez “John Wick 3: Parabellum” cair para o 2º lugar em sua segunda semana em cartaz. Mas os US$ 24,3 milhões do fim de semana bastaram para o longa cruzar a marca de US$ 100 milhões em apenas dez dias no mercado doméstico – um número incrível para um filme de baixo orçamento. Mais incrível ainda: em duas semanas, o terceiro “John Wick” já faturou mais que os dois filmes anteriores em suas trajetórias cinematográficas completas. Com US$ 181,5 milhões em todo o mundo, “Parabellum” até já abriu folga sobre “De Volta ao Jogo” e “John Wick – Um Novo Dia Para Matar”, que fizeram US$ 88 milhões e US$ 171 milhões, respectivamente. “Vingadores: Ultimato” também continua a impressionar. Em 3º lugar, o longa dos super-heróis da Marvel segue no encalço de novos recordes. A arrecadação vai superar US$ 800 milhões domésticos na segunda-feira e se encontra a apenas US$ 100 milhões de ultrapassar “Avatar” no mundo inteiro. Cruzar esta marca, porém, ficou mais difícil com o fim da exibição na China. Já as demais estreias da semana não emplacaram. O terror “Brightburn” e a comédia “Fora de Série” (Booksmart) abriram em 5º e 6º lugares, respectivamente com US$ 7,5 milhões e US$ 6,5 milhões domésticos. Entretanto, a crítica preferiu os risos aos sustos. Estreia da atriz Olivia Wilde (“Tron: O Legado”) na direção, “Fora de Série” conseguiu 97% de aprovação no Rotten Tomatoes, uma das melhores notas de comédia no ano, enquanto o super-herói do mal produzido por James Gunn (“Guardiões da Galáxia”) tropeçou com 59%. Dentre todos os títulos mencionados, apenas “Fora de Série” permanece inédito no Brasil. A estreia está marcada para 13 de junho. Confira abaixo os demais rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Aladdin Fim de semana: US$ 86,1M Total EUA e Canadá: US$ 86,1M Total Mundo: US$ 207,1M 2. John Wick 3: Parabellum Fim de semana: US$ 24,3M Total EUA e Canadá: US$ 100,9M Total Mundo: US$ 181,5M 3. Vingadores: Ultimato Fim de semana: US$ 16,8M Total EUA e Canadá: US$ 798,1M Total Mundo: US$ 2,6B 4. Pokémon: Detetive Pikachu Fim de semana: US$ 13,3M Total EUA e Canadá: US$ 116,1M Total Mundo: US$ 352,9M 5. Brightburn Fim de semana: US$ 7,5M Total EUA e Canadá: US$ 7,5M Total Mundo: US$ 15,3M 6. Fora de Série Fim de semana: US$ 6,5M Total EUA e Canadá: US$ 6,5M Total Mundo: US$ 6,5M 7. Juntos para Sempre Fim de semana: US$ 4M Total EUA e Canadá: US$ 14,9M Total Mundo: US$ 46,5M 8. As Trapaceiras Fim de semana: US$ 3,8M Total EUA e Canadá: US$ 29,8M Total Mundo: US$ 66M 9. The Intruder Fim de semana: US$ 2,2M Total EUA e Canadá: US$ 31,9M Total Mundo: US$ 32,6M 10. Casal Improvável Fim de semana: US$ 1,5M Total EUA e Canadá: US$ 28,6M Total Mundo: US$ US$ 38,8M
Aladdin encanta com colorido à Bollywood e elenco carismático
O novo “Aladdin” é uma surpresa inesperada. Embora se trate de um remake da animação dos anos 1990, representa mais do que isso, com um frescor impressionante, ao trazer de volta o fascínio pelo conto retirado do clássico “As Mil e uma Noites”. É possível se entusiasmar com as aventuras do jovem ladrão de ruas gentil e apaixonado pela princesa de seu reino. Quanto às canções, para quem não gosta tanto de musicais, elas não incomodam e contribuem para que o clima de fantasia contagie o espectador. Tudo pode acontecer em um filme em que um gênio sai de dentro de uma lâmpada. E as canções acrescentam magia às cenas, como no momento em que Aladdin e Jasmine passeiam em cima do tapete mágico. “Aladdin” mantém uma característica marcante das fábulas da Disney, ao evocar o tipo de cinema que se fazia na década de 1950, com música, dança e romance. Por isso, há quem considere algumas dessas produções, especialmente as que lidam com canções – como também foi o caso de “A Bela e a Fera”, de Bill Condon – como algo ultrapassado. Mas nem sempre é o caso. Em um ano em que a Disney prepara quatro adaptações de clássicos animados – a primeira foi “Dumbo”, de Tim Burton, e as próximas serão “O Rei Leão”, de Jon Favreau, e “Malévola: Dona do Mal”, de Joachim Rønning – , “Aladdin”, dirigido pelo irregular Guy Ritchie (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”), encanta com seu colorido à Bollywood, seu dinamismo narrativo e uma trinca de personagens principais bastante carismáticos: Will Smith como o gênio da lâmpada, Mena Massoud como o Aladdin e Naomi Scott como a princesa Jasmine. E que princesa! A participação de Jasmine é muita mais valorizada nesta versão em comparação com a animação. Isso se deve tanto ao roteiro quanto à sua intérprete, que empresta um encanto muito bem-vindo à personagem. Naomi Scott já havia aparecido em “Power Rangers”, mas é neste filme que sua beleza e brilho se destacam. E muito em breve o público poderá vê-la na nova versão de “As Panteras”. Assim, a história de amor com Aladdin ganha força. Ainda que a aventura e a fantasia sejam os elementos mais evidentes do filme, o que move o herói é o amor que ele sente pela princesa. Um amor que é recíproco, mas que tem como primeiro obstáculo o fato de que ela deve se casar, segundo a lei, apenas com um outro príncipe, não com um plebeu qualquer como Aladdin. Mas o que seriam das histórias de amor sem os obstáculos? A paixão pela princesa impulsiona o espectador a torcer pelo Aladdin, ao se colocar em seu lugar na jornada. Afinal, quem nunca fantasiou sobre a possibilidade de conquistar uma princesa (ou príncipe) e ter direito a três desejos realizados em um passe de mágica? A mensagem de “Aladdin” também pondera a sabedoria necessária para se exercitar os seus desejos, de modo a não se deixar levar pela ambição cega – que é basicamente o caminho do personagem de Marwan Kenzari, que interpreta o grão-vizir Jafar, o conselheiro do Sultão. Quanto às canções, os clássicos criados por Alan Menken e Howard Ashman para a animação de 1992 compõem a trilha sonora, mas há uma novidade feita especialmente para Jasmine, “Speechless”, cantada com entusiasmo e brilho pela própria Naomi Scott em um momento particularmente cheio de emoção. E, sim, o gênio de Will Smith é engraçado e não o desastre que se poderia imaginar, diante da sombra gigantesca de Robin Williams, o dublador do personagem original animado. Pois é. Há bons motivos para ficar entusiasmado com este filme que parecia ter um destino um tanto incerto.
Homem-Aranha apresenta novos uniformes em quatro comerciais dublados
A Sony divulgou quatro comerciais dublados em português de “Homem-Aranha: Longe de Casa”, que destacam os novos uniformes do herói. A maioria das cenas exibidas já foram vistas nos trailers, mas há alguns segundos de novidades. A principal cena nova é a confirmação de que M.J. (Zendaya) realmente descobre a identidade secreta do Homem-Aranha/Peter Parker (Tom Holland). Além do casal, os vídeos enfatizam as participações do “Sr. Beck” (Jake Gyllenhaal), Nick Fury (Samuel L. Jackson) e Happy Hogan (Jon Favreau), além de não economizar spoilers sobre o destino do Homem de Ferro em “Vingadores: Ultimato”. Vale lembrar, mais uma vez, que o Sr. Beck é na verdade Mysterio, conhecido nos quadrinhos por ser um grande farsante. Ele está sendo apresentado como herói no marketing da produção, mas sempre foi vilão nas publicações da Marvel – um especialista em efeitos especiais, que usa truques para fingir ser superpoderoso. E os fãs já deduziram que as ameaças enfrentadas pelo Aranha no filme não são exatamente o que parecem. Novamente escrito por Erik Sommers e Chris McKenna, e com direção de Jon Watts, responsáveis pelo filme anterior, “Homem-Aranha: Longe de Casa” estreia em 4 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Christian Bale e Matt Damon surgem nas primeiras fotos de Ford vs Ferrari
As revistas Entertainment Weekly e Empire incluíram seus logotipos nas primeiras imagens liberadas pela Fox/Disney de “Ford vs Ferrari”, novo filme do diretor James Mangold (“Logan”), que traz Christian Bale (“Vice”) e Matt Damon (“Pequena Grande Vida”) nos papéis principais. Apesar do título, Bale e Damon não interpretam os fundadores das famosas companhias automobilísticas. Os protagonistas, na verdade, são o piloto britânico Ken Miles (Bale) e o designer de carros americano Carroll Shelby (Damon). Juntos, os dois tentaram criar um carro que permitiria à Ford destronar a Ferrari na famosa corrida francesa de 24 Horas de Le Mans, em 1966. Para o papel, Bale voltou a perder peso. E é curioso, nesse sentido, que ele também tenha sido cotado para estrelar uma cinebiografia de Enzo Ferrari, mas acabou desistindo por não querer engordar para viver o fundador da escuderia. “É uma história sobre dois amigos tentando descobrir como lidar com estes idiotas de terno que não sabem nada sobre o esporte”, comentou Bale para a revista EW. “O filme vai além da corrida, e captura o espírito das pessoas que estão dispostas a arriscar tudo por sua paixão”. Por sua vez, Mangold explicou que procurou usar o mínimo de efeitos especiais para encenar as corridas. “Eu tentei fazer com que este fosse um filme emocional e fisicamente realista. Não queria ver mais um filme de corrida em que os carros são criações digitais”, comentou. Para Damon, o realismo fez a diferença. “Sentir aqueles carros vindo em sua direção, ouvir os motores… É por isso que as pessoas amam corridas. Foi muito excitante de filmar, porque não precisei usar a minha imaginação. Estava tudo acontecendo ao meu redor”, disse. Além de Bale e Damon, “Ford vs Ferrari” conta com Caitriona Balfe (“Outlander”), Tracy Letts (“Lady Bird: A Hora de Voar”) e Jon Bernthal (“O Justiceiro”) no elenco. A estreia está marcada para 14 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Personagens de Homem-Aranha: Longe de Casa ganham pôsteres
A Sony divulgou seis pôsteres novos de “Homem-Aranha: Longe de Casa”, que destacam os protagonistas. Além do Homem-Aranha/Peter Parker (Tom Holland), as artes apresentam o Sr. Beck (Jake Gyllenhaal), Nick Fury (Samuel L. Jackson) e M.J. (Zendaya). Mas nunca é demais lembrar que o Sr. Beck é, na verdade, Mysterio, conhecido nos quadrinhos por ser um grande farsante. Ele está sendo apresentado como herói no marketing da produção, mas sempre foi vilão nas publicações da Marvel – um especialista em efeitos especiais, que usa truques para fingir ser superpoderoso. E os fãs já deduziram que as ameaças enfrentadas pelo Aranha no filme não são exatamente o que parecem. Novamente escrito por Erik Sommers e Chris McKenna, e com direção de Jon Watts, responsáveis pelo filme anterior, “Homem-Aranha: Longe de Casa” estreia em 4 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Trailer final de Toy Story 4 ganha versão dublada em português
A Disney divulgou a versão dublada em português do trailer “final” de “Toy Story 4”, um dia depois do lançamento do vídeo original americano. A prévia destaca as inúmeras tentativas de resgate realizadas por Woody (Tom Hanks) e Buzz (Tim Allen) para salvar seu novo companheiro, Garfinho (Forky, em inglês). Isto rende várias cenas de ação, que também envolvem bom humor. Dublado por Tony Hale (da série “Veep”), o novo personagem é um garfo transformado em brinquedo que, em crise existencial, resolve fugir. E ao sair em seu encalço, Woody acaba reencontrando a boneca-pastorinha Betty (ou Bo Beep, no original, dublada por Ann Potts), sua antiga namorada que não apareceu no filme anterior. Ela tinha se perdido, mas encontrou um novo lar em meio a inúmeras crianças num parque de diversões. Juntos, eles vão tentar resgatar Garfinho, que foi “aprisionado”. Além de Garfinho, há vários personagens novos, entre eles Ducky (patinho) e Bunny (coelhinho), dublados pela dupla Keegan-Michael Key e Jordan Peele (famosos pela série de comédia “Key and Peele”, antes do último virar o celebrado diretor do terror “Corra!”), e o motociclista audacioso Duke Kaboom, com voz de Keanu Reeves (“John Wick”). Com direção de Josh Cooley (do curta “O Primeiro Encontro da Riley”, sequência de “Divertida Mente”), “Toy Story 4” tem estreia marcada para 20 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos cinemas americanos.
Luke Skywalker está de volta nas primeiras imagens do novo Star Wars
Como já virou tradição, a revista Vanity Fair publicou a primeira grande reportagem, com fotos exclusivas, do próximo filme de “Star Wars” – o episódio 9 da franquia, intitulado “Star Wars: A Ascensão Skywalker”, que trará de volta o protagonista Luke Skywalker. Se havia dúvidas sobre a volta de Luke, após a aparente morte do personagem em “Star Wars: Os Últimos Jedi”, uma das fotos traz o ator Mark Hamill vestido à caráter, numa pose dramática ao lado do robô R2-D2, clicado pela lendária fotógrafa Annie Leibovitz. Outras imagens mostram o retorno de Lando Calrissian (Billy Dee Williams), que aparece à bordo da Millennium Falcon com Poe Dameron (Oscar Isaac), Chewbacca, D-O e BB-8, além de novos personagens como a mascarada Zorri Bliss, vivida por Keri Russell (da série “The Americans”) e Richard E. Grant (“Poderia Me Perdoar?”) como o novo vilão General Pryde. Há também fotos dos bastidores das filmagens e até um vídeo com detalhes do set da produção, sem esquecer da reportagem de capa, que acompanha o material ilustrativo. O filme encerra não apenas uma trilogia, mas a saga principal da franquia, e a reportagem explica que, justamente por isso, o mistério em torno desta produção é maior do que nunca. Mas, aos poucos, as primeiras informações começam a ser reveladas. Além dos nomes dos novos personagens – até isso era segredo – , a Vanity Fair confirmou dois cenários inéditos na produção: um planeta desértico chamado de Pasaana, localizado nos “limites da galáxia”, e um lugar cheio de neve e poeira chamado de Kijimi. Sobre a trama, os produtores afirmaram que o filme terá como um dos enfoques revelar detalhes dos jogos de poder e da batalha intergalática entre bem e mal. Os espectadores poderão entender as origens da Primeira Ordem, testemunhar a ascensão ao poder de Poe Dameron e o clímax do conflito entre os Jedi e os Sith. Este conflito deve ser focado em Rey (Daisy Ridley) e Kylo Ren (Adam Driver), que foram fotografados por Leibovitz lutando com sabres de luz numa tempestade de neve e também para as capas da edição. Resumidamente, Oscar Issac definiu que o filme trata muito sobre família, sugerindo que os dois podem ser parentes. Com direção de JJ Abrams, “Star Wars: A Ascensão Skywalker” chegará aos cinemas brasileiros em 19 de dezembro, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Toy Story 4 ganha trailer final com muita ação e humor
A Disney divulgou o trailer “final” de “Toy Story 4”, antes da avalanche de comerciais que vem a seguir. Ainda sem dublagem em português, a prévia destaca as inúmeras tentativas de resgate de Woody (Tom Hanks) e Buzz (Tim Allen) de seu novo companheiro, Garfinho (Forky, em inglês). Isto rende várias cenas de ação, que também envolvem bom humor. Dublado por Tony Hale (da série “Veep”), o novo personagem é um garfo transformado em brinquedo que, em crise existencial, resolve fugir. E ao sair em seu encalço, Woody acaba reencontrando a boneca-pastorinha Betty (ou Bo Beep, no original, dublada por Ann Potts), sua antiga namorada que não apareceu no filme anterior. Ela tinha se perdido, mas encontrou um novo lar em meio a inúmeras crianças num parque de diversões. Juntos, eles vão tentar resgatar Garfinho, que foi “aprisionado”. Além de Garfinho, há vários personagens novos, entre eles Ducky (patinho) e Bunny (coelhinho), dublados pela dupla Keegan-Michael Key e Jordan Peele (famosos pela série de comédia “Key and Peele”, antes do último virar o celebrado diretor do terror “Corra!”), e o motociclista audacioso Duke Kaboom, com voz de Keanu Reeves (“John Wick”). Com direção de Josh Cooley (do curta “O Primeiro Encontro da Riley”, sequência de “Divertida Mente”), “Toy Story 4” tem estreia marcada para 20 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos cinemas americanos.
Emily VanCamp e Daniel Bruhl vão voltar a viver Sharon Carter e Barão Zemo em série da Marvel
A atriz Emily VanCamp (a Emily de “Revenge”) e o ator Daniel Bruhl negociam voltar a viver Sharon Carter, a agente 13 da SHIELD, e o vilão Barão Zemo na nova série da Disney+ (Disney Plus) centrada na parceria do Falcão e do Soldado Invernal. A personagem da atriz foi pouco aproveitada em “Capitão América: Soldado Invernal” e “Capitão América: Guerra Civil”, e não apareceu nos filmes dos Vingadores, apesar de ser muito importante nos quadrinhos. Sharon Carter foi a namorada mais duradoura do Capitão América e uma das primeiras e principais agentes da SHIELD a se popularizar entre o público – além de ter destacada participação no arco de origem do Soldado Invernal, papel que acabou ocupado pela Viúva Negra no cinema. Já o Barão Zemo teve destaque principalmente no segundo filme. O vilão nazista dos quadrinhos foi repaginado nos cinemas como um estrategista com laços com a HYDRA. Foram suas ações que deram origem à “Guerra Civil” entre Capitão América e Homem de Ferro. E não se pode esquecer que foi o vilão quem matou o pai do Pantera Negra. Anthony Mackie e Sebastian Stan estão confirmados na atração, respectivamente como Falcão e Soldado Invernal. A história está a cargo do roteirista Malcolm Spellman (da série “Empire”) e, segundo o site Deadline, a sucessão do Capitão América será um dos pontos centrais. Vale lembrar que o Falcão ficou com o escudo do Capitão no final de “Vingadores: Ultimato”. Outra novidade é que a produção será dirigida por Kari Skogland, diretora premiada de episódios de “The Handmaid’s Tale”, “The Walking Dead” e “The Americans”, além dos pilotos das vindouras “NOS4A2” e “The Loudest Voice”. Ainda não há previsão de estreia.
Vingadores: Ultimato passa Avatar nos EUA e já soma US$ 2,6 bi em todo o mundo
“Vingadores: Ultimato” pode ter perdido a liderança semanal para “John Wick 3: Parabellum” nos Estados Unidos e Canadá, mas avançou ainda mais em seu objetivo de conquistar posições mais ambiciosas no ranking de todos os tempos. O filme da Marvel atingiu US$ 771 milhões na América do Norte, superando “Avatar” e sua renda de US$ 761 milhões para se tornar o segundo filme de maior arrecadação nos cinemas dos EUA e Canadá, atrás apenas de “Star Wars: o Despertar da Força”, que faturou US$ 937 milhões entre 2015 e 2016. O longa dos super-heróis também tem a segunda maior arrecadação mundial, mas ficou ainda mais próximo do líder “Avatar”. Ao somar US$ 2,61 bilhões em todo o mundo, a diferença caiu para 170 milhões. A expectativa é que “Vingadores: Ultimato” se torna o filme de maior bilheteria mundial da História nos próximos fins de semana. Dependendo do sucesso ou fracasso de “Aladdin” e “Godzilla II – Rei dos Monstros”, isso pode acontecer ainda em maio.
John Wick 3 supera Vingadores: Ultimato e estreia em 1º lugar na América do Norte
Após três semanas como filme mais visto dos Estados Unidos e Canadá, “Vingadores: Ultimato” perdeu o topo das bilheterias para uma estreia explosiva. “John Wick 3: Parabellum” superou expectativas com US$ 57 milhões no fim de semana na América do Norte, batendo os super-heróis da Marvel, que caíram para o 2º lugar com US$ 29,4 milhões nos últimos três dias. Impulsionado por críticas positivas (89% no Rotten Tomatoes), “John Wick 3” também conquistou a maior estreia da franquia com grande folga. Vale lembrar que o primeiro filme apenas empatou seus custos, abrindo com modestos US$ 14,4 milhões em 2014, enquanto “John Wick 2”, mesmo dobrando os rendimentos na largada (US$ 30,4 milhões), não chegou nem perto do valor atual. Assim, aos poucos e sem alarde, a franquia estrelada por Keanu Reeves se tornou o maior sucesso da Lionsgate após o badalado “Jogos Vorazes”. E vale notar que, de forma significativa, o estúdio não tinha uma abertura tão boa nas bilheterias norte-americanas desde “Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 2” em 2015. Não só isso. “John Wick 3” pode ter salvado o ano da Lionsgate, que vem de uma série de fracassos milionários, como “Robin Hood”, estrelado por Taron Egerton, o remake de “Hellboy” e o thriller “Vingança a Sangue Frio”, com Liam Neeson. Todos deram grande prejuízo. Obviamente, “John Wick 4” já é considerado inevitável. E o projeto de uma série focada no Hotel Continental, parte importante da franquia, deve finalmente sair do papel. Por sua vez, “Vingadores: Ultimato” pode ter perdido a liderança semanal, mas avançou ainda mais em seu objetivo de conquistar posições mais ambiciosas no ranking de todos os tempos. O filme da Marvel atingiu US$ 771 milhões na América do Norte, superando “Avatar” e sua renda de US$ 761 milhões para se tornar o segundo filme de maior arrecadação nos cinemas dos EUA e Canadá, atrás apenas de “Star Wars: o Despertar da Força”, que faturou US$ 937 milhões. O longa dos super-heróis também tem a segunda maior arrecadação mundial, mas ficou ainda mais próximo do líder “Avatar”. Ao somar US$ 2,61 bilhões em todo o mundo, a diferença caiu para 170 milhões. Em 3º lugar, “Pokémon: Detetive Pikachu” caiu uma posição em sua segunda semana e ainda não atingiu US$ 100 milhões no mercado doméstico. Em todo o mundo, o montante está em US$ 287,4 milhões, que ainda precisará ser dobrado para compensar o investimento da Warner. Ao contrário de “John Wick 3”, as outras estreias do fim de semana fracassaram de forma dramática. “Juntos para Sempre” abriu em 4º lugar com apenas US$ 8 milhões – isto é, US$ 10 milhões abaixo de “Quatro Vidas de um Cachorro”, do qual é continuação. E “O Sol Também É uma Estrela” justificou a comparação com os romances teen da Netflix com uma performance que não compensou seu lançamento no cinema: US$ 2,6 milhões em 8º lugar. Dentre todos os filmes citados acima, apenas “Juntos para Sempre” permanece inédito no Brasil. A estreia está agendada para 6 de junho. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. John Wick 3: Parabellum Fim de semana: US$ 57M Total EUA e Canadá: US$ 57M Total Mundo: US$ 92,23M 2. Vingadores: Ultimato Fim de semana: US$ 29,4M Total EUA e Canadá: US$ 770M Total Mundo: US$ 2,6B 3. Pokémon: Detetive Pikachu Fim de semana: US$ 24,8M Total EUA e Canadá: US$ 94M Total Mundo: US$ 287,4M 4. Juntos para Sempre Fim de semana: US$ 8M Total EUA e Canadá: US$ 8M Total Mundo: US$ 8M 5. As Trapaceiras Fim de semana: US$ 6M Total EUA e Canadá: US$ 23,1M Total Mundo: US$ 36,9M 6. The Intruder Fim de semana: US$ 4M Total EUA e Canadá: US$ 28M Total Mundo: US$ 28,6M 7. Casal Improvável Fim de semana: US$ 3,4M Total EUA e Canadá: US$ 25,7M Total Mundo: US$ 32,7M 8. O Sol Também É uma Estrela Fim de semana: US$ 2,6M Total EUA e Canadá: US$ 2,6M Total Mundo: US$ 2,6M 9. As Rainhas da Torcida Fim de semana: US$ 2M Total EUA e Canadá: US$ 10M Total Mundo: US$ 10M 10. Uglydolls Fim de semana: US$ 1,6M Total EUA e Canadá: US$ 17,2M Total Mundo: US$ US$ 18,8M
Vídeos de Aladdin destacam música de Will Smith e influência de Game of Thrones
A Disney abriu as comportas, divulgando vários vídeos de “Aladdin”. Tantos, que foi necessário relevar os comerciais para destacar os bastidores da produção e uma cena inédita. A cena mostra Will Smith cantando “Prince Ali”, durante a chegada – ou seria desfile de carnaval? – de Aladdin em sua versão Príncipe. Já os vídeos de bastidores trazem várias entrevistas e cenas das filmagens, fazendo muitas revelações, entre elas que as filmagens aconteceram na Jordânia e que a cenografista Gemma Jackson usou sua experiência em “Game of Thrones” como influência para conceber a cidade de Agrabah, em se passa a maior parte da ação. Além de Will Smith como o Gênio da Lâmpada, o elenco inclui o pouco conhecido Mena Massoud (da série “Jack Ryan”) como protagonista, Naomi Scott (de “Power Rangers”) como a Princesa Jasmim e Marwan Kenzari (“A Múmia”) como o vilão Jafar. Com direção de Guy Ritchie (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”), “Aladdin” estreia em 23 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Capitão América pode aparecer na série de Loki no Disney+ (Disney Plus)
Os irmãos Anthony e Joe Russo, diretores de “Vingadores: Ultimato”, indicaram os rumos da série do vilão Loki, que voltará a ser interpretado por Tom Hiddleston na produção do serviço de streaming Disney+ (Disney Plus). Em entrevista com o site Business Insider, os Russo apontaram que, ao pegar o Tesseract (o cubo que também é a Joia do Espaço, uma das poderosas Joias do Infinito), o Loki de 2012 vai para algum lugar desconhecido no tempo. E será essa versão que o público verá na série, não o Loki que se redimiu em “Thor: Ragnarok” e morreu em “Vingadores: Guerra Infinita”, mas uma versão do vilão que enfrentou os Vingadores no primeiro longa da franquia. Mas o mais interessante é que isso o coloca no caminho do Capitão América. “Quando Loki se teletransporta, ele cria uma nova linha do tempo. É bem complicado, mas seria impossível para o Capitão América retificar todas as linhas do tempo sem achar Loki”, comentou Joe Russo na entrevista. A declaração do diretor indica que o herói interpretado por Chris Evans pode aparecer na série de Loki, caçando o vilão. “Estamos lidando com a ideia de multiverso, de realidades paralelas. Existem muitas delas”, completou Anthony.











