JJ Abrams diz que final da saga Star Wars será luta pelo equilíbrio da Força
A expectativa pelo final da saga “Star Wars” fez a CCXP 2019 ter filas de mais de 24 horas para que os fãs pudessem ver de perto o diretor JJ Abrams e o elenco central do filme “Star Wars: A Ascensão Skywalker”, formado por Daisy Ridley, John Boyega e Oscar Isaac. Seguindo o protocolo de revelar o mínimo possível sobre a produção, que vai encerrar a história iniciada por George Lucas em 1977, sobre a família Skywalker, eles conversaram amenidades diante de uma multidão animada. “Isso mudou as nossas vidas e foi incrível trabalhar juntos”, disse Ridley. “Muitos atores não têm a chance de experimentar isso. Nós literalmente rimos o tempo inteiro durante o episódio IX, foi uma alegria só.” Sem dizer nada que os fãs já não soubessem pelos trailers, e exibindo uma versão estendida de uma cena já disponibilizada na internet, Abrams resumiu o filme como uma luta pelo equilíbrio entre “o lado iluminado e o sombrio” da Força. “No lado sombrio, mal posso esperar para as pessoas verem a história, acho que é a mais intensa que esses personagens passaram”, disse o diretor. “No lado iluminado, é a primeira vez que vemos esse grupo de personagens ter uma aventura juntos”, afirmou, em referência ao trio presente no painel, que se distanciou muito durante a trama de “Star Wars: Os Últimos Jedi”, o filme anterior. A presença póstuma de Carrie Fisher e o retorno de Billy Dee Williams ao papel de Lando Calrissian também foram celebrados. “Quando criança, Lando era meu personagem favorito”, disse Isaac, enquanto Boyega chamou Williams de “o cara mais legal da galáxia”. E ainda acrescentou: “Quando vocês assistirem ao filme, a reação de Finn ao conhecer Lando é completamente igual à minha reação ao conhecer Williams. Fiquei muito feliz que JJ pegou isso”. Abrams, por sua vez, reforçou que “não poderia contar o fim da história sem Leia, seria impossível”. A protagonista Daisy Ridley afirmou que o diretor fez um trabalho incrível resgatando cenas que tinham sobrado da produção de “Star Wars: O Despertar da Força” para incluir Carrie Fisher, falecida em 2016, em “A Ascensão Skywalker”. A atriz explicou que precisou contracenar com essas cenas durante a filmagem definitiva. “Fazer as cenas sem ela foi muito estranho”, disse. Na hora de suas filmagens, ela conferia as imagens pré-gravadas “para poder responder” à interpretação de Fisher. Por outro lado, a aparição de outro rosto familiar – o Imperador Palpatine, vivido por Ian McDiarmid – não foi aprofundada pelo elenco e recebeu apenas comentários vagos de Abrams, que não quis comentar aquele que representa um dos grandes mistérios da trama. “Não quero estragar nada, mas posso dizer que foi incrível ter Ian de volta. Seu personagem tem um poder extraordinário. Mal posso esperar para vocês verem como e por que o personagem voltou e o que isso significa para esses personagens”, disse, apontando para Ridley, Boyega e Isaac. Todos os tópicos foram abordados brevemente, entre eles o sentimento de Ridley sobre a questão dos pais de Rey, “Eu não era uma grande fã de ‘Star Wars’, então nunca entendi essa obsessão com a paternidade”, ela afirmou, concluindo que a nova trilogia é mais sobre a ideia de construir sua própria família, como Rey faz com Finn e Poe. Diante da responsabilidade de concluir a saga iniciada em 1977 por George Lucas, Abrams fez um balanço positivo do legado da franquia. “Acho que todos concordam que ‘Star Wars’ tem esse coração incrível, de esperança e senso de possibilidade. Por mais louco que tudo esteja no mundo, esse senso de possibilidade – que existe mais em nós, que há bondade a ser encontrada – é realmente uma coisa muito bonita. O que George Lucas criou foi extraordinário”, concluiu. “Star Wars: A Ascensão Skywalker” estreia em 19 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Star Wars: Novo vídeo exalta clima de amizade nos bastidores da saga
A Disney divulgou um novo vídeo dos bastidores de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”, que celebra a amizade cultivada entre os elencos da nova e da primeira trilogia, com cenas de muitos risos, brincadeiras e abraços emocionados, de 1977 a 2019 – mas, curiosamente, pulando a trilogia intermediária. As referência às filmagens do primeiro “Guerra nas Estrelas” são relevantes, porque “Star Wars: A Ascensão Skywalker” vai encerrar não apenas a história de Rey (Daisy Ridley), Finn (John Boyega) e Poe Dameron (Oscar Isaac), mas toda a saga da família Skywalker. Com direção de JJ Abrams (o diretor de “O Despertar da Força”), a estreia está marcada para 19 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Viúva Negra ganha novo pôster brasileiro
A Marvel divulgou um novo pôster brasileiro de “Viúva Negra”. Após ter sido apresentado pelo chefão do estúdio, Kevin Feige, na CCXP 2019, o cartaz foi disponibilizado oficialmente nas redes oficiais da empresa. A arte caprichada, que retrata a atriz Scarlett Johansson como a heroína dos quadrinhos, foi a principal novidade do filme no evento de São Paulo, apesar da exibição de uma cena e um novo trailer durante o painel do estúdio. Os vídeos não trouxeram nenhuma revelação importante – a cena, inclusive, era só uma versão estendida do jantar visto no trailer original. Feige também não fez nenhuma grande revelação sobre o longa, mantendo o mistério que acompanha a produção, escolhida para abrir a Fase 4 do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês). “Viúva Negra” tem roteiro de Jac Schaeffer (do curta “Olaf em uma Nova Aventura Congelante de Frozen”) e direção da australiana Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”), e seu elenco também inclui Florence Pugh (“Midsommar”), David Harbour (“Stranger Things”) e Rachel Weisz (“A Favorita”). A estreia está marcada para 30 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Falcão e o Soldado Invernal: Série vai girar em torno do legado do Capitão América
Primeira série do MCU (“Universo Cinematográfico da Marvel”) a entrar em produção para a plataforma Disney+ (Disney Plus), “Falcão e o Soldado Invernal” teve algumas fotos inéditas projetadas no telão da CCXP 2019, durante o painel comandado por Kevin Feige no sábado (7/12). O chefão da Marvel Studios também revelou a premissa da atração – o que foi bem mais informativo que as três fotos dos atores em trajes civis andando lado a lado. De acordo com Feige, a decisão do Capitão América de entregar seu escudo para o Falcão no final de “Vingadores: Ultimato” movimenta a trama da série. “A série inteira é sobre isso, sobre o Capitão entregando o escudo para Sam Wilson no final daquele filme”, explicou. “E a questão é: o que ele [Sam] faz em seguida? É uma grande responsabilidade”. A trama de “Falcão e o Soldado Invernal” está a cargo do roteirista Malcolm Spellman (da série “Empire”) e, além dos dois Vingadores do título, vai incluir um novo personagem na disputa do legado do Capitão América. Wyatt Russell (“Operação Overlord”), filho de Kurt Russell e Goldie Hawn, viverá John Walker num uniforme similar ao do Capitão América. Criado por Mark Gruenwald e Paul Neary em 1986, John Walker foi introduzido como o vilão de extrema direita Super Patriota e, graças a manipulações do Caveira Vermelha, acabou virando o Capitão América quando Steve Rogers foi forçado a abandonar sua identidade. Mais tarde, adotou o nome de Agente Americano, quando Rogers recuperou seu escudo e uniforme. A presença de Walker deve envolver a disputa pelo título de novo Capitão América. Além de Sam Wilson (Anthony Mackie), o Falcão, que ficou com o escudo, Buck Barnes (Sebastian Stan), o Soldado Invernal, era outro forte candidato para a vaga. A série também trará Emily Van Camp de volta ao papel de Sharon Carter, que ela interpretou em dois filmes do Capitão América, e Daniel Brühl, que retomará a identidade de Barão Zemo, responsável pelos eventos de “Capitão América: Guerra Civil”. A série tem previsão de chegar à plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus) no segundo semestre de 2020.
Série WandaVision vai batizar Wanda como a Feiticeira Escarlate
A série “WandaVision” vai marcar uma grande transformação para a personagem Wanda, vivida por Elizabeth Olsen. Em sua participação na CCXP 2019, Kevin Feige, o chefão da Marvel Studios, revelou que a Vingadora finalmente vai assumir o nome de Feiticeira Escarlate na produção, atualmente em desenvolvimento para a plataforma Disney+ (Disney Plus). Dizendo que a série dará oportunidade para o público “ver mais do que Wanda é capaz de fazer, e mais do que faz o Visão ser o Visão”, ele confirmou que “WandaVision” vai “revelar um nome que acho que ainda não falamos no MCU, mas que damos importância na série, que é o fato de Wanda ser a Feiticeira Escarlate, e o que isso significa”. O produtor também divulgou uma foto inédita da série para o público do evento, que traz o casal central sentado num sofá, com trajes e sorrisos típicos de uma antiga sitcom em preto e branco (acima). Segundo Feige, a foto registra que a trama vai misturar vários gêneros televisivos – o que sugere uma manifestação dos poderes de Wanda para alterar a realidade. “A série é divertida, mas às vezes assustadora, e terá repercussões para todo o futuro da Fase 4 do MCU”, ele acrescentou. Após a série, Wanda vai aparecer no filme “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura”, que terá ligação direta com as “repercussões” de “WandaVision”. Feige deu ainda mais pistas para os fãs dos quadrinhos, ao confirmar a influência da minissérie “Visão”, de Tom King, na narrativa. “[Nos inspiramos] parcialmente. Há uma bela referência a isso. Eles viverem no subúrbio é uma inspiração, talvez vocês conheçam o cachorro deles em algum momento. Mas é apenas inspirado naqueles quadrinhos, porque é uma direção diferente do que tivemos em ‘Ultimato’”. Além de Elizabeth Olsen (Wanda, a Feiticeira Escarlate) e Paul Bettany (Visão), “WandaVision” também terá participações de Kat Dennings e Randall Park, retomando os papéis que já desempenharam no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês), respectivamente como Darcy (vista em “Thor” e “Thor: O Mundo Sombrio”) e o agente Jimmy Woo (“Homem-Formiga e a Vespa”). Para completar, Kathryn Hahn (“Perfeita é a Mãe!”) interpretará “uma vizinha barulhenta”, mas detalhes adicionais não foram revelados. Continuação da narrativa de “Vingadores: Ultimato” e prólogo de “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura”, a atração tem estreia prevista apenas para 2021 na plataforma Disney+ (Disney Plus).
Kevin Feige revela que futuro do MCU é o multiverso
O produtor Kevin Feige, chefão do Marvel Studios, afirmou que o multiverso, que será apresentado no próximo filme do “Doutor Estranho” – e provavelmente também nas séries”Loki” e “WandaVision” – , é o futuro do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês). “Eu adoro o conceito de multiverso. Quando começamos o MCU, tudo era sobre Tony Stark, depois ensinamos às pessoas sobre os Guardiões da Galáxia, depois aprendemos sobre os Super Soldados. Agora vamos mais fundo ao espaço. Sempre amei filmes no espaço e a audiência veio conosco e nos acompanhou em um filme como “Ultimato”, que tem viagem no tempo. O multiverso é o próximo passo na evolução do MCU e ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ vai deixar isso escancarado, de uma forma que vai repercutir em ma série antes dele, que não é ‘WandaVision’ [é ‘Loki’, leiam aqui] e nos filmes depois dele”. O diretor Scott Derrickson, que comandou o longa original do herói, retorna para a continuação, que também contará com a volta do astro Benedict Cumberbatch ao papel do Doutor Estranho. Mas desta vez ele dividirá a ação com uma Vingadora, a Feiticeira Escarlate, vivida por Elizabeth Olsen, dando continuidade à trama da série “WandaVision”, que a atriz vai estrelar na plataforma Disney+ (Disney Plus) ao lado de Paul Bettany, intérprete do Visão. “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” tem estreia marcada para o dia 7 de maio de 2021 nos Estados Unidos.
Free Guy: Ryan Reynolds descobre que é personagem de game no primeiro trailer legendado
A Fox divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “Free Guy”, que traz Ryan Reynolds (o Deadpool) como um personagem de videogame ao estilo de “Grand Theft Auto”. A prévia estabelece a premissa, mostrando como, num belo dia, Guy resolve virar “free”. Isto é, tomar atitudes que seu personagem, um bancário figurante numa cena de assalto, não deveria tomar. E ao reagir ao ataque de um jogador, descobre que tem uma existência artificial de videogame. O vídeo também ironiza o fato de a produção da Fox agora pertencer à Disney, com citações de desenhos animados que o estúdio transformou em live-actions. Mas essa piada não deixa de cortar dos dois lados, já que parte do conceito de “Free Guy” remete à ideias de “Detona Ralph”. Na verdade, a prévia sugere um crossover live-action de “Detona Ralph” com o universo de “Matrix”, com direito a uma Trinity incorporada pela personagem de Jodie Comer (“Killing Eve”), que ajuda Guy a enfrentar os perigos causados por sua rebelião. A diferença é que, em vez de uma inteligência artificial megalômana, quem controla o mundo simulado em que vive Neo/Ralph/Guy é um programador de games, interpretado pelo cineasta Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”). O elenco também destaca Joe Keery (“Stranger Things”) e Lil Rel Howery (“Corra!”). O roteiro escrito por Matt Lieberman foi adquirido em 2016 pela 20th Century Fox, quando o escritor só tinha feito “Dr. Dolittle 4”, lançado direto em vídeo em 2008. Desde então, Lieberman andou bastante ocupado, escrevendo inúmeros projetos para grandes estúdios de Hollywood, entre eles, a animação de “A Família Addams” e o infantil “Brincando com Fogo”, além dos vindouros “Scooby-Doo” e o remake de “Short Circuit: O Incrível Robô” (1986). O filme também marca o retorno do diretor Shawn Levy à direção, seis anos após o fracasso de seu último longa, “Uma Noite no Museu 3: O Segredo da Tumba”. Nesse meio tempo, ele se concentrou na atividade de produtor, inclusive da série “Stranger Things”. A estreia está marcada para 2 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Por sinal, para chegar aos cinemas brasileiros o filme ganhou um desses títulos compostos que viraram moda por aqui, apesar de ninguém usá-los. O estúdio decidiu chamá-lo de “Free Guy – Assumindo o Controle”, mas não vai pegar, como atestam “Os Vingadores”. Lembram que a Disney queria que a gente chamasse o filme da Marvel como “Os Vingadores – The Avengers”?
Aladdin terá filme derivado com o Príncipe Anders
A Disney está desenvolvendo o primeiro filme derivado de um de seus remakes live-action. O príncipe Anders, visto em “Aladdin”, vai ganhar seu título próprio, que será lançado na plataforma Disney+ (Disney Plus). O ator Billy Magnussen, que interpretou o personagem no blockbuster bilionário da Disney, voltará ao papel para a produção, que está sendo escrita por Jordan Dunn e Michael Kvamme, roteiristas do longa animado “Bob Esponja: O Incrível Resgate”. Os produtores do derivado são os mesmos do blockbuster, Dan Lin e Jonathan Eirich, mas não foi divulgado se o cineasta Guy Ritchie voltará para dirigir o filme do principe Anders. Segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, o projeto teria sido iniciativa de Billy Magnussen, que procurou os produtores com uma ideia para uma história e esteve envolvido, junto com eles, nas reuniões que definiram os roteiristas. Príncipe de um reino fictício chamado Skanland, que aparece em menos de um punhado de cenas como pretendente da princesa Jasmine, Anders acabou chamando atenção por sua estilo pomposo e arrogante, que acabou soando muito engraçado e bastante popular entre o público do filme. Além do spin-off, a Disney também planeja produzir uma sequência oficial de “Aladdin”, com Will Smith, Mena Massoud e Naomi Scott, após o enorme sucesso do longa, que se tornou o terceiro remake live-action de fábula animada do estúdio a faturar mais de US$ 1 bilhão nas bilheterias – após “Alice no País das Maravilhas” (2010), que ganhou sequência, e “A Bela e a Fera” (2017). Ainda não há cronograma de produção nem previsão de estreia para nenhum desses projetos.
Free Guy: Ryan Reynolds lança teaser divertido de seu novo filme
A Disney divulgou o primeiro teaser de “Free Guy”, que reúne o elenco da nova comédia de ação para falar sobre a produção, já antecipando o lançamento do primeiro trailer, marcado para o sábado (7/12). O detalhe divertido é que, em vez de falar sobre o que o atraiu ao projeto, Ryan Reynolds (o Deadpool) prefere vender merchandise do longa, ironizando o fato de a produção da Fox agora pertencer à Disney. É muito engraçado e um ótimo começo de divulgação para a comédia. O elenco reunido no vídeo ainda inclui Jodie Comer (“Killing Eve”), Joe Keery (“Stranger Things”) e Lil Rel Howery (“Corra!”). Em “Free Guy”, Reynolds interpreta um pacato bancário que descobre ser, na verdade, um personagem de videogame. Ao perceber que não passa de figurante num jogo ao estilo de “Grand Theft Auto”, ele resolve tomar o controle de sua vida e cumprir o seu destino: salvar o mundo virtual em que vive da destruição certa. Isto porque os desenvolvedores do jogo pretendem desistir de sua produção. O roteiro escrito por Matt Lieberman foi adquirido em 2016 pela 20th Century Fox, quando o escritor só tinha feito “Dr. Dolittle 4”, lançado direto em vídeo em 2008. Desde então, Lieberman andou bastante ocupado, escrevendo inúmeros projetos para grandes estúdios de Hollywood, entre eles, a animação de “A Família Addams” e o infantil “Brincando com Fogo”, além dos vindouros “Scooby-Doo” e o remake de “Short Circuit: O Incrível Robô” (1986). O filme também marca o retorno do diretor Shawn Levy à direção, seis anos após o fracasso de seu último longa, “Uma Noite no Museu 3: O Segredo da Tumba”. Nesse meio tempo, ele se concentrou na atividade de produtor de várias séries, inclusive “Stranger Things”. A estreia de “Free Guy” está marcada para 2 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Por sinal, para chegar aos cinemas brasileiros o filme ganhou um desses títulos compostos que viraram moda por aqui, apesar de ninguém usá-los. O estúdio decidiu chamá-lo de “Free Guy – Assumindo o Controle”, mas não vai pegar, como atestam “Os Vingadores”. Lembram que a Disney queria que a gente chamasse o filme da Marvel como “Os Vingadores – The Avengers”? Gonna fit RIGHT in at Disney. #FreeGuy trailer debuts tomorrow. ***This teaser expires soon. pic.twitter.com/J8LBeKJNAh — Ryan Reynolds (@VancityReynolds) December 6, 2019
Frozen 2: Kristen Bell é a princesa Anna em novo clipe com a banda Weezer
A Disney divulgou o clipe da banda Weezer para a música “Lost in the Woods”, que faz parte da trilha sonora da animação “Frozen 2”, e conta com uma participação muito especial. O vídeo traz a banda tocando numa floresta gelada, enquanto o cantor Rivers Cuomo persegue o fantasma de uma paixão – “sem você, estou perdido na floresta” diz a letra, metáfora que o clipe transforma numa situação literal. Em seu desespero pelo coração partido, Rivers começa a ver miragens, que assumem a forma da Princesa Anna, da animação, como uma personagem de carne e osso. É quando a atriz Kristen Bell, dubladora original da heroína animada, agracia o clipe com seu sorriso. No filme, a música é entoada por Kristoff, personagem do ator Jonathan Groff. Lançado há duas semanas nos Estados Unidos, “Frozen 2” já bateu vários recordes de arrecadação, inclusive maior estreia animada mundial de todos os tempos. Mas o público brasileiro está fora dessa conta. O lançamento nacional foi marcado apenas para 2 de janeiro, última data de estreia do filme no mundo.
Querida, Encolhi as Crianças vai ganhar reboot com Josh Gad e o diretor original
Um das comédias mais bem-sucedidas do final dos anos 1980, “Querida, Encolhi as Crianças” (1989) vai ganhar uma continuação/reboot da Disney. O mais curioso é que Joe Johnston, o diretor responsável pelo filme que lançou a franquia, está em negociações para comandar a nova versão, que desta vez contará com Josh Gad (“A Bela e a Fera”) como protagonista. “Querida, Encolhi as Crianças” foi o primeiro filme dirigido por Johnston, que depois assinou os cultuados “Rocketeer” (1991) e “Jumanji” (1995), sem esquecer de “Capitão América: O Primeiro Vingador” (2011). O longa original fez tanto sucesso que ganhou duas continuações, “Querida, Estiquei o Bebê” (1992) e “Querida, Encolhi a Gente” (1997), ambas sem Johnston e tendo sempre como ponto de partida as invenções de Wayne Szalinski, cientista amador e atrapalhado vivido por Rick Moranis nos três filmes. A produção também virou série, que durou três temporadas, entre 1997 e 2000. A nova versão vai trazer Gad como o filho de Wayne, que foi encolhido durante a infância e segue os passos do pai. Ele também se torna um cientista e, obcecado em repetir a experiência fatídica, acaba encolhendo os próprios filhos. Não está claro se Moranis fará participação como seu personagem original, o que tornaria o filme uma sequência oficial. Intitulado apenas “Shrunk” (Encolhido, em português), a produção aposta no prestígio de Gad entre o público da Disney. Além de ter vivido LeFou na bem-sucedida versão live-action de “A Bela e a Fera”, ele é o dublador original do boneco de neve Olaf nas animações da franquia “Frozen”. Ainda não há previsão de estreia para a produção.
WGA Awards 2020: Disney+ (Disney Plus) ganha sua primeira indicação a prêmio com Togo
Recém-lançada nos Estados Unidos, a plataforma Disney+ (Disney Plus) já está disputando prêmios. O Sindicato dos Roteiristas dos Estados Unidos (WGA, na sigla em inglês) indicou “Togo”, produção de streaming da Disney, à sua premiação anual, os WGA Awards. Ao contrário da Netflix, que prefere inscrever seus filmes nas categorias de cinema, a Disney+ (Disney Plus) inseriu “Togo” nas disputas televisivas. E se deu bem. Escrito por Tom Flynn (“Um Laço de Amor”), o filme estrelado por Willem Dafoe (veja o trailer aqui) vai disputar o prêmio da categoria de Melhor Roteiro Original em “Formato Longo” (que se “traduz” melhor como uma categoria de telefilmes e minisséries) com duas séries da HBO, “Chernobyl” e “True Detective”, e outra da AMC, “The Terror: Infamy”. O favorito ao troféu, porém, é o roterista Craig Mazin, que já venceu o Emmy pelo roteiro de “Chernobyl”. A indicação de “Togo” foi a maior surpresa da lista de indicados aos prêmios televisivos do WGA, divulgada nesta quinta (5/12). Entre as séries novas, os destaques foram “Watchmen”, da HBO, na disputa de Melhor Série de Drama, e “PEN15” (Hulu) e “Russian Doll” (Netflix) entre as Melhores Séries de Comédia. Os candidatos às categorias de cinema serão divulgados bem mais tarde, em 6 de janeiro. Já os troféus serão entregues em 1 de fevereiro durante uma cerimônia dupla, que acontecerá simultaneamente em Los Angeles e Nova York. Confira abaixo a lista completa dos indicados televisivos ao WGA Awards 2020. Melhor Roteiro de Série de Drama “The Crown” (Netflix) “The Handmaid’s Tale” (Hulu) “Mindhunter” (Netflix) “Succession” (HBO) “Watchmen” (HBO) Melhor Roteiro de Série de Comédia “Barry” (HBO) “The Marvelous Mrs. Maisel” (Amazon Prime) “PEN15” (Hulu) “Russian Doll” (Netflix) “Veep” (HBO) Melhor Roteiro de Série Nova “Dead To Me” (Netflix) “PEN15” (Hulu) “Russian Doll” (Netflix) “Watchmen” (HBO) “What We Do in the Shadows” (FX) Melhor Roteiro Original em Formato Longo (Telefilme e minisséries) “Chernobyl” (HBO) “The Terror: Infamy” (AMC) “Togo” (Disney+ (Disney Plus)) “True Detective” (HBO) Melhor Roteiro Adaptado em Formato Longo (Telefilme e minisséries) “El Camino: A Breaking Bad Movie” (AMC) “Fosse/Verdon” (FX) “The Loudest Voice” (Showtime) “Unbelievable” (Netflix) Melhor Roteiro de Curta em Nova Mídia “After Forever” (Amazon Prime) “Special” (Netflix) Melhor Roteiro de Episódio de Animação “Bed, Bob & Beyond” (“Bob’s Burgers”) (FOX) “The Gene Mile” (“Bob’s Burgers”) (FOX) “Go Big or Go Homer” (“The Simpsons”) (FOX) “A Horse Walks Into A Rehab” (“BoJack Horseman”) (Netflix) “Livin’ La Pura Vida” (“The Simpsons”) (FOX) “Thanksgiving of Horror” (“The Simpsons”) (FOX) Melhor Roteiro de Episódio de Drama “407 Proxy Authentication Required” (“Mr. Robot”) (USA) “A Good Man is Hard to Find” (“Ray Donovan”) (Showtime) “Mirror Mirror” (“The OA”) (Netflix) “Moondust” (“The Crown”) (Netflix) “Our Little Island Girl” (“This Is Us”) (NBC) “Tern Haven” (“Succession”) (HBO) Melhor Roteiro de Episódio de Comédia “Here’s Where We Get Off” (“Orange Is the New Black”) (Netflix) “It’s Comedy or Cabbage” (“The Marvelous Mrs. Maisel”) (Amazon Prime) “Nice Knowing You” (“Living With Yourself”) (Netflix) “Pilot” (“Dead to Me”) (Netflix) “The Stinker Thinker” (“On Becoming a God in Central Florida”) (Showtime) “Veep” (“Veep”) (HBO) Melhor Roteiro de Programa de Variedades “Conan” (TBS) “Full Frontal with Samantha Bee” (TBS) “Last Week Tonight with John Oliver” (HBO) “Late Night with Seth Meyers” (NBC) “The Late Late Show with James Corden” (CBS) “The Late Show with Stephen Colbert” (CBS) Melhor Roteiro de Programa Especial de Variedades “Desi Lydic: Abroad” (Comedy Central) “Full Frontal with Samantha Bee Presents: Not the White House Correspondents’ Dinner Part 2” (TBS) “The Late Late Show Carpool Karaoke Primetime Special 2019” (CBS) “Ramy Youssef: Feelings” (HBO) Melhor Roteiro de Programa Humorístico “At Home with Amy Sedaris” (truTV) “I Think You Should Leave with Tim Robinson” (Netflix) “Saturday Night Live” (NBC)
Mulan: Novo trailer resume a trama do remake live-action da Disney
A Disney divulgou um novo pôster oficial e o segundo trailer legendado de sua versão live-action de “Mulan”, que faz um grande resumo da trama. A principal diferença em relação ao trailer anterior é que, desta vez, há elementos sobrenaturais e é possível ver uma fênix vermelha fazendo as vezes do dragão Mushu. Mesmo assim, a prévia parece mais uma obra tradicional chinesa de artes marciais que uma fábula live-action da Disney, em parte porque não apresenta o humor do desenho original do estúdio. Em vez disso, foca-se mais na premissa, para explicar porque a jovem Mulan assume disfarce masculino com o objetivo de ingressar no exército chinês – e assim poupar o sacrifício de seu pai. Há garantia de muitas cenas de ação, graças à contratação de astros chineses do gênero, como Donnie Yen (“Rogue One”) e Jet Li (“Os Mercenários”), escalados respectivamente como o comandante Tung, mentor e professor da heroína, e o Imperador da China. Mas isso é pouco explorado no vídeo. Na verdade, mesmo as cenas que deveriam ser épicas parecem menos imponentes que os grandes filmes chineses do gênero. Difícil deixar de pensar o que Zhang Yimou, Ang Lee ou Wong Kar-Wai fariam à frente dessa produção. A direção, curiosamente, não é de um chinês, mas da neozelandesa Niki Caro (da série “Anne with an E”). “Mulan” será o primeiro filme de fábulas live-action da Disney dirigido por uma mulher, após “Alice no País das Maravilhas” (2012), “Malévola” (2014), “Cinderela” (2015), “Mogli” (2016), “A Bela e a Fera” (2017), “Dumbo” e “Aladdin” (2019) terem sido comandados por homens. Mas Niki Caro é ocidental. Curiosamente, não faltam mulheres chinesas à frente de grandes produções de Hollywood nesse momento – Cathy Yan em “Aves de Rapina” e Chloé Zhao em “Eternos”. Em compensação, a intérprete de Mulan, Liu Yifei (“O Reino Perdido”), parece perfeita no papel, o que ajuda a minimizar até suas declarações políticas – motivo de tensão com Hong Kong. O elenco também inclui o havaiano Jason Scott Lee (que viveu Bruce Lee na cinebiografia “Dragão: A História de Bruce Lee”), Jimmy Wong (“O Círculo”), Doua Moua (“Gran Torino”) e a célebre atriz Gong Li (“Memórias de Uma Gueixa”), que foi musa de Zhang Yimou nos anos 1990. A estreia está prevista para 26 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.











