Curta sobre origem de Olaf ganha trailer divertido
A Disney divulgou o pôster e o trailer divertido de um novo curta derivado da animação “Frozen”. Intitulado, em inglês, “Once Upon A Snowman” (era uma vez um boneco de neve), o desenho explora a origem do amado boneco de neve Olaf. O curta vai mostrar o que aconteceu com Olaf depois que Elsa o criou e antes de Anna e Kristoff o encontrarem na floresta, seguindo os primeiros passos do personagem enquanto ele ganha vida e busca sua identidade nas montanhas nevadas fora de Arendelle. Josh Gad, que dublou Olaf em “Frozen” (2013) e “Frozen 2” (2019), volta a atuar como a voz original do personagem na nova animação. Já a direção ficou a cargo de Trent Correy, supervisor de animação de Olaf em “Frozen 2”, e do veterano animador Dan Abraham, que trabalhou na sequência musical de Olaf (“When I Am Older”) em “Frozen 2”. O lançamento vai acontecer com exclusividade na plataforma Disney+ (Disney Plus) na sexta-feira (23/10). Já os fãs brasileiros terão que esperar a estreia do serviço de streaming da Disney, que só vai chegar ao país em 17 de novembro.
Novo filme de ação de Liam Neeson lidera bilheterias em crise nos EUA
O novo filme de ação de Liam Neeson, “Legado Explosivo” (Honest Thief), liderou as bilheterias da América do Norte neste fim de semana, ao arrecadar US$ 3,7 milhões. O valor é US$ 100 mil maior que a estreia de “Guerra com o Vovô”, o “sucesso” da semana passada que se tornou o pior campeão de bilheteria norte-americano desde 1988. Com os cinemas ainda fechados em Los Angeles, Nova York e São Francisco, e a pandemia de coronavírus ainda longe do fim, o desempenho dos lançamentos continua pífio nos EUA. Não é à toa que os grandes estúdios estão desistindo de lançar seus blockbusters potenciais, passando seus principais títulos para 2021. De fato, já circulam rumores sobre nova leva de adiamentos, que cancelariam o vindouro Natal cinematográfico. Em entrevista nesta semana, a diretora Patty Jenkins afirmou ter dúvidas sobre a estreia de “Mulher-Maravilha 1984” em dezembro. O desempenho de “Tenet”, que a Warner considerou ser capaz de trazer o público de volta aos cinemas, acabou tendo efeito inverso do esperado, conduzindo a um grande apagão de estreias. Ironicamente, porém, a paranoia dos estúdios tem sido benéfica para o filme do diretor Christopher Nolan. Única produção orçada em mais de US$ 200 milhões em cartaz nos cinemas dos EUA, “Tenet” avança a conta-gotas, mas firme, graças à falta de concorrentes, e atingiu neste fim de semana a bilheteria doméstica de US$ 50,6 milhões. É muito pouco para seu custo de produção, mas ajudou o valor mundial da arrecadação a chegar a US$ 333 milhões. O efeito conta-gotas pode até servir de estímulo para a retomada de estreias de produções de orçamento modesto. Um dos primeiros títulos a chegar aos cinemas norte-americanos durante a pandemia, “Fúria Incontrolável” (Unhinged), estrelado por Russell Crowe, atingiu US$ 20 milhões na América do Norte neste domingo (18/10), após 10 semanas em cartaz. Em todo o mundo, o filme está com US$ 39 milhões. “Fúria Incontrolável” fez pouco menos que a superprodução “Os Novos Mutantes”, última herança da Fox distribuída pela Disney. A adaptação dos quadrinhos da Marvel rendeu US$ 22,7 milhões em sete semanas na América do Norte e US$ 43,7 milhões mundiais. Os cinemas americanos ainda receberam duas estreias neste fim de semana, “Amor e Monstros” (Love and Monsters) e “The Kid Detective”, mas os estúdios se entusiasmaram menos que a crítica com seus lançamentos, colocando-os em poucas telas para apostar numa distribuição simultânea em PVOD (VOD com preço de ingresso de cinema). Elogiadíssimos e com grande apelo comercial, os dois filmes tiveram que se contentar em fechar o Top 10, respectivamente com US$ 255 mil e US$ 135 mil, enquanto reprises de sucessos infantis dos anos 1990 (“Abracadabra” e “O Estranho Mundo de Jack”) ocuparam a maioria das salas disponíveis. Esta comparação de desempenhos e estratégias acaba passando a pior mensagem possível sobre o setor, que enfrenta uma crise capaz de mudar hábitos de forma permanente.
Ator de Top Gun: Maverick entra em Falcão e o Soldado Invernal
Ainda em gravação, a série “Falcão e o Soldado Invernal” (Falcon and the Winter Soldier) revelou mais um nome de seu elenco. O ator Danny Ramirez, que apareceu em “The Gifted” e “On My Block” e é um dos pilotos do vindouro “Top Gun: Maverick”, terá papel importante na atração da Disney+ (Disney Plus), embora o nome de seu personagem ainda seja mantido em segredo pela produção. Ele se junta aos dois protagonistas, Anthony Mackie (o Falcão) e Sebastian Stan (o Soldado Invernal), e um elenco que também traz Emily Van Camp de volta ao papel de Sharon Carter, que ela interpretou em dois filmes do Capitão América, e Daniel Brühl, que retoma a identidade de Barão Zemo, vilão responsável pelos eventos de “Capitão América: Guerra Civil”. Entre as novidades do elenco central, a principal até agora fica por conta de Wyatt Russell (“Operação Overlord”) como John Walker, o Agente Americano. Antes prevista para estrear em agosto, a série foi uma das muitas produções afetadas pela pandemia do coronavírus. Com a suspensão de suas gravações, ela perdeu sua data de estreia e agora só será lançada em 2021.
Tatiana Maslany diz que não será a Mulher-Hulk
A atriz Tatiana Maslany, estrela de “Orphan Black”, negou que vai interpretar a Mulher-Hulk na série do Universo Marvel que será lançada na Disney+ (Disney Plus). A informação de que ela estava negociando para dar vida à personagem foi publicada em setembro pela revista The Hollywood Reporter. Na ocasião, até o ator Mark Ruffalo, que vive o Hulk nos filmes da Marvel, veio a público parabenizar a atriz. Entretanto, em uma entrevista ao jornal canadense The Sudbury Star, divulgada na quinta (15/10), ela negou que tenha fechado contrato para o papel. “Isso não é real, foi um release que saiu do controle. Eu já fui ligada a essas notícias no passado e a imprensa se interessou pelo assunto, mas não é verdade, infelizmente”, lamentou Maslany. A forma como a atriz abordou a notícia sugere que ela conversou sobre o projeto, mas acabou não fechando contrato. A fonte do THR afirmava que Maslany assumiria o papel de Jennifer Walters, prima de Bruce Banner (o Hulk), na nova série do streaming, prevista para 2021. A atração está sendo desenvolvida por Jessica Gao, roteirista da animação “Rick and Morty” e da sitcom “Corporate”, e contará com direção de Kat Coiro, conhecida por trabalhar em comédias televisivas como “Modern Family”, “Disque Amiga Para Matar” (Dead To Me), “It’s Always Sunny in Philadelphia” e “The Mick”. A escolha de Maslany foi considerada surpreende porque, apesar de ótima atriz, ela é magra e pequena, o oposto da personagem de grande altura e extremamente musculosa dos quadrinhos. Caso fosse confirmada, a atriz iria aparecer transformada por efeitos visuais, como Mark Ruffalo ao virar o Hulk nos filmes dos Vingadores. Mas diferente de Ruffalo, que aparece como ele mesmo na pele de seu alter-ego humano Bruce Banner, Jennifer Walters prefere ser a Mulher-Hulk em tempo integral, porque mantém sua inteligência durante a transformação. Ou seja, Maslany atuaria basicamente apenas via captura de performance.
Disney+ (Disney Plus) denuncia racismo nos clássicos Peter Pan e Aristogatas
A Disney+ (Disney Plus) decidiu aumentar o alcance de suas advertências sobre o conteúdo ultrapassado de seu acervo. Duas novas animações clássicas passaram nesta semana a vir acompanhadas de avisos para os assinantes saberem que alguns de seus conceitos podem ser considerados ofensivos para as sensibilidades atuais. Os novos longas animados identificados como racistas são “Peter Pan”, de 1953, e “Os Aristogatas”, de 1970. Quem optar por assisti-los encontrará o seguinte alerta: “Este programa inclui representações negativas e/ou maus-tratos a pessoas ou culturas.” Como exemplos, a Disney cita um gato “descrito como uma caricatura racista de povos do Leste Asiático com traços estereotipados exagerados, como olhos puxados e dentes salientes” em “Os Aristogatas”, e os estereótipos de representação dos povos indígenas em “Peter Pan”, que aparecem “falando em uma linguagem ininteligível e repetidamente se referindo a eles como ‘peles vermelhas’, um termo ofensivo. Peter e os garotos perdidos dançam, usam cocares e se comportam de forma exagerada, numa zombaria e apropriação da cultura e imagens dos povos indígenas.” Denúncias similares já tinham sido feitas sobre as versões de streaming do filme live-action “A Cidadela dos Robinson” (1960) e dos desenhos de “Dumbo” (1941) e “A Dama e o Vagabundo” (1955), que receberam avisos de conteúdo problemático por recomendação de um conselho consultivo formado por grupos diversos, como a Associação de Críticos de Cinema Afro-Americano e a GLAAD, organização dedicada à representação LGBTQIA+ na mídia. No caso de “Dumbo”, o problema era o racismo manifestado na animação de um grupo de corvos liderado por um personagem denominado Jim. O nome Jim Crow (Jim Corvo), no entanto, é emprestado de um popular personagem do século 19, usado para fazer piadas caricatas e assumidamente racistas sobre pessoas negras. Mais tarde, também foi usado nos EUA para definir um conjunto de leis de segregação, que só foram revogadas décadas depois do lançamento de “Dumbo”, com o avanço da luta pelos direitos civis nos EUA. Além disso, os corvos se comportavam como estereótipos racistas de pessoas negras. Em “A Dama e o Vagabundo”, o preconceito se manifesta na presença dos gatos siameses que atormentam a cachorra Dama, ao som de uma música que reflete uma visão racista da cultura asiática. Do mesmo modo, “A Cidadela dos Robinson” apresentava os piratas, vilões da história, como uma “ameaça estrangeira” com os rostos pintados de amarelo. Para completar, o estúdio ainda vetou completamente a disponibilização de “A Canção do Sul” (1946) em streaming, considerado irredimível por seu racismo indisfarçável. Desde seu lançamento nos EUA, em novembro passado, a plataforma vem colocando avisos sobre “representações culturais desatualizadas” em seus títulos, mas os alertas mais recentes vão mais longe, ao frisar que se tratam de representações racistas e culturalmente insensíveis. “Esses estereótipos estavam errados na época e estão errados agora. Em vez de remover esse conteúdo, queremos reconhecer seu impacto prejudicial, aprender com eles e iniciar conversas para criarmos juntos um futuro mais inclusivo. A Disney está comprometida em criar histórias com temas inspiradores e edificantes que refletem a rica diversidade da experiência humana em todo o mundo”, diz o estúdio em comunicado. Outra mudança no enfrentamento dos problemas é que os avisos anteriores do Disney+ (Disney Plus) apareciam apenas na página com detalhes do conteúdo dos títulos. As versões atualizadas agora podem ser visualizadas nas páginas de detalhes e também nos fluxos de conteúdo. Estes alertas também deverão estar presentes na versão nacional da plataforma, que será lançada no Brasil em 17 de novembro.
Soul: Novo trailer destaca lançamento exclusivo na Disney+ (Disney Plus)
A Disney divulgou um novo trailer de “Soul”, o primeiro a anunciar que a nova animação da Pixar será lançada na plataforma Disney+ (Disney Plus) durante o Natal. Ao contrário de “Mulan”, que foi oferecida à parte e com preço salgado dentro da Disney+ (Disney Plus), “Soul” será oferecido sem custos extras para todos os assinantes do serviço de streaming. Apesar de chegar apenas em 25 de dezembro, a produção já começou a ser vista pela crítica americana e está atualmente com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. As resenhas trazem elogios rasgados, considerando o filme uma volta aos dias mais ousados da Pixar. Vale lembrar que, pelas novas regras da Academia, o lançamento de “Soul” em streaming não vai impedir a produção de disputar o Oscar 2022. “Soul” gira em torno de Joe Gardner, um professor de música do Ensino Médio, que passou a vida frustrado por não poder cumprir seu propósito de tocar jazz e sofre um acidente trágico no momento em que finalmente consegue o trabalho de seus sonhos, como pianista de uma banda. Ao ser transformado em alma, ele se rebela por achar que ainda tinha muito pelo que viver. Mas ao escapar da fila para o além, acaba caindo na pré-vida, onde as novas almas ganham suas personalidades. É lá que conhece 22, uma alma que não tem nenhuma vontade de viver na Terra, e enquanto tenta convencê-la de que a vida é boa, descobre que seu corpo está em coma num hospital. As vozes principais são dubladas por Jamie Foxx (“Django Livre”) e Tina Frey (“Irmãs”), enquanto a direção está a cargo de Pete Docter (“Divertida Mente”) e o estreante Kemp Powers (roteirista de “Star Trek: Discovery”). Os dois também assinam o roteiro em parceria com Mike Jones (“Viva – A Vida É uma Festa”). O elenco de dubladores originais também inclui Ahmir “Questlove” Thompson (baterista da banda de hip-hop The Roots), Phylicia Rashad (“Creed”) e Daveed Diggs (da série “Expressso do Amanhã”). O longa animado deveria chegar aos cinemas em 20 de novembro nos EUA e a desistência da Disney reforça a crise no setor, refletindo a mudança de prioridade da empresa durante a pandemia. Com a falta de público nos cinemas, o streaming se tornou a prioridade financeira da companhia, e lançamentos exclusivos de peso ajudam essa estratégia. Para os brasileiros, a boa notícia é que o serviço de streaming chegará ao país em 17 de novembro.
The Mandalorian ganha trailer dublado e legendado para estreia no Brasil
A Disney divulgou um novo comercial de “The Mandalorian”, em versões dublada e legendada, para divulgar a chegada da série ao Brasil. A prévia parte do conflito final da temporada inaugural para revelar que o vilão Moff Gideon (Giancarlo Esposito) não desistiu da “criança” (o Baby Yoda) e vai perseguir o mandaloriano (Pedro Pascal) nos episódios inéditos, que os brasileiros poderão acompanhar junto do público americano, após maratonarem a 1ª temporada completa. Primeira série live-action do universo “Star Wars”, “The Mandalorian” se tornou o principal sucesso da plataforma Disney+ (Disney Plus) e venceu nada menos que 7 prêmios Emmy no mês passado, incluindo Melhores Efeitos Visuais por seu trabalho inovador e revolucionário nesse departamento. Além de trazer Pedro Pascal como o Mandaloriano principal e manter o vilão de Esposito e os aliados vividos por Gina Carano e Carl Weathers, os novos episódios produzidos pelo cineasta Jon Favreau (“Rei Leão”) vão trazer alguns personagens conhecidos do universo “Star Wars”, como Boba Fett, vivido por Temuera Morrison (“Aquaman”), Bo-Katan, interpretada por Katee Sackhoff (“Battlestar Galactica”) e Ahsoka Tano, encarnada por Rosario Dawson (“Luke Cage”). Para completar, a produção contará com novos nomes em seu elenco, como Michael Biehn (astro de “O Exterminador do Futuro” e “Aliens”) e Timothy Olyphant (“Santa Clarita Diet”), em papéis até aqui desconhecidos. A 2ª temporada será lançada em 30 de outubro nos EUA, mas a data que vale para os brasileiros é da estreia da plataforma Disney+ (Disney Plus) no país, marcada para 17 de novembro.
The Mandalorian: Novos pôsteres destacam os personagens da série
A Disney divulgou novos pôsteres de “The Mandalorian”, que destacam os quatro personagens principais da 1ª temporada: o próprio Mandaloriano (Pedro Pascal), Cara Dune (Gina Carano), Greef Karga (Carl Weathers) e o fenômeno popular Baby Yoda, que oficialmente se chama a criança (the child). Primeira série live-action do universo “Star Wars”, “The Mandalorian” se tornou o principal sucesso da plataforma Disney+ (Disney Plus) e venceu nada menos que 7 prêmios Emmy no mês passado, incluindo Melhores Efeitos Visuais por seu trabalho inovador e revolucionário nesse departamento. Além de trazer Pedro Pascal como o Mandaloriano principal e manter seus aliados vividos por Gina Carano e Carl Weathers, os novos episódios vão trazer alguns personagens conhecidos de “Star Wars”, como Boba Fett, vivido por Temuera Morrison (“Aquaman”), Bo-Katan, interpretada por Katee Sackhoff (“Battlestar Galactica”) e Ahsoka Tano, encarnada por Rosario Dawson (“Luke Cage”). Para completar, a produção contará com novos nomes em seu elenco, como Michael Biehn (astro de “O Exterminador do Futuro” e “Aliens”) e Timothy Olyphant (“Santa Clarita Diet”), em papéis até aqui desconhecidos. A 2ª temporada será lançada na Disney+ (Disney Plus) em 30 de outubro, mas a data que vale para os brasileiros é da estreia da plataforma no país, marcada para 17 de novembro.
Ewan McGregor diz que série de Obi-Wan Kenobi será gravada em março
Ewan McGregor confirmou que logo voltará a viver Obi-Wan Kenobi mais uma vez. Durante uma aparição via videoconferência no programa “The Graham Norton Show”, da BBC, na sexta(9/10) à noite, o ator revelou que a série do personagem de “Star Wars” vai começar a ser gravada em março de 2021. “É a história de Obi-Wan Kenobi. Não serei eu sozinho, mas certamente vai ter muito de mim”, disse McGregor sobre a série, antes de contar: “Começaremos a filmar em março do ano que vem.” Embora a série tenha sido anunciada em agosto de 2019 e devesse ser produzida neste ano, o projeto acabou adiado quando o roteirista Hossein Amini (“Drive”) saiu da produção em janeiro passado. Amini acabou substituído por Joby Harold (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”) em abril, e só então os roteiros definitivos começaram a ser escritos. Deborah Chow, que dirigiu episódios de “The Mandalorian”, vai comandar as gravações dos primeiros capítulos da nova série. Obi-Wan Kenobi é uma figura central na saga de “Star Wars”. Ele foi introduzido no filme original de 1977 como um eremita do deserto, cansado da guerra, que logo se mostra um sábio, poderoso guerreiro e um mestre Jedi para o jovem Luke Skywalker, até ser morto por Darth Vader, seu ex-aluno. Alec Guinness interpretou o personagem no longa clássico, ganhando uma indicação ao Oscar. O personagem voltou ao universo “Star Wars” com papel ainda mais central nos prólogos dirigidos por George Lucas, que contaram a origem de Darth Vader e como ele traiu Kenobi e os Jedis. McGregor viveu o “jovem” Kenobi nos três filmes lançados entre 1999 e 2005. Durante a entrevista, McGregor também expressou seu apreço por Alec Guinness, que morreu em 2000. “A coisa divertida de fazer isso em primeiro lugar, quando eu era muito mais jovem, foi tentar imaginar Alec Guinness, como ele interpretaria essas cenas como um cara mais jovem”, disse disse o ator. “Isso me levou a assistir a alguns de seus trabalhos mais antigos, que eu nunca tinha visto antes. Filmes brilhantes, filmes maravilhosos em que ele participou na juventude, e eu me diverti muito estudando-o nesses filmes. ” A série do personagem será lançada pela plataforma Disney+ (Disney Plus), mas ainda não tem título oficial nem previsão de lançamento.
Natalie Portman confirma detalhe importante do próximo filme de Thor
A atriz Natalie Portman acabou confirmando um detalhe bastante importante da trama de “Thor: Love and Thunder”, quarto filme do super-herói Thor, em que ela voltará a viver a personagem Jane Foster. Previsto para ser filmado em 2021, o filme trará Jane Foster assumindo o lugar de Thor, como a Deusa do Trovão. Mas nos quadrinhos de 2014 em que a trama se baseia, isso acontece com um preço elevado. O diretor Taika Waititi já tinha revelado no ano passado, em entrevista à revista Variety, que pretendia mostrar Jane lutando contra o câncer, conforme assume os poderes de Thor, mas na época o roteiro ainda não estava escrito e ele considerou que a trama poderia mudar. Agora, em entrevista ao Yahoo Movies, Portman descreveu sua preparação para o papel com a confirmação da doença. “Estou começando a treinar, ganhar músculo. […] estou tentando pensar – é baseado na graphic novel ‘Poderosa Thor’. Ela está passando pelo tratamento do câncer e é uma super-heroína no tempo livre”. Nos quadrinhos de Jason Aaron e Russell Dauterman, Jane se transforma na Poderosa Thor após ser diagnosticada com câncer de mama. Ao ganhar o poder do filho de Odin, Jane recupera a saúde, mas, sempre que retorna à forma humana, a doença piora porque a transformação desfaz os efeitos da quimioterapia a que ela se submete para combater a doença. Além dos retornos de Chris Hemsworth como Thor e Natalie Portman como Jane Foster, o filme terá ainda Tessa Thompson de volta como Valquíria. Além deles, há rumores sobre a escalação de Christian Bale (o Batman da trilogia “Cavaleiro das Trevas”) em um papel ainda não anunciado.
Mulan ganha data de estreia em streaming no Brasil
A Disney anunciou que “Mulan” vai finalmente estrear na América Latina em 4 de dezembro, em sua plataforma de streaming. A data é a mesma em que a produção será disponibilizada aos assinantes americanos da Disney+ (Disney Plus) sem custos adicionais. “Mulan” foi originalmente lançada em 4 de setembro em streaming na Disney+ (Disney Plus) nos EUA, mas com um custo adicional para os assinantes. Para ver o filme, além da assinatura da Disney+ (Disney Plus), os interessados precisavam pagar US$ 29,99 (cerca de R$ 165). A cobrança extra foi batizada de Premier Access (um PVOD com outro nome), mas aparentemente não foi um grande sucesso, pois a Disney desistiu de programar outros títulos da mesma forma. A animação “Soul”, por exemplo, vai chegar direto na Disney+ (Disney Plus) em dezembro, incluída na assinatura simples do serviço. A plataforma de streaming, que já possui 60,5 milhões de assinantes mundiais, será lançada no Brasil em 17 de novembro, junto dos demais países da América Latina e do Caribe.
Soul: Novo desenho da Pixar troca cinemas pelo streaming na Disney+ (Disney Plus)
A Disney anunciou que não vai mais lançar “Soul”, a nova animação da Pixar, no circuito cinematográfico. Em vez disso, disponibilizará a produção no dia de Natal na plataforma Disney+ (Disney Plus). A notícia veio acompanhada por um pôster que estampa o novo destino da produção (veja abaixo). Ao contrário de “Mulan”, que foi oferecida à parte e com preço salgado dentro da Disney+ (Disney Plus), “Soul” será oferecido sem custos extras para os assinantes do serviço de streaming. O longa animado deveria chegar aos cinemas em 20 de novembro nos EUA e a desistência da Disney reforça a crise no setor, refletindo a mudança de prioridade da empresa durante a pandemia. Com a falta de público nos cinemas, o streaming se tornou ainda mais importante para a sobrevivência financeira da companhia, e lançamentos exclusivos de peso ajudam essa estratégia. A Disney+ (Disney Plus) acumulou mais de 60 milhões de assinantes desde seu lançamento há 11 meses, e a tendência é crescer ainda mais com sua chegada em novos mercados, como a América Latina (incluindo o Brasil) a partir de novembro. “Estamos entusiasmados em compartilhar o ‘Soul’ espetacular e comovente da Pixar com o público da Disney+ (Disney Plus) em dezembro”, disse Bob Chapek, CEO da Walt Disney Co., em um comunicado. “Um novo filme original da Pixar é sempre uma ocasião especial, e esta história verdadeiramente emocionante e divertida sobre a conexão humana e como encontrar um lugar no mundo será um prazer para as famílias desfrutarem juntas nesta temporada de festas.” A Disney anunciou a mudança sísmica nesta quinta-feira (8/10) após uma semana tumultuada em que MGM e Universal também tiraram “007 – Sem Tempo para Morrer” do calendário de novembro, atrasando seu lançamento para abril de 2021. Com isso, uma das maiores empresas exibidoras dos EUA e Reino Unido, a Regal/Cineworld, anunciou fechamento por tempo indeterminado de seus cinemas nos dois países. Com a desistência de “Soul”, o próximo grande lançamento para menores nos cinemas é “Os Croods 2”, marcado para 25 de novembro nos EUA. Depois disso, só os filmes de Natal, com destaque para “Free Guy” e “Mulher-Maravilha 2020”, ainda marcados para dezembro. Vale lembrar ainda que, pelas novas regras da Academia, o lançamento de “Soul” em streaming não vai impedir a produção de disputar o Oscar 2022. A Pixar é muito querida dos eleitos do prêmio. “Soul” gira em torno de Joe Gardner, um professor de música do Ensino Médio, que passou a vida frustrado por não poder cumprir seu propósito de tocar jazz e parece morrer no momento em que finalmente consegue o trabalho de seus sonhos, como pianista de uma banda. Ao ser transformado em alma, ele se rebela por achar que ainda tinha muito pelo que viver. Mas ao escapar da fila para o além, acaba caindo na pré-vida, onde as novas almas ganham suas personalidades. É lá que conhece 22, uma alma que não tem nenhuma vontade de viver na Terra, e enquanto tenta convencê-lo de que a vida é boa, descobre que seu corpo está em coma num hospital. As vozes principais são dubladas por Jamie Foxx (“Django Livre”) e Tina Frey (“Irmãs”), enquanto a direção está a cargo de Pete Docter (“Divertida Mente”) e o estreante Kemp Powers (roteirista de “Star Trek: Discovery”). Os dois também assinam o roteiro em parceria com Mike Jones (“Viva – A Vida É uma Festa”). O elenco de dubladores originais ainda inclui Ahmir “Questlove” Thompson (baterista da banda de hip-hop The Roots), Phylicia Rashad (“Creed”) e Daveed Diggs (“Extraordinário”).
High School Musical: The Musical: The Series terá especial de Natal no Disney+ (Disney Plus)
A série “High School Musical: The Musical: The Series” vai ganhar um especial de Natal na plataforma Disney+ (Disney Plus). A apresentação vai contar com o elenco da série entoando clássicos natalinos, sucessos pop e canções de Hanucá, a celebração de fim de ano do judaísmo. Além disso, uma prévia da 2ª temporada deve estrear no especial. O lançamento foi marcado para 11 de dezembro, data em que a plataforma de streaming já deve estar disponível no Brasil. Com um nome longo e esquisito, “High School Musical: The Musical: The Series” não é uma sequência nem uma nova versão dos telefilmes do Disney Channel. Em invés disso, passa-se num colégio em que um grupo de estudantes decide realizar um musical de teatro escolar em homenagem à franquia “High School Musical”. Assim, a série mostrar novos protagonistas e uma história inédita, mas cada capítulo também traz um número musical com as canções conhecidas da franquia, durante os ensaios para a estreia de peça. O programa também incluiu canções inéditas nos 10 episódios de sua 1ª temporada. A série foi renovada para sua 2ª temporada antes mesmo da estreia, no ano passado, e já contou até com participação de um astro dos filmes: Lucas Gabreel, o Ryan Evans da trilogia, que apareceu interpretando a si mesmo em um sonho da Sra. Jenn (Kate Reinders), professora dos protagonistas.












