Séries da Marvel para a Disney+ terão orçamento de filmes do estúdio
A Disney abriu os cofres para financiar as novas séries da Marvel para o Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus). A revista Variety apurou que cada temporada das atrações de super-heróis do serviço de streaming custará o equivalente a um longa-metragem do Marvel Studios, com orçamentos entre US$ 100 e 150 milhões. Com duração de seis a oito episódios por temporada, essas séries custarão, portanto, entre US$ 12 e US$ 15 milhões por capítulo. São valores bem mais próximos de “Game of Thrones” que das produções anteriores da Marvel Television. Os títulos feitos para a Netflix, como “Demolidor”, “Jessica Jones”, “Luke Cage”, “Punho de Ferro” e “Justiceiro”, custavam em torno de US$ 3,8 milhões por episódio. A diferença fundamental é que as novas produções estão a cargo da divisão cinematográfica, o Marvel Studios, presidido por Kevin Feige. A iniciativa foi tomada com a justificativa de se tratar de uma expansão do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês), com o lançamento de séries centradas em personagens já vistos no cinema, como “Loki”, “WandaVision” (série da Feiticeira Escarlate com o Visão), “Hawkeye” (atração do Gavião Arqueiro), “The Falcon and The Winter Soldier” (de Falcão e Soldado Invernal) e até a animação “What If…?” (série animada que explora universos alternativos, com dublagem do elenco dos filmes). Mas a desculpa foi por terra quando três novas séries foram anunciados na D23, a Comic Con da Disney: “Ms. Marvel”, “She-Hulk” e “Moon Knight” (Cavaleiro da Lua), centradas em personagens inéditos no cinema. Trata-se de uma estratégia para tirar da Marvel Television a responsabilidade por desenvolver séries live-action, após o fiasco de “Inumanos”, o cancelamento de todos os títulos produzidos para a Netflix e a vergonha de ter a série do “Motoqueiro Fantasma” abortada na pré-produção. Atualmente, a Marvel Television responde apenas por “Agents of SHIELD”, que vai acabar na próxima temporada, “Cloak and Dagger” (Manto e Adaga), que ainda não foi renovada, e “Runaways” (Fugitivos), além de desenvolver “Helstrom” (Filho de Satã) para a plataforma Hulu. Todas essas séries tem orçamento bastante limitado, porque a Marvel Television é diretamente subordinada ao CEO da Marvel, Isaac “Ike” Perlmutter, famoso pelo pão-durismo. Já o Marvel Studios é atualmente uma divisão do Walt Disney Studios, fora do alcance de Perlmutter. Lançado na semana passada nos Estados Unidos, o livro de memórias do CEO da Disney, Bob Iger, revelou a existência de uma briga criativa muito grande entre a visão da Disney para os personagens da Marvel e a abordagem ultraconservadora de Perlmutter. O CEO da Marvel tentou até barrar as produções dos filmes “Pantera Negra” e “Miss Marvel”, o que fez com que o Marvel Studios fosse tirado do organograma controlado pelo empresário israelense. A recente incursão de Kevin Feige na produção de séries indica uma nova fase desse conflito. A vasta diferença de orçamentos para a realização das séries do Marvel Studios sugere uma pressão para que a Marvel Television se limite apenas à produção de animações para crianças.
CEO da Disney revela briga com CEO da Marvel para filmar Pantera Negra e Capitã Marvel
Dois dos maiores sucessos de cinema da Marvel quase não foram lançados. O motivo? Preconceito. Quem fez a revelação foi ninguém menos que o CEO da Disney, Bob Iger, em seu livro de memórias, “The Ride of a Lifetime”, lançado nesta semana nos Estados Unidos. Ele conta em detalhes que precisou se livrar do CEO ultraconservador da Marvel Entertainment, Ike Perlmutter, um dos maiores contribuidores financeiros da campanha eleitoral de Donald Trump, para conseguir lançar “Pantera Negra” e “Capitã Marvel”. Perlmutter era dono de uma companhia de brinquedos que acabou assumindo as dívidas da Marvel e controlando a empresa a partir de 1997. Ele foi responsável por vender os direitos de personagens como o Homem-Aranha, X-Men, Quarteto Fantástico, Hulk, Demolidor e Justiceiro para empresas de cinema. E quando a Disney comprou a editora, o empresário israelense veio no pacote, criando problemas desde o início. Kevin Feige vivia tendo problemas com sua intromissão no Marvel Studios. Teria sido Perlmutter, por exemplo, quem mandou demitir Terrence Howard do papel de James Rhodes, porque o ator tinha salário que ele considerava muito alto, substituindo-o por Don Cheadle em “Homem de Ferro 2” – negros seriam todos iguais e o público nem notaria, segundo relatos. E ele criava dificuldades para todos os projetos imaginados por Feige, barrando a produção de filmes que tivessem minorias como protagonistas. Foi por isso que a Warner saiu na frente com “Mulher-Maravilha” e o filme da Viúva Negra, pedido pelos fãs, era sempre protelado. O israelense achava que filmes de heroínas ou heróis negros davam prejuízo. Um dos emails vazados na época do ataque hacker da Sony comprova a tese reacionária, mostrando que Perlmutter listava os desempenhos financeiros de “Elektra”, “Mulher-Gato” e “Supergirl” como justificativa para bloquear qualquer iniciativa de atender aos pedidos dos fãs sobre o filme da Viúva Negra ou de outras personagens femininas, além de heróis de minorias raciais. Bob Iger percebeu o problema e ficou do lado de Feige. “Estou nesta indústria há tempo suficiente para ouvir todo tipo de argumento ultrapassado, e eu aprendi sobre eles justamente isso: são apenas velhos que não sabem onde o mundo está hoje”, escreveu em seu livro. “Tínhamos a chance de fazer ótimos filmes e mostrar segmentos sub-representados e esses objetivos não eram mutuamente excludentes. Liguei para Ike e disse a ele para dizer à sua equipe que parasse de colocar obstáculos e ordenei que colocássemos ‘Pantera Negra’ e ‘Capitão Marvel’ em produção”. O CEO da Disney é modesto ao descrever o que fez. Ele não ficou só no pedido. Iger reestruturou todo o organograma da Marvel para tirar Perlmutter do caminho e fortalecer Feige. Na prática, desvinculou o Marvel Studios da Marvel Entertainment, transformando o estúdio presidido por Kevin Feige numa unidade da Disney. Assim, Feige deixou de ter Perlmutter como chefe, passando a responder diretamente aos cabeças do Walt Disney Studios, atualmente Alan Horn e Alan Bergman. E o resultado foram bilheterias cada vez maiores para os filmes da Marvel. Tanto “Pantera Negra” quanto “Capitã Marvel” renderam mais de US$ 1 bilhão, e o filme seguinte, “Vingadores: Guerra Infinita”, quebrou o recorde de faturamento mundial do cinema em todos os tempos. Além disso, “Pantera Negra” se tornou o primeiro título da Marvel indicado ao Oscar de Melhor Filme do ano. Ao mesmo tempo, a Marvel Television, que continuou sob controle de Perlmutter, passou a acumular cancelamentos, além de render o maior vexame recente sob o nome da Marvel: a série dos Inumanos. Feito à moda de Perlmutter, com baixo orçamento, diretor de filmes B e roteirista fraquíssimo, a série destruiu a franquia e virou um constrangimento por associar a Marvel à sua péssima realização. Por conta disso, quando começou a traçar os planos de lançamento da Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus), Iger decidiu encarregar a divisão de Feige de produzir as séries da Marvel exclusivas da plataforma, em vez da Marvel Television. Atualmente, inclusive, discute-se planos para restringir a Marvel Television à produção de séries animadas. Caso a tendência se concretize, todas as novas séries baseadas em quadrinhos da companhia teriam produção do Marvel Studios. E Ike Perlmutter passaria a ser a “rainha da Inglaterra” da empresa, sem nenhuma influência nos destinos cinematográficos e televisivos dos personagens.
Ainda inéditos, streamings da Disney e Apple já fazem Netflix se desvalorizar
A Netflix tomou um tombo no mercado de ações de Nova York na sexta-feira (20/9). Suas ações caíram 5,5% em um único dia. A responsabilidade pela desvalorização súbita é atribuída à sinceridade de Reed Hastings, CEO da companhia, ao admitir para a revista Variety que será muito difícil se manter na liderança do mercado de streaming com a chegada da Disney+ (Disney Plus) e outras plataformas. “Embora tenhamos competido com muitas pessoas na última década, é um mundo totalmente novo a partir de novembro, entre o lançamento da Apple e o lançamento da Disney e, é claro, o crescimento da Amazon. Será uma competição difícil. Os consumidores terão muitas opções de escolha”, disse E a competição só vai aumentar. Em 2020, também vão se juntar às ofertas de streaming os serviços HBO Max (da WarnerMedia), Peacock (da Comcast – isto é, NBCUniversal) e a plataforma ainda sem nome da ViacomCBS (inclui a Paramount)
Loki: Tom Hiddleston diz que a série vai responder principais perguntas dos fãs
O ator Tom Hiddleston deu as primeiras dicas sobre o que esperar da série “Loki”, em que volta a interpretar o vilão favorito do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês). Ele revelou os detalhes durante entrevista a Stephen Colbert no programa “The Late Show”, que foi ao ar na noite de segunda (16/9) nos Estados Unidos. Veja o vídeo abaixo. “Nos anos desde o lançamento de ‘Vingadores: Guerra Infinita’, e depois ‘Vingadores: Ultimato’, as duas principais perguntas que me fazem são: Loki está realmente morto? E o que ele está fazendo com aquele cubo? A série vai dar as respostas”, comentou. Em “Guerra Infinita”, o personagem de Hiddleston foi assassinado por Thanos (Josh Brolin) antes do famoso “estalar de dedos”, que dizimou metade da população do universo. Enquanto as vítimas do estalo retornaram, Loki esteve entre aqueles cuja morte se mostrou definitiva. No entanto, em “Ultimato”, o personagem voltou a aparecer em consequência de uma viagem no tempo, quando os heróis voltaram para 2012, durante os eventos do primeiro filme dos Vingadores. Na confusão causada pelo retorno ao passado, Loki consegue roubar o cubo mencionado por Hiddleston, conhecido como Tesseract e também como a Joia do Espaço de Thanos, e se teletransporta para longe. A série vai acompanhar esse Loki de 2012, que ainda está vivo e de posse do Tessaract. A atração ainda não começou a ser gravada, mas sua estreia está prevista para 2021 na plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus). Veja abaixo a entrevista do ator no programa “The Late Show”.
Quadrinhos que irritaram prefeito do Rio devem virar filme ou série da Disney
Com ajuda da prefeitura do Rio, o grupo de heróis conhecido como Jovens Vingadores ganhou projeção internacional, indo parar em publicações de todo o mundo, e pode agora virar uma série da Disney. Os boatos nesse sentido dispararam em sites geeks americanos, como o ComicBook, mas também foram registrados pela revista The Hollywood Reporter. A tentativa de censura carioca da edição encadernada dos quadrinhos dos personagens, “Vingadores: A Cruzada das Crianças”, porque continha uma cena de beijo entre dois super-heróis masculinos, colocou os Jovens Vingadores tanto na pauta da cobertura política quanto de Hollywood. E deixou os heróis juvenis mais visíveis que nunca, eliminando o maior entrave para a adaptação de seus quadrinhos: a falta de repercussão de suas histórias. Na última Comic-Con Internacional, a atriz Tessa Thompson já tinha sugerido que a homossexualidade da heroína Valquíria seria explorada no próximo filme de “Thor”. Após o sucesso de filmes protagonizados por super-herói negro (“Pantera Negra”) e super-heroína (“Capitã Marvel”), a comunidade LGBTQIA+ deve realmente ser a próxima da lista de “minorias” a ganhar destaque na Marvel. A plataforma progressista do estúdio tem enfrentado vozes ruidosas da extrema direita, que ataca cada iniciativa com campanhas de ódio nas redes sociais, propagando que super-heróis precisam ser sempre homens heterossexuais brancos. Mas as bilheterias dão razão à Marvel e diminuem a importância dos contrariados. O destaque obtido pela polêmica de “Vingadores: A Cruzada das Crianças” na Bienal do Livro do Rio vai ao encontro dessa abordagem inclusiva. Inicialmente, havia a perspectiva de os Jovens Vingadores assumirem o lugar dos Vingadores nos filmes do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês). O principal sinal disso estava na trama de “Vingadores: Ultimato”, que avançou cinco anos no tempo e escalou Emma Fuhrmann (“Juntos e Misturados”) para viver a versão adolescente de Cassie Lang, a filha do Homem-Formiga (Paul Rudd). Cassie se torna a heroína Estatura nos quadrinhos dos Jovens Vingadores. Nesta semana, o estúdio revelou planos para apresentar outra jovem vingadora. Mas desta vez numa série da plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus). A atriz Hailee Steinfeld abriu negociações para interpretar Kate Bishop, a aprendiz do Gavião Arqueiro (Jeremy Renner), na série do herói (“Hawkeye”, em inglês). A Gaviã Arqueira também faz parte do grupo de heróis adolescentes. Um terceiro integrante da equipe tende a ser introduzido em “WandaVision”, a série da Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen) e do Visão (Paul Bettany): Wiccan, o filho de Wanda e um dos beijoqueiros do Rio. Já Hulkling, sua cara metade, tem sua história ligada à “Capitã Marvel”. Especula-se que esses personagens devem se unir em breve. Mas não tão breve assim. As séries do Gavião Arqueiro e da Feiticeira Escarlate têm previsão de lançamento apenas para 2021. Assim, o mais provável é que uma série ou filme dos Jovens Vingadores só se materialize após 2022, mais provavelmente em 2023. A produção de cinema ou streaming mais distante oficializada pela Marvel até o momento está datada para 2022 – o longa “Pantera Negra 2”.
Hailee Steinfeld negocia virar super-heroína da Marvel na série do Gavião Arqueiro
A atriz Hailee Steinfeld (“Bumblebee”) está cotada para se juntar ao elenco da série do Gavião Arqueiro (Hawkeye) em desenvolvimento para a plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus). Segunda a revista Variety, ela abriu negociações para viver Kate Bishop, jovem que é treinada por Clint Barton (Jeremy Renner, reprisando seu papel dos filmes) para se tornar a substituta do Gavião nos Vingadores. Ainda não há confirmação oficial da escalação pela Marvel. Curiosamente, a atriz já interpretou uma heroína da Marvel nos cinemas. Ela dublou a Gwen-Aranha em “Homem-Aranha no Aranhaverso”. Gavião Arqueiro será a terceira série da Marvel no Disney+ (Disney Plus), com lançamento previsto para o fim de 2021. Ela vai chegar na plataforma após “Falcão e o Soldado Invernal”, “WandaVision” e “Loki”. A série do Gavião Arqueiro será escrita e produzida por Jonathan Igla (de “Mad Men”).
The Mandalorian vai revelar a origem da Primeira Ordem
“The Mandalorian”, primeira série live-action de “Star Wars”, explorará a origem da Primeira Ordem, comandada pelo Líder Supremo Snoke na nova trilogia de filmes. Em entrevista à revista Entertainment Weekly, o diretor Dave Filoni revelou que o período em que o seriado se desenvolve servirá para mostrar como a organização cresce durante o vácuo deixado pela queda do Império. “O universo não se torna bonzinho só porque você explodiu duas Estrelas da Morte. É certo que os Rebeldes venceram e tentam estabelecer uma República, mas não há uma forma de convencer a todos de uma vez.” Filoni explica que isso se alinha à influência dos filmes clássicos de western, que norteiam o programa, num paralelo sobre como as políticas progressistas demoram um pouco mais para chegar às áreas remotas e sem lei. Criada, escrita e produzida pelo cineasta Jon Favreau (“O Rei Leão”), a série da plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus) tem sido realmente descrita como uma odisseia de pistoleiros que combina tramas do Velho Oeste com cenários de ficção científica. A trama gira em torno do personagem do título (vivido por Pedro Pascal, de “Narcos”), um nativo do planeta Mandalore, que os fãs de “Star Wars” conhecem como a terra natal dos notórios caçadores de recompensas Boba Fett e Jango Fett. A trama se passa após a queda do Império e antes da emergência da Primeira Ordem. Isto é, entre os filmes “Star Wars: O Retorno de Jedi” (1983) e “Star Wars: O Despertar da Força” (2015). Os livros de “Star Wars” já apresentaram dados sobre a formação da Primeira Ordem. Tanto em “Marcas da Guerra” (2015) quanto “Legado de Sangue” (2016) indicam que a organização cresceu por meio de agentes do Império refugiados na Orla Exterior, que travam uma luta contra a Nova República e passam a estabelecer a Primeira Ordem seis anos antes dos eventos de “O Despertar da Força” (2015). Como “The Mandalorian” se passará na Orla Exterior, é possível que as tramas literárias sirvam de inspiração para os rumos da série. A série vai estrear junto da plataforma Disney+ (Disney Plus), que será lançada em 12 de novembro nos Estados Unidos, Canadá, Holanda, Austrália e Nova Zelândia. A expectativa é que o serviço de streaming chegue ao Brasil em 2020.
Série de Obi-Wan Kenobi vai se passar oito anos após Star Wars: A Vingança dos Sith
O “Star Wars Show”, podcast oficial da franquia da Lucasfilm, revelou que a vindoura série de Obi-Wan Kenobi na plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus) vai se passar oito anos após os acontecimentos do filme “Star Wars: Episódio III – A Vingança dos Sith”. No longa, Obi-Wan tem uma luta final com seu pupilo Anakin Skywalker, que é seduzido pelo Lado Negro da Força e se torna Darth Vader. Acreditando que matou seu aprendiz, Obi-Wan passa a cuidar de Padmé, grávida de Anakin, e a vê dar à luz aos gêmeos Luke e Leia. Para evitar que os bebês sejam assassinados pelas forças imperiais, ele leva Luke para ser criado pelos seus tios Owen e Beru em Tatooine, e deixa Leia com o senador Organa. Assim, a série deve contar como Obi-Wan viveu seu exílio em Tatooine, durante a caça aos jedi promovida pelo imperador Palpatine, e pode incluir até a volta de Darth Vader e uma versão criança de Luke Skywalker. Ainda sem título oficial, a série foi confirmada durante a D23 Expo, a “Comic-Con da Disney”, e contará com Ewan McGregor no papel principal, retomando o personagem que viveu nos filmes de “Star Wars”. Segundo Katlheen Kennedy, presidente da Lucasfilm, os roteiros já estão prontos e as gravações vão começar em 2020. Mas ainda não há previsão de estreia.
Mark Ruffalo dá as boas-vindas à “prima” Mulher-Hulk no universo da Marvel Studios
O ator Mark Ruffalo foi ao Twitter dar as boas-vindas à Mulher-Hulk (She-Hulk) no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês). A série da personagem foi anunciada durante a D23 Expo, a “Comic Con da Disney”, que aconteceu no fim de semana passado em Anaheim, na Califórnia. Ruffalo interpreta Bruce Banner/Hulk no MCU e, caso a série de She-Hulk seja fiel aos quadrinhos, deverá fazer uma participação especial no piloto da atração. Afinal, a advogada Jennifer Walters, prima de Bruce Banner (o Hulk), só se transforma numa versão feminina do Hulk ao receber uma transfusão de sangue de Banner. Mulher-Hulk foi a última personagem importante da Marvel criada por Stan Lee, em 1980, e se tornou membro dos Vingadores. Diferente do primo, Jennifer prefere ser a Mulher-Hulk em tempo integral, já que mantém sua inteligência durante a transformação. A série foi anunciada junto com as produções de outras duas atrações, “Cavaleiro da Lua” e “Ms. Marvel”, para a plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus), que vai chegar em 12 de novembro nos Estados Unidos, Canadá, Holanda, Austrália e Nova Zelândia, e apenas em 2020 no Brasil. Welcome to the @MarvelStudios family, She-Hulk! ??? https://t.co/cdUcRTQSn6 — Mark Ruffalo (@MarkRuffalo) August 27, 2019
Kat Dennings e Randall Park vão voltar ao MCU na série WandaVision
A Marvel anunciou que Kat Dennings e Randall Park vão aparecer na série “WandaVision”, em desenvolvimento para a plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus). Os dois atores retornarão papéis que já desempenharam no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês), respectivamente como Darcy (vista em “Thor” e “Thor: O Mundo Sombrio”) e o agente Jimmy Woo (“Homem-Formiga e a Vespa”). Além dos dois, a apresentação da série na D23, “Comic Con da Disney” que aconteceu no fim de semana em Anaheim, Califórnia, também contou com a presença de Kathryn Hahn (“Perfeita é a Mãe!”) que entrou no elenco da produção como “uma vizinha barulhenta”, mas detalhes adicionais não foram revelados. Estrelada por Elizabeth Olsen (Wanda, a Feiticeira Escarlate) e Paul Bettany (Visão), “WandaVision” será continuação de “Vingadores: Ultimato” e prólogo de “Doutor Estranho 2”. A estreia está prevista apenas para 2021 no Disney+ (Disney Plus).
Garfinho de Toy Story 4 vai ganhar série animada na plataforma Disney+ (Disney Plus)
A Disney anunciou uma nova série da Pixar para a plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus). Chamada de “Forky Asks a Question”, a série animada será estrelada por Garfinho, personagem introduzido em “Toy Story 4”. O primeiro pôster da produção foi apresentado na D23 Expo, a “Comic Con da Disney”, que acontece até este domingo (25/8) em Anaheim, na Califórnia. Veja abaixo. Definida como “uma coleção de curtas da Pixar”, cada episódio trará o Garfinho e outros personagens de “Toy Story” em busca de respostas para perguntas específicas. A pergunta do episódio piloto é: “O que é dinheiro?”. Na trama, o porquinho tenta ajudá-lo a entender como funciona o dinheiro, mas as coisas não dão certo. Os dubladores dos filmes animados de “Toy Story” participarão da produção, com Tony Hale (“Veep”) reprisando o papel do Garfinho. A 1ª temporada, com 10 episódios, vai estrear em 12 de novembro, junto com o lançamento da plataforma de streaming nos Estados Unidos, Canadá, Holanda, Austrália e Nova Zelândia. A inauguração do serviço no Brasil vai acontecer em 2020.
Atriz de Agents of SHIELD entra em The Mandalorian
A atriz Ming-Na Wen, intérprete da agente Melinda May em “Agents of SHIELD”, entrou em uma nova série. Ela vai integrar o elenco de “The Mandalorian”, primeira série live-action de “Star Wars”, que inaugurará a plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus). A novidade foi anunciada pelo CEO da Disney, Bob Iger, durante a Expo D23, a “Comic Con da Disney”, que acontece até domingo (25/8) em Anaheim, na Califórnia. “Eu fiquei tão empolgado quando [Bob Iger] anunciou, porque eu estava esperando para falar sobre isso”, disse Wen. “Você não entende, isso é o sonho de uma garota geek de ‘Star Wars’ se tornando realidade”, ela acrescentou. Nenhum detalhe foi revelado sobre o papel de Wen, embora ela tenha brincado: “Eu certamente não interpreto uma fazendeira!” Criada, escrita e produzida pelo cineasta Jon Favreau (“O Rei Leão”), a série da plataforma Disney+ (Disney Plus) tem sido descrita como uma odisseia de pistoleiros que combina tramas do Velho Oeste com cenários de ficção científica. A trama gira em torno do personagem do título (vivido por Pedro Pascal, de “Narcos”), um nativo do planeta Mandalore, que os fãs de “Star Wars” conhecem como a terra natal dos notórios caçadores de recompensas Boba Fett e Jango Fett. A trama se passa após a queda do Império e antes da emergência da Primeira Ordem. Isto é, entre os filmes “Star Wars: O Retorno de Jedi” (1983) e “Star Wars: O Despertar da Força” (2015). No início deste mês, Wen encerrou as gravações da 7ª e última temporada dos “Agentes da SHIELD”, que vai estrear em 2020 na rede ABC. A D23 também revelou um trailer desta atração. Para completar sua participação no evento, Wen também foi homenageada com o troféu Disney Legend (lenda Disney) por seu trabalho como a dubladora original da animação “Mulan” (1998). Ela ainda repetiu este papel na recente animação “Wi-Fi Ralph: Quebrando a Internet” (2018). Considerando que estrelou a série “Vanished”, da Fox, em 2006, agora só falta um papel numa produção da Pixar para que ela se torne a primeira atriz a trabalhar em todos os grandes estúdios do conglomerado Disney.
Plataforma Disney+ (Disney Plus) terá séries brasileiras e episódios semanais
As novidades da plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus) anunciadas na D23 Expo, a “Comic Con da Disney”, não se limitaram à divulgação das séries e filmes do serviço. Além de confirmar que a Disney+ (Disney Plus) chegará à América Latina, inclusive no Brasil, em 2020, a Disney adiantou um detalhe importante. Quando estrear, a plataforma também terá séries exclusivas produzidas nos países da região. Isto é, a Disney vai investir em produção de séries brasileiras, argentinas, etc. Kevin Mayer, executivo da Disney responsável pelos serviços de streaming, afirmou que as produções locais já estavam na mira da companhia – inclusive por conta da existência de países que têm cotas para filmes e séries nacionais, como é o caso – por enquanto! – do Brasil. “Há mercados em que é obrigatório ter conteúdo local, então vamos cumprir essa exigência”, disse ele. “Nossa expertise é fazer conteúdo com um apelo global”, completou. Com esse objetivo, a Disney contratou em junho Matt Brodlie, que ocupava o cargo de diretor de filmes originais da Netflix. No Disney+ (Disney Plus), ele será vice-presidente de conteúdo internacional, supervisionando a aquisição e a criação de produções fora dos Estados Unidos. Outro detalhe é que a Disney+ (Disney Plus) não vai seguir o “modelo Netflix” ao lançar suas séries. Em vez de disponibilizar todos os episódios de uma temporada de uma vez, como nas maratonas da Netflix, o novo serviço vai soltar os capítulos semanalmente, como nos canais de televisão. O modelo semanal já é adotado pela Hulu para algumas séries, como “The Handmaid’s Tale” nos EUA. A Disney se tornou acionista majoritária da Hulu ao comprar a Fox.








