Vídeo e fotos flagram novo visual de Arlequina no set do próximo Esquadrão Suicida
A Arlequina vai aparecer com novo visual em seu terceiro filme. Vídeos e fotos flagraram Margot Robbie de volta ao papel no set de “O Esquadrão Suicida” (The Suicide Squad), que atualmente está sendo rodado no Panamá pelo diretor James Gunn As imagens ainda mostram Gunn ao lado da atriz e uma nova arma favorita da “vilãroína”. No vídeo, Robbie aparece num vestido vermelho longo com babados e uma lança comprida em punho, acenando para um táxi. Como os fãs do primeiro filme – e do derivado “Aves de Rapina” – estão cientes, este é um visual radicalmente diferente para Harley. A personagem vivida por Margot Robbie é uma das poucas remanescentes do primeiro Esquadrão Suicida cinematográfico. Além dela, também voltam os atores Joel Kinnaman (Rick Flag), Jai Courtney (Capitão Bumerangue) e Viola Davis (Amanda Waller). O resto do elenco é repleto de novidades, incluindo a brasileira Alice Braga (“A Rainha do Sul”), Idris Elba (“Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”), John Cena (“Bumblebee”), Peter Capaldi (o “Doctor Who”), David Dastmalchian (“Homem-Formiga”)a, Storm Reid (“Euphoria”), Nathan Fillian (“Castle”), Flula Borg (“A Escolha Perfeita 2”), Pete Davidson (“Saturday Night Live”), Michael Rooker (também de “Guardiões da Galáxia”), Mayling Ng (a Gamora do game “Marvel Strike Force”), Sean Gunn (irmão do diretor e Kraglin nos “Guardiões da Galáxia”), Joaquín Cosio (“007: Quantum of Solace”), Steve Agee (“Superstore”), Jennifer Holland (“Brightburn”), Tinashe Kajese (“Valor”), a portuguesa Daniela Melchior (“O Caderno Negro”), o argentino Juan Diego Botto (“Jogos Infantis”) e até o cineasta neo-zelandês Taika Waititi (“Jojo Rabbit”). Escrito e dirigido por James Gunn, “O Esquadrão Suicida” tem estreia marcada apenas para agosto de 2021. Margot Robbie como Harley Quinn, no set de The Suicide Squad ao lado do diretor James Gunn.#HarleyQuinn #TheSuicideSquad #SuicideSquad #MargotRobbie #JamesGunn #DC #DCEU 📷 @HarleyMovieNews pic.twitter.com/hU3vSp3s9z — Infantaria Geek (@infantariageek) February 11, 2020 Margot Robbie #TheSuicideSquad pic.twitter.com/fGlaBKZEMk — DC ⩖⁸⁴ (@UniversoDComics) February 11, 2020 #MargotRobbie as #HarleyQuinn on the set of #JamesGunn's #SuicideSquadSequel pic.twitter.com/tQReq3M4TX — 🌈 WW 84 & Birds Of Prey 🌈 (@AnnaOmmen) February 12, 2020
Warner muda título de Aves de Rapina após fracasso nas bilheterias
A Warner anunciou uma mudança no título do filme “Aves de Rapina”. O filme, que antes se chamava “Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa” passa agora a ser chamado oficialmente de “Harley Quinn: Birds of Prey” – ou “Arlequina: Aves de Rapina” – nos cinemas dos Estados Unidos. A alteração foi uma reação ao desempenho de bilheteria, considerado fraquíssimo no fim de semana de estreia. E comprova que a Warner não fez o dever de casa em relação ao filme. O título equivocado foi um dos tópicos levantados entre as avaliações pós-desastre do estúdio, diante da abertura de US$ 33,2 milhões no mercado americano – a pior estreia de um filme de super-heróis da DC Comics desde o fiasco de “Mulher-Gato” em 2004. Antes que alguém ligue o fato de “Aves de Rapina” e “Mulher-Gato” serem estrelados por mulheres como fator preponderante do fracasso – “Capitã Marvel” e “Mulher-Maravilha” enterraram essa tese – , há outros detalhes que aparecem em comum entre os dois filmes. Em ambos, as reclamações dos fãs sobre a escalação das intérpretes, que não refletem o perfil das personagens dos quadrinhos, jamais foram consideradas. A contratação de um(a) cineasta inexperiente só começou a ser tida como equivocada após os desempenhos negativos. Assim como o tom indeciso do roteiro, entre a comédia e a ação, que não agradou quem esperava mais de um ou de outro. O título, claro, era um dos problemas óbvios de “Aves de Rapina”. Afinal, porque o filme não se chamou “Arlequina”, se ela era a única conhecida? Parece que deu certo com “Coringa”. Mas agora, após uma fortuna gasta em marketing para divulgar “Aves de Rapina”, a Warner parece ter finalmente se dado conta do erro. Outro problema aparente teria sido a afobação do estúdio em construir um “universo cinematográfico”, que previa lançar uma franquia de “Aves de Rapina” paralela a novos filmes da Arlequina. Essa pressa resultou num segundo “Liga da Justiça” – que, em vez de lançar franquia, virou fim de linha. Ao contrário da Marvel, as adaptações da DC Comics tem sido bem-sucedidas quando não compartilham um “universo” de personagens. E, lógico, não há como entender a classificação etária “R” (para maiores nos EUA). “Esquadrão Suicida”, que lançou a Arlequina no cinema, foi exibido para menores (PG-13). E a própria Arlequina é uma personagem de desenho animado infantil. Além disso, ao contrário de “Coringa”, “Deadpool” ou “Logan”, “Aves de Rapina” não apresentou nenhuma cena especialmente violenta ou sexual, apenas linguagem imprópria – um ou outro palavrão – que a dublagem nacional tende até a esconder. A Warner também vacilou na data de estreia, marcada para o fim de semana do Oscar, quando o público ainda corria para ver os filmes indicados ao prêmio da Academia. Tanto é assim que o Top 10 do fim de semana resgatou até “Entre Facas e Segredos”, que já havia saído do topo do ranking – lançado em novembro passado! No mercado internacional, “Aves de Rapina” saiu-se um pouco melhor, elevando o total para US$ 81,2 milhões em todo o mundo. No Brasil, o longa liderou a bilheteria do último fim de semana. Mas como os cinemas chineses e de parte da Ásia estão fechados, devido ao coronavírus, o montante global não deve se tornar a “salvação” de sua balança comercial.
Bilheterias: Estreia de Aves de Rapina fica muito abaixo das expectativas
A estreia de “Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa” ficou em 1º lugar nos EUA e Canadá. Mas os números não foram o que a Warner planejava comemorar, quando investiu US$ 97,1 milhões em sua produção. O estúdio tinha como parâmetro o sucesso comercial de “Esquadrão Suicida”, que abriu com US$ 133 milhões em 2016. “Aves de Rapina” rendeu apenas US$ 33,2 milhões – cerca de 24% do que fez o primeiro longa com a Arlequina nos cinemas norte-americanos. Trata-se, ainda, da pior estreia de um filme de super-heróis da DC Comics desde o reboot de “Homem de Aço”, em 2013. Com 80% de aprovação, o filme foi aprovado pela crítica. O problema é que a crítica não é o público alvo deste tipo de produção. E os fanboys vêm reclamando de decisões do estúdio desde que o projeto foi anunciado. Pois agora, postumamente, os executivos resolveram tabular o que os fãs estão dizendo, porque todo prejuízo precisa ser justificado diante dos sócios do conglomerado. Entre as ponderações óbvias estão desde o título da produção até a escalação equivocada das novas personagens. Porque o filme não se chamou “Arlequina”, se ela era a única conhecida? Parece que deu certo para “Coringa”. A afobação da Warner em construir “universo cinematográfico” também pode ser identificada na premissa, que previa lançar uma franquia de “Aves de Rapina” paralela a novos filmes da Arlequina, mas que resultou num segundo “Liga da Justiça” – que, em vez de lançar spin-offs, virou fim de linha. As reclamações dos fãs sobre a escalação das intérpretes, que não refletem o perfil das personagens dos quadrinhos, jamais foram consideradas. Uma cineasta inexperiente, de repente, passou a ser apontada como contratação equivocada – mas não era até o fracasso. O tom indeciso, entre a comédia e a ação, também teria desapontado quem esperava mais de um ou do outro. Mas o estúdio, habituado em encontrar as desculpas habituais, deve apontar a classificação etária “R” (para maiores nos EUA) como grande motivo pelo fracasso. “Esquadrão Suicida” foi exibido para menores (PG-13). E a verdade é que não havia justificativa para produzir um derivado exclusivamente para maiores. Afinal, trata-se de um filme estrelado por uma personagem de desenho animado infantil e, ao contrário de “Coringa”, “Deadpool” ou “Logan”, sem nenhuma cena especialmente violenta ou sexual, apenas linguagem imprópria – um ou outro palavrão – que a dublagem nacional tende até a esconder. A Warner também vacilou na data de estreia, marcada para o fim de semana do Oscar, em que o público corre para ver os filmes indicados que, por qualquer motivo, ainda não conseguira assistir. Tanto é assim que o Top 10 resgatou até “Entre Facas e Segredos”, que já havia saído do topo do ranking – lançado em novembro passado! No mercado internacional, “Aves de Rapina” saiu-se um pouco melhor, elevando o total para US$ 81,2 milhões em todo o mundo. Mas como os cinemas chineses e de parte da Ásia estão fechados, devido ao coronavírus, o montante global não deve se tornar a “salvação” da balança comercial. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana nos EUA e Canadá – se preferir, clique também em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Aves de Rapina Fim de semana: US$ 33,2M Total EUA e Canadá: US$ 33,2M Total Mundo: US$ 81,2M 2. Bad Boys para Sempre Fim de semana: US$ 12M Total EUA e Canadá: US$ 166,3M Total Mundo: US$ 336,3M 3. 1917 Fim de semana: US$ 9M Total EUA e Canadá: US$ 132,5M Total Mundo: US$ 287,3M 4. Dolittle Fim de semana: US$ 6,6M Total EUA e Canadá: US$ 63,9M Total Mundo: US$ 158,6M 5. Jumanji: Próxima Fase Fim de semana: US$ 5,5M Total EUA e Canadá: US$ 298,4M Total Mundo: US$ 768,4M 6. Magnatas do Crime Fim de semana: US$ 4,1M Total EUA e Canadá: US$ 26,8M Total Mundo: US$ 60,3M 7. Maria e João: O Conto das Bruxas Fim de semana: US$ 3,5M Total EUA e Canadá: US$ 11,5M Total Mundo: US$ 13,1M 8. Entre Facas e Segredos Fim de semana: US$ 2,3M Total EUA e Canadá: US$ 140,7M Total Mundo: US$ 299,6M 9. Adoráveis Mulheres Fim de semana: US$ 2,3M Total EUA e Canadá: US$ 102,6M Total Mundo: US$ 177,1M 10. Star Wars: A Ascensão Skywalker Fim de semana: US$ 2,2M Total EUA e Canadá: US$ 510,5M Total Mundo: US$ 1B
Superman terá filhos adolescentes em sua nova série
A nova série live-action de Superman será realmente diferente de todas as demais. Depois de apresentar sua adolescência em “Smallville”, a rede americana The CW vai mostrar um herói pai de família, lidando com problemas do cotidiano, como emprego e filhos adolescentes. Isto mesmo. O crossover “Crise nas Infinitas Terras” transformou o bebê Jonathan, recém-nascido, em dois irmãos adolescentes, Jonathan e Jordan. A produção escalou os atores Jordan Elsass e Alexander Garfin para os papéis. O detalhe é que eles não têm a mesma idade, eliminando a possibilidade de interpretarem gêmeos. Elsass, que já atuou em diversos videoclipes e ainda aparecerá na série “Little Fires Everywhere”, na Hulu, tem 19 anos. Já Garfin, que é mais reconhecido por seu trabalho como dublador, tendo interpretado Linus em “Snoopy & Charlie Brown: Peanuts, o Filme” (2015), tem 14 anos. A série vai trazer os atores Tyler Hoechlin e Elizabeth Tulloch nos papéis principais, como Clark Kent/Superman e Lois Lane. O casal já tinha aparecido como Superman e Lois Lane em “Supergirl” e em dois crossovers do Arrowverso. Segundo a sinopse oficial, a série “segue o super-herói e a jornalista mais famosos dos quadrinhos” enquanto eles “lidam com todo o estresse, pressão e complexidades de pais que trabalham na sociedade de hoje”. Vale lembrar que a paternidade de Superman chegou a ser explorada no filme “Superman – O Retorno” (2006), mas era um tema inédito na TV. “Superman & Lois” será a primeira série protagonizada por Superman em mais de 20 anos – desde “Lois & Clark: As Novas Aventuras de Superman” (1993-1997) – , lembrando que “Smallville” era centrada em Clark Kent, o herói conhecido como “Borrão” (Blur). Na época, os produtores foram proibidos de chamar o super-herói de Superman por imposição da divisão de cinema da Warner. Tyler Hoechlin e Tom Welling, o intérprete do “Borrão”, chegaram a dividir uma cena de “Crise nas Infinitas Terras”, que mostrou o que aconteceu com Clark após o final de “Smallville”. A nova atração do Arrowverso faz parte do acordo milionário do produtor Greg Berlanti com a Warner – ele produz todas as séries de super-heróis da CW e boa parte das atrações da plataforma DC Universe – e pode vir acompanhada de mais uma adaptação de quadrinhos, um spin-off de “Arrow” centrado na filha do Arqueiro Verde.
Aves de Rapina e Jojo Rabbit são as grandes estreias da semana nos cinemas
A semana reservou duas grandes estreias de cinema, com condições de agradar cinéfilos e fanboys. Primeiro filme de super-heróis do ano, “Aves de Rapina – Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa” tem a maior distribuição. A produção da Warner, que junta a vilã Arlequina de Margot Robbie (isto é, o que dava para salvar de “Esquadrão Suicida”) com um novo grupo de heroínas relutantes, não é um “Deadpool” feminino, como muitos torciam, mas a versão mais colorida e pop de quadrinhos desde a clássica série de “Batman” dos anos 1960. Há mais ação que humor e pouca fidelidade às publicações que inspiram sua trama, mas o tom anárquico faz justiça à Arlequina. Além disso, sua perspectiva cartunesca traz um frescor divertido ao sombrio universo cinematográfico da DC Comics. Tanto que, dentre as adaptações recentes da editora, seus 90% de aprovação no Rotten Tomatoes só perdem para os 93% recebidos por “Mulher-Maravilha” em 2017. “Jojo Rabbit”, por sua vez, é a consagração de Taika Waititi (de outro filme de super-heróis, “Thor: Ragnarok”) como um dos diretores de comédia mais criativos da atualidade. Vencedor do Festival de Toronto e do WGA Awards, premiações que costumam subestimar comédias, é favorito a levar ao menos o Oscar de Melhor Roteiro Original no domingo (9/2). Por sinal, a demora da Disney/ex-Fox para lançar esse filme no Brasil vai obrigar os cinéfilos a disputar salas em seu circuito médio, para assisti-lo nos três dias que antecedem a premiação. Não precisava. Muito menos escolher uma data de lançamento em que as atenções que deveriam privilegiar esta pequena maravilha estarão divididas com um inescapável blockbuster. Não se pode esquecer que o longa ainda confirma a boa fase de Scarlett Johansson, que concorre ao Oscar pelo papel de mãe inconformada de um pequeno nazista, durante a 2ª Guerra Mundial. Para quem não sabe, a trama ultrajante acompanha esse menino, que é aspirante à membro da juventude hitlerista, sofre bullying dos coleguinhas fascistas e é confortado por seu amigo imaginário, ninguém menos que Adolf Hitler. A história tem uma reviravolta quando a criança descobre que sua mãe está escondendo uma garota judia em sua casa. Como a ideia de fazer piada com Hitler ainda é controvertida, o filme obteve “apenas” 80% no Rotten Tomatoes. A programação se completa com duas produções francesas convencionais. Confira abaixo os detalhes, com todos os títulos, sinopses e trailers das estreias da semana. Aves de Rapina – Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa | EUA | Super-Heróis Arlequina (Margot Robbie), Canário Negro (Jurnee Smollett), Caçadora (Mary Elizabeth Winstead), Cassandra Cain e a policial Renée Montoya (Rosie Perez) formam um grupo inusitado de heroínas. Quando um perigoso criminoso começa a causar destruição em Gotham, as cinco mulheres precisam se unir para defender a cidade. Jojo Rabbit | EUA | Comédia Alemanha, durante a 2ª Guerra Mundial. Jojo (Roman Griffin Davis) é um jovem nazista de 10 anos, que trata Adolf Hitler (Taika Waititi) como um amigo próximo, em sua imaginação. Seu maior sonho é participar da Juventude Hitlerista, um grupo de composto por jovens que concordam com os seus ideais. Um dia, Jojo descobre que sua mãe (Scarlett Johansson) está escondendo uma judia (Thomasin McKenzie) no sótão de casa. Depois de várias tentativas frustradas para expulsá-la, o jovem rebelde começa a desenvolver empatia pela nova hóspede. A Chance de Fahim | França | Drama Forçado a fugir de Bangladesh, sua terra natal, o jovem Fahim (Assad Ahmed) e seu pai deixam o resto da família e partem para Paris. Após a sua chegada à França, eles começam uma verdadeira maratona de obstáculos para obter asilo político. Graças ao seu talento com xadrez, Fahim conhece Sylvain (Gérard Depardieu), um dos melhores treinadores da França. Quando o campeonato francês começa, a ameaça de deportação pressiona Fahim e seu pai. O jovem enxadrista tem apenas uma opção para continuar no país: ser campeão. Quem me Ama, me Segue! | França | Comédia Simone (Catherine Frot) e Gilbert (Daniel Auteuil), um casal de aposentados, vive em uma aldeia no sul da França. Após uma série de acontecimentos, como falta de dinheiro, a mudança do amante de Simone para outro lugar e as reclamações constantes de Gilbert, Simone decide simplesmente sair de casa. Agora, Gilbert está pronto para fazer qualquer coisa para ter sua esposa de volta.
Estrelas de Aves de Rapina dão dicas para curtir o carnaval como personagens de quadrinhos
As estrelas de “Aves de Rapina: Arlequina e Sua Emancipação Fantabulosa” gravaram um vídeo especialmente para o Brasil, onde arriscam um pouco de português e dão dicas de como curtir o carnaval como suas personagens dos quadrinhos – com muito glitter e roupas “emprestadas”. O vídeo foi gravado por Margot Robbie (a Arlequina), Jurnee Smollett-Bell (Canário Negro), Mary Elizabeth Winstead (Caçadora), Ella Jay Basco (Cassandra Cain) e Rosie Perez (Renee Montoya). Na trama, suas personagens se aliam para enfrentar os vilões interpretados por Ewan McGregor (Máscara Negra) e Chris Messina (Victor Zsasz). Escrito por Christina Hodson (“Bumblebee”) e dirigido pela chinesa Cathy Yan (“Dead Pigs”), “Aves de Rapina” estreia nesta quinta (6/2) no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Fevereiro chegou e trouxe duas coisas fantabulosas: Carnaval e #AvesDeRapina. Confira as dicas que o elenco do filme preparou para aproveitar ao máximo essa festa! #AvesDeRapina, 6 de fevereiro nos cinemas. Compre já seu ingresso. pic.twitter.com/nbHEYIxtEe — Warner Bros. Pictures Brasil (@wbpictures_br) February 3, 2020
Arrow: Fã faz abaixo-assinado para inauguração de estátua real de Oliver Queen em Vancouver
O capítulo final da série “Arrow” revelou que uma das homenagens recebidas por Oliver Queen foi a inauguração de uma estátua em Star City. O tributo emocionou tanto os fãs, que um deles decidiu criar um abaixo-assinado para que a estátua fosse mantida em Vancouver, no Canadá, que serve de cenário para a cidade fictícia da série. A petição foi lançada no site Change.Org e em poucas horas atingiu cerca de 10 mil assinaturas. “’Arrow’ deu início a todo o Arrowverse e agora que a série está chegando ao fim, acho que seria um grande tributo aos fãs se a estátua de Oliver Queen ficasse permanentemente em Vancouver, já que grande parte da série foi gravada na cidade”, diz o responsável pela criação do abaixo-assinado, junto da petição. Apesar do fã pedir especificamente a estátua usada na série, ela não é de metal, apenas parece ser, portanto não poderia ser mantida ao ar livre. Mas a escultura foi preservada nos arquivos da Warner e, segundo o produtor Marc Guggenheim, voltará a aparecer se a série derivada “Green Arrow and the Canaries” for aprovada pela rede The CW.
David Ramsey confirma que John Diggle vai continuar no Arrowverso
O final de “Arrow” encerrou a jornada de vários personagens, mas também abriu novas possibilidades para vários outros. E nenhuma maior que a possível trajetória que aguarda John Diggle, após encontrar um objeto espacial que emite intensa luz esverdeada. Por conta desse gancho, o ator David Ramsey, intérprete de Diggle, participou de uma entrevista coletiva, ao lado da showrunner Beth Schwartz e do co-criador de “Arrow” Marc Guggenheim, em que abordou o futuro de seu personagem, que pode virar o primeiro Lanterna Verde do Arrowverso. Hesitando em afirmar que o conteúdo brilhante da caixa que encontrou nos destroços de uma nave espacial seja realmente o anel de energia do Lanterna Verde, Ramsey disse que a cena “foi muito emocionante”, mas que as consequências disso ainda seriam mostradas em novos episódios. Com isso, confirmou que permanecerá no Arrowverso após o fim de “Arrow”. “Ele vai para Metrópolis e tem uma ‘caixa verde’ e ainda vamos ver. Vamos ver”, disse Ramsey. Guggenheim, acrescentou que não poderia comentar oficialmente a fonte da luz verde encontrada por Diggle, e que a cena “foi discutida por mais de um ano com a DC Entertainment. Negociamos e discutimos muito especificamente os parâmetros, e se eu comentasse algo além do que mostramos, violaria nosso acordo com a DC.” “As consequências da cena são imensas. Então, sim… acho que houve uma recompensa para os fãs que esperavam isso, mas ainda veremos o que tudo isso significa”, continuou. “Temos algumas idéias muito boas para Diggle… Também há o fato de que David se tornou um notável diretor… Portanto, estamos interessados [em mantê-lo no Arrowverso] tanto na frente quanto atrás das câmeras.” Vale lembrar que “Arrow” vinha plantando a conexão de Diggle com os Lanternas Verdes há bastante tempo. No crossover “Elseworlds”, por exemplo, um Flash de outro universo perguntou onde estava o anel de Diggle ao encontrá-lo. Mais recentemente, foi revelado que o padrasto do personagem era um general chamado Roy Stewart. O que significa que John Diggle se chama realmente John Stewart, nome de um dos quatro Lanternas Verde da Terra. Diggle ainda vai aparecer no próximo episódio de “The Flash”, que terá conexão direta com o final de “Arrow”, e deverá ser visto mais vezes no Arrowverso. Especialmente porque sua mudança para Metrópolis coloca sua família na cidade que servirá de cenário para uma nova série, “Superman & Lois”, atualmente em produção. E não se pode esquecer que há, neste momento, uma série sobre os Lanternas Verdes sendo desenvolvida para a plataforma HBO Max, assinada pelo outro criador e produtor de “Arrow”, Greg Berlanti.
Arrow: Final emocionante tem funeral, ressurreições, noivado e origem de herói da Liga da Justiça
A série “Arrow” foi oficialmente encerrada na noite de terça (28/1) nos EUA com spoilers, spoilers e mais spoilers. Quer saber? O sacrifício de Oliver Queen (Stephen Amell) marcou a trama, iniciada em tom de documentário sobre a vida do herói e centrada em seu funeral. Se os roteiros de “Crise nas Infinitas Terras” pareceram apressados e superficiais, “Fadeout”, o capítulo final de “Arrow”, explorou com maior profundidade e emoção as consequências do crossover. As principal mudança causada pela “Crise” foi que, ao reiniciar o universo como Espectro, Oliver trouxe de volta à vida todas as pessoas que lamentava ter perdido, como sua mãe Moira (Susanna Thompson), seu melhor amigo Tommy (Colin Donnell), sua irmã Kimiko (Sea Shimooka) e até o prefeito Quentin (Paul Blackthorne). Mas não seu pai, pois isso alteraria seu próprio destino. E nem a Laurel original, porque sua doppelganger da Terra 2 (Katie Cassidy) se provou digna de continuar a existir. Ele também “salvou” Star City, ao eliminar o crime da cidade. A cena do funeral reuniu praticamente todos os aliados importantes de Oliver ao longo dos oito anos da série, incluindo as irmãs Nyssa (Katrina Law) e Talia al Ghul (Lexa Doig), o russo Anatoly (David Nykl), seu filho adolescente William (Jack Moore), sua filha crescida do futuro, Mia (Katherine McNamara), e os heróis que passaram pelo Team Arrow: John Diggle/Espartano (David Ramsey), Felicity/Overwatch Emily Bett Rickards), Roy Harper/Arsenal (Colton Haynes), Thea Queen/Speedy (Willa Holland), Laurel Lance/Sereia Negra (Katie Cassidy), Curtis Holt/Senhor Incrível (Echo Kellum), Rene Ramirez/Cão Raivoso (Rick Gonzalez), Dinah Drake/Canário Negro (Juliana Harkavy), Rory Reagan/Espantalho (Joe Dinicol), Lyla Michaels/Precursora (Audrey Marie Anderson) e Sara Lance/Canário Branco (Caity Lotz), que atualmente lidera o time da série “Legends of Tomorrow”. Além de Sara, outros dois heróis com séries próprias no Arrowverso compareceram à cerimônia: Barry Allen/Flash (Grant Gustin) e Kara Danvers/Supergirl (Melissa Benoist). Mas a lista de participações especiais incluiu até Slade Wilson/O Exterminador (Manu Bennett) e o Monitor (LaMonica Garrett) em cenas de flashback. O desfecho deixou encaminhado o destino de vários personagens remanescentes. Roy e Thea fizeram as pazes e noivaram. John e Lyla mudaram-se para Metrópolis com os filhos (John Jr. e Sara, que Oliver trouxe de volta à continuidade no Arrowverso). Rene inciou a campanha que o tornará prefeito da Star City. Mia foi registrada pela TV como a nova Arqueiro Verde, antes de voltar a 2040. E a cena final, que retomou o desfecho da 7ª temporada, revelou o que aconteceu com Felicity no futuro: um reencontro com Oliver no que pode ser chamado de Céu ou apenas de outra dimensão. A cena que mais deu o que falar, porém, aconteceu enquanto Diggle terminava de arrumar sua mudança. Uma súbita explosão no céu revelou uma nave espacial em chamas. E ao remexer no local do impacto, ele encontrou uma pequena caixa que, ao ser aberta, iluminou seu rosto com uma potente luz verde. Os leitores dos quadrinhos não precisaram de maiores explicações para deduzir que a luz vem de um anel de energia e a cena representa a origem do Lanterna Verde, um dos mais famosos heróis da Liga da Justiça, confirmando a velha teoria de que John “Stewart” Diggle é, na verdade, John Stewart, um dos quatro Lanternas Verde da Terra. “Arrow” vinha plantando a conexão de Diggle com os Lanternas Verdes há bastante tempo. No crossover “Elseworlds”, por exemplo, um Flash de outro universo perguntou onde estava o anel de Diggle ao encontrá-lo. Mais recentemente, foi revelado que o padrasto do personagem era um general chamado Roy Stewart. O que significa que John Diggle se chama realmente John Stewart. Diggle ainda vai aparecer no próximo episódio de “The Flash”, que terá conexão direta com o final de “Arrow”, e deverá ser visto mais vezes no Arrowverso. Especialmente porque sua mudança para Metrópolis coloca sua família na cidade que servirá de cenário para uma nova série, “Superman & Lois”, atualmente em produção. E não se pode esquecer que há neste momento uma série sobre os Lanternas Verdes sendo desenvolvida para a plataforma HBO Max, pelo mesmo produtor de “Arrow”, Greg Berlanti. A rede The CW ainda analisa a possibilidade de produzir a série derivada “Green Arrow e The Canaries”, que seria uma continuação mais direta de “Arrow”, passada em 2040 com Mia e as versões atuais (de 2020) de Laurel e Dinah. O piloto desse projeto foi exibido na semana passada, como um episódio convencional de “Arrow”, e acabou batendo o recorde de audiência da série na temporada. Vale observar que Mia aparentemente ficou com um dispositivo da Agência do Tempo, que lhe daria capacidade de voltar a reaparecer no presente. Para completar, a morte de Oliver não significa realmente sua despedida do Arrowverse. Sua transformação em Espectro, durante a “Crise nas Infinitas Terras”, não foi bem explicada – na verdade, foi muitíssimo mal-explicada – , bem como os poderes do personagem. Nos quadrinhos, a morte é apenas o começo da existência desse herói, um dos mais poderosos de toda a DC Comics. No Brasil, o episódio final de “Arrow” será exibido pelo canal pago Warner no dia 9 de fevereiro, às 22h20.
Arrow: Cena inédita do capítulo final reforça projeto de série derivada
A rede The CW divulgou uma cena inédita do final de “Arrow”, que vai ao ar nesta terça (28/1) nos EUA. A prévia reforça a tentativa dos produtores de lançar uma série derivada da atração, explorando a trama do piloto do projeto. Intitulado “Green Arrow and the Canaries” (Arqueiro Verde e as Canários), o piloto foi exibido como um episódio de “Arrow” na semana passada, centrado nas personagens Mia Queen (Katherine McNamara), filha do Arqueiro Verde, Laurel Lance (Katie Cassidy) e Dinah Drake (Juliana Harkavy), mais conhecidas como as Canários Negros – da Terra 2 e Terra 1. O piloto registrou a maior audiência de “Arrow” na temporada (fora “Crise nas Infinitas Terras”), favorecendo muito o anúncio de sua aprovação. No Brasil, o episódio final de “Arrow”, batizado de “Fadeout”, será exibido pelo canal pago Warner no dia 9 de fevereiro, às 22h20.
Arrow: Stephen Amell se despede de Oliver Queen nas redes sociais
O ator Stephen Amell compartilhou sua despedida para Oliver Queen nesta terça (18/1), dia em que “Arrow” chega ao fim nos EUA. “Hoje é um dia agridoce. ‘Arrow’ significou muito para mim por muitos anos. Foi uma jornada transformadora… mas chegou a hora de partir. Eu amarro minhas botas e coloco o capuz pela última vez nesta noite. Eu serei para sempre um embaixador para Oliver Queen. Obrigado por essa honra”, diz a mensagem, publicada nas redes sociais. A decisão de encerrar a série foi consequência direta do desejo do ator de fazer outros papéis. “Interpretar Oliver Queen foi a melhor experiência da minha vida profissional… Mas você não pode ser um vigilante para sempre”, ele disse em março do ano passado, ao comunicar que a série iria acabar. Na época, a showrunner Beth Schwartz e os produtores executivos Greg Berlanti e Marc Guggenheim emitiram um comunicado em conjunto, afirmando que foi “uma decisão difícil”, ao mesmo tempo dizendo-se felizes “com o fato de que ‘Arrow’ deu origem a um universo inteiro de séries que continuarão por muitos anos”. Os produtores ainda negociam com a rede The CW manter os personagens remanescentes de “Arrow” numa nova série. Intitulado “Green Arrow and the Canaries” (Arqueiro Verde e as Canários), o piloto foi exibido como um episódio de “Arrow” na semana passada, centrado nas personagens Mia Queen (Katherine McNamara), filha do Arqueiro Verde, com Laurel Lance (Katie Cassidy) e Dinah Drake (Juliana Harkavy), mais conhecidas como as Canários Negros – da Terra 2 e Terra 1. O piloto registrou a maior audiência de “Arrow” na temporada (fora “Crise nas Infinitas Terras”), favorecendo muito o anúncio de sua aprovação. No Brasil, o episódio final de “Arrow” será exibido pelo canal pago Warner no dia 9 de fevereiro, às 22h20. Today’s bittersweet. Arrow meant so much to me for so many years. It was a transformative journey… but it was time to let it go. I lace my boots and don the hood one last time tonight. I’ll forever cherish being an ambassador for Oliver Queen. Thank you for the honor. pic.twitter.com/pTxgtCWyqu — Stephen Amell (@StephenAmell) January 28, 2020
The Batman: Diretor oficializa começo das filmagens
Fotos das filmagens londrinas de “The Batman”, em que Robert Pattinson (“O Rei”) vive o papel-título, já circulam na internet desde o começo de janeiro. Mas o diretor Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”) fez uma postagem no Twitter na segunda-feira (27/1) indicando que a produção só começou agora. Considere isso como uma oficialização – veja abaixo. O elenco de “The Batman” também inclui Jeffrey Wright (“Westworld”) como Comissário Gordon, Zoe Kravitz (da série “Big Little Lies”) como Mulher-Gato, Colin Farrell (“Dumbo”) como Pinguim, Paul Dano (“12 Anos de Escravidão”) como Charada, Andy Serkis (“Pantera Negra”) como Alfred, John Turturro (“Transformers”) como o mafioso Carmine Falcone e Peter Sarsgaard (“Sete Homens e um Destino”) em papel não identificado (mas provavelmente como Harvey Dent/Duas Caras). “The Batman” tem estreia marcada para junho de 2021. #DayOne #TheBatman cc: @GreigfraserD pic.twitter.com/kOgcsa6zX3 — Matt Reeves (@mattreevesLA) January 27, 2020
Aves de Rapina ganha novo pôster e vídeo de bastidores de 7 minutos
A produção de “Aves de Rapina” ganhou novo pôster, para IMAX, e um vídeo de bastidores com mais de 7 minutos de duração. A prévia traz entrevistas com o elenco, o produtor e a diretora, comentando vários detalhes do filme, da coreografia de lutas ao figurino. Escrito por Christina Hodson (“Bumblebee”), dirigido pela chinesa Cathy Yan (“Dead Pigs”) e com um longo título oficial, “Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa” junta a Arlequina (vida por Margot Robbie) com novas “amiguinhas”: o grupo de heroínas conhecido como Aves de Rapina, formado por Canário Negro (Jurnee Smollett-Bell, de “True Blood”), Caçadora (vivida por Mary Elizabeth Winstead, de “Rua Cloverfield, 10”), Cassandra Cain (Ella Jay Basco, da série “Teachers”) e até a policial Renee Montoya (Rosie Perez, de “O Conselheiro do Crime”) na versão do cinema. Na trama, elas se aliam para enfrentar os vilões Máscara Negra (Ewan McGregor, de “Christopher Robin”) e Victor Zsasz (Chris Messina, de “The Mindy Project”). A estreia está marcada para 6 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.











