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  • Série

    Sonhadora vira primeira super-heroína transexual da TV em trailer de Supergirl

    28 de janeiro de 2019 /

    A rede CW divulgou o trailer do próximo episódio de “Supergirl”, que revela a nova super-heroína da série em ação. Trata-se da Sonhadora (Dreamer), identidade de Nia Nal. A personagem foi introduzida no começo da atual 4ª temporada e já manifestou seus poderes, mas é a primeira vez que aparece de uniforme para combater o crime. O vídeo também antecipa uma má notícia. A série vai entrar em hiato de um mês nos Estados Unidos e só volta em 27 de fevereiro, com a exibição do episódio intitulado “Menagerie”. A data será histórica, pois Sonhadora vai virar a primeira heroína transexual da TV. Ela é interpretada pela atriz Nicole Amber Maines (vista em “Royal Pains”), que nasceu com o nome de Wyatt Maines em 7 de outubro de 1997, junto com seu irmão gêmeo Jonas, e se descobriu transgênero aos três anos de idade – mas precisou chorar muito e sofrer para ter a identidade sexual respeitada em sua própria casa, já que o pai não a deixava usar os vestidos cor-de-rosa que ela queria. Foi na 4ª série do ensino fundamental que ela decidiu se chamar Nicole, como sua personagem favorita da série infantil “Zoey 101” (2005–2008), do canal Nickelodeon. E aos 15 anos de idade, já aceita pela família, passou a lutar por seus direitos na escola. Humilhada, ela não podia ir ao banheiro da instituição, porque foi impedida de frequentar o banheiro feminino após a reclamação do avô de uma de suas colegas. Também não podia ir ao banheiro masculino, onde sofria bullying. A família de Nicole entrou com uma ação na Justiça por sentir que ela estava sofrendo discriminação. Em junho de 2014, a Suprema Corte dos Estados Unidos concluiu que o distrito escolar havia violado seus direitos humanos. A família Maines recebeu uma indenização de US$ 75 mil e a escola foi proibida de impedir alunos transgêneros de entrar no banheiro com qual se identificassem. A decisão criou jurisprudência e se transformou num marco histórico na luta pela aceitação da comunidade trans. E tornou a ainda adolescente Nicole Maines conhecida em todo o país. Aos 18 anos, ela contou sua história no livro “Becoming Nicole”, escrito por Amy Ellis Nutt, jornalista do Washington Post, com o objetivo de mostrar a falta de preparo dos pais e das instituições para lidar com crianças transexuais. A publicação entrou na lista dos livros mais vendidos do New York Times e recebeu diversos prêmios. Naquele mesmo ano de 2015, Nicole estreou como atriz, participando da série “Royal Pains”, num episódio sobre os perigos sofridos por uma adolescente trans ao usar hormônios. No ano seguinte, foi destaque no documentário “The Trans List”, da HBO. Agora, dá início ao resto de sua vida, com seu primeiro papel recorrente numa série da TV aberta nos Estados Unidos, sem perder de vista que tudo começou com a vontade de usar um vestido rosa e ir ao mesmo banheiro de suas colegas de aula. Em “Supergirl”, a jovem ativista continua a fazer história ao virar a heroína Sonhadora, bastante conhecida dos leitores da Legião de Super-Heróis, o grupo do século 31 que foi introduzido em “Supergirl” na temporada passada. Entretanto, a versão da série é bem diferente dos quadrinhos. E o uniforme com máscara verde reforça isso. Loira nos gibis, ela sempre usou uniforme branco e nunca escondeu seu rosto. Mas Nicole deu uma entrevista recente em que soltou um spoiler: ela não é a personagem que os fãs imaginam. Na verdade, é sua ancestral. Embora a identidade civil de Sonhadora tenha sido pouco explorada pela DC Comics, seu nome original não é Nia, mas Nura Nal. A heroína dos quadrinhos seria descendente da personagem da série, o que faz sentido narrativo e explica porque Brainiac 5 (Jesse Rath), que vem do futuro, já a chamou de Nura, num ato falho. Os poderes de Nia e Nura Nal são iguais: a capacidade de sonhar com o futuro. E as imagens de seus sonhos são visões que sempre se realizam, ainda que lhe cheguem incompletas. No Brasil, “Supergirl” é exibida pelo canal pago Warner Channel.

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  • Filme

    Diretora diz que Mulher-Maravilha 1984 é homenagem à série clássica da heroína

    28 de janeiro de 2019 /

    A cineasta Patty Jenkins revelou o motivo que a levou a optar por situar o segundo longa da Mulher-Maravilha nos anos 1980. Foi uma homenagem à série clássica da heroína. Falando à imprensa americana durante sua passagem pelo Festival de Sundance, para divulgar sua série “I Am the Night”, a diretora disse que a década de 1980 é “a era a que Mulher-Maravilha pertence”. “É perfeita para a história, e como fã da série de TV, tinha que ver a Mulher Maravilha nos anos 1980”, explicou. “A Mulher-Maravilha foi tão importante naquele momento, então queríamos capturar isso”. “Os anos 1980 tiveram algumas das coisas mais interessantes possíveis na cultura pop, incluindo artes e música. Foi um momento onde a sociedade viu seu melhor e o seu pior. Acredito que vamos mostrar uma versão muito mais inspiradora e elegante daquela época, de várias maneiras”, acrescentou. Ela também contou que as filmagens já foram finalizadas e tudo “correu muito bem”. “Os atores deram seu melhor, fizemos uma tonelada de cenas de ação com efeitos de malabarismo por fios, e acredito que o filme está realmente incrível”. Apesar das declarações, vale esclarecer: a série da “Mulher-Maravilha” não foi uma produção dos anos 1980. A série, que durou três temporadas, foi ao ar de 1975 a 1979 nos Estados Unidos. Além de dirigir, Patty Jenkis coestreveu o filme, trabalhando a partir de um roteiro de Dave Callaham (“Godzilla”) e Geoff Johns (“Aquaman”). Poucos detalhes sobre enredo de “Mulher-Maravilha 1984” foram revelados até o momento, além do fato de a trama se passar em 1984, trazer de volta Gal Gadot como a heroína, Chris Pine como Steve Trevor e incluir a atriz Kristen Wiig como a vilã Mulher-Leopardo. A estreia está marcada apenas para junho de 2020.

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  • Série

    Netflix confirma exibição da 2ª temporada de Titãs

    28 de janeiro de 2019 /

    A Netflix divulgou um vídeo nas suas redes sociais para confirmar que exibirá a 2ª temporada de “Titãs”. Na verdade, a série está renovada desde outubro, antes mesmo de sua estreia nos Estados Unidos. “Titãs” é uma produção da WBTV (Warner Bros Television) para a plataforma americana de streaming DC Universe e a Netflix apenas distribui a série no mercado internacional. Originalmente, foram produzidos 12 episódios para a 1ª temporada, mas somente 11 foram exibidos. Os produtores resolveram interromper a trama antes de sua resolução, acreditando que um final em aberto atrairia mais público para sua 2ª temporada. Ainda não há previsão de estreia para os novos capítulos, que devem começar a ser gravados já em fevereiro. Robin: O Retorno. Também conhecido como temporada 2 de #TitãsNetflix, que está confirmada. pic.twitter.com/H5VT1Vl9Gh — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) January 28, 2019

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  • Filme

    Margot Robbie volta a virar Arlequina no primeiro teaser de Aves de Rapina

    28 de janeiro de 2019 /

    Margot Robbie está de volta a seu papel de Arlequina. Mas o visual é bem diferente daquele que ganhou vida em “Esquadrão Suicida”. A atriz postou um selfie de sua nova maquiagem e figurino no Instagram, surgindo mais brilhante, alegre e juvenil. Ela também deixou pistas que levam a um vídeo misterioso no YouTube, em que aparece ao lado das demais Aves de Rapina, heroínas que se juntarão em seu próximo filme. Na foto, Margot pergunta: “Sentiram saudades de mim?”, enquanto no vídeo completa: “Vejo vocês em breve”. Com aparência de teaser de clipe musical, o vídeo oferece flashes de todos os personagens de “Aves de Rapina”. Além da Arlequina e seu curioso pingente canino com a inscrição “Bruce”, o grande destaque é da Caçadora vivida por Mary Elizabeth Winstead (“Rua Cloverfield, 10”), segunda a surgir em cena e que pode ser vista claramente com sua balestra em punho. É possível reparar, dando pausas, em outros detalhes, como o braço engessado (com “Gotham” escrito) de Cassandra Cain, interpretada pela jovem Ella Jay Basco (vista na série “Teachers”), o vício em álcool de Renee Montoya, vivida por Rosie Perez (“O Conselheiro do Crime”), e que, aparentemente, o nome da heroína Canário Negro se tornou literal. Ela não só é interpretada por uma atriz negra, Jurnee Smollett-Bell (“True Blood”), como aparece diante de um microfone para cantar feito passarinho. Além disso, o vilão Máscara Negra ganha close sem máscara negra, branca ou tricolor, encarnado por Ewan McGregor (“Christopher Robin”), e até o Victor Zsasz de Chris Messina (“The Mindy Project”) revela seus cabelos loiros, que ocupam o lugar de sua careca tradicional dos quadrinhos – e da série “Gotham”. Tudo muito diferente de como os leitores da DC lembram, revelado um dia depois de o elenco de “Pantera Negra” ser premiado no SAG Awards por retratos absolutamente fiéis aos quadrinhos da Marvel. Escrito por Christina Hodson (“Bumblebee”), dirigido pela chinesa Cathy Yan (“Dead Pigs”) e com um longo título original em inglês, “Birds of Prey (And The Fantabulous Emancipation of One Harley Quinn)” estreia em fevereiro de 2020. Visualizar esta foto no Instagram. Miss me? ?HQ Uma publicação compartilhada por @ margotrobbie em 28 de Jan, 2019 às 5:00 PST

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  • Filme

    Aquaman supera Liga da Justiça e vira maior bilheteria da DC Comics no Brasil

    28 de janeiro de 2019 /

    No mesmo fim de semana em que atingiu a maior bilheteria mundial de uma adaptação dos quadrinhos da DC Comics, “Aquaman” também registrou o recorde equivalente nacional. Segundo a empresa de monitoramento ComScore, o filme dirigido por James Wan e estrelado por Jason Momoa chegou neste fim de semana à R$ 135,5 milhões de arrecadação no Brasil, superando “Liga da Justiça” (R$ 134,5 milhões), que era o maior sucesso cinematográfico da DC nos cinemas do país. O número total de espectadores de “Aquaman”, porém, ainda é inferior aos de “Liga da Justiça” e “Batman vs Superman” no Brasil, mas o filme, que continua em cartaz, pode ultrapassá-los em breve. Em todo o mundo, “Aquaman” já soma mais de US$ 1,09 bilhão em bilheteria, tendo superado no domingo (27/1) “Batman: O Cavaleiro Das Trevas Ressurge” (2012), o antigo recordista mundial. Leia mais sobre este recorde aqui.

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  • Filme

    Aquaman supera Batman com a maior bilheteria da DC Comics em todos os tempos

    27 de janeiro de 2019 /

    “Aquaman” venceu Batman, superando a arrecadação mundial de “O Cavaleiro das Trevas Ressurge” para se tornar a maior bilheteria de uma adaptação da DC Comics em todos os tempos. O filme dirigido por James Wan e estrelado por Jason Momoa atingiu US$ 1,09 bilhão mundiais neste domingo (27/1), deixando para trás a marca do final da trilogia de Christopher Nolan, que faturou US$ 1,08 bilhão em 2012. O longa do super-herói marinho ainda virou a 2ª maior bilheteria mundial da história da Warner, atrás apenas de “Harry Potter e as Relíquias Macabras – Parte 2” (US$ 1,3 bilhão em 2011). Também foi o segundo trabalho da carreira de James Wan a cruzar a marca bilionária, após “Velozes e Furiosos 7” em 2015, colocando-o na companhia de Christopher Nolan, James Cameron, Joss Whedon, Michael Bay, Peter Jackson, Pierre Coffin e os irmãos Joe e Anthony Russo como os únicos cineastas com dois longas bilionários no currículo. E vale lembrar que “Aquaman” ainda não estreou num mercado importante. O lançamento no Japão está marcado apenas para 8 de fevereiro. Ou seja, a onda do filme ainda vai continuar arrasadora por mais tempo.

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  • Música

    Vidro aguenta as pedradas e lidera bilheteria dos EUA pelo segundo fim de semana

    27 de janeiro de 2019 /

    “Vidro” não se estilhaçou e manteve a liderança da bilheteria em seu segundo fim de semana de exibição nos Estados Unidos e Canadá. O longa arrecadou US$ 19 milhões entre sexta e domingo (27/1), chegando ao total de US$ 73M (milhões) no mercado doméstico. O baixo orçamento, na casa dos US$ 23M, significa que a produção já é lucrativa. O que é uma boa notícia para o diretor Night M. Shyamalan, pois todo o filme foi financiado por ele mesmo, aguentando pedradas sem misericórdia da crítica, com apenas 36% de aprovação na média do Rotten Tomatoes. Em 2º lugar, a dramédia “Amigos para Sempre”, remake americano de “Intocáveis”, também manteve a mesma posição da semana anterior. O longa estrelado por Kevin Hart faturou mais US$ 12 milhões para atingir US$ 63,1M na América do Norte, mas ainda não cobriu seu orçamento, estimado em US$ 37,5 milhões, e vai precisar do público internacional para empatar as despesas. E aí reside o problema, já que esta é a terceira versão da mesma história e o original foi um maiores sucessos mundiais recentes do cinema francês entre o público que lê legendas. No Brasil, onde foi lançado em 17 de janeiro, não entrou nem no Top 10. Surpresa da semana passada, “Dragon Ball Super: Broly” desabou para o 10º lugar do ranking norte-americano, após abrir em 3º. Com isso, “Aquaman” voltou ao Top 3. O longa do super-herói marinho fez mais US$ 7,3M, que o ajudou a atingir US$ 1,09B mundiais e bater o recorde de arrecadação de “Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge” (2012), virando a adaptação de maior bilheteria da DC Comics em todos os tempos. As más notícias começam em 4º lugar, pois as estreias de sexta (25/1) não tiveram um desempenho tão bom. “O Menino Que Queria Ser Rei”, versão infantil da lenda do Rei Arthur passada nos dias de hoje, fez apenas US$ 7,2 milhões em seu 1º fim de semana. A crítica aprovou, com 86% no Rotten Tomatoes, mas o longa protagonizado pelo filho de Andy Serkis (o César da franquia “Planeta dos Macacos”) vai precisar fazer mágica no exterior. O lançamento no Brasil acontece na quinta (31/1). Já “Calmaria” foi por água abaixo, abrindo em 8º lugar com apenas US$ 4,8M. Trata-se de recorde negativo para Anne Hathaway: pior bilheteria de estreia da carreira da atriz. O noir tropical, que também é estrelado por Matthew McConaughey (que já fez coisa pior), também foi torpedeado pela crítica, afundando com 22% de aprovação. Chega nos cinemas brasileiros em 28 de fevereiro. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Vidro Fim de semana: US$ 19M Total EUA e Canadá: US$ 73,5M Total Mundo: US$ 162,6M 2. Amigos para Sempre Fim de semana: US$ 12,2M Total EUA e Canadá: US$ 63,1M Total Mundo: US$ 69,2M 3. Aquaman Fim de semana: US$ 7,3M Total EUA e Canadá: US$ 316,5M Total Mundo: US$ 1B 4. O Menino que Queria Ser Rei Fim de semana: US$ 7,2M Total EUA e Canadá: US$ 7,2M Total Mundo: US$ 10,4M 5. Homem-Aranha no Aranhaverso Fim de semana: US$ 6,1M Total EUA e Canadá: US$ 169M Total Mundo: US$ 338,1M 6. Green Book – O Guia Fim de semana: US$ 5,4M Total EUA e Canadá: US$ 49M Total Mundo: US$ 59,3M 7. A Caminho de Casa Fim de semana: US$ 5,2M Total EUA e Canadá: US$ 30,8M Total Mundo: US$ 41,3M 8. Calmaria Fim de semana: US$ 4,8M Total EUA e Canadá: US$ 4,8M Total Mundo: US$ 4,8M 9. Escape Room Fim de semana: US$ 4,3M Total EUA e Canadá: US$ 47,9M Total Mundo: US$ US$ 76,4M 10. Dragon Ball Super: Broly Fim de semana: US$ 3,6M Total EUA e Canadá: US$ 28,9M Total Mundo: US$ 98,8M

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  • Série

    Supergirl: Ator de Two and a Half Men aparece em primeira foto como Lex Luthor

    23 de janeiro de 2019 /

    A rede CW divulgou a primeira foto do ator Jon Cryer (o Alan Harper de “Two and a Half Men”) como o supervilão Lex Luthor na série “Supergirl”. Ele aparece numa cela de presídio de segurança máxima, situação bastante aludida na série. A aparição está prevista para o 15º episódio da atual 4ª temporada de “Supergirl”, que irá ao ar apenas em 17 de março. Intitulado “O Brother, Where Art Thou?”, o episódio ganhou sinopse: “Lex Luthor tenta contatar Lena (Katie McGrath) da prisão e fará de tudo para convencê-la a participar de um de seus planos, inclusive colocar a vida de uma de suas amigas em risco.” Interpretada por Katie McGrath (a Morgana de “Merlin”), Lena Luthor entrou na 2ª temporada e logo se firmou como antítese do irmão, tornando-se a melhor amiga de Kara Danvers, a identidade civil de Supergirl (vivida por Melissa Benoist). Sua chegada também fez o nome de Lex Luthor ser citado à exaustão na série. Mas, até aqui, todas as referências aludiam ao fato de que ele estava preso e distante. A influência do vilão, porém, invadiu a trama por meio de suas invenções, pela aparição de sua mãe Lilliam Luthor (Brenda Strong, de “Desperate Housewives”), dedicada a manter viva a luta do filho contra a presença de alienígenas (como Supergirl) na Terra e, na atual temporada, pela chegada de dois capangas clássicos, os irmãos Otis (Robert Baker, de “The Originals”) e Mercy Graves (Rhona Mitra, de “The Last Ship”). “Supergirl” retomou a exibição da segunda metade de sua 4ª temporada no último domingo (20/1) nos Estados Unidos, e pode ser vista no Brasil pelo canal pago Warner.

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    Post de Brenton Thwaites sugere participação de Batgirl na 2ª temporada de Titãs

    23 de janeiro de 2019 /

    O ator Brenton Thwaites, que vive Robin na série “Titãs”, compartilhou no Stories uma imagem da série clássica “Batman” dos anos 1960, que mostra um diálogo picante entre Robin e Batgirl. Confira abaixo. Não foi preciso muito mais para os seguidores especularem que o post faz uma referência à aparição da heroína na 2ª temporada de “Titãs”. Nos quadrinhos – e na série animada “Young Justice” – os dois heróis formam um casal intermitente. Entre idas e vindas, têm sido os principais parceiros românticos um do outro desde os anos 1970. Todos os episódios da 1ª temporada de “Titãs” já estão disponíveis na Netflix.

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    Warner desiste do universo compartilhado de seus filmes de super-heróis

    21 de janeiro de 2019 /

    A Warner desistiu do projeto do universo compartilhado da DC Comics, introduzido em “O Homem de Aço” (2013). A afirmação foi feita pelo presidente do estúdio, Toby Emmerich, em entrevista à revista The Hollywood Reporter. “Acredito que nós já deixamos isso para trás. Estamos trabalhando com o portfólio da DC, que é bem diferente da Marvel. Não estamos mais tão focados em um universo compartilhado. Vamos fazer um filme de cada vez. Cada filme é sua própria entidade e tem sua própria equação”, declarou o executivo, que concluiu o assunto com a seguinte observação: “Se você tivesse que definir a abordagem, ela sempre terá a ver com os diretores”. A decisão é consequência direta do fracasso dos filmes conectados entre si, que também incluem “Batman vs Superman” (2016) e “Liga da Justiça” (2017), em contraposição ao sucesso de “Aquaman” e “Mulher-Maravilha”, que contaram histórias contidas em si mesmas. A ideia agora é que cada filme siga por um caminho próprio, sem se conectar com o que veio antes ou virá a seguir. O próximo lançamento da DC, “Shazam!”, vai refletir essa opção, assim como o filme do “Coringa”, passado nos anos 1980, mas não está claro se “Aves de Rapina” será capaz de ignorar o universo da editora, já que a Arlequina vivida por Margot Robbie apareceu anteriormente em “Esquadrão Suicida” (2017).

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    Arrow vai lançar o grupo de heroínas Aves de Rapina antes do filme da Warner

    21 de janeiro de 2019 /

    A série “Arrow” vai introduzir a sua versão do grupo de heroínas Aves de Rapina antes da estreia do filme da Warner. A revelação foi feita pela produtora Beth Schwartz, em entrevista ao TVLine. “Nós estamos trabalhando em um episódio inspirado em Aves de Rapina, em que Laurel está envolvida”, ela contou, referindo-se à Laurel Lance (Katie Cassidy), a Canário Negro original. Canário Negro também faz parte da versão cinematográfica das Aves de Rapina. Mas, ao contrário dos quadrinhos da DC e da série “Arrow”, não aparecerá loira nos cinemas e sim interpretada por uma atriz negra: Jurnee Smollett-Bell (de “True Blood”). A mudança racial acaba rendendo um clichê, já que será mais uma personagem com o nome Black, em inglês, com intérprete negro – como Pantera Negra e Raio Negro. No filme, ela será acompanhada por Arlequina (Margot Robbie, reprisando seu papel de “Esquadrão Suicida”), Caçadora (Mary Elizabeth Winstead, de “Rua Cloverfield, 10”), a adolescente Cassandra Cain (Ella Jay Basco, vista na série “Teachers”) e a policial Renee Montoya (Rosie Perez, de “O Conselheiro do Crime”). A estreia está marcada para fevereiro de 2020. Já a formação das Aves de Rapina na série não foi divulgada, mas é possível que Dinah Drake (Juliana Harkavy), a nova Canário Negro, e Felicity Smoak (Emily Bett Rickards), a Sentinela, sejam duas delas. “Arrow” também já teve episódios (bem antigos) com a Caçadora, vivida por Jessica De Gouw. Vale lembrar, ainda, que as “Aves de Rapina” já tiveram sua própria série, que durou uma temporada em 2002, juntando Batgirl/Oráculo (Dina Meyer), Caçadora (Ashley Scott), Canário Negro (Rachel Skarsten) e até a Arlequina (Mia Sara). Ironicamente, foi exibida com o título de “Mulher-Gato” no Brasil. E, não, a Mulher-Gato não fazia parte da série. “Arrow” encerra seu hiato de fim de ano nesta segunda (21/1) nos EUA. A série faz parte da programação do canal pago Warner no Brasil.

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    Shazam! ganha novo vídeo com muitas cenas inéditas e promessa de não ser um filme sério

    20 de janeiro de 2019 /

    A Warner divulgou um novo comercial de “Shazam!”, filme de super-herói da DC Comics, repleto de cenas inéditas. Mas o mais curioso é o fato de o vídeo afirmar com todas as letras – e ainda por cima maiúsculas – , que o lançamento “não é tão sério”, numa referência ao tom geralmente associado às produções da DC. O filme deve mesmo ser o mais cômico dos personagens da editora, mostrando que o trauma de “Lanterna Verde” (2011) finalmente foi superado. Reza a lenda que, na época do fracasso do super-herói vivido por Ryan Reynolds, um memorando do presidente da Warner tinha proibido piadinhas em filmes de super-heróis, originando assim a fama das adaptações da DC como super-sombrias. Claro que isso também virou piadinha dos novos filmes de super-heróis estrelados por Ryan Reynolds (“Deadpool”). “Shazam!” vai adaptar a versão mais recente dos quadrinhos do herói que lhe dá título – e que foi criado nos anos 1940 como Capitão Marvel. Após longa evolução, duas brigas diferentes por direitos autorais e vários reboots, ele ganhou uma nova versão em 2012 (nos “Novos 52”), que mudou praticamente tudo o que se sabia sobre ele. O recente reboot preserva, pelo menos, a premissa básica do herói, que não passa de um menino franzino chamado Billy Batson (vivido por Asher Angel, da série “Andi Mack”) com a capacidade de virar um super-herói adulto e fortão (Zachary Levi, da série “Chuck”) ao pronunciar a palavra mágica “Shazam!”. Com direção de David F. Sandberg (“Annabelle 2: A Criação do Mal”), “Shazam!” será o próximo filme da DC Comics a chegar nos cinemas após o fenômeno de “Aquaman”. A estreia está marcada para 4 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Série

    150º episódio de Arrow terá estrutura de documentário

    20 de janeiro de 2019 /

    A rede CW anunciou que a exibição do 150º episódio de “Arrow” será marcado por uma abordagem especial, resultando numa estrutura completamente diferente da que os espectadores estão acostumados. Intitulado “Emerald Archer” (Arqueiro Esmeralda, em tradução literal), o capítulo terá como fio condutor uma equipe de reportagem, que consegue autorização da polícia de Star City para acompanhar o dia-a-dia de Oliver Queen (Stephen Amell) como vigilante a serviço da lei. Conforme mostrou o final da primeira parte da 7ª temporada, Oliver Queen deixou a prisão e passou a atuar como consultor e auxiliar da polícia de Star City. O episódio terá estrutura de documentário, contando com entrevistas e até mesmo narração, fornecida pelo ator Kelsey Grammer (“Frasier”). Mas o conteúdo pode não ser muito lisonjeiro, já que o título da reportagem é “The Hood and the Rise of Vigilantism” (O Capuz e a Ascensão do Vigilantismo). “Emerald Archer” será exibido em 4 de fevereiro nos Estados Unidos, como o 12º capítulo da 7ª temporada. Ou, mais exatamente, o terceiro episódio após o retorno da série à programação da CW (que acontece nesta segunda, 21/1). “Arrow” é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.

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