PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Procurar

Páginas

  • #336835 (sem título)
  • Anuncie na Pipoca Moderna
  • Política de Privacidade e Proteção de Dados – Pipoca Moderna
  • Termos de Serviço

Arquivos

  • setembro 2026
  • agosto 2026
  • julho 2026
  • junho 2026
  • maio 2026
  • abril 2026
  • março 2026
  • fevereiro 2026
  • janeiro 2026
  • dezembro 2025
  • novembro 2025
  • outubro 2025
  • setembro 2025
  • agosto 2025
  • julho 2025
  • junho 2025
  • maio 2025
  • abril 2025
  • março 2025
  • fevereiro 2025
  • janeiro 2025
  • dezembro 2024
  • novembro 2024
  • outubro 2024
  • setembro 2024
  • agosto 2024
  • julho 2024
  • junho 2024
  • maio 2024
  • abril 2024
  • março 2024
  • fevereiro 2024
  • janeiro 2024
  • dezembro 2023
  • novembro 2023
  • outubro 2023
  • setembro 2023
  • agosto 2023
  • julho 2023
  • junho 2023
  • maio 2023
  • abril 2023
  • março 2023
  • fevereiro 2023
  • janeiro 2023
  • dezembro 2022
  • novembro 2022
  • outubro 2022
  • setembro 2022
  • agosto 2022
  • julho 2022
  • junho 2022
  • maio 2022
  • abril 2022
  • março 2022
  • fevereiro 2022
  • janeiro 2022
  • dezembro 2021
  • novembro 2021
  • outubro 2021
  • setembro 2021
  • agosto 2021
  • julho 2021
  • junho 2021
  • maio 2021
  • abril 2021
  • março 2021
  • fevereiro 2021
  • janeiro 2021
  • dezembro 2020
  • novembro 2020
  • outubro 2020
  • setembro 2020
  • agosto 2020
  • julho 2020
  • junho 2020
  • maio 2020
  • abril 2020
  • março 2020
  • fevereiro 2020
  • janeiro 2020
  • dezembro 2019
  • novembro 2019
  • outubro 2019
  • setembro 2019
  • agosto 2019
  • julho 2019
  • junho 2019
  • maio 2019
  • abril 2019
  • março 2019
  • fevereiro 2019
  • janeiro 2019
  • dezembro 2018
  • novembro 2018
  • outubro 2018
  • setembro 2018
  • agosto 2018
  • julho 2018
  • junho 2018
  • maio 2018
  • abril 2018
  • março 2018
  • fevereiro 2018
  • janeiro 2018
  • dezembro 2017
  • novembro 2017
  • outubro 2017
  • setembro 2017
  • agosto 2017
  • julho 2017
  • junho 2017
  • maio 2017
  • abril 2017
  • março 2017
  • fevereiro 2017
  • janeiro 2017
  • dezembro 2016
  • novembro 2016
  • outubro 2016
  • setembro 2016
  • agosto 2016
  • julho 2016
  • junho 2016
  • maio 2016
  • abril 2016
  • março 2016
  • fevereiro 2016
  • janeiro 2016
  • dezembro 2015
  • novembro 2015
  • abril 2013
  • fevereiro 2011
  • Filme

    Margot Robbie e roteirista de Aves de Rapina farão novo Piratas do Caribe

    26 de junho de 2020 /

    A atriz Margot Robbie e a roteirista Christina Hodson, que trabalharam juntos em “Aves de Rapina”, vão voltar a colaborar num novo filme da franquia “Piratas do Caribe”. Segundo apurou o site The Hollywood Reporter, o novo filme não será a sexta aventura de Jack Sparrow, o personagem de Johnny Depp, mas outra história passada naquele universo com personagens novos. Este filme também não tem relação com os planos de relançar a franquia, que estão sendo tocados pelo roteirista original de “Piratas do Caribe”, Ted Elliott, em parceria com o criador de “Chernobyl”, Craig Mazin. Mas os dois projetos compartilham o mesmo produtor: Jerry Bruckheimer, responsável por todos os filmes de “Piratas”. Uma das sagas cinematográficas mais lucrativas de todos os tempos, os cinco filmes lançados pela Disney arrecadaram mais de US$ 4,5 bilhões em todo o mundo. Mas os mais recentes faturaram menos que a trilogia original. O último, “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”, rendeu só US$ 795 milhões, reforçando os planos do estúdio de relançar a franquia com novos personagens. Christina Hodson também trabalha atualmente nos roteiros de mais dois filmes de super-heróis da DC Comics, “The Flash” e “Batgirl”, enquanto Margot Robbie será vista a seguir em “O Esquadrão Suicida”, em que voltará a viver a personagem de quadrinhos Arlequina.

    Leia mais
  • Etc

    The Last of Us: Part 2 encanta crítica e desperta ódio de gamers homofóbicos

    21 de junho de 2020 /

    O aguardado lançamento do game “The Last of Us: Part 2” na sexta passada (19/6) encantou a crítica, mas também demonstrou mais uma vez o lado negro da força do universo geek. O jogo atingiu 95% de aprovação na média das avaliações críticas consideradas pelo site Metacritic. Mas apenas nota 3,7 (de 10) entre o público no mesmo site. No IMDb, a nota ficou em 5,3. O resultado da suposta decepção do público é fruto de uma campanha de um grupo pequeno mas ruidoso nas redes sociais, que usa robôs para manipular as votações. A tática é tão descarada que Neil Druckmann, criador do game, chegou a ironizar no Twitter: “Nossa… em poucas horas de lançamento já temos quase o dobro do número de críticas de usuários obtido pelo primeiro jogo… em sete anos! Adoro essa paixão!”. A mesma tática foi usada anteriormente e por motivos similares contra os filmes “Pantera Negra”, “Capitã Marvel” e a recente trilogia “Star Wars”, todas produções da Disney que se tornaram blockbusters, demonstrando quão minoritários são os descontentes. O motivo do descontentamento é o fato de “The Last of Us: Part 2” não ser conservador. Gamers homofóbicos odiaram o fato de a protagonista Ellie ter se tornado uma lésbica assumida, envolver-se com uma mulher e enfrentar outra, que é “puro músculo, um caminhão”, nas palavras da roteirista do game, Halley Gross. Para completar, a trama também inclui um personagem trans em fuga de uma seita de fanáticos religiosos e a presença de muitas mulheres boas de briga em posições de comando. Nas redes sociais, os reacionários apelidaram o jogo de “the lesbian of us”, dizendo que ele é fruto de “ideologia de gênero”, denominação da extrema direita para qualquer visão de visão de mundo fora da heteronormatividade. O jogo é a continuação do premiado “The Last of Us”, de 2013, que liderou diversas listas de melhores games da década, e que recentemente teve sua adaptação para o formato de série anunciada pelo canal pago HBO. A série será escrita e dirigida pelos criadores de “Chernobyl”, o roteirista Craig Mazin e o diretor Johan Renck, que trabalharão com o autor do game, Neil Druckmann. A trama começa cinco anos após a dupla Joel e Ellie iniciar sua jornada pelo que restou dos Estados Unidos, agora destruído por uma pandemia causada por um fungo zumbi. Se no primeiro game o foco era na relação quase de pai e filha entre os dois protagonistas, em “The Last of Us Part 2” Ellie já tem 19 anos e deixa claro que é sexualmente ativa – com outras mulheres. Enquanto as críticas da imprensa usam adjetivos como “perfeito”, “cinematográfico” e “excelente” – o jornal The Guardian achou o game “inovador e poderoso”, enquanto o Washington Post o chamou de “um dos melhores videogames já criados” – , as resenhas dos “fãs” se resumem a repetir que “lésbicas no apocalipse f****** a saga”. Em meio à polêmica, a intérprete de Ellie (via captura de movimentos), a atriz Ashley Johnson, disse que se sentia “incrivelmente orgulhosa de interpretar essa personagem”, numa reportagem feita pela BBC. “Eu amo Ellie e acho muito importante que as pessoas vejam personagens como ela nos videogames. Ter uma jovem líder feminina que é gay faz com que o jogo pareça mais real”, ela apontou. Disse mais: “Eu acho que é essencial ter representação feminina e LGBTQIA+ em todas as mídias, precisamos disso em todos os formatos. As coisas estão começando a mudar lentamente, mas adoraria chegar logo a um ponto no entretenimento em que isso não seja mais considerado algo ousado”. Na mesma reportagem, Neil Druckmann afirmou que sua produtora, Naughty Dog, está numa situação confortável, graças a uma série de sucessos comerciais que lhes “permite arriscar”. “Se ‘The Last of Us: Part 2″ for bem sucedido, e alguém quiser fazer um novo game com um elenco semelhante, pelo menos as equipes de marketing poderão olhar e ver: ‘Bem, isso funcionou’, então o medo [de preconceituosos] deixará de ser entrave para que possamos refletir mais as pessoas à nossa volta”. Veja o impressionante trailer legendado do game abaixo.

    Leia mais
  • Série

    Criador e diretor de Chernobyl voltarão a se juntar na adaptação do game The Last of Us

    7 de junho de 2020 /

    O criador e o diretor de “Chernobyl” vão voltar a trabalhar juntos numa série da HBO: na atração baseada no game “The Last of Us”. Johan Renck, que comandou todos os capítulos de “Chernobyl”, vai dirigir “pelo menos” o episódio piloto da adaptação, que será escrito por Craig Mazin, o roteirista da minissérie sobre o acidente nuclear dos anos 1980. Ambos venceram o Emmy pela primeira parceria. Além de dirigir, Renck também será produtor-executivo da série, ao lado de Mazin e Neil Druckmann, que concebeu o game de 2013 e também sua sequência, prevista para 19 de junho no PlayStation 4. A trama vai adaptar a premissa original de Druckmann, que é similar às histórias tradicionais de apocalipse zumbi. Ao longo da trama, os espectadores poderão acompanhar a fascinante história de sobrevivência de Joel, convencido a transportar a menina Ellie, que pode representar uma chance de cura para uma praga apocalíptica, numa jornada brutal e comovente. A série será a primeira produção televisiva a ostentar a marca PlayStation, que vai virar uma produtora independente de conteúdo do conglomerado Sony. Ainda não há previsão de estreia.

    Leia mais
  • Série

    Criador de Chernobyl vai transformar game The Last of Us em série da HBO

    5 de março de 2020 /

    “The Last of Us”, um dos games mais populares e premiados dos últimos anos, vai virar série. O canal pago HBO oficializou o começo da produção, que inevitavelmente vai gerar comparações com “The Walking Dead”, já que ambas as tramas acompanham sobreviventes de um apocalipse zumbi – mutantes, no caso do game. Mas há diferenças sensíveis de qualidade nos bastidores da nova adaptação. Quem está por trás do projeto de “The Last of Us” é Craig Mazin, criador da premiada minissérie “Chernobyl”, vencedora do Emmy. Ele está trabalhando ao lado do roteirista e diretor criativo do game, Neil Druckmann, para transformar a história do game numa série. Em comunicado, Mazin, que se assume fã do jogo, declarou: “Neil Druckmann é, sem dúvida, o melhor contador de histórias que trabalha no mundo videogame, e ‘The Last of Us’ é sua magnum opus. Ter a chance de adaptar esse trabalho de tirar o fôlego é meu sonho há anos e estou muito honrado em fazer isso em parceria com Neil”. “Desde a primeira vez que me sentei para conversar com Craig, fiquei igualmente impressionado com sua abordagem narrativa, seu amor e profunda compreensão de ‘The Last of Us'”, acrescentou Druckmann no anúncio. “Com ‘Chernobyl’, Craig e HBO criaram uma obra-prima tensa, angustiante e emocional. Eu não conseguia pensar em parceiros melhores para dar vida à história de ‘The Last of Us’ como série de televisão”, completou. A trama vai adaptar os eventos do jogo original de 2013, com a possibilidade de adicionar alguns detalhes que serão vistos na próxima sequência do jogo, “The Last of Us Part II”, que chega às lojas em 29 de maio de 2020. Na história de Neil Druckmann, os jogadores acompanhavam a fascinante história de sobrevivência de Joel, convencido a transportar a menina Ellie, que podia representar uma chance de cura para a praga apocalíptica, numa jornada brutal e comovente. A série será a primeira produção televisiva a ostentar a marca PlayStation, que vai virar uma produtora independente de conteúdo do conglomerado Sony. Veja abaixo dois trailers nacionais e um clipe musical do primeiro game da franquia para ter ideia do que esperar da série.

    Leia mais
  • Filme

    Disney contrata autor de Chernobyl para escrever novo Piratas do Caribe

    25 de outubro de 2019 /

    A Disney quer relançar a franquia “Piratas do Caribe” nos cinemas. Para isso, contratou Ted Elliott, um dos autores da história original de 2003, e Craig Mazin, criador da premiada minissérie “Chernobyl”, para desenvolver uma nova aventura da franquia. O estúdio planeja um reboot sem Johnny Depp desde o final de 2018, quando contratou os roteiristas de “Deadpool”, Rhett Reese e Paul Wernick, para escrever um roteiro projetado para “dar um chute” na franquia. Mas Reese e Wernick acabaram saindo do projeto para se concentrar em “Zumbilândia 2”, e a produção estava “a ver navios” desde então. Embora o assunto não seja abordado abertamente, a reputação de Johnny Depp virou um problema, que teria levado a Disney a repensar a franquia. Acusações de violência doméstica de sua ex-mulher, Amber Heard, briga com o ex-empresário que expôs sua fama de perdulário e beberrão e a agressão a um profissional num set de filmagem acabaram com o perfil de astro de filmes infantis que Depp cultivou. Isso sem contar os problemas criados nos bastidores de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”, supostamente feito com Depp bêbado e brigando com a esposa. A contratação de Elliott e Mazin mostra que a Disney quer encontrar uma forma de prosseguir com “Piratas do Caribe” sem o intérprete de Jack Sparrow. Elliott conhece bem a franquia, tendo escrito não apenas o original de 2003, mas os três filmes seguintes com o então parceiro Terry Rossio. E Mazin é um escritor de comédias de sucesso (franquias “Todo Mundo em Pânico” e “Se Beber, Não Case”) e fantasias meia-bocas (“O Caçador e a Rainha do Gelo”), que se reinventou como roteirista dramático com o sucesso premiado de “Chernobyl”. A contratação de Mazin, por sinal, deixa claro que Depp não é o único escanteado na franquia. Terry Rossio, co-autor dos personagens originais, não entrou nos planos da Disney após reclamar publicamente da Disney por conta do lançamento de “Aladdin”, que refilmou o roteiro original que ele escreveu para o desenho animado sem lhe dar créditos ou dinheiro algum.

    Leia mais
  • Filme

    Criador da série da HBO pede para turistas respeitarem Chernobyl

    12 de junho de 2019 /

    O roteirista e produtor Craig Mazin, criador de “Chernobyl”, decidiu se manifestar sobre a onda turística deflagrada na Zona de Exclusão de Chernobyl após o sucesso da minissérie. Ele postou um recado no Twitter para os turistas interessados pelo local do acidente nuclear. “É maravilhoso que ‘Chernobyl’ tenha inspirado uma onda de turismo para a Zona de Exclusão. Vi as fotos por aí. Se você visitar, lembre-se que uma terrível tragédia ocorreu por lá. Comportem-se com respeito por todos os que sofreram e se sacrificaram”, escreveu. Boa parte das visitas ocorreram na cidade de Pripyat, na Ucrânia, vizinha à fábrica, que viu seu turismo aumentar em até 40% desde que a série entrou no ar. A cidade abriu para o turismo apenas em 2011, quando seu nível de radiação foi considerado suportável, e só pode ser acessada por meio de uma excursão licenciada. Mas muitos visitantes tem postado fotos inapropriadas nas redes sociais, até ensaios sensuais no cenário devastado. Uma garota que posou de topless em Pripyat chegou a receber diversos comentários raivosos. “Seu próximo ensaio será em Auschwitz? O que está errado com você?”, escreveu uma pessoa, citando um campo de concentração nazista em que milhares de judeus foram assassinados. Também há muitos turistas que acham divertido fazer fotos com cara de “desesperado” na cidade. Quem vai lá se divertir, entretanto, esquece que o local continua, até hoje, contaminado com radiação do desastre e ela deve perdurar por mais algumas décadas. It's wonderful that #ChernobylHBO has inspired a wave of tourism to the Zone of Exclusion. But yes, I've seen the photos going around. If you visit, please remember that a terrible tragedy occurred there. Comport yourselves with respect for all who suffered and sacrificed. — Craig Mazin (@clmazin) June 11, 2019 Ver essa foto no Instagram It was a truly a fool’s errand to visit the Nuclear Exclusion Zone around Pripyat, but it was even better with another fool. ☢️ ? @ballancio Uma publicação compartilhada por Ken Fager (@kenfager) em 10 de Jun, 2019 às 1:50 PDT Ver essa foto no Instagram Do it for the ‘gram, even if that means travelling to a nuclear waste land. #struglinginfluencer Uma publicação compartilhada por Stuggling Influencer (@struggling_influencer) em 11 de Jun, 2019 às 8:23 PDT

    Leia mais
  • Série

    Criador de Chernobyl confirma que história não tem “2ª temporada”

    5 de junho de 2019 /

    Como é de conhecimento público, a série mais comentada do momento, “Chernobyl”, é baseada numa história real. O desastre nuclear aconteceu de verdade em 1986. E o que aconteceu está inteiramente narrado na minissérie de cinco episódios do canal pago HBO, cujo final vai ao ar na sexta-feira (7/6) no Brasil. Mesmo assim, alguns sites plantaram a notícia de que a HBO estaria planejando uma 2ª temporada. Por conta disso, o criador da série, Craig Mazin (que escreveu o filme “O Caçador e a Rainha do Gelo”), revolveu esclarecer no Twitter: “Com todo respeito ao Decider, mas a resposta definitiva para a manchete que pergunta ‘Chernobyl terá uma 2ª temporada?’ é ‘Não'”, escreveu Craig. Com 95% de aprovação no site Rotten Tomatoes, a minissérie tem só cinco episódios mesmo. Todos escritos por Mazin e dirigidos pelo sueco Johan Renck, que assinou os últimos clipes de David Bowie, além de séries como “The Last Panthers”, “Bloodline”, “Vikings” e “Breaking Bad”. All due respect to Decider, but the definitive answer to the headline's question "Will There Be A Season 2 of Chernobyl?" is "No." https://t.co/6johLHT0s5 — Craig Mazin (@clmazin) June 5, 2019

    Leia mais
  • Etc,  Série

    Série Chernobyl aumenta turismo na região afetada pelo desastre nuclear

    4 de junho de 2019 /

    O sucesso da minissérie “Chernobyl” na HBO disparou o interesse mundial pela região afetada pelo pior acidente nuclear da história, quase dobrando o número de turistas que querem ver a usina e a cidade abandonada ao seu redor. Segundo a Reuters, uma agência de turismo que faz viagens para Chernobyl relatou um aumento de 40% nas reservas desde que a série estreou em maio com ótimas críticas. As excursões com guias em inglês normalmente custam cerca de US$ 100 por pessoa. Abril marcou o 33º aniversário do desastre, causado por um teste de segurança mal-sucedido no quarto reator da usina atômica, que lançou nuvens de material nuclear sobre boa parte da Europa em 1986. A área ao redor da usina preserva até hoje o clima de terra arrasada pós-apocalíptica, na qual a vegetação brota em edifícios sem janelas, abandonados e repletos de lixo. Na cidade de Pripyat, que já abrigou 50 mil pessoas, a maioria funcionários da usina, um parque de diversões traz a imagem mais emblemática da devastação: uma roda gigante que nunca chegou a funcionar – ela deveria ter sido inaugurada no feriado de 1º de maio. Considerada uma das piores catástrofes causadas pelo homem na História, a tragédia poderia ter sido muito pior, se não fosse pelo sacrifício de alguns homens e mulheres valentes, que deram as próprias vidas para salvar a Europa de um desastre inimaginável. Com 95% de aprovação no site Rotten Tomatoes, a minissérie foi uma criação do roteirista Craig Mazin (“O Caçador e a Rainha do Gelo”) e trouxe em seu elenco Jared Harris (série “The Crown”), Emily Watson (“Cavalo de Guerra”), Stellan Skarsgard (“Thor”), Jessie Buckley (“Guerra e Paz”), Ralph Ineson (“A Bruxa”), Fares Fares (“Westworld”), Billy Postlethwaite (“Tomb Raider: A Origem”), Caoilfhionn Dunne (“Britannia”), Robert Emms (“Jurassic World: Reino Ameaçado”) e Michael Socha (“Papillon”). Todos os cinco episódios da minissérie foram dirigidos pelo sueco Johan Renck, que assinou os últimos clipes de David Bowie, além de séries como “The Last Panthers”, “Bloodline”, “Vikings” e “Breaking Bad”. O último episódio foi ao ar na noite de segunda-feira (3/5) nos Estados Unidos e será exibido na próxima sexta (7/5), às 21h, na HBO Brasil.

    Leia mais
  • Série

    Chernobyl: Minissérie sobre o desastre nuclear de 1986 ganha primeiro teaser e data de estreia

    16 de março de 2019 /

    O canal pago HBO divulgou o primeiro teaser de “Chernobyl”, que revela cenas e a data de estreia da minissérie grandiosa sobre o desastre nuclear de 1986. A atração terá cinco episódios e é descrita como um “conto de mentiras e covardice, de coragem e convicção, de falha humana e nobreza humana”, que irá analisar de perto como e por que o desastre nuclear aconteceu, além dos heróis que lutaram e morreram naquele momento. O acidente nuclear de Chernobyl é considerada uma das piores catástrofes causadas pelo homem na História, mas poderia ter sido muito pior, se não fosse pelo sacrifício de alguns homens e mulheres valentes, que deram as próprias vidas para salvar a Europa de um desastre inimaginável. A série é uma criação do roteirista Craig Mazin (“O Caçador e a Rainha do Gelo”) e inclui em seu elenco Jared Harris (série “The Crown”), Emily Watson (“Cavalo de Guerra”), Stellan Skarsgard (“Thor”), Jessie Buckley (“Guerra e Paz”), Ralph Ineson (“A Bruxa”), Fares Fares (“Westworld”), Billy Postlethwaite (“Tomb Raider: A Origem”), Caoilfhionn Dunne (“Britannia”), Robert Emms (“Jurassic World: Reino Ameaçado”) e Michael Socha (“Papillon”). A prévia é narrada por Harris, que vive o cientista encarregado pelo Kremlin de investigar o acidente. Todos os cinco episódios da minissérie tem direção do sueco Johan Renck, que dirigiu os últimos clipes de David Bowie, além de séries como “The Last Panthers”, “Bloodline”, “Vikings” e “Breaking Bad”. O projeto é uma coprodução e marcará a segunda parceria entre os canais HBO e Sky, após o sucesso de “The Young Pope”, que foi renovada para uma 2ª temporada. “Chernobyl” estreia em 6 de maio.

    Leia mais
  • Filme

    Adaptação dos quadrinhos de Cowboy Ninja Viking sai do calendário da Universal

    9 de agosto de 2018 /

    A Universal Pictures retirou “Cowboy Ninja Viking” de seu calendário de lançamentos. Segundo apurou a revista Variety, o estúdio deve marcar uma nova data para a estreia da adaptação de quadrinhos estrelada por Chris Pratt (“Guardiões da Galáxia”), após resolver problemas de roteiro. A publicação afirma que a Universal não quis apressar a produção para manter o lançamento, previsto anteriormente para 28 de junho de 2019. Este não é o primeiro adiamento sofrido pelo projeto, que está em desenvolvimento há sete anos. Por conta disso, a produção já perdeu três diretores – Marc Forster (“Guerra Mundial Z”) e a dupla David Leitch e Chad Stahelski (“De Volta ao Jogo”) tiveram negociações com o estúdio para filmar os quadrinhos. Com a demora da definição, cada um deles foi filmar outras produções. O projeto já esteve com o estúdio Disney, onde o roteiro de Paul Wernick e Rhett Reese (ambos de “Deadpool”) foi descartado por ser considerado violento demais. Agora, na Universal, a história é assinada por Craig Mazin (de “O Caçador e a Rainha do Gelo”). Na trama dos quadrinhos de AJ Lieberman e Riley Rossmo, o protagonista, chamado de Duncan, é um jovem que sofre de transtorno de múltipla personalidade e, graças a uma experiência secreta do governo, se torna um soldado com habilidades de… cowboy, ninja e viking. Mas cada vez que acessa uma dessas habilidades, ele manifesta uma personalidade diferente. Além de Chris Pratt, a atriz Priyanka Chopra (da série “Quantico”) também foi confirmada no elenco. E a direção está a cargo de Michelle MacLaren, que comandou episódios de algumas das séries mais premiadas dos últimos anos, como “Breaking Bad” e “Game of Thrones”. Além deste projeto, a diretora também está envolvida com a adaptação do romance “The Nightingale”, de Kristin Hannah, passada na 2ª Guerra Mundial. Um dos dois filmes será sua estreia no cinema.

    Leia mais
  • Série

    Desastre de Chernobyl vai virar minissérie com Jared Harris, Emily Watson e Stellan Skarsgard

    19 de março de 2018 /

    Os canais pagos HBO e Sky se juntaram para produzir uma minissérie grandiosa sobre o desastre nuclear de Chernobyl, em 1986. Intitulada “Chernobyl”, a atração terá cinco episódios e é descrita como um “conto de mentiras e covardice, de coragem e convicção, de falha humana e nobreza humana”, que irá analisar de perto como e por que o desastre nuclear aconteceu, bem como os heróis que lutaram e morreram naquele momento. O acidente nuclear de Chernobyl é considerada uma das piores catástrofes causadas pelo homem na História, mas poderia ter sido muito pior, se não fosse pelo sacrifício de alguns homens e mulheres valentes, que deram as próprias vidas para salvar a Europa de um desastre inimaginável. A série é uma criação do roteirista Craig Mazin (“O Caçador e a Rainha do Gelo”) e já definiu três atores em seu elenco: Jared Harris (série “The Crown”), Emily Watson (“Cavalo de Guerra”) e Stellan Skarsgard (“Thor”). Watson desempenhará o papel de uma física nuclear soviética, Skarsgard será um burocrata do Ministério da Energia e Harris viverá o cientista encarregado de investigar o acidente pelo Kremlin. As gravações representarão um reencontro para Watson e Skarsgard, que trabalharam juntos anteriormente em “Ondas do Destino” (1996), de Lars von Trier, pelo qual a atriz foi indicada ao Oscar. Todos os cinco episódios da minissérie terão direção do sueco Johan Renck, que dirigiu os últimos clipes de David Bowie, além de séries como “The Last Panthers”, “Bloodline”, “Vikings” e “Breaking Bad”. O projeto marcará a segunda parceria entre os canais HBO e Sky, após o sucesso de “The Young Pope”, que foi renovada para uma 2ª temporada. “Chernobyl” ainda não tem previsão de estreia.

    Leia mais
  • Filme

    Diretora de Breaking Bad e Game of Thrones vai filmar os quadrinhos de Cowboy Ninja Viking

    31 de janeiro de 2018 /

    A diretora Michelle MacLaren, que comandou episódios de algumas das séries mais premiadas dos últimos anos, como “Breaking Bad” e “Game of Thrones”, fechou com a Universal Pictures para dirigir a adaptação dos quadrinhos “Cowboy Ninja Viking”. O projeto está em desenvolvimento há sete anos e já teve Marc Forster (“Guerra Mundial Z”) e a dupla David Leitch e Chad Stahelski (“De Volta ao Jogo”) à frente das negociações. Com a demora da definição, cada um deles foi filmar outras produções. O filme será estrelado por Chris Pratt (“Guardiões da Galáxia”) e ainda tem todo o resto do elenco para definir. Criados por AJ Lieberman e Riley Rossmo, os quadrinhos acompanham Duncan, um jovem que sofre de transtorno de múltipla personalidade e, graças a uma experiência secreta do governo, se torna um soldado com habilidades de… cowboy, ninja e viking. Mas cada vez que acessa uma dessas habilidades, ele manifesta uma personalidade diferente. O projeto já esteve com o estúdio Disney, onde o roteiro de Paul Wernick e Rhett Reese (ambos de “Deadpool”) foi descartado por ser considerado violento demais. Agora, na Universal, a história é assinada por Craig Mazin (de “O Caçador e a Rainha do Gelo”). MacLaren também está envolvida com a adaptação do romance “The Nightingale”, de Kristin Hannah, passada na 2ª Guerra Mundial. Um dos dois filmes será sua estreia no cinema.

    Leia mais
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie