xXx: Pôsteres do filme de ação estrelado por Vin Diesel destacam personagem de Neymar
A Paramount divulgou uma coleção de pôsteres nacionais de “xXx: Reativado”, thriller de ação que marca a volta da franquia “Triplo X”. Os cartazes identificam cada um dos personagens e seus intérpretes. E entre eles está ninguém menos que Neymar Jr. O jogador da seleção brasileira de futebol é o único que aparece sem identificação de personagem no cartaz, sugerindo que ele interpretará a si mesmo. Sua participação, por sinal, é pequena e já pôde ser vislumbrada no primeiro trailer divulgado. O filme vai reunir o personagem Xander Cage, que Vin Diesel viveu em 2002, com uma nova geração de agentes, escolhidos entre atletas radicais do mundo inteiro. Além de Diesel, “xXx: Reativado” também trará de volta Samuel L. Jackson (“Os Oito Odiados”), para viver pela terceira vez o agente Augustus Eugene Gibbons, e um elenco internacional, formado pela búlgara Nina Dobrev (série “The Vampire Diaries”), as australianas Ruby Rose (série “Orange Is the New Black”) e Toni Collette (“Uma Longa Queda”), o chinês Donnie Yen (“O Grande Mestre”), o tailandês Tony Jaa (“Velozes & Furiosos 7”), a indiana Deepika Padukone (“Piku”), o lutador inglês de MMA Michael Bisping (“Anomalia: Corrida Contra a Vida”), o escocês Rory McCann (série “Game of Thrones”), o cantor chinês Kris Wu (“Mermaid”) e o astro de reggaeton Nicky Jam, que como Neymar fará sua estreia no cinema. O filme tem direção de D.J. Caruso (“Eu Sou o Número Quatro”), roteiro de Chad St. John (“Invasão à Londres”) e F. Scott Frazier (“Códigos de Defesa”), e estreia em 19 de janeiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Fracasso nas bilheterias cancela planos de terceiro filme das Tartarugas Ninja
O reboot de “As Tartarugas Ninja” não deu certo. Com uma bilheteria mundial de US$ 245 milhões, metade da arrecadação do primeiro filme, o fracasso de “As Tartarugas Ninja – Fora das Sombras” encerrou a nova encarnação da franquia nos cinemas. O próprio produtor dos filmes, Andrew Form, afirmou ter desistido de rodar um terceiro longa, em entrevista ao site Collider. “Não acho que haverá ‘As Tartarugas Ninja 3’, mas não posso dizer que nunca veremos filmes destes personagens novamente”, ele disse, já imaginando a possibilidade de revisitar os quelônios mutantes em uma próxima década. Segundo Form, a baixa bilheteria foi uma surpresa. “Certamente ficamos surpresos com os resultados do segundo filme. Amamos fazê-lo. Desde nosso primeiro teaser, nos sentimos bem com o material e, por algum motivo, ele não achou o público que o primeiro filme encontrou. Tentamos entender o que aconteceu, e não sabemos indicar um motivo. Realmente não sabemos”, assumiu o produtor. “Nós queríamos fazer um filme colorido, divertido, e acrescentar todos estes personagens com os quais as pessoas cresceram – trazer o desenho à vida. Nós achamos que o (diretor) Dave Green executou isso perfeitamente e fez um ótimo filme. Nós fixamos um objetivo e o cumprimos. Mas o filme não achou seu público”, completou. “Você não pode acrescentar alguns caras e esperar que o filme pareça novo. É uma continuação. É preciso dar ao público algo realmente novo. Talvez adicionar personagens do cânone não tenha sido o bastante”, conclui o produtor. Se continuar pensando, talvez ele se torne o primeiro executivo de Hollywood a perceber que um roteiro ruim resulta num filme ruim. Simples assim.
Bilheterias: Inferno tem a pior estreia da franquia iniciada por O Código Da Vinci nos EUA
A estreia de “Inferno”, que no Brasil foi batizado de “Inferno – O Filme”, nem precisou do título nacional idiota para passar ridículo nos EUA. Terceiro filme (mas o único “O Filme”) da franquia iniciada por “O Código Da Vinci” (2006) e “Anjos & Demônios” (2009), seu lançamento apenas confirmou as previsões apocalíticas do mercado. Com uma arrecadação pífia de US$ 15 milhões, mal conseguiu abrir em 2º lugar. E nem incomodou a liderança nas bilheterias da comédia “Boo! A Madea Halloween”, enésima produção em que Tyler Perry se veste de mulher para viver Madea – a Dona Hermínia americana. Em duas semanas no 1º lugar, o Halloween de Madea já rendeu US$ 52 milhões, mas, como os filmes anteriores, não deve ser lançado no Brasil – nem em outros países de parque exibidor relevante. “Inferno”, por outro lado, esquentou sua abertura com o mercado internacional, onde faturou mais de US$ 100 milhões. É uma compensação relativa por ter sido a pior abertura das adaptações de Dan Brown. Vale lembrar que “O Código da Vinci” foi um blockbuster, que abriu com US$ 77 milhões apenas nos EUA, enquanto “Anjos & Demônios” deu para o gasto, com uma estreia doméstica de US$ 46,2 milhões. Para piorar, o filme é o quarto fracasso seguido do diretor Ron Howard, que não emplaca uma boa bilheteria desde, justamente, “Anjos & Demônios” (2009). A crítica jogou a pá de cal na esperança da Sony de se segurar por algum tempo no Top 10 ao avaliar o lançamento como podre – apenas 20% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Os demais filmes em cartaz também confirmaram tendência de queda, apontando que suas pretensões giram em torno de recuperar seus investimentos. Com possibilidade de conseguir empatar os custos, “Jack Reacher – Sem Retorno” fechou o Top 3 com meros US$ 9,5 milhões em seu segundo fim de semana em exibição. Mas, em todo o mundo, já soma US$ 93,8 milhões. Com orçamento de US$ 60 milhões, precisaria ao menos dobrar o total já obtido para entrar no amarelo. Mais barato, “O Contador” custou US$ 44 milhões, mas vem faturamento bem menos, atingindo US$ 72 milhões em todo o mundo. Com orçamento equivalente e mais bem sucedida, “A Garota no Trem” chegou a US$ 122,4 milhões. Entretanto, nesta semana caiu fora do Top 5. De forma relevante, o maior sucesso de toda essa leva é o filme pouco incensado que fecha o Top 5. “Ouija: Origem do Mal” já faturou US$ 43,7 milhões. Pode parecer pouco, mas foi filmado por somente US$ 9 milhões. Enquanto os filmes caros da lista fazem as contas para sair do vermelho, o terror barato só contabiliza lucros. E, por mais irônico que possa parecer, até elogios da crítica. “Ouija” tem 82% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Aproveite e leia a crítica. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. Boo! A Madea Halloween Fim de semana: US$ 16,6 milhões Total EUA: US$ 52 milhões Total Mundo: US$ 52 milhões 2. Inferno – O Filme Fim de semana: US$ 15 milhões Total EUA: US$ 15 milhões Total Mundo: US$ 147,7 milhões 3. Jack Reacher: Sem Retorno Fim de semana: US$ 9,5 milhões Total EUA: US$ 39,6 milhões Total Mundo: US$ 93,8 milhões 4. O Contador Fim de semana: US$ 8,4 milhões Total EUA: US$ 61,2 milhões Total Mundo: US$ 72,1 milhões 5. Ouija: Origem do Mal Fim de semana: US$ 7 milhões Total EUA: US$ 24,6 milhões Total Mundo: US$ 43,7 milhões 6. A Garota no Trem Fim de semana: US$ 4,2 milhões Total EUA: US$ 65,9 milhões Total Mundo: US$ 122,4 milhões 7. O Lar das Crianças Peculiares Fim de semana: US$ 3,9 milhões Total EUA: US$ 79,8 milhões Total Mundo: US$ 232,5 milhões 8. Vizinhos Nada Secretos Fim de semana: US$ 3,3 milhões Total EUA: US$ 10,7 milhões Total Mundo: US$ 14 milhões 9. Cegonhas: A História Que Não Te Contaram Fim de semana: US$ 2,7 milhões Total EUA: US$ 68,2 milhões Total Mundo: US$ 153,5 milhões 10. Ae Dil Hai Mushkil Fim de semana: US$ 2,1 milhões Total EUA: US$ 2,1 milhões Total Mundo: US$ 2,1 milhões
Ouija – Origem do Mal é muito melhor que o primeiro filme
Quem diria que a continuação de um grande filme como “Invocação do Mal” (2013) resultaria em um filme tão aquém do que se espera de James Wan, e que a continuação de uma obra tão insignificante quanto “Ouija – O Jogo dos Espíritos” (2014) fosse resultar em um trabalho interessante? “Ouija – Origem do Mal” (2016) não é exatamente uma continuação, mas um prólogo, e não é necessário ver o filme anterior para entender qualquer coisa. Felizmente. Trata-se de uma história independente, que tem um parentesco muito maior com outra obra do mesmo diretor, “O Espelho” (2013), um dos mais inventivos filmes de horror desta década. Mike Flanagan, o diretor, é desses nomes que merecem atenção neste atual cenário de poucas novidades no gênero – pelo menos em comparação com a safra de mestres surgidas nas décadas de 1970 e 1980. Flanagan não traz apenas ideias novas, como faz tudo com uma elegância de tirar o chapéu. Pode até ter derrapado um pouco na conclusão do novo filme, mas ainda assim é difícil negar as qualidades da produção. A começar pelos créditos iniciais, que trazem o logo antigo da Universal, como nos anos 1960, época em que se passa a trama, e depois com o título escrito em letras grandes, como se estivéssemos vendo um filme sessentista. A reconstituição de época é apurada, com um trabalho de direção de arte e fotografia que ajuda a tornar narrativa ainda mais atraente, por mais que o enredo possa parecer, em alguns momentos, requentado ou um tanto previsível. Mas na verdade só parece. Embora haja algumas apropriações de cenas do primeiro filme, como a inevitável brincadeira de olhar pela lente do indicador do tabuleiro ouija e ver alguma coisa que provocará medo na plateia, há muitas surpresas ao longo da metragem. Flanagan sabe lidar muito bem com a expectativa, principalmente nos 2/3 iniciais do filme, que são perfeitos em sua condução narrativa e recursos de câmera que funcionam a favor da trama, como a profundidade de campo – na cena em que a garotinha vai buscar, a pedido de um espírito misterioso, uma bolsa cheia de dinheiro para sua mãe. O jogo com o medo do espectador é feito com muita eficiência, mesmo quando o filme sai do território das sutilezas para mostrar a entidade maligna ou uma expressão assustadora no rosto da garotinha de forma mais gráfica. Mas é no modo como a garota consegue ser sinistra apenas sorrindo, que vemos o quanto este prólogo está longe da vulgaridade dos filmes do gênero. E isso é muito bom de constatar. Na trama, uma família trambiqueira, formada por uma mãe (Elizabeth Reaser, da “Saga Crepúsculo”) e duas filhas (a adolescente Annalise Basso, de “O Espelho”, e a menina Lulu Wilson, da série “The Millers”), que vive de aplicar golpes em clientes fingindo se comunicar com os mortos. Através de combinações prévias com as filhas, ela consegue enganar até mesmo as pessoas mais céticas. Mas, como é de se esperar, brincar com os espíritos – que começam a perturbar a família através do tabuleiro ouija – se provará muito perigoso. Talvez um dos problemas de “Ouija – Origem do Mal” seja a explicação da trama, que acaba sendo convencional. O que importa mesmo é a habilidade de Flanagan em extrair momentos de medo e suspense, não somente com sustos, mas por meio da construção dos personagens, fazendo com o que o público se interesse por eles. Junte-se isso à atmosfera de medo e o tratamento visual sofisticado e o resultado é um pequeno grande filme, muito melhor que o anunciado.
Anjos da Noite: Kate Beckinsale surge matadora em novo pôster da continuação da franquia
A Sony Pictures divulgou um novo pôster do quinto filme da franquia “Anjos da Noite”, intitulado “Anjos da Noite: Guerras de Sangue”. A arte destaca Kate Beckinsale de armas em punho, deslizando na roupa de couro apertada da vampira Selene. Além da estrela do pôster, o filme também trará de volta Theo James e Charles Dance, introduzidos no filme anterior, e novos sangue-sugas vividos por Laura Pulver (série “Da Vinci’s Demons”), James Faulkner (também de “Da Vinci’s Demons”) e Bradley James (série “The Omen”), além de Tobias Menzies (série “Game of Thrones”) como novo líder dos lobisomens. A trama retoma a premissa básica do conflito entre facções de vampiros e lobisomens. Só que, desta vez, todos querem o sangue híbrido da heroína para usar como vantagem na guerra. A saga vampiresca começou com o filme “Anjos da Noite” em 2003, e contou ainda com “Anjos da Noite: A Evolução” (2006), “Anjos da Noite: A Rebelião” (2009) e “Anjos da Noite: O Despertar” (2012). A continuação chega aos cinemas após hiato de quatro anos, com roteiro de Cory Goodman (“Padre”) e direção de Anna Foerster (série “Outlander”), que estreia no cinema. O lançamento está marcado para janeiro.
Papai Noel às Avessas 2 ganha comerciais não recomendados para criancinhas
A Broad Green Pictures divulgou três novos comerciais de “Bad Santa 2”, continuação da cultuada comédia “Papai Noel às Avessas” (2003), com muitas referências impróprias, mas censuradas para passar na TV. As prévias voltam a mostrar o ator Billy Bob Thornton (série “Fargo”) como um Papai Noel de ressaca e mau humor, novamente acompanhado por Tony Cox (“Oz: Mágico e Poderoso”) e Brett Kelly (“Contos do Dia das Bruxas”), respectivamente seu “elfo” auxiliar e a criança que acreditava no Natal. Mesmo crescido, o personagem de Kelly continua infantilizado, além de gordo o suficiente para já querer virar Papai Noel. De resto, Thornton está mais racista e misógino, o que, apesar de tudo, representa o “humor” de seu personagem. Lançado em 2003, “Papai Noel às Avessas” acompanhava um homem boca-suja que usava a roupa do “bom velhinho” para aplicar golpes em lojas de departamento. A sequência vai envolver nova tentativa de roubo, desta vez num evento beneficentes na véspera de Natal. O roteiro foi escrito por Doug Ellin (criador da série “Entourage”) e Shauna Cross (“Se Eu Ficar”). A direção é de Mark Waters (“Meninas Malvadas”, “Academia de Vampiros”) e as novidades do elenco incluem Kathy Bates (série “American Horror Story”), Christina Hendricks (série “Mad Men”) e Ryan Hansen (série “Veronica Mars”). A estreia está marcada para 9 de dezembro no Brasil, duas semanas após o lançamento nos EUA.
Vazam os visuais dos alienígenas do novo filme da franquia Alien
Update: Infelizmente, a Fox exerceu seu poder de pressão para exigir que as fotos fossem retiradas do site. Em email lacônico e padrão, usou exatamente estes termos: “We must demand that you remove the images from your website immediately”. Segue abaixo o texto original do artigo, que agora não traz as imagens vetadas. O IsItAnyGood.com vazou imagens não oficiais de “Alien: Covenant”, que revelam bastidores da produção, inclusive a aparência dos novos xenomorfos (os aliens), que, no longa, serão chamados de neomorfos. Trata-se, claro, de spoiler. O filme é continuação de “Prometheus” (2012) e prelúdio de “Alien, o Oitavo Passageiro” (1979). A direção, por sinal, é de Ridley Scott, que realizou os dois longas. Segundo a sinopse, a tripulação da nave colonial Covenant segue para o que acham ser um paraíso inexplorado no lado mais distante da galáxia, mas na verdade é um mundo perigoso, onde encontram David (Michael Fassbender), sobrevivente da expedição Prometheus. Além de Fassbender, o elenco inclui ainda Katherine Waterston (“Vício Inerente”), Billy Crudup (“Spotlight”), Amy Seimetz (“O Último Sacramento”), Demián Bichir (“Os Oito Odiados”), Carmen Ejogo (“Selma”), Callie Hernandez (série “Um Drink no Inferno”), Danny McBride (“É o Fim”), Jussie Smollett (série “Empire”) e Noomi Rapace (também de “Prometheus”). Com roteiro de Michael Green (“Lanterna Verde”) e John Logan (“007 Contra Spectre”), “Alien: Covenant” tem lançamento marcado para agosto de 2017.
Disney e o diretor de Guardiões da Galáxia dão indícios de uma retomada da franquia Tron
A Disney começou a dar indícios de uma retomada da franquia “Tron”. Recentemente, a página oficial de “Tron” no Facebook postou uma foto de “Tron: O Legado” (2010), que mostra o protagonista Flynn (Garrett Hedlund) chegando em sua oficina, com a legenda “Bem-vindo de volta”. Mas o que deixou os fãs em polvorosa foi uma foto de James Gunn, diretor de “Guardiões da Galáxia”, no Instagram. Ele postou a imagem acima, em que aparece com um amigo (o amigo Jimmy Urine) numa motocicleta cibernética do filme, dizendo que o veículo “apareceu misteriosamente na nossa sala de conferência no estúdio da Disney”. Seria uma pista sobre o seu próximo filme? Bastaram esses pequenos teasers para os fãs irem a loucura, porque o final de “Tron: O Legado” apontava um rumo promissor para a franquia, que nunca se materializou. A continuação chegou a entrar no cronograma de produções da Disney, mas o fracasso de “Tomorrowland – Um Lugar Onde Nada É Impossível” (2015) mudou os planos do estúdio, que decidiu abortar o projeto. Assim como “Tron: O Legado”, a continuação seria dirigido por Joseph Kosinski e estrelada por Garrett Hedlund e Olivia Wilde, e, em 2011, o diretor afirmou que continuaria a história de “O Legado” acompanhando Quorra (Olivia Wilde) no mundo real. Fãs chegaram a criar uma petição online para a Disney voltar atrás, mas não conseguiram sensibilizar o estúdio.
Animais Fantásticos e Onde Habitam 2: Diretor já planeja cenas de ação da continuação
“Animais Fantásticos e Onde Habitam” ainda não estreou, mas o diretor David Yates continua a falar de sua sequência como se o filme tivesse sido um blockbuster. Sem medo de fracasso, ele revelou à revista Empire que o segundo filme se passará em Paris, e que planeja uma grande cena de ação no Museu do Louvre. “Será bem ambicioso”, afirmou o diretor, referindo-se ao roteiro da continuação, escrito por J.K. Rowling. A certeza de produção do segundo filme é tanta que, anteriormente, o diretor tinha confirmado que Alvo Dumbledore estará presente na trama. A Warner também compartilha desse entusiasmo pela franquia e já marcou a estreia de “Animais Fantásticos e Onde Habitam 2” para 2018. O primeiro filme estreia dia 17 de novembro. E ninguém, até agora, usou expressões condicionais em relação a seu sucesso. Seria, aparentemente, um fato consumado, faltando apenas… acontecer.
Minha Mãe É uma Peça 2: Trailer do filme é visto 5 milhões de vezes
O público brasileiro adorou o trailer do filme “Minha Mãe é uma Peça 2”, que atingiu 5 milhões de visualizações em três dias, na fanpage do longa e no YouTube. O vídeo também teve mais de 117 mil compartilhamentos no Facebook, dando uma ideia do interesse na produção. O comunicado que celebra a marca atingida ainda menciona um Top 10 no YouTube mundial e uma projeção de 18 milhões de pessoas alcançadas pelo vídeo. Não pudemos comprovar. Mas a declaração-piada do ator Paulo Gustavo, que comenta estes dados, merece ser compartilhada. “Essa coisa do trailer ter alcançado quase 18 milhões de pessoas me deixou em uma ansiedade tão grande para o filme, que eu estou tomando Rivotril para ir na padaria comprar pão”, ele disse, mantendo o tom do trailer. “Minha Mãe É Uma Peça – O Filme” foi uma das maiores bilheterias do cinema brasileiro em 2013. E se o público achou o trailer engraçado, a continuação também deve lotar. A estreia “dessa coisa”, como diz Paulo Gustavo, está marcada para 22 de dezembro.
Próximo filme da franquia Cloverfield já estaria sendo produzido
A franquia “Cloverfield” pode já estar prestes a ganhar um novo filme. De acordo com o site The Wrap, o projeto “God Particle”, produzido em segredo por JJ Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”), seria incorporado à franquia para expandir ainda mais o universo de monstros gigantes e alienígenas revelados nos dois primeiros filmes. Escrito por Oren Uziel (“Anjos da Lei 2”), o roteiro acompanha um grupo de astronautas que faz uma descoberta, chocante que muda o entendimento deles sobre a realidade. O filme já tem elenco, formado por David Oyelowo (“Selma: Uma Luta Pela Igualdade”), Gugu Mbatha-Raw (“Um Homem Entre Gigantes”), Zhang Ziyi (“O Grande Mestre”), Elizabeth Debicki (“O Agente da U.N.C.L.E.”), Daniel Brühl (“Capitão América: Guerra Civil”) e Chris O’Dowd (“Missão Madrinha de Casamento”). Assim como nos dois filmes anteriores da franquia “Cloverfield”, o novo será dirigido por um jovem promissor, Julius Onah (“The Girl Is in Trouble”). A estreia está marcada para 24 de fevereiro de 2017 nos EUA. Tem mais. Ainda segundo o site The Wrap, “God Particle” não apenas será o terceiro “Cloverfield” como Abrams estaria planejando lançar um filme por ano desse mundo compartilhado de monstros gigantes. O detalhe é que nem a produtora Bad Robot, de Abrams, nem o estúdio Paramount, responsável pela distribuição dos filmes, confirmam as informações.
Série As Visões de Raven vai ganhar sequência no Disney Channel
A série juvenil “As Visões da Raven” (That’s So Raven), que revelou a atriz e cantora Raven-Symoné, ganhará uma sequência no Disney Channel. Raven-Symoné voltará ao elenco e também vai produzir a nova atração, anunciou o canal em comunicado. “As Visões da Raven” durou quatro temporadas, exibidas entre 2003 e 2007, e um total de 100 episódios, registrando recordes de audiência no canal. Tanto que, até hoje, é considerada uma das mais bem-sucedidas da Disney. A série acompanhava a adolescente Raven, que tinha visões do futuro e acabava se metendo num monte de trapalhadas por conta disso. Raven vai reprisar o papel-título no spin-off, mas agora como uma mulher divorciada com dois filhos pré-adolescentes, um dos quais herdou sua capacidade de prever o futuro. Atualmente, a atriz é uma das apresentadoras do talk-show “The View”, exibido pelo canal ABC. Ela deixará o programa e está prestes a se mudar de Nova York para Los Angeles para se dedicar ao novo projeto, segundo o Deadline. O piloto está sendo escrito e produzido por Scott Thomas e Jed Elinoff, mesma dupla responsável por “Amigas a Qualquer Hora” (Best Friends Whenever). Não há previsão de estreia para a nova atração, que também ainda não teve seu título oficial divulgado.
Invasão a Casa Branca vira trilogia com a produção de mais um filme estrelado por Gerard Butler
Após derrotar terroristas em “Invasão a Casa Branca” (2013) e “Invasão a Londres”, Gerard Butler vai retornar num novo filme da franquia, que virou trilogia com a encomenda de “Angel Has Fallen”. Butler já assinou com o estúdio Millennium Films para retornar como o agente secreto Mike Banning, guarda-costas do presidente dos EUA, mas o resto do elenco não está garantido. Como a trama vai se passar após as eleições, isto pode representar uma renovação completa de intérpretes. O longa-metragem também não tem diretor definido, mas o roteiro está sendo escrito pelos criadores da franquia, Creighton Rothenberger e Katrin Benedikt. O título “Angel Has Fallen” é uma referência ao codinome do Air Force One, o avião utilizado pelo presidente dos Estados Unidos – que já foi cenário de um thriller de ação, “Força Aérea Um”, estrelado por Harrison Ford em 1997. A previsão é que as filmagens iniciem no primeiro trimestre de 2017.











