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  • Filme,  Música

    Maluma vai estrear no cinema como noivo “roqueiro” de Jennifer Lopez

    15 de julho de 2019 /

    O cantor colombiano Maluma vai fazer sua estreia em Hollywood. Ele foi escalado em “Marry Me”, comédia romântica em que vai viver um astro do rock noivo de outra cantora famosa, vivida por Jennifer Lopez (“Shades of Blue”). Fora o fato de Hollywood confundir Maluma com um roqueiro, a produção não parece apresentar muitos desafios para o artista, já que exigirá basicamente que ele cante e saia rapidamente de cena. Na trama, Lopez vai descobrir que Maluma a traiu com sua assistente e cancela o noivo, mas não o casamento, que aconteceria no meio de um show em Nova York. Em vez do “roqueiro” latino, ela escolhe um novo noivo aleatório, um professor de matemática vivido por Owen Wilson (“Extraordinário”), que está na plateia. A partir daí, a história é descrita pelo estúdio Universal como uma combinação de “Um Lugar Chamado Notting Hill” (1999) e “A Proposta” (2009), o que é um spoiler gigantesco de seu final feliz. “Marry Me” é inspirada por uma graphic novel de Bobby Crosby. A adaptação foi escrita por John Rogers (“Mulher-Gato”), Tami Sagher (“30 Rock”) e Harper Dill (“The Mindy Project”) e a direção está a cargo de Kat Coiro (“Um Caso de Amor”). As filmagens começam em outubro e ainda não há data de estreia definida.

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  • Série

    Trailer da série inspirada por Quatro Casamentos e um Funeral destaca atriz de Game of Thrones

    1 de julho de 2019 /

    A plataforma Hulu divulgou o pôster, nove fotos e o primeiro trailer da série “Four Weddings and a Funeral”, inspirada na comédia romântica britânica “Quatro Casamentos e um Funeral”, responsável pela febre do gênero nos anos 1990. A atração é estrelada pela atriz Nathalie Emmanuel, conhecida pelo papel de Missandei na série “Game of Thrones”. E o detalhe é que a atriz Andie MacDowell, que estrelou o filme de 1994, também faz participação especial na série. Outros integrantes do elenco incluem Brandon Mychal Smith (“You’re the Worst”), Zoe Boyle (“Frontier”), Rebecca Rittenhouse (“The Mindy Project”), John Reynolds (“Search Party”), Jennie Jacques (“Vikings”), Nikesh Patel (“Invasão a Londres”), Harish Patel (“Maratona do Amor”) e Guz Khan (“Borderline”). Como no filme que transformou o ator Hugh Grant em ídolo das comédias românticas, a série acompanhará um grupo de amigos à medida que suas vidas se cruzam entre cinco eventos. A diferença é que a produção da Hulu gira em torno de quatro amigos americanos – Maya (Emmanuel), Craig (Smith), Ainsley (Rittenhouse) e Duffy (Reynolds) – que se reúnem para um fabuloso casamento em Londres. Mas depois que uma bomba no altar balança a estabilidade de suas vidas, eles devem resistir a um ano tumultuado de romances e desgostos. Relacionamentos são iniciados e interrompidos, escândalos políticos expostos, casos de amor são inflamados e, claro, há quatro casamentos e um funeral. A adaptação foi desenvolvida pela comediante Mindy Kaling ao lado do roteirista Matt Warburton, respectivamente criadora e showrunner de “The Mindy Project”. Além deles, a produção contará com o roteirista do filme original, o mestre das comédias românticas Richard Curtis. A estreia está marcada para 31 de julho.

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  • Filme

    Doris Day (1922 – 2019)

    13 de maio de 2019 /

    A lendária atriz Doris Day, que estrelou dezenas de comédias clássicas, morreu nesta segunda (13/5) em sua casa, em Carmel Valley, na Califórnia, cercada por amigos. No último dia 3 de abril, ela havia completado 97 anos. “Ela estava com saúde física excelente para sua idade, até recentemente contrair um caso sério de pneumonia”, informou um comunicado da fundação Doris Days, que a atriz criou para defender animais. Uma das estrelas de cinema mais adoradas de todos os tempos, Doris Day ficou marcada por papéis sempre otimistas e pelo charme inocente. Daí, veio seu apelido de “A Rainha Virgem”, pela pureza de seus papéis. Mas ela também era referida como “A Garota da Vizinhança”, por representar mulheres trabalhadoras nas telas, e não beldades glamourosas. Nascida Mary Ann Von Kappelhoff, Doris era filha de um músico talentoso e professor de canto, mas sonhava em seguir carreira como dançarina. O destino lhe reservou outro caminho. Aos 12 anos, ela se envolveu em um acidente de carro quase fatal e passou muitos meses entrando e saindo de hospitais, interrompendo sua vontade de dançar. Durante sua convalescença, ela começou a cantar, logo se apresentando no rádio e em clubes com um nome artístico emprestado de sua música favorita, “Day by Day”. Doris não demorou a se destacar como cantora, atraindo a atenção dos músicos Bob Crosby (irmão de Bing) e Les Brown. Ela excursionou o país por cerca de oito anos com cantora de big bang e, aos 23 anos, gravou seu primeiro grande hit com Brown, “Sentimental Journey”. A canção se tornou uma das favoritas dos soldados americanos durante a 2ª Guerra Mundial e atingiu o 1º lugar nas paradas de sucesso em 1945. Sua carreira musical acabaria ofuscada pela cinematográfica, mas ela recebeu reconhecimento com um Grammy especial por sua discografia em 2008. A transição para o cinema aconteceu em 1948, quando foi convidada a fazer um teste para a Warner Bros. O diretor Michael Curtiz ficou tão impressionado que a escolheu como substituta de última hora de Betty Hutton no musical “Romance em Alto-Mar” (1948). O sucesso da produção a transformou em estrela de Hollywood, levando-o a filmar em média três títulos por ano. Já em seu quinto filme, “No, No, Nanette” (1950), seu nome passou a ter o maior destaque nos cartazes. Além disso, seu par romântico naquele longa, Gordon McRae, se tornou seu primeiro grande parceiro nas telas. Os dois contracenaram em mais quatro produções. Ela era uma artista completa, capaz de interpretar e cantar. E sua interpretação de “Secret Love” no musical “Ardida como Pimenta” (1953), em que viveuu a pistoleira Jane Calamidade, rendeu seu primeiro Oscar de Melhor Canção – um prêmio destinado apenas aos compositores, embora o maior atrativo fosse sua voz na gravação. Após contracenar com Frank Sinatra em “Corações Enamorados” (1954), Doris partiu para a MGM, onde estrelou “Ama-me ou Esquece-me” (1955), uma versão romanceada da vida da cantora de jazz Ruth Etting. Cheio de canções memoráveis, o filme se tornou o favorito da atriz. Mas ela não se acomodou como estrela de musicais. Também viveu personagens dramáticas, com destaque para sua participação em “Dilema de uma Consciência” (1951), que denunciava a violência racial da Ku Klux Klan. Isso chamou a atenção de ninguém menos que Alfred Hitchcock, que cinco anos depois a escalou como esposa de James Stewart no famoso suspense “O Homem que Sabia Demais” (1956). Ironicamente, o filme de Hitchcock rendeu à Doris sua música mais conhecida, “Que Sera, Sera”, que venceu o Oscar. Em 1957, ela retomou seu antigo prazer de dançar, ao trabalhar com o renomado coreógrafo Bob Fosse em “Um Pijama para Dois” (1957), adaptação de um sucesso da Broadway, em que interpretava a líder sindical de uma fábrica de pijamas. A obra virou um de seus maiores sucessos, repletos de hits musicais e coreografias inesquecíveis. E também serviu de padrão para os filmes seguintes, em que Doris sempre vencia, com doçura, as artimanhas masculinas. A partir daí, a atriz se especializou em comédias românticas, contracenando com Clark Gable em “Um Amor de Professora” (1958), Richard Widmark em “O Túnel do Amor” (1958), Jack Lemmon em “A Viuvinha Indomável” (1959) e David Niven em “Já Fomos tão Felizes” (1960). Mas foi em “Confidências à Meia-Noite” (1959) que ela encontrou seu principal par. A comédia em que se apaixona por um mulherengo, vivido por Rock Hudson, forjou um dos mais célebres casais românticos de Hollywood. Doris Day acabou recebendo sua única indicação ao Oscar como atriz por esse filme. Os dois voltaram a contracenar em “Volta Meu Amor” (1961). Mas os produtores de Hollywood sabiam de um segredo que o público desconhecia. Hudson era gay. E, assim, Cary Grant apareceu como o mulherengo da vez em “Carícias de Luxo” (1962), sucedido por James Garner em “Tempero do Amor” (1963) e “Eu, Ela e a Outra” (1963). O público, porém, queria mais Doris e Rock Hudson. Tanto que a volta da parceria em “Não me Mandem Flores” (1964) estourou as bilheterias da época. Doris Day já tinha mais de 40 anos e ainda mantinha sua distinção como protagonista de comédias românticas, num período em que Hollywood supervalorizava juventude e beleza. Por isso, ela se esforçava em acompanhar os modismos da época, das sátiras de 007 em “A Espiã de Calcinhas de Renda” (1966) às paródias de Hitchcock em “Capricho” (1967). Ela até voltou a seus dias de pistoleira no western “A Indomável” (1967). Contudo, depois de aparecer como mãe de filhos bem crescidos em “Tem um Homem na Cama da Mamãe” (1968), sua carreira cinematográfica acabou. Em 1968, ela fez sua transição para a TV, estrelando “The Doris Day Show”, sitcom que a trazia como uma viúva de cidade grande decidida a viver no campo com os filhos. A série foi muito importante para a atriz, pois, após anos interpretando uma viuvinha alegre, seu marido Marty Melchen morrera de verdade. Ela também descobriu que estava falida, abrindo – e vencendo – um processo contra seu ex-advogado e empresário por negligência. A produção televisiva lhe deu um objetivo e ajudou-a a recuperar suas finanças. “The Doris Day Show” durou cinco temporadas, até 1973. Depois disso, ela ainda apresentou “Doris Day’s Best Friends” num canal evangélico, em 1985. Mas queria fazer mais. Em seu discurso de agradecimento ao prêmio Cecil B. DeMille por sua carreira, no Globo de Ouro de 1989, ela disse: “Eu estive longe por muito tempo” e “o melhor ainda está por vir, eu quero fazer mais”. Ela só fez mais um disco, em 2011. Longe da mídia, Doris passou seus últimos anos como ativista dos direitos dos animais, à frente de sua fundação.

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  • Série

    Série baseada em Alta Fidelidade sai da Disney+ e entra na Hulu

    10 de abril de 2019 /

    Na véspera de revelar oficialmente mais detalhes sobre seu projeto de streaming, a Disney orquestrou uma mudança de plataforma para a série baseada em “Alta Fidelidade”, o cultuado livro de Nick Hornby que virou comédia romântica de sucesso em 2000. Originalmente produzida para a Disney+ (Disney Plus), a série agora será lançada na Hulu, deixando claro que a primeira será para o público original das produções do estúdio, enquanto a segunda, agora administrada pela Disney, receberá o material mais adulto. Apesar do tom romântico do filme, “Alta Fidelidade” é mais celebrado pela imersão de seu protagonista (John Cusack) na história do rock. Sua relação com a música tinha nível geek, que o levava a criar listas de Top 5 com trilhas imaginárias para todos os seus momentos. A série deve manter essa característica geek. Mas trará uma grande diferença em relação à fonte original. O protagonista será uma mulher, dona de uma loja de discos, que usa músicas como ponto de partida para compartilhar com a câmera seus relacionamentos passados. A atriz Zoe Kravitz vai viver a fã de música definitiva, que sabe tudo sobre artistas e discos clássicos de rock. O que deve ser fácil e natural para atriz, que tem uma banda (LolaWolf) e é filha do músico Lenny Kravitz. “Música é uma parte muito importante da minha vida”, ela disse, numa entrevista de 2014 ao site Refinery29. “Obviamente, meu pai é músico, mas minha mãe também ama música. É apenas uma coisa importante em nossa família. Há música sendo tocada na casa o tempo todo. Sempre esteve muito presente na minha vida e eu não conseguia me imaginar vivendo minha vida sem música. É uma enorme parte da minha conexão com outras pessoas”. Outro detalhe curioso na escalação é que a mãe de de Zoë Kravitz é a atriz Lisa Bonnet, que viveu a ex-namorada do John Cusack no filme de 2000! A adaptação está a cargo das roteiristas Veronica West e Sarah Kucserka, que trabalharam juntas em “Ugly Betty”, “Brothers and Sisters”, “Hart of Dixie” e “Bull”, e agora terão a missão de transformar uma trama geek essencialmente masculina numa série de abordagem feminina. “High Fidelity”, o título original do projeto, será a terceira série de Zoë Kravitz, que participou de “Californication” em 2011 e atualmente está no elenco de “Big Little Lies”. Ainda não há previsão para o lançamento.

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  • Filme

    Nova comédia romântica de Noah Centineo ganha primeiro trailer legendado

    26 de março de 2019 /

    Sabe o dente perfeito de Noah Centineo? Ganhou trailer. A Netflix divulgou a primeira prévia de “O Date Perfeito”. Fale em voz alta. É uma ode à perfeição odontológica de Centineo, galã oficial das comédias românticas adolescentes da plataforma de streaming. A tradução (ou seria a falta dela?) do título é tão ruim que nem as legendas do filme acompanham. Veja o trailer com atenção. Toda vez que o galã fala “date” em inglês, a legenda corre para explicar que se trata de “namoro”, “sair junto” ou um “encontro”. Nunca usa a palavra “date” em “português”, porque essa expressão é tão antiga que se fosse “pegar” já teria sido moda na época dos bisavós da atual geração. Como no lançamento de “A Date with Judy” (“O Príncipe Encantado”, no Brasil), um “date” perfeito de 1948, ou até mesmo no suspense “A Date with Falcon”, que chegou no Brasil como “Um Encontro com o Falcão” em 1942. Não se sabe porque o velho e famigerado “encontro” virou “date” na era do streaming. Afinal, faz só quatro anos que a pequena Riley, de “Divertida Mente”, estrelou o curta “O Primeiro Encontro da Riley” (Riley’s First Date). Mas a verdade é que nem a história deste “Date Perfeito” é novidade. Na trama, o crush de “Para Todos os Garotos que Já Amei” e “Sierra Burgess é uma Loser” interpreta Brooks, um jovem tentando arrecadar dinheiro para ir à faculdade através de um aplicativo de namoro diferente, em que se apresenta como “namorado de aluguel” para acompanhar garotas em ocasiões sociais. Dá muito certo, mas ele logo se vê questionando sua identidade e dividido entre duas garotas que leva para um, hmm, “date” – Laura Marano (a Ally de “Austin & Ally”) e Camila Mendes (a Veronica de “Riverdale”). Os mais velhos, que ainda iam a encontros em vez de “dates”, devem se lembrar de algo similar em “Loverboy: Garoto de Programa” (1989) e “Namorada de Aluguel” (1987), ambos estrelados pelo crush, digo, galã juvenil dos anos 1980 Patrick Dempsey. O roteiro “original” de “O Date Perfeito” é assinado por Steve Bloom (“James e o Pêssego Gigante”) e Randall Green (“Billions”). A direção é de Chris Nelson (“Amigas Inseparáveis”). E a estreia está marcada para 12 de abril.

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  • Filme

    Um Princípe de Natal 3 vai mostrar o nascimento do Bebê Real

    17 de março de 2019 /

    A Netflix vai lançar um terceiro filme da franquia iniciada por “Um Princípe de Natal”. Se o primeiro foi sobre o romance, o segundo sobre “O Casamento Real”, o terceiro será, claro, o filme do “Bebê Real”. “Um Príncipe de Natal: O Bebê Real” vai introduzir o herdeiro do casal formado pela ex-plebeia Amber (Rose McIver, a “iZombie”) e o príncipe Richard (Ben Lamb, de “The White Queen”). É a velha história da Cinderela, que ganha a roupagem moderna e finalmente assume que príncipes e princesas de contos de fada também fazem sexo – ou tem cegonhas tão avançadas que enviam ultrassons de bebês antes de entregar as crianças aos pais. O elenco será basicamente o mesmo do primeiro filme, trazendo, além de Rose McIver e Ben Lamb, a atriz Alice Krige como a Rainha Elena. “O Bebê Real” deve nascer entre novembro ou dezembro de 2019. Confira abaixo o anúncio oficial da gravidez do casal.

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  • Filme

    Netflix vai lançar primeiro “date” sem tradução no Brasil, com Noah Centineo

    7 de março de 2019 /

    Well, a Netflix acaba de inventar o “date”. Ao anunciar o título nacional da próxima comédia romântica de seu galã juvenil, Noah Centineo, a plataforma “traduziu” “The Perfect Date” como “O Date Perfeito”. Fale em voz alta. O dente perfeito. É a cara do Centineo. O velho e famigerado “encontro”, ritual de namoro de várias gerações, virou “date” na era do streaming. Pela primeira vez, sem tradução. Porque, afinal, é como se fala na língua das redes sociais, quando não se usa apenas emojis. Ou cérebro para pensar na tradução. É muito esforço né, nesses dias de digitação com polegares. “Date” são só quatro letras. Mais rápido pra postar. Nem parece que faz só quatro anos que a pequena Riley, de “Divertida Mente”, estrelou o curta “O Primeiro Encontro da Riley” (Riley’s First Date). Como as crianças crescem rápido, não é mesmo? Tudo muda. E Centineo também não deve ser mais galã. É crush. Ainda que crush tenha uma letra a mais, é difícil achar o til nos celulares. Desta vez, o crush de “Para Todos os Garotos que Já Amei” e “Sierra Burgess é uma Loser” vai ficar em dúvida entre Laura Marano (a Ally de “Austin & Ally”) e Camila Mendes (a Veronica de “Riverdale”). Qual será o casal que os fãs vão shippar? Na trama, Centineo interpreta Brooks, um jovem tentando arrecadar dinheiro para ir à faculdade através de um aplicativo de namoro diferente, em que se transforma em um “namorado de aluguel” para acompanhar garotas em ocasiões sociais – também tem um nome em inglês para isso, escort boy. Logo, ele se vê questionando sua identidade e dividido entre duas garotas que “usaram seus serviços” recentemente – Marano e Mendes. Quem digita “date” não deve ter idade suficiente para já ter visto esta história antes. Mas os mais velhos, que passaram pelo ritual do encontro, devem conhecer muito bem “Loverboy: Garoto de Programa” (1989) e “Namorada de Aluguel” (1987), ambos estrelados pelo crush, digo, galã juvenil dos anos 1980 Patrick Dempsey. Tudo muda, mesmo? O roteiro “original” do filme do “dente perfeito” é assinado por Steve Bloom (“James e o Pêssego Gigante”) e Randall Green (“Billions”). A direção é de Chris Nelson (“Amigas Inseparáveis”). E a estreia foi marcada para 12 de abril. O Date Perfeito com Noah Centineo. Eu podia estar descrevendo o sonho de metade dos jovens do mundo, mas é só meu próximo filme original. pic.twitter.com/wfppAjkmdL — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) March 7, 2019

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  • Série

    Revival de Louco por Você é oficializado como minissérie em streaming

    6 de março de 2019 /

    Depois de meses de especulações e negociações sigilosas, a série clássica dos anos 1990 “Louco por Você” (Mad About You) teve seu retorno confirmado. O revival será exibido como uma minissérie na plataforma Spectrum. Os atores Helen Hunt e Paul Reiser vão retomar seus personagens na nova produção, que terá seu primeiro episódio dirigido por Hunt. Além deles, o co-criador da série, Danny Jacobson, também vai participar do revival, mas a função de showrunner caberá a Peter Tolan, criador da série “Esquadrão Resgate” (Rescue Me). “Louco por Você” foi exibida entre 1992 e 1999 nos Estados Unidos e venceu 12 prêmios Emmys – quatro deles conquistados por Helen Hunt como Melhor Atriz de Comédia. A minissérie vai reencontrar o casal protagonista depois de 20 anos, lidando com a “síndrome do ninho vazio”, após sua filha Mabel sair de casa. Os episódios ainda devem mostrar como eles enfrentam a rotina da vida de casados, crises da meia-idade e a filha imprevisível. O estúdio Sony recebeu várias ofertas para exibição da série, por isso decidiu cobrar alto pelos novos episódios, baseando-se no sucesso dos revivals recentes de séries clássicas, que em seu retorno à TV provaram-se capazes de liderar a audiência dos Estados Unidos – como “Roseanne” e “Will & Grace”. A opção pela Spectrum também visou fortalecer a relação com a plataforma, para quem o estúdio já produz “L.A.’s Finests”. Terceira maior empresa provedora de acesso à TV paga, telefonia e banda larga dos Estados Unidos, a Spectrum está montando seu portfolio para lançar conteúdo original em streaming ainda neste ano.

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  • Filme

    Emma Roberts vai estrelar próxima comédia romântica da Netflix

    1 de março de 2019 /

    A Netflix escalou Emma Roberts para sua próxima comédia romântica. A atriz, que ficou conhecida pela série “American Horror Story”, não costuma fazer muitos filmes no gênero que consagrou sua tia mais famosa, Julia. E essa falta de romance em sua filmografia, de certa forma, será explorada pela trama. Intitulado em inglês “Holidate”, o filme vai trazer Roberts como uma mulher cansada de comparecer a feriados em família sem um namorado, só para virar alvo de perguntas e comentários intrometidos. Quando ela encontra um rapaz que vive o mesmo dilema, eles combinam de ser “parceiros de feriado” por um ano. Quem viu “Namorada de Aluguel” (1987) e “A Proposta” (2009), entre muito outros filmes de namorados fakes, já sabe como isso termina. O roteiro foi escrito por Tiffany Paulsen, com quem Roberts trabalhou em “Nancy Drew e o Mistério de Hollywood” (2007). Já a direção é de John Whitesell (“Vovó… Zona 2”) e a estreia deve ficar para 2020.

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  • Filme

    Charlize Theron e Seth Rogen formam Casal Improvável em trailer e imagens de comédia

    15 de fevereiro de 2019 /

    A Lionsgate divulgou fotos, pôsteres e o primeiro trailer de “Casal Improvável” (Long Shot), comédia romântica que junta Charlize Theron (“Velozes e Furiosos”) e Seth Rogen (“Vizinhos”). A parceria improvável do título é definida como “Uma Linda Mulher” às avessas no trailer, já que Rogen é um jornalista bufão decadente, que vira príncipe pelas mãos da classuda Secretária de Estado vivida por Theron. Ela o contrata para escrever os discursos de sua campanha para a Presidência dos Estados Unidos. Ex-colegas de colegial, os dois acabam se tornando cada vez mais íntimos no trabalho até que acontece o que acontece sempre nas comédias românticas. Apesar do par ser vendido como um “Casal Improvável”, não é a primeira vez que a fera grosseira chamada Seth Rogen ficou com uma bela loira de classe. Há 12 anos, ele formou par com Katherine Heigl em “Ligeiramente Grávidos” (2007). A nova comédia também inclui em seu elenco Alexander Skarsgard (“Big Little Lies”), June Diane Raphael (“Grace and Frankie”), Andy Serkis (“Pantera Negra”), Randall Park (“Homem-Formiga e a Vespa”) e O’Shea Jackson Jr (“Straight Outta Compton”). O filme tem roteiro de Liz Hannah (“The Post: A Guerra Secreta”) e Dan Sterling (“A Entrevista”), e a direção é de Jonathan Levine, que assina sua terceira comédia estrelada por Rogen – após “50%” (2011) e “Sexo, Drogas e Jingle Bells” (2015). A estreia está marcada para 9 de maio no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Vídeo legendado anuncia continuação de A Barraca do Beijo

    14 de fevereiro de 2019 /

    Uma das primeiras comédias românticas adolescentes que viraram febre na Netflix no ano passado, “A Barraca do Beijo” vai ganhar continuação. A plataforma de streaming anunciou a produção da sequência com um vídeo que voltou a reunir Joey King e Joel Courtney, astros do filme original. Veja abaixo. “A Barraca do Beijo” também foi um dos primeiros filmes que a Netflix decidiu chamar publicamente de sucesso. Em junho passado, um mês após seu lançamento em streaming, o diretor de conteúdo da plataforma, Ted Sarandos, proclamou que ele tinha se tornado “um dos filmes mais assistidos atualmente na Netflix americana e possivelmente no mundo”. A produção original contava a história de uma garota (Joey King) que desde criança tinha um grande melhor amigo (Joel Courtney). A amizade só tinha um regra: ela não podia namorar o irmão mais velho dele. Só que o tal irmão (Jacob Elordi) era irresistível e começava a perceber que a amiga chatinha de seu irmão caçula tinha crescido. E quando ela ajuda a organizar a barraca do beijo de um evento para a escola, a “paixonite” é levada a um teste definitivo. Inspirado no livro de Beth Reekles, o filme teve direção e roteiro de Vince Marcello (“Um Vampiro Mentiroso”). E ainda destacava Molly Ringwald (eterna “Garota de Rosa-Shocking”) como a mãe de Joey King. A continuação ainda teve sua data de estreia definida.

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  • Etc,  Filme

    Miley Cyrus substitui Liam Hemsworth no tapete vermelho de seu novo filme

    12 de fevereiro de 2019 /

    A cantora e atriz Miley Cyrus roubou a cena das estrelas da comédia “Megarromântico” (Isn’t It Romantic?), ao aparecer no tapete vermelho da première no lugar do marido, o ator Liam Hemsworth (“Jogos Vorazes”), que estava indisposto. Desfilando num vestido vermelho com cauda, ela virou alvo preferencial dos paparazzi na noite de segunda (11/2) e respondeu perguntas dos jornalistas ao lado de Rebel Wilson (“A Escolha Perfeita”) e Priyanka Chopra (“Baywatch”), colegas de elenco de Hemsworth na comédia romântica. Indagada sobre qual foi a coisa mais romântica que já fez, Miley, que se casou com Liam em uma cerimônia familiar discreta em dezembro, respondeu: “Talvez seja o que estou fazendo: estou aqui… toda arrumada e desacompanhada para divulgar o filme do meu homem, então está ótimo. Ele me deve uma”. Miley não deu detalhes sobre a saúde do marido, justificando sua ausência ao dizer que “ele está abatido, não está se sentindo bem no momento”. “(Nós) artistas temos muita dificuldade de cuidar de nós mesmos”, disse ela. O filme foi extremamente importante para Hemsworth, “então eu tinha que estar aqui para representá-lo”, acrescentou. Usando as redes sociais, o ator pediu desculpas aos fãs por não comparecer à estreia em Los Angeles e agradeceu Miley por substituí-lo. “Lamento por não ter ido… esta noite, gente. Tratei de uns problemas de saúde bem incômodos nos últimos dois dias. Por sorte tenho a melhor garota do mundo para me representar!”, escreveu o ator no Instagram (veja abaixo), também sem dar detalhes sobre qualquer doença. “Megarromântico” gira em torno da personagem de Rebel Wilson. Ela aprendeu desde criança que não é Julia Roberts em “Uma Linda Mulher” e cresceu odiando comédias românticas. Até o dia em que leva uma pancada na cabeça e passa a ver o mundo de forma diferente. Não, ela não se torna romântica, mas o mundo inteiro à sua volta vira uma sucessão de clichês do gênero, com direito a declarações de amor de estranhos, melhor amigo gay, casa milionária e coreografias espontâneas que surgem do nada. A situação se revela um grande problema – e metalinguístico, ainda por cima – quando ela finalmente resolve transar com o bonitão vivido por Hemsworth, mas não consegue, porque cada iniciativa rende avanço de cena para a manhã seguinte, já que as comédias românticas são para menores, deixando-a sem sexo e frustrada. O grande elenco da produção ainda inclui Adam Devine (que também fez “A Escolha Perfeita”), Betty Gilpin (“GLOW”), Tom Ellis (“Lucifer”), Shyrley Rodriguez (“The Get Down”) e Jennifer Saunders (“Absolutely Fabulous”). A história foi concebida por Erin Cardillo, criadora da série “Life Sentence”, e a direção é de Todd Strauss-Schulson, que está virando especialista em filmes irônicos de metalinguagem, após ser premiado pelo similar “Terror nos Bastidores” (Final Girls) em diversos festivais de cinema fantástico em 2015. O filme estreia nesta quarta (13/2) nos Estados Unidos, aproveitando a data do Dia dos Namorados (14/2), mas não será lançado nos cinemas brasileiros. Ele desembarca direto na Netflix por aqui, em 28 de fevereiro. Visualizar esta foto no Instagram. Sorry I couldn’t make it to the @isntitromantic premier tonight guys. Been dealing with some pretty annoying health stuff the last couple days. Lucky I have the best girl in the world to represent for me! Thanks for the support babe! I hope everyone enjoys the movie! It’s a perfect Valentine’s Day flick so if ya ain’t got nothin better to do then go see it! Love to all! Uma publicação compartilhada por Liam Hemsworth (@liamhemsworth) em 11 de Fev, 2019 às 7:44 PST

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  • Filme

    Rebel Wilson acorda num mundo de comédias românticas em divertido trailer legendado

    31 de janeiro de 2019 /

    A Netflix divulgou o divertido trailer de “Megarromântico” (Isn’t It Romantic?), uma comédia romântica irônica estrelada por Rebel Wilson (“A Escolha Perfeita”) e grande elenco. A prévia criativa como a protagonista, que aprendeu desde criança que não é Julia Roberts em “Uma Linda Mulher”, leva uma pancada na cabeça e passa a ver o mundo de forma diferente. Não, ela não se torna romântica, mas o mundo inteiro à sua volta vira uma sucessão de clichês do gênero, com direito a declarações de amor de estranhos, melhor amigo gay, casa milionária e coreografias espontâneas que surgem do nada. A situação se revela um grande problema – e metalinguístico, ainda por cima – quando ela finalmente resolve transar com um bonitão, mas não consegue, porque cada iniciativa rende avanço de cena para a manhã seguinte, já que as comédias românticas são para menores, deixando-a sem sexo e frustrada. O grande elenco inclui Adam Devine (que também fez “A Escolha Perfeita”), Betty Gilpin (“GLOW”), Liam Hemsworth (“Jogos Vorazes”), Priyanka Chopra (“Baywatch”), Tom Ellis (“Lucifer”), Shyrley Rodriguez (“The Get Down”) e Jennifer Saunders (“Absolutely Fabulous”). A história foi concebida por Erin Cardillo, criadora da série “Life Sentence”, e a direção é de Todd Strauss-Schulson, que está virando especialista em filmes irônicos de metalinguagem, após ser premiado pelo similar “Terror nos Bastidores” (Final Girls) em diversos festivais de cinema fantástico em 2015. Mas o mais irônico, na verdade, é que a produção seria lançada nos cinemas brasileiros. Mudança de planos e um título macarrônico, carrancudo e rrepelente depois, eis que o mesmo trailer divulgado pela Warner para os cinemas dos EUA ganha legendas em português para lembrar que comédias românticas são agora tendência de streaming. A estreia está marcada para 28 de fevereiro em streaming, duas semanas antes da data em que originalmente chegaria aos cinemas brasileiros.

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