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    O Amante Duplo: Suspense erótico de François Ozon ganha trailer americano

    21 de janeiro de 2018 /

    O suspense “O Amante Duplo” (“L’Amant Double”), novo trabalho do diretor francês François Ozon (“Uma Nova Amiga”), ganhou seu primeiro trailer para o mercado norte-americano. A prévia reforça os elementos eróticos da trama, em que Marine Vacth é envolvida por um homem e manipulada, ao mesmo tempo em que destaca elogios da crítica e a comparação com obras de Brian de Palma e David Cronenberg. Vacth já tinha trabalhado com Ozon em “Jovem e Bela” (2013), e agora interpreta uma jovem frágil que se apaixona pelo seu psicanalista, vivido por Jérémie Renier (“Potiche”). Mas ela não demora a perceber que o seu amante está escondendo parte de sua identidade. O filme teve sua avant-premiére mundial no Festival de Cannes do ano passado e estreou nos cinemas franceses logo em seguida, mas só vai ganhar lançamento comercial nos EUA em fevereiro. O Brasil será o último país do mundo a exibir a produção, com estreia marcada apenas para 21 de junho.

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  • Filme

    Cold Skin: Sereias assassinas atacam ilha isolada em trailer e fotos de terror europeu

    21 de janeiro de 2018 /

    O terror europeu “Cold Skin” ganhou pôster, 22 fotos e trailer. Passada num farol numa ilha isolada, durante o ano de 1914, a trama acompanha a luta de dois homens para sobreviver aos ataques cotidianos de hordas de criaturas anfíbias – sereias e tritões, que podem ser tanto encantadores quanto sanguinários. A história é baseada no best-seller do autor catalão Albert Sanchez Pinol, com roteiro de Jesús Olmo (“Extermínio 2”) e Eron Sheean (“O Abrigo”). A direção é do francês Xavier Gens (“(A) Fronteira”, “Hitman”) e o elenco destaca o inglês David Oakes (série “The White Queen”), o irlandês Ray Stevenson (série “Black Sails”) e a espanhola Aura Garrido (“Viral”) sob maquiagem de sereia. Coprodução entre a França e a Espanha, o filme já entrou em cartaz nos cinemas espanhóis, mas ainda está sendo exibido no circuito dos festivais internacionais, por isso não possui data de estreia em outros países.

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    Suspense francês de vingança feminina ganha trailer sangrento

    21 de janeiro de 2018 /

    O suspense francês “Revenge” ganhou o pôster e seu primeiro trailer. Com título auto-explicativo, trata-se de um história de vingança (revenge). A italiana Matilda Anna Ingrid Lutz (“O Chamado 3”) estrela o filme como a jovem amante de um milionário bonitão casado, que acaba estuprada pelos amigos dele durante um fim de semana de “diversão” e é abandonada para morrer no deserto. Só que ela se prova mais forte que o ódio e, no melhor estilo grindhouse, começa a caçá-los, esguichando sangue por todo o lado. Escrita e dirigida pela estreante Coralie Fargeat, a trama evoca o clássico slasher “A Vingança de Jennifer” (1978), que chegou a ser proibido em alguns países. Apesar da história batida, a estilização visual agradou a crítica, o que lhe rendeu 100% de aprovação no Rotten Tomatoes após passar nos festivais de Toronto e Sundance. A estreia está marcada para 7 de fevereiro na França e não há previsão de lançamento no Brasil.

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    Novo terror do diretor de Martyrs ganha trailer brutal

    20 de janeiro de 2018 /

    “Ghostland”, o novo terror do diretor francês Pascal Laugier (“Martyrs”), ganhou pôster e seu primeiro trailer. Falado em inglês (com legendas em francês), ele traz Crystal Reed (série “Gotham”) como uma escritora de livros de horror, que faz sucesso com uma história que a assombra na vida real. O livro descreve o que lhe aconteceu na adolescência, após se mudar com sua mãe e irmã para uma casa herdada de uma tia. Na primeira noite no novo lar, a casa foi invadida e as mulheres brutalizadas, com as crianças mantidas vivas para serem abusadas sem parar. Dezesseis anos depois, as duas irmãs se reencontram, mas realidade e fantasia também se entrelaçam, quando visitam a velha casa. O elenco inclui Taylor Hickson (série “Aftermath”), Emilia Jones (“Amaldiçoada”), Anastasia Phillips (série “Reign”) e cantora Mylène Farmer (“Giorgino”). A estreia está marcada para 14 de março na França e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

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    120 Batimentos por Minuto registra radicalização histórica pela vida contra a Aids

    5 de janeiro de 2018 /

    Despontam os anos 1990 e há quase uma década a descoberta da Aids já produziu mudanças muito intensas no comportamento e na vida das pessoas. Estigmatizando grupos, como os homossexuais, bissexuais, prostitutas, dependentes de drogas, hemofílicos, pessoas encarceradas. A sociedade ainda não sabia lidar bem com uma questão que mexia diretamente com a vida sexual, com valores, comportamentos, hábitos. Que exigia prioridade e investimentos do Estado e um grande trabalho educacional, que envolvia, sobretudo, o combate aos preconceitos e a necessidade de encarar a vida real, sem tabus. Mais ainda do que isso: era preciso encarar a morte de frente. O filme de Robin Campillo trata desse momento político fundamental, na França, a partir da atuação de um grupo de ativistas, o Act Up Paris, que reunia soropositivos, doentes com Aids e colaboradores, em luta por uma prevenção eficaz e tratamento para os portadores do vírus HIV e para os doentes que acumulavam um número de mortes trágico. Enfrentar uma sentença de morte sem que a pesquisa evoluísse o suficiente para gerar esperanças, sem poder contar com tratamento efetivo e disponibilização dos medicamentos então existentes – AZT e DDI – e tendo de enfrentar o preconceito social e o descaso das autoridades, exigia, como ainda exige, que as pessoas se organizassem. O grupo retratado, como o filme mostra, partia para ações agressivas para poder ser ouvido e notado, como jogar tinta vermelha em pessoas e instituições que estavam sendo questionadas, denotando um desespero e a falta de mecanismos de diálogo eficazes. A ponto de simbolizar o rio Sena todo vermelho do sangue que contamina e mata. As sequências finais, que não vou revelar aqui, são muito fortes e representativas de uma luta radicalizada. Gente jovem encarando tanto uma sexualidade que buscava se expressar, apesar da contaminação, quanto a perspectiva da morte, se organiza politicamente e parte para o ativismo, tentando ser democrática. Não é fácil. A urgência acirra os conflitos, produz dissenção, julgamentos às vezes injustos, competitividade. E excessos. Mas a vida pulsa, os desejos se manifestam, ainda que não possam ser duradouros. É de tudo isso que o filme fala, em personagens emotivamente fortes e impactantes, que fizeram emocionar às lágrimas o presidente do júri do Festival de Cannes, Pedro Almodóvar. Ele sempre trabalhou com essa temática, mas num registro diferente, em que a compreensão, a solidariedade e o humor encontravam guarida e davam um respiro à situação retratada. Esses elementos também estão presentes em “120 Batimentos por Minuto”, mas são minoritários e a luta política se sobrepõe a tudo. Chama atenção no filme o contexto fortemente opositor entre a organização da sociedade civil, o governo, os laboratórios e as seguradoras. A realidade brasileira do período foi, certamente, menos conflitiva e alcançaram-se grandes avanços na prevenção e no tratamento da Aids, com a disponibilização universal dos medicamentos alcançando a todos. A ação das ONGs e do Estado resultou em sucesso no controle da epidemia e as ações educacionais prosperaram, detendo o quadro apocalíptico que muitos pintavam. Trabalhei bastante nessa área de prevenção, naquele período, e posso aquilatar que os avanços eram reais. Tanto que me preocupa, hoje, o retrocesso que estamos experimentando, tentando retornar a valores morais do século 19, em pleno século 21. Parece que temos de voltar a proclamar a necessidade do uso da camisinha, da discussão das relações de gênero e da diversidade sexual, como se isso fosse uma coisa nova. Será que a sanha por cortes no tamanho do Estado também vai atingir as políticas de saúde bem sucedidas do Brasil nesse terreno? É bom que o cinema trate do assunto com clareza, como faz “120 Batimentos por Minuto”. É hora de avançar, nunca de retroceder.

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    Nova animação da Pixar enfrenta título ruim, boicote e Jumanji nas estreias da semana

    4 de janeiro de 2018 /

    O ano começa com estreias simultâneas de dois blockbusters voltados ao público infantil. Mas um deles não estará disponível em algumas redes. A nova animação da Pixar enfrenta boicote de parte do parque exibidor, num protesto contra a política de preços da Disney, que exige um aumento de 2% em seus repasses. Assim, o desenho estará presente em 650 salas, bem menos que “Carros 3”, o lançamento anterior da Disney-Pixar, que ocupou mais de mil telas. A distribuição é menor, inclusive, que a do outro título infantil da semana, disponível em 950 salas. Por coincidência, o circuito limitado também terá apenas dois lançamentos: dois títulos europeus excelentes e premiados, ambos selecionados para representar seus países no Oscar 2018. Clique nos títulos abaixo para ver os trailers de cada estreia. “Viva – A Vida É uma Festa” está tendo, na verdade, uma vida pouco festiva no Brasil. Seus problemas também incluem uma mudança de título. Nos outros países do mundo, a animação se chama “Coco”, mas aqui acharam que pareceria “cocô”. Claro que ninguém faz esta confusão quando toma água de coco na praia, mas o Brasil é aquele país estranho em que os filmes são lançados com o subtítulo “O Filme” para o público não se confundir e achar que vai ler um livro no cinema. Não apenas isso: na dublagem brasileira, uma personagem importante deixa de se chamar Mamãe Coco — diminutivo de Socorro — para transformar-se em Lupita. Nenhum outro personagem mudou de nome em relação à versão original. A propósito, em Portugal, acharam que o público era mais inteligente e mantiveram “Coco”. Peculiaridades de um estúdio infantil. A animação ainda sofre com um lançamento nacional tardio, após ter se consagrado no mundo inteiro, com recordes de arrecadação no México e na China, e três semanas na liderança das bilheterias dos Estados Unidos. Além disso, tirou nota A+ no CinemaScore, que registra a média da opinião do público americano, em sua estreia doméstica em novembro passado. Trata-se do sexto filme da Pixar a atingir esta nota máxima, mas apenas o primeiro nesta década. O último tinha sido “Up – Altas Aventuras” em 2009. A nota da crítica americana também foi bastante elevada: 96% de aprovação no Rotten Tomatoes. O filme conta a história de um menino mexicano proibido de tocar música, apesar de ser parente de um cantor famoso. Ao segurar o violão de seu ancestral, ele acaba sendo “puxado” para a Terra dos Mortos e, a partir daí, passa a contar com a ajuda de seus parentes falecidos para voltar ao mundo dos vivos. O roteiro é de Adrian Molina (“O Bom Dinossauro”), que também faz sua estreia como diretor, trabalhando ao lado de Lee Unkrich (“Toy Story 3”). “Jumanji: Bem-vindo à Selva” reinventa a franquia iniciada em 1995 com o ator Robin Williams. Além de o tabuleiro mágico ter virado um videogame, os protagonistas são sugados para dentro do jogo e mudam de aparência, transformando-se em Dwayne Johnson (“Baywatch”), Kevin Hart (“Policial em Apuros”), Jack Black (“Goosebumps”) e Karen Gillan (“Guardiões da Galáxia”), que precisarão enfrentar inúmeros perigos – e não apenas feras como há 23 anos. Além dessas mudanças todas, o novo “Jumanji”, com direção de Jake Kasdan (“Sex Tape: Perdido na Nuvem”), é mais comédia que aventura, daquelas em que o elenco abusa das caretas. Mesmo assim, tem 77% no Rotten Tomatoes. Já os dois títulos do circuito limitado são “The Square – A Arte da Discórdia” e “120 Batimentos por Minuto”, candidatos respectivamente da Suécia e da França a uma vaga na categoria de Melhor Filme em Língua Estrangeira do Oscar. Infelizmente, o longa francês já ficou pelo caminho, o que rendeu protestos do diretor de “Moonlight”, vencedor do Oscar 2017. Por coincidência, ambos tiveram première mundial no Festival de Cannes do ano passado. “120 Batimentos por Minuto” venceu o Grande Prêmio do Júri e o Prêmio da Crítica, enquanto “The Square” faturou simplesmente a Palma de Ouro. Com um título que destaca o ritmo normal de batidas do coração humano, o longa francês aborda o movimento Act Up Paris, formado por militantes LGBT+, que em 1990 foi às ruas e escolas da capital francesa para conscientizar os jovens sobre a importância da prevenção da Aids, “coisa que o governo não faz”, conforme avisa um dos protagonistas. O movimento também enfrentou a indústria farmacêutica, que criava dificuldades para disponibilizar os remédios do coquetel de tratamento da doença, e o preconceito, fazendo passeatas de demonstração de orgulho gay. O elenco traz vários nomes da nova geração do cinema francês, como Adèle Haenel (“Amor à Primeira Briga”), Arnaud Valois (“Cliente”), Aloïse Sauvage (“Um Instante de Amor”) e Simon Guélat (“Minha Irmã”), além do argentino Nahuel Pérez Biscayart (“Futuro Perfeito”). A direção é de Robin Campillo, autor-diretor de “Eles Voltaram”, que deu origem à série “Les Revenants”. Trata-se do filme mais elogiado da França em 2017, com impressionantes 99% de aprovação no Rotten Tomatoes e diversos prêmios. Além das conquistas de Cannes, também venceu os festivais de Chicago e San Sebastián, foi considerado o Melhor Filme Estrangeiro do ano pelos críticos de Nova York e disputa o troféu da categoria no Spirit Awards. “The Square”, por sua vez, foi considerado o Melhor Filme Europeu de 2017. Além de vencer o troféu principal da Academia Europeia, faturou mais cinco prêmios do European Film Awards, inclusive Direção e Roteiro, recebidos pelo cineasta Ruben Östlund – que já tinha causado boa impressão com seu filme anterior, “Força Maior” (2014), exibido e premiado na seção Um Certo Olhar do Festival de Cannes há três anos. Em tom de humor negro, a comédia sueca acompanha o curador de um importante museu de arte contemporânea de Estocolmo, que a partir de um pequeno incidente desencadeia uma série de situações vexaminosas. Em seu intertexto, também embute uma crítica social, ao fazer um contraponto entre o ambiente elitista das galerias de arte e a realidade das ruas europeias, cheias de imigrantes e desempregados. Além do dinamarquês Claes Bang (da série “Bron/Broen”) no papel principal, o longa inclui em seu elenco a atriz americana Elisabeth Moss (série “The Handmaid’s Tale”), o inglês Dominic West (série “The Affair”) e o dublê americano Terry Notary (o King Kong de “Kong: A Ilha da Caveira”), que mostra como se interpreta um macaco sem os efeitos que normalmente acompanham seu desempenho na franquia “Planeta dos Macacos” (onde vive o macaco Rocket). Curiosamente, o filme não obteve a mesma unanimidade entre a crítica americana, ficando com 82% no Rotten Tomatoes.

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    Diretor de O Artista assina roteiro de animação sobre a infância de Júlio Verne

    3 de janeiro de 2018 /

    O cineasta francês Michel Hazanavicius, vencedor do Oscar por “O Artista” (2011), vai adaptar o roteiro e os diálogos da animação “Little Jules Verne”, sobre a infância do escritor de ficção científica Jules Verne no século 19. Chamado de Júlio Verne no Brasil, o escritor foi um dos granes pioneiros da literatura sci-fi, graças a clássicos como “Viagem a Lua”, “Viagem ao Centro da Terra”, “A Ilha Misteriosa” e “20,000 Léguas Submarinas”. A animação será o primeiro projeto de Hazanavicius em que ele não trabalhará como diretor. Em comunicado, o cineasta disse que se sentiu atraído pelo “exercício de me confrontar com um universo mais infantil, responder a um pedido e me colocar a serviço do projeto de outra pessoa”. “Eu realmente gosto de escrever, e esta foi uma experiência agradável: o curto período relativo da missão, a ideia de que eu poderia ajudar um filme a nascer, e a tenacidade e o engajamento de Benoît Pierre, que me convenceu a fazê-lo”, afirmou. O filme é baseado em ilustrações do artista de quadrinhos Fabien Mense (“Agito Cosmos” e “The Tikitis”), tem direção de Régis Vidal (diretor de arte da animação “A Pequena Loja de Suicídios”) e Didier Ah-Koon (que trabalhou nas animações de “Pets”, “Emoji” e no último “A Era do Gelo”), e produção de Benoît Pierre, da Enormous Pictures. Além do filme, uma revista em quadrinhos e uma série animada estão sendo desenvolvidas com o personagem. Ainda não há previsão para nenhum dos lançamentos.

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    Diretor de Moonlight protesta por 120 Batimentos por Minuto ficar fora do Oscar 2018

    28 de dezembro de 2017 /

    Barry Jenkins, diretor de “Moonlight”, o filme vencedor do Oscar 2017, não entende porque o drama francês “120 Batimentos por Minuto” ficou fora da lista de pré-selecionados ao Oscar 2018, na categoria de Melhor Filme em Língua Estrangeira. Em uma série de tuítes, ele rasgou elogios ao filme, que definiu como “bastante extraordinário”, e manifestou seu protesto contra a seleção da Academia. Com um título que destaca o ritmo normal de batidas do coração humano, o longa aborda o movimento Act Up Paris, formado por militantes LGBT+, que em 1990 foi às ruas e escolas da capital francesa para conscientizar os jovens sobre a importância da prevenção da Aids, “coisa que o governo não faz”, conforme avisa um dos protagonistas. O movimento também enfrentou a indústria farmacêutica, que criava dificuldades para disponibilizar os remédios do coquetel de tratamento da doença, e o preconceito, fazendo passeatas de demonstração de orgulho gay. O elenco traz vários nomes da nova geração do cinema francês, como Adèle Haenel (“Amor à Primeira Briga”), Arnaud Valois (“Cliente”), Aloïse Sauvage (“Um Instante de Amor”) e Simon Guélat (“Minha Irmã”), além do argentino Nahuel Pérez Biscayart (“Futuro Perfeito”). Dirigido por Robin Campillo (autor-diretor de “Eles Voltaram”, que deu origem à série “Les Revenants”), “120 Batimentos por Minuto” é o mais elogiado do ano na França. Tem impressionantes 98% de aprovação no site Rotten Tomatoes e acumula diversos prêmios, entre eles o Grande Prêmio do Júri do Festival de Cannes 2017. Também venceu os festivais de Chicago e San Sebastián, foi considerado o Melhor Filme Estrangeiro do ano pelos críticos de Nova York e disputa o troféu desta categoria no Spirit Awards. “120 Batimentos por Minuto” já foi exibido no Brasil durante o Festival do Rio, e tem estreia comercial no país marcada para 4 de janeiro. Leia abaixo a tradução de alguns dos trechos do desabafo tuitado por Jenkins e, em seguida, os tuítes originais. “Então … ‘120 Batimentos por Minuto’ é bastante extraordinário”, ele iniciou. “Entre o fato de ‘Procurando Sugar Man’ ter superado ‘How to Survive a Plague’ [na disputa de Melhor Documentário do Oscar 2013] e este filme nem mesmo entrando na lista dos pré-selecionados, eu realmente não sei o que pensar…” “E, embora seja importante pra caramba, especialmente para os dias atuais, ver um filme baseado em eventos factuais com jovens literalmente lutando por suas vidas, lutando por todas as nossas vidas com honestidade, contra o fanatismo e a política burocrática intolerável (para não mencionar ganância corporativa)… Enquanto tudo isso é super importante e super relevante para pessoas jovens e velhas, ver incorporado em uma obra de arte… apenas a importância simbólica e o poder de um corpo, reconhecendo e mostrando isso em si… ‘120 Batimentos por Minuto’ também é um filme simplesmente e realmente fantástico”. “Obviamente, adorei. E eu só me pergunto como isso não é o filme do momento? É porque nos mostram porra no peito de um moribundo? Nós colocamos na areia em ‘Moonlight’ porque isso se parecia verdadeiro e natural no meio ambiente, mas…” “Mas aqui estamos: os artistas continuam e por isso só posso agradecer a Robin Campillo e a todos por fazerem este maravilhoso filme. Como alguém que teve a mãe diagnosticada com HIV no início dos anos 1990 e ainda está viva, eu sou tendencioso e agradecido pelo Act Up e esse testamento da mudança causada por eles”. So… BPM is pretty damn extraordinary — Barry Jenkins (@BarryJenkins) December 24, 2017 Between SUGARMAN so soundly besting HOW TO SURVIVE A PLAGUE and this not even making the shortlist, I truly don’t know what to make of it all…. — Barry Jenkins (@BarryJenkins) December 24, 2017 And while it is IMPORTANT AS HELL, especially right now, to see a film based on factual events featuring YOUNG PEOPLE literally fighting for their lives, fighting for all our lives honestly, against bigotry and bigoted bureaucratic policy (not to mention corporate greed)… — Barry Jenkins (@BarryJenkins) December 24, 2017 …while all that is super important and SUPER relevant for folks young and old NOW to see embedded within a work of art… just the symbolic importance and POWER of a body recognizing and showcasing THAT in and of itself… — Barry Jenkins (@BarryJenkins) December 24, 2017 …BPM is also just a really terrific damn film. And it’s deceptive because the “beats” are so very big and “dramatic” and yet… there’s so much of what seasoned dimplomats refer to as “soft power” at play. Little gestures of the eye (the characters’ and ours) that flutter by — Barry Jenkins (@BarryJenkins) December 24, 2017 Obviously I loved it. And I just wonder how this not THE film of the moment? Is it because we’re shown cum on a dying man’s chest? We placed it in the sand in Moonlight because that felt true and natural in the environment but… maybe @guylodge has a point ? — Barry Jenkins (@BarryJenkins) December 24, 2017 But here we are: the artists continue on and so I can only thank Robin Campillo and everyone for making this wonderful film. As someone who’s mother was diagnosed HIV+ in the early 90s and IS STILL WITH US, I’m biased and thankful for ACT UP and this moving testament to them ?? — Barry Jenkins (@BarryJenkins) December 25, 2017

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  • Etc

    Brigitte Bardot vai lançar “livro testamento” com balanço de sua existência

    27 de dezembro de 2017 /

    A atriz francesa Brigitte Bardot vai lançar em 25 de janeiro uma autobiografia. Ou, como ela define, um “livro testamento” com um balanço de sua existência. “Será o balanço de minha existência. Se chamará ‘Lágrimas de Combate’. Nunca escreverei outros livros. Será o balanço total de minha visão das coisas, da sociedade, da forma como fomos governados, da maneira como se trata os animais em meu país”, declarou. A editora Plon apresenta a obra como “um testamento animal”, “uma reflexão inédita, serena e rebelde ao mesmo tempo, sobre sua existência e o sentido de seu combate”, diz o release, referindo-se aos 40 anos em a atriz milita pela causa animal. Seu último livro, publicado em 2003, “Um Grito no Silêncio”, causou polêmica por seus posicionamentos radicais. A estrela do cinema, hoje com 83 anos, vive atualmente em Saint-Tropez e ainda mantém o costume de emitir comunicados contra caçadores, zoológicos, matadouros e circos. Nesta quarta-feira (27/12), inclusive, ela publicou uma carta-aberta ao governo francês no jornal Le Parisien. “Estamos mal com este governo. [O presidente Emmanuel] Macron não tem a menor compaixão pelos animais e a natureza: em Chambord, acaba de parabenizar caçadores ante suas presas abatidas, ainda quentes! É escandaloso!”, disse Bardot à AFP por telefone.

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  • Filme

    Lumière! apresenta registro surpreendente da origem do cinema

    15 de dezembro de 2017 /

    “Lumière!” que, com exclamação, dá o título original ao filme de Thierry Frémaux, é um nome que todos os cinéfilos reverenciam. Afinal, os irmãos Louis e Auguste Lumière deram início à aventura do cinema, em 28 de dezembro de 1895, com a primeira projeção pública, e paga, de filmes realizados com o cinematógrafo, no subsolo do Grand Café Boulevard des Capucines, em Paris. O cinematógrafo coroava os esforços de um grande número de inventores e pesquisadores que buscaram o sonho de criar a fotografia animada, ou em movimento. Entre eles, estava Thomas Edison que, com seu cinetoscópio, associado ao fonógrafo, tentou criar o cinema com imagem e som em paralelo, uma espécie de precursor do cinema falado, em 1892. Só que isso se dirigia a um espectador por vez, que precisava olhar num visor. Antoine Lumière, o pai de Louis e Auguste, proprietário de uma fábrica em Lyon, trabalhava com fotografia e película, conheceu o equipamento e teria dito que era preciso libertar as imagens daquela caixinha e pô-las para que todos as vissem simultaneamente. Estimulou seus filhos a encontrar a solução técnica para isso. Tratava-se, portanto, de uma família de criadores, inventores, técnicos. Com a patente do cinematógrafo, também negociantes. Embora isso já seja uma coisa fantástica, é muito mais do que isso. Thierry Frémaux, com seu filme, mostra, de forma inequívoca, que os irmãos também foram grandes cineastas, responsáveis não só pela difusão do cinema como pelo estabelecimento da linguagem cinematográfica. E com grande talento. Diretor do prestigiado Festival de Cannes, Thierry Frémaux também preside o Instituto Lumière, em Lyon, e atua na preservação e restauração do acervo da coleção Lumière, os primeiros filmes da história do cinema. O filme que compôs e comenta, na verdade, é uma compilação do trabalho dos Lumière e de seus operadores, de 1895 a 1905. Na obra, desfilam mais de 100 filmes selecionados da coleção, cada um com 50 segundos de duração, que era o que era possível na época, restaurados em 4K, a partir dos originais. Parece um milagre. Foram encontrados mais de 1400 filmes deles, dos quais mais de 300 estão restaurados e mais de 100 podem ser vistos em “Lumière!”, com uma qualidade surpreendente. Ao ver os filmes, um a um, fica claro que os irmãos Lumière sabiam muito bem o que estavam fazendo, como colocar a câmera no lugar certo, que enquadramento utilizar, como organizar o tempo exíguo dos filmetes para contar pequenas histórias ou registrar um evento. E como encená-lo ou reencená-lo, antecipando o que discutimos hoje, a fronteira entre documentário e ficção. Foram eles que produziram versões diferentes da saída dos operários da fábrica ou da chegada do trem à estação, que assustou os espectadores da época. Não foi por acaso, este último foi concebido para impressionar e dar a dimensão da força do trem. A primeira ficção não foi criada por Georges Meliès, que aperfeiçoou a história, mas pelos Lumière, no filme “O Regador Regado”, uma ficção de humor, que também tem várias versões. A fotografia é esplêndida, de um preto e branco bem contrastado, perfeito. A nitidez é uma surpresa. A profundidade de campo já era explorada, é tão nítida na frente quanto no fundo. Eles também introduziram o travelling e a filmagem bem de perto, o close. Tudo isso com uma câmera sem visor, com os recursos técnicos dos primeiros tempos. Limitadíssimos, portanto. O texto, em off, de Frémaux, é uma preciosidade. Ele aponta para tudo o que foi a criação dos Lumiére, os detalhes e muitas coisas que a gente não veria, se não fosse alertado para elas. Dois pequenos exemplos. Num filme, um menino, pequeno ainda, dá bagos de uva para duas meninas menores do que ele. Irmãzinhas, provavelmente. Como ele deve ter sido alertado para ser rápido, porque o tempo do filme era pouco, ele distribui as uvas de forma frenética, num ritmo completamente diferente daquele que crianças fariam, sem uma câmera à frente. Em outros filmes, para realçar o efeito de humor, os Lumiére colocam um ator gargalhando intensamente, para mostrar que a cena é engraçada. A experiência de ver esses filmes, muito bons, que deram origem ao cinema, com os comentários de Thierry Frémaux, resulta numa aula obrigatória, para quem quer entender um pouco mais de cinema. Feita de um jeito simples e didático por um profissional renomado. Ele veio ao Brasil para divulgar o filme e participou de uma entrevista, onde se revelou uma figura admirável no seu jeito de ser, nas suas reflexões profundas e bem humoradas e até num certo bairrismo. Afinal, ele, tanto quanto os Lumière, é da cidade de Lyon, na França, que leva o mérito de ter criado o cinema. Segundo consta, em 22 de março de 1895, Louis e Auguste exibiram para uma pequena plateia o primeiro filme da história, a saída dos operários da fábrica Lumière, filmada em Lyon. Mas essa projeção se deu em Paris. E quanto ao fato de que os Lumière abandonaram o cinema? Simples. Frémaux explicou que eles deixaram de fazer filmes porque se dedicaram a criar a fotografia a cores. Viva Lumière!, com exclamação.

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  • Música

    Vida de Céline Dion vai virar comédia francesa

    13 de dezembro de 2017 /

    A vida da cantora canadense Céline Dion, que marcou uma geração de cinéfilos ao cantar a plenos pulmões “My Heart Will Go On”, a música-tema de “Titanic” (1997), vai virar comédia. Vinte anos após vencer o Oscar pela música, a cantora voltará ao cinema como tema do filme “Dis-moi Céline”. O título é inspirado na música “Dis Moi Si Je T’ Aime”, sucesso que Céline gravou em francês. O filme tem direção e roteiro da cineasta e atriz francesa Valérie Lemercier (“Palais Royal!”), que também vai estrelar a produção como Céline Dion. “Sou fascinada pela voz de Céline, mas também por sua história, o fato de que ela é a mais jovem de 14 filhos, sua relação com a mãe, sua história de amor com René… Será um filme engraçado. É claro que pedirei a autorização de Céline, mas creio que ela tem muito senso de humor”, contou a cineasta em entrevista ao site Le Parisien. Valérie Lemercier já dirigiu cinco filmes, todos comédias e nenhum deles lançado no Brasil. A produção começará a ser rodada entre março e maio, com o ator Jérôme Commandeur (“A Riviera Não É Aqui”) no papel do músico e empresário René Angélil, marido da cantora. E o detalhe: Lemercier pretende interpretar Céline dos 8 aos 50 anos de idade! O longa ainda não tem previsão de estreia nos cinemas.

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  • Música

    Johnny Hallyday (1943 – 2017)

    6 de dezembro de 2017 /

    O cantor e ator Johnny Hallyday, considerado o “Elvis Presley francês”, faleceu aos 74 anos de um câncer no pulmão, na madrugada desta quarta-feira (6/12). “Johnny Hallyday partiu. Escrevo estas palavras incrédula, mas foi assim. Meu marido já não está mais aqui. Nos deixou esta noite como viveu sua vida: com valentia e dignidade”, escreveu sua mulher Laeticia. “Até o último momento, se manteve firme diante desta doença que o corroía há meses, dando a todos lições de vida extraordinárias”. Jean-Philippe Léo Smet, seu verdadeiro nome, nasceu em 1943. Filho da modelo Huguette Clerc e do cantor belga Léon Smet, viveu em Londres com o tio, um artista de variedades de quem “roubou” o nome artístico para lançar seu primeiro álbum em 1960, “Hello Johnny”. O sucesso veio no ano seguinte, com o lançamento da música “Viens Danser le Twist”, uma versão de “Let’s Twist Again”, de Chubby Checker, que o estabeleceu como o roqueiro mais bem-sucedido da França. Em 50 anos de carreira, ele entusiasmou três gerações francesas, gravando cerca de 40 álbuns, mais de mil músicas, e vendeu mais de 100 milhões de discos. Tornou-se um fenômeno desde jovem, a ponto de não poder sair de casa sem correr de multidões de fãs enlouquecidos, como numa cena da Beatlemania. Cidades da França proibiram seus shows, acusando-o de corromper a juventude. Foi chamado de belga infiltrado na França. Pior: quinta-coluna imperialista, responsável por contaminar a cultura francesa com o rock, nas palavras do presidente francês Charles de Gaulle, que o odiava. Mas nem o maior hit, “Noir c’est Noir” (1966), conseguiu ser ouvido fora da França, apesar das aparições no célebre programa de variedades “The Ed Sullivan Show”, que estourou as carreiras de Elvis e dos Beatles nos EUA. Isto o tornou uma figura cult nos mercados internacionais, marcando-o com o apelido de “a maior estrela do rock que você nunca ouviu falar”, maldosamente conferido pelo jornal USA Today. No Brasil, por sinal, poucos sabem que “Noir c’est Noir” é a versão original do sucesso “Quem Não Quer”, música gravada por Jerry Adriani no auge da Jovem Guarda. A comparação com Elvis Presley não se resumia ao rock. Assim como o cantor americano, ele se lançou no cinema numa série de comédias musicais, como “As Parisienses” (1962), em que cantou uma balada romântica para Catherine Deneuve, “D’où viens-tu… Johnny?” (1963), como par da cantora Sylvie Vartan, com quem formou um dos casais mais poderosos do rock francês, “Cherchez l’idole” (1964) e o psicodélico “Les Poneyttes” (1967). Também como o ídolo, optou por estrelar westerns como alternativa aos filmes em que vivia versões de si mesmo. Assim, virou o personagem-título de “O Especialista – O Vingador de Tombstone” (1969) no spaghetti-western de um especialista, o cineasta Sergio Corbucci, criador de “Django” (1966). Mas acabou se destacando em outro gênero: os filmes de crime. Ele surpreendeu a crítica ao estrelar “Point de Chute” (1970), do ator-diretor Robert Hossein, e “Détective” (1985), de ninguém menos que Jean-Luc Godard. Contudo, os melhores papéis vieram na fase final de sua carreira, quando grandes cineastas recorreram à sua presença icônica para humanizar personagens sinistros, como o ladrão de “Uma Passagem para a Vida” (2002), de Patrice Leconte, o suspeito de “Rios Vermelhos 2 – Anjos do Apocalipse” (2004), de Olivier Dahan, e o assassino de “Vingança” (2009), um dos melhores filmes do mestre do cinema criminal chinês Johnny To. Ele também chegou a filmar nos Estados Unidos, participando da comédia “Procurados” (2003), como um dos ladrões de uma gangue francesa em Chicago, além de “A Pantera Cor de Rosa 2” (2009). Enquanto rodava a continuação estrelada por Steve Martin, seus problemas de saúde se tornaram evidentes, levando-o a ser hospitalizado em Boston. Ele chegou a entrar em coma devido a um grave problema respiratório. Mesmo com o diagnóstico de câncer confirmado, ele continuou fazendo filmes. Suas últimas aparições no cinema foram nas comédias “Rock’n Roll: Por Trás da Fama”, de Guillaume Canet, e “Chacun sa Vie”, de Claude Lelouch, ambas lançadas neste ano. É tão difícil imaginar a França sem Johnny Hallyday que um cineasta, fã assumido, tentou visualizar exatamente isso, num filme em que Jean-Philippe Léo Smet nunca se tornou um roqueiro famoso. Intitulado “Jean-Philippe” (2006), o longa de Laurent Tuel deixa claro a influência colossal de Hallyday na cultura francesa do século 20. “Nós todos temos algo de Johnny. Nós não esqueceremos nem o nome, nem o rosto, nem a voz, sobretudo, nem as interpretações que, com um lirismo seco e sensível, pertencem hoje à história da música francesa. Ele fez entrar uma parte da América em nosso panteão nacional”, declarou o presidente da França, Emmanuel Macron.

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    120 Batimentos por Minuto: Candidato francês ao Oscar 2018 ganha primeiro trailer legendado

    3 de dezembro de 2017 /

    A Imovision divulgou o primeiro trailer legendado de “120 Batimentos por Minuto”, candidato francês a uma vaga na disputa de Melhor Filme em Língua Estrangeira do Oscar 2018. Com um título que destaca o ritmo normal de batidas do coração humano, o longa aborda o movimento Act Up Paris, formado por militantes LGBT+, que em 1990 foi às ruas e escolas da capital francesa para conscientizar os jovens sobre a importância da prevenção da Aids, “coisa que o governo não faz”, conforme avisa um dos protagonistas logo na primeira cena da prévia. O movimento também enfrentou a indústria farmacêutica, que criava dificuldades para disponibilizar os remédios do coquetel de tratamento da doença, e o preconceito, fazendo passeatas de demonstração de orgulho gay. O elenco traz vários nomes da nova geração do cinema francês, como Adèle Haenel (“Amor à Primeira Briga”), Arnaud Valois (“Cliente”), Aloïse Sauvage (“Um Instante de Amor”) e Simon Guélat (“Minha Irmã”), além do argentino Nahuel Pérez Biscayart (“Futuro Perfeito”). Dirigido por Robin Campillo (autor-diretor de “Eles Voltaram”, que deu origem à série “Les Revenants”), o filme é o mais elogiado do ano na França. Tem impressionantes 98% de aprovação no site Rotten Tomatoes e acumula diversos prêmios, entre eles o Grande Prêmio do Júri do Festival de Cannes 2017. Também venceu os festivais de Chicago e San Sebastián, foi considerado o Melhor Filme Estrangeiro do ano pelos críticos de Nova York e disputa o troféu da categoria no Spirit Awards. “120 Batimentos por Minuto” já foi exibido no Brasil durante o Festival do Rio, e tem estreia comercial no país marcada para 4 de janeiro.

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