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    Marina Ruy Barbosa sofre Sequestro Relâmpago no trailer e fotos do novo filme de Tata Amaral

    15 de outubro de 2018 /

    A Tangerina Filmes divulgou 27 fotos e o trailer de “Sequestro Relâmpago”, novo drama da cineasta Tata Amaral (“Hoje), que traz Marina Ruy Barbosa (novela “Deus Salve o Rei”) sofrendo o crime do título. Na trama apresenta, ela é abordada por dois criminosos armados no caminho para seu carro, que pretendem sacar seu dinheiro num caixa automático. O problema é que o sequestro acontece após o horário permitido para sacar dinheiro e os decidem ficar com a vítima até o amanhecer. Sidney Santiago Kuanza (série “A Vida Secreta dos Casais”) e Daniel Rocha (novela “A Lei do Amor”) vivem os bandidos e o filme ainda conta com participações especiais do rapper Projota (“Carcereiros”) e da cantora Linn da Quebrada (“Corpo Elétrico”). “Sequestro Relâmpago” integra a programação da 42ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e terá sua première nesta sexta-feira (19/10). A estreia em circuito comercial está marcada para 22 de novembro.

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    Terror brasileiro Motorrad vai ganhar remake australiano

    12 de outubro de 2018 /

    O terror brasileiro “Motorrad” teve seus direitos adquiridos pelos produtores Scott Cornfield, Leanne Tonkes e Harriet Spalding, que planejam realizar um remake, passado na Austrália, com filmagens estimadas para 2020. O filme original tem direção de Vicente Amorim (“Corações Sujos”) e adapta uma história de Danilo Beyruth, colaborador da editora americana de quadrinhos Marvel. A trama acompanha um grupo de jovens que faz motocross numa trilha remota e desconhecida, e acaba entrando em território proibido, passando a ser caçado por um grupo de motoqueiros assassinos. O elenco inclui alguns ex-integrantes da novela teen “Malhação”, como Carla Salle, Guilherme Prates e Juliana Lohmann. A ironia do acordo é que “Motorrad” foi obviamente influenciado por, entre outros, “Mad Max”, um clássico australiano.

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    A Mata Negra: Novo terror do especialista Rodrigo Aragão ganha trailer macabro

    12 de outubro de 2018 /

    A Elo Company divulgou o pôster, as fotos e o trailer de “A Mata Negra”, quinto longa de terror de Rodrigo Aragão, que chega aos cinemas uma década após o primeiro, “Mangue Negro” (2008). A prévia demonstra a clara evolução do cineasta, que aprendeu sozinho a dirigir e a fazer efeitos especiais práticos para baratear suas produções. Embora continue trabalhando com muitos atores amadores, Aragão especializou-se em evocar um clima macabro, que se mostra especialmente perturbador no novo trabalho. Dando sequência à sua filmografia, que também inclui “A Noite do Chupacabras” (2011), “Mar Negro” (2013) e a antologia “As Fábulas Negras” (2015), “A Mata Negra” segue a busca do diretor capixaba por desenvolver um terror com elementos nacionais. Nisto, é claramente sucessor de José Mojica Marins, o Zé do Caixão. O filme adapta “causos” regionais para contar a história de uma menina que recebe a missão de ler um misterioso livro de “rezas” para salvar a alma de um homem que vê a morte chegar. Entretanto, ela desobedece a ordem de queimar a obra – que seria o livro de São Cipriano – e, após o homem falecer, passa usá-lo por conta própria, desencadeando uma série de tragédias. A produção é a primeira da carreira de Aragão a contar com dinheiro de edital de fomento. Custou R$ 630 mil e, como novidade, teve até a participação de atores famosos, como Jackson Antunes (“Mais Forte que o Mundo: A História de José Aldo”) e Francisco Gaspar (“O Matador”). O elenco também destaca Carol Aragão (de “Mar Negro”), filha do cineasta, no papel principal. “A Mata Negra” chega aos cinemas em 6 de dezembro.

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    Nasce uma Estrela é o destaque da programação de cinema da semana

    11 de outubro de 2018 /

    O fim de semana das crianças traz três estreias infantis, mas o principal lançamento é para adultos. A quarta versão de “Nasce uma Estrela” conta uma história manjada, que potencialmente deveria atrair apenas os fãs de Lady Gaga. Mas o ator Bradley Cooper surpreende em sua estreia na direção, ao envolver até quem já sabe como tudo termina antes mesmo de entrar no cinema. Para quem nunca viu nenhuma versão desta história de 81 anos, Cooper vive um cantor que mergulha no alcoolismo, conforme sua carreira entra em decadência. Mas antes de chegar ao fundo do poço, ele descobre e se apaixona por uma jovem cantora (Lady Gaga), que pretende lançar ao estrelato. E logo o sucesso dela acaba lhe ofuscando. Elogiadíssimo em sua première no Festival de Veneza, “Nasce uma Estrela” também é para cinéfilos. E pode surpreender no Oscar. Vale observar que a nova versão segue as mudanças da trama introduzidas na filmagem dos anos 1970 (com rock em vez de Hollywood), estrelada por Barbra Streisand, que, por sinal, venceu o Oscar de Melhor Canção. Dentre os filmes infantis, o destaque é a produção brasileira, que também é um musical. “Tudo por um Popstar” gira em torno de três colegas de colégio do interior que surtam quando descobrem que sua boy band favorita vai dar show no Rio e todos os ingressos estão esgotados. Logicamente, elas vão fazer tudo para ver os ídolos, desde participar em concurso até apelar para desmaio na frente do hotel em que eles estão hospedados. E pouco importa que os pais tenham proibido a viagem. O elenco traz Maisa Silva (de “Carrossel”) num de seus papéis de maior destaque, ao lado de Klara Castanho (de “É Fada”) e Mel Maia (“Através da Sombra”). A trama é a terceira adaptação cinematográfica de um livro de Thalita Rebouças, escritora especialista em filmes para menininhas – já adaptada em “É Fada!” e “Fala Sério, Mãe!”. Mas não deixa de ser uma história igualmente já vista no cinema antes, e com final melhor – procurem “Detroit, a Cidade do Rock” (1999) ou “Spike Island” (2012). “Goosebumps 2 – Halloween Assombrado” e “Cinderela e o Príncipe Secreto” são bem mais fracos. A continuação de “Goosebumps” conta quase a mesma história do primeiro filme com menor orçamento e piores efeitos. E a animação segue a linha de reinvenção dos contos de fada com computação barata, inaugurada por “Deu a Louca na Chapeuzinho” (2005). O mais incrível é que “Cinderela” parece sugerir que a computação gráfica não evoluiu nada desde aquele filme. Em outras palavras, não é uma produção da Pixar. O circuito limitado também inclui uma obra centrada em criança, o italiano “Minha Filha”. Exibido no Festival de Berlim e com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, acompanha uma menina divida entre a mãe que a criou desde pequena (Valeria Golino) e a mãe biológica (Alba Rohrwacher), que ressurge querendo levá-la embora. Igualmente focado na dissolução da família e com os mesmos 100% no Rotten Tomatoes, o húngaro “Um Dia” marca a estreia na direção de Zsófia Szilágyi, diretora assistente de “Corpo e Alma” (vencedor do Festival de Berlim do ano passado). Acompanhando uma mulher tão ocupada com a rotina que mal tem tempo para perceber que seu casamento acabou, a obra recebeu o prêmio da crítica na mostra Quinzena dos Realizadores do último Festival de Cannes. Há mais duas estreias limitadas de menor apelo. Confira abaixo as sinopses e veja os trailers para conhecer todas os lançamentos da semana. Nasce uma Estrela | EUA | Drama Musical A jovem cantora Ally (Lady Gaga) ascende ao estrelato ao mesmo tempo em que seu parceiro Jackson Maine (Bradley Cooper), um renomado artista de longa carreira, cai no esquecimento devido aos problemas com o álcool. Os momentos opostos nas carreiras acabam por minar o relacionamento amoroso dos dois. Tudo por um Popstar | Brasil | Comédia Musical A boy band Slavabody Disco Disco Boys, febre entre as mocinhas de todo o Brasil, anuncia que irá tocar no Rio de Janeiro. Fãs de carteirinha do grupo, as adolescentes e melhores amigas Gabi (Maísa Silva), Manu (Klara Castanho) e Ritinha (Mel Maia) farão de tudo para que seus pais deixem que elas assistam ao show do grupo fora da cidade onde moram. Goosebumps 2 – Halloween Assombrado | EUA | Fantasia Sonny (Jeremy Ray Taylor) e Sam (Caleel Harris) são grandes amigos, que encontram um livro incompleto guardado dentro de um baú, em uma casa abandonada na véspera do Halloween. Ao abri-lo, eles despertam o boneco Slappy (Avery Lee Jones), que surge inesperadamente. Criação do autor R.L. Stine (Jack Black), ele usa os jovens e ainda a irmã de Sonny, Sarah (Madison Iseman), para criar sua própria família de monstros. Cinderela e o Príncipe Secreto | EUA | Fantasia Contada por outro ponto de vista, a clássica história da Cinderela aqui não envolve amor à primeira vista ou sapatinho de cristal. Cinderela decide ir ao baile convencida por seus amigos ratos, que sonham com o banquete do palácio, e auxiliada por uma fada madrinha aprendiz. Em pleno baile, o grupo descobre algo terrível e inicia uma ousada aventura para reverter o feitiço de uma terrível bruxa e desmascarar o príncipe ilegítimo. Minha Filha | Itália | Drama A guarda de uma menina está sob disputa de duas mães, a de criação e a biológica, que almeja tê-la de volta. No centro do conflito, Vittoria (Sara Casu) se vê obrigada a lidar com questões existenciais muito acima do seu nível de maturidade, prestes a fazer uma escolha que a afetará a sua vida para sempre. Um Dia | Hungria | Drama Anna é mãe de três filhos, casada e trabalhadora. Sempre correndo contra o tempo para conseguir cumprir todos os seus prazos e promessas, Anna sente que seu casamento está desmoronando. Sem conseguir conciliar tudo, ela prevê o que está prestes a acontecer, sem poder fazer nada a respeito. Djon África | Portugal, Brasil, Cabo Verde | Drama A história de Miguel “Tibars” Moreira, mais conhecido como Djon África, filho de cabo-verdianos, que nasceu e cresceu em Portugal. Sem jamais ter conhecido seu pai, acaba descobrindo que ele mora em Tarrafal e decide aventurar-se além-mar, mesmo sem muitas pistas, à sua procura. Amanhã Chegou | Brasil | Documentário Durante muitas décadas, sonho e consumo material foram duas coisas que sempre andaram juntos. Por mais que esta associação de pensamento ainda seja perpetuada na sociedade atual, hoje tenta-se desmitificar a ideia de que dinheiro sempre será poder. Enquanto a escolha do consumidor leva órgãos governamentais a destruírem culturas nativas e o meio-ambiente, algumas instituições tentam fazer diferente.

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    Academia anuncia candidatos que disputarão indicação ao Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira

    8 de outubro de 2018 /

    A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos divulgou nesta segunda-feira (8/10) a lista completa dos filmes inscritos para disputar o Oscar 2019 de Melhor Filme de Língua Estrangeira. Ao todo, 87 filmes foram selecionados por seus países para a disputa, o que representa uma diminuição de interesse, diante dos 92 inscritos no ano passado, quando o chileno “Uma Mulher Fantástica” foi premiado. O Brasil é representado por “O Grande Circo Místico”, do diretor Cacá Diegues, um dos poucos títulos da lista que não passou pelo escrutínio de festivais de cinema, critério básico para saber se o filme é competitivo. A seleção foi feita por uma comissão da Academia Brasileira de Cinema. Os favoritos deste ano são produções em preto e branco: o mexicano “Roma” e o polonês “Guerra Fria”. O filme de Alfonso Cuarón (vencedor do Oscar por “Gravidade”) venceu o Festival de Veneza e conta com apoio financeiro da Netflix, enquanto o longa de Pawel Pawlikowski, que já venceu a categoria com “Ida” (2013), conquistou o troféu de Melhor Direção no Festival de Cannes. Outros países com candidatos fortes incluem o Líbano (com “Capernaum”, da diretora Nadine Labaki), a Alemanha (com “Never Look Away”, de Florian Henckel von Donnersmarck), a Bélgica (“Girl”, de Lukas Dhont), a Hungria (com “Sunset”, de Laszlo Nemes), o Japão (“Assunto de Família”, de Hirokazu Kore-eda), o Paraguai (“As Herdeiras”, de Marcelo Martinessi), a Romênia (“I Do Not Care If We Go Down in History As Barbarians”, de Radu Jude), a Ucrânia (“Donbass”, de Sergei Loznitsa) e o Uruguai (“A Noite de 12 Anos”, de Álvaro Brechner). As indicações ao Oscar 2019 serão anunciadas em 22 de janeiro, e a premiação ocorre em 24 de fevereiro. Confira abaixo a lista completa do filmes que disputam a vaga. Afeganistão: “Rona Azim’s Mother”, de Jamshid Mahmoudi África do Sul: “Sew the Winter to My Skin”, de Jahmil X.T. Qubeka Alemanha: “Never Look Away”, de Florian Henckel von Donnersmarck Algéria: “Until the End of Time”, de Yasmine Chouikh Argentina: “El Ángel”, de Luis Ortega Armênia: “Spitak”, de Alexander Kott Austrália: “Jirga”, de Benjamin Gilmour Áustria: “The Waldheim Waltz”, de Ruth Beckermann Bangladesh: “No Bed of Roses”, de Mostofa Sarwar Farooki Belarus: “Crystal Swan”, de Darya Zhuk Bélgica: “Girl”, de Lukas Dhont Bolívia: “The Goalkeeper”, de Rodrigo “Gory” Patiño Bósnia e Herzegovina: “Never Leave Me”, de Aida Begi? Brasil: “O Grance Circo Místico”, de Carlos Diegues Bulgária: “Omnipresent”, de Ilian Djevelekov Camboja: “Graves without a Name”, de Rithy Panh Canadá: “Family Ties”, de Sophie Dupuis Cazaquistão: “Ayka”, de Sergey Dvortsevoy Chile: “…And Suddenly the Dawn”, de Silvio Caiozzi China: “Hidden Man”, de Jiang Wen Cingapura: “Buffalo Boys”, de Mike Wiluan Colômbia: “Birds of Passage”, de Cristina Gallego & Ciro Guerra Coreia do Sul: “Burning”, de Lee Chang-dong Costa Rica: “Medea”, de Alexandra Latishev Croácia: “The Eighth Commissioner”, de Ivan Salaj Dinamarca: “The Guilty”, de Gustav Möller Egito: “Yomeddine”, de A.B. Shawky Equador: “A Son of Man”, de Jamaicanoproblem Eslováquia: “The Interpreter”, de Martin Šulík Eslovênia: “Ivan”, de Janez Burger Espanha: “Champions”, Javier Fesser Estônia: “Take It or Leave It”, de Liina Trishkina-Vanhatalo Filipinas: “Signal Rock”, de Chito S. Roño Finlândia: “Euthanizer”, de Teemu Nikki França: “Memoir of War”, de Emmanuel Finkiel Georgia: “Namme”, de Zaza Khalvashi Grécia: “Polyxeni”, de Dora Masklavanou Holanda: “The Resistance Banker”, de Joram Lürsen Hong Kong: “Operation Red Sea”, de Dante Lam Hungria: “Sunset”, de László Nemes Iêmen: “10 Days before the Wedding”, de Amr Gamal Índia: “Village Rockstars”, de Rima Das Indonésia: “Marlina the Murderer in Four Acts”, de Mouly Surya Irã: “No Date, No Signature”, de Vahid Jalilvand Iraque: “The Journey”, de Mohamed Jabarah Al-Daradji Islândia: “Woman at War”, de Benedikt Erlingsson Israel: “The Cakemaker”, de Ofir Raul Graizer Itália: “Dogman”, de Matteo Garrone Japão: “Assunto de Família”, de Hirokazu Kore-eda Kosovo: “The Marriage”, de Blerta Zeqiri Letônia: “To Be Continued”, de Ivars Seleckis Líbano: “Capernaum”, de Nadine Labaki Lituânia: “Wonderful Losers: A Different World”, de Arunas Matelis Luxemburgo: “Gutland”, de Govinda Van Maele Macedônia: “Secret Ingredient”, de Gjorce Stavreski Malawi: “The Road to Sunrise”, de Shemu Joyah Marrocos: “Burnout”, de Nour-Eddine Lakhmari México: “Roma”, de Alfonso Cuarón Montenegro: “Iskra”, de Gojko Berkuljan Nepal: “Panchayat”, de Shivam Adhikari Níger: “The Wedding Ring”, de Rahmatou Keïta Noruega: “What Will People Say”, de Iram Haq Nova Zelândia: “Yellow Is Forbidden”, de Pietra Brettkelly Palestina: “Ghost Hunting”, de Raed Andoni Panamá: “Ruben Blades Is Not My Name”, de Abner Benaim Paquistão: “Cake”, de Asim Abbasi Paraguai: “The Heiresses”, de Marcelo Martinessi Peru: “Eternity”, de Oscar Catacora Polônia: “Guerra Fria”, de Pawel Pawlikowski Portugal: “Pilgrimage”, de João Botelho Quênia: “Supa Modo”, de Likarion Wainaina Reino Unido: “I Am Not a Witch”, de Rungano Nyoni República Dominicana: “Cocote”, de Nelson Carlo De Los Santos Arias República Tcheca: “Winter Flies”, de Olmo Omerzu Romênia: “I Do Not Care If We Go Down in History as Barbarians”, de Radu Jude Rússia: “Sobibor”, de Konstantin Khabensky Sérvia: “Offenders”, de Dejan Zecevic Suécia: “Border”, de Ali Abbasi Suíça: “Eldorado”, de Markus Imhoof Tailândia: “Malila The Farewell Flower”, de Anucha Boonyawatana Taiwan: “The Great Buddha+”, de Hsin-Yao Huang Tunísia: “Beauty and the Dogs”, de Kaouther Ben Hania Turquia: “The Wild Pear Tree”, de Nuri Bilge Ceylan Ucrânia: “Donbass”, de Sergei Loznitsa Uruguai: “A Noite de 12 Anos”, de Álvaro Brechner Venezuela: “The Family”, de Gustavo Rondón Córdova Vietnã: “The Tailor”, de Buu Loc Tran & Kay Nguyen

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    Mostra de São Paulo 2018 vai ter tudo: Netflix, realidade virtual, vencedores de Cannes, Veneza, Berlim e clássicos

    6 de outubro de 2018 /

    Vai ter Netflix na Mostra de São Paulo deste ano. E também realidade virtual, ao lado de resgates de clássicos – até do cinema mudo. A evolução do cinema se reflete na programação do evento criado pelo falecido Leon Cakoff, que chega à sua 42ª edição com mais impacto cultural que nunca. Os grandes vencedores dos festivais de Cannes, Veneza, Berlim e Locarno são alguns dos destaques da programação, que, apesar do aperto financeiro – menor investimento estatal em período eleitoral – , mantém-se vastamente superior à seleção do concorrente direto, o Festival do Rio, em termos de representatividade internacional, com direito ainda a 18 obras indicadas por seus países para disputar uma vaga no Oscar de Melhor Filme de Língua Estrangeira no ano que vem — incluindo o representante brasileiro, “O Grande Circo Místico”, de Cacá Diegues. Vencedor do Prêmio Especial do Júri no Festival de Veneza, “A Favorita”, do grego Yorgos Lanthimos, vai abrir o evento, em exibição para convidados no dia 17, no Auditório Ibirapuera. E “Roma”, de Alfonso Cuarón, que venceu o Leão de Ouro no festival italiano, encerra a programação no dia 31 de outubro. O filme de Cuarón também é o indicado do México ao Oscar. Mas antes de ser consagrado em Veneza, foi rejeitado por Cannes, que recusou-se a incluir o longa em sua competição por ser uma produção da Netflix. Sob pressão do parque exibidor francês, o festival preferiu abrir mão de obras do gigante de streaming. Como resultado, projetou sua competição mais fraca dos últimos anos e viu a concorrência se fortalecer. Após Veneza, o Festival de Toronto foi além e programou sua abertura com um filme da Netflix. Agora, a Mostra de São Paulo revela de que lado está nesta polêmica. “É uma questão que teríamos de enfrentar, mais cedo ou mais tarde. Mas, para mim, o que importa é o filme, que ele seja visto”, disse Renata Almeida, diretora da Mostra, em entrevista para a imprensa durante a divulgação da programação. A seleção inclui muitos outros longas premiados, como “Assunto de família”, do japonês Hirokazu Kore-eda, vencedor da Palma de Ouro em Cannes, “Não Me Toque”, da romena Adina Pintilie, vencedor do Urso de Ouro em Berlim, “Uma Terra Imaginada”, do singapurense Siew Hua Yeo, que levou o Leopardo de Ouro em Locarno, além de obras que deram o que falar no circuito dos festivais, como “Infiltrado na Klan”, do americano Spike Lee, e “A Casa que Jack Construiu”, do dinamarquês Lars von Trier. Junto da exibição de seu novo filme, Kore-eda será homenageado com o Prêmio Humanidade, pelo conjunto e a natureza humanista de sua obra, e terá uma retrospectiva na Mostra. A mesma homenagem será concedida ao médico oncologista Drauzio Varella por sua relação com a escrita e o audiovisual. Outro homenagem será feita ao iraniano Jafar Panahi, que está em prisão domiciliar e não pode sair de seu país. Ele receberá o Prêmio Leon Cakoff e terá seu filme mais recente, “3 Faces”, vencedor do prêmio de Melhor Roteiro em Cannes, exido na programação. O cinema brasileiro também será celebrado com exibições de cópias restauradas de alguns clássicos, como “Central do Brasil”, de Walter Salles, que comemorará 20 anos com a presença do diretor e parte do elenco, além de obras mais antigas, como “Feliz Ano Velho”, de Roberto Gervitz, que completa 30 anos, e “O Bandido da Luz Vermelha”, de Rogério Sganzerla, e “O Bravo Tuerreiro”, de Gustavo Dahl, que comemoram 50 anos. Entre os clássicos internacionais, o grande destaque fica com a exibição ao ar livre de “A Caixa de Pandora” (1929), do alemão Georg Pabst, com Louise Brooks no papel de Lulu. Programada para o Parque do Ibirapuera no dia 27, a projeção a obra-prima do cinema mundo terá acompanhamento musical da Orquestra Jazz Sinfônica. No outro extremo da evolução do cinema, a artista multimídia Laurie Anderson, viúva de Lou Reed, assina com o taiuanês Hsin-Chien Huang a instalação em realidade virtual “Chalkroom”, montada no novo Anexo do CineSesc. A obra, que permite imersão do público, é destacada também no pôster oficial do evento, que este ano vai do cinema mudo ao virtual sem perder de vista o conteúdo.

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    Venom é a maior, pior e inescapável estreia de cinema da semana

    4 de outubro de 2018 /

    “Venom” chega em 1,4 mil telas nesta quinta (4/10). Ou seja, estará em todos os shoppings com multiplexes do país, numa tática de saturação para atingir uma grande bilheteria de estreia. Já que não atrai pela qualidade, quem sabe pela quantidade. Infelizmente, o primeiro filme do universo de personagens do Homem-Aranha que a Sony quer estabelecer no cinema pode muito bem ser o último, como “A Múmia” e o propalado universo de monstros da Universal, já que é um pastelão quando tenta ser sério e constrangedor quando busca ser engraçado. Com um visual trash, que parece a Bolha Assassina com músculos e dentes, o simbionte se ressente da falta do Homem-Aranha em sua história. A participação do herói na origem do monstro foi substituída por clichês de ficção científica, resultando num filme B do gênero, que nem o orçamento de US$ 100 milhões consegue disfarçar. Bom para Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Michelle Williams (“Todo o Dinheiro do Mundo”) e Riz Ahmed (“Rogue One: Uma História Star Wars”) que receberam parte desse dinheiro – se não tiverem a carreira arranhada por esse trabalho. Ruim para o público, que é conclamado a ajudar a pagar a conta de uma obra com apenas 28% de aprovação no Rotten Tomatoes. A outra estreia vistosa da semana é “apenas” medíocre. O remake desnecessário de “Papillon” tem 53% de aprovação no Rotten Tomatoes, 30% a menos que o original de 1973. A começar pelo óbvio: Charlie Hunnam (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”) e Rami Malek (“Mr. Robot”) não são Steve McQueen e Dustin Hoffman. Fracasso retumbante, ficou só quatro semanas em cartaz nos cinemas norte-americanos, com desempenho de streaming – bilheteria total de US$ 2,3 milhões. Bem melhores são os dois lançamentos indies que completam a safra semanal americana: a comédia romântica “Juliet Nua e Crua” (82%) e a dramédia “Ponto Cego” (93%). A primeira bate na tecla familiar da mulher mal-amada (Rose Byrne) que troca o namorado geek-obcecado (Chris O’Dowd) pelo objeto de adoração dele: um roqueiro semi-aposentado (Ethan Hawke). A segunda mostra maior ambição, ao alternar elementos de comédia de amigões com temas dramáticos pesados, como racismo e violência policial. Venceu diversos prêmios no circuito dos festivais americanos. A seleção estrangeira ainda inclui o alemão “Os Invisíveis”, sobre a história real de quatro judeus que se disfarçaram de católicos para sobreviver em Berlim durante o Holocausto, e o argentino “O Futuro Adiante”, uma comédia sobre amizade feminina sem a histeria que o público passou a esperar dos exemplares nacionais similares. Para completar, há dois brasileiros: “Mare Nostrum”, um drama simples e afetuoso com elementos “mágicos” de fábula infantil, e “Verão em Rildas”, um pseudo-documentário que contrasta a geração bicho-grilo que resiste no interior do Brasil e outro anacronismo, o conservadorismo militante que busca sufocar as artes com campanhas em defesa da família, da moral e dos bons costumes. Poderia ser fascinante assistir um embate dos anos 1970 no século das redes sociais, mas a realização é tão amadora que resulta em nada. Confira abaixo as sinopses e veja os trailers para repassar todas as estreias da semana. Venom | EUA | Super-Heróis Eddie Brock (Tom Hardy) é um jornalista que investiga o trabalho de um cientista, suspeito de utilizar cobaias humanas em experimentos mortais. Quando ele acaba entrando em contato com um simbionte alienígena, Eddie se torna Venom, uma máquina de matar incontrolável. Papillon | EUA | Aventura Henri Charrière (Charlie Hunnam), chamado de Papillon, é condenado à prisão perpétua por um crime que não cometeu. Enviado para a Ilha do Diabo, na Guiana Francesa, ele conhece Louis Dega (Rami Malek), homem que Papillon promete ajudar em troca de auxílio para escapar da prisão. Juliet, Nua e Crua | EUA | Comédia Annie (Rose Byrne) está presa em um relacionamento de longa data com Duncan (Chris O’Dowd), fã obsessivo do obscuro roqueiro Tucker Crowe (Ethan Hawke). Sua idolatria é tamanha que ele chega a ser mais dedicado ao ídolo do que à própria namorada, com quem vive junto há anos. Quando surge uma nova gravação de Tucker, que após estourar há 25 anos nunca fez um segundo álbum, Annie é extremamente crítica ao material, enquanto Duncan imediatamente o venera. Após publicar um comentário negativo no site dedicado ao cantor, o próprio Tucker entra em contato com Annie, através de um e-mail onde diz que concorda totalmente com o que ela disse. Ponto Cego | EUA | Drama Collin precisa passar pelos últimos três dias de liberdade condicional para ganhar a chance de ter um novo começo. Ele e seu amigo de infância problemático, Miles, trabalham como mensageiros e, quando Collin testemunha um tiroteio policial, a amizade dos dois homens é testada à medida que lidam com suas identidades e diferentes realidades no bairro em que cresceram. Os Invisíveis | Alemanha | Drama Após o Partido Nazista tornar oficial a perseguição ao povo judeu, muitos deles precisam se tornar praticamente invisíveis. Quatro deles, Hanni Lévy, Cioma Schönhaus, Eugen Friede e Ruth Arndt, sonham em viver na América, enquanto circulam disfarçados em meio aos nazistas. O Futuro Adiante | Argentina | Drama Romina e Florencia possuem uma história de amizade que resiste ao tempo. Desde o primeiro amor até o primeiro divórcio, com desentendimentos e desafetos, as amigas atravessam diferentes etapas da vida juntas. Mare Nostrum | Brasil | Drama Roberto (Silvio Guindane) e Mitsuo (Ricardo Oshiro) são dois desconhecidos que, após uma série de coincidências, voltam para o Brasil no mesmo dia, depois de um longo tempo no exterior. Eles se encontram devido a um terreno que foi negociado por seus pais décadas atrás e decidem tentar ganhar dinheiro em cima do local. No entanto, entram em conflito quando começam a achar que o lote possui poderes mágicos. Verão em Rildas | Brasil | Pseudo-Documentário Um grupo de estudantes universitários, moradores da cidade litorânea de Rio das Ostras, decide organizar um festival de artes no local. Durante a divulgação do evento nas redes sociais, eles são surpreendidos pela repercussão equivocada de um postagem, e as consequências do ato ultrapassam as barreiras do mundo online afetando suas vidas e rotinas diretamente.

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  • Filme,  Música

    Henri Castelli vai viver pai de Thammy na cinebiografia de Gretchen

    2 de outubro de 2018 /

    A cinebiografia da cantora Gretchen confirmou mais um nome em seu elenco. Henri Castelli (da novela “Tempo de Amar”) vai interpretar um dos muitos ex-marido da “rainha do bumbum”, o delegado Silva Neto, pai de Thammy Miranda. “Compartilhamos palco por quase dois anos e agora a parceria se repete, tenho certeza que você vai arrebentar meu amigo, obrigada por estar comigo em mais uma jornada, de sucesso obviamente”, a diretora Antonia Fontenelle escreveu em seu Instagram, após liberar a notícia para o “fofoqueiro” profissional Leo Dias. O papel da protagonista caberá a Mel Lisboa (“O Matador”). “É ficção, mas 90% baseado na vida dela. Tô fazendo um elenco muito bom, uma equipe muito boa”, disse anteriormente Fontenelle, que é atriz (“Assalto ao Banco Central”) e fará sua estreia na direção com este projeto. Vale lembrar que Gretchen já virou recentemente personagem de cinema. Ela foi interpretada por Emanuelle Araújo em “Bingo: O Rei das Manhãs”. Visualizar esta foto no Instagram. Compartilhamos palco por quase dois anos e agora a parceria se repete, tenho certeza que você vai arrebentar meu amigo, obrigada por estar comigo em mais uma jornada, de sucesso obviamente. ?❤️ #cinema #henricastelli #mellisboa #gretchenalemdorebolado #antoniafontenelle #comingsoon Uma publicação compartilhada por ladyfontenelle (@ladyfontenelle) em 2 de Out, 2018 às 8:57 PDT

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  • Filme

    Trailer de Chacrinha: O Velho Guerreiro mostra polêmicas do famoso apresentador da TV brasileira

    2 de outubro de 2018 /

    A Paris Filmes divulgou o primeiro trailer de “Chacrinha: O Velho Guerreiro”, cinebiografia do famoso apresentador da TV brasileira. A prévia se divide entre o início da carreira de Abelardo Barbosa, quando é interpretado pelo comediante Eduardo Sterblitch, e o final, na pele de Stepan Nercessian. A parte agitada é encarnada por Nercessian, e traz o Velho Guerreiro mergulhado em polêmicas, enquanto é criticado por ser mulherengo, intransigente e surtado. Há cenas de piti, a briga com Boni (diretor da Globo) que levou à sua demissão e a crise no casamento por conta de seu caso com a cantora Clara Nunes – o que por muitos anos foi tratado como fofoca. Logicamente, este não é o fim, pois cinebiografias só terminam quando o personagem do título dá a volta por cima. No caso de Chacrinha, foi uma volta à TV. Além do filme, Nercessian também desempenhou o papel nos palcos, em “Chacrinha, o Musical”, e num especial televisivo exibido pela rede Globo em setembro passado, em comemoração ao centenário do Chacrinha. E, por coincidência ou não, os dois intérpretes do personagem ainda trabalharam juntos nos filmes de “Os Penetras”, que foram dirigidos por Andrucha Waddington, responsável pela cinebiografia atual. O elenco também destaca Thelmo Fernandes (“Sob Pressão”) como Boni, Gianne Albertoni (“Muita Calma Nessa Hora”) como Elke Maravilha, Laila Garin (“3%”) como Clara Nunes, Marcelo Serrado (“Crô em Família”) como o apresentador Flávio Cavalcanti e a dupla Amanda Grimaldi (“Oxigênio”) e Carla Ribas (“O Mecanismo”) alternando-se como Florinda Barbosa, a mulher do Chacrinha. “Chacrinha: O Velho Guerreiro” estreia em 25 de outubro nos cinemas.

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  • Etc,  Filme

    Velório de Leonardo Machado projeta cena inédita de seu último filme

    2 de outubro de 2018 /

    O velório do ator Leonardo Machado serviu de palco para a primeira exibição pública de uma cena do filme “Legalidade”, seu último trabalho. A exibição foi um pedido do próprio ator, que também selecionou o playlist do evento, planejado diante da certeza de sua morte, que aconteceu na sexta (28/9), ao final de uma luta contra o câncer. Em “Legalidade”, Machado interpreta o político Leonel Brizola, personagem principal do filme. A foto acima o revela caracterizado para a produção, que narra a defesa da democracia do Brasil, encabeçada pelo então governador gaúcho, contra um golpe parlamentar que tiraria João Goulart do poder já em 1961, após a renúncia de Jânio Quadros. A cena selecionada é um discurso de Brizola, que Leonardo sabia de cor. Segundo o diretor Zeca Brito, ele chegou no set com o discurso decorado. Não precisou ler no roteiro. E filmou a cena completa num único take, uma única vez, sem precisar refazer. Este foi um exemplo de como Leonardo Machado se dedicou ao filme, sabendo que era o último de sua vida. Brito revelou que, entretanto, não era para ele ter estrelado o longa. A intenção era escalar um ator mais popular da Globo. Mas Leonardo insistiu em fazer teste. E quando veio se encontrar com a produção, apareceu totalmente caracterizado, convencendo a todos. Ele conquistou a equipe pela dedicação demonstrada. “Isso é muito raro. Ele chegou como Brizola não para fazer o teste, mas para pegar o personagem que era dele. Ele veio buscar um personagem. E isso foi uma coisa que impressionou todo mundo, disse o diretor, em entrevista ao portal G1. Brito também contou que Machado foi transparante em relação à doença, descoberta em 2016. E mesmo debilitado esforçou-se o tempo todo para terminar o filme. “A preocupação dele era que o filme estivesse pronto, que não ficasse faltando nada. Isso, de uma certa maneira, acelerou o processo de montagem do filme quando a gente ficou sabendo. Nós corremos com todas as etapas para que ele pudesse assistir ao primeiro corte. Isso me deixa tranquilo. Eu pude mostrar para ele o filme alguns meses atras e tenho certeza que ele ficou muito satisfeito”, contou o diretor, emocionado. “Hoje o filme tem um motivo maior para ser lançado, para existir, que é essa homenagem a esse grande ator do Rio Grande do Sul”, concluiu. “Legalidade” deve ser lançado nos cinemas apenas no ano que vem. Mas Leonardo deixou dois trabalhos inéditos. O longa-metragem “A Cabeça de Gumercindo Saraiva”, com direção de Tabajara Ruas, rodado em 2017, estreia já em 25 de outubro. E a série documental “Sonho Americano”, com direção de Paulo Nascimento, chega no canal Travel Box Brazil nas próximas semanas.

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    Leonardo Machado (1976 – 2018)

    29 de setembro de 2018 /

    O ator Leonardo Machado, conhecido por participar de novelas da Globo e pela carreira premiada no cinema, morreu na noite de sexta-feira (28/9), aos 42 anos, em Porto Alegre. Ele lutava contra um câncer no fígado desde o ano passado e estava internado no Hospital Moinhos de Vento, na capital gaúcha. Um dos atores de maior projeção no Rio Grande do Sul, ele começou a filmar curtas em 1998, enquanto fazia teatro – estrelou 14 peças – , até se tornar conhecido nacionalmente ao aparecer na novela “O Clone” (2001), na qual figurou como Guilherme. Também teve um pequeno papel em “Senhora do Destino”, em 2005. Mas sua verdadeira projeção se deu no cinema local, a ponto de se tornar o apresentador oficial do Festival de Gramado por dez anos. “Essa função é sempre um prazer. Eu me criei nessa cidade”, ressaltou em entrevista publicada no último ano. Seu primeiro papel em longa-metragem foi uma pequena aparição em “Lara” (2002), cinebiografia de Odete Lara, musa do Cinema Novo, dirigida por Ana Maria Magalhães. Depois, iniciou sua jornada gaúcha, com “Sal de Prata” (2005), de Carlos Gerbase. Dublou a animação “Wood & Stock: Sexo, Orégano e Rock’n’Roll” (2006), de Otto Guerra, voltou a trabalhar com Gerbase em “3 Efes” (2007), fez “Dias e Noites” (2008), de Beto Souza. E a carreira começou a engatar com o premiado “Valsa para Bruno Stein” (2007), de Paulo Nascimento, vencedor do Festival de Gramado, já como coadjuvante. No segundo filme com Nascimento, “Em Teu Nome” (2009), foi finalmente escalado como protagonista. E conquistou o Kikito de Melhor Ator em Gramado, interpretando um estudante durante a Ditadura Militar (1964-1985). O prêmio abriu de vez as portas na Globo. Ele apareceu na novela “Viver a Vida” (2009), de Manoel Carlos, e se tornou um dos protagonistas da série “Na Forma da Lei”, no papel do juiz Célio Rocha, que trabalhava com a advogada Ana Beatriz (Ana Paula Arósio) no julgamento de crimes investigados por outros personagens. Ainda apareceu na novela “Salve Jorge” (2013) antes de voltar ao Rio Grande do Sul, onde emendou diversas produções regionais de TV – na RBS, do grupo Globo, e na TVE. E deu sequência à sua carreira cinematográfica. A dedicação ao cinema na última década viu sua filmografia se multiplicar e ganhar novos parceiros, como Tabajara Ruas, com quem filmou “Os Senhores da Guerra” (2012), a continuação “Os Senhores da Guerra 2 – Passo da Cruz” (2014) e o ainda inédito “A Cabeça de Gumercindo Saraiva” (2018). Ele esteve ainda entre os protagonistas do épico “O Tempo e o Vento” (2013), adaptação do clássico literário de Érico Veríssimo rodado por Jayme Monjardim com grande elenco (Fernanda Montenegro, Thiago Lacerda, Marjorie Estiano, etc). Fez “A Casa Elétrica” (2012), de Gustavo Fogaça, “Insônia” (2013), de Beto Souza, e o recente “Yonlu” (2018), de Hique Montanari, lançado no final de agosto. Mas não há dúvidas de que seu grande parceiro foi Paulo Nascimento, com quem continuou colaborando em mais quatro filmes: “A Casa Verde” (2010), “A Oeste do Fim do Mundo” (2013), “A Superfície da Sombra” (2017) e “Teu Mundo Não Cabe Nos Meus Olhos” (2018). Os dois ficaram amigos durante a gravação da série “Segredo”, uma coprodução da portuguesa RTP e da Globo, realizada em 2005, o que fez com que Leonardo participasse de todos os projetos do diretor desde então – e ainda fosse estimulado a passar para trás das câmeras, enquanto o diretor se viu convencido a ir para a frente, durante a produção da série gaúcha documental “Fim do Mundo” (2011). Esta experiência de explorar as fronteiras da América do Sul inspirou o filme “A Oeste do Fim do Mundo”, que inaugurou outra função na carreira de Leonardo, como produtor de cinema. Por conta disso, venceu o Kikito de Melhor Filme Latino (em coprodução com a Argentina) no Festival de Gramado, além do prêmio do público do evento. Ativo até o fim, Leonardo se jogou no trabalho no fim da vida, estrelando em 2018 nada menos que quatro longas, um curta e uma minissérie da Globo – “Se Eu Fechar Os Olhos Agora”, divulgada apenas em streaming, por enquanto. Além de “Yonlu” e “Teu Mundo Não Cabe nos Meus Olhos”, já exibidos, ele ainda poderá ser visto neste ano no mencionado “A Cabeça de Gumercindo Saraiva”, previsto para 25 de outubro, e “Legalidade”, do cineasta Zeca Britto, em que encarna o governador gaúcho Leonel Brizola durante os tumultuados anos 1960 – ainda sem previsão de estreia. Seu colega em “Teu Mundo Não Cabe nos Meus Olhos”, Edson Celulari, que também enfrentou um câncer recentemente, lamentou a morte do amigo. “Hoje descansou um amigo que fará muita falta, o querido e talentoso ator Leonardo Machado. Um homem leal, dono de um coração enorme. Companheiro no cinema e parceiro de todas as horas. Que privilégio conhecê-lo!”, escreveu no Instagram.

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    Um Pequeno Favor destaca-se entre as 13 estreias de cinema da semana

    27 de setembro de 2018 /

    Muitos filmes, 13 ao todo, estreiam nesta quinta (27/9). O que chega em mais cinemas é a animação “PéPequeno”, que segue de perto a fórmula de “Monstros S.A.” ao exibir monstros assustados com seres humanos. Não é Pixar, mas tem um mensagem de valorização da capacidade crítica que é bem mais profunda que as músicas de sua trilha. Para os adultos, o destaque da semana é “Um Pequeno Favor”, uma comédia criminal de suspense que explora o “mommy noir”, o subgênero das mamães detetives. A trama traz Anna Kendrick (“A Escolha Perfeita”) como uma mamãe vlogger que resolve investigar o súbito sumiço de sua nova melhor amiga sofisticada, vivida por Blake Lively (“Águas Rasas”). Cheio de reviravoltas e muita diversão, surpreende principalmente por ser uma obra do diretor Paul Feig, conhecido pelas comédias mais populares de Melissa McCarthy (“A Espiã que Sabia de Menos”). Seu primeiro filme sem a atriz, desde “Missão Madrinha de Casamento” (2011), interdita as piadas escatológicas em favor de uma atmosfera hitchockiana e chique, regada a martinis. Melissa McCarthy, por sinal, também está na programação, investigando assassinatos de fantoches em “Crimes em Happytime”. Infelizmente, a premissa reciclada de “Uma Cilada para Roger Rabbit” é completamente desperdiçada, ao sujeitar as marionetes suspeitas às piadas escatológicas de costume. Uma das grandes decepções do ano. Completa a relação de produções hollywoodianas “A Primeira Noite de Crime”, prólogo da franquia “Uma Noite de Crime”, que tem violência suficiente para saciar os fãs de filmes B. A seleção brasileira também é sortida, mas “10 Segundos para Vencer” é a principal atração. Cinebiografia do boxeador Éder Jofre, maior campeão e ídolo do boxe do Brasil, traz Daniel de Oliveira (que já foi até Cazuza no cinema) como protagonista e se foca no relacionamento do lutador com o pai, o exigente treinador Kid Jofre (Osmar Prado, premiado no Festival de Gramado). Dirigido por José Alvarenga Jr. (“Divã”, “Cilada.com”), o filme acompanha a jornada de Éder ao título mundial dos galos, nos anos 1960, a interrupção precoce em sua carreira para curtir a vida com a mulher e os filhos, e também o retorno triunfal aos ringues para um novo título mundial. A lista tem até um musical sertanejo, “Coração de Cowboy”, com Gabriel Sater, filho do violeiro Almir Sater, que resulta melhor que a sinopse. E um indefectível besteirol romântico, “O Homem Perfeito”, no nível dos filmes da produtora Downtown, que geralmente mostram mulheres desesperadas com medo de ficarem sem homens. Às vezes, as tramas também as retratam como megeras revoltadas. A nova história combina as duas situações, pois não perde a chance de mostrar Luana Piovani (que já foi “A Mulher Invisível”) como uma espremedora de masculinidade – tem até cena literal de “ball busting”, como diriam os gringos. A história ainda é uma inversão da premissa de “Qualquer Gato Vira-Lata”, das mesmas roteiristas (Tati Bernardi e Patricia Corso), demonstrando que, sim, comédia brasileira parece tudo igual. A opção alternativa é “A Moça do Calendário”, filme de arte, que alguns críticos chamam de libertário e comparam até à poesia, talvez por ser narrado pela própria diretora – a veterana atriz Helena Ignez (“Ralé”) – com palavras como “subcapitalista” e “pirâmide social”. Mas o destaque do circuito limitado pertence ao uruguaio “Uma Noite de 12 Anos”, premiado no Festival de Berlim. O longa de Álvaro Brechner (“Sr. Kaplan”) conta a terrível história real da prisão de José Mujica e dois amigos, que passaram os 12 anos do título como prisioneiros políticos. O longa explora as torturas do cativeiro, reforçando a mensagem política de resistência à ditadura. Mujica não só resistiu como virou presidente de seu país. Por fim, vale mencionar ainda que toda a renda obtida com a venda de ingressos de “O Que de Verdade Importa” será revertida para instituições que cuidam de crianças com câncer no país. Trata-se de um caso raro, em que o público não joga dinheiro fora mesmo se odiar o filme. Tem mais. Confira abaixo as sinopses e veja os trailers para conhecer todas as estreias da semana. PéPequeno | EUA | Animação Um Yeti, também conhecido como Pé Grande, está convencido de que as criaturas evasivas conhecidas como “seres humanos” ou Pé Pequeno realmente existem. Um Pequeno Favor | EUA | Suspense Stephanie (Anna Kendrick) é uma jovem mãe que divide o tempo entre a criação do filho e o trabalho como vlogueira. Quando sua melhor amiga Emily (Blake Lively) desaparece, ela parte em uma jornada para descobrir o motivo. Crimes em Happytime | EUA | Comédia Phil Phillips é um ex-policial fantoche que agora trabalha como detetive particular. Após seu irmão ser assassinado, ele descobre que o responsável é um serial killer que pretende eliminar todos os integrantes do “The Happytime Gang”, série de TV de fantoches de grande sucesso nos anos 1980. Para investigar o caso, Phil é obrigado a trabalhar com sua ex-parceira Connie Edwards (Melissa McCarthy), responsável por sua expulsão da polícia, anos atrás. A Primeira Noite de Crime | EUA | Suspense Prólogo da franquia “Uma Noite de Crime” mostra como tudo começou. Quando um novo partido político chega ao poder, é anunciado um novo experimento social. São 12 horas sem lei, em que o governo incentiva as pessoas a perderem toda e qualquer inibição. 10 Segundos para Vencer | Brasil | Drama Cinebiografia de Eder Jofre, conhecido como “Galinho de Ouro”, por ter sido eleito o maior peso galo da história do boxe. Nem a infância difícil no bairro do Peruche, em São Paulo, conseguiu deter Eder, que se consagrou campeão mundial em 1961, nos Estados Unidos, e se tornou um dos maiores boxeadores de todos os tempos. O Homem Perfeito | Brasil | Comédia Diana (Luana Piovani), aos 42 anos, é uma mulher bem-sucedida, com uma carreira estruturada, culta e que mantém um casamento feliz com seu marido (Marco Luque). Ao menos, é o que ela acha – até que descobre que ele está lhe traindo com uma jovem aspirante a bailarina, de 23 anos. Coração de Cowboy | Brasil | Musical Lucca (Gabriel Sater) é um cantor sertanejo conhecido por suas músicas “chicletes” compostas a partir das demandas de sua empresária, Iolanda (Françoise Forton), e não pelos seus sentimentos e gostos musicais. Depois de um desentendimento na gravação de seu novo disco, Lucca foge da cidade grande e volta ao interior, onde ele procura inspirações para voltar a compor canções mais autênticas e, assim, se reconectar com seu pai (Jackson Antunes). Na volta, Lucca também encontra uma antiga parceira de composições e amor de infância (Thaila Ayala) com quem vai tentar reatar laços. A Moça do Calendário | Brasil | Drama Sem emprego fixo, o quarentão Inácio (André Guerreiro Lopes) trabalha como dublê de dançarino à noite e mecânico durante o dia. Quando não está nas pistas ou operando veículos, seus pensamentos voam para um relacionamento platônico para a bela garota que estampa o calendário da oficina. Uma Noite de 12 Anos | Uruguai | Drama 1973, Uruguai. José Mujica (Antonio de la Torre), Mauricio Rosencof (Chino Darín) e Eleuterio Fernández Huidobro (Alfonso Tort) são militantes dos Tupamaros, grupo que luta contra a ditadura militar local. Eles são presos em ações distintas e encarcerados junto a outros nove companheiros, de forma que não possam sequer falar um com o outro. Ao longo dos anos, o trio busca meios de sobreviver não só à tortura, mas também ao encarceramento que fez com que ficassem completamente alheios à sociedade, sem a menor ideia se um dia seriam soltos. O Que de Verdade Importa | Espanha, Canadá | Drama Alec Bailey é um engenheiro frustrado que vive em Londres. Ele trabalha consertando eletrodomésticos, mas o dinheiro que ganha não é suficiente para pagar as suas contas. Tudo muda quando um tio distante aparece em sua vida com uma proposta irrecusável: pagar todas as dívidas de Alec desde que ele se mude para Nova Escócia, no Canadá, por um ano. Sem muitas alternativas, o jovem aceita o acordo e inicia uma jornada de descoberta. Sansão | Estados Unidos | Religioso Sansão (Taylor James) é um homem com uma força sobrenatural que recebeu um chamado divino para libertar seu povo da escravidão. Quando ele perde seu amor para um cruel príncipe filisteu, o jovem hebreu parte em uma jornada, sacrificando o que for preciso para vingar seu amor, seu povo e seu Deus. A Fábrica de Nada | Portugal | Comédia Uma noite, os trabalhadores de uma fábrica de elevadores em Portugal veem as máquinas serem colocadas em furgões e levadas. Sem conseguirem impedir a ação, eles questionam os patrões e descobrem que os equipamentos estão sendo transportados a fábricas mais baratas. A intenção é fechar o local, deixando dezenas de trabalhadores desempregados. Começa a luta do grupo para manter seus empregos, sua dignidade e questionar o sistema que permite que essa situação aconteça. Marcha Cega | Brasil | Documentário Durante as manifestações que ocorreram em São Paulo nos últimos anos, a Polícia Militar foi responsável por agredir violentamente, ferir e prender uma série de manifestantes. Através do uso excessivo de gás lacrimogêneo e outras técnicas duvidosas, a cidade transformou-se em um verdadeiro campo de batalha e as marchas, inicialmente pacíficas, foram consumidas pela violência derivada das forças policiais.

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    Festival de Brasília 2018 consagra negros, mulheres e transexuais

    24 de setembro de 2018 /

    O filme “Temporada”, primeira ficção em longa-metragem de André Novais Oliveira (“Ela Volta na Quinta”), foi o grande vencedor do Festival de Brasília 2018, conquistando cinco troféus no encerramento do evento, na noite de domingo (23/9). Eleito Melhor Filme pelo júri, também venceu os Troféus Candangos de Melhor Atriz (para Grace Passô), Ator Coadjuvante (Russão), Direção de Arte e Fotografia. “Temporada” traz Grace Passô como uma mulher que, ao se mudar para Contagem (MG) vinda de uma cidade do interior, tem que lidar com o novo cotidiano e dificuldades no casamento. O detalhe é que se trata de um filme de diretor negro, estrelado por uma mulher negra. E ambos foram premiados. O Melhor Ator foi outro negro: Aldri Anunciação, protagonista de “Ilha”, de Glenda Nicácio e Ary Rosa, que também receberam o Candango de Melhor Roteiro – pela história de um jovem que sequestra um cineasta com o objetivo de rodar a própria história. Ambos atores chamaram atenção para a quantidade de negros que fazem cinema no Brasil sem reconhecimento. “Esse troféu diz respeito a uma porção de militâncias que desentortam o olhar. Para que pessoas como eu possam ser vistas, olhadas e possam ensinar a sociedade”, disse Grace Passô. “Não existe atuação, existe coatuação. Eu não estou só aqui. Atrás existe uma comunidade de negros e negras. Quero dividir esse prêmio com Mário Gusmão, ator negro de 90 anos e que nunca ganhou um prêmio”, exaltou Aldri Anunciação. Por sua vez, o Candango de Melhor Direção ficou com uma mulher: Beatriz Seigner, por seu trabalho em “Los Silencios”, que teve lançamento mundial no último Festival de Cannes. O filme mostra uma ilha no meio da Amazônia, na tríplice fronteira entre Brasil, Colômbia e Peru, que é povoada por fantasmas. A boa safra de terror nacional também rendeu reconhecimentos para “A Sombra do Pai”, outro filme dirigido por uma mulher, Gabriela Amaral Almeida (“O Animal Cordial”), que levou três troféus: Melhor Montagem, Som e Atriz Coadjuvante (Luciana Paes). “Torre das Donzelas”, documentário de Susanna Lira sobre presas políticas, ficou com o Prêmio Especial do Júri. E outro documentário, “Bixa Travesty”, de Claudia Priscilla e Kiko Goifman, sobre a cantora trans Linn da Quebrada, foi escolhido o Melhor Filme pelo Público e recebeu Menção Honrosa do júri, além do Candango de Melhor Trilha Sonora. Confira abaixo os principais premiados. Longa-Metragem Melhor Filme: “Temporada” Melhor Direção: Beatriz Seigner (“Los Silencios”) Melhor Ator: Aldri Anunciação (“Ilha”) Melhor Atriz: Grace Passô (“Temporada”) Melhor Ator Coadjuvante: Russão (“Temporada”) Melhor Atriz Coadjuvante: Luciana Paes (“A Sombra do Pai”) Melhor Roteiro: “Ilha”, de Ary Rosa e Glenda Nicácio Melhor Fotografia: “Temporada”, Wilsa Esser Melhor Direção de Arte: “Temporada”, Diogo Hayashi Melhor Trilha Sonora: “Bixa Travesty” Melhor Som: “A Sombra do Pai”, Gabriela Cunha Melhor Montagem: “A Sombra do Pai”, Karen Akerman Prêmio do Júri Popular: “Bixa Travesty” Prêmio Especial do Júri: “Torre das Donzelas” Menção Honrosa do Júri: “Bixa Travesty” Curta-Metragem Melhor Filme: “Conte Isso Àqueles que Dizem que Fomos Derrotados” Melhor Direção: Nara Normande (“Guaxuma”) Melhor Ator: Fábio Leal (“Reforma”) Melhor Atriz: Maria Leite (“Mesmo com Tanta Agonia”) Melhor Ator coadjuvante: Uirá dos Reis (“Plano Controle”) Melhor Atriz coadjuvante: Noemia Oliveira (“Eu, Minha Mãe e Wallace” ) Melhor Roteiro: “Reforma”, Fábio Leal Melhor Fotografia: “Mesmo com Tanta Agonia”, Anna Santos Melhor Direção de Arte: “Guaxuma”, Nara Normande Melhor Trilha Sonora: “Guaxuma”, Normand Roger Melhor Som: “Conte Isso Àqueles que Dizem que Fomos Derrotados”, Nicolau Domingues Melhor Montagem: “Plano Controle”, Gabriel Martins e Luisa Lana Menção Honrosa de Atriz Coadjuvante: “Mesmo com Tanta Agonia”, Rillary Rihanna Guedes Prêmio do Júri Popular: “Eu, Minha Mãe e Wallace” Prêmio Especial do Júri: “Liberdade”

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